Tenho me interessado por filmes argentinos ultimamente. Vi há pouco tempo a comédia "Homo Argentum" e gostei. No filme em questão, achei a ideia interessante e prendeu minha atenção, porém é visível que há uma espécie de "colagem" de histórias na trama dessa obra. Gostei também da protagonista que, de alguma forma traz certo mistério e interesse na personagem. O final parece funcionar mais com o início do que propriamente com a sequência final.
O filme tem uma história, porém, não foi bem contada. Achei que era um filme feito por alguém que queria exorcizar um drama muito pessoal que lhe marcou por toda vida e me surpreendi por ser o próprio Ewan McGregor o diretor da obra. O problema está no ritmo que por vezes engrena e depois se torna desinteressante logo em seguida. A suposta amiga militante da filha, a psicóloga, a gagueira, a explicação sobre seu sumiço, pouco acrescentam à história. Não tem um clímax, e a descoberta sobre o paradeiro da filha são sem graça e nem acrescentam na trama.
Agradeço ao Paul Thomas Anderson por ter feito uma obra como esta. Sem ela, não riria tanto com a crítica do Papa* Bento Ribeiro no Chapado Crítico. Obrigado. * gracinha infame bem ao estilo do Bento Ribeiro
Achei a ideia interessante apesar de não ser original. Acontecer à luz do dia, a família comum, etc. Mas os problemas começam já quando não existe uma melhor apresentação dos personagens, fica difícil sentir empatia por algum deles. Até a menina, que sofreu com as mortes das amigas e tal não há muito aprofundamento. As resoluções de certas situações que são essenciais para o bom desenvolvimento da história são apressadas, sem muito impacto nem surpresa. Mais um filme padrão Netflix, aqui no caso, Prime Vídeo. Diretor e história no piloto automático.
Tem a cena da mãe falando com o filho na cozinha que larga uma pista falsa, a desgraça, dando a entender que a mãe ou mesmo o filho fizeram algo errado e tal, rsrs
Ótimo filme, incrível tamanha química dos atores. Nathan Lane e Robin Williams sensacionais. A carência do Albert no início é hilária. Robin Williams tentando parecer sério, contido e racional se torna muito engraçado. Gene Hackman tb está ótimo. O roteiro é afiado e tem sempre algo sutil e engraçado acontecendo. Revendo pela terceira vez. Uma joia.
Eu lembro desse filme com certa curiosidade mas creio que não assisti até o fim. Resolvi assistir agora e, claro, passado tanto tempo, envelheceu em alguns sentidos. O tema é interessante e partiu de um livro que hoje só é possível de se adquirir em sebos. Voltando ao filme, é a história de um inventor meio amalucado e sua família que embarca literalmente na busca de uma vida singular, alternativa, no meio da floresta. Com seu espírito criativo, o inventor pensa que possui a solução para uma vida longe do que ele chama de decadência do estilo de vida americano. Crê que em pouco tempo os EUA deixarão de existir seja por uma guerra nuclear ou mesmo pela ruína do consumismo exagerado. E parece que tudo vai dar certo, porém a realidade crua bate à sua porta e situações fora de controle põe tudo a perder. Eu não lembrava de que muitas vezes o personagem de Harrison Ford dá mostras claras de ser esquizofrênico, e a família aos poucos vai percebendo isto. É um filme interessante e talvez se tornasse ainda mais interessante se fosse um pouco mais fantasioso, mas não. Aquela utopia de levar uma vida livre de amarras na verdade não existe pois sempre teremos obrigações, deveres e situações que nos fogem ao controle. Basta tu ter dois carros, duas casas - com uma sendo no campo, por exemplo - que a gente já vai percebendo a escancarada realidade: gastos, restauros, estragos, sinistros, e por aí vai. Quanto mais ainda sobreviver e levar uma vida dita "livre" com toda sua família no meio de uma floresta.
Tinha expectativas com o filme mas me decepcionei. Achei a atuação da Maika Monroe apática demais, sem expressão alguma - seria pra deixar o espectador com dúvida sobre seu estado mental, talvez? Acho que já vi filmes demais com o mesmo enredo tanto que não traz nenhuma surpresa afinal. É verdade que o final te deixa apreensivo e com algumas conveniências de roteiro que já começam na meia hora final contribuem pra isso. É o tipo de filme que não abre muitas possibilidades de se pensar em mudanças bruscas ao seu final.
