Confesso que nessa cena eu estava esperando algo completamente ao contrário do que aconteceu. Achei que finamente a Betty seria revidada e fui pego de surpresa com o rumo do diálogo. Me deixou com aquela sensação boa do inesperado. Palmas para atuação da Kirsten Dunst.
— Does he pay you? For sex? At the rate you're going, you could make a fortune.
— Betty.
— Everyone thinks so. Do you know what they say? They say you're a whore. Once they've all sampled you, they'll toss you aside like a used rag.
— Betty, stop now.
— The men you love don't want you. Your father doesn't want you. Professor Dunbar…
— Betty, that's enough.
— Everybody knows that you hide outside his house. It must be torturous running after a man who doesn't care about you...who's in love with someone else. Who hates you. He hates you!
Eu fiquei completamente assustado e impressionado com a fidedignidade desse live action. E é assim que tem que ser mesmo, da animação pro mundo real, sem mudanças desnecessárias. O que poderia dar errado? A atuação. Deu errado? Definitivamente não. Fantástico em todos os sentidos, em toda sua essência e provavelmente o melhor live action já feito.
Não foi a retirada das vestimentas femininas do Pleakley que me incomodou, nem tanto o Jumba ter sido o vilão com a retirada do Gantu (apesar que foi errado pra caramba, afinal de contas o Jumba vive com eles no final da animação), mas alguns pequenos detahes da relação entre a Nani e a Lilo, dois deles em particular que são quase em sequência.
O primeiro é no final do filme, a Nani finalmente consegue um emprego, porém a casa dela está sendo destruída, ela vê um carro de bombeiros na rua indo atender alguma ocorrência e pede ''Ah, não vira pra esquerda" que significa que algo aconteceu com a Lilo. O segundo é quando a Lilo é colocada no carro do Cobra, e a Nani e ele discutem sobre separá-las, a Nani demonstra nessa parte o amor que ela sente pela Lilo e de fato o Cobra estava certo, não é só a Lilo que precisa da Nani, mas a Nani precisa da Lilo.
São detalhes que não devem incomodar a experiência do filme pra ninguém e não me incomodaram também, porém, daria um toque especial pra tudo, pelo menos pra mim.
Leroy: What did you do? Nina: I felt it. Leroy: What? Nina: Perfect. It was perfect.
The applause grows more and more faint. Her eyes glaze over and everything goes completely silent. Nina lies there motionless, a smile frozen on her face.
Chegando pro final do filme eu fiquei pensando: ele precisa de um ''fechamento'', algo que dê aquela emoção, que me pegue de alguma forma, porque até então não tinha sentido, porém o filme entregou.
Fernanda Montenegro aparecendo ao final, mesmo que por curto período, mesmo sem fala alguma, transmitiu uma emoção e esse "fechamento" que eu estava procurando. Me emocionei só em ver ela, mas isso também se dá pelo fato de que ela está muito velhinha, extremamente adorável e me lembra muito minha avó. Meu ponto fraco.
Confesso que senti uma inveja tão grande da Sophie por simplesmente largar a vida anterior e abraçar uma aventura sem pensar duas vezes não ficando presa às expectativas da sociedade e daqueles que a conheciam. É...senti inveja.
"I'm selfish. I'm kind. I'm not good enough! I'm a good person. I need to fit in, but I want to be myself! I'm brave, but I get scared! Success is everything. I make mistakes. I'm nice. I'm mean. I'm a good friend. I'm a terrible friend! I'm strong. I'm weak. I need help sometimes."
Chorei assistindo a cena entre a Alegria e a Ansiedade, em especial quando a Alegria entende que nem mesmo a Ansiedade consegue se controlar. Inclusive achei tão bom quanto o primeiro.
Contrariando os últimos comentários, eu vou dizer que gostei bastante do filme. O enredo até que confesso não ser nada inovador, beirando até mesmo o clichê, mas os protagonistas entregaram muita química sim e eu gostei bastante do desenvolvimento deles (ainda que de forma quase que parando). E o filme não é tedioso e olha que tinha tudo pra ser já que são mais de duas horas de longa. E sobre a música principal: muito amor envolvido sim, inclusive já está salva na biblioteca.
