Filme curioso, interessante e que já chama a atenção pelo pôster bem perspicaz, indicando de modo sutil o que o filme vai oferecer. A história nos deixa num misto de querer torcer por um ou por outro mas o diretor equilibra muito bem os pesos da ética e da moral contida nos personagens. Alguns outros elementos apresentados te levam a imaginar isso ou aquilo, em relação à Kathryn, o filho e o passado daquela família, devido a quantidade de filmes que já assistimos - clichês ou não - mas o roteiro segue na sua própria "personalidade", sem se influenciar. Só achei que o final podia ser um pouco mais criativo. Mas o filme vale pelos atores, história e personagens, uma boa surpresa no meio de tanto filme decepcionante ultimamente.
Deixei baixar a euforia para assistir e pelo trailer achei que seria desagradável e pesado, mas não. Iniciou bem, ainda que pareça ter deixado de explicar algumas coisas, mas dá pra relevar. Porém depois de um tempo se segue uma série acontecimentos que deveriam estar conectados mas não convence. A parte da escola achei absurda de perdida. Entram alguns personagens e outros são deixados de lado, atrapalhando a trama. Tentaram sugerir que o mal estava se alastrando pelas cidades mas não deram nenhuma imagem que confirmasse isto, o que enfraquece a ideia e a história. E alguns dando 5 estrelas pra isso. No final, nem sabia mais o que eu estava assistindo. Uma pena.
Eu assisti primeiro o de 2026, As Cores do Mal: Preto, que achei muito bom e por isso decidi assistir esse. Mas este aqui é bem fraquinho em relação ao outro, muito previsível, só guardando algo a mais para o final. Se tivesse assistido esse primeiro provavelmente não assistiria o outro.
O filme divide o protagonismo entre alguns personagens de forma desordenada, confundindo o espectador. Num momento parecia que eu estava assistindo a um filme do M. Night Shyamalan. A ação se sobrepõe ao mistério, infelizmente. E a pouca presença dos alienígenas ou mesmo as questões filosóficas que poderiam despertar sobre o tema são mal explorados. O final é simplório demais. É o Spielberg comercial ligado no piloto automático, uma pena. Vou assistir Guerra dos Mundos novamente pra ver se esqueço que este de 2026 existe.
Uma pena, achei os vídeos do Kane Parsons bem interessantes, curiosidade a mil, inquietação, alta criatividade, os diferentes andares, os cientistas e as pistas lançadas, porém... no filme, a coisa não engrenou, a impressão que passa é de uma colagem mal feita, como se fossem duas ideias ou histórias diferentes coladas em uma. Entre outras coisas, os personagens dos jovens funcionários desperdiçados e um final forçado. Se houver sequência, quem sabe uma reviravolta na história, deixando de lado essa ideia de
Leigh Whannell se tornou especialista em estragar os clássicos Monstros da Universal, parabéns!! Transformou O Homem Invisível numa metáfora de abuso doméstico, sufocando todo Sci-fi possível que em nada foi explorado e com final forçado, filme bem mais ou menos (saudades de "O Homem sem Sombra" do Paul Verhoeven) e agora, de novo, querendo surfar nestes personagens pesos-pesados e famosos. Dois filmes que cairão no esquecimento, uma pena. A Múmia com o Tom Cruise (de outro diretor), outra tranqueira. Quem sabe daqui a alguns anos.
Tenho me interessado por filmes argentinos ultimamente. Vi há pouco tempo a comédia "Homo Argentum" e gostei. No filme em questão, achei a ideia interessante e prendeu minha atenção, porém é visível que há uma espécie de "colagem" de histórias na trama dessa obra. Gostei também da protagonista que, de alguma forma traz certo mistério e interesse na personagem. O final parece funcionar mais com o início do que propriamente com a sequência final.
