Confesso que nessa cena eu estava esperando algo completamente ao contrário do que aconteceu. Achei que finamente a Betty seria revidada e fui pego de surpresa com o rumo do diálogo. Me deixou com aquela sensação boa do inesperado. Palmas para atuação da Kirsten Dunst.
— Does he pay you? For sex? At the rate you're going, you could make a fortune.
— Betty.
— Everyone thinks so. Do you know what they say? They say you're a whore. Once they've all sampled you, they'll toss you aside like a used rag.
— Betty, stop now.
— The men you love don't want you. Your father doesn't want you. Professor Dunbar…
— Betty, that's enough.
— Everybody knows that you hide outside his house. It must be torturous running after a man who doesn't care about you...who's in love with someone else. Who hates you. He hates you!
(...) “I have this problem,” he mumbled. Shane waited. “I like women. I always was thinking that to get married would be nice. Kids. All of that. Someday. But...this problem will not go away.” Shane bit his lip. “Tell me about this problem.” “Is so annoying.” Ilya sighed, and Shane could see him fighting a grin. “Always I am with beautiful women. Wonderful women. Everywhere.” “Sounds rough.” “Yes. Listen. These women, they are so sexy and fun, but is no matter. I cannot stop thinking about this short fucking hockey player with these stupid freckles and a weak backhand.” “A weak backhand?” Shane couldn’t stop smiling. “Yes. And he is just so boring and he drives a terrible car and...that is my problem. All of these beautiful women and I am always wishing they were him.” Ilya bent to take his third shot. “Is terrible problem.” Fuck. Shane was going start crying right here in his games room. He swallowed and steadied himself. “Do you want the problem to go away?” “No,” Ilya said seriously, looking Shane dead in the eye. “I do not want the problem to ever go away.” “Don’t marry Svetlana,” Shane blurted out. Ilya raised an eyebrow.
“Just...don’t. I know it wouldn’t be...for love or whatever. But don’t. I couldn’t—we can figure something else out, okay?” Ilya looked surprised, but he nodded. “Okay.”
(...) “You really think that far ahead, Hollander?” “I do about this.” “You want that? To be together?” “I do. So much it terrifies me.” Ilya turned his face away from Shane, and was silent. Cold dread flooded Shane’s stomach; he had admitted too much. But Ilya turned back and quickly rolled on top of Shane and was kissing him and kissing him and kept murmuring the same thing in Russian over and over again until he pulled back and translated: “I love you.” Shane froze. And then Ilya froze. “Holy shit,” Shane whispered. It wasn’t how he had meant to respond. “I...” Ilya’s eyes were so wide and so scared. “I love you too,” Shane said. Ilya gave a shaky smile and exhaled. “Thank Christ.” “Does it...does it feel like agony for you too?” Ilya started to nod, then stopped. He shook his head slowly instead. “Not anymore.”
Ilya felt like his smile was going to split his face. He was overwhelmingly happy. Shane was beaming up at him, eyes bright and freckles crinkled, and Ilya loved him. And Shane loved him.
Eu fiquei completamente assustado e impressionado com a fidedignidade desse live action. E é assim que tem que ser mesmo, da animação pro mundo real, sem mudanças desnecessárias. O que poderia dar errado? A atuação. Deu errado? Definitivamente não. Fantástico em todos os sentidos, em toda sua essência e provavelmente o melhor live action já feito.
Não foi a retirada das vestimentas femininas do Pleakley que me incomodou, nem tanto o Jumba ter sido o vilão com a retirada do Gantu (apesar que foi errado pra caramba, afinal de contas o Jumba vive com eles no final da animação), mas alguns pequenos detahes da relação entre a Nani e a Lilo, dois deles em particular que são quase em sequência.
O primeiro é no final do filme, a Nani finalmente consegue um emprego, porém a casa dela está sendo destruída, ela vê um carro de bombeiros na rua indo atender alguma ocorrência e pede ''Ah, não vira pra esquerda" que significa que algo aconteceu com a Lilo. O segundo é quando a Lilo é colocada no carro do Cobra, e a Nani e ele discutem sobre separá-las, a Nani demonstra nessa parte o amor que ela sente pela Lilo e de fato o Cobra estava certo, não é só a Lilo que precisa da Nani, mas a Nani precisa da Lilo.
São detalhes que não devem incomodar a experiência do filme pra ninguém e não me incomodaram também, porém, daria um toque especial pra tudo, pelo menos pra mim.
Leroy: What did you do? Nina: I felt it. Leroy: What? Nina: Perfect. It was perfect.
The applause grows more and more faint. Her eyes glaze over and everything goes completely silent. Nina lies there motionless, a smile frozen on her face.