Eu lembro quando ainda muito jovem passei na frente do cinema e vi o poster desse filme e fiquei muito curioso. Nunca tive oportunidade de assistir mas os posteres dessa época eram geniais e mexiam com a imaginação. Assistindo agora em 2025 é óbvio que ele perde muito da sua força mas a história ainda te prende pois tem uma boa apresentação dos personagens e isto cria um interesse em acompanhar sua trajetória. Pelo poster sempre pensei que seria um terror pesado, mas não, é mais um drama com uma boa e curiosa história, com a participação do Anthony Hopkins ainda jovem e a atriz Marsha Mason de "a Garota do Adeus". Bom filme!!
Reassistindo em 24/12/2025, é um ótimo filme, ainda mais para quem curte Sci-fi e terror. Gostei da estética da nave e uniformes, bons personagens e um suspense que aumenta em tensão até o final do filme. Contrariando o discursinho woke e o pedágio identitário artificial e forçado instituído atualmente em Hollywood, temos aqui o protagonismo natural de Laurence Fishburne, assim como das atrizes Kathleen Quinlan e Joely Richardson. Sam Neil tb está bem aqui, com seu jeitão esquisito tal qual o filme "À Beira da Loucura". Bons efeitos especiais ainda mais para a época - 1997 - e muito interessante esteticamente o núcleo da nave, lembrando motivos de algo inca, asteca ou mesmo gótico. Divertido e ao mesmo tempo, assustador. Curiosamente, 10 anos mais tarde foi lançado "Sunshine - Alerta Solar", com elenco estelar e história semelhante, mas ainda abaixo de "O Enigma... Outra curiosidade foi o nome do personagem do Sam Neil se chamar Dr. Weir - próximo de "weird", esquisito, em inglês.
Reassistindo agora em 2025 dá pra ver a bosta toda que a cultura woke faz em Hollywood. Aqui, não há política escancarada, identitarismo idiota e nem discursinho mostrando como você é "do mal" por não sair por aí empunhando uma bandeira na rua ou mesmo se justificando a todo momento pra mostrar que é "do bem!", dá pra assistir tranquilamente sem pensar em quando vai começar o bla bla bla. Dito isto, no filme tem muita coisa acontecendo, aliás, tanta coisa que algumas cenas que eu lembrava achava até que era de um outro filme da série. Ele tem sérios problemas de iluminação e efeitos especiais, muitos cortes abruptos, mas ainda assim é interessante. Curioso como o Hugh Jackman nasceu para esse papel de tão bem que encarna o personagem, se fosse mais baixinho seria idêntico ao dos quadrinhos. Realmente tem muitos personagens e situações mas o tempo passa rápido diante de tanta ação e acontecimentos. Dá pra escorrer uma lágrima com a parte romântica que até lembra um trecho de alguma tragédia grega, rsrs. O saudoso Isaac Bardavid, dublador do Wolverine falecido em 2022, eterniza com sua voz rústica e poderosa do personagem. Boas lutas e ação num roteiro muito frenético e por vezes confuso, mas que faz valer a pena e se agiganta quando comparado a tanto filme ruim sobre heróis feitos mais recentemente. O músico (sumisdo) Will.i.am (que nome bobo) faz uma ponta como um dos mutantes.
Estava com a expectativa alta vendo o trailer e parece que mais uma vez entregam as melhores cenas já ali, como é a tendência de muitos trailers. O filme tem bons momentos mas já achei a infância do Victor meio sem graça, desnecessário. Talvez esse seja um problema de quem já assistiu outras versões, como a do Kenneth Branagh, que me pareceu mais completo, apesar de um pouco teatral demais. A impressão que dá é que sempre falta tempo para se contar bem a história que é complexa. Aqui senti falta de um aprofundamento maior da importância da Elisabeth, que é peça central da história. As próprias mortes dos familiares que eram tão importantes na história de vingança do monstro não são aqui retratadas. Visualmente sim, é muito bonito - apesar do meu estranhamento da escolha do visual da criatura!? - A falta de encadeamento dos eventos importantes e cruciais da história me chamaram a atenção e me fazem que pensar que os executivos da Netflix avisaram o Del Toro na edição final: Ei, não esquece que isto aqui é só mais um filme da Netflix...
