Não entendi a moral que o filme quis passar, acho que ele se perde muito na sua própria narrativa e nas mil histórias paralelas que tenta construir. Ele tenta fazer uma grande crítica, mas no final acaba ficando algo caricato e chato. Esse filme é uma grande teoria da conspiração.
mãe imprestável que gastou os 25 mil em um carro em vez de comprar a casa. Que mãe filha da puta! A melhor coisa que ela fez foi ir embora dessa família pra nunca mais voltar.
Filme sobre o mesmo tema de outras produções, como a série "The Act" e "Sharp Objects" (se alguém tiver mais indicações sobre esse tema, estou aceitando!)
A mãe é um caso clássico de Síndrome de Munchausen por Procuração, e a mortalidade das crianças que são vítimas de pais com essa síndrome é extremamente alta, muitos acabam falecendo. Foi interessante ver um caso em que a filha conseguiu sobreviver e ela era extremamente inteligente, ágil e forte. Adorei ainda mais saber que a atriz é uma pessoa cadeirante na vida real.
O filme acaba dependendo basicamente da atuação das duas protagonistas, que sustentam muito bem os papéis. Acho que ele poderia ter sido um pouco mais longo, porque em alguns momentos senti que a história foi meio "corrida" e que eu queria que se prolongasse um pouco mais. Acredito que é porque o filme é muito eletrizante e angustiante e nos deixa mesmo com essa sensação de "quero mais". O plot final é bem verossímil e interessante e fechou bem o longa. Cumpre o que propõe.
Sinceramente, acho esse filme bastante superestimado, não achei tudo isso não kkk. Embora consiga sentir empatia por todos os personagens, fica difícil quando um é nitidamente psicopata, no caso o marido da Razieh
por mais que a Razieh tivesse vários problemas, não só de dinheiro, mas muitas outras camadas, nada justifica o que ela fez. amarrar um idoso em uma cama naquelas condições, deixar ele completamente sozinho quando a função dela seria justamente cuidar dele, e depois mentir sobre tudo e acusar outra pessoa de ter matado seu bebê, sabendo que não era real... tudo isso são comportamentos nem um pouco coerentes com a figura dela de super "devota" que tentaram pintar ao ponto de ela não conseguir, no final, jurar sobre o alcorão que ele teria matado seu bebê. o filme, só por aí, já perde muito da coerência. no mais, ainda que o Nader também tenha errado em diversos momentos, é totalmente compreensível que ele não queira admitir um crime que ele não cometeu. nem tudo é sobre dinheiro, acaba sendo muito mais uma questão de honra do que simplesmente aceitar aquela acusação pra resolver a questão. eu jamais aceitaria também.
Pra mim, é sobre como pessoas problemáticas da cabeça acabam destruindo uma família, que já estava ruindo por si só.
Pra quem acha que o filme é um pastelão, sinto em dizer que perderam algumas referências... O filme é bem mais profundo e complexo do que aparenta à primeira vista. Trata sobre racismo, resistência, religiosidade e liberdade do povo negro. Questões muito importantes como a relevância da resistência e do protagonismo por meio da música são retratadas de formas poéticas, como a cena da festa onde passado, presente e futuro da cultura negra, indígena e asiática se encontram. A opressão branca se manifesta também por meio da imposição da sua religiosidade e das suas crenças, da sua cultura e da sua música. Os vampiros servem apenas como simbolismo, como uma metáfora bem construída para a invasão operada pelos brancos nos mundos e subjetividades de outras raças. Muito simbólico o fato de eles terem que ser "convidados" a entrar, o que também representa como a crença nas pessoas brancas podia acabar redundando em morte para os negros, como estes eram muitas vezes enganados a se voltarem contra sua própria raça para agradar aos brancos. E que no fim das contas, todos os brancos são iguais, pois o racismo ainda é estrutural. São tantas camadas... Mas o filme é extremamente emocionante e mostra como a liberdade (ou a libertação) vale a pena, mesmo que por poucas horas. Referências a Tarantino muito presentes, é quase uma mistura de Django com Um drink no inferno. Genial, grandes atuações, um filmaço!
meu deus, eu simplesmente AMAVA esse filme quando pequena. é engraçado como a nostalgia nos faz ter uma visão muito romantizada de algo que gostávamos muito no passado. assisti novamente e não teve aquele mesmo impacto, embora ainda tenha um certo charme. algumas cenas hilárias e as crianças pequenas extremamente fofas. para os eternos românticos!