O filme tem uma história, porém, não foi bem contada. Achei que era um filme feito por alguém que queria exorcizar um drama muito pessoal que lhe marcou por toda vida e me surpreendi por ser o próprio Ewan McGregor o diretor da obra. O problema está no ritmo que por vezes engrena e depois se torna desinteressante logo em seguida. A suposta amiga militante da filha, a psicóloga, a gagueira, a explicação sobre seu sumiço, pouco acrescentam à história. Não tem um clímax, e a descoberta sobre o paradeiro da filha são sem graça e nem acrescentam na trama.
Agradeço ao Paul Thomas Anderson por ter feito uma obra como esta. Sem ela, não riria tanto com a crítica do Papa* Bento Ribeiro no Chapado Crítico. Obrigado. * gracinha infame bem ao estilo do Bento Ribeiro
Achei a ideia interessante apesar de não ser original. Acontecer à luz do dia, a família comum, etc. Mas os problemas começam já quando não existe uma melhor apresentação dos personagens, fica difícil sentir empatia por algum deles. Até a menina, que sofreu com as mortes das amigas e tal não há muito aprofundamento. As resoluções de certas situações que são essenciais para o bom desenvolvimento da história são apressadas, sem muito impacto nem surpresa. Mais um filme padrão Netflix, aqui no caso, Prime Vídeo. Diretor e história no piloto automático.
Tem a cena da mãe falando com o filho na cozinha que larga uma pista falsa, a desgraça, dando a entender que a mãe ou mesmo o filho fizeram algo errado e tal, rsrs
Ótimo filme, incrível tamanha química dos atores. Nathan Lane e Robin Williams sensacionais. A carência do Albert no início é hilária. Robin Williams tentando parecer sério, contido e racional se torna muito engraçado. Gene Hackman tb está ótimo. O roteiro é afiado e tem sempre algo sutil e engraçado acontecendo. Revendo pela terceira vez. Uma joia.
Eu lembro desse filme com certa curiosidade mas creio que não assisti até o fim. Resolvi assistir agora e, claro, passado tanto tempo, envelheceu em alguns sentidos. O tema é interessante e partiu de um livro que hoje só é possível de se adquirir em sebos. Voltando ao filme, é a história de um inventor meio amalucado e sua família que embarca literalmente na busca de uma vida singular, alternativa, no meio da floresta. Com seu espírito criativo, o inventor pensa que possui a solução para uma vida longe do que ele chama de decadência do estilo de vida americano. Crê que em pouco tempo os EUA deixarão de existir seja por uma guerra nuclear ou mesmo pela ruína do consumismo exagerado. E parece que tudo vai dar certo, porém a realidade crua bate à sua porta e situações fora de controle põe tudo a perder. Eu não lembrava de que muitas vezes o personagem de Harrison Ford dá mostras claras de ser esquizofrênico, e a família aos poucos vai percebendo isto. É um filme interessante e talvez se tornasse ainda mais interessante se fosse um pouco mais fantasioso, mas não. Aquela utopia de levar uma vida livre de amarras na verdade não existe pois sempre teremos obrigações, deveres e situações que nos fogem ao controle. Basta tu ter dois carros, duas casas - com uma sendo no campo, por exemplo - que a gente já vai percebendo a escancarada realidade: gastos, restauros, estragos, sinistros, e por aí vai. Quanto mais ainda sobreviver e levar uma vida dita "livre" com toda sua família no meio de uma floresta.
Tinha expectativas com o filme mas me decepcionei. Achei a atuação da Maika Monroe apática demais, sem expressão alguma - seria pra deixar o espectador com dúvida sobre seu estado mental, talvez? Acho que já vi filmes demais com o mesmo enredo tanto que não traz nenhuma surpresa afinal. É verdade que o final te deixa apreensivo e com algumas conveniências de roteiro que já começam na meia hora final contribuem pra isso. É o tipo de filme que não abre muitas possibilidades de se pensar em mudanças bruscas ao seu final.
