QUE FILME MASSA DA PÊGA!!! gente, que experiência. a sessão de pré-estreia que fui estava cheia de gente rindo de se acabar durante o filme porque ele escancara a contradição e hipocrisia norte-americana. atuações fenomenais!!!!!! e como diz um meme que vi: é o que acontece quando um millenial e um gen z se juntam e o millenial vê o que o uso da internet sem supervisão causou aos gen z.
filme estupendo. nossa, foi uma grande e bela surpresa, assisti sem muitas pretensões e entrega coisas muito boas. A sequência inicial do Leo se preparando pro encontro é belamente gravada.
por que, nicole, por quê? pra mim deveria ser o título desse filme pavoroso. consegue ser mal executado em todos os sentidos: os atores bons estão péssimos; o enredo não faz sentido nenhum, inclusive a interação entre os atores é pavorosa. um casal de 19 anos não tem o mínimo de intimidade confortável, muito menos o casal em jogo. é um filme extremamente raso, me senti observando um pires por duas horas tentando fingindo profundidade em qualquer discussão que gostaria de fazer: envelhecimento, feminismo, bdsm, juventude, relações de poder e hierarquia, sexo, fetiches, pressão social. única cena louvável foi a da boate, achei muito bem executada. porém, em geral, o filme é profundamente desconfortável e parece que ninguém ali queria estar atuando. a nicole mal consegue sorrir e o harris dickinson que é um bom ator, parece estar brincando de ser badboy. pavoroso!!! a cena do ataque de pânico então.. só pela misericordia.
a crítica é bem simples, o objetivo também, o que destaca esse filme é sua execução, sua experimentação. não é o choque, mas é uma questão de fazer uso dos limites gráficos e imagéticos para fazer cinema, com ângulos constrangedores, sufocantes e poucos diálogos. o filme é muito bom, decai um pouco pra finalizar, mas o ótimo do filme é o modo experimental, os recursos de câmera usados pela diretora que tornam ele bacana. enfim, foi uma grande experiência assisti-lo, e permaneceu retornando durante a semana.
sempre é mais fácil culparmos aos outros pela nossa própria infelicidade, uma vida levada sem a autenticidade que ela pede, nos faz cair no buraco do outro facilmente, muitas vezes porque não cavamos o nosso próprio. gostei bastante.
o filme é lento e muito simples. não tem muito além daquilo que ele mostra, seus diálogos não escondem grandiosidades pretensas, e ele não é pretensioso, o que me fez gostar dele. é um filme que dura pelo que ele é. e é um filme de trabalho, de função, de ser uma peça funcional e alegre em um sistema que mata, e ainda mais, buscar ser o mais eficiente possível em sua tarefa. sua família está ali, todos sabem o que acontece ao lado, todos pedem para permanecer nesse lugar, nessa vida. quando falam de como o nazismo na alemanha ditou o funcionamento do mundo do trabalho (seja pela criação de conceitos e novas empresas que então se tornaram multinacionais) principalmente pelo corpo. o corpo levado a exaustão e então descartado, o corpo destituído de passado, de quem é, o corpo menos que o animal não-humano, o corpo para o trabalho. a mente dos gestores para pensar como gerir bem esse corpo. para além de um fazer altamente disciplinar entre os seus gestores, o nazismo e a solução final foram exemplos capitalísticos de pura necropolítica. A gente sempre esquece disso quando visita seus museus, seus troféus, quando acredita e segue fielmente o neoliberalismo, quando elogia os países europeus pelos seus bons IDH's, pela sua baixa criminalidade, quando deseja morar lá por tudo que conquistaram e a riqueza que construíram em cima de cadáveres e cadáveres, como boa parte dos primeiros Estados Nação, e dos mais recentes, como Israel. Com o sangue de quem foram feitos os seus, os meus, os nossos olhos? já diria Donna Haraway. Precisamos lembrar que todo monumento histórico é um monumento de barbárie. E essa barbárie é o regozijo de muitos.
onde tem virginie efira tem uma premissa bacana. bem bobo, em geral, mas é pura psicanálise encontrando cinema e explicitando o fino véu da realidade e ficção. personagens, personagens. achei bacana.
realmente parece um filme documentário. eu achei que haveriam coisas mais cruas, no sentido do que era dito em algumas reviews do filme, mas não me decepcionei, acho que o filme gera uma revolta interior misturada com uma identificação (que não costumo gostar em filmes), afinal, quem nunca fez algo, se empurrou um pouco além do próprio limite, mudou de postura e opinião, e preferências, a partir da opinião de um certo amigo? aquele que maquia tudo a ser mais leve, mais legal, mais divertido talvez, quase sempre, forçando em cima dos próprios amigos como tudo DEVE ser mais legal e divertido pra ele,
que é a Gemma, claramente incomodada pelo interesse do Badger pela Tara
O filme que é divertido ao tempo que gera uma atmosfera de "mds essas meninas sozinhas e bêbadas, que perigo!" se torna angustiante porque estamos sempre entre a animação e a angústia, culpa, tristeza e arrependimento de Tara, com aquele sentimento de "não quero mais estar aqui" tomando conta de toda cena com ela, junto com nossa vontade de correr embora junto, nem que seja pra acabar o filme. muito bacana.