Bong Joon-ho é, indiscutivelmente, um dos gênios do nosso tempo! Desde Expresso do Amanhã, passando por Okja e Parasita, ele aborda temas extremamente inovadores, fazendo sempre uma crítica exemplar ao capitalismo tardio e aos rumos que a humanidade vem tomando. É curioso porque várias dessas questões que acontecem no filme são coisas que eu facilmente imagino acontecendo no futuro da nossa espécie. Eu adoro a forma como ele aborda a interação humana com o planeta e as outras espécies (mesmo que intergalácticas, como neste filme). O ser humano é a única espécie capaz de destruir tudo o que toca, ainda mais na sua versão fascista-capitalista-neoliberal. Adorei, também, as críticas ao Trump (claramente impersonado por Mark Ruffalo - os dentes e a gravatinha vermelha não deixam dúvidas) e as alusões ao nazifascismo, com a ideia de construção de um planeta "racialmente superior" e totalmente branco. Em um momento achei que o filme ia se perder, quando começou toda aquela história do ménage da Nasha com os Mickeys (sinceramente não entendi a utilidade de todo aquele arco para o filme, mas parece que hoje em dia todo filme tem que ter pelo menos uma alusão a sexo). O filme retoma, então, o seu rumo, conseguindo se manter coeso no final, mas é no máximo uma nota 4/5, porque acredito que ele poderia ter seguido outros caminhos mais interessantes, apostando ainda mais na relação ser humano e outras espécies. Os rastejadores são o ponto alto do filme! que coisinhas mais fofinhas aqueles rastejadores bebês. Ainda assim, acredito que o filme não está no mesmo nível de outros que abordam temas similares, como o célebre A Chegada, de Denis Villeneuve, o qual acredito que foi uma nítida inspiração para Mickey 17.
filme extremamente sensível e original, destes que são raros de encontrar. eliza scalen está incrível, como de praxe. mesmo sendo uma adolescente, me chamou atenção a sensibilidade da personagem para o mundo e sua autoconfiança e determinação em obter o que queria da vida, ainda que com pouco tempo. o olhar generoso que ela teve para com o moses fez com que ele próprio pudesse se encarar de outra forma. o filme também é permeado pela temática das drogas enquanto um escape de sentimentos talvez insuportáveis. mas ao mesmo tempo, é apenas estando sóbrios que podemos apreciar a completude da vida, em suas múltiplas dores e prazeres.
o início do filme é quase impossível de suportar, as personagens são asquerosas naquele ritmo frenético de bebedeira e loucura que só a adolescência proporciona. mas depois o filme vai ficando mais sério, e vemos que ele se propõe a retratar a temática do estupro e do abuso de uma forma sutil. não apenas o abuso, mas tudo que contribui para ele, como "amizades" que na verdade só querem te ver tão mal quanto elas estão, ou como os homens mesmo vendo que seus amigos são estupradores e babacas não os enfrentam. os homens quase sempre acabam se protegendo, por mais sensíveis que eles possam parecer. só uma mulher entende o que é estar nessa situação, ser muito nova e imatura para tomar decisões como estas, mas ao mesmo tempo a pressão dessas ditas "amizades" para perder a virgindade (aplica-se a várias outras coisas), querer um romance com alguém legal ou conhecer um cara bacana e ter uma história e por isso aceitar coisas que são inaceitáveis, até o ponto onde você se vê em um local no qual você jamais imaginou estar. acredito que os homens deveriam refletir mais antes de comentar besteiras gigantescas sobre um filme como esse, porque eles não têm a mínima noção, no geral, de como é ser mulher nessa sociedade machista, e como é ser adolescente e despreparada psicologicamente para lidar com situações tão complexas, mas mesmo assim ser forçada a lidar.
aii, o homem hétero branco apanhando de todos os lados, tadinhooo, rs.
adoro o liam hemsworth e a laura dern, então não tinha muito como não gostar do filme.
