E daí se não é fiel? Gladiador foi tão criticado por não ser fiel à história do Império Romano? Por que se atacaria o filme O Morro dos Ventos Uivantes por alterar uma história de ficção?
Um filme trash para um diretor de filme trash. Guillermo del Toro, que plagiou o filme soviético O Homem Anfíbio em sua medíocre A Forma da Água. Victor mantinha suas experiências em segredo; ninguém sabia sobre elas. Elizabeth amava Victor; ela não estava noiva de William nem teve interações românticas com a criatura. O livro faz muitas alusões ao clássico poema O Paraíso Perdido, de John Milton (Del Toro tinha como referência o medíocre filme Drácula de Bram Stoker e Mary Shelley, o clássico da literatura; O Paraíso Perdido, de John Milton, e aí se vê o abismo cultural entre os dois, e como Mary Shelley é superior a ele). Nesse poema, fala-se da revolta de Satã contra seu criador, ao qual ele não queria se submeter, e acabou sendo enviado para o inferno; depois, com uma imagem, instigou Eva a comer o fruto proibido. A criatura sofria rejeição de todos; ela queria ser aceita, mas não conseguia. Como resultado, queria que Victor criasse uma noiva que fosse como ele, para que não o rejeitasse. Seria mais fácil aceitá-lo. Victor, temendo que a criatura e sua noiva acabassem tendo filhos e criassem uma legião como eles, recusou-se. Pois bem, a criatura, com ódio disso, se revolta contra seu criador, e com vingança como Satã em *O Paraíso Perdido*, começou a matar o amigo de Victor e sua noiva para atingi-lo. Estava em rebelião contra seu criador, como Satã em O Paraíso Perdido. O filme não consegue nem de longe uma ponta de complexidade à história e vilaniza completamente Victor, que criou um ser e o abandonou, mas não mostra que a criatura começou a se ressentir contra isso, igual Satã, e quis vingança. Felizmente, tem a minissérie de 2004 da Hallmark, que é fiel ao livro. Nada pior que um narcisista achando que escreve melhor que a Mary Shelley quando nem se ele nascer mil vezes ele consegue isso.
Quando Cathy morre, Heathcliff não entra no processo natural do luto (aceitar a perda, deslocar a libido para novos objetos, como Freud explica). Ele se recusa a aceitar a ausência. Na famosa cena em que abraça o cadáver de Cathy. Esse gesto não é só de dor; é um apelo contra as leis da vida e da morte. É a rejeição radical da realidade, que impôs a separação definitiva. Freud chama isso, em “Luto e Melancolia”, de “a sombra do objeto que cai sobre o ego” — quando o sujeito não apenas sofre pela perda, mas se identifica tão profundamente com quem perdeu que sua própria identidade se dissolve. A energia psíquica que antes era investida em amor, desejo e fusão com Cathy, após sua morte, se converte em ódio, vingança e desejo de destruição:
Destrói Hindley, tomando Wuthering Heights, humilha Edgar e se apropria de Thrushcross Grange, maltrata o filho Linton e manipula a segunda geração.
Freud explica, e vemos claramente aqui, que quando a libido não pode ser desinvestida de um objeto perdido, ela se volta contra o próprio ego e contra o mundo externo. O amor vira fúria. Heathcliff se torna um espírito espectral em vida. Sua existência após a morte de Cathy não é propriamente vida: é uma extensão do próprio luto não elaborado, uma morte em movimento, um corpo tomado pela ausência.
Quando Heathcliff abraça o cadáver de Cathy, há algo profundamente trágico, que carrega tanto amor absoluto quanto desespero absoluto. É uma transgressão contra os limites do corpo, do tempo, da natureza e da própria existência. Esse momento é a expressão máxima de seu sofrimento.
Por isso, quando Cathy morre, o que sobra em Heathcliff é a transformação da dor em destruição — não só dos outros, mas de si mesmo. Sua morte ao final não é derrota: é a única forma que ele encontra de restaurar a união com Cathy.
O gesto de abraçar seu cadáver, suas súplicas, quando ele foi buscar o fantasma de Cathy, são expressões máximas de um amor que ultrapassa os limites da existência — e, portanto, são também a manifestação mais pura da dor, do luto não elaborado e da destruição psíquica.
Quando Cathy morre, Heathcliff não entra no processo natural do luto (aceitar a perda, deslocar a libido para novos objetos, como Freud explica). Ele se recusa a aceitar a ausência. Na famosa cena em que abraça o cadáver de Cathy. Esse gesto não é só de dor; é um apelo contra as leis da vida e da morte. É a rejeição radical da realidade, que impôs a separação definitiva. Freud chama isso, em “Luto e Melancolia”, de “a sombra do objeto que cai sobre o ego” — quando o sujeito não apenas sofre pela perda, mas se identifica tão profundamente com quem perdeu que sua própria identidade se dissolve. A energia psíquica que antes era investida em amor, desejo e fusão com Cathy, após sua morte, se converte em ódio, vingança e desejo de destruição:
Destrói Hindley, tomando Wuthering Heights, humilha Edgar e se apropria de Thrushcross Grange, maltrata o filho Linton e manipula a segunda geração.
Freud explica, e vemos claramente aqui, que quando a libido não pode ser desinvestida de um objeto perdido, ela se volta contra o próprio ego e contra o mundo externo. O amor vira fúria. Heathcliff se torna um espírito espectral em vida. Sua existência após a morte de Cathy não é propriamente vida: é uma extensão do próprio luto não elaborado, uma morte em movimento, um corpo tomado pela ausência.
Quando Heathcliff abraça o cadáver de Cathy, há algo profundamente trágico, que carrega tanto amor absoluto quanto desespero absoluto. É uma transgressão contra os limites do corpo, do tempo, da natureza e da própria existência. Esse momento é a expressão máxima de seu sofrimento.
