O maior problema deste filme é que ele conta os eventos ao invés de mostrá-los.
Não há nada no filme que passe a ideia de que o personagem do The Rock esteja no fundo do poço. O espectador só tem ideia de que o Kerr é viciado em remédio pra dor porque os personagens coadjuvantes mencionam isso, suplicam pra que ele pare de usar, mas em nenhum momento se vê autodestruição de fato e a consequente superação. Tudo é contado.
A namorada do Kerr, personagem da Emily Blunt, tb é outra adicta e vc só descobre isso ao final do filme, quando ele joga na cara dela, pois em nenhum momento do filme isso é retratado. Existem 2 momentos no filme ligados ao vício dela, que vc só entende que é sobre isso no final da história, até então são apenas cenas desconexas. Há uma cena no começo no qual ela viaja até o Japão para apoiá-lo num torneio e ele não gosta dela estar ali e vc fica sem entender pq ele reage dessa forma. há também uma outra cena na qual ela grita com ele que não vai mudar a vida dela pq ele é dependente químico. São duas cenas desconexas que só fazem sentido nos últimos 20 min de filme. Foi proposital? Pq não tem sentido nenhum.
Me espanta como este filme envelheceu bem, continua muito atual. Geralmente as histórias de romance desta época eram 90% melodrama. Foi uma surpresa grata assistir a algo sem dramalhão. Nem tava com vontade de assistir, mudei de ideia depois de ver que era do William Wyler. Até agora não vi um filme ruim desse sujeito.
Achei curioso também como era a expectativa social de como uma mulher com netos deveria se comportar. Hj em dia uma mulher como ela poderia ter essa vida que ela desejava sem problemas, mas apesar disso o filme continua muito atual porque é uma história sobre duas pessoas que querem coisas diferentes para sua vida e uma delas não aceita lidar com as consequências de seus próprios atos.
Esses melodramas da era de ouro de Hollywood não são para mim. Me sinto traída, vi que era um filme do Otto Preminger e achei que fosse bom.
A Catarina desse filme só sabe ladrar e pensar em macho, não tem nenhuma grandeza nela. Acho que não havia roteirista naquela época capaz de conceber uma personagem como Catarina II de forma mais precisa, pois a ideia de uma mulher ser tão dominante através da inteligência era algo muito surreal para o público dos anos 1940. Acredito que as pessoas em geral não tinham a capacidade de visualizar alguém como ela.
Conheço os acontecimentos da revolução mexicana o suficiente para não gostar desse filme. Tudo muito raso e apressado, mas é injusto cobrar uma retratação histórica fiel de um filme de 2h. Acho que nem uma série limitada daria conta. Ainda assim não há muito de interessante neste filme, é apenas mais um dramalhão que Hollywood adorava fazer na época. O filme mais fraco do Elia Kazan que assisti até agora.
Achei chato. Entendo que é difícil retratar a vida de uma pessoa que parece ter vivido mil vidas, mas o resultado final é muito raso, muito superficial. Além de ser muito raso, ficou episódico tb, como toda biografia. É muito raro alguma q seja realmente boa.
É um musical que não funciona, as músicas são muito ruins. Tirando a Zoe Saldaña e a Selena Gomez, ninguém canta direito. Fora que você tem que suspender sua descrença com muita força, pois muitas coisas ali não fazem sentido, tipo o marido fazer transição e a esposa não perceber, ou um chefe de cartel não ter ninguém de confiança para resolver a burocracia para ele.
A premissa é muito interessante, seria um grande filme na mão de um Pedro Almodóvar da vida. O filme suscita conflitos interessantes, mas nunca mergulha neles de fato, tipo a advogada que vive dando palestrinha contra o tráfico, mas fica rica por conta dele. É um dilema que o filme nunca se aprofunda, por exemplo.
A categoria do oscar de melhor animação sempre segue um padrão entre os 5 indicados: A animação excelente de um grande estúdio; a animação independente badalada, que chama a atenção nas premiações; a animação da pixar; a animação bacana e independente cuja a existência só é descoberta pelo público em geral por causa do oscar; e aquela animação esquecível e meia-boca que só foi parar ali única e exclusivamente por lobby.
