A protagonista é muito forte, mas a trama é um pouco confusa e os personagens secundários não carregam o mesmo interesse. Chega a ser entediante no percurso, apesar de ter uma duração ágil.
O magnetismo e o carisma da Rhea Seehorn carregariam a série nas costas se a trama não fosse tão original e envolvente. Muito mais cerebral do que outras séries pós-apocalípticas de mais grife, e deixa uma expectativa enorme para a sequência.
A Globo novamente entregando uma série incrível sobre a atmosfera das décadas passadas. Dá vontade de ver os três eps em sequência, sem parar, tão saborosa é a narrativa. Cenas incríveis, situações curiosas, um clima de nostalgia impagável. Esperamos que Globo, detentora de um universo inteiro em imagens quase exclusivas de 4 décadas de nossa história cultural, continue entregando entretenimento dessa qualidade.
Em alguns momentos, achei a série genial. Em outros, entediei-me a ponte de largar. Tive perseverança e fui até o final, esperando algo revelador que justifique essa nota alta...estou esperando até agora.
Excelente produção, com boa trama, atuações em altíssimo nível e uma linda fotografia de locais boêmios de Nova York. Além da presença sempre competente de Jude Law, vários protagonistas se destacam nessa série empolgante e repleta de surpresas.
Uma série muito bem executada, praticamente impecável. Além das ótimas atuações (principalmente de Matthew Rhys), direção competente e trama envolvente, ainda apresenta um última ep altamente imprevisível, cheio de reviravoltas.
Mérito para as atuações, todas excelentes, com destaque para as jovens amigas. Mas o tema se perdeu e repetiu outras fórmulas já gastas. Ficou meia-boca, dentro da média.
Sério que a Martha de Dark estava estrelando uma série brasileira? Impressionante como a protagonista parece com a Lisa Vicari. Brincadeiras à parte, a série é muito bem produzida e eletrizante, com muita cor local e denúncias de crimes corriqueiros não só na região Norte como em todo o país.
Decaiu um pouquinho, em comparação com a primeira. Alguns episódios exclusivos de certos personagens são lentos e tediosos. Mas a inclusão da Miss Huang e o protagonismo do excelente Mr. Milchick são ótimas adições. No geral, é boa, tecnicamente perfeita, mas não causa nem de longe o impacto da primeira temporada.
Achei melhor e mais reflexiva que a primeira. É longa demais e os grandes momentos ficam espaçados, mas vale a pena esperar por eles. Mas acho que esgotou agora, não assistiria uma terceira, se houvesse.
Saborosíssima. Uma das melhores séries policiais que já vi. A trama é incrível e todos os personagens são originais e interessantes, com suas motivações bem implementadas.
Não consigo imaginar nenhuma forma de ser melhor do que foi. A Globo acertou em cheio ao promover uma série com grande dose de fidelidade biográfica (sempre impossível de atingir completamente), abundância de números musicais excelentes sempre relevantes para trama (inclusive músicas obscuras porém marcantes para conhecedores da obra) e uma abordagem artística, ousada, permeada por um realismo mágico que dialoga muito com a personalidade do cantor. A forma como o alcoolismo crônico de Raul foi tratada também me impressionou muito. Sem moralismos preconceituosos, muito menos apologia do consumo de álcool, a série relata a doença como algo que fazia parte da vida do compositor, para o bem e para o mal. Série marcante e essencial.
Suco de tomate frio nas veias no lugar do sangue quente argentino. A série é apática demais, quase burocrática no desenvolvimento, não se define nunca e apenas encaminha para uma segunda temporada, que não assistirei.
Os personagens e as relações entre eles vão ficando mais complexas no decorrer da série, que parece obvia no princípio mas vai se adensando com o passar dos episódios. Boas atuações, especialmente de Catalina Sopelana, que possui uma presença especial em cena, mesmo sem fazer muito esforço.
Manteve o mesmo nível da última temporada, quando passou a focar mais nas interações humanas do que nos efeitos da tecnologia em si mesmos. Como sempre, há episódios memoráveis (Eulogy, o melhor de todos, e Brinquedo) e outros esquecíveis (Hotal Reverie). A atuação mais incrível da temporada porém vai para Cristin Milioti no último episódio, que em si não é tão marcante mas se torna aprazível pela presença cativante dessa ótima atriz.
Histórias intensas e muito bem concatenadas. Necessita atenção constante para não se perder na trama, principalmente com os nomes difíceis de gravas, e alguns atores fisicamente muito parecidos, mas recompensa o esforço com uma trama envolvente e moralmente carregada.
Espetacular. A crítica à automação do trabalho está implícita em cada cena, diálogo ou gesto dos atores. Adam Scott surpreende, provavelmente no melhor trabalho de sua carreira. E Britt Lower parece nascida para esse papel, tão perfeitamente encarna a personagem. A tensão do último ep é comparável apenas aos melhores momentos de Dark. E pensar que quem assistiu em 2022 teve de esperar quase três anos para a segunda temporada. Eu já posso começar amanhã!