Estranhei o título, pensei: a esta altura do campeonato o Denzel vai querer lacrar? kkkk Filme do Denzel e mais Spike Lee na direção, fica difícil deixar de lado. Olha, início ótimo com imagens estonteantes de Nova York, já me prendeu, mas... tem muita coisa travada nesse filme. Aquela lascada de "inspirado no filme de Akira Kurosawa, putz... Quando parecia que o Denzel iria virar "O Protetor"... se assustou com um cachorro na coleira. Os diálogos com o Rapper são constrangedores. E o nome do filme (tradutor brasileiro lacrador, na verdade), vem da... música do contatinho do filho dele... é barrigada demais pra mim.
Interessei-me pela sinopse do filme e resolvi assistir, porém a gente vai vendo velhos clichês já desde o início: a novata que ganha uma chance única, o famoso que volta à ação, o grupo de pessoas que vão se tornando, digamos, excêntricos, a falta de percepção de todos sobre a estranheza do entorno - a não ser , é claro, a protagonista - entre outras conveniências do roteiro... de diferente mesmo - na verdade nem tanto, pois é uma tendência de hollywood ultimamente - uma protagonista negra fazendo a frente na história, talvez para pagar o pedágio woke recorrente nos estúdios. Ah, faltou lembrar a participação do John Malkovich no piloto automático com suas caras e bocas de sempre. E o pior que mesmo parecendo sempre fazer o mesmo papel , não consigo parar de ver e achar engraçado, kkkk.
Esperei um pouco para ver este e "A Hora do Mal", para deixar passar o frisson de fãs do terror. A Hora do Mal achei interessante pela forma de se contar a história, pelas diferentes óticas dos personagens, mas com final estranho, quase cômico e sem explicações maiores sobre a maléfica e estranha personagem da Tia. Aqui, o filme une um drama sincero, onde sentimos a dor junto aos irmãos personagens centrais do filme, bons atores, aliás. Tem momentos angustiantes mas dá a impressão que cortaram sequências do filme onde explicava melhor a questão do tal ritual ou mesmo a relação da mãe solitária com a filha. O menino "zumbi" tb me pareceu solto no filme, parecia não ter sentido, nunca se sabia para que lado alguma coisa iria acontecer. Ainda assim é uma boa história com execução razoável.
Assisti aos 3 filmes de "A Profecia", inclusive o remake de 2006 e não sabia que este era um prequel. Fui com curiosidade pois ouvi elogios. Porém tive que assistir em 3 tempos, pois não me prendeu, eu ficava esperando que a sequência seguinte iria surpreender mas não. Fica difícil comparar com os originais, principalmente o primeiro que foi muito impactante para mim. Gostei da ambientação e personagens mas faltou surpresa e encadeamento na história. Os prelúdios sempre são um problema.
Filme que ao assistir, ficamos destruídos se conseguirmos fazer o exercício da empatia. Para quem tem filhos, pior ainda. Deu muita pena, inclusive, do cara que rouba deles por pura necessidade, sem ser mau, e que depois é encontrado por eles. O pai toma uma atitude severa e o filho o repreende. É possível tb entender o filme como uma alegoria do crescimento dos filhos, da passagem da infância-adolescência para a vida adulta, com seus perigos e desafios que gostaríamos mas que não podemos controlar.
Filme divertido, reassisti agora porém me pareceu outro filme, pelo que lembrava o querido Robin Willians aparecia mais no filme, mas não. Allen coloca aqui o sexo como sendo a força motriz maior dos relacionamentos ou mesmo para por fim neles. Na discussão com sua mulher: Ele- Quero que Deus mande um raio na minha cabeça se estou traindo você... Ela- Mas ... você é ateu! rsrs. Ele sempre tece críticas ao modo judeu de criação, no caso dele e flerta com simpatia à religião cristã mesmo sendo ateu. A parte onde ele desce ao inferno e vê seu pai é hilária, entre outras.
