A quebra de expectativa com esse filme é uma das maiores que tive no cinema. Tem tantas camadas que é um pouco difícil de acompanhar. A crítica principal são das crises climáticas, controle de narrativa e magnatas, políticos e militares que cavam o planeta sem escrúpulos. O filme é de comédia, ri de algumas situações e reações absurdas dos personagens, mas o texto também carrega um tom dramático. A ausência da trilha sonora é uma das coisas que mais gostei, pois a "música" são sons de ambiente ritmados, mas não tão harmonizados. O roteiro tem uma surpresa incrível, é difícil não dar spoiler. Sou fã do Tom Cruise, o apoiarei até o fim!
Visualmente muito bom, mas roteiro bem fraco. O filme retrata a criação de super soldados sem remorso ou consciência, apenas matança. Começa super bem, com cenas visualmente estéticas e trilha sonora estilizada. Estabelecem que essas experiências são fruto de anos e anos de conflitos norte americano, além da anexação de cientistas alemães pós Guerra Mundial, a Operação Paperclip. Grande parte do filme são cenas que mostram como esses super soldados são ameaçadores, mas eles acabam perdendo tempo fazendo pose pra câmera. A protagonista é outra que se faz de durona, veterana de guerra, mas no tiroteio deixou a desejar. Todos os coadjuvantes são desinteresses, menos a filha da protagonista que é uma fofa. Há crítica ao militarismo e mercado da Guerra, mas não aprofundam gastando no visual.
Finalmente assisti em IMAX. Tem cenas novas e pós créditos que conectam ao próximo filme, Vingadores Doutor Destino. Gosto desse filme mais pelos últimos 30min, pq de resto é um show de conveniência de roteiro. Pra um filme que finalizou toda uma era de filmes e anos de planejamento, merecia uma dedicação a mais. Uma das coisas que mais me dão desgosto é que derrotam na batalha final o Thanos 2014, o Thanos que realmente juntou as joias e causou sofrimento aos personagens daquela timeline, tecnicamente foi vencedor. São tantos "acasos" e situações forçadas que não consigo ignorar. Hoje em dia entendo melhor o arco do Thor e o porquê dele ficar daquele jeito, mas ainda não gosto. Esse filme, pra mim, perde ainda mais força quando comparado ao Guerra Infinita.
Boa continuação do filme clássico dos anos 90. O primeiro filme tem um ar mais divertido e descontraído, esse já é mais sentimental e emocionante. As cenas das tias Jet e Franny são as melhores, o carisma delas é essencial pro desenvolvimento da Sally e Gillian em ambos os filmes. Inclusive elas voltam com as personalidades intactas, o que é divertido de se ver pois elas tem uma irmandade muito forte. O problema do filme são as filhas, a trama é focada na mais velha porém é mal desenvolvida, e a mais nova é escanteada. Além do plot, da Maldição Owens, ser bem forçado e ter um antagonista clichê esquecível.
Um bom filme de terror com toques de comédia. Parece um spin off, tipo Resident Evil Outbreak que conta histórias paralelas. Tem referências, homenagens e elementos visuais de Resident Evil, mas se tivesse qualquer outro nome não faria diferença. Parece mais um filme de surto de infecção que usa elementos dos jogos como homenagem apenas. O filme tem uma progressão bacana, igual videogame que o personagem vai enfrentando desafios em cada mapa, até chegar na fase final. Tem um forte apelo cômico, mas tendo cenas de terror pesadas e tensas. As criaturas são bizarras e com ótimos design, então nem fez falta zumbis, tendo poucos. Porém ainda me decepciona mais um filme de Resident Evil sem os personagens icônicos dos jogos que seja bom.
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É uma filme idiota, no bom sentido. A estrutura é de road movie e segue aquele estilo "desventuras em série", que várias coisas absurdas acontecem com os personagens em sequência, e vamos nos divertindo com eles lidando com toda a loucura. Tem boas cenas que realmente são engraçadas, mas entre as boas cenas de comédia tem um pacing com cenas de conversas longas e sem muito sentido narrativo, então o ritmo do filme fica quebrado. As atuações são boas, apesar do Dave Franco repetir esse personagem pela milésima vez. Só acho que não entendi o propósito e o final do filme.
