Muito bom. Pra mim já é o melhor da franquia. Fez o que nenhum dos anteriores se preocupou em fazer, colocar a experiência de se estar jogando na tela. Por ser uma história "menor", é mais envolvente. E é divertido, ao mesmo tempo em que entrega uma boa dose de carnificina, e das bem feitas. Gostei bastante do final também, de certo modo surpreendente por evitar o clichê.
Personagens instigantes, cinematografia casando muito bem com a temática, e uma narrativa que conta o suficiente pra fazer sentido, mas não demais pra não encerrar o mistério - tanto que filme me deixou pensando sobre o assunto. Gostei bastante. A A24 vai ser lembrada no futuro por ter apostado na originalidade numa era de remakes e sequências.
A fotografia é realmente o destaque aqui, junto da direção de arte (com o desconto dos equipamentos de guerra, que infelizmente parecem feitos de papelão). O filme tem problemas de montagem e de narrativa, e está muito longe da qualidade dos demais trabalhos de Eisenstein.
A pior temporada até então, roteiro com muitos furos e sequências gratuitas, por mais que a proposta seja o absurdo mesmo. Mas continua tendo alguma cenas muito engraçadas.
Caramba. Que decepção. É praticamente A Lenda do Tesouro Perdido, mas sem um décimo da inspiração. Talvez a falha narrativa mais gritante seja o fato de que todo mundo aceita sem questionar os vídeos e informações sobre os ETs. Perto do fim até tem um diretor de um dos canais de TV que levanta brevemente a dúvida, mas essa cena tá ali só pra constar mesmo, ele é rapidamente refutado. E digo que é uma falha porque é justamente em torno da veracidade dos relatos ou documentos que gira toda a questão da existência ou não da vida alienígena. Em torno disso e em torno das probabilidades à luz da ciência, que também não aparecem. Bom, ainda sem essas discussões, poderia ter sido pelo menos um bom filme, mas como falei, não há inspiração, é um festival de lugares-comuns. A impressão é que o Spielberg quis aproveitar a onda em torno das supostas revelações do Trump e se apressou pra entregar uma produção o quanto antes; passou a ideia do roteiro pra alguém desenvolver e filmou de qualquer jeito.
Sacrifiquei meu sábado de bebedeira pra ver isso, então vamos lá. Primeiro que valeu a pena, mesmo não tendo visto em Imax. Tenho certeza que iria me arrepender de não ter visto no cinema se tivesse visto pela primeira vez em casa. O trabalho de áudio nesse filme é algo meio único. A música, seguindo o padrão clássico do Nolan, está presente quase que o tempo todo, deixando tudo com cara de clipe. De início não gostei, porque me senti conduzido demais, mas acabou caindo no meu gosto, porque ela é realmente muito estranha. Uma mescla de instrumentos musicais não usuais com barulhos de objetos do cotidiano, gerando melodias que despertam sentimentos ambíguos. Estranheza, aliás, pra mim é a marca desse filme. Alguém já disse aí pelas redes que não adiantaria nada voltarmos pro passado, porque não teria ninguém lá. E A Odisseia parece a concretização dessa profecia. Tudo é meio vazio, sem cor, enevoado, escuro. As roupas, sobretudo as onipresentes armaduras, parecem caricaturas minimalistas da visão de senso comum sobre o que elas teriam sido. As pessoas parecem desconfortáveis, quase como se não quisessem que as víssemos, ou como se não devêssemos estar as vendo. A impressão geral é de que estamos diante de um arremedo de antiguidade, porque aquela época, aqueles costumes, aquela mentalidade, nos são realmente inalcançáveis, e o que chegou até nós é apenas a casca. Isso chega a ficar explícito, com os personagens dizendo o tempo todo que estão vivendo o fim de uma era, o fim da civilização, o fim da regra de ouro (outra marca do Nolan, aliás, a redundância, a falta de sutileza). E então nos pegamos assistindo a isso, à sua decadência, e eles estão desconfortáveis. Eu realmente não esperava me deparar com essa abordagem, e digo que, paradoxalmente, o filme cresce no meu conceito, ao mesmo tempo em que parece não funcionar muito bem como filme. Parece mais uma abordagem teatral, um ensaio, uma reflexão contemporânea sobre os desafios de se fazer um resgate histórico, algo nessa linha. PS: talvez tenha sido o melhor papel da carreira do Peste. PS (2): Tom Holland também fazendo o papel para o qual nasceu, o jovem adulto que não é levado à sério por ninguém porque tem cara de criança. PS (3): maldito cinema da minha cidade que coloca a sessão legendada às 21:15. Como bom trabalhador brasileiro habituado a dormir cedo, dei minhas cabeçadas durante o filme.
