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Últimas opiniões enviadas

  • Paulo
    Paulo

    Oular! Hahaha

  • Khaled
    Khaled

    SAIU A VERSÃO ESTENDIDA! UHULLLL! Se eu fosse você, começava logo assistindo por ela. É muito melhor e faz toda a diferença. https://kickass.unblocked.one/batman-v-superman-2016-extended-ultimate-edition-1080p-web-dl-h264-ac3-dual-dublado-lapumia-t12846933.html

  • Khaled
    Khaled

    Opa! Gostei da brincadeira! Tô dentro!

    Meu top 10 vai com os nomes e os porquês das mortes serem marcantes para mim:

    10 - Teri Bauer – Essa foi porque eu já sabia que ia morrer antes mesmo de assistir a primeira temporada, mas ainda assim é sofrível ver a cena do Jack encontrando ela morta, amordaçada na cadeira, após um dia sofrido, cheio de dores, desesperos e missões fodásticas. Ele merecia estar nos braços da família que, infelizmente, foi desestruturada graças á víbora da Nina. Eu sempre choro e sempre vou chorar na cena do Jack agarrado com a Teri nos braços, pedindo desculpas.

    09 - Nina Myers – Não foi surpresa que ela fosse morrer, apesar de saber que ela era peçonhenta e escorregadia, mas o choque foi a forma totalmente dolosa com que foi alvejada e morta. Jack disparou, não foram 4, 5 ou 6 tiros, mas anos de dor, ódio e sofrimento em formato de projéteis. A forma como ele cortou o barato dela, AFIRMANDO que ela não tinha mais nenhuma informação útil, serviu para o capricho da cena. O legal é imaginar que o inferno da Nina é ser mãe da Bela Swan na saga Crepúsculo. Tem castigo pior? E o pai da Bela era aquele patrão da Kim, que batia na esposa e na filha. Esse é o inferno dele também hahaha

    08 - Omar Hassan – Á altura do campeonato, na oitava temporada, já dava pra saber o tipo de série que 24 horas era. O que esperar de uma série que MATA, bem antes de GOT, seus personagens mais carismáticos. O presidente Hassan não fugia disso, mas não esperava que logo ele, na única temporada que aparece, fosse morrer. E quando digo “única temporada”, foi porque simpatizei tanto com ele, que achei que ele faria outras pontas em temporadas futuras, tal como o presidente da Rússia Yuri Suvarov, amigo de Charles Logan e AUTOR da ordem de morte do Hassan, fazia também. O pior ainda foi a morte terrível que o fofo presidente teve; decapitação. :(

    07 - Edgar Styles – Na boa, quem é que não choraria com a morte do personagem gordinho e engraçado? Tenho autoridade pra falar, pois sou um Edgar Styles de 24 anos, fisicamente, e por mais que ele não fosse necessariamente engraçado, era um ótimo alívio cômico, junto com a Chloe, além de um grandessíssimo amigo. Senti a mesma dor que a Chloe quando o viu morrer, e pra piorar, a sua última palavra é “Chloe”. Pobre Chloe, nós sofremos junto com ela.

    06 - A Mão do Chase – Tá certo que não foi o Chase por completo que morreu, e parece que ao final da terceira temporada ele meio que “recupera” a mão na cirurgia. Mas com certeza não será mais a mesma coisa. Não terá mais a mesma destreza, nem a mesma técnica. 24 horas mostrou á que veio, para mim, na cena do Jack arrancando a mão do Chase. FODA! (e posterior á isso, no mesmo patamar, estão as pernas daquele namorado hispânico da Kim, na segunda temporada, do qual me fez rever mais de 20 vezes a cena que ele dá um lindo chute voador na cara do pai espancador de filha e esposa. Ver aquele cara, autor daquela linda voadora de pernas, perder as pernas daquela maneira, foi doloroso de se ver.)