Nicholas como Luke foi muito interessante de assistir e ele entrega, na realidade, trabalhos muito bons (Adoro Handsome Devil com ele). Aliás, estou ansioso demais pra assistir ele no filme Red, White and Royal Blue.
Ok, vamos lá. Antes de rasgar elogios ao protagonista dessa narrativa, já devo admitir que a partir dos dez minutos iniciais até o fim dessa obra eu fiquei totalmente apreensivo e triste — muito triste — com tudo que foi transmitido.
Todo mundo aqui conseguiu captar o mesmo que eu quando o assunto é a atuação impecável do Anthony Hopkins. Eu já sabia que ele era grande, mas em The Father ele está gigante. A estatueta muito mais que merecida pra ele.
Quanto ao filme, como conseguir descrever a sensação de viver na cabeça do protagonista sem saber diferenciar o que é real do que é ilusão? De saber se aquilo que foi trocado é a verdade ou se já é outra parte de uma narrativa criada pelo personagem? Como diluir a sensação de abandono? Como não chorar com aquela diálogo final? Como a gente enfrenta isso? Sério. Como lidar com o tempo, a perda de si, a perda de quem a gente ama? A fragilidade que Anthony Hopkins conseguiu exalar naquele quarto com aquelas palavras...indescritível (honestamente eu só conseguia chorar).
Um filme belíssimo. Triste, sim, mas belíssimo. Vale cada segundo.
Fazer uma boa continuação para a tão sincronizada trilogia que foi Toy Story definitivamente não seria tarefa fácil, ainda mais com o final do terceiro filme ter sido, de longe, uma das cenas mais emocionantes que já me deparei em animações - mas eles fizeram.
Trazer Bo Peep de volta ao filme foi um acerto inicial, tendo em vista que o sumiço dela nos longas anteriores ficou sem explicação - a despedida entre ela e Woody já me encheu os olhos de lágrimas. Apresentar a história da Gabby Gabby também foi lindo e eu até que tentei no início não gostar dela, mas foi impossível - a cena em que ela foi rejeitada também me encheu os olhos de lágrimas. Finalmente a despedida de Woody com todos os seus amigos e, claro, com Buzz, foi a gota d'água. A amizade dos dois, o abraço apertado entre ambos os amigos e o adeus foram cenas que conseguiram atingir no alvo a finalização que a história precisava.
O filme termina com aquela sensação do terceiro - triste, pelo término da história, porém feliz pelos acontecimentos e por todo o desenrolar que definitivamente serão vivenciados pelos personagens e eu posso categoricamente afirmar que Toy Story é uma animação digna de ser vista e revista.
Por favor, digam que vocês também ficaram boquiabertos e paralisados com a Feiticeira Escarlate destruindo o Thanos?! O sorriso no rosto dela logo antes de levitar ele destruindo cada parte da armadura me levou ao êxtase!
Um marco na história do cinema. Merece todos os recordes possíveis e imagináveis.
Fui dar uma lida nos comentários e me deparo com o debate "é ou não é racista o filme que retrata o racismo", por "n" motivos.
Porém, o que me chamou atenção é que todos os comentários, defendendo ou não o longa, são de pessoas brancas dando opinião sobre o que deixa ou não deixa de ser racismo.
Você pode entender, você pode respeitar, você pode lutar contra, mas se você não é negro, então você não sabe o que é racismo.
Já não bastava todas as referências possíveis e imagináveis que foram colocadas no longa eles ainda conseguem adicionar uma cena pós-crédito que faz o nostálgico tomar outra proporção. Em sua excelência de tanto rir!
Não existe palavras suficientes para expressar tamanha admiração que eu tive assistindo as expressões faciais de Hugh Jackman na cena da Rebecca Ferguson cantando "Never Enough". Um verdadeiro espetáculo. Para quem deseja rever:
Blake Lively é uma obra de arte. Uma escultura, uma verdadeira musa. Ela emana poder, confiança, luxúria. Não tem como não ficar hipnotizado com aquele sorriso, com aqueles olhos e com a capacidade imensurável de nos fazer apaixonar-se pela sua atuação. O filme atraiu minha atenção por ela estar presente e conseguiu fazer com que minha atenção ficasse presa do início ao fim.