Grande trabalho de Sebastian Stan. É fácil descambar pra caricatura quando se trata do Donald Trump, mas ele não caiu nessa armadilha. Carrega o filme nas costas junto com o Jeremy Strong.
O filme é legal enquanto foca nos tombos que o protagonista toma enquanto agente. Inclusive não me surpreenderia se o criador de Mad Men tivesse se inspirado no surto de honestidade do personagem do Tom Cruise pra retratar o Don Draper fazendo discurso público contra o cigarro, cujo o maior fabricante era o principal cliente da agência dele.
No entanto, o romance fajuto com a personagem da René Zellweger mata o filme.
Não sei o que pensar sobre esse filme, porque ele não é mal feito, mas a experiência não foi interessante pois a protagonista é o tipo de gente que é muito difícil de simpatizar na vida real, é aquele tipo de pessoa que faz questão de se enganar.
É aquele tipo de pessoa que vê todos os indícios de que tá entrando numa roubada, mas escolhe continuar acreditando no que ela quer que seja real. Você sente pena e ao mesmo tempo quer que ela se arrombe.
Muito cansativo depois de um tempo, o protagonista é sem sal e idiota. Quando o Chazelle decide prestar uma homenagem escancarada ao cinema, vc já não aguenta mais o filme.
Fraco. Nota 5 pelo final, mas a trama não consegue ser envolvente. O filme tenta retratar o protagonista como alguém inteligente e sofisticado, mas de formas muito toscas. Usa de filosofia barata para humilhar funcionários, emitir reflexões sobre o comportamento feminino que mais parecem memes do twitter (coisas do nível "o homem descende do macaco, um animal assassino") e passa boa parte da projeção se gabando da importância do planejamento antes de executar o crime. É impossível não revirar os olhos quando ele finalmente revela seu grande plano: Chamar a atenção da vítima para conseguir atirar nela. Que sacada genial, não é mesmo? Fraquíssimo.
Entra para a categoria nem fede nem cheira. Acho que se tivesse sido lançado há uns 15 anos teria feito mais sucesso do que fez. Pierce Brosnan eleva o filme sempre que aparece, ele tem uma elegância shakesperiana que consegue ser muito maior do que esse filme. De resto tudo muito clichê, piadas que não funcionam, vilão bosta.
Gostei mais do que esperava. Achei o enredo inspirado, com a Gisele virando má, independente do Patrick Dempsey ter ficado sem ter o que fazer. As músicas também encheram muito o saco, mas já não tenho paciência com música em filmes mesmo...
Asteroid City
3.1 235 Assista AgoraEsse formato já é difícil de assistir em curta-metragem, imagine como longa.
Coração de Lutador: The Smashing Machine
3.0 133 Assista AgoraO maior problema deste filme é que ele conta os eventos ao invés de mostrá-los.
Não há nada no filme que passe a ideia de que o personagem do The Rock esteja no fundo do poço. O espectador só tem ideia de que o Kerr é viciado em remédio pra dor porque os personagens coadjuvantes mencionam isso, suplicam pra que ele pare de usar, mas em nenhum momento se vê autodestruição de fato e a consequente superação. Tudo é contado.
A namorada do Kerr, personagem da Emily Blunt, tb é outra adicta e vc só descobre isso ao final do filme, quando ele joga na cara dela, pois em nenhum momento do filme isso é retratado. Existem 2 momentos no filme ligados ao vício dela, que vc só entende que é sobre isso no final da história, até então são apenas cenas desconexas. Há uma cena no começo no qual ela viaja até o Japão para apoiá-lo num torneio e ele não gosta dela estar ali e vc fica sem entender pq ele reage dessa forma. há também uma outra cena na qual ela grita com ele que não vai mudar a vida dela pq ele é dependente químico. São duas cenas desconexas que só fazem sentido nos últimos 20 min de filme. Foi proposital? Pq não tem sentido nenhum.