Eu lembro quando ainda muito jovem passei na frente do cinema e vi o poster desse filme e fiquei muito curioso. Nunca tive oportunidade de assistir mas os posteres dessa época eram geniais e mexiam com a imaginação. Assistindo agora em 2025 é óbvio que ele perde muito da sua força mas a história ainda te prende pois tem uma boa apresentação dos personagens e isto cria um interesse em acompanhar sua trajetória. Pelo poster sempre pensei que seria um terror pesado, mas não, é mais um drama com uma boa e curiosa história, com a participação do Anthony Hopkins ainda jovem e a atriz Marsha Mason de "a Garota do Adeus". Bom filme!!
Reassistindo em 24/12/2025, é um ótimo filme, ainda mais para quem curte Sci-fi e terror. Gostei da estética da nave e uniformes, bons personagens e um suspense que aumenta em tensão até o final do filme. Contrariando o discursinho woke e o pedágio identitário artificial e forçado instituído atualmente em Hollywood, temos aqui o protagonismo natural de Laurence Fishburne, assim como das atrizes Kathleen Quinlan e Joely Richardson. Sam Neil tb está bem aqui, com seu jeitão esquisito tal qual o filme "À Beira da Loucura". Bons efeitos especiais ainda mais para a época - 1997 - e muito interessante esteticamente o núcleo da nave, lembrando motivos de algo inca, asteca ou mesmo gótico. Divertido e ao mesmo tempo, assustador. Curiosamente, 10 anos mais tarde foi lançado "Sunshine - Alerta Solar", com elenco estelar e história semelhante, mas ainda abaixo de "O Enigma... Outra curiosidade foi o nome do personagem do Sam Neil se chamar Dr. Weir - próximo de "weird", esquisito, em inglês.
Reassistindo agora em 2025 dá pra ver a bosta toda que a cultura woke faz em Hollywood. Aqui, não há política escancarada, identitarismo idiota e nem discursinho mostrando como você é "do mal" por não sair por aí empunhando uma bandeira na rua ou mesmo se justificando a todo momento pra mostrar que é "do bem!", dá pra assistir tranquilamente sem pensar em quando vai começar o bla bla bla. Dito isto, no filme tem muita coisa acontecendo, aliás, tanta coisa que algumas cenas que eu lembrava achava até que era de um outro filme da série. Ele tem sérios problemas de iluminação e efeitos especiais, muitos cortes abruptos, mas ainda assim é interessante. Curioso como o Hugh Jackman nasceu para esse papel de tão bem que encarna o personagem, se fosse mais baixinho seria idêntico ao dos quadrinhos. Realmente tem muitos personagens e situações mas o tempo passa rápido diante de tanta ação e acontecimentos. Dá pra escorrer uma lágrima com a parte romântica que até lembra um trecho de alguma tragédia grega, rsrs. O saudoso Isaac Bardavid, dublador do Wolverine falecido em 2022, eterniza com sua voz rústica e poderosa do personagem. Boas lutas e ação num roteiro muito frenético e por vezes confuso, mas que faz valer a pena e se agiganta quando comparado a tanto filme ruim sobre heróis feitos mais recentemente. O músico (sumisdo) Will.i.am (que nome bobo) faz uma ponta como um dos mutantes.
Estava com a expectativa alta vendo o trailer e parece que mais uma vez entregam as melhores cenas já ali, como é a tendência de muitos trailers. O filme tem bons momentos mas já achei a infância do Victor meio sem graça, desnecessário. Talvez esse seja um problema de quem já assistiu outras versões, como a do Kenneth Branagh, que me pareceu mais completo, apesar de um pouco teatral demais. A impressão que dá é que sempre falta tempo para se contar bem a história que é complexa. Aqui senti falta de um aprofundamento maior da importância da Elisabeth, que é peça central da história. As próprias mortes dos familiares que eram tão importantes na história de vingança do monstro não são aqui retratadas. Visualmente sim, é muito bonito - apesar do meu estranhamento da escolha do visual da criatura!? - A falta de encadeamento dos eventos importantes e cruciais da história me chamaram a atenção e me fazem que pensar que os executivos da Netflix avisaram o Del Toro na edição final: Ei, não esquece que isto aqui é só mais um filme da Netflix...