Confesso que de todo o filme, o final foi o que menos me agradou. Sabe quando você torce tanto para que as coisas deem certo para aquela pessoa que supostamente não merecia? Então...esse era eu torcendo para Emily sair dessa história como a verdadeira rainha que ela foi.
Peter: Mr. Stark, I don't feel so good Tony: You're alright. Peter: I don't know- I don't know what's happening. I don't wanna go, I don't wanna go...Sir please, please, I don't wanna go...I don't wanna go. I'm sorry.
I hate the way you talk to me, and the way you cut your hair. I hate the way you drive my car. I hate it when you stare. I hate your big dumb combat boots, and the way you read my mind. I hate you so much it makes me sick; it even makes me rhyme. I hate it, I hate the way you're always right. I hate it when you lie. I hate it when you make me laugh, even worse when you make me cry. I hate it when you're not around, and the fact that you didn't call. But mostly I hate the way I don't hate you. Not even close. Not even a little bit. Not even at all.
Um filme bastante amargo, com uma realidade retratada de forma bastante angustiante.
O ator que interpretou Frankie merece toda a ovação possível, pois conseguiu transmitir tanta emoção através das expressões faciais que aquele que assiste acaba por ficar tão atormentado e perdido quanto o próprio personagem estava.
Isolado e preso dentro de uma ''armadilha social'', seja pela pressão dos "ratos" (que se autointitulam de amigos), ou pela própria falta de conforto e confiança para abrir o jogo para sua mãe, Frankie acaba chegando ao limite da briga entre se aceitar e se esconder.
Aqueles olhos conseguiram transmitir tanta dor que, por mais otimista que eu quisesse ser, o final para ele, naquele local que ele se encontra, não me parece ser feliz. Aliás, com os fogos de artifícios estourando no céu, o rosto do personagem ficou marcado por indecisão, medo e sofrimento - muito sofrimento -, que, honestamente, eu não sei se uma pessoa sozinha pode conseguir aguentar.
Honestamente, eu nem sei como posso tentar explicar o que senti durante o incrível tempo em que fiquei vidrado neste - impressionante e emocionante - filme.
De todas as reviravoltas que perpassaram minha mente, antes da metade do filme, nada se aproximou daquilo que fora exibido e nenhuma delas conseguiu me atingir tão forte e tão fundo quanto aquela que o longa proporcionou. Eu fiquei completamente destruído, sem chão e desesperadamente atordoado com a informação transmitida (lágrimas brotaram em meus olhos e escorreram pelo meu rosto sem eu sequer notar).
Sofri durante o filme, sorri ainda mais, chorei tanto de tristeza quanto de alegria e, inacreditavelmente, me encantei. Me desvencilhei do óbvio, parei de procurar soluções para tudo aquilo que estava acontecendo e apenas observei, me apaixonei. E não poderia ter sido melhor.
O desfecho do longa é simples e puro amor, conhecimento e realização. Toda a emoção que passa pelo corpo daquele que assiste, emoção esta que alcança a alma, preenche cada espaço, cada fresta de satisfação.
Enfim, eu não esperava nem metade daquilo que me acertou quando decidi assistir esta obra, mas, este foi sem dúvida um dos meus maiores acertos com a Netflix, pois, este filme não é apenas mais uma história romântica entre duas pessoas, não, longe disso. Este filme é arte e precisa ser contemplada por todos aqueles que acreditam na força do amor.
No momento em que assisti o trailer do longa fiquei apaixonado pela história. Ao terminar o livro me deparei com um sentimento terrível de que o filme não estaria fidelizando a narrativa escrita. Porém, me surpreendi de uma forma inexplicável. Eu sabia que seria Nick Robinson que daria vida ao Simon e posso dizer que o Simon do livro é o Simon do filme - parabéns pela atuação. No mais, a história é intensamente cativante e não fica maçante em momento algum. Chorei de igual forma lendo o livro e assistindo o filme. O filme contêm cenas que são amargas de serem assistidas e tenho certeza que não fui o único a mergulhar em lágrimas, como por exemplo:
• a explosão de fúria do Simon contra Martin no estacionamento é dolorosa e cruamente verdadeira. Nick Robinson simplesmente se consagrou na quantidade de sentimento que conseguiu transmitir com a cena. • a conversa entre Simon e sua mãe é linda, verdadeira e comovente. E mais uma vez, a atuação dos personagens se mostra como um dos pontos altos do momento.
