"E malandro é malandro, mané é mané (Podes crer que é)" Bezerra da Silva.
São tantas camadas nessa série, são tantos personagens, até a diretora virá personagem e a maioria quer ser protagonista, não tem um minuto de marasmo, é puro suco da incredulidade.
As primas mereciam um episódio só delas, relatando toda a versão delas da história.
É um dos melhores documentários sobre músicos que assisti nos últimos tempos, é o que mais me conectou com a intimidade, personalidade e a essência do artista enquanto ser humano, chorei do início até depois do fim, pela beleza da existência do Jeff, pela injustiça e dor de ver seu talento interrompido por uma tragédia sem explicação. As entrevistas com pessoas que pertencem realmente ao círculo intimo do Jeff, que sofrem pela sua partida, são tão cruas, doloridas, realmente te conectando com a dor daquelas pessoas, te conduzindo para os diferentes as aspectos da vida do Jeff, sendo o ponto chave do documentário. Os diários, desenhos do Jeff te conectam com a sensibilidade que transbordava desse ser humano, claramente a música e arte era seu ponto de conexão com o mundo, ele era dotado de uma capacidade expressão através da arte que poucos artistas possuem. A sua sensibilidade era formadora do seu caráter, claramente era um pessoa muito a frente do seu tempo, com conexões com universos que nos escapam, impressionante que ele conseguiu profetizar até o futuro da sua arte, parafraseando o que ele mesmo disse quando "eu morrer, quero que reste apenas a minha música no mundo, não quero que lembrem da minha beleza ou de quem eu sou filho".
A fotografia do filme é linda, as reflexões em forma de narração foi um acerto proporcionando a aproximação do telespectador dos sentimentos dos narradores, poderia ter uma duração maior para apreciarmos um pouco mais da genialidade do Paulinho ♡
Pedrada. A cada cena, a cada criança, a cada fala, a dor vai ficando cada vez mais latente por cada infância interrompida, pelo ciclo de violências e vulnerabilidades que vai se escalonado na tela, até se tornar intragável. Dói, gera reflexões e diversos sentimentos difíceis de serem digeridos, pulsa mudanças que não vão acontecer tão cedo, mas te torna um pouco menos insensível e atento a essa realidade tão presente no Brasil com suas outras diversas camadas de vulnerabilidades e interseccionalidades.
Assisti fargo despretensiosamente, estou feliz de ter dado a oportunidade para série, ótimas atuações, a trilha sonora e o estilo de filmagem extremamente criativos, sinestesia pura em diversas cenas e boas histórias.
Que mulher incrível é Yula ♡ O documentário proporciona diversas reflexões necessárias ao telespectador. Refletir sobre o mundo que vivemos é doloroso. O filme perpassa por temas extremante sensíveis como, infância, invisibilidade, dor, falta, vulnerabilidade social, amadurecimento precoce, política, direito de moradia, preconceito, perspectiva de ser mulher, esperança. Mesmo em meio a dor existe beleza, poesia e esperança.
Atemporal, a narração que refina a obra dando forma ao filme e que filme. ''Quando a gente não pode fazer nada, a gente avacalha. Avacalha e se esculhamba!''
O primor do filme é transmitir a beleza da singularidade do mundo de cada um. A trilha sonora é belíssima, essencial para o filme, minha vontade era que o filme durasse mais umas duas horas.
Documentário extremamente sagaz em demonstrar como funcionou a propaganda nazista, a importância da arte nesse contexto, como foi idealizada e se operou a máquina de destruição da humanidade.
"É árdua a tarefa de definir o nazismo em termos políticos, pois sua dinâmica está repleta de um conteúdo diverso daquilo que comumente chamamos de política. Em grande parte, esta força motora era estética. Sua maior ambição era o embelezamento violento do mundo. Das mortes de doentes mentais ao extermínio dos judeus, não houve um verdadeiro motivo político. Não eliminaram os inimigos ou oponentes do regime, mas, sim, pessoas inocentes, cuja existência não estava de acordo com os ideias nazistas"
O Brasil de histórias que se repetem - assistindo pela segunda vez- importante resgate de fatos que ainda são presentes na nossa sociedade, quem sabe o futuro seja diferente?
O Documentário foi muito bem construído e conduzido, podemos ver a construção da personalidade revilucionaria de Fela, sua comunhão com sua essência e ao final as contradições do homem Fela, interessante como há amigos que continuam falando a verdade em sua cara, demonstrando suas inconsistências e transparecendo que gostariam de ter conseguido ajudá-lo e há os que continuam sem conseguir vocalizar a realidade do que se passou na sua história.
Um impressionante exercício de autocura através da arte, é tocante como através da arte no tempo, Adelina consegue ressignificar seus maiores traumas, como consegue se conectar novamente com o real.