Além do que já foi apontado por aqui, ressaltaria a trilha musical, a fotografia e a montagem. Há uma sobriedade, uma dureza e uma competência nesses dois últimos aspectos que rimam muito bem com a postura e o comportamento do protagonista. E com o tipo de história que se está contando.
Até que é bem feitinho e tal, tem umas mortes massa, mas me pergunto qual a serventia de continuarem fazendo filmes dessa saga com basicamente a mesma trama?
Como o Prez de Incal, Jodorowsky deveria ter sua mente transplantada em uma sucessão de diferentes corpos, pra evitar que morresse.
Sobre o documentário, uma grande produção, à altura da tarefa. Muito legal ver o storyboard ganhando vida. Foi o mais próximo que já chegamos de ver esse filme feito. A trilha musical também é fantástica.
Um bom filme, ainda que raso. A discussão sobre a natureza do mal é apenas arranhada, o que temos é um daqueles clássicos dramas de guerra americanos, com uma estrutura narrativa previsível e papeis esteriotipados. Um filme fechado, em que nossas emoções são conduzidas pela trilha musical, sem muita margem para interpretações variadas, portanto. Sem zonas cinzas. Mas Russell Crowe está incrível. Uma atuação magnética, que nos deixa ávidos pelo momento em que ele volte à tela
(o que é aquela cena em que ele tenta reavivar a memória do Rudolf Hess?). E o filme tem seus pontos altos, claro, notadamente a cena sobre as leis de Nuremberg no estádio e, mais do que tudo, a exibição altamente tocante e perturbadora das filmagens aparentemente reais dos campos de concentração.
Eu diria que a produção já é válida só por levantar a discussão, trazer uma luz para esse tema, essa dificuldade em lidar com as atrocidades nazistas, despertando a curiosidade para um eventual aprofundamento literário tanto sobre isso quanto sobre o trabalho do psiquiatra.
Ruinzinho, né. A produção até que é boa, e merecia um roteiro melhor. Não conseguiram casar o drama com a comédia, dá a impressão de que existem dois filmes rodando paralelamente, e ficamos pulando de um para o outro. E nenhum dos dois é muito bem escrito.
Lynch termina sua carreira nos longas, aparentemente, voltando com força ao abstrato. Uma trama insondável, no mínimo três histórias paralelas e intercruzadas, talvez mais. Apesar de adorar a experimentação e reverenciar o apuro técnico e a criatividade desse filme, é confuso demais pra mim. A não ser que a minha teoria esteja certa, a de que a moça assistindo TV misturou os personagens da novela com os acontecimentos da própria vida.
Que baita surpresa! Série envolvente, com plot twists que não acabam mais, grandes atuações e personagens bem escritos. PS: Indicação da Tupa Guerra no Mundo Freak.
Uma porcaria saída dos encanamentos mais profundos do esgoto de Hollywood. O mais puro chorume da indústria cultural! Mas nem por isso deixa de ser divertido; na verdade, é exatamente por isso que é! Um texto patético, apressado, cheio de furos e de piadas clichê que não funcionam, somado a atuações ridículas e a uma fotografia de quinta categoria, resulta nesse festival de vergonha alheia que é Mortal Kombat 2. A parte competente são algumas das cenas de luta e os vários fan services. No fim, a impressão geral que fica é que se trata de um amontoado de cut scenes mal feitas, o que parece ser a sina inescapável da franquia nos cinemas. Uma nota sobre Karl Urban: The Boys é uma série que decaiu bastante. Ainda assim, na comparação com esse filme, vemos a diferença que um roteiro e uma direção minimamente bem feitos fazem no desempenho de um ator.