Comecei a conhecer Kiarostami pelo belissimo, engraçado e poderoso Onde fica a casa do meu amigo? Pesquisei com o filme, com Ahmad, com o velho carpinteiro, seus caminhos em zigue-zague e o fazer de uma infância. Agora, vejo Sabor de Cereja com a calma necessária a ele. Um filme profundamente poético, como Kiarostami é, poeta de muitas linguagens, do cinema, da poesia literária, das imagens, dos sons, da geografia do lugar que filma, porque ele é profundamente imerso no lugar do qual fala, de onde filma e com quem faz isso. Poderoso, quero muito ver os outros dele.
O Drama
3.9 59QUE FILME MASSA DA PÊGA!!! gente, que experiência. a sessão de pré-estreia que fui estava cheia de gente rindo de se acabar durante o filme porque ele escancara a contradição e hipocrisia norte-americana. atuações fenomenais!!!!!! e como diz um meme que vi: é o que acontece quando um millenial e um gen z se juntam e o millenial vê o que o uso da internet sem supervisão causou aos gen z.
Depois da Caçada
2.9 116 Assista Agorapodia ser bem melhor do que foi... mas o trabalho de direção ainda é bom...
Dias Perfeitos
4.2 599 Assista Agorauma graça de filme
Um Pai Para Lily
4.0 58 Assista Agoraai, gente, muito fofo ):
Boa Sorte, Leo Grande
3.7 159 Assista Agorafilme estupendo. nossa, foi uma grande e bela surpresa, assisti sem muitas pretensões e entrega coisas muito boas. A sequência inicial do Leo se preparando pro encontro é belamente gravada.
Saudade Fez Morada Aqui Dentro
3.9 43 Assista Agorabelíssimo e tocante, sem deixar a leveza da vida.
Bridget Jones: Louca Pelo Garoto
3.3 53 Assista Agoraai, gente, bridget jones sempre é um frescor...
Todo Tempo Que Temos
3.4 171 Assista Agorafilme fofo, bonito, definitivamente um dos filmes daquele gênero
filme de câncer
Holland
2.4 128 Assista Agoragente, a nicole ta precisando se aposentar, dar uma respirada né, só bomba ultimamente
Men: Faces do Medo
3.2 482 Assista Agoraque cabrodio de filme é esse kkkkkk enfim, achei um suspense assustador, até. mas muito esquisito, não me desceu na tamanha abstração dele
A Garota da Agulha
4.0 297 Assista Agorafilme maravilhoso, estupendo. eu diria que um dos melhores que já vi nos últimos tempos.
Babygirl
2.7 491 Assista Agorapor que, nicole, por quê?
pra mim deveria ser o título desse filme pavoroso. consegue ser mal executado em todos os sentidos: os atores bons estão péssimos; o enredo não faz sentido nenhum, inclusive a interação entre os atores é pavorosa. um casal de 19 anos não tem o mínimo de intimidade confortável, muito menos o casal em jogo. é um filme extremamente raso, me senti observando um pires por duas horas tentando fingindo profundidade em qualquer discussão que gostaria de fazer: envelhecimento, feminismo, bdsm, juventude, relações de poder e hierarquia, sexo, fetiches, pressão social. única cena louvável foi a da boate, achei muito bem executada. porém, em geral, o filme é profundamente desconfortável e parece que ninguém ali queria estar atuando. a nicole mal consegue sorrir e o harris dickinson que é um bom ator, parece estar brincando de ser badboy. pavoroso!!! a cena do ataque de pânico então.. só pela misericordia.
A Substância
3.9 1,9K Assista Agoraa crítica é bem simples, o objetivo também, o que destaca esse filme é sua execução, sua experimentação. não é o choque, mas é uma questão de fazer uso dos limites gráficos e imagéticos para fazer cinema, com ângulos constrangedores, sufocantes e poucos diálogos. o filme é muito bom, decai um pouco pra finalizar, mas o ótimo do filme é o modo experimental, os recursos de câmera usados pela diretora que tornam ele bacana. enfim, foi uma grande experiência assisti-lo, e permaneceu retornando durante a semana.
do you want to stop the experience? i can't stop...
you're the only functional part of myself...