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É um bom anime, principalmente pela sua temática cyberpunk, MAS considero um anime superestimado. Não sei do manga, assisti apenas o anime. Tecnicamente e culturalmente, Akira merece todo o seu reconhecimento. Gosto da historia, mas acho ela muito corrida e pouco explicativa. Se esse anime fosse em episódios, esse filme seriam os 2 últimos episódios copilados. A sociedade quebrada, os fanáticos religiosos, os lideres corporativos e governamentais corruptos, a resistência rebelde, conhecemos todas essas abordagens, porem em Akira as coisas são apresentadas de forma abrupta. Os personagens são interessantes, mas a maioria mal explorado. Apenas Kaneda, que é um delinquente chato, e Tetsuo, o antagonista que é o mais aprofundado na historia, são os destaques. É um bom anime, mas que sofre de um saudosismo quase justificável pela sua importância histórica e cultural.
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Um terror comedia bem trash. Totalmente exagerado e tenta desesperadamente chocar com violência e gore com crianças assassinas. As crianças tomam o sorvete amaldiçoado e fazem uma onda de violência contra os adultos. A historia é rasa, simples e sem necessidade nenhuma de um filme tão longo. Talvez se essa historia fosse um curta metragem, seria menos pior, porque aturar quase 1:30h de um filme vazio foi complicado. As atuações são ruins, o Sorveteiro é sem graça, e toda a solução do filme é dada em 5min, então a maior parte do filme é violência gratuita. Diz que o filme usa IA Generativa pra algumas cenas, e realmente tem cenas com cara de IA, mas coisa simples.
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É um filme pós apocalíptico simples, sem nada de especial ou diferente do que já vimos, mas é um simples bem feito. O cara que faz ronda com seu cachorro, busca suprimentos e protege seu território, lembra até Eu Sou A Lenda. A mensagem principal é sobre encontrar novo propósito, sair da sobrevivência rotular e buscar novas maneiras de se viver nesse mundo destruído. As atuações são boas apesar de um pouco caricatas, e a fotografia e trilha sonora lembram muito The Last of Us. Não gostei dos grupos inimigos, são todos bem NPC e nem parecem humanos de tão absurdos.
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Eu gosto muito desse filme, mas continuo não gostando de Musical. Quando assisti pela primeira vez fui extremamente surpreendido por um filme divertido, alegre, melancólico e triste, e é esse mix de sentimentos um dos pontos mais fortes do filme. A história é muito bem desenvolvida e a atuação dos protagonistas deixa tudo muito envolvente. Destaco também o design de produção, fotografia, músicas, coreografia, tudo no filme parece ser meticulosamente pensado e harmonizado. Meu ponto negativo é pra algumas atitudes dos personagens que são levemente forçada as vezes e algumas músicas que não gosto tanto.
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Achei bem ruinzinho e sem graça. A premissa do Governo proibir sexo entre pessoas como forma de controle, pode soar interessante, mas nesse filme é aplicado de uma maneira bem tosca, banal e rasa. Os protagonistas são tão sem graça que "se apaixonam" em uma noite com algumas horas de conversa mole. As piadas são sem graça, as situações de absurdo que geram a comédia são forçadas e a química do casal é 0. Pior ainda a atuação do Callum Turner que tem o carisma de uma porta. Pelo menos no final tem uma decisão que gostei e fez o mínimo de sentido nesse roteiro abobado.
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Gostei como o filme inova. Trouxe novidades pra franquia mas também usa elementos clássicos. A dinâmica de acessar o Além é interessante e agora tem mais do que apenas visitar, da pra levar e trazer coisas dependendo do nível de "poder" da pessoa. Soa absurdo e causa estranhamento isso de poderes, mas pelo menos o filme tem coragem de assumir as novas ideias sem receio. Achei interessante o novo espírito do mal, ele tem um visual meio Marilyn Manson e uma seita estilo Charles Manson. Só não gostei muito dos personagens coadjuvantes, todos são sub aproveitados, apesar da protagonista ter um bom destaque.