gostei também de como o filme foge de clichês maniqueístas envolvendo a traição. ficou nítido que o casal original, embora a namorada fosse uma boa pessoa, não estava mais conseguindo se entender. além de serem muito diferentes, a comunicação estava muito difícil. nesse contexto, em meio a viagem, eles encontram pessoas que têm muito mais a ver com aquilo que eles realmente procuram.
achei a história do roubo da bolsa um pouco exagerada, mas é aquele drama que todo filme romântico precisa ter no final, para os personagens se reencontrarem depois. ela escrever um livro sobre o romance deles foi o toque final.
parecia que a história não andava pra frente, o filme não tem um ápice, além de ser lento falta emoção, tanto que nem fiquei aterrorizada
além disso, acho que seria muito mais interessante se eles fizessem um conde "normal" durante o dia, com a aparência usual do Bill Skarsgard e o vampiro horripilante só durante a noite. acho que acrescentaria um componente muito mais sensual e misterioso pra história.
Muito bom o filme, o AJ e o Shane são tão legais que compensam aguentar aquele pé no saco do Moose... que guri insuportável e egoísta. Fora isso, adolescentes sendo adolescentes.
Apesar de todas as críticas muito negativas, decidi assistir ao filme e tirar minhas próprias conclusões. Não achei o filme tão ruim, mas também não é muito bom, é um filme mediano. A Zoe Saldana realmente está incrível, ela é o ponto alto do filme. Consegui me emocionar várias vezes com os temas abordados e com as canções, contudo acho que do meio pro final ele se perde muito. O tema dos desaparecidos para mim não foi abordado tangencialmente, como vi alguns críticos afirmando. Acho que souberem abordar a questão devidamente. Mas aquela parte do
sequestro da Emilia pela Jessi para mim não funcionou. Não entendi qual foi exatamente o ponto que eles queriam passar com esse sequestro e com as mortes decorrentes dele.
O que puxa o filme para baixo, na minha visão, é a Selena Gomez. Até gosto dela em outras produções como Only Murders e acho que o problema dela aqui não é propriamente a atuação em si. O problema é que o espanhol dela é muito ruim. Isso foi realmente vergonhoso de assistir. E acho que ela inclusive teria uma responsabilidade de não aceitar esse papel com um espanhol tão fraco e dar a oportunidade para outra atriz. Para mim, o desempenho dela é a principal questão que torna esse filme fraco e sem credibilidade.
As Melhores Coisas do Mundo
3.4 1,5Ké engraçado como até hoje não consigo ouvir a música "something" sem lembrar desse filme.
talvez isso seja um bom filme, aquele que não sai da nossa cabeça, que fica com a gente. que nos marca de formas que nem entendemos por completo.
Eddington
3.2 119Não entendi a moral que o filme quis passar, acho que ele se perde muito na sua própria narrativa e nas mil histórias paralelas que tenta construir.
Ele tenta fazer uma grande crítica, mas no final acaba ficando algo caricato e chato.
Esse filme é uma grande teoria da conspiração.
A Noite Sempre Chega
3.0 79 Assista AgoraE pensar que tudo isso só aconteceu porque ela tinha uma
mãe imprestável que gastou os 25 mil em um carro em vez de comprar a casa.
Que mãe filha da puta! A melhor coisa que ela fez foi ir embora dessa família pra nunca mais voltar.
Amores Materialistas
3.1 405 Assista AgoraIncrível!
“Isn’t marriage a business deal?”
“Yes, but love has to be on the table".
Fuja
3.4 1,1K Assista AgoraFilme sobre o mesmo tema de outras produções, como a série "The Act" e "Sharp Objects" (se alguém tiver mais indicações sobre esse tema, estou aceitando!)
A mãe é um caso clássico de Síndrome de Munchausen por Procuração, e a mortalidade das crianças que são vítimas de pais com essa síndrome é extremamente alta, muitos acabam falecendo. Foi interessante ver um caso em que a filha conseguiu sobreviver e ela era extremamente inteligente, ágil e forte. Adorei ainda mais saber que a atriz é uma pessoa cadeirante na vida real.