Por isso, quando Cathy morre, o que sobra em Heathcliff é a transformação da dor em destruição — não só dos outros, mas de si mesmo. Sua morte ao final não é derrota: é a única forma que ele encontra de restaurar a união com Cathy.
O gesto de abraçar seu cadáver, suas súplicas, quando ele foi buscar o fantasma de Cathy, são expressões máximas de um amor que ultrapassa os limites da existência — e, portanto, são também a manifestação mais pura da dor, do luto não elaborado e da destruição psíquica.
Filminho de ficção mais besta. Seria um favor para a esposa abandonar o marido e a filha, porque ele não perderia nada e poderia achar uma mulher melhor. Quem abre mão é ela e não o marido. Quem ganha é ele. Uma lição que eu aprendi com o imperador Augusto em sua biografia Augusto: de revolucionário a Imperador de Roma, de Adrian Goldsworthy. O imperador se casou três vezes e permaneceu com sua filha. Nunca teve de abrir mão de nada.
kkkkkkkkkk Bobagem fictícia,. Nem para entretenimento essa porcaria serve.
Se esse filme fosse baseado em acontecimentos reais que vemos nos jornais, a história seria outra. Possivelmente a espsoa estaria na vala. Se fosse baseado em relatos r4eais como Ainda estou aqui, a história seria bem diferente.
Caterina Silveri, de La Luna, é o tipo de mãe que qualquer um olharia com uma mistura de pena e desprezo. Ela carrega um ar de sofisticação, sim, mas por baixo disso há um vazio que engole tudo ao redor, especialmente o filho, Joe. Quando o marido morre, ela não para pra respirar, pra pensar no que o garoto precisa — arrasta ele pra Itália como quem leva uma mala extra, e logo se perde nos próprios dramas, na carreira, nas luzes. Joe, largado, afunda nas drogas, e o que ela faz? Nada que mostre um pingo de clareza ou força pra puxá-lo de volta. Em vez disso, se deixa levar por um impulso torto, cruza linhas que nenhuma mãe deveria nem sonhar em cruzar. Não é só negligência; é como se ela jogasse lenha na fogueira da confusão dele, incapaz de enxergar além do próprio nariz. Dá pra sentir o peso de uma mulher que, no fundo, não sabe segurar as rédeas da vida — nem a dela, nem a de quem depende dela.
Como esposa, ela não é muito melhor. O casamento com Douglas parece mais um palco pra ela brilhar sozinha do que um laço de verdade. Tem aquela frieza no ar, uma distância que sugere que ela nunca se entregou de fato, nunca parou pra construir algo sólido. E o passado com Giuseppe, o pai biológico de Joe, só escancara isso: ela pulou fora das regras do jogo quando quis, sem se importar com o que ficava pra trás. Depois que Douglas morre, não há nem sinal de um luto que faça sentido — ela foge, troca de cenário, como se trocar de roupa resolvesse o buraco dentro dela. É uma mulher que não enfrenta, não reflete, só corre. Como esposa, ela é um eco vazio, alguém que não sabe o que é dividir a vida com outra pessoa de um jeito que valha a pena.
Se existe um gênero cinematográfico que nunca morre, é o da fantasia escapista feminina, onde mulheres podem fazer o que quiserem sem jamais enfrentar as consequências. A Bela da Tarde (1967), de Luis Buñuel, é um exemplo primoroso desse devaneio coletivo. Catherine Deneuve interpreta Séverine, uma esposa rica e entediada que resolve virar prostituta por puro capricho – não por necessidade, não por desespero, mas porque sua vida perfeita simplesmente não é excitante o bastante. Mas calma, ela nunca será punida por isso. Seria um crime contra a ilusão feminina sugerir que um homem poderia realmente reagir com ódio, vingança ou, no mínimo, um "boa sorte e adeus".
O marido interpretado por Jean Sorel é um desses príncipes encantados fabricados pelo cinema para alimentar a noção de que os homens são eternamente compreensivos e incapazes de abandonar uma mulher, por mais que sejam traídos e humilhados. Na realidade? Um marido assim, ao descobrir, a largaria, a desprezaria, ou pior ainda, faria questão de arruinar sua vida social e financeira. Mas no maravilhoso mundo da ficção feminina, o homem traído não sente raiva, não se vinga, não age como qualquer ser humano com um pingo de orgulho próprio – ele apenas continua ali, como um cachorrinho fiel, porque o filme precisa preservar a ilusão do amor incondicional masculino.
E claro, a história brinca com erotismo e submissão feminina sem nunca sujar as mãos com as consequências reais. A prostituição de Séverine é quase um conto de fadas erótico, onde tudo é misterioso, excitante e envolto em uma névoa de sofisticação europeia. Nenhuma degradação real, nenhum trauma, nenhuma dor psicológica. Apenas o prazer de se aventurar no proibido sem jamais pagar o preço.
Buñuel, com sua ironia peculiar, poderia ter desmascarado essa farsa, mas no final, ele só reforça o que o público feminino quer ouvir: que elas podem ter tudo, brincar com fogo e nunca se queimar. Que os homens sempre estarão lá, fiéis e pacientes, prontos para perdoar e amar incondicionalmente. No fundo, A Bela da Tarde não é um filme sobre desejos reprimidos – é um delírio narcisista cuidadosamente embalado para que nenhuma mulher precise encarar a dura verdade: no mundo real, nem todo homem é um capacho.