Estranhei o título, pensei: a esta altura do campeonato o Denzel vai querer lacrar? kkkk Filme do Denzel e mais Spike Lee na direção, fica difícil deixar de lado. Olha, início ótimo com imagens estonteantes de Nova York, já me prendeu, mas... tem muita coisa travada nesse filme. Aquela lascada de "inspirado no filme de Akira Kurosawa, putz... Quando parecia que o Denzel iria virar "O Protetor"... se assustou com um cachorro na coleira. Os diálogos com o Rapper são constrangedores. E o nome do filme (tradutor brasileiro lacrador, na verdade), vem da... música do contatinho do filho dele... é barrigada demais pra mim.
Interessei-me pela sinopse do filme e resolvi assistir, porém a gente vai vendo velhos clichês já desde o início: a novata que ganha uma chance única, o famoso que volta à ação, o grupo de pessoas que vão se tornando, digamos, excêntricos, a falta de percepção de todos sobre a estranheza do entorno - a não ser , é claro, a protagonista - entre outras conveniências do roteiro... de diferente mesmo - na verdade nem tanto, pois é uma tendência de hollywood ultimamente - uma protagonista negra fazendo a frente na história, talvez para pagar o pedágio woke recorrente nos estúdios. Ah, faltou lembrar a participação do John Malkovich no piloto automático com suas caras e bocas de sempre. E o pior que mesmo parecendo sempre fazer o mesmo papel , não consigo parar de ver e achar engraçado, kkkk.
Esperei um pouco para ver este e "A Hora do Mal", para deixar passar o frisson de fãs do terror. A Hora do Mal achei interessante pela forma de se contar a história, pelas diferentes óticas dos personagens, mas com final estranho, quase cômico e sem explicações maiores sobre a maléfica e estranha personagem da Tia. Aqui, o filme une um drama sincero, onde sentimos a dor junto aos irmãos personagens centrais do filme, bons atores, aliás. Tem momentos angustiantes mas dá a impressão que cortaram sequências do filme onde explicava melhor a questão do tal ritual ou mesmo a relação da mãe solitária com a filha. O menino "zumbi" tb me pareceu solto no filme, parecia não ter sentido, nunca se sabia para que lado alguma coisa iria acontecer. Ainda assim é uma boa história com execução razoável.
Assisti aos 3 filmes de "A Profecia", inclusive o remake de 2006 e não sabia que este era um prequel. Fui com curiosidade pois ouvi elogios. Porém tive que assistir em 3 tempos, pois não me prendeu, eu ficava esperando que a sequência seguinte iria surpreender mas não. Fica difícil comparar com os originais, principalmente o primeiro que foi muito impactante para mim. Gostei da ambientação e personagens mas faltou surpresa e encadeamento na história. Os prelúdios sempre são um problema.
Filme que ao assistir, ficamos destruídos se conseguirmos fazer o exercício da empatia. Para quem tem filhos, pior ainda. Deu muita pena, inclusive, do cara que rouba deles por pura necessidade, sem ser mau, e que depois é encontrado por eles. O pai toma uma atitude severa e o filho o repreende. É possível tb entender o filme como uma alegoria do crescimento dos filhos, da passagem da infância-adolescência para a vida adulta, com seus perigos e desafios que gostaríamos mas que não podemos controlar.
Bom Garoto
3.5 43 Assista AgoraBoa atuação do tenista Jannik Sinner como Tommy, surpreendeu!!
Bom Garoto
3.5 43 Assista AgoraFilme curioso, interessante e que já chama a atenção pelo pôster bem perspicaz, indicando de modo sutil o que o filme vai oferecer. A história nos deixa num misto de querer torcer por um ou por outro mas o diretor equilibra muito bem os pesos da ética e da moral contida nos personagens. Alguns outros elementos apresentados te levam a imaginar isso ou aquilo, em relação à Kathryn, o filho e o passado daquela família, devido a quantidade de filmes que já assistimos - clichês ou não - mas o roteiro segue na sua própria "personalidade", sem se influenciar. Só achei que o final podia ser um pouco mais criativo. Mas o filme vale pelos atores, história e personagens, uma boa surpresa no meio de tanto filme decepcionante ultimamente.