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Ótimo filme sobre ciclo de violência e vingança. Aqui desromantizam o que conhecemos de popular sobre Robin Hood. Não o tratam como herói que roubava dos ricos e dava aos pobres, mas sim como um assassino frio que roubava e matava sem pudor. Essa desconstrução do mito é interessante pois discute bem que uma história pode ser alterada ao longo do tempo e dependendo de quem a conta. As atuações são boas, em especial a do Hugh Jackman que faz um Robin Hood cansado e descrente da vida. A trilha sonora acompanha bem o ritmo do filme, principalmente em cenas contemplativas. Não gostei de não deixarem claro, nessa história, as verdadeiras intenções do Robin, mas talvez isso seja intencional.
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Uma aventura em família ao melhor estilo 80tista. O filme começa super bem, empolga com o mistério de onde estão, o que está acontecendo, e trabalha muito bem a tensão até finalmente revelar a situação que aquela família está. Os posters e trailers revelam que tem dinossauros no filme, o que é uma pena. Não foge muito do que já vimos em outros filmes, mas esse tem um toque mais assustador nos dinossauros, com penas, em situações até msm violentas. Não gostei do final, pra mim faltou profundidade e ficou um pouco confuso sem necessidade.
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Um filme muito tenso e com várias camadas psicológicas. A protagonista tem sérios problemas de socializar e se relacionar, com uma personalidade fria, distante e ríspida, porém vemos que isso é seu mecanismo de defesa por causa de seus traumas familiares e inibições sexuais. A atuação da Isabelle Huppert é absurda! Eu não duvidei da personagem nem por 1 seg. Toda a tensão, desconforto, variações de humor, micro expressões, são absolutamente convincentes. Eu adorei a edição do filme, é seca e direta, não tem firula. O design de som é incrível, a captação dos instrumentos, vozes de fundo, ambiente, são mixados de forma que dá pra ouvir e sentir tudo. Não gostei muito do final ser aberto, eu gostaria de algo mais conclusivo. Tem cenas pesadas, isso talvez desagrade o grande público.
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Esse filme não é nada do que eu esperava, e de certa forma, isso foi bom. Fui surpreendido por um drama psicológico intenso com muitas metáforas, metalinguagens, alegorias e até mesmo comedia, coisas que o filme faz e fala de forma consciente e explícita ao espectador. Tem inspiração fortíssima em Sexta-Feira 13, com várias referências e homenagens. O problema é que o filme se esforça demais pra confundir e não deixar claro o que é real no roteiro, parece uma experimentação constante com o gênero slasher. Sobre a crise de sexualidade da protagonista é interessante, mas são tantos temas misturados que fica bagunçado.
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Eu esperava mais desse filme. O começo foi bem bacana, focou mais na parte do distúrbio corporal da personagem. Foi bem rápido pro desenvolvimento da tal pílula do emagrecimento, em 20min de filme já temos todo o conceito do que vai ser explorado. Porém o resto do filme perde força e vira um filme padrão de assombração e possessão. O final achei bem ruim, parece que não sabiam como resolver o problema criado, deram uma solução péssima e partiram pro não lúdico, conceitual até demais.
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Não gostei muito e achei decepcionante, mas acho que isso é culpa das minhas próprias expectativas. O filme parece uma montanha russa com cenas de ação e cenas de diálogo demoradas. Tem o melhor desenvolvimento do Peter como herói solitário, mas insistem em MJ e Ned como se não tivesse mais nada pra mover o personagem. As intenções com o Justiceiro são boas, o contraste entre os dois é divertido de ver. Gostei da evolução dos poderes de Aranha, lembrou os filmes do Sam Raimi, além de ter várias referências aos filmes antigos. A vilã é genérica e achei a personagem bem desperdiçada, não senti que levou a lugar nenhum.
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Uma grandiosa e épica aventura. Odisseu enfrenta perigos absurdos na sua jornada pra casa após a "vitória" em Troia. Em quase 3h de filme, eu não senti o tempo, mas pensava varias vezes "como isso vai acabar?". O Matt Damon carrega bem o peso do personagem e sua vergonha na conquista de Troia. Anne Hathaway merecia mais cenas, já que a personagem dela é a que mais sofre com a ausência do marido. Robert Pattinson tem um personagem desprezível que é ótimo de odiar. Já o Tom Holland é destoante no filme, tanto o personagem quanto sua atuação é inferior do resto do elenco. A trilha sonora é incrível, principalmente nas cenas de ação. Os efeitos práticos do Nolan seguem sendo seu maior triunfo, tudo é muito palpável e real no filme, até os seres fantásticos. O design de produção é maravilhoso, as locações, as armaduras, as vestimentas, tudo é muito bonito. O demérito fica com as cenas de luta física, isso o Nolan nunca acerta e se mostra bem insuficiente na direção nesses momentos.