A série gera um estranhamento no começo que parece que será uma bomba insuportável, dá vontade de largar logo no primeiro ep. Mas depois melhora muito, demonstra personagens bem delineados e coerentes em seus atos. Há uma relevante crítica social, muito mais importante na série que a ficção científica, fraca em seus conceitos.
Uma experiência visual impressionante. Em tempos de Inteligência Artificial e computação gráfica, essa série aposta puramente no talento humano, filmando cada um dos episódios em um plano sequência contínuo, para o qual foram necessários meses de fatigantes e repetitivos ensaios. Diante de um trabalho tão artesanal, a trama até fica em segundo plano, mas não deixa de ser interessante, atual e questionadora de padrões de pensamentos.
Uma das produções mais criativas e inusitadas que já assisti. Fica até injusto chamá-lo de o 'Black Mirror' tailandês, pois aqui há elementos que não se vê na série inglesa, como uma preocupação constante com as escolhas éticas e afetivas, além de alta conscientização ambiental e até uma certa espiritualidade. Os quatro episódios são incrivelmente originais e totalmente diferentes entre si, oferecendo sensações novas a cada experiência, com atuações comoventes dos bem preparados atores locais. O ponto alto chega justamente na última parte, com uma apresentação das atrizes mirins tão comovente que fica impossível resistir às lágrimas.
Boa trama, Robert de Niro arrasando no protagonismo. Questiona vários assuntos atuais, mas ao fim e ao cabo termina se posicionando coservadoramente, ao estilo patriótico e moralista.
Terra de Pecados
2.6 5 Assista AgoraA protagonista é muito forte, mas a trama é um pouco confusa e os personagens secundários não carregam o mesmo interesse. Chega a ser entediante no percurso, apesar de ter uma duração ágil.
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 333 Assista AgoraO magnetismo e o carisma da Rhea Seehorn carregariam a série nas costas se a trama não fosse tão original e envolvente. Muito mais cerebral do que outras séries pós-apocalípticas de mais grife, e deixa uma expectativa enorme para a sequência.
1995 - No tempo dos Bad Boys
4.1 3A Globo novamente entregando uma série incrível sobre a atmosfera das décadas passadas. Dá vontade de ver os três eps em sequência, sem parar, tão saborosa é a narrativa. Cenas incríveis, situações curiosas, um clima de nostalgia impagável. Esperamos que Globo, detentora de um universo inteiro em imagens quase exclusivas de 4 décadas de nossa história cultural, continue entregando entretenimento dessa qualidade.
Despachos de Outro Lugar (1ª Temporada)
4.1 31 Assista AgoraEm alguns momentos, achei a série genial. Em outros, entediei-me a ponte de largar. Tive perseverança e fui até o final, esperando algo revelador que justifique essa nota alta...estou esperando até agora.
Black Rabbit
3.5 32 Assista AgoraExcelente produção, com boa trama, atuações em altíssimo nível e uma linda fotografia de locais boêmios de Nova York. Além da presença sempre competente de Jude Law, vários protagonistas se destacam nessa série empolgante e repleta de surpresas.
O Monstro em Mim
3.5 74 Assista AgoraUma série muito bem executada, praticamente impecável. Além das ótimas atuações (principalmente de Matthew Rhys), direção competente e trama envolvente, ainda apresenta um última ep altamente imprevisível, cheio de reviravoltas.
Desobedientes
2.9 63 Assista AgoraMérito para as atuações, todas excelentes, com destaque para as jovens amigas. Mas o tema se perdeu e repetiu outras fórmulas já gastas. Ficou meia-boca, dentro da média.
A Máfia do Apito
3.5 4Ótima série documental. Criativa e muito revelatória sobre os meandros desse caso, que completa 20 anos.
Pssica
3.8 72 Assista AgoraSério que a Martha de Dark estava estrelando uma série brasileira? Impressionante como a protagonista parece com a Lisa Vicari. Brincadeiras à parte, a série é muito bem produzida e eletrizante, com muita cor local e denúncias de crimes corriqueiros não só na região Norte como em todo o país.
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 346 Assista AgoraDecaiu um pouquinho, em comparação com a primeira. Alguns episódios exclusivos de certos personagens são lentos e tediosos. Mas a inclusão da Miss Huang e o protagonismo do excelente Mr. Milchick são ótimas adições. No geral, é boa, tecnicamente perfeita, mas não causa nem de longe o impacto da primeira temporada.
Sandman (2ª Temporada)
3.9 125 Assista AgoraAchei melhor e mais reflexiva que a primeira. É longa demais e os grandes momentos ficam espaçados, mas vale a pena esperar por eles. Mas acho que esgotou agora, não assistiria uma terceira, se houvesse.