O Mal Que Nos Habita
3.5 822 Assista AgoraDeixei baixar a euforia para assistir e pelo trailer achei que seria desagradável e pesado, mas não. Iniciou bem, ainda que pareça ter deixado de explicar algumas coisas, mas dá pra relevar. Porém depois de um tempo se segue uma série acontecimentos que deveriam estar conectados mas não convence. A parte da escola achei absurda de perdida. Entram alguns personagens e outros são deixados de lado, atrapalhando a trama. Tentaram sugerir que o mal estava se alastrando pelas cidades mas não deram nenhuma imagem que confirmasse isto, o que enfraquece a ideia e a história. E alguns dando 5 estrelas pra isso. No final, nem sabia mais o que eu estava assistindo. Uma pena.
As Cores do Mal: Vermelho
3.1 115 Assista AgoraEu assisti primeiro o de 2026, As Cores do Mal: Preto, que achei muito bom e por isso decidi assistir esse. Mas este aqui é bem fraquinho em relação ao outro, muito previsível, só guardando algo a mais para o final. Se tivesse assistido esse primeiro provavelmente não assistiria o outro.
Dia D
3.0 548 Assista AgoraO filme divide o protagonismo entre alguns personagens de forma desordenada, confundindo o espectador. Num momento parecia que eu estava assistindo a um filme do M. Night Shyamalan. A ação se sobrepõe ao mistério, infelizmente. E a pouca presença dos alienígenas ou mesmo as questões filosóficas que poderiam despertar sobre o tema são mal explorados. O final é simplório demais. É o Spielberg comercial ligado no piloto automático, uma pena. Vou assistir Guerra dos Mundos novamente pra ver se esqueço que este de 2026 existe.
Backrooms: Um Não-Lugar
3.2 460 Assista AgoraUma pena, achei os vídeos do Kane Parsons bem interessantes, curiosidade a mil, inquietação, alta criatividade, os diferentes andares, os cientistas e as pistas lançadas, porém... no filme, a coisa não engrenou, a impressão que passa é de uma colagem mal feita, como se fossem duas ideias ou histórias diferentes coladas em uma. Entre outras coisas, os personagens dos jovens funcionários desperdiçados e um final forçado. Se houver sequência, quem sabe uma reviravolta na história, deixando de lado essa ideia de
cópias, traumas e transtornos
Lobisomem
2.7 252 Assista AgoraLeigh Whannell se tornou especialista em estragar os clássicos Monstros da Universal, parabéns!! Transformou O Homem Invisível numa metáfora de abuso doméstico, sufocando todo Sci-fi possível que em nada foi explorado e com final forçado, filme bem mais ou menos (saudades de "O Homem sem Sombra" do Paul Verhoeven) e agora, de novo, querendo surfar nestes personagens pesos-pesados e famosos. Dois filmes que cairão no esquecimento, uma pena. A Múmia com o Tom Cruise (de outro diretor), outra tranqueira. Quem sabe daqui a alguns anos.
A Virgem da Pedreira
2.5 32 Assista AgoraTenho me interessado por filmes argentinos ultimamente. Vi há pouco tempo a comédia "Homo Argentum" e gostei. No filme em questão, achei a ideia interessante e prendeu minha atenção, porém é visível que há uma espécie de "colagem" de histórias na trama dessa obra. Gostei também da protagonista que, de alguma forma traz certo mistério e interesse na personagem. O final parece funcionar mais com o início do que propriamente com a sequência final.