Já tinha assistido há tempos e achei ótimo. Reassisti agora de novo e mantenho a mesma opinião. Tem uma ótima fotografia, o roteiro é muito bom, assim como os personagens. A escolha por mostrar a Itália com aquela luz e mar maravilhosos unidos a um estilo de vida simples foi uma boa escolha. Jude Law como Dickie, um bon vivant às custas do pai está muito bem e mostra uma personalidade radiante que hipnotiza Ripley, Law é aquele tipo de cara que que conquista a todos pela sua simpatia, juventude e alegria de viver. Quando ele finalmente resolve dispensar a amizade de Ripley, a história toma um rumo sem volta. Em dado momento nos sentimos culpados por estarmos torcendo (ou somente ver no que vai dar) por Ripley e em seguida ficamos surpresos com a sua cara de pau e sorte de conseguir esconder sua identidade. É o tipo de filme que é difícil de parar de assistir mesmo sendo longo.
Ótimo Sci-Fi de ação e com a cara do Paul Verhoeven. Bons efeitos especiais e personagens bobos que divertem. Lembra bem o clima de Robocop, com aquele futuro pessimista mas com certa dose de realidade. Envelheceu bem.
A Virgem da Pedreira
2.4 18 Assista AgoraTenho me interessado por filmes argentinos ultimamente. Vi há pouco tempo a comédia "Homo Argentum" e gostei. No filme em questão, achei a ideia interessante e prendeu minha atenção, porém é visível que há uma espécie de "colagem" de histórias na trama dessa obra. Gostei também da protagonista que, de alguma forma traz certo mistério e interesse na personagem. O final parece funcionar mais com o início do que propriamente com a sequência final.
Pastoral Americana
3.1 106 Assista AgoraO filme tem uma história, porém, não foi bem contada. Achei que era um filme feito por alguém que queria exorcizar um drama muito pessoal que lhe marcou por toda vida e me surpreendi por ser o próprio Ewan McGregor o diretor da obra. O problema está no ritmo que por vezes engrena e depois se torna desinteressante logo em seguida. A suposta amiga militante da filha, a psicóloga, a gagueira, a explicação sobre seu sumiço, pouco acrescentam à história. Não tem um clímax, e a descoberta sobre o paradeiro da filha são sem graça e nem acrescentam na trama.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 659 Assista AgoraAgradeço ao Paul Thomas Anderson por ter feito uma obra como esta. Sem ela, não riria tanto com a crítica do Papa* Bento Ribeiro no Chapado Crítico. Obrigado.
* gracinha infame bem ao estilo do Bento Ribeiro
Presença
2.8 269 Assista AgoraAchei a ideia interessante apesar de não ser original. Acontecer à luz do dia, a família comum, etc. Mas os problemas começam já quando não existe uma melhor apresentação dos personagens, fica difícil sentir empatia por algum deles. Até a menina, que sofreu com as mortes das amigas e tal não há muito aprofundamento. As resoluções de certas situações que são essenciais para o bom desenvolvimento da história são apressadas, sem muito impacto nem surpresa. Mais um filme padrão Netflix, aqui no caso, Prime Vídeo. Diretor e história no piloto automático.
Tem a cena da mãe falando com o filho na cozinha que larga uma pista falsa, a desgraça, dando a entender que a mãe ou mesmo o filho fizeram algo errado e tal, rsrs
A Gaiola das Loucas
3.6 244 Assista AgoraÓtimo filme, incrível tamanha química dos atores. Nathan Lane e Robin Williams sensacionais. A carência do Albert no início é hilária. Robin Williams tentando parecer sério, contido e racional se torna muito engraçado. Gene Hackman tb está ótimo. O roteiro é afiado e tem sempre algo sutil e engraçado acontecendo. Revendo pela terceira vez. Uma joia.