Assistindo pela segunda vez, captando detalhes que passaram despercebidos, é esdrúxula a maneira como Byers quer incorporar o papel do padrasto sofredor, mas sempre fica latente o contraste sua camada mais profunda. Nesse primeiro filme, Damien parece não perceber que a situação está cada vez mais se complicando, ele penteando o cabelo no tribunal enquanto no plano de fundo da câmera enquanto Byers em primeiro plano está sendo entrevistado é uma das passagens mais bem construídas do primeiro filme. Difícil a análise do caminho que as defesas tomaram, a decisão mais acertada na minha concepção foi a estratégia traçada pela defesa do Jason. Aliás a postura do Jason, a sensível e o senso de realidade do que estava se passando é impressionante para idade dele, uma das cenas mais marcantes foi quando ele fez a reflexão sobre a amizade dele com o Damien. No mais o fime é extremamente triste pela trágica morte das crianças, pela postura da investigação e pela maneira ilegítima que se deu a acusação dos três.
Não tem como não ser tocado pela poesia das pinturas de Carlos - sua sombra, sua luz, seus monstros, seus momentos de lucidez, sua vida através da arte nos atravessa e a sensível interpretação de Nise sobre a vida de Carlos e sua arte emociona pelo respeito de sua essência ♡
O Testamento: O Segredo de Anita Harley
4.0 68 Assista Agora"E malandro é malandro, mané é mané
(Podes crer que é)" Bezerra da Silva.
São tantas camadas nessa série, são tantos personagens, até a diretora virá personagem e a maioria quer ser protagonista, não tem um minuto de marasmo, é puro suco da incredulidade.
As primas mereciam um episódio só delas, relatando toda a versão delas da história.
It’s Never Over, Jeff Buckley
4.3 25 Assista AgoraÉ um dos melhores documentários sobre músicos que assisti nos últimos tempos, é o que mais me conectou com a intimidade, personalidade e a essência do artista enquanto ser humano, chorei do início até depois do fim, pela beleza da existência do Jeff, pela injustiça e dor de ver seu talento interrompido por uma tragédia sem explicação.
As entrevistas com pessoas que pertencem realmente ao círculo intimo do Jeff, que sofrem pela sua partida, são tão cruas, doloridas, realmente te conectando com a dor daquelas pessoas, te conduzindo para os diferentes as aspectos da vida do Jeff, sendo o ponto chave do documentário.
Os diários, desenhos do Jeff te conectam com a sensibilidade que transbordava desse ser humano, claramente a música e arte era seu ponto de conexão com o mundo, ele era dotado de uma capacidade expressão através da arte que poucos artistas possuem.
A sua sensibilidade era formadora do seu caráter, claramente era um pessoa muito a frente do seu tempo, com conexões com universos que nos escapam, impressionante que ele conseguiu profetizar até o futuro da sua arte, parafraseando o que ele mesmo disse quando "eu morrer, quero que reste apenas a minha música no mundo, não quero que lembrem da minha beleza ou de quem eu sou filho".
Paul McCartney: Homem em Fuga
4.1 10 Assista AgoraA fotografia do filme é linda, as reflexões em forma de narração foi um acerto proporcionando a aproximação do telespectador dos sentimentos dos narradores, poderia ter uma duração maior para apreciarmos um pouco mais da genialidade do Paulinho ♡
As Crianças da Estação Leningradsky
4.5 6Pedrada.
A cada cena, a cada criança, a cada fala, a dor vai ficando cada vez mais latente por cada infância interrompida, pelo ciclo de violências e vulnerabilidades que vai se escalonado na tela, até se tornar intragável. Dói, gera reflexões e diversos sentimentos difíceis de serem digeridos, pulsa mudanças que não vão acontecer tão cedo, mas te torna um pouco menos insensível e atento a essa realidade tão presente no Brasil com suas outras diversas camadas de vulnerabilidades e interseccionalidades.
Fargo (1ª Temporada)
4.5 538 Assista AgoraAssisti fargo despretensiosamente, estou feliz de ter dado a oportunidade para série, ótimas atuações, a trilha sonora e o estilo de filmagem extremamente criativos, sinestesia pura em diversas cenas e boas histórias.
Something Better to Come
4.0 1Que mulher incrível é Yula ♡
O documentário proporciona diversas reflexões necessárias ao telespectador.
Refletir sobre o mundo que vivemos é doloroso.
O filme perpassa por temas extremante sensíveis como, infância, invisibilidade, dor, falta, vulnerabilidade social, amadurecimento precoce, política, direito de moradia, preconceito, perspectiva de ser mulher, esperança.
Mesmo em meio a dor existe beleza, poesia e esperança.
La Chimera
3.8 49 Assista AgoraReencontrar-se ♡
O Bandido da Luz Vermelha
3.9 279 Assista AgoraAtemporal, a narração que refina a obra dando forma ao filme e que filme.