Mais uma bobagem que só o cinema pode oferecer. Impressionante como o cinema só sabe retratar o homem traído como impotente e triste. Nunca vejo uma história em que o homem reage e se mostra vingativo. Os homens são diferentes e podem ser afetados de maneiras diferentes, mas o homem sempre parece mostrar tristeza, nunca vejo o sentimento de ódio e raiva que nossos programas policiais na televisão tanto retratam.
Não importa que ele amou a esposa nos anos passados; uma pessoa pode reagir de maneira diferente à esposa porque a situação entre eles mudou. Mesmo quando, em uma história literária, o homem busca vingança ou se mostra rancoroso e se recusa a perdoar, o cinema suaviza e altera para algum tipo de visão distorcida da vida real ou fantasia de como a vida é. Será que, se mais filmes fossem baseados em fatos reais (em vez de distorcidos), veríamos essas bobagens tão frequentemente ou veríamos abordando a raiva?
A história de Peter e Karoline me faz refletir sobre a situação dos homens ucranianos e russos que hoje sofrem com a guerra na Ucrânia. Assim como Peter, muitos desses homens são enviados para o front, enfrentando traumas físicos e psicológicos, enquanto suas famílias ficam para trás. Infelizmente, assim como Karoline, há mulheres que abandonam seus maridos em momentos de dificuldade, priorizando sua própria segurança e bem-estar em vez de oferecer apoio e solidariedade. Essa atitude levanta questões profundas sobre o dever cívico e a responsabilidade de cada cidadão para com seu país.
Em muitos países, o direito ao voto é um privilégio concedido a todos os cidadãos, independentemente de seu serviço ou sacrifício pela nação. No entanto, a história de Karoline e a realidade da guerra na Ucrânia me fazem questionar se o direito ao voto não deveria estar vinculado ao serviço militar ou a alguma forma de contribuição significativa para o país. Afinal, é muito fácil exigir direitos e benefícios, mas o que essas pessoas fariam se seu país precisasse delas? Enquanto homens como Peter e os soldados ucranianos arriscam suas vidas no front, muitas mulheres, como Karoline, usufruem dos direitos sem assumir responsabilidades equivalentes.
Filme fraco. Romantismo forçado do filme, no livro a mulher é só um troféu para o milionário que tem um harém e ela é dispensada após a noite com ele. Ela só seria mais uma para ele como acontece com a namoradas do Leonardo Dicaprio.
O final deveria ser como no livro, o marido vai embora e o amante só a vê como um troféu
O cancelamento da série foi uma decisão frustrante para os fãs de dramas históricos, especialmente considerando o potencial narrativo que uma terceira temporada poderia explorar. A série tinha a oportunidade única de continuar a desvendar os intrincados relacionamentos e conflitos da família imperial, e o autoexílio de Tibério em Rodes seria um ponto de partida fascinante para isso.
Uma terceira temporada poderia explorar de forma brilhante o período em que Tibério se retira para Rodes, aparentemente abdicando de suas ambições políticas, enquanto Júlia, sua esposa, continua a manter seus relacionamentos públicos de maneira cada vez mais ousada. Essa trama poderia mostrar como a vida social de Júlia, repleta de festas, poesia e amantes aristocráticos, contrastava com a austeridade de Tibério e a rigidez moral de Augusto. A série poderia, então, mergulhar na tensão crescente entre Júlia e seu pai, culminando na fúria de Augusto ao descobrir os escândalos envolvendo sua filha e, especialmente, seu relacionamento com Julo Antônio, filho de Marco Antônio.
A narrativa poderia destacar como a relação de Júlia com Julo Antônio representava não apenas uma afronta pessoal a Augusto, mas também uma ameaça política, dada a herança de Marco Antônio e o potencial de Júlio Antônio se tornar uma figura de influência. A série poderia explorar a complexidade desses relacionamentos, mostrando como a vida privada de Júlia era, na verdade, um reflexo das tensões políticas da época. A decisão de Augusto de exilar Júlia e punir Júlio Antônio poderia ser retratada como um momento crucial, não apenas para a família imperial, mas para a própria Roma, destacando como as questões pessoais e políticas estavam intrinsecamente ligadas.
Além disso, uma terceira temporada poderia aprofundar a psicologia dos personagens, mostrando como Tibério lidava com seu autoexílio e como Júlia enfrentava a solidão e a humilhação do exílio. A série poderia explorar a dualidade de Augusto, um líder que buscava controlar não apenas o império, mas também sua família, e como suas decisões tinham consequências devastadoras para aqueles que ele amava.
Embora não seja perfeita, esta série é muito mais fiel ao livro do que a maioria dos filmes e séries anteriores. Sim, há algumas alterações desnecessárias, mas ela continua bastante envolvente e respeitosa ao livro. Adoro o elenco e a maneira como os atores interpretam os personagens. Certamente considero esta versão muito melhor do que a nova versão francesa com Niney (que, na verdade, deturpa o material original). Mas, então, nenhuma das versões francesas recentes fica muito próxima do livro (não, nem mesmo a dos anos 90 com Depardieu). Só a minissérie francesa de 1979 com Jacques weber se aproxima do texto original.
Uma menção especial deve ser feita à decisão de incluir os personagens de Maximilien Morrel, Valentine, Noirtier e Luigi Vampa. Parabéns por isso.
Por algum motivo, a maioria das outras séries e filmes baseados no livro tendem a apagar esses personagens da narrativa, deixando apenas Haydée para dar profundidade ao personagem de Monte Cristo, retratando-o como mais do que um homem dedicado apenas à vingança. Pois, no final, vingança e justiça não são a mesma coisa, e Monte Cristo é uma história sobre justiça mais do que sobre vingança. (Quem pensa diferente não leu o livro direito).
Não é à toa que o Conde é tão unidimensional na maioria dos filmes e séries baseados na história.