Enfim, o filme merece destaque por trazer uma figura que muitos acham que não existe: aceitação. Os filmes dessa temática não precisam ser apenas sofrimento e, felizmente, "Love, Simon" não é.
O Sorriso de Mona Lisa
3.8 709 Assista AgoraConfesso que nessa cena eu estava esperando algo completamente ao contrário do que aconteceu. Achei que finamente a Betty seria revidada e fui pego de surpresa com o rumo do diálogo. Me deixou com aquela sensação boa do inesperado. Palmas para atuação da Kirsten Dunst.
— Does he pay you? For sex? At the rate you're going, you could make a fortune.
— Betty.
— Everyone thinks so. Do you know what they say? They say you're a whore. Once they've all sampled you, they'll toss you aside like a used rag.
— Betty, stop now.
— The men you love don't want you. Your father doesn't want you. Professor Dunbar…
— Betty, that's enough.
— Everybody knows that you hide outside his house. It must be torturous running after a man who doesn't care about you...who's in love with someone else. Who hates you. He hates you!
— Betty.
— And it hurts!
Como Treinar o seu Dragão
4.1 293 Assista AgoraEu fiquei completamente assustado e impressionado com a fidedignidade desse live action. E é assim que tem que ser mesmo, da animação pro mundo real, sem mudanças desnecessárias. O que poderia dar errado? A atuação. Deu errado? Definitivamente não. Fantástico em todos os sentidos, em toda sua essência e provavelmente o melhor live action já feito.
Lilo & Stitch
3.5 250 Assista AgoraNão foi a retirada das vestimentas femininas do Pleakley que me incomodou, nem tanto o Jumba ter sido o vilão com a retirada do Gantu (apesar que foi errado pra caramba, afinal de contas o Jumba vive com eles no final da animação), mas alguns pequenos detahes da relação entre a Nani e a Lilo, dois deles em particular que são quase em sequência.
O primeiro é no final do filme, a Nani finalmente consegue um emprego, porém a casa dela está sendo destruída, ela vê um carro de bombeiros na rua indo atender alguma ocorrência e pede ''Ah, não vira pra esquerda" que significa que algo aconteceu com a Lilo. O segundo é quando a Lilo é colocada no carro do Cobra, e a Nani e ele discutem sobre separá-las, a Nani demonstra nessa parte o amor que ela sente pela Lilo e de fato o Cobra estava certo, não é só a Lilo que precisa da Nani, mas a Nani precisa da Lilo.
São detalhes que não devem incomodar a experiência do filme pra ninguém e não me incomodaram também, porém, daria um toque especial pra tudo, pelo menos pra mim.
Cisne Negro
4.2 7,9K Assista AgoraGASPS.
Leroy: What did you do?
Nina: I felt it.
Leroy: What?
Nina: Perfect. It was perfect.
The applause grows more and more faint. Her eyes glaze over and everything goes completely silent. Nina lies there motionless, a smile frozen on her face.
Cinema.
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraChegando pro final do filme eu fiquei pensando: ele precisa de um ''fechamento'', algo que dê aquela emoção, que me pegue de alguma forma, porque até então não tinha sentido, porém o filme entregou.
Fernanda Montenegro aparecendo ao final, mesmo que por curto período, mesmo sem fala alguma, transmitiu uma emoção e esse "fechamento" que eu estava procurando. Me emocionei só em ver ela, mas isso também se dá pelo fato de que ela está muito velhinha, extremamente adorável e me lembra muito minha avó. Meu ponto fraco.
Aliás, ela poderia ter dito "Sorria" no final, quando tiraram a foto, como uma rápida lembrança daquilo que vivera.