''Quando a gente não pode fazer nada, a gente avacalha. Avacalha e se esculhamba!''
Dias Perfeitos
4.2 632 Assista AgoraO primor do filme é transmitir a beleza da singularidade do mundo de cada um. A trilha sonora é belíssima, essencial para o filme, minha vontade era que o filme durasse mais umas duas horas.
Limite
4.0 180 Assista AgoraFilmes aparentemente suaves e despretensiosos que balançam suas estruturas internas, obra prima do cinema nacional ♡♡♡
A Odisseia dos Tontos
3.8 172"Os filhos da puta não se sentem filhos da puta. Eles não acordam e pensam 'mas olha que filhos da puta que nós somos'. Isso é para tontos como nós"
Arquitetura da Destruição
4.2 140 Assista AgoraDocumentário extremamente sagaz em demonstrar como funcionou a propaganda nazista, a importância da arte nesse contexto, como foi idealizada e se operou a máquina de destruição da humanidade.
"É árdua a tarefa de definir o nazismo em termos políticos, pois sua dinâmica está repleta de um conteúdo diverso daquilo que comumente chamamos de política. Em grande parte, esta força motora era estética. Sua maior ambição era o embelezamento violento do mundo. Das mortes de doentes mentais ao extermínio dos judeus, não houve um verdadeiro motivo político. Não eliminaram os inimigos ou oponentes do regime, mas, sim, pessoas inocentes, cuja existência não estava de acordo com os ideias nazistas"
Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia
3.7 123O Brasil de histórias que se repetem - assistindo pela segunda vez- importante resgate de fatos que ainda são presentes na nossa sociedade, quem sabe o futuro seja diferente?
Piripkura
4.4 23O encanto da floresta, a vida de seus genuínos guardiões, quando acaba o filme fica a vontade de saber como estão Tamanduá e Pakyî ♡
Palavra (En)Cantada
4.4 96 Assista AgoraQue aula, esse filme deveria ser proibido de ter fim.
Abá
3.9 2Poesia em forma de imagens, sinestesia com sons, texturas e vibrações ♡
Meu Amigo Fela
4.2 9O Documentário foi muito bem construído e conduzido, podemos ver a construção da personalidade revilucionaria de Fela, sua comunhão com sua essência e ao final as contradições do homem Fela, interessante como há amigos que continuam falando a verdade em sua cara, demonstrando suas inconsistências e transparecendo que gostariam de ter conseguido ajudá-lo e há os que continuam sem conseguir vocalizar a realidade do que se passou na sua história.
O Beijo da Mulher-Aranha
3.9 271 Assista AgoraQue personagem é o Molina, tão bem construído por William Hurt - suas histórias, seus filmes, seus desejos e sua coragem transbordam ♡
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista Agora✨️
Irina Palm
3.9 76Daqueles filmes que da vontade de guardar em um potinho. Atuação primorosa da Marianne Faithfull ♡
Imagens do Inconsciente - No Reino das Mães
4.5 6 Assista AgoraUm impressionante exercício de autocura através da arte, é tocante como através da arte no tempo, Adelina consegue ressignificar seus maiores traumas, como consegue se conectar novamente com o real.
Imagens do Inconsciente - Em busca do espaço cotidiano
4.5 8Dolorido ver como Fernando teve sua sanidade atravessada pelo racismo.
O Paraíso Perdido: Assassinatos de Crianças em Robin Hood Hill
4.2 46Assistindo pela segunda vez, captando detalhes que passaram despercebidos, é esdrúxula a maneira como Byers quer incorporar o papel do padrasto sofredor, mas sempre fica latente o contraste sua camada mais profunda.
Nesse primeiro filme, Damien parece não perceber que a situação está cada vez mais se complicando, ele penteando o cabelo no tribunal enquanto no plano de fundo da câmera enquanto Byers em primeiro plano está sendo entrevistado é uma das passagens mais bem construídas do primeiro filme.
Difícil a análise do caminho que as defesas tomaram, a decisão mais acertada na minha concepção foi a estratégia traçada pela defesa do Jason.
Aliás a postura do Jason, a sensível e o senso de realidade do que estava se passando é impressionante para idade dele, uma das cenas mais marcantes foi quando ele fez a reflexão sobre a amizade dele com o Damien.
No mais o fime é extremamente triste pela trágica morte das crianças, pela postura da investigação e pela maneira ilegítima que se deu a acusação dos três.
Imagens do Inconsciente - A Barca do Sol
4.5 5Não tem como não ser tocado pela poesia das pinturas de Carlos - sua sombra, sua luz, seus monstros, seus momentos de lucidez, sua vida através da arte nos atravessa e a sensível interpretação de Nise sobre a vida de Carlos e sua arte emociona pelo respeito de sua essência ♡