    05 - Sherry Palmer – A personagem mais venenosa, mais filha da puta, mais traíra de todas as temporadas, ainda assim, era mãe dos filhos do Palmer. Ela com certeza era a vilã que eu amava odiar, e eu queria que ela infernizasse e pagasse pelas suas infernices em temporadas futuras, mas teve aquele triste fim do qual ainda lamento.

    04 - Curtis Manning – O segundo melhor parceiro de Jack, sem dúvida. Apesar de demonstrar muita clareza, técnica, profissionalismo e competência ao longo de duas temporadas, foi na sua terceira temporada (no caso, a sexta) que ele demonstrou ter a fraqueza que todo ser-humano possui: deixou a emoção subir á cabeça. Infelizmente, naquele momento, Curtis estava errado, e seu erro lhe custou a vida. A sexta temporada foi cheia de acontecimentos tensos, e esse com certeza foi um dos maiores. Essa temporada só não é perfeita pra mim, porque o pai do Jack não foi interpretado pelo Donald Sutherland.

    03 - Michelle Dessler – De longe, antes mesmo de eu simpatizar 100% com a Chloe, ELA era a personagem feminine mais foda! Parece que foi necessário ela morrer, para que a Chloe pudesse substituí-la na fodalidade. Nunca pensei que aquela agente dócil da segunda temporada fosse mostrar seu lado mortal de agente de campo, no prédio contaminado da terceira temporada. E na temporada seguinte foi apresentada como CHEFE da CTU. Uma grande evolução de personagem. Fora o romance maravilhoso que ela teve como Tony, que não fazia ninguém sentir raiva da melosidade. Todos no elenco de 24 horas merecem ser felizes.

    02 - David Palmer – “Permaneça presidenciável. Não exija nada a menos do que o sucesso de sua gente, e você o terá”. Este, e apenas este conselho que o PRESIDENTE David Palmer dá á Charles Logan, durante toda a treta do final da quarta temporada, são o que difere um chefe de um líder. David Palmer não foi só um presidente. Não foi só um personagem. Foi uma inspiração. Uma premonição para a vida real (primeiro presidente negro dos EUA, antes mesmo do Obama), e ainda por cima, um grande e fiel amigo. Poderoso, não só socialmente, mas humanamente. Fez um personagem incrível como Jack Bauer obter seu eterno respeito. Tornou-se amigo daquele que merecia a amizade de todo mundo. Controlou um país com mãos de ferro e livrou o povo dos EUA das garras cruéis do terrorismo. Me sinto um patriota americano toda vez que vejo ele.EU AMO DAVID PALMER, e sua morte simboliza profunda tristeza para mim, até hoje.

    01 - Ryan Chapelle – Se é pra falar de impacto, então vamos àquela cena que representa o primeiro choque que senti ao assistir uma série religiosamente, lá pelos meus 13 anos. Lembra que falei que a terceira temporada foi a primeira que assisti? Pois bem, eu não conhecia metade dos personagens direito, fui acompanhando e me surpreendendo aos poucos. Mas quem diria que para aquele problema jogado ás costas de Jack Bauer, este em si não teria uma solução qualquer. Não havia tempo para pensar em alguma coisa. Foi uma baixa necessária. Necessária? Não para quem está assistindo. Ao ver um personagem totalmente insuportável, que durante as duas primeiras temporadas só fazia atrapalhar o trabalho dos agente, de repente se ver como uma baixa em potencial, é de amolecer até os mais duros corações. Apesar de insuportável, ele não merecia morrer. Na hora das despedidas, ele fala algo mais ou menos como “eu não tenho muitos amigos. Mas tenho um irmão do qual eu não falo já faz um tempo.”, e daí tiramos a vida sofrida que ele deve ter levado para chegar aquela personalidade. Foi um tiro certeiro, praticamente um abate. Mais uma culpa para Jack Bauer carregar na consciência. A dor foi para ambos, mas para o espectador, foi um baque tremendo. Cena tensa, muito bem elaborada, e com um final chocante. A primeira vez que vejo um episódio terminar sem o famoso “bip bip”. Essa foi a mais chocante para mim, sem dúvidas.