O Castelo Animado
4.4 1,3K Assista AgoraConfesso que senti uma inveja tão grande da Sophie por simplesmente largar a vida anterior e abraçar uma aventura sem pensar duas vezes não ficando presa às expectativas da sociedade e daqueles que a conheciam. É...senti inveja.
Divertida Mente 2
4.0 652 Assista Agora"I'm selfish. I'm kind. I'm not good enough! I'm a good person. I need to fit in, but I want to be myself! I'm brave, but I get scared! Success is everything. I make mistakes. I'm nice. I'm mean. I'm a good friend. I'm a terrible friend! I'm strong. I'm weak. I need help sometimes."
Chorei assistindo a cena entre a Alegria e a Ansiedade, em especial quando a Alegria entende que nem mesmo a Ansiedade consegue se controlar. Inclusive achei tão bom quanto o primeiro.
Continência ao Amor
3.2 338 Assista AgoraContrariando os últimos comentários, eu vou dizer que gostei bastante do filme. O enredo até que confesso não ser nada inovador, beirando até mesmo o clichê, mas os protagonistas entregaram muita química sim e eu gostei bastante do desenvolvimento deles (ainda que de forma quase que parando). E o filme não é tedioso e olha que tinha tudo pra ser já que são mais de duas horas de longa. E sobre a música principal: muito amor envolvido sim, inclusive já está salva na biblioteca.
Nicholas como Luke foi muito interessante de assistir e ele entrega, na realidade, trabalhos muito bons (Adoro Handsome Devil com ele). Aliás, estou ansioso demais pra assistir ele no filme Red, White and Royal Blue.
Meu Pai
4.4 1,2K Assista AgoraOk, vamos lá.
Antes de rasgar elogios ao protagonista dessa narrativa, já devo admitir que a partir dos dez minutos iniciais até o fim dessa obra eu fiquei totalmente apreensivo e triste — muito triste — com tudo que foi transmitido.
Todo mundo aqui conseguiu captar o mesmo que eu quando o assunto é a atuação impecável do Anthony Hopkins. Eu já sabia que ele era grande, mas em The Father ele está gigante. A estatueta muito mais que merecida pra ele.
Quanto ao filme, como conseguir descrever a sensação de viver na cabeça do protagonista sem saber diferenciar o que é real do que é ilusão? De saber se aquilo que foi trocado é a verdade ou se já é outra parte de uma narrativa criada pelo personagem? Como diluir a sensação de abandono? Como não chorar com aquela diálogo final? Como a gente enfrenta isso? Sério. Como lidar com o tempo, a perda de si, a perda de quem a gente ama? A fragilidade que Anthony Hopkins conseguiu exalar naquele quarto com aquelas palavras...indescritível (honestamente eu só conseguia chorar).
Um filme belíssimo. Triste, sim, mas belíssimo. Vale cada segundo.
Toy Story 4
4.1 1,4K Assista AgoraFazer uma boa continuação para a tão sincronizada trilogia que foi Toy Story definitivamente não seria tarefa fácil, ainda mais com o final do terceiro filme ter sido, de longe, uma das cenas mais emocionantes que já me deparei em animações - mas eles fizeram.
Trazer Bo Peep de volta ao filme foi um acerto inicial, tendo em vista que o sumiço dela nos longas anteriores ficou sem explicação - a despedida entre ela e Woody já me encheu os olhos de lágrimas.
Apresentar a história da Gabby Gabby também foi lindo e eu até que tentei no início não gostar dela, mas foi impossível - a cena em que ela foi rejeitada também me encheu os olhos de lágrimas.
Finalmente a despedida de Woody com todos os seus amigos e, claro, com Buzz, foi a gota d'água. A amizade dos dois, o abraço apertado entre ambos os amigos e o adeus foram cenas que conseguiram atingir no alvo a finalização que a história precisava.
O filme termina com aquela sensação do terceiro - triste, pelo término da história, porém feliz pelos acontecimentos e por todo o desenrolar que definitivamente serão vivenciados pelos personagens e eu posso categoricamente afirmar que Toy Story é uma animação digna de ser vista e revista.