Os personagens do livro estão quase todos lá, todos magistralmente interpretados por um elenco que pode ser considerado quase perfeito. Todos, exceto um: Caderousse. Um personagem desprezível no livro é transformado pela série em "um dos mocinhos", embora um pouco maltratado por Edmond. Então, embora sinta que os roteiristas perderam uma oportunidade com esse personagem, acho que eles ainda permaneceram muito próximos do material original.
O episódio em Roma, quando Albert é sequestrado pelo infame Luigi Vampa e "salvo" por Monte Cristo, embora não seja um ponto negativo, talvez seja um pouco mais subdesenvolvido e menos impactante do que poderia ter sido. O mesmo vale para a queda de Danglars.
Maximilien e sua irmã são encantadores, embora seus personagens também tenham sido alterados em comparação com a versão original e, infelizmente, ao contrário do livro, eles nunca descobrem quem é o Conde e o papel que ele desempenhou em evitar o suicídio de seu pai. Haydée também é alterada. Na série, ela é uma estranha para o Conde, em vez de uma jovem que ele criou (Ok, entendo por que o material original pode ser problemático nos dias de hoje, já que Haydée cresce como escrava/filha adotiva do Conde (relações eram complicadas nos anos 1800 também :P ), mas acaba se apaixonando por ele). Mas o episódio de Haydée na série parece quase improvisado. Monte Cristo a leva para ver se ela reconhece Fernand, colocando-a na frente dele como sua companheira, sem ter certeza de que ele havia matado o pai dela ou que ela não seria reconhecida. Ela também participa de outros eventos, fazendo com que nos perguntemos por que Fernand nunca a reconheceu ou percebeu quem ela era.
Uma parteira é inventada para a história de Benedetto, e seu personagem também é um pouco estragado. Mas a essência ainda está lá.
Mme. De Villefort é perfeita, não apenas em termos de escolha da atriz, mas também no que diz respeito à escrita do personagem (embora sua maldade absoluta não seja tão extensa na série quanto no livro).
Que historinha forcada? Que homem iria querer voltar para a namorada quando se está na companhia da Nastassja Kinski que é infinitamente melhor do que a ex dele.
A numidia já havia sido anexada pelos romanos desde Júlio César.
Se Lucila quisesse que sue filho estivesse seguro, ela o enviaria para o Império Parta, que era um forte rival de Roma. Mas ai, possivelmente não teria como Lucius ser aprisionado. Pq Lucila não tentou fugir? Cleópara tentou fugir após a marcha do exercito romano pelo Egito, mas sues navios forma incendiados, entoa ela tentou enviar cessarion para fora do Egito. O general Acácio parece ser uma cópia barata do general Gaius Avidius Cassius.
Em 175, Avídio Cássio foi proclamado imperador romano depois que notícias falsas sobre a morte de Marco Aurélio terem chegado ao Egito. As fontes indicam também que ele teria sido encorajado pela esposa de Marco Aurélio, Faustina, que estava preocupada com o estado de saúde do marido e acreditava que ele estivesse à beira da morte. Por isso, ela teria confiado em Avidius Cassius.para agir como protetor dela e do jovem Cômodo, que tinha apenas treze anos na época. Avidius Cassius. foi assassinado por um centurião e sua cabeça foi enviada ao imperador, que se recusou a vê-la e ordenou que ela fosse enterrada.
Lucila teve dois filhos chamado Lucius, o Lúcios Vero que era filho de seu tio e primeiro, marido, que tamb'm se chamava Lucius Vero e Lucius Aurelius Commodus Pompeianus, filho de sue segundo marido, Tiberius Claudius Pompeianus que era amigo de Marco Aurélio. O imperador até se ofereceu para nomear Pompeiano César e seu herdeiro, mas Pompeu recusou o título. Em vez disso, Pompeianus foi promovido e serviu como general chefe do imperador durante a Guerra contra os marcomanos. Os sucessos de Pompeianus durante a Guerra contra os marcomanos o distinguiram ainda mais, com o imperador concedendo-lhe um segundo consulado em 173. O primeiro Lucius morreu ainda muito jovem, já Licius Pompeianus ele permaneceu em Roma com sue pai e foi cônsul no governo do imperador Sétimo Severo, que é o pai de caracala e geta. Em 211/212, ele foi executado por Caracalla, após o assassinato do irmão de Caracalla, Geta. E Caracalla tomou a precaução de fazer o assassinato parecer ter sido perpetrado por bandidos.
A versão de 2024 existe uma certa ingenuidade na Haydee, no livro ela só deseja punir Fernand e ela odeia sua família. O filme superestima demais o poder do amor e subestima o poder do ódio. Querendo passar uma mensagem (pouco realista) do amor superando o ódio. E na prática não é assim.
O Morro dos Ventos Uivantes
2.9 308 Assista AgoraFoda-se o livro.
E daí se não é fiel? Gladiador foi tão criticado por não ser fiel à história do Império Romano? Por que se atacaria o filme O Morro dos Ventos Uivantes por alterar uma história de ficção?
Frankenstein
3.7 617 Assista AgoraUm filme trash para um diretor de filme trash. Guillermo del Toro, que plagiou o filme soviético O Homem Anfíbio em sua medíocre A Forma da Água.
Victor mantinha suas experiências em segredo; ninguém sabia sobre elas. Elizabeth amava Victor; ela não estava noiva de William nem teve interações românticas com a criatura.