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Um filme necessário pra nós mostrar como diálogo é o caminho pra relacionamentos saudáveis e vencer tabus. Essa comédia romântica tem personagens que todos acabam se identificando. Um simples convite pra conhecer o apartamento do vizinho gera momentos constrangedores, engraçados e peculiares. A trilha sonora acompanha esse ritmo quando as discussões aumentaram, mas a ausência dela tbm potencializa o momento. As atuações são excelentes, cada ator deixa explícito sua persona. Só não gostei muito do Seth Rogen, ele tá muito bem mas as vezes sai muito caricato.
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Um dos melhores desses novos filmes de Evil Dead. A franquia está se reinventando e na minha opinião estão fazendo um ótimo trabalho. Essa nova roupagem que começou com o Remake de 2013 tá muito boa. Em Chamas tem conflitos familiares como base, o que gera ótimas cenas de embate, que inclusive é o filme mais brutal em enfrentamento físico. Tem cenas incríveis com enquadramentos extremamente inventivos e uma cena em plano sequência sensacional. Além de continuar expandindo sobre a seita que estuda o Necronomicon, prezam por mais que apenas possessões dando maior profundidade aos personagens. Esse filme me lembrou muito de Resident Evil 7 em ambientação, por se passar numa casa grande de família e estrutura de personagens, já que a protagonista enfrenta a família do marido. Tem 2 cenas pos-créditos que vão influenciar nos próximos filmes.
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Bem divertido e importante a reflexão sobre a inserção da tecnologia no dia a dia. Os brinquedos tem o conflito com as telas, mas no desenvolver percebem que dá pra conviver juntas, mantendo a pureza da infância se aliando a tecnologia. O filme podia ser mais explícito em mostrar que é responsabilidade dos pais instruírem e darem o exemplo. O Buzz e o Woody ainda tem aquele conflito de liderança divertido, mas a estrela é a Jessie com seu trauma de abandono que rende cenas mais emotivas. Tem uma tropa de Buzzes com momentos muito engraçados, ri demais nas cenas.
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Eu gostei, mas acho que esperava mais. A Kara passa grande parte do filme bêbada, dopada, envenenada, nunca parece que ela tá pura. Nos momentos que ela tá sóbria, a reflexão sobre dualidade na sua personalidade e fuga da realidade são interessantes. Na maioria das cenas de ação o filme promete uma sequência de luta com música, mas eu não me empolguei em quase nenhuma. O Lobo tem cenas bacanas mas também senti que poderia ser mais. O tempo todo eu pensei em como esse filme é parecido com Guardiões da Galáxia em estética e trilha sonora.
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Tiveram uma boa inspiração seguindo a msm ideia que o Pânico 5 ao retornar com o cast original e ainda incluir novos personagens. Não tem coerência cronológica referente aos filmes anteriores, mas isso nunca foi relevante na franquia. As referências e paródias aos filmes dos últimos anos são boas, claro que ainda tem aquele humor 5a Série mas algumas sacadas fazem a gente rir. Espero que façam mais filmes de paródia, eles são necessários pra zuar e criticar a indústria do entretenimento.
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Digger
3.6 31A quebra de expectativa com esse filme é uma das maiores que tive no cinema. Tem tantas camadas que é um pouco difícil de acompanhar. A crítica principal são das crises climáticas, controle de narrativa e magnatas, políticos e militares que cavam o planeta sem escrúpulos. O filme é de comédia, ri de algumas situações e reações absurdas dos personagens, mas o texto também carrega um tom dramático. A ausência da trilha sonora é uma das coisas que mais gostei, pois a "música" são sons de ambiente ritmados, mas não tão harmonizados. O roteiro tem uma surpresa incrível, é difícil não dar spoiler. Sou fã do Tom Cruise, o apoiarei até o fim!