Pastoral Americana
3.1 107 Assista AgoraO filme tem uma história, porém, não foi bem contada. Achei que era um filme feito por alguém que queria exorcizar um drama muito pessoal que lhe marcou por toda vida e me surpreendi por ser o próprio Ewan McGregor o diretor da obra. O problema está no ritmo que por vezes engrena e depois se torna desinteressante logo em seguida. A suposta amiga militante da filha, a psicóloga, a gagueira, a explicação sobre seu sumiço, pouco acrescentam à história. Não tem um clímax, e a descoberta sobre o paradeiro da filha são sem graça e nem acrescentam na trama.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 687 Assista AgoraAgradeço ao Paul Thomas Anderson por ter feito uma obra como esta. Sem ela, não riria tanto com a crítica do Papa* Bento Ribeiro no Chapado Crítico. Obrigado.
* gracinha infame bem ao estilo do Bento Ribeiro
Presença
2.8 270 Assista AgoraAchei a ideia interessante apesar de não ser original. Acontecer à luz do dia, a família comum, etc. Mas os problemas começam já quando não existe uma melhor apresentação dos personagens, fica difícil sentir empatia por algum deles. Até a menina, que sofreu com as mortes das amigas e tal não há muito aprofundamento. As resoluções de certas situações que são essenciais para o bom desenvolvimento da história são apressadas, sem muito impacto nem surpresa. Mais um filme padrão Netflix, aqui no caso, Prime Vídeo. Diretor e história no piloto automático.
Tem a cena da mãe falando com o filho na cozinha que larga uma pista falsa, a desgraça, dando a entender que a mãe ou mesmo o filho fizeram algo errado e tal, rsrs
A Gaiola das Loucas
3.6 248 Assista AgoraÓtimo filme, incrível tamanha química dos atores. Nathan Lane e Robin Williams sensacionais. A carência do Albert no início é hilária. Robin Williams tentando parecer sério, contido e racional se torna muito engraçado. Gene Hackman tb está ótimo. O roteiro é afiado e tem sempre algo sutil e engraçado acontecendo. Revendo pela terceira vez. Uma joia.
A Costa do Mosquito
3.3 64 Assista AgoraEu lembro desse filme com certa curiosidade mas creio que não assisti até o fim. Resolvi assistir agora e, claro, passado tanto tempo, envelheceu em alguns sentidos. O tema é interessante e partiu de um livro que hoje só é possível de se adquirir em sebos. Voltando ao filme, é a história de um inventor meio amalucado e sua família que embarca literalmente na busca de uma vida singular, alternativa, no meio da floresta. Com seu espírito criativo, o inventor pensa que possui a solução para uma vida longe do que ele chama de decadência do estilo de vida americano. Crê que em pouco tempo os EUA deixarão de existir seja por uma guerra nuclear ou mesmo pela ruína do consumismo exagerado. E parece que tudo vai dar certo, porém a realidade crua bate à sua porta e situações fora de controle põe tudo a perder. Eu não lembrava de que muitas vezes o personagem de Harrison Ford dá mostras claras de ser esquizofrênico, e a família aos poucos vai percebendo isto. É um filme interessante e talvez se tornasse ainda mais interessante se fosse um pouco mais fantasioso, mas não. Aquela utopia de levar uma vida livre de amarras na verdade não existe pois sempre teremos obrigações, deveres e situações que nos fogem ao controle. Basta tu ter dois carros, duas casas - com uma sendo no campo, por exemplo - que a gente já vai percebendo a escancarada realidade: gastos, restauros, estragos, sinistros, e por aí vai. Quanto mais ainda sobreviver e levar uma vida dita "livre" com toda sua família no meio de uma floresta.
Observador
3.3 416Tinha expectativas com o filme mas me decepcionei. Achei a atuação da Maika Monroe apática demais, sem expressão alguma - seria pra deixar o espectador com dúvida sobre seu estado mental, talvez? Acho que já vi filmes demais com o mesmo enredo tanto que não traz nenhuma surpresa afinal. É verdade que o final te deixa apreensivo e com algumas conveniências de roteiro que já começam na meia hora final contribuem pra isso. É o tipo de filme que não abre muitas possibilidades de se pensar em mudanças bruscas ao seu final.