O livro faz muitas alusões ao clássico poema O Paraíso Perdido, de John Milton (Del Toro tinha como referência o medíocre filme Drácula de Bram Stoker e Mary Shelley, o clássico da literatura; O Paraíso Perdido, de John Milton, e aí se vê o abismo cultural entre os dois, e como Mary Shelley é superior a ele). Nesse poema, fala-se da revolta de Satã contra seu criador, ao qual ele não queria se submeter, e acabou sendo enviado para o inferno; depois, com uma imagem, instigou Eva a comer o fruto proibido. A criatura sofria rejeição de todos; ela queria ser aceita, mas não conseguia. Como resultado, queria que Victor criasse uma noiva que fosse como ele, para que não o rejeitasse. Seria mais fácil aceitá-lo. Victor, temendo que a criatura e sua noiva acabassem tendo filhos e criassem uma legião como eles, recusou-se. Pois bem, a criatura, com ódio disso, se revolta contra seu criador, e com vingança como Satã em *O Paraíso Perdido*, começou a matar o amigo de Victor e sua noiva para atingi-lo. Estava em rebelião contra seu criador, como Satã em O Paraíso Perdido. O filme não consegue nem de longe uma ponta de complexidade à história e vilaniza completamente Victor, que criou um ser e o abandonou, mas não mostra que a criatura começou a se ressentir contra isso, igual Satã, e quis vingança.
Felizmente, tem a minissérie de 2004 da Hallmark, que é fiel ao livro.
Nada pior que um narcisista achando que escreve melhor que a Mary Shelley quando nem se ele nascer mil vezes ele consegue isso.
Frankenstein de Mary Shelley
3.7 264Uma obra-prima.
Berlim e as Joias de Paris (1ª Temporada)
3.6 69 Assista AgoraMais uma daquelas series retardadas e irreais.
O Morro dos Ventos Uivantes
3.7 370Quando Cathy morre, Heathcliff não entra no processo natural do luto (aceitar a perda, deslocar a libido para novos objetos, como Freud explica). Ele se recusa a aceitar a ausência. Na famosa cena em que abraça o cadáver de Cathy. Esse gesto não é só de dor; é um apelo contra as leis da vida e da morte. É a rejeição radical da realidade, que impôs a separação definitiva. Freud chama isso, em “Luto e Melancolia”, de “a sombra do objeto que cai sobre o ego” — quando o sujeito não apenas sofre pela perda, mas se identifica tão profundamente com quem perdeu que sua própria identidade se dissolve.
A energia psíquica que antes era investida em amor, desejo e fusão com Cathy, após sua morte, se converte em ódio, vingança e desejo de destruição:
Destrói Hindley, tomando Wuthering Heights, humilha Edgar e se apropria de Thrushcross Grange, maltrata o filho Linton e manipula a segunda geração.
Freud explica, e vemos claramente aqui, que quando a libido não pode ser desinvestida de um objeto perdido, ela se volta contra o próprio ego e contra o mundo externo. O amor vira fúria. Heathcliff se torna um espírito espectral em vida. Sua existência após a morte de Cathy não é propriamente vida: é uma extensão do próprio luto não elaborado, uma morte em movimento, um corpo tomado pela ausência.
Quando Heathcliff abraça o cadáver de Cathy, há algo profundamente trágico, que carrega tanto amor absoluto quanto desespero absoluto. É uma transgressão contra os limites do corpo, do tempo, da natureza e da própria existência. Esse momento é a expressão máxima de seu sofrimento.
Por isso, quando Cathy morre, o que sobra em Heathcliff é a transformação da dor em destruição — não só dos outros, mas de si mesmo. Sua morte ao final não é derrota: é a única forma que ele encontra de restaurar a união com Cathy.
O gesto de abraçar seu cadáver, suas súplicas, quando ele foi buscar o fantasma de Cathy, são expressões máximas de um amor que ultrapassa os limites da existência — e, portanto, são também a manifestação mais pura da dor, do luto não elaborado e da destruição psíquica.
O Morro dos Ventos Uivantes
4.0 236Quando Cathy morre, Heathcliff não entra no processo natural do luto (aceitar a perda, deslocar a libido para novos objetos, como Freud explica). Ele se recusa a aceitar a ausência. Na famosa cena em que abraça o cadáver de Cathy. Esse gesto não é só de dor; é um apelo contra as leis da vida e da morte. É a rejeição radical da realidade, que impôs a separação definitiva. Freud chama isso, em “Luto e Melancolia”, de “a sombra do objeto que cai sobre o ego” — quando o sujeito não apenas sofre pela perda, mas se identifica tão profundamente com quem perdeu que sua própria identidade se dissolve.
A energia psíquica que antes era investida em amor, desejo e fusão com Cathy, após sua morte, se converte em ódio, vingança e desejo de destruição:
Destrói Hindley, tomando Wuthering Heights, humilha Edgar e se apropria de Thrushcross Grange, maltrata o filho Linton e manipula a segunda geração.
Freud explica, e vemos claramente aqui, que quando a libido não pode ser desinvestida de um objeto perdido, ela se volta contra o próprio ego e contra o mundo externo. O amor vira fúria. Heathcliff se torna um espírito espectral em vida. Sua existência após a morte de Cathy não é propriamente vida: é uma extensão do próprio luto não elaborado, uma morte em movimento, um corpo tomado pela ausência.
Quando Heathcliff abraça o cadáver de Cathy, há algo profundamente trágico, que carrega tanto amor absoluto quanto desespero absoluto. É uma transgressão contra os limites do corpo, do tempo, da natureza e da própria existência. Esse momento é a expressão máxima de seu sofrimento.
Por isso, quando Cathy morre, o que sobra em Heathcliff é a transformação da dor em destruição — não só dos outros, mas de si mesmo. Sua morte ao final não é derrota: é a única forma que ele encontra de restaurar a união com Cathy.