Protocolo de Extermínio
2.7 13Visualmente muito bom, mas roteiro bem fraco. O filme retrata a criação de super soldados sem remorso ou consciência, apenas matança. Começa super bem, com cenas visualmente estéticas e trilha sonora estilizada. Estabelecem que essas experiências são fruto de anos e anos de conflitos norte americano, além da anexação de cientistas alemães pós Guerra Mundial, a Operação Paperclip. Grande parte do filme são cenas que mostram como esses super soldados são ameaçadores, mas eles acabam perdendo tempo fazendo pose pra câmera. A protagonista é outra que se faz de durona, veterana de guerra, mas no tiroteio deixou a desejar. Todos os coadjuvantes são desinteresses, menos a filha da protagonista que é uma fofa. Há crítica ao militarismo e mercado da Guerra, mas não aprofundam gastando no visual.
Vingadores: Ultimato
4.3 2,7K Assista AgoraFinalmente assisti em IMAX. Tem cenas novas e pós créditos que conectam ao próximo filme, Vingadores Doutor Destino. Gosto desse filme mais pelos últimos 30min, pq de resto é um show de conveniência de roteiro. Pra um filme que finalizou toda uma era de filmes e anos de planejamento, merecia uma dedicação a mais. Uma das coisas que mais me dão desgosto é que derrotam na batalha final o Thanos 2014, o Thanos que realmente juntou as joias e causou sofrimento aos personagens daquela timeline, tecnicamente foi vencedor. São tantos "acasos" e situações forçadas que não consigo ignorar. Hoje em dia entendo melhor o arco do Thor e o porquê dele ficar daquele jeito, mas ainda não gosto. Esse filme, pra mim, perde ainda mais força quando comparado ao Guerra Infinita.
Da Magia à Sedução: Feitiço de Amor
3.3 66Boa continuação do filme clássico dos anos 90. O primeiro filme tem um ar mais divertido e descontraído, esse já é mais sentimental e emocionante. As cenas das tias Jet e Franny são as melhores, o carisma delas é essencial pro desenvolvimento da Sally e Gillian em ambos os filmes. Inclusive elas voltam com as personalidades intactas, o que é divertido de se ver pois elas tem uma irmandade muito forte. O problema do filme são as filhas, a trama é focada na mais velha porém é mal desenvolvida, e a mais nova é escanteada. Além do plot, da Maldição Owens, ser bem forçado e ter um antagonista clichê esquecível.
Resident Evil
3.6 260Um bom filme de terror com toques de comédia. Parece um spin off, tipo Resident Evil Outbreak que conta histórias paralelas. Tem referências, homenagens e elementos visuais de Resident Evil, mas se tivesse qualquer outro nome não faria diferença. Parece mais um filme de surto de infecção que usa elementos dos jogos como homenagem apenas. O filme tem uma progressão bacana, igual videogame que o personagem vai enfrentando desafios em cada mapa, até chegar na fase final. Tem um forte apelo cômico, mas tendo cenas de terror pesadas e tensas. As criaturas são bizarras e com ótimos design, então nem fez falta zumbis, tendo poucos. Porém ainda me decepciona mais um filme de Resident Evil sem os personagens icônicos dos jogos que seja bom.
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Idiotas
2.7 7É uma filme idiota, no bom sentido. A estrutura é de road movie e segue aquele estilo "desventuras em série", que várias coisas absurdas acontecem com os personagens em sequência, e vamos nos divertindo com eles lidando com toda a loucura. Tem boas cenas que realmente são engraçadas, mas entre as boas cenas de comédia tem um pacing com cenas de conversas longas e sem muito sentido narrativo, então o ritmo do filme fica quebrado. As atuações são boas, apesar do Dave Franco repetir esse personagem pela milésima vez. Só acho que não entendi o propósito e o final do filme.