Chegando pro final do filme eu fiquei pensando: ele precisa de um ''fechamento'', algo que dê aquela emoção, que me pegue de alguma forma, porque até então não tinha sentido, porém o filme entregou.
Fernanda Montenegro aparecendo ao final, mesmo que por curto período, mesmo sem fala alguma, transmitiu uma emoção e esse "fechamento" que eu estava procurando. Me emocionei só em ver ela, mas isso também se dá pelo fato de que ela está muito velhinha, extremamente adorável e me lembra muito minha avó. Meu ponto fraco.
Confesso que senti uma inveja tão grande da Sophie por simplesmente largar a vida anterior e abraçar uma aventura sem pensar duas vezes não ficando presa às expectativas da sociedade e daqueles que a conheciam. É...senti inveja.
"I'm selfish. I'm kind. I'm not good enough! I'm a good person. I need to fit in, but I want to be myself! I'm brave, but I get scared! Success is everything. I make mistakes. I'm nice. I'm mean. I'm a good friend. I'm a terrible friend! I'm strong. I'm weak. I need help sometimes."
Chorei assistindo a cena entre a Alegria e a Ansiedade, em especial quando a Alegria entende que nem mesmo a Ansiedade consegue se controlar. Inclusive achei tão bom quanto o primeiro.
Contrariando os últimos comentários, eu vou dizer que gostei bastante do filme. O enredo até que confesso não ser nada inovador, beirando até mesmo o clichê, mas os protagonistas entregaram muita química sim e eu gostei bastante do desenvolvimento deles (ainda que de forma quase que parando). E o filme não é tedioso e olha que tinha tudo pra ser já que são mais de duas horas de longa. E sobre a música principal: muito amor envolvido sim, inclusive já está salva na biblioteca.
Nicholas como Luke foi muito interessante de assistir e ele entrega, na realidade, trabalhos muito bons (Adoro Handsome Devil com ele). Aliás, estou ansioso demais pra assistir ele no filme Red, White and Royal Blue.
Já assisti a série três vezes e estou me segurando demais pra não começar a maratonar uma quarta vez, o que tá sendo um trabalho difícil, especialmente quando aparece um edit maravilhoso da série no TikTok. Charlie é perfeito, mas o Nick, olha...sem palavras, que carisma.
Eu não tenho condição de escolher uma cena favorita, mas o Nick vendo a Tara e Darcy se beijando na festa, senhoras e senhores, que cena mais perfeita é essa. Os efeitos, a música, a felicidade das duas misturada com a do Nick transmite uma liberdade de outro mundo. Simplesmente perfeitos.
Ok, vamos lá. Antes de rasgar elogios ao protagonista dessa narrativa, já devo admitir que a partir dos dez minutos iniciais até o fim dessa obra eu fiquei totalmente apreensivo e triste — muito triste — com tudo que foi transmitido.
Todo mundo aqui conseguiu captar o mesmo que eu quando o assunto é a atuação impecável do Anthony Hopkins. Eu já sabia que ele era grande, mas em The Father ele está gigante. A estatueta muito mais que merecida pra ele.
Quanto ao filme, como conseguir descrever a sensação de viver na cabeça do protagonista sem saber diferenciar o que é real do que é ilusão? De saber se aquilo que foi trocado é a verdade ou se já é outra parte de uma narrativa criada pelo personagem? Como diluir a sensação de abandono? Como não chorar com aquela diálogo final? Como a gente enfrenta isso? Sério. Como lidar com o tempo, a perda de si, a perda de quem a gente ama? A fragilidade que Anthony Hopkins conseguiu exalar naquele quarto com aquelas palavras...indescritível (honestamente eu só conseguia chorar).
Um filme belíssimo. Triste, sim, mas belíssimo. Vale cada segundo.
Joguei xadrez dos 8 aos 14 anos. Participei de algumas competições e sempre achei extremamente reservado esse mundo dos enxadristas. Os campeonatos possuíam aquela dimensão séria e ao mesmo tempo divertida e sempre que o relógio começava a contar o silêncio tomava cada canto do espaço em que estávamos.
No entanto, nenhum desses aspectos é tão fascinante quanto o próprio xadrez em si. O tabuleiro, as regras, as jogadas e principalmente as peças — cada uma delas —, possuem uma magnificência própria, única. E foi por esse motivo que decidi assistir a série. A sua capa na Netflix, com as peças, foram um convite para reviver algumas lembranças dos jogos.
A série é ótima, a atriz que interpreta Beth (do qual já gostava da atuação em Fragmentado) é maravilhosa e o enredo é muito bom. A princípio leio boatos acerca de uma possível segunda temporada e fico com receio do que pode vir. Por um lado interessado por ver um pouco mais desse mundo explorado do xadrez e de Beth e de outro apreensivo por talvez estragarem o que já é hoje uma narrativa admirável.