O gesto de abraçar seu cadáver, suas súplicas, quando ele foi buscar o fantasma de Cathy, são expressões máximas de um amor que ultrapassa os limites da existência — e, portanto, são também a manifestação mais pura da dor, do luto não elaborado e da destruição psíquica.
Algumas Portas Nunca Deviam Ser Abertas
3.2 77Filme chato e sem graça demais.
Extremamente forçado.
A Filha Perdida
3.6 583Filminho de ficção mais besta. Seria um favor para a esposa abandonar o marido e a filha, porque ele não perderia nada e poderia achar uma mulher melhor. Quem abre mão é ela e não o marido. Quem ganha é ele. Uma lição que eu aprendi com o imperador Augusto em sua biografia Augusto: de revolucionário a Imperador de Roma, de Adrian Goldsworthy. O imperador se casou três vezes e permaneceu com sua filha. Nunca teve de abrir mão de nada.
Oeste Outra Vez
3.7 106 Assista Agorakkkkkkkkkk
Bobagem fictícia,.
Nem para entretenimento essa porcaria serve.
Se esse filme fosse baseado em acontecimentos reais que vemos nos jornais, a história seria outra. Possivelmente a espsoa estaria na vala.
Se fosse baseado em relatos r4eais como Ainda estou aqui, a história seria bem diferente.
La Luna
3.6 63Caterina é pior como mãe ou esposa?
Caterina Silveri, de La Luna, é o tipo de mãe que qualquer um olharia com uma mistura de pena e desprezo. Ela carrega um ar de sofisticação, sim, mas por baixo disso há um vazio que engole tudo ao redor, especialmente o filho, Joe. Quando o marido morre, ela não para pra respirar, pra pensar no que o garoto precisa — arrasta ele pra Itália como quem leva uma mala extra, e logo se perde nos próprios dramas, na carreira, nas luzes. Joe, largado, afunda nas drogas, e o que ela faz? Nada que mostre um pingo de clareza ou força pra puxá-lo de volta. Em vez disso, se deixa levar por um impulso torto, cruza linhas que nenhuma mãe deveria nem sonhar em cruzar. Não é só negligência; é como se ela jogasse lenha na fogueira da confusão dele, incapaz de enxergar além do próprio nariz. Dá pra sentir o peso de uma mulher que, no fundo, não sabe segurar as rédeas da vida — nem a dela, nem a de quem depende dela.
Como esposa, ela não é muito melhor. O casamento com Douglas parece mais um palco pra ela brilhar sozinha do que um laço de verdade. Tem aquela frieza no ar, uma distância que sugere que ela nunca se entregou de fato, nunca parou pra construir algo sólido. E o passado com Giuseppe, o pai biológico de Joe, só escancara isso: ela pulou fora das regras do jogo quando quis, sem se importar com o que ficava pra trás. Depois que Douglas morre, não há nem sinal de um luto que faça sentido — ela foge, troca de cenário, como se trocar de roupa resolvesse o buraco dentro dela. É uma mulher que não enfrenta, não reflete, só corre. Como esposa, ela é um eco vazio, alguém que não sabe o que é dividir a vida com outra pessoa de um jeito que valha a pena.
A Bela da Tarde
4.0 359 Assista AgoraSe existe um gênero cinematográfico que nunca morre, é o da fantasia escapista feminina, onde mulheres podem fazer o que quiserem sem jamais enfrentar as consequências. A Bela da Tarde (1967), de Luis Buñuel, é um exemplo primoroso desse devaneio coletivo. Catherine Deneuve interpreta Séverine, uma esposa rica e entediada que resolve virar prostituta por puro capricho – não por necessidade, não por desespero, mas porque sua vida perfeita simplesmente não é excitante o bastante. Mas calma, ela nunca será punida por isso. Seria um crime contra a ilusão feminina sugerir que um homem poderia realmente reagir com ódio, vingança ou, no mínimo, um "boa sorte e adeus".
O marido interpretado por Jean Sorel é um desses príncipes encantados fabricados pelo cinema para alimentar a noção de que os homens são eternamente compreensivos e incapazes de abandonar uma mulher, por mais que sejam traídos e humilhados. Na realidade? Um marido assim, ao descobrir, a largaria, a desprezaria, ou pior ainda, faria questão de arruinar sua vida social e financeira. Mas no maravilhoso mundo da ficção feminina, o homem traído não sente raiva, não se vinga, não age como qualquer ser humano com um pingo de orgulho próprio – ele apenas continua ali, como um cachorrinho fiel, porque o filme precisa preservar a ilusão do amor incondicional masculino.
E claro, a história brinca com erotismo e submissão feminina sem nunca sujar as mãos com as consequências reais. A prostituição de Séverine é quase um conto de fadas erótico, onde tudo é misterioso, excitante e envolto em uma névoa de sofisticação europeia. Nenhuma degradação real, nenhum trauma, nenhuma dor psicológica. Apenas o prazer de se aventurar no proibido sem jamais pagar o preço.
Buñuel, com sua ironia peculiar, poderia ter desmascarado essa farsa, mas no final, ele só reforça o que o público feminino quer ouvir: que elas podem ter tudo, brincar com fogo e nunca se queimar. Que os homens sempre estarão lá, fiéis e pacientes, prontos para perdoar e amar incondicionalmente. No fundo, A Bela da Tarde não é um filme sobre desejos reprimidos – é um delírio narcisista cuidadosamente embalado para que nenhuma mulher precise encarar a dura verdade: no mundo real, nem todo homem é um capacho.
Drive My Car
3.8 420 Assista AgoraMais uma bobagem que só o cinema pode oferecer.
Impressionante como o cinema só sabe retratar o homem traído como impotente e triste. Nunca vejo uma história em que o homem reage e se mostra vingativo. Os homens são diferentes e podem ser afetados de maneiras diferentes, mas o homem sempre parece mostrar tristeza, nunca vejo o sentimento de ódio e raiva que nossos programas policiais na televisão tanto retratam.