Justiça Para Todos
4.0 128 Assista AgoraComo o Al Pacino é genial. Assisti-lo é como ouvir uma excelente música, ou como contemplar uma pintura fantástica. Não é todo ator que consegue isso.
Fogo de Outono
4.0 28Me espanta como este filme envelheceu bem, continua muito atual. Geralmente as histórias de romance desta época eram 90% melodrama. Foi uma surpresa grata assistir a algo sem dramalhão. Nem tava com vontade de assistir, mudei de ideia depois de ver que era do William Wyler. Até agora não vi um filme ruim desse sujeito.
Achei curioso também como era a expectativa social de como uma mulher com netos deveria se comportar. Hj em dia uma mulher como ela poderia ter essa vida que ela desejava sem problemas, mas apesar disso o filme continua muito atual porque é uma história sobre duas pessoas que querem coisas diferentes para sua vida e uma delas não aceita lidar com as consequências de seus próprios atos.
Vaidade e Beleza
3.4 6 Assista AgoraBaita interpretação da Miriam Hopkins, indicação ao oscar merecida, carregou esse filme nas costas.
Czarina
3.2 6Esses melodramas da era de ouro de Hollywood não são para mim. Me sinto traída, vi que era um filme do Otto Preminger e achei que fosse bom.
A Catarina desse filme só sabe ladrar e pensar em macho, não tem nenhuma grandeza nela. Acho que não havia roteirista naquela época capaz de conceber uma personagem como Catarina II de forma mais precisa, pois a ideia de uma mulher ser tão dominante através da inteligência era algo muito surreal para o público dos anos 1940. Acredito que as pessoas em geral não tinham a capacidade de visualizar alguém como ela.
Os Olhos Sem Rosto
4.0 247Que detetives desgraçados kkkk colocam a mulher na mira do suposto assassino e a largam à própria sorte depois, como se nada tivesse acontecido
Viva Zapata!
3.8 56 Assista AgoraConheço os acontecimentos da revolução mexicana o suficiente para não gostar desse filme. Tudo muito raso e apressado, mas é injusto cobrar uma retratação histórica fiel de um filme de 2h. Acho que nem uma série limitada daria conta. Ainda assim não há muito de interessante neste filme, é apenas mais um dramalhão que Hollywood adorava fazer na época. O filme mais fraco do Elia Kazan que assisti até agora.
Shazam! Fúria dos Deuses
2.8 375 Assista AgoraAchei melhor do que o primeiro, não foi tão ruim quanto disseram.
Homem com H
4.2 520 Assista AgoraAchei chato. Entendo que é difícil retratar a vida de uma pessoa que parece ter vivido mil vidas, mas o resultado final é muito raso, muito superficial. Além de ser muito raso, ficou episódico tb, como toda biografia. É muito raro alguma q seja realmente boa.
Emilia Pérez
2.4 483 Assista AgoraÉ um musical que não funciona, as músicas são muito ruins. Tirando a Zoe Saldaña e a Selena Gomez, ninguém canta direito. Fora que você tem que suspender sua descrença com muita força, pois muitas coisas ali não fazem sentido, tipo o marido fazer transição e a esposa não perceber, ou um chefe de cartel não ter ninguém de confiança para resolver a burocracia para ele.
A premissa é muito interessante, seria um grande filme na mão de um Pedro Almodóvar da vida. O filme suscita conflitos interessantes, mas nunca mergulha neles de fato, tipo a advogada que vive dando palestrinha contra o tráfico, mas fica rica por conta dele. É um dilema que o filme nunca se aprofunda, por exemplo.
Wallace & Gromit: Avengança
3.5 96A categoria do oscar de melhor animação sempre segue um padrão entre os 5 indicados: A animação excelente de um grande estúdio; a animação independente badalada, que chama a atenção nas premiações; a animação da pixar; a animação bacana e independente cuja a existência só é descoberta pelo público em geral por causa do oscar; e aquela animação esquecível e meia-boca que só foi parar ali única e exclusivamente por lobby.