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Akira
4.3 900 Assista AgoraÉ um bom anime, principalmente pela sua temática cyberpunk, MAS considero um anime superestimado. Não sei do manga, assisti apenas o anime. Tecnicamente e culturalmente, Akira merece todo o seu reconhecimento. Gosto da historia, mas acho ela muito corrida e pouco explicativa. Se esse anime fosse em episódios, esse filme seriam os 2 últimos episódios copilados. A sociedade quebrada, os fanáticos religiosos, os lideres corporativos e governamentais corruptos, a resistência rebelde, conhecemos todas essas abordagens, porem em Akira as coisas são apresentadas de forma abrupta. Os personagens são interessantes, mas a maioria mal explorado. Apenas Kaneda, que é um delinquente chato, e Tetsuo, o antagonista que é o mais aprofundado na historia, são os destaques. É um bom anime, mas que sofre de um saudosismo quase justificável pela sua importância histórica e cultural.
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O Sorveteiro
2.1 55Um terror comedia bem trash. Totalmente exagerado e tenta desesperadamente chocar com violência e gore com crianças assassinas. As crianças tomam o sorvete amaldiçoado e fazem uma onda de violência contra os adultos. A historia é rasa, simples e sem necessidade nenhuma de um filme tão longo. Talvez se essa historia fosse um curta metragem, seria menos pior, porque aturar quase 1:30h de um filme vazio foi complicado. As atuações são ruins, o Sorveteiro é sem graça, e toda a solução do filme é dada em 5min, então a maior parte do filme é violência gratuita. Diz que o filme usa IA Generativa pra algumas cenas, e realmente tem cenas com cara de IA, mas coisa simples.
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Ponto Sem Retorno
2.8 19É um filme pós apocalíptico simples, sem nada de especial ou diferente do que já vimos, mas é um simples bem feito. O cara que faz ronda com seu cachorro, busca suprimentos e protege seu território, lembra até Eu Sou A Lenda. A mensagem principal é sobre encontrar novo propósito, sair da sobrevivência rotular e buscar novas maneiras de se viver nesse mundo destruído. As atuações são boas apesar de um pouco caricatas, e a fotografia e trilha sonora lembram muito The Last of Us. Não gostei dos grupos inimigos, são todos bem NPC e nem parecem humanos de tão absurdos.
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La La Land: Cantando Estações
4.1 3,6K Assista AgoraEu gosto muito desse filme, mas continuo não gostando de Musical. Quando assisti pela primeira vez fui extremamente surpreendido por um filme divertido, alegre, melancólico e triste, e é esse mix de sentimentos um dos pontos mais fortes do filme. A história é muito bem desenvolvida e a atuação dos protagonistas deixa tudo muito envolvente. Destaco também o design de produção, fotografia, músicas, coreografia, tudo no filme parece ser meticulosamente pensado e harmonizado. Meu ponto negativo é pra algumas atitudes dos personagens que são levemente forçada as vezes e algumas músicas que não gosto tanto.
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Só Por Uma Noite
3.1 35 Assista AgoraAchei bem ruinzinho e sem graça. A premissa do Governo proibir sexo entre pessoas como forma de controle, pode soar interessante, mas nesse filme é aplicado de uma maneira bem tosca, banal e rasa. Os protagonistas são tão sem graça que "se apaixonam" em uma noite com algumas horas de conversa mole. As piadas são sem graça, as situações de absurdo que geram a comédia são forçadas e a química do casal é 0. Pior ainda a atuação do Callum Turner que tem o carisma de uma porta. Pelo menos no final tem uma decisão que gostei e fez o mínimo de sentido nesse roteiro abobado.
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Sobrenatural: Agora Entre Nós
3.1 69 Assista AgoraGostei como o filme inova. Trouxe novidades pra franquia mas também usa elementos clássicos. A dinâmica de acessar o Além é interessante e agora tem mais do que apenas visitar, da pra levar e trazer coisas dependendo do nível de "poder" da pessoa. Soa absurdo e causa estranhamento isso de poderes, mas pelo menos o filme tem coragem de assumir as novas ideias sem receio. Achei interessante o novo espírito do mal, ele tem um visual meio Marilyn Manson e uma seita estilo Charles Manson. Só não gostei muito dos personagens coadjuvantes, todos são sub aproveitados, apesar da protagonista ter um bom destaque.