Não importa que ele amou a esposa nos anos passados; uma pessoa pode reagir de maneira diferente à esposa porque a situação entre eles mudou.
Mesmo quando, em uma história literária, o homem busca vingança ou se mostra rancoroso e se recusa a perdoar, o cinema suaviza e altera para algum tipo de visão distorcida da vida real ou fantasia de como a vida é. Será que, se mais filmes fossem baseados em fatos reais (em vez de distorcidos), veríamos essas bobagens tão frequentemente ou veríamos abordando a raiva?
Presença de Anita
3.9 361Gostei da série
Se acham a série problemática, imagina se fizessem uma sobre a gabriela Muerat e foi uma história real.
A Garota da Agulha
4.0 299 Assista AgoraA história de Peter e Karoline me faz refletir sobre a situação dos homens ucranianos e russos que hoje sofrem com a guerra na Ucrânia. Assim como Peter, muitos desses homens são enviados para o front, enfrentando traumas físicos e psicológicos, enquanto suas famílias ficam para trás. Infelizmente, assim como Karoline, há mulheres que abandonam seus maridos em momentos de dificuldade, priorizando sua própria segurança e bem-estar em vez de oferecer apoio e solidariedade. Essa atitude levanta questões profundas sobre o dever cívico e a responsabilidade de cada cidadão para com seu país.
Em muitos países, o direito ao voto é um privilégio concedido a todos os cidadãos, independentemente de seu serviço ou sacrifício pela nação. No entanto, a história de Karoline e a realidade da guerra na Ucrânia me fazem questionar se o direito ao voto não deveria estar vinculado ao serviço militar ou a alguma forma de contribuição significativa para o país. Afinal, é muito fácil exigir direitos e benefícios, mas o que essas pessoas fariam se seu país precisasse delas? Enquanto homens como Peter e os soldados ucranianos arriscam suas vidas no front, muitas mulheres, como Karoline, usufruem dos direitos sem assumir responsabilidades equivalentes.
Proposta Indecente
3.3 441 Assista AgoraFilme fraco.
Romantismo forçado do filme, no livro a mulher é só um troféu para o milionário que tem um harém e ela é dispensada após a noite com ele.
Ela só seria mais uma para ele como acontece com a namoradas do Leonardo Dicaprio.
O final deveria ser como no livro, o marido vai embora e o amante só a vê como um troféu
Domina (2ª Temporada)
3.9 7O cancelamento da série foi uma decisão frustrante para os fãs de dramas históricos, especialmente considerando o potencial narrativo que uma terceira temporada poderia explorar. A série tinha a oportunidade única de continuar a desvendar os intrincados relacionamentos e conflitos da família imperial, e o autoexílio de Tibério em Rodes seria um ponto de partida fascinante para isso.
Uma terceira temporada poderia explorar de forma brilhante o período em que Tibério se retira para Rodes, aparentemente abdicando de suas ambições políticas, enquanto Júlia, sua esposa, continua a manter seus relacionamentos públicos de maneira cada vez mais ousada. Essa trama poderia mostrar como a vida social de Júlia, repleta de festas, poesia e amantes aristocráticos, contrastava com a austeridade de Tibério e a rigidez moral de Augusto. A série poderia, então, mergulhar na tensão crescente entre Júlia e seu pai, culminando na fúria de Augusto ao descobrir os escândalos envolvendo sua filha e, especialmente, seu relacionamento com Julo Antônio, filho de Marco Antônio.
A narrativa poderia destacar como a relação de Júlia com Julo Antônio representava não apenas uma afronta pessoal a Augusto, mas também uma ameaça política, dada a herança de Marco Antônio e o potencial de Júlio Antônio se tornar uma figura de influência. A série poderia explorar a complexidade desses relacionamentos, mostrando como a vida privada de Júlia era, na verdade, um reflexo das tensões políticas da época. A decisão de Augusto de exilar Júlia e punir Júlio Antônio poderia ser retratada como um momento crucial, não apenas para a família imperial, mas para a própria Roma, destacando como as questões pessoais e políticas estavam intrinsecamente ligadas.
Além disso, uma terceira temporada poderia aprofundar a psicologia dos personagens, mostrando como Tibério lidava com seu autoexílio e como Júlia enfrentava a solidão e a humilhação do exílio. A série poderia explorar a dualidade de Augusto, um líder que buscava controlar não apenas o império, mas também sua família, e como suas decisões tinham consequências devastadoras para aqueles que ele amava.
O Conde de Monte Cristo
3.8 14 Assista AgoraEmbora não seja perfeita, esta série é muito mais fiel ao livro do que a maioria dos filmes e séries anteriores. Sim, há algumas alterações desnecessárias, mas ela continua bastante envolvente e respeitosa ao livro. Adoro o elenco e a maneira como os atores interpretam os personagens. Certamente considero esta versão muito melhor do que a nova versão francesa com Niney (que, na verdade, deturpa o material original). Mas, então, nenhuma das versões francesas recentes fica muito próxima do livro (não, nem mesmo a dos anos 90 com Depardieu). Só a minissérie francesa de 1979 com Jacques weber se aproxima do texto original.
Uma menção especial deve ser feita à decisão de incluir os personagens de Maximilien Morrel, Valentine, Noirtier e Luigi Vampa. Parabéns por isso.
Por algum motivo, a maioria das outras séries e filmes baseados no livro tendem a apagar esses personagens da narrativa, deixando apenas Haydée para dar profundidade ao personagem de Monte Cristo, retratando-o como mais do que um homem dedicado apenas à vingança. Pois, no final, vingança e justiça não são a mesma coisa, e Monte Cristo é uma história sobre justiça mais do que sobre vingança. (Quem pensa diferente não leu o livro direito).