O filme acaba dependendo basicamente da atuação das duas protagonistas, que sustentam muito bem os papéis. Acho que ele poderia ter sido um pouco mais longo, porque em alguns momentos senti que a história foi meio "corrida" e que eu queria que se prolongasse um pouco mais. Acredito que é porque o filme é muito eletrizante e angustiante e nos deixa mesmo com essa sensação de "quero mais".
O plot final é bem verossímil e interessante e fechou bem o longa. Cumpre o que propõe.
A Separação
4.2 735 Assista AgoraSinceramente, acho esse filme bastante superestimado, não achei tudo isso não kkk.
Embora consiga sentir empatia por todos os personagens, fica difícil quando um é nitidamente psicopata, no caso o marido da Razieh
por mais que a Razieh tivesse vários problemas, não só de dinheiro, mas muitas outras camadas, nada justifica o que ela fez. amarrar um idoso em uma cama naquelas condições, deixar ele completamente sozinho quando a função dela seria justamente cuidar dele, e depois mentir sobre tudo e acusar outra pessoa de ter matado seu bebê, sabendo que não era real... tudo isso são comportamentos nem um pouco coerentes com a figura dela de super "devota" que tentaram pintar ao ponto de ela não conseguir, no final, jurar sobre o alcorão que ele teria matado seu bebê. o filme, só por aí, já perde muito da coerência.
no mais, ainda que o Nader também tenha errado em diversos momentos, é totalmente compreensível que ele não queira admitir um crime que ele não cometeu. nem tudo é sobre dinheiro, acaba sendo muito mais uma questão de honra do que simplesmente aceitar aquela acusação pra resolver a questão. eu jamais aceitaria também.
Pra mim, é sobre como pessoas problemáticas da cabeça acabam destruindo uma família, que já estava ruindo por si só.
Apostas & Segredos
3.1 40Mesmo sabendo que o filme não é sobre isso,
Fiquei torcendo pra Muriel e pro Julius ficarem juntos no final...
Pecadores
4.0 1,3K Assista AgoraPra quem acha que o filme é um pastelão, sinto em dizer que perderam algumas referências... O filme é bem mais profundo e complexo do que aparenta à primeira vista. Trata sobre racismo, resistência, religiosidade e liberdade do povo negro. Questões muito importantes como a relevância da resistência e do protagonismo por meio da música são retratadas de formas poéticas, como a cena da festa onde passado, presente e futuro da cultura negra, indígena e asiática se encontram. A opressão branca se manifesta também por meio da imposição da sua religiosidade e das suas crenças, da sua cultura e da sua música. Os vampiros servem apenas como simbolismo, como uma metáfora bem construída para a invasão operada pelos brancos nos mundos e subjetividades de outras raças. Muito simbólico o fato de eles terem que ser "convidados" a entrar, o que também representa como a crença nas pessoas brancas podia acabar redundando em morte para os negros, como estes eram muitas vezes enganados a se voltarem contra sua própria raça para agradar aos brancos. E que no fim das contas, todos os brancos são iguais, pois o racismo ainda é estrutural. São tantas camadas... Mas o filme é extremamente emocionante e mostra como a liberdade (ou a libertação) vale a pena, mesmo que por poucas horas. Referências a Tarantino muito presentes, é quase uma mistura de Django com Um drink no inferno. Genial, grandes atuações, um filmaço!
A Avaliação
3.5 161 Assista AgoraComplexo de édipo mandou lembranças.
Outro Pequeno Favor
2.5 96 Assista AgoraJamais imaginei que um filme poderia ser tão ruim!
As únicas coisas boas do filme são a Blake Lively e a Ilha de Capri...
Ps:
perderam a oportunidade de colocar a personagem da Anna Kendrick junto com o Matteo Bartolo (o cara lá da gangue rival), teria sido sucesso.
Os Seus, os Meus e os Nossos
3.0 322 Assista Agorameu deus, eu simplesmente AMAVA esse filme quando pequena.
é engraçado como a nostalgia nos faz ter uma visão muito romantizada de algo que gostávamos muito no passado.
assisti novamente e não teve aquele mesmo impacto, embora ainda tenha um certo charme. algumas cenas hilárias e as crianças pequenas extremamente fofas.
para os eternos românticos!