"Every one of my friends had a little bit to offer, a little piece of the puzzle. They weren't sitting around laughing about your life. They were in your corner, listening, and helping, and cheering you on." [...] "You're one of us. To me, that's the best part about all of this, having a community. A group of friends that gave up an entire weekend to help a kid that they've never met just because they know, on some level, we've all been through the same thing. Because we're family."
Com um pouco de capricho pessoal e saudades do OTP, acabei gostando mais da série do que talvez deveria. Bruno e Pol continuam extremamente cativantes, apesar de que o primeiro tem pouquíssima narrativa apresentada - o que espero que melhore na segunda temporada. Por outro lado, Pol exibe a mesma essência que na série original, cheio de descobertas e numa aventura de autoconhecimento.
As poucas cenas entre os dois foram ótimas de serem assistidas, principalmente as que o Bruno coloca o Pol no seu devido lugar - vulgo sorvete na cara e tapa na cara. Aliás, Bruno, se valoriza e deixa o Pol correr atrás de você um pouco, ele tá precisando entender que todos os destinos levam à você, literalmente.
Esperando ansiosamente pela segunda temporada e por mais camadas de ambos os personagens. Brunol precisa se perpetuar.
Foi num estalar de dedos que eu passei de "talvez assista esta série" para "estou começando o sexto episódio".
Kaya Scodelario é uma escultura. Nasceu para fazer personagens emblemáticos e profundos. Suas expressões faciais são arte e Kat entrega tudo que esperamos de uma personagem tão cheia de nuances. Evan Roderick como Justin também foi maravilhoso. Eu honestamente não conhecia o ator, a princípio pensei que seria apenas mais um "garanhão" sem estímulo algum para a narrativa. Me enganei. O personagem é carismático, profundo e emocional. Tem inúmeras falas marcantes e cativa quem assiste.
A cena, na finale, da Kat e Justin se beijando e uma lágrima escorrendo pelo rosto do Justin é emocionante e muito íntima. A química entre ambos é inegável.
Torço para uma segunda temporada e que se mantenha nesse patamar. O fato também de lembrar Black Swan, com todo o temor psicológico, atrai demais e é claro que a dança, a arte na pista de patinação, é beleza pura.
Fazer uma boa continuação para a tão sincronizada trilogia que foi Toy Story definitivamente não seria tarefa fácil, ainda mais com o final do terceiro filme ter sido, de longe, uma das cenas mais emocionantes que já me deparei em animações - mas eles fizeram.
Trazer Bo Peep de volta ao filme foi um acerto inicial, tendo em vista que o sumiço dela nos longas anteriores ficou sem explicação - a despedida entre ela e Woody já me encheu os olhos de lágrimas. Apresentar a história da Gabby Gabby também foi lindo e eu até que tentei no início não gostar dela, mas foi impossível - a cena em que ela foi rejeitada também me encheu os olhos de lágrimas. Finalmente a despedida de Woody com todos os seus amigos e, claro, com Buzz, foi a gota d'água. A amizade dos dois, o abraço apertado entre ambos os amigos e o adeus foram cenas que conseguiram atingir no alvo a finalização que a história precisava.
O filme termina com aquela sensação do terceiro - triste, pelo término da história, porém feliz pelos acontecimentos e por todo o desenrolar que definitivamente serão vivenciados pelos personagens e eu posso categoricamente afirmar que Toy Story é uma animação digna de ser vista e revista.
Por favor, digam que vocês também ficaram boquiabertos e paralisados com a Feiticeira Escarlate destruindo o Thanos?! O sorriso no rosto dela logo antes de levitar ele destruindo cada parte da armadura me levou ao êxtase!
Um marco na história do cinema. Merece todos os recordes possíveis e imagináveis.
Fui dar uma lida nos comentários e me deparo com o debate "é ou não é racista o filme que retrata o racismo", por "n" motivos.
Porém, o que me chamou atenção é que todos os comentários, defendendo ou não o longa, são de pessoas brancas dando opinião sobre o que deixa ou não deixa de ser racismo.
Você pode entender, você pode respeitar, você pode lutar contra, mas se você não é negro, então você não sabe o que é racismo.
Já não bastava todas as referências possíveis e imagináveis que foram colocadas no longa eles ainda conseguem adicionar uma cena pós-crédito que faz o nostálgico tomar outra proporção. Em sua excelência de tanto rir!