To infinity and beyond.
Vingadores: Ultimato
4.3 2,7K Assista AgoraP*** que me p****. QUE FILME!
Inúmeras cenas fantásticas, inúmeros diálogos memoráveis. Um filme, de fato, atemporal, vital, engraçado, necessário, grandioso, emotivo, raro e surpreendente.
Por favor, digam que vocês também ficaram boquiabertos e paralisados com a Feiticeira Escarlate destruindo o Thanos?! O sorriso no rosto dela logo antes de levitar ele destruindo cada parte da armadura me levou ao êxtase!
Um marco na história do cinema. Merece todos os recordes possíveis e imagináveis.
Green Book: O Guia
4.1 1,5K Assista AgoraFui dar uma lida nos comentários e me deparo com o debate "é ou não é racista o filme que retrata o racismo", por "n" motivos.
Porém, o que me chamou atenção é que todos os comentários, defendendo ou não o longa, são de pessoas brancas dando opinião sobre o que deixa ou não deixa de ser racismo.
Você pode entender, você pode respeitar, você pode lutar contra, mas se você não é negro, então você não sabe o que é racismo.
Nasce Uma Estrela
4.0 2,4K Assista AgoraÍcone memorável detentora de uma estatueta do Oscar. Lady Gaga: artista completa em todos os níveis.
"[...] não é sobre ganhar, [...] é sobre não desistir." GAGA, Lady. 91ª Cerimônia do Oscar. 2019.
Homem-Aranha: No Aranhaverso
4.4 1,5K Assista AgoraJá não bastava todas as referências possíveis e imagináveis que foram colocadas no longa eles ainda conseguem adicionar uma cena pós-crédito que faz o nostálgico tomar outra proporção. Em sua excelência de tanto rir!
O Rei do Show
3.9 913 Assista AgoraNão existe palavras suficientes para expressar tamanha admiração que eu tive assistindo as expressões faciais de Hugh Jackman na cena da Rebecca Ferguson cantando "Never Enough". Um verdadeiro espetáculo.
Para quem deseja rever:
https://www.youtube.com/watch?v=rQWZK5U233s
Um Pequeno Favor
3.3 735 Assista AgoraBlake Lively é uma obra de arte. Uma escultura, uma verdadeira musa.
Ela emana poder, confiança, luxúria. Não tem como não ficar hipnotizado com aquele sorriso, com aqueles olhos e com a capacidade imensurável de nos fazer apaixonar-se pela sua atuação.
O filme atraiu minha atenção por ela estar presente e conseguiu fazer com que minha atenção ficasse presa do início ao fim.
Confesso que de todo o filme, o final foi o que menos me agradou. Sabe quando você torce tanto para que as coisas deem certo para aquela pessoa que supostamente não merecia? Então...esse era eu torcendo para Emily sair dessa história como a verdadeira rainha que ela foi.
Next Gen
3.4 107Are you judging me?
Liberado: A Nova Revolução Sexual
3.4 15Homens nojentos nesse documentário.
Homens nojentos nesses comentários.
Vingadores: Guerra Infinita
4.3 2,6K Assista AgoraA cena que resume o filme:
Thanos: Daughter.
Gamora: Did you do it?
Thanos: Yes.
Gamora: What did it cost?
Thanos: ...Everything.
A cena que me fez desabar:
Peter: Mr. Stark, I don't feel so good
Tony: You're alright.
Peter: I don't know- I don't know what's happening. I don't wanna go, I don't wanna go...Sir please, please, I don't wanna go...I don't wanna go. I'm sorry.
10 Coisas que Eu Odeio em Você
4.0 2,3K Assista AgoraI hate the way you talk to me, and the way you cut your hair.
I hate the way you drive my car.
I hate it when you stare.
I hate your big dumb combat boots, and the way you read my mind.
I hate you so much it makes me sick; it even makes me rhyme.
I hate it, I hate the way you're always right.
I hate it when you lie.
I hate it when you make me laugh, even worse when you make me cry.
I hate it when you're not around, and the fact that you didn't call.
But mostly I hate the way I don't hate you.
Not even close.
Not even a little bit.