Não é à toa que o Conde é tão unidimensional na maioria dos filmes e séries baseados na história.
Os personagens do livro estão quase todos lá, todos magistralmente interpretados por um elenco que pode ser considerado quase perfeito. Todos, exceto um: Caderousse. Um personagem desprezível no livro é transformado pela série em "um dos mocinhos", embora um pouco maltratado por Edmond. Então, embora sinta que os roteiristas perderam uma oportunidade com esse personagem, acho que eles ainda permaneceram muito próximos do material original.
O episódio em Roma, quando Albert é sequestrado pelo infame Luigi Vampa e "salvo" por Monte Cristo, embora não seja um ponto negativo, talvez seja um pouco mais subdesenvolvido e menos impactante do que poderia ter sido. O mesmo vale para a queda de Danglars.
Maximilien e sua irmã são encantadores, embora seus personagens também tenham sido alterados em comparação com a versão original e, infelizmente, ao contrário do livro, eles nunca descobrem quem é o Conde e o papel que ele desempenhou em evitar o suicídio de seu pai. Haydée também é alterada. Na série, ela é uma estranha para o Conde, em vez de uma jovem que ele criou (Ok, entendo por que o material original pode ser problemático nos dias de hoje, já que Haydée cresce como escrava/filha adotiva do Conde (relações eram complicadas nos anos 1800 também :P ), mas acaba se apaixonando por ele). Mas o episódio de Haydée na série parece quase improvisado. Monte Cristo a leva para ver se ela reconhece Fernand, colocando-a na frente dele como sua companheira, sem ter certeza de que ele havia matado o pai dela ou que ela não seria reconhecida. Ela também participa de outros eventos, fazendo com que nos perguntemos por que Fernand nunca a reconheceu ou percebeu quem ela era.
Uma parteira é inventada para a história de Benedetto, e seu personagem também é um pouco estragado. Mas a essência ainda está lá.
Mme. De Villefort é perfeita, não apenas em termos de escolha da atriz, mas também no que diz respeito à escrita do personagem (embora sua maldade absoluta não seja tão extensa na série quanto no livro).
O Fundo do Coração
3.5 73Que historinha forcada?
Que homem iria querer voltar para a namorada quando se está na companhia da Nastassja Kinski que é infinitamente melhor do que a ex dele.
Happy End
3.8 4Um dos meus favoritos e com um final que adorei.
Gladiador II
3.3 586 Assista AgoraQue dramalhão barato.
Eu queria que Lucius fosse um guerreiro de coração mais frio e impecável e executasse inclusive a sua mãe. Não sentindo empatia por ela.
Só no cinema que no amor vence o ódio.
A numidia já havia sido anexada pelos romanos desde Júlio César.
Se Lucila quisesse que sue filho estivesse seguro, ela o enviaria para o Império Parta, que era um forte rival de Roma.
Mas ai, possivelmente não teria como Lucius ser aprisionado.
Pq Lucila não tentou fugir? Cleópara tentou fugir após a marcha do exercito romano pelo Egito, mas sues navios forma incendiados, entoa ela tentou enviar cessarion para fora do Egito.
O general Acácio parece ser uma cópia barata do general Gaius Avidius Cassius.
Em 175, Avídio Cássio foi proclamado imperador romano depois que notícias falsas sobre a morte de Marco Aurélio terem chegado ao Egito. As fontes indicam também que ele teria sido encorajado pela esposa de Marco Aurélio, Faustina, que estava preocupada com o estado de saúde do marido e acreditava que ele estivesse à beira da morte. Por isso, ela teria confiado em Avidius Cassius.para agir como protetor dela e do jovem Cômodo, que tinha apenas treze anos na época.
Avidius Cassius. foi assassinado por um centurião e sua cabeça foi enviada ao imperador, que se recusou a vê-la e ordenou que ela fosse enterrada.
Lucila teve dois filhos chamado Lucius, o Lúcios Vero que era filho de seu tio e primeiro, marido, que tamb'm se chamava Lucius Vero e Lucius Aurelius Commodus Pompeianus, filho de sue segundo marido, Tiberius Claudius Pompeianus que era amigo de Marco Aurélio.
O imperador até se ofereceu para nomear Pompeiano César e seu herdeiro, mas Pompeu recusou o título. Em vez disso, Pompeianus foi promovido e serviu como general chefe do imperador durante a Guerra contra os marcomanos. Os sucessos de Pompeianus durante a Guerra contra os marcomanos o distinguiram ainda mais, com o imperador concedendo-lhe um segundo consulado em 173.
O primeiro Lucius morreu ainda muito jovem, já Licius Pompeianus ele permaneceu em Roma com sue pai e foi cônsul no governo do imperador Sétimo Severo, que é o pai de caracala e geta.
Em 211/212, ele foi executado por Caracalla, após o assassinato do irmão de Caracalla, Geta. E Caracalla tomou a precaução de fazer o assassinato parecer ter sido perpetrado por bandidos.
O Conde de Monte Cristo
4.1 1,2KTipico filme americano, ingênuo, sem complexidade psicológica e sem personagens multifacetados.
O Conde de Monte Cristo
3.6 104 Assista AgoraTem uns momentos que o filme beira a ingenuidade.
A versão de 2024 existe uma certa ingenuidade na Haydee, no livro ela só deseja punir Fernand e ela odeia sua família. O filme superestima demais o poder do amor e subestima o poder do ódio. Querendo passar uma mensagem (pouco realista) do amor superando o ódio. E na prática não é assim.