A Costa do Mosquito
3.3 64 Assista AgoraEu lembro desse filme com certa curiosidade mas creio que não assisti até o fim. Resolvi assistir agora e, claro, passado tanto tempo, envelheceu em alguns sentidos. O tema é interessante e partiu de um livro que hoje só é possível de se adquirir em sebos. Voltando ao filme, é a história de um inventor meio amalucado e sua família que embarca literalmente na busca de uma vida singular, alternativa, no meio da floresta. Com seu espírito criativo, o inventor pensa que possui a solução para uma vida longe do que ele chama de decadência do estilo de vida americano. Crê que em pouco tempo os EUA deixarão de existir seja por uma guerra nuclear ou mesmo pela ruína do consumismo exagerado. E parece que tudo vai dar certo, porém a realidade crua bate à sua porta e situações fora de controle põe tudo a perder. Eu não lembrava de que muitas vezes o personagem de Harrison Ford dá mostras claras de ser esquizofrênico, e a família aos poucos vai percebendo isto. É um filme interessante e talvez se tornasse ainda mais interessante se fosse um pouco mais fantasioso, mas não. Aquela utopia de levar uma vida livre de amarras na verdade não existe pois sempre teremos obrigações, deveres e situações que nos fogem ao controle. Basta tu ter dois carros, duas casas - com uma sendo no campo, por exemplo - que a gente já vai percebendo a escancarada realidade: gastos, restauros, estragos, sinistros, e por aí vai. Quanto mais ainda sobreviver e levar uma vida dita "livre" com toda sua família no meio de uma floresta.
Observador
3.3 410 Assista AgoraTinha expectativas com o filme mas me decepcionei. Achei a atuação da Maika Monroe apática demais, sem expressão alguma - seria pra deixar o espectador com dúvida sobre seu estado mental, talvez? Acho que já vi filmes demais com o mesmo enredo tanto que não traz nenhuma surpresa afinal. É verdade que o final te deixa apreensivo e com algumas conveniências de roteiro que já começam na meia hora final contribuem pra isso. É o tipo de filme que não abre muitas possibilidades de se pensar em mudanças bruscas ao seu final.
As Duas Vidas de Audrey Rose
3.4 79 Assista AgoraEu lembro quando ainda muito jovem passei na frente do cinema e vi o poster desse filme e fiquei muito curioso. Nunca tive oportunidade de assistir mas os posteres dessa época eram geniais e mexiam com a imaginação. Assistindo agora em 2025 é óbvio que ele perde muito da sua força mas a história ainda te prende pois tem uma boa apresentação dos personagens e isto cria um interesse em acompanhar sua trajetória. Pelo poster sempre pensei que seria um terror pesado, mas não, é mais um drama com uma boa e curiosa história, com a participação do Anthony Hopkins ainda jovem e a atriz Marsha Mason de "a Garota do Adeus". Bom filme!!
O Enigma do Horizonte
3.2 350 Assista AgoraReassistindo em 24/12/2025, é um ótimo filme, ainda mais para quem curte Sci-fi e terror. Gostei da estética da nave e uniformes, bons personagens e um suspense que aumenta em tensão até o final do filme. Contrariando o discursinho woke e o pedágio identitário artificial e forçado instituído atualmente em Hollywood, temos aqui o protagonismo natural de Laurence Fishburne, assim como das atrizes Kathleen Quinlan e Joely Richardson. Sam Neil tb está bem aqui, com seu jeitão esquisito tal qual o filme "À Beira da Loucura". Bons efeitos especiais ainda mais para a época - 1997 - e muito interessante esteticamente o núcleo da nave, lembrando motivos de algo inca, asteca ou mesmo gótico. Divertido e ao mesmo tempo, assustador. Curiosamente, 10 anos mais tarde foi lançado "Sunshine - Alerta Solar", com elenco estelar e história semelhante, mas ainda abaixo de "O Enigma... Outra curiosidade foi o nome do personagem do Sam Neil se chamar Dr. Weir - próximo de "weird", esquisito, em inglês.