Compartimento Nº 6
3.9 42A pergunta que fica é:
quando ele escreveu "Haista vittu" para ela, ele já sabia que significava "fuck you" ou ele ainda achava que significava "eu te amo"?
Mickey 17
3.4 555 Assista AgoraBong Joon-ho é, indiscutivelmente, um dos gênios do nosso tempo!
Desde Expresso do Amanhã, passando por Okja e Parasita, ele aborda temas extremamente inovadores, fazendo sempre uma crítica exemplar ao capitalismo tardio e aos rumos que a humanidade vem tomando. É curioso porque várias dessas questões que acontecem no filme são coisas que eu facilmente imagino acontecendo no futuro da nossa espécie. Eu adoro a forma como ele aborda a interação humana com o planeta e as outras espécies (mesmo que intergalácticas, como neste filme). O ser humano é a única espécie capaz de destruir tudo o que toca, ainda mais na sua versão fascista-capitalista-neoliberal. Adorei, também, as críticas ao Trump (claramente impersonado por Mark Ruffalo - os dentes e a gravatinha vermelha não deixam dúvidas) e as alusões ao nazifascismo, com a ideia de construção de um planeta "racialmente superior" e totalmente branco.
Em um momento achei que o filme ia se perder, quando começou toda aquela história do ménage da Nasha com os Mickeys (sinceramente não entendi a utilidade de todo aquele arco para o filme, mas parece que hoje em dia todo filme tem que ter pelo menos uma alusão a sexo). O filme retoma, então, o seu rumo, conseguindo se manter coeso no final, mas é no máximo uma nota 4/5, porque acredito que ele poderia ter seguido outros caminhos mais interessantes, apostando ainda mais na relação ser humano e outras espécies.
Os rastejadores são o ponto alto do filme! que coisinhas mais fofinhas aqueles rastejadores bebês.
Ainda assim, acredito que o filme não está no mesmo nível de outros que abordam temas similares, como o célebre A Chegada, de Denis Villeneuve, o qual acredito que foi uma nítida inspiração para Mickey 17.
Dente de Leite
3.8 62filme extremamente sensível e original, destes que são raros de encontrar.
eliza scalen está incrível, como de praxe.
mesmo sendo uma adolescente, me chamou atenção a sensibilidade da personagem para o mundo e sua autoconfiança e determinação em obter o que queria da vida, ainda que com pouco tempo.
o olhar generoso que ela teve para com o moses fez com que ele próprio pudesse se encarar de outra forma.
o filme também é permeado pela temática das drogas enquanto um escape de sentimentos talvez insuportáveis. mas ao mesmo tempo, é apenas estando sóbrios que podemos apreciar a completude da vida, em suas múltiplas dores e prazeres.
How to Have Sex
3.5 158 Assista Agorao início do filme é quase impossível de suportar, as personagens são asquerosas naquele ritmo frenético de bebedeira e loucura que só a adolescência proporciona.
mas depois o filme vai ficando mais sério, e vemos que ele se propõe a retratar a temática do estupro e do abuso de uma forma sutil. não apenas o abuso, mas tudo que contribui para ele, como "amizades" que na verdade só querem te ver tão mal quanto elas estão, ou como os homens mesmo vendo que seus amigos são estupradores e babacas não os enfrentam. os homens quase sempre acabam se protegendo, por mais sensíveis que eles possam parecer.
só uma mulher entende o que é estar nessa situação, ser muito nova e imatura para tomar decisões como estas, mas ao mesmo tempo a pressão dessas ditas "amizades" para perder a virgindade (aplica-se a várias outras coisas), querer um romance com alguém legal ou conhecer um cara bacana e ter uma história e por isso aceitar coisas que são inaceitáveis, até o ponto onde você se vê em um local no qual você jamais imaginou estar.
acredito que os homens deveriam refletir mais antes de comentar besteiras gigantescas sobre um filme como esse, porque eles não têm a mínima noção, no geral, de como é ser mulher nessa sociedade machista, e como é ser adolescente e despreparada psicologicamente para lidar com situações tão complexas, mas mesmo assim ser forçada a lidar.