As Duas Vidas de Audrey Rose
3.4 80Eu lembro quando ainda muito jovem passei na frente do cinema e vi o poster desse filme e fiquei muito curioso. Nunca tive oportunidade de assistir mas os posteres dessa época eram geniais e mexiam com a imaginação. Assistindo agora em 2025 é óbvio que ele perde muito da sua força mas a história ainda te prende pois tem uma boa apresentação dos personagens e isto cria um interesse em acompanhar sua trajetória. Pelo poster sempre pensei que seria um terror pesado, mas não, é mais um drama com uma boa e curiosa história, com a participação do Anthony Hopkins ainda jovem e a atriz Marsha Mason de "a Garota do Adeus". Bom filme!!
O Enigma do Horizonte
3.2 358Reassistindo em 24/12/2025, é um ótimo filme, ainda mais para quem curte Sci-fi e terror. Gostei da estética da nave e uniformes, bons personagens e um suspense que aumenta em tensão até o final do filme. Contrariando o discursinho woke e o pedágio identitário artificial e forçado instituído atualmente em Hollywood, temos aqui o protagonismo natural de Laurence Fishburne, assim como das atrizes Kathleen Quinlan e Joely Richardson. Sam Neil tb está bem aqui, com seu jeitão esquisito tal qual o filme "À Beira da Loucura". Bons efeitos especiais ainda mais para a época - 1997 - e muito interessante esteticamente o núcleo da nave, lembrando motivos de algo inca, asteca ou mesmo gótico. Divertido e ao mesmo tempo, assustador. Curiosamente, 10 anos mais tarde foi lançado "Sunshine - Alerta Solar", com elenco estelar e história semelhante, mas ainda abaixo de "O Enigma... Outra curiosidade foi o nome do personagem do Sam Neil se chamar Dr. Weir - próximo de "weird", esquisito, em inglês.
X-Men Origens: Wolverine
3.2 2,2KReassistindo agora em 2025 dá pra ver a bosta toda que a cultura woke faz em Hollywood. Aqui, não há política escancarada, identitarismo idiota e nem discursinho mostrando como você é "do mal" por não sair por aí empunhando uma bandeira na rua ou mesmo se justificando a todo momento pra mostrar que é "do bem!", dá pra assistir tranquilamente sem pensar em quando vai começar o bla bla bla. Dito isto, no filme tem muita coisa acontecendo, aliás, tanta coisa que algumas cenas que eu lembrava achava até que era de um outro filme da série. Ele tem sérios problemas de iluminação e efeitos especiais, muitos cortes abruptos, mas ainda assim é interessante. Curioso como o Hugh Jackman nasceu para esse papel de tão bem que encarna o personagem, se fosse mais baixinho seria idêntico ao dos quadrinhos. Realmente tem muitos personagens e situações mas o tempo passa rápido diante de tanta ação e acontecimentos. Dá pra escorrer uma lágrima com a parte romântica que até lembra um trecho de alguma tragédia grega, rsrs. O saudoso Isaac Bardavid, dublador do Wolverine falecido em 2022, eterniza com sua voz rústica e poderosa do personagem. Boas lutas e ação num roteiro muito frenético e por vezes confuso, mas que faz valer a pena e se agiganta quando comparado a tanto filme ruim sobre heróis feitos mais recentemente. O músico (sumisdo) Will.i.am (que nome bobo) faz uma ponta como um dos mutantes.
Frankenstein
3.7 617 Assista AgoraEstava com a expectativa alta vendo o trailer e parece que mais uma vez entregam as melhores cenas já ali, como é a tendência de muitos trailers. O filme tem bons momentos mas já achei a infância do Victor meio sem graça, desnecessário. Talvez esse seja um problema de quem já assistiu outras versões, como a do Kenneth Branagh, que me pareceu mais completo, apesar de um pouco teatral demais. A impressão que dá é que sempre falta tempo para se contar bem a história que é complexa. Aqui senti falta de um aprofundamento maior da importância da Elisabeth, que é peça central da história. As próprias mortes dos familiares que eram tão importantes na história de vingança do monstro não são aqui retratadas. Visualmente sim, é muito bonito - apesar do meu estranhamento da escolha do visual da criatura!? - A falta de encadeamento dos eventos importantes e cruciais da história me chamaram a atenção e me fazem que pensar que os executivos da Netflix avisaram o Del Toro na edição final: Ei, não esquece que isto aqui é só mais um filme da Netflix...