Not even at all.
Ratos de Praia
2.9 239Um filme bastante amargo, com uma realidade retratada de forma bastante angustiante.
O ator que interpretou Frankie merece toda a ovação possível, pois conseguiu transmitir tanta emoção através das expressões faciais que aquele que assiste acaba por ficar tão atormentado e perdido quanto o próprio personagem estava.
Isolado e preso dentro de uma ''armadilha social'', seja pela pressão dos "ratos" (que se autointitulam de amigos), ou pela própria falta de conforto e confiança para abrir o jogo para sua mãe, Frankie acaba chegando ao limite da briga entre se aceitar e se esconder.
Aqueles olhos conseguiram transmitir tanta dor que, por mais otimista que eu quisesse ser, o final para ele, naquele local que ele se encontra, não me parece ser feliz. Aliás, com os fogos de artifícios estourando no céu, o rosto do personagem ficou marcado por indecisão, medo e sofrimento - muito sofrimento -, que, honestamente, eu não sei se uma pessoa sozinha pode conseguir aguentar.
Deadpool 2
3.8 1,3K Assista AgoraDesafio:
Cite uma cena mais engraçada que a:
aterrizagem da equipe X-Force
Seu Nome
4.5 1,5KHonestamente, eu nem sei como posso tentar explicar o que senti durante o incrível tempo em que fiquei vidrado neste - impressionante e emocionante - filme.
De todas as reviravoltas que perpassaram minha mente, antes da metade do filme, nada se aproximou daquilo que fora exibido e nenhuma delas conseguiu me atingir tão forte e tão fundo quanto aquela que o longa proporcionou. Eu fiquei completamente destruído, sem chão e desesperadamente atordoado com a informação transmitida (lágrimas brotaram em meus olhos e escorreram pelo meu rosto sem eu sequer notar).
Sofri durante o filme, sorri ainda mais, chorei tanto de tristeza quanto de alegria e, inacreditavelmente, me encantei. Me desvencilhei do óbvio, parei de procurar soluções para tudo aquilo que estava acontecendo e apenas observei, me apaixonei. E não poderia ter sido melhor.
O desfecho do longa é simples e puro amor, conhecimento e realização. Toda a emoção que passa pelo corpo daquele que assiste, emoção esta que alcança a alma, preenche cada espaço, cada fresta de satisfação.
Enfim, eu não esperava nem metade daquilo que me acertou quando decidi assistir esta obra, mas, este foi sem dúvida um dos meus maiores acertos com a Netflix, pois, este filme não é apenas mais uma história romântica entre duas pessoas, não, longe disso. Este filme é arte e precisa ser contemplada por todos aqueles que acreditam na força do amor.
Com Amor, Simon
4.0 1,2K Assista AgoraNo momento em que assisti o trailer do longa fiquei apaixonado pela história. Ao terminar o livro me deparei com um sentimento terrível de que o filme não estaria fidelizando a narrativa escrita. Porém, me surpreendi de uma forma inexplicável.
Eu sabia que seria Nick Robinson que daria vida ao Simon e posso dizer que o Simon do livro é o Simon do filme - parabéns pela atuação.
No mais, a história é intensamente cativante e não fica maçante em momento algum. Chorei de igual forma lendo o livro e assistindo o filme.
O filme contêm cenas que são amargas de serem assistidas e tenho certeza que não fui o único a mergulhar em lágrimas, como por exemplo:
• a explosão de fúria do Simon contra Martin no estacionamento é dolorosa e cruamente verdadeira. Nick Robinson simplesmente se consagrou na quantidade de sentimento que conseguiu transmitir com a cena.
• a conversa entre Simon e sua mãe é linda, verdadeira e comovente. E mais uma vez, a atuação dos personagens se mostra como um dos pontos altos do momento.
Enfim, o filme merece destaque por trazer uma figura que muitos acham que não existe: aceitação. Os filmes dessa temática não precisam ser apenas sofrimento e, felizmente, "Love, Simon" não é.
"These last years, it’s almost like I can feel you holding your breath. You are still you, Simon" - https://www.youtube.com/watch?v=zTM1iHy59SY