Entre os mais "pé no chão" do Lynch, mas, cara, como é bom! Agora que já assisti a quase todos os longas dele, é bacana ver como ele tá sempre em volta dos mesmos atores.
Ainda não vi todos, mas por enquanto me é o melhor filme do Lynch. Cenas antológicas, inigualáveis. Um primor de direção, fotografia, montagem, atuações. E tudo coroado com a trilha musical magistral do Badalamenti.
Bom, é claro que eu não entendi nada a partir da introdução do cubo na história, mas estamos falando de David Lynch, chegamos até a criar expectativas sobre o momento em que a narrativa vai pro espaço hahaha.
Resident Evil
3.7 90Muito bom. Pra mim já é o melhor da franquia. Fez o que nenhum dos anteriores se preocupou em fazer, colocar a experiência de se estar jogando na tela. Por ser uma história "menor", é mais envolvente. E é divertido, ao mesmo tempo em que entrega uma boa dose de carnificina, e das bem feitas. Gostei bastante do final também, de certo modo surpreendente por evitar o clichê.
Backrooms: Um Não-Lugar
3.2 458 Assista AgoraPersonagens instigantes, cinematografia casando muito bem com a temática, e uma narrativa que conta o suficiente pra fazer sentido, mas não demais pra não encerrar o mistério - tanto que filme me deixou pensando sobre o assunto. Gostei bastante. A A24 vai ser lembrada no futuro por ter apostado na originalidade numa era de remakes e sequências.
Sonâmbulos
3.0 248Recomendo pra quem tem gato.
PS: a história é bobinha, mas o filme é bem feito e diverte.
PS(2): vim pela Mädchen Amick.
Alexander Nevsky
3.9 32 Assista AgoraA fotografia é realmente o destaque aqui, junto da direção de arte (com o desconto dos equipamentos de guerra, que infelizmente parecem feitos de papelão). O filme tem problemas de montagem e de narrativa, e está muito longe da qualidade dos demais trabalhos de Eisenstein.
1670 (3ª temporada)
3.8 3 Assista AgoraA pior temporada até então, roteiro com muitos furos e sequências gratuitas, por mais que a proposta seja o absurdo mesmo. Mas continua tendo alguma cenas muito engraçadas.
Akira
4.3 899 Assista AgoraAcabei de ver de novo no cinema. Não percam essa chance. É um espetáculo raro.
Dia D
3.0 543 Assista AgoraCaramba. Que decepção. É praticamente A Lenda do Tesouro Perdido, mas sem um décimo da inspiração. Talvez a falha narrativa mais gritante seja o fato de que todo mundo aceita sem questionar os vídeos e informações sobre os ETs. Perto do fim até tem um diretor de um dos canais de TV que levanta brevemente a dúvida, mas essa cena tá ali só pra constar mesmo, ele é rapidamente refutado. E digo que é uma falha porque é justamente em torno da veracidade dos relatos ou documentos que gira toda a questão da existência ou não da vida alienígena. Em torno disso e em torno das probabilidades à luz da ciência, que também não aparecem. Bom, ainda sem essas discussões, poderia ter sido pelo menos um bom filme, mas como falei, não há inspiração, é um festival de lugares-comuns. A impressão é que o Spielberg quis aproveitar a onda em torno das supostas revelações do Trump e se apressou pra entregar uma produção o quanto antes; passou a ideia do roteiro pra alguém desenvolver e filmou de qualquer jeito.