Amores Solitários
2.8 55 Assista Agoraaii, o homem hétero branco apanhando de todos os lados, tadinhooo, rs.
adoro o liam hemsworth e a laura dern, então não tinha muito como não gostar do filme.
gostei também de como o filme foge de clichês maniqueístas envolvendo a traição. ficou nítido que o casal original, embora a namorada fosse uma boa pessoa, não estava mais conseguindo se entender. além de serem muito diferentes, a comunicação estava muito difícil. nesse contexto, em meio a viagem, eles encontram pessoas que têm muito mais a ver com aquilo que eles realmente procuram.
achei a história do roubo da bolsa um pouco exagerada, mas é aquele drama que todo filme romântico precisa ter no final, para os personagens se reencontrarem depois. ela escrever um livro sobre o romance deles foi o toque final.
Nove Dias
3.7 99"Look attentively and you will always find these moments. Please, don't take them for granted, because in my nine days here, I never did".
Shiva Baby
3.8 297 Assista AgoraE pensar que tudo isso poderia ser evitado se ela simplesmente pegasse sua bolsa e seu celular e fosse embora
Arn: O Cavaleiro Templário
3.4 132 Assista Agoralembro de assistir a este filme quando era criança... nunca mais esqueci.
é daquelas histórias que te marcam pra sempre, sobretudo a força e resiliência dos protagonistas em lutarem pelo que acreditam.
filme incrível, vontade de rever!!
Nosferatu
3.6 950 Assista Agoranão costumo achar isso de nenhum filme, mas sério
que filme chatoooo
parecia que a história não andava pra frente, o filme não tem um ápice, além de ser lento falta emoção, tanto que nem fiquei aterrorizada
além disso, acho que seria muito mais interessante se eles fizessem um conde "normal" durante o dia, com a aparência usual do Bill Skarsgard e o vampiro horripilante só durante a noite. acho que acrescentaria um componente muito mais sensual e misterioso pra história.
A Verdadeira Dor
3.5 237 Assista Agoraa mensagem que esse filme me passou é: todo mundo tem algo de bom.
só não entendi como eles viajaram pra outro país para ir
até a cidadezinha onde tinha a casa da avó e nem bateram na porta para pedir para conhecer a casa por dentro. tipo???
ps: amei que a emma stone é uma das produtoras do filme.
O Quiosque
3.5 55Muito bom o filme, o AJ e o Shane são tão legais que compensam aguentar aquele pé no saco do Moose...
que guri insuportável e egoísta.
Fora isso, adolescentes sendo adolescentes.
Encontros e Desencontros
3.8 1,8KO que será que ele fala no ouvido dela naquela despedida?
Ah, nunca saberemos...
E quando ele está indo embora e começa a tocar Just Like Honey do The Jesus and Mary Chain...
Que momento!!!
Provavelmente eles nunca mais se verão, mas o que tiveram é eterno. E isso basta.
Emilia Pérez
2.4 484 Assista AgoraApesar de todas as críticas muito negativas, decidi assistir ao filme e tirar minhas próprias conclusões. Não achei o filme tão ruim, mas também não é muito bom, é um filme mediano. A Zoe Saldana realmente está incrível, ela é o ponto alto do filme. Consegui me emocionar várias vezes com os temas abordados e com as canções, contudo acho que do meio pro final ele se perde muito. O tema dos desaparecidos para mim não foi abordado tangencialmente, como vi alguns críticos afirmando. Acho que souberem abordar a questão devidamente. Mas aquela parte do
sequestro da Emilia pela Jessi para mim não funcionou. Não entendi qual foi exatamente o ponto que eles queriam passar com esse sequestro e com as mortes decorrentes dele.
O que puxa o filme para baixo, na minha visão, é a Selena Gomez. Até gosto dela em outras produções como Only Murders e acho que o problema dela aqui não é propriamente a atuação em si. O problema é que o espanhol dela é muito ruim. Isso foi realmente vergonhoso de assistir. E acho que ela inclusive teria uma responsabilidade de não aceitar esse papel com um espanhol tão fraco e dar a oportunidade para outra atriz. Para mim, o desempenho dela é a principal questão que torna esse filme fraco e sem credibilidade.