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A Morte de Robin Hood
2.9 31 Assista AgoraÓtimo filme sobre ciclo de violência e vingança. Aqui desromantizam o que conhecemos de popular sobre Robin Hood. Não o tratam como herói que roubava dos ricos e dava aos pobres, mas sim como um assassino frio que roubava e matava sem pudor. Essa desconstrução do mito é interessante pois discute bem que uma história pode ser alterada ao longo do tempo e dependendo de quem a conta. As atuações são boas, em especial a do Hugh Jackman que faz um Robin Hood cansado e descrente da vida. A trilha sonora acompanha bem o ritmo do filme, principalmente em cenas contemplativas. Não gostei de não deixarem claro, nessa história, as verdadeiras intenções do Robin, mas talvez isso seja intencional.
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O Fim da Rua
3.0 297 Assista AgoraUma aventura em família ao melhor estilo 80tista. O filme começa super bem, empolga com o mistério de onde estão, o que está acontecendo, e trabalha muito bem a tensão até finalmente revelar a situação que aquela família está. Os posters e trailers revelam que tem dinossauros no filme, o que é uma pena. Não foge muito do que já vimos em outros filmes, mas esse tem um toque mais assustador nos dinossauros, com penas, em situações até msm violentas. Não gostei do final, pra mim faltou profundidade e ficou um pouco confuso sem necessidade.
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A Professora de Piano
4.0 750 Assista AgoraUm filme muito tenso e com várias camadas psicológicas. A protagonista tem sérios problemas de socializar e se relacionar, com uma personalidade fria, distante e ríspida, porém vemos que isso é seu mecanismo de defesa por causa de seus traumas familiares e inibições sexuais. A atuação da Isabelle Huppert é absurda! Eu não duvidei da personagem nem por 1 seg. Toda a tensão, desconforto, variações de humor, micro expressões, são absolutamente convincentes. Eu adorei a edição do filme, é seca e direta, não tem firula. O design de som é incrível, a captação dos instrumentos, vozes de fundo, ambiente, são mixados de forma que dá pra ouvir e sentir tudo. Não gostei muito do final ser aberto, eu gostaria de algo mais conclusivo. Tem cenas pesadas, isso talvez desagrade o grande público.
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Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte
3.1 115 Assista AgoraEsse filme não é nada do que eu esperava, e de certa forma, isso foi bom. Fui surpreendido por um drama psicológico intenso com muitas metáforas, metalinguagens, alegorias e até mesmo comedia, coisas que o filme faz e fala de forma consciente e explícita ao espectador. Tem inspiração fortíssima em Sexta-Feira 13, com várias referências e homenagens. O problema é que o filme se esforça demais pra confundir e não deixar claro o que é real no roteiro, parece uma experimentação constante com o gênero slasher. Sobre a crise de sexualidade da protagonista é interessante, mas são tantos temas misturados que fica bagunçado.
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Insaciável
3.0 85 Assista AgoraEu esperava mais desse filme. O começo foi bem bacana, focou mais na parte do distúrbio corporal da personagem. Foi bem rápido pro desenvolvimento da tal pílula do emagrecimento, em 20min de filme já temos todo o conceito do que vai ser explorado. Porém o resto do filme perde força e vira um filme padrão de assombração e possessão. O final achei bem ruim, parece que não sabiam como resolver o problema criado, deram uma solução péssima e partiram pro não lúdico, conceitual até demais.
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Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 423 Assista AgoraNão gostei muito e achei decepcionante, mas acho que isso é culpa das minhas próprias expectativas. O filme parece uma montanha russa com cenas de ação e cenas de diálogo demoradas. Tem o melhor desenvolvimento do Peter como herói solitário, mas insistem em MJ e Ned como se não tivesse mais nada pra mover o personagem. As intenções com o Justiceiro são boas, o contraste entre os dois é divertido de ver. Gostei da evolução dos poderes de Aranha, lembrou os filmes do Sam Raimi, além de ter várias referências aos filmes antigos. A vilã é genérica e achei a personagem bem desperdiçada, não senti que levou a lugar nenhum.