X-Men Origens: Wolverine
3.2 2,2K Assista AgoraReassistindo agora em 2025 dá pra ver a bosta toda que a cultura woke faz em Hollywood. Aqui, não há política escancarada, identitarismo idiota e nem discursinho mostrando como você é "do mal" por não sair por aí empunhando uma bandeira na rua ou mesmo se justificando a todo momento pra mostrar que é "do bem!", dá pra assistir tranquilamente sem pensar em quando vai começar o bla bla bla. Dito isto, no filme tem muita coisa acontecendo, aliás, tanta coisa que algumas cenas que eu lembrava achava até que era de um outro filme da série. Ele tem sérios problemas de iluminação e efeitos especiais, muitos cortes abruptos, mas ainda assim é interessante. Curioso como o Hugh Jackman nasceu para esse papel de tão bem que encarna o personagem, se fosse mais baixinho seria idêntico ao dos quadrinhos. Realmente tem muitos personagens e situações mas o tempo passa rápido diante de tanta ação e acontecimentos. Dá pra escorrer uma lágrima com a parte romântica que até lembra um trecho de alguma tragédia grega, rsrs. O saudoso Isaac Bardavid, dublador do Wolverine falecido em 2022, eterniza com sua voz rústica e poderosa do personagem. Boas lutas e ação num roteiro muito frenético e por vezes confuso, mas que faz valer a pena e se agiganta quando comparado a tanto filme ruim sobre heróis feitos mais recentemente. O músico (sumisdo) Will.i.am (que nome bobo) faz uma ponta como um dos mutantes.
Frankenstein
3.7 598 Assista AgoraEstava com a expectativa alta vendo o trailer e parece que mais uma vez entregam as melhores cenas já ali, como é a tendência de muitos trailers. O filme tem bons momentos mas já achei a infância do Victor meio sem graça, desnecessário. Talvez esse seja um problema de quem já assistiu outras versões, como a do Kenneth Branagh, que me pareceu mais completo, apesar de um pouco teatral demais. A impressão que dá é que sempre falta tempo para se contar bem a história que é complexa. Aqui senti falta de um aprofundamento maior da importância da Elisabeth, que é peça central da história. As próprias mortes dos familiares que eram tão importantes na história de vingança do monstro não são aqui retratadas. Visualmente sim, é muito bonito - apesar do meu estranhamento da escolha do visual da criatura!? - A falta de encadeamento dos eventos importantes e cruciais da história me chamaram a atenção e me fazem que pensar que os executivos da Netflix avisaram o Del Toro na edição final: Ei, não esquece que isto aqui é só mais um filme da Netflix...
Luta de Classes
2.8 69 Assista AgoraEstranhei o título, pensei: a esta altura do campeonato o Denzel vai querer lacrar? kkkk Filme do Denzel e mais Spike Lee na direção, fica difícil deixar de lado. Olha, início ótimo com imagens estonteantes de Nova York, já me prendeu, mas... tem muita coisa travada nesse filme. Aquela lascada de "inspirado no filme de Akira Kurosawa, putz... Quando parecia que o Denzel iria virar "O Protetor"... se assustou com um cachorro na coleira. Os diálogos com o Rapper são constrangedores. E o nome do filme (tradutor brasileiro lacrador, na verdade), vem da... música do contatinho do filho dele... é barrigada demais pra mim.
Opus
2.7 19 Assista AgoraInteressei-me pela sinopse do filme e resolvi assistir, porém a gente vai vendo velhos clichês já desde o início: a novata que ganha uma chance única, o famoso que volta à ação, o grupo de pessoas que vão se tornando, digamos, excêntricos, a falta de percepção de todos sobre a estranheza do entorno - a não ser , é claro, a protagonista - entre outras conveniências do roteiro... de diferente mesmo - na verdade nem tanto, pois é uma tendência de hollywood ultimamente - uma protagonista negra fazendo a frente na história, talvez para pagar o pedágio woke recorrente nos estúdios. Ah, faltou lembrar a participação do John Malkovich no piloto automático com suas caras e bocas de sempre. E o pior que mesmo parecendo sempre fazer o mesmo papel , não consigo parar de ver e achar engraçado, kkkk.
Faça Ela Voltar
3.8 756 Assista AgoraEsperei um pouco para ver este e "A Hora do Mal", para deixar passar o frisson de fãs do terror. A Hora do Mal achei interessante pela forma de se contar a história, pelas diferentes óticas dos personagens, mas com final estranho, quase cômico e sem explicações maiores sobre a maléfica e estranha personagem da Tia. Aqui, o filme une um drama sincero, onde sentimos a dor junto aos irmãos personagens centrais do filme, bons atores, aliás. Tem momentos angustiantes mas dá a impressão que cortaram sequências do filme onde explicava melhor a questão do tal ritual ou mesmo a relação da mãe solitária com a filha. O menino "zumbi" tb me pareceu solto no filme, parecia não ter sentido, nunca se sabia para que lado alguma coisa iria acontecer. Ainda assim é uma boa história com execução razoável.