Luta de Classes
2.8 72 Assista AgoraEstranhei o título, pensei: a esta altura do campeonato o Denzel vai querer lacrar? kkkk Filme do Denzel e mais Spike Lee na direção, fica difícil deixar de lado. Olha, início ótimo com imagens estonteantes de Nova York, já me prendeu, mas... tem muita coisa travada nesse filme. Aquela lascada de "inspirado no filme de Akira Kurosawa, putz... Quando parecia que o Denzel iria virar "O Protetor"... se assustou com um cachorro na coleira. Os diálogos com o Rapper são constrangedores. E o nome do filme (tradutor brasileiro lacrador, na verdade), vem da... música do contatinho do filho dele... é barrigada demais pra mim.
Opus
2.7 20Interessei-me pela sinopse do filme e resolvi assistir, porém a gente vai vendo velhos clichês já desde o início: a novata que ganha uma chance única, o famoso que volta à ação, o grupo de pessoas que vão se tornando, digamos, excêntricos, a falta de percepção de todos sobre a estranheza do entorno - a não ser , é claro, a protagonista - entre outras conveniências do roteiro... de diferente mesmo - na verdade nem tanto, pois é uma tendência de hollywood ultimamente - uma protagonista negra fazendo a frente na história, talvez para pagar o pedágio woke recorrente nos estúdios. Ah, faltou lembrar a participação do John Malkovich no piloto automático com suas caras e bocas de sempre. E o pior que mesmo parecendo sempre fazer o mesmo papel , não consigo parar de ver e achar engraçado, kkkk.
Faça Ela Voltar
3.8 791 Assista AgoraEsperei um pouco para ver este e "A Hora do Mal", para deixar passar o frisson de fãs do terror. A Hora do Mal achei interessante pela forma de se contar a história, pelas diferentes óticas dos personagens, mas com final estranho, quase cômico e sem explicações maiores sobre a maléfica e estranha personagem da Tia. Aqui, o filme une um drama sincero, onde sentimos a dor junto aos irmãos personagens centrais do filme, bons atores, aliás. Tem momentos angustiantes mas dá a impressão que cortaram sequências do filme onde explicava melhor a questão do tal ritual ou mesmo a relação da mãe solitária com a filha. O menino "zumbi" tb me pareceu solto no filme, parecia não ter sentido, nunca se sabia para que lado alguma coisa iria acontecer. Ainda assim é uma boa história com execução razoável.
Kraven, o Caçador
2.6 230 Assista AgoraOu você morre heroi ou vive o suficiente pra ser vilão. Pois é, Kick Ass ou Mercúrio, como queiram...
A Primeira Profecia
3.4 411 Assista AgoraAssisti aos 3 filmes de "A Profecia", inclusive o remake de 2006 e não sabia que este era um prequel. Fui com curiosidade pois ouvi elogios. Porém tive que assistir em 3 tempos, pois não me prendeu, eu ficava esperando que a sequência seguinte iria surpreender mas não. Fica difícil comparar com os originais, principalmente o primeiro que foi muito impactante para mim. Gostei da ambientação e personagens mas faltou surpresa e encadeamento na história. Os prelúdios sempre são um problema.
A Estrada
3.6 1,3K Assista AgoraFilme que ao assistir, ficamos destruídos se conseguirmos fazer o exercício da empatia. Para quem tem filhos, pior ainda. Deu muita pena, inclusive, do cara que rouba deles por pura necessidade, sem ser mau, e que depois é encontrado por eles. O pai toma uma atitude severa e o filho o repreende. É possível tb entender o filme como uma alegoria do crescimento dos filhos, da passagem da infância-adolescência para a vida adulta, com seus perigos e desafios que gostaríamos mas que não podemos controlar.