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A Odisseia
4.2 596Uma grandiosa e épica aventura. Odisseu enfrenta perigos absurdos na sua jornada pra casa após a "vitória" em Troia. Em quase 3h de filme, eu não senti o tempo, mas pensava varias vezes "como isso vai acabar?". O Matt Damon carrega bem o peso do personagem e sua vergonha na conquista de Troia. Anne Hathaway merecia mais cenas, já que a personagem dela é a que mais sofre com a ausência do marido. Robert Pattinson tem um personagem desprezível que é ótimo de odiar. Já o Tom Holland é destoante no filme, tanto o personagem quanto sua atuação é inferior do resto do elenco. A trilha sonora é incrível, principalmente nas cenas de ação. Os efeitos práticos do Nolan seguem sendo seu maior triunfo, tudo é muito palpável e real no filme, até os seres fantásticos. O design de produção é maravilhoso, as locações, as armaduras, as vestimentas, tudo é muito bonito. O demérito fica com as cenas de luta física, isso o Nolan nunca acerta e se mostra bem insuficiente na direção nesses momentos.
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O Convite
3.9 355 Assista AgoraUm filme necessário pra nós mostrar como diálogo é o caminho pra relacionamentos saudáveis e vencer tabus. Essa comédia romântica tem personagens que todos acabam se identificando. Um simples convite pra conhecer o apartamento do vizinho gera momentos constrangedores, engraçados e peculiares. A trilha sonora acompanha esse ritmo quando as discussões aumentaram, mas a ausência dela tbm potencializa o momento. As atuações são excelentes, cada ator deixa explícito sua persona. Só não gostei muito do Seth Rogen, ele tá muito bem mas as vezes sai muito caricato.
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A Morte do Demônio: Em Chamas
3.2 294 Assista AgoraUm dos melhores desses novos filmes de Evil Dead. A franquia está se reinventando e na minha opinião estão fazendo um ótimo trabalho. Essa nova roupagem que começou com o Remake de 2013 tá muito boa. Em Chamas tem conflitos familiares como base, o que gera ótimas cenas de embate, que inclusive é o filme mais brutal em enfrentamento físico. Tem cenas incríveis com enquadramentos extremamente inventivos e uma cena em plano sequência sensacional. Além de continuar expandindo sobre a seita que estuda o Necronomicon, prezam por mais que apenas possessões dando maior profundidade aos personagens. Esse filme me lembrou muito de Resident Evil 7 em ambientação, por se passar numa casa grande de família e estrutura de personagens, já que a protagonista enfrenta a família do marido. Tem 2 cenas pos-créditos que vão influenciar nos próximos filmes.
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Toy Story 5
3.9 244 Assista AgoraBem divertido e importante a reflexão sobre a inserção da tecnologia no dia a dia. Os brinquedos tem o conflito com as telas, mas no desenvolver percebem que dá pra conviver juntas, mantendo a pureza da infância se aliando a tecnologia. O filme podia ser mais explícito em mostrar que é responsabilidade dos pais instruírem e darem o exemplo. O Buzz e o Woody ainda tem aquele conflito de liderança divertido, mas a estrela é a Jessie com seu trauma de abandono que rende cenas mais emotivas. Tem uma tropa de Buzzes com momentos muito engraçados, ri demais nas cenas.
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Supergirl
2.8 282 Assista AgoraEu gostei, mas acho que esperava mais. A Kara passa grande parte do filme bêbada, dopada, envenenada, nunca parece que ela tá pura. Nos momentos que ela tá sóbria, a reflexão sobre dualidade na sua personalidade e fuga da realidade são interessantes. Na maioria das cenas de ação o filme promete uma sequência de luta com música, mas eu não me empolguei em quase nenhuma. O Lobo tem cenas bacanas mas também senti que poderia ser mais. O tempo todo eu pensei em como esse filme é parecido com Guardiões da Galáxia em estética e trilha sonora.
Crítica completa nas minhas redes sociais: @FlashTommy96
Todo Mundo em Pânico
2.6 365 Assista AgoraTiveram uma boa inspiração seguindo a msm ideia que o Pânico 5 ao retornar com o cast original e ainda incluir novos personagens. Não tem coerência cronológica referente aos filmes anteriores, mas isso nunca foi relevante na franquia. As referências e paródias aos filmes dos últimos anos são boas, claro que ainda tem aquele humor 5a Série mas algumas sacadas fazem a gente rir. Espero que façam mais filmes de paródia, eles são necessários pra zuar e criticar a indústria do entretenimento.
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