A Odisseia
4.2 583Sacrifiquei meu sábado de bebedeira pra ver isso, então vamos lá. Primeiro que valeu a pena, mesmo não tendo visto em Imax. Tenho certeza que iria me arrepender de não ter visto no cinema se tivesse visto pela primeira vez em casa. O trabalho de áudio nesse filme é algo meio único. A música, seguindo o padrão clássico do Nolan, está presente quase que o tempo todo, deixando tudo com cara de clipe. De início não gostei, porque me senti conduzido demais, mas acabou caindo no meu gosto, porque ela é realmente muito estranha. Uma mescla de instrumentos musicais não usuais com barulhos de objetos do cotidiano, gerando melodias que despertam sentimentos ambíguos. Estranheza, aliás, pra mim é a marca desse filme. Alguém já disse aí pelas redes que não adiantaria nada voltarmos pro passado, porque não teria ninguém lá. E A Odisseia parece a concretização dessa profecia. Tudo é meio vazio, sem cor, enevoado, escuro. As roupas, sobretudo as onipresentes armaduras, parecem caricaturas minimalistas da visão de senso comum sobre o que elas teriam sido. As pessoas parecem desconfortáveis, quase como se não quisessem que as víssemos, ou como se não devêssemos estar as vendo. A impressão geral é de que estamos diante de um arremedo de antiguidade, porque aquela época, aqueles costumes, aquela mentalidade, nos são realmente inalcançáveis, e o que chegou até nós é apenas a casca. Isso chega a ficar explícito, com os personagens dizendo o tempo todo que estão vivendo o fim de uma era, o fim da civilização, o fim da regra de ouro (outra marca do Nolan, aliás, a redundância, a falta de sutileza). E então nos pegamos assistindo a isso, à sua decadência, e eles estão desconfortáveis. Eu realmente não esperava me deparar com essa abordagem, e digo que, paradoxalmente, o filme cresce no meu conceito, ao mesmo tempo em que parece não funcionar muito bem como filme. Parece mais uma abordagem teatral, um ensaio, uma reflexão contemporânea sobre os desafios de se fazer um resgate histórico, algo nessa linha.
PS: talvez tenha sido o melhor papel da carreira do Peste.
PS (2): Tom Holland também fazendo o papel para o qual nasceu, o jovem adulto que não é levado à sério por ninguém porque tem cara de criança.
PS (3): maldito cinema da minha cidade que coloca a sessão legendada às 21:15. Como bom trabalhador brasileiro habituado a dormir cedo, dei minhas cabeçadas durante o filme.
O Caçador de Bruxas
3.3 43Bem meia-boca, beirando o amadorismo. Trama que não engaja muito.
Lutador de Rua
3.6 61 Assista AgoraAlém do que já foi apontado por aqui, ressaltaria a trilha musical, a fotografia e a montagem. Há uma sobriedade, uma dureza e uma competência nesses dois últimos aspectos que rimam muito bem com a postura e o comportamento do protagonista. E com o tipo de história que se está contando.
A Morte do Demônio: Em Chamas
3.2 281 Assista AgoraAté que é bem feitinho e tal, tem umas mortes massa, mas me pergunto qual a serventia de continuarem fazendo filmes dessa saga com basicamente a mesma trama?
Duna de Jodorowsky
4.5 148Como o Prez de Incal, Jodorowsky deveria ter sua mente transplantada em uma sucessão de diferentes corpos, pra evitar que morresse.
Sobre o documentário, uma grande produção, à altura da tarefa. Muito legal ver o storyboard ganhando vida. Foi o mais próximo que já chegamos de ver esse filme feito. A trilha musical também é fantástica.