Kraven, o Caçador
2.6 219 Assista AgoraOu você morre heroi ou vive o suficiente pra ser vilão. Pois é, Kick Ass ou Mercúrio, como queiram...
A Primeira Profecia
3.4 409 Assista AgoraAssisti aos 3 filmes de "A Profecia", inclusive o remake de 2006 e não sabia que este era um prequel. Fui com curiosidade pois ouvi elogios. Porém tive que assistir em 3 tempos, pois não me prendeu, eu ficava esperando que a sequência seguinte iria surpreender mas não. Fica difícil comparar com os originais, principalmente o primeiro que foi muito impactante para mim. Gostei da ambientação e personagens mas faltou surpresa e encadeamento na história. Os prelúdios sempre são um problema.
A Estrada
3.6 1,3K Assista AgoraFilme que ao assistir, ficamos destruídos se conseguirmos fazer o exercício da empatia. Para quem tem filhos, pior ainda. Deu muita pena, inclusive, do cara que rouba deles por pura necessidade, sem ser mau, e que depois é encontrado por eles. O pai toma uma atitude severa e o filho o repreende. É possível tb entender o filme como uma alegoria do crescimento dos filhos, da passagem da infância-adolescência para a vida adulta, com seus perigos e desafios que gostaríamos mas que não podemos controlar.
Desconstruindo Harry
4.0 337 Assista AgoraFilme divertido, reassisti agora porém me pareceu outro filme, pelo que lembrava o querido Robin Willians aparecia mais no filme, mas não. Allen coloca aqui o sexo como sendo a força motriz maior dos relacionamentos ou mesmo para por fim neles. Na discussão com sua mulher: Ele- Quero que Deus mande um raio na minha cabeça se estou traindo você... Ela- Mas ... você é ateu! rsrs. Ele sempre tece críticas ao modo judeu de criação, no caso dele e flerta com simpatia à religião cristã mesmo sendo ateu. A parte onde ele desce ao inferno e vê seu pai é hilária, entre outras.
Amor Sem Medida
2.6 95A versão argentina é muito boa. A versão francesa é mais fraquinha, um pouco forçada. A brasileira, bem... eu passo, obrigado. Hassum não dá.
Desconstruindo Harry
4.0 337 Assista AgoraO que aconteceu aqui embaixo? Corrente para desconstruir Woody Allen? Para baixar a nota ? Surto coletivo? Vírus? Kkkk o mundo nunca saberá...
Como Sobreviver a um Ataque Zumbi
3.1 534 Assista AgoraDivertido!! Eu não estava preparado para a véia zumbi sem dentadura tentando tirar um naco do traseiro do protagonista, kkkkk
O Talentoso Ripley
3.8 683 Assista AgoraJá tinha assistido há tempos e achei ótimo. Reassisti agora de novo e mantenho a mesma opinião. Tem uma ótima fotografia, o roteiro é muito bom, assim como os personagens. A escolha por mostrar a Itália com aquela luz e mar maravilhosos unidos a um estilo de vida simples foi uma boa escolha. Jude Law como Dickie, um bon vivant às custas do pai está muito bem e mostra uma personalidade radiante que hipnotiza Ripley, Law é aquele tipo de cara que que conquista a todos pela sua simpatia, juventude e alegria de viver. Quando ele finalmente resolve dispensar a amizade de Ripley, a história toma um rumo sem volta. Em dado momento nos sentimos culpados por estarmos torcendo (ou somente ver no que vai dar) por Ripley e em seguida ficamos surpresos com a sua cara de pau e sorte de conseguir esconder sua identidade. É o tipo de filme que é difícil de parar de assistir mesmo sendo longo.
Tropas Estelares
3.5 482 Assista AgoraÓtimo Sci-Fi de ação e com a cara do Paul Verhoeven. Bons efeitos especiais e personagens bobos que divertem. Lembra bem o clima de Robocop, com aquele futuro pessimista mas com certa dose de realidade. Envelheceu bem.
Nosso Sonho
3.8 222Puxa vida fiquei sem entender nada. O ator "mais parecido" com o Claudinho fez o Buchecha e o mais parecido com o Buchecha fez o Claudinho???