Dept. Q (1ª Temporada)
3.9 88 Assista AgoraSaborosíssima. Uma das melhores séries policiais que já vi. A trama é incrível e todos os personagens são originais e interessantes, com suas motivações bem implementadas.
Raul Seixas: Eu Sou
4.2 77Não consigo imaginar nenhuma forma de ser melhor do que foi. A Globo acertou em cheio ao promover uma série com grande dose de fidelidade biográfica (sempre impossível de atingir completamente), abundância de números musicais excelentes sempre relevantes para trama (inclusive músicas obscuras porém marcantes para conhecedores da obra) e uma abordagem artística, ousada, permeada por um realismo mágico que dialoga muito com a personalidade do cantor. A forma como o alcoolismo crônico de Raul foi tratada também me impressionou muito. Sem moralismos preconceituosos, muito menos apologia do consumo de álcool, a série relata a doença como algo que fazia parte da vida do compositor, para o bem e para o mal. Série marcante e essencial.
O Eternauta (1ª Temporada)
3.7 165 Assista AgoraSuco de tomate frio nas veias no lugar do sangue quente argentino. A série é apática demais, quase burocrática no desenvolvimento, não se define nunca e apenas encaminha para uma segunda temporada, que não assistirei.
O Jardineiro
3.1 50 Assista AgoraOs personagens e as relações entre eles vão ficando mais complexas no decorrer da série, que parece obvia no princípio mas vai se adensando com o passar dos episódios. Boas atuações, especialmente de Catalina Sopelana, que possui uma presença especial em cena, mesmo sem fazer muito esforço.
O Domo de Vidro
3.2 26 Assista AgoraBom suspense, com atores competentes, uma trama consistente e ótima fotografia.
Black Mirror (7ª Temporada)
3.8 335 Assista AgoraManteve o mesmo nível da última temporada, quando passou a focar mais nas interações humanas do que nos efeitos da tecnologia em si mesmos. Como sempre, há episódios memoráveis (Eulogy, o melhor de todos, e Brinquedo) e outros esquecíveis (Hotal Reverie). A atuação mais incrível da temporada porém vai para Cristin Milioti no último episódio, que em si não é tão marcante mas se torna aprazível pela presença cativante dessa ótima atriz.
Carma
4.0 27 Assista AgoraHistórias intensas e muito bem concatenadas. Necessita atenção constante para não se perder na trama, principalmente com os nomes difíceis de gravas, e alguns atores fisicamente muito parecidos, mas recompensa o esforço com uma trama envolvente e moralmente carregada.
Ruptura (1ª Temporada)
4.5 870 Assista AgoraEspetacular. A crítica à automação do trabalho está implícita em cada cena, diálogo ou gesto dos atores. Adam Scott surpreende, provavelmente no melhor trabalho de sua carreira. E Britt Lower parece nascida para esse papel, tão perfeitamente encarna a personagem. A tensão do último ep é comparável apenas aos melhores momentos de Dark. E pensar que quem assistiu em 2022 teve de esperar quase três anos para a segunda temporada. Eu já posso começar amanhã!
Cassandra
3.4 177 Assista AgoraA série gera um estranhamento no começo que parece que será uma bomba insuportável, dá vontade de largar logo no primeiro ep. Mas depois melhora muito, demonstra personagens bem delineados e coerentes em seus atos. Há uma relevante crítica social, muito mais importante na série que a ficção científica, fraca em seus conceitos.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraUma experiência visual impressionante. Em tempos de Inteligência Artificial e computação gráfica, essa série aposta puramente no talento humano, filmando cada um dos episódios em um plano sequência contínuo, para o qual foram necessários meses de fatigantes e repetitivos ensaios. Diante de um trabalho tão artesanal, a trama até fica em segundo plano, mas não deixa de ser interessante, atual e questionadora de padrões de pensamentos.
O Amanhã e Eu
3.1 10Uma das produções mais criativas e inusitadas que já assisti. Fica até injusto chamá-lo de o 'Black Mirror' tailandês, pois aqui há elementos que não se vê na série inglesa, como uma preocupação constante com as escolhas éticas e afetivas, além de alta conscientização ambiental e até uma certa espiritualidade. Os quatro episódios são incrivelmente originais e totalmente diferentes entre si, oferecendo sensações novas a cada experiência, com atuações comoventes dos bem preparados atores locais. O ponto alto chega justamente na última parte, com uma apresentação das atrizes mirins tão comovente que fica impossível resistir às lágrimas.
Dia Zero
3.3 56 Assista AgoraBoa trama, Robert de Niro arrasando no protagonismo. Questiona vários assuntos atuais, mas ao fim e ao cabo termina se posicionando coservadoramente, ao estilo patriótico e moralista.
Asura
4.1 6Cada minuto desta série é uma delícia. Elenco afinado, minimalismo, bom humor, tudo que há de melhor na comédia dramática japonesa está aqui.