Nuremberg
3.6 99 Assista AgoraUm bom filme, ainda que raso. A discussão sobre a natureza do mal é apenas arranhada, o que temos é um daqueles clássicos dramas de guerra americanos, com uma estrutura narrativa previsível e papeis esteriotipados. Um filme fechado, em que nossas emoções são conduzidas pela trilha musical, sem muita margem para interpretações variadas, portanto. Sem zonas cinzas. Mas Russell Crowe está incrível. Uma atuação magnética, que nos deixa ávidos pelo momento em que ele volte à tela
(o que é aquela cena em que ele tenta reavivar a memória do Rudolf Hess?). E o filme tem seus pontos altos, claro, notadamente a cena sobre as leis de Nuremberg no estádio e, mais do que tudo, a exibição altamente tocante e perturbadora das filmagens aparentemente reais dos campos de concentração.
Mestres do Universo
3.2 457 Assista AgoraRuinzinho, né. A produção até que é boa, e merecia um roteiro melhor. Não conseguiram casar o drama com a comédia, dá a impressão de que existem dois filmes rodando paralelamente, e ficamos pulando de um para o outro. E nenhum dos dois é muito bem escrito.
Belas Maldições (3ª Temporada)
3.7 22 Assista AgoraA segunda temporada já foi bem abaixo; essa aqui, então... Mas o final foi bonitinho.
Cangaço Novo (2ª Temporada)
4.3 45 Assista AgoraNão deu pra segurar o choro no final. Que baita produção!
Império dos Sonhos
3.8 443Lynch termina sua carreira nos longas, aparentemente, voltando com força ao abstrato. Uma trama insondável, no mínimo três histórias paralelas e intercruzadas, talvez mais. Apesar de adorar a experimentação e reverenciar o apuro técnico e a criatividade desse filme, é confuso demais pra mim. A não ser que a minha teoria esteja certa, a de que a moça assistindo TV misturou os personagens da novela com os acontecimentos da própria vida.
The Boys (5ª Temporada)
2.9 317 Assista AgoraQue decadência. Principalmente narrativa. Quase nada se salva nessa temporada. E pensar que essa série trazia um frescor lá no início.
A Mulher dos Mortos (1ª Temporada)
3.5 50 Assista AgoraQue baita surpresa! Série envolvente, com plot twists que não acabam mais, grandes atuações e personagens bem escritos.
PS: Indicação da Tupa Guerra no Mundo Freak.
Mortal Kombat 2
3.2 344 Assista AgoraUma porcaria saída dos encanamentos mais profundos do esgoto de Hollywood. O mais puro chorume da indústria cultural! Mas nem por isso deixa de ser divertido; na verdade, é exatamente por isso que é! Um texto patético, apressado, cheio de furos e de piadas clichê que não funcionam, somado a atuações ridículas e a uma fotografia de quinta categoria, resulta nesse festival de vergonha alheia que é Mortal Kombat 2. A parte competente são algumas das cenas de luta e os vários fan services. No fim, a impressão geral que fica é que se trata de um amontoado de cut scenes mal feitas, o que parece ser a sina inescapável da franquia nos cinemas.
Uma nota sobre Karl Urban: The Boys é uma série que decaiu bastante. Ainda assim, na comparação com esse filme, vemos a diferença que um roteiro e uma direção minimamente bem feitos fazem no desempenho de um ator.
Divine Trash
4.1 7Diria que é fundamental para a melhor apreciação do Pink Flamingos.
Coração Selvagem
3.7 355Entre os mais "pé no chão" do Lynch, mas, cara, como é bom! Agora que já assisti a quase todos os longas dele, é bacana ver como ele tá sempre em volta dos mesmos atores.
Scorpio Rising
3.6 44Um trabalho alucinante de montagem e fotografia, ainda mais considerando as dificuldades técnicas da época. O ritmo é incrivelmente contemporâneo.
Cidade dos Sonhos
4.1 1,8KAinda não vi todos, mas por enquanto me é o melhor filme do Lynch. Cenas antológicas, inigualáveis. Um primor de direção, fotografia, montagem, atuações. E tudo coroado com a trilha musical magistral do Badalamenti.
Bom, é claro que eu não entendi nada a partir da introdução do cubo na história, mas estamos falando de David Lynch, chegamos até a criar expectativas sobre o momento em que a narrativa vai pro espaço hahaha.