[spoiler][/spoiler]
Rivais
3.6 575 Assista AgoraDuas horas que passam voando!!! Filme muito bem executado
Anatomia de uma Queda
4.0 974 Assista Agorasempre é mais fácil culparmos aos outros pela nossa própria infelicidade, uma vida levada sem a autenticidade que ela pede, nos faz cair no buraco do outro facilmente, muitas vezes porque não cavamos o nosso próprio. gostei bastante.
Bata Antes de Entrar
2.3 1,0K Assista Agorase eu pudesse avaliar negativamente daria -10 pra essa bomba, quase q mh mae tira o nome da minha certidão porque botei esse filme pra gente assistir.
Zona de Interesse
3.6 694 Assista Agorao filme é lento e muito simples. não tem muito além daquilo que ele mostra, seus diálogos não escondem grandiosidades pretensas, e ele não é pretensioso, o que me fez gostar dele. é um filme que dura pelo que ele é. e é um filme de trabalho, de função, de ser uma peça funcional e alegre em um sistema que mata, e ainda mais, buscar ser o mais eficiente possível em sua tarefa. sua família está ali, todos sabem o que acontece ao lado, todos pedem para permanecer nesse lugar, nessa vida. quando falam de como o nazismo na alemanha ditou o funcionamento do mundo do trabalho (seja pela criação de conceitos e novas empresas que então se tornaram multinacionais) principalmente pelo corpo. o corpo levado a exaustão e então descartado, o corpo destituído de passado, de quem é, o corpo menos que o animal não-humano, o corpo para o trabalho. a mente dos gestores para pensar como gerir bem esse corpo. para além de um fazer altamente disciplinar entre os seus gestores, o nazismo e a solução final foram exemplos capitalísticos de pura necropolítica. A gente sempre esquece disso quando visita seus museus, seus troféus, quando acredita e segue fielmente o neoliberalismo, quando elogia os países europeus pelos seus bons IDH's, pela sua baixa criminalidade, quando deseja morar lá por tudo que conquistaram e a riqueza que construíram em cima de cadáveres e cadáveres, como boa parte dos primeiros Estados Nação, e dos mais recentes, como Israel.
Com o sangue de quem foram feitos os seus, os meus, os nossos olhos? já diria Donna Haraway.
Precisamos lembrar que todo monumento histórico é um monumento de barbárie. E essa barbárie é o regozijo de muitos.
Dente Canino
3.8 1,2K Assista Agoratentando terminar esse... tá difícil
Sibyl
3.3 35 Assista Agoraonde tem virginie efira tem uma premissa bacana.
bem bobo, em geral, mas é pura psicanálise encontrando cinema e explicitando o fino véu da realidade e ficção. personagens, personagens. achei bacana.
How to Have Sex
3.5 158 Assista Agorarealmente parece um filme documentário. eu achei que haveriam coisas mais cruas, no sentido do que era dito em algumas reviews do filme, mas não me decepcionei, acho que o filme gera uma revolta interior misturada com uma identificação (que não costumo gostar em filmes), afinal, quem nunca fez algo, se empurrou um pouco além do próprio limite, mudou de postura e opinião, e preferências, a partir da opinião de um certo amigo? aquele que maquia tudo a ser mais leve, mais legal, mais divertido talvez, quase sempre, forçando em cima dos próprios amigos como tudo DEVE ser mais legal e divertido pra ele,
que é a Gemma, claramente incomodada pelo interesse do Badger pela Tara
Gosto de Cereja
4.0 239 Assista AgoraComecei a conhecer Kiarostami pelo belissimo, engraçado e poderoso Onde fica a casa do meu amigo?
Pesquisei com o filme, com Ahmad, com o velho carpinteiro, seus caminhos em zigue-zague e o fazer de uma infância. Agora, vejo Sabor de Cereja com a calma necessária a ele. Um filme profundamente poético, como Kiarostami é, poeta de muitas linguagens, do cinema, da poesia literária, das imagens, dos sons, da geografia do lugar que filma, porque ele é profundamente imerso no lugar do qual fala, de onde filma e com quem faz isso. Poderoso, quero muito ver os outros dele.
Jogo Perigoso
3.4 1,1K Assista AgoraMike flanagan você sempre será maravilhoso.
Crime Imperfeito
1.6 20 Assista Agoradefinitivamente um filme já feito kkkkk péssimo
Doente de Mim Mesma
3.8 137Que agoniaaaaaaaaaaaa