Wallace & Gromit se encaixa na última categoria.
O Aprendiz
3.5 202 Assista AgoraGrande trabalho de Sebastian Stan. É fácil descambar pra caricatura quando se trata do Donald Trump, mas ele não caiu nessa armadilha. Carrega o filme nas costas junto com o Jeremy Strong.
Jerry Maguire: A Grande Virada
3.6 462 Assista AgoraO filme é legal enquanto foca nos tombos que o protagonista toma enquanto agente. Inclusive não me surpreenderia se o criador de Mad Men tivesse se inspirado no surto de honestidade do personagem do Tom Cruise pra retratar o Don Draper fazendo discurso público contra o cigarro, cujo o maior fabricante era o principal cliente da agência dele.
No entanto, o romance fajuto com a personagem da René Zellweger mata o filme.
Carta de uma Desconhecida
4.2 64 Assista AgoraNão sei o que pensar sobre esse filme, porque ele não é mal feito, mas a experiência não foi interessante pois a protagonista é o tipo de gente que é muito difícil de simpatizar na vida real, é aquele tipo de pessoa que faz questão de se enganar.
É aquele tipo de pessoa que vê todos os indícios de que tá entrando numa roubada, mas escolhe continuar acreditando no que ela quer que seja real. Você sente pena e ao mesmo tempo quer que ela se arrombe.
Esquema de Risco: Operação Fortune
3.0 122 Assista AgoraGuy Ritchie não sabe mais fazer filmes, o último que prestou foi Agente da UNCLE.
Babilônia
3.6 362 Assista AgoraMuito cansativo depois de um tempo, o protagonista é sem sal e idiota. Quando o Chazelle decide prestar uma homenagem escancarada ao cinema, vc já não aguenta mais o filme.
Cilada Mortífera
3.8 5Fraco. Nota 5 pelo final, mas a trama não consegue ser envolvente. O filme tenta retratar o protagonista como alguém inteligente e sofisticado, mas de formas muito toscas. Usa de filosofia barata para humilhar funcionários, emitir reflexões sobre o comportamento feminino que mais parecem memes do twitter (coisas do nível "o homem descende do macaco, um animal assassino") e passa boa parte da projeção se gabando da importância do planejamento antes de executar o crime. É impossível não revirar os olhos quando ele finalmente revela seu grande plano: Chamar a atenção da vítima para conseguir atirar nela. Que sacada genial, não é mesmo? Fraquíssimo.
The Little Girl Who Conquered Time
3.5 11Confuso e entediante. Acho que esse é o primeiro filme de viagem no tempo que eu não gosto.
Adão Negro
3.1 710 Assista AgoraEntra para a categoria nem fede nem cheira. Acho que se tivesse sido lançado há uns 15 anos teria feito mais sucesso do que fez. Pierce Brosnan eleva o filme sempre que aparece, ele tem uma elegância shakesperiana que consegue ser muito maior do que esse filme. De resto tudo muito clichê, piadas que não funcionam, vilão bosta.
Desencantada
2.8 183 Assista AgoraGostei mais do que esperava. Achei o enredo inspirado, com a Gisele virando má, independente do Patrick Dempsey ter ficado sem ter o que fazer. As músicas também encheram muito o saco, mas já não tenho paciência com música em filmes mesmo...
Heróis Fora de Órbita
3.5 104 Assista AgoraEu me submeto a cada coisa quando tem algum ator que eu gosto...
Apenas uma aventura genérica dos anos 90.
Mãos Culpadas
3.6 1Fraquíssimo. Não entendo essa nota alta, vai ver é a velha mania das pessoas de atribuírem excelência a uma obra só por causa de quem está envolvido.
Celebridades
3.2 173 Assista AgoraRecentemente assisti a "Poucas e Boas" e pensei que era o pior filme do Woody Allen que eu já tinha visto. Esse título agora foi atualizado.