Não existe palavras suficientes para expressar tamanha admiração que eu tive assistindo as expressões faciais de Hugh Jackman na cena da Rebecca Ferguson cantando "Never Enough". Um verdadeiro espetáculo. Para quem deseja rever:
Blake Lively é uma obra de arte. Uma escultura, uma verdadeira musa. Ela emana poder, confiança, luxúria. Não tem como não ficar hipnotizado com aquele sorriso, com aqueles olhos e com a capacidade imensurável de nos fazer apaixonar-se pela sua atuação. O filme atraiu minha atenção por ela estar presente e conseguiu fazer com que minha atenção ficasse presa do início ao fim.
Confesso que de todo o filme, o final foi o que menos me agradou. Sabe quando você torce tanto para que as coisas deem certo para aquela pessoa que supostamente não merecia? Então...esse era eu torcendo para Emily sair dessa história como a verdadeira rainha que ela foi.
O Sorriso de Mona Lisa
3.8 709 Assista AgoraConfesso que nessa cena eu estava esperando algo completamente ao contrário do que aconteceu. Achei que finamente a Betty seria revidada e fui pego de surpresa com o rumo do diálogo. Me deixou com aquela sensação boa do inesperado. Palmas para atuação da Kirsten Dunst.
— Does he pay you? For sex? At the rate you're going, you could make a fortune.
— Betty.
— Everyone thinks so. Do you know what they say? They say you're a whore. Once they've all sampled you, they'll toss you aside like a used rag.
— Betty, stop now.
— The men you love don't want you. Your father doesn't want you. Professor Dunbar…
— Betty, that's enough.
— Everybody knows that you hide outside his house. It must be torturous running after a man who doesn't care about you...who's in love with someone else. Who hates you. He hates you!
— Betty.
— And it hurts!
Rivalidade Ardente (1ª Temporada)
4.3 143 Assista AgoraThis.
(...) “I have this problem,” he mumbled. Shane waited. “I like women. I always was thinking that to get married would be nice. Kids. All of that. Someday. But...this problem will not go away.” Shane bit his lip. “Tell me about this problem.” “Is so annoying.” Ilya sighed, and Shane could see him fighting a grin. “Always I am with beautiful women. Wonderful women. Everywhere.” “Sounds rough.” “Yes. Listen. These women, they are so sexy and fun, but is no matter. I cannot stop thinking about this short fucking hockey player with these stupid freckles and a weak backhand.” “A weak backhand?” Shane couldn’t stop smiling. “Yes. And he is just so boring and he drives a terrible car and...that is my problem. All of these beautiful women and I am always wishing they were him.” Ilya bent to take his third shot. “Is terrible problem.” Fuck. Shane was going start crying right here in his games room. He swallowed and steadied himself. “Do you want the problem to go away?” “No,” Ilya said seriously, looking Shane dead in the eye. “I do not want the problem to ever go away.” “Don’t marry Svetlana,” Shane blurted out. Ilya raised an eyebrow.
“Just...don’t. I know it wouldn’t be...for love or whatever. But don’t. I couldn’t—we can figure something else out, okay?” Ilya looked surprised, but he nodded. “Okay.”
And this.
(...) “You really think that far ahead, Hollander?” “I do about this.” “You want that? To be together?” “I do. So much it terrifies me.” Ilya turned his face away from Shane, and was silent. Cold dread flooded Shane’s stomach; he had admitted too much. But Ilya turned back and quickly rolled on top of Shane and was kissing him and kissing him and kept murmuring the same thing in Russian over and over again until he pulled back and translated: “I love you.” Shane froze. And then Ilya froze. “Holy shit,” Shane whispered. It wasn’t how he had meant to respond. “I...” Ilya’s eyes were so wide and so scared. “I love you too,” Shane said. Ilya gave a shaky smile and exhaled. “Thank Christ.” “Does it...does it feel like agony for you too?” Ilya started to nod, then stopped. He shook his head slowly instead. “Not anymore.”
Ilya felt like his smile was going to split his face. He was overwhelmingly happy. Shane was beaming up at him, eyes bright and freckles crinkled, and Ilya loved him. And Shane loved him.
Como Treinar o seu Dragão
4.1 293 Assista AgoraEu fiquei completamente assustado e impressionado com a fidedignidade desse live action. E é assim que tem que ser mesmo, da animação pro mundo real, sem mudanças desnecessárias. O que poderia dar errado? A atuação. Deu errado? Definitivamente não. Fantástico em todos os sentidos, em toda sua essência e provavelmente o melhor live action já feito.
Lilo & Stitch
3.5 250 Assista AgoraNão foi a retirada das vestimentas femininas do Pleakley que me incomodou, nem tanto o Jumba ter sido o vilão com a retirada do Gantu (apesar que foi errado pra caramba, afinal de contas o Jumba vive com eles no final da animação), mas alguns pequenos detahes da relação entre a Nani e a Lilo, dois deles em particular que são quase em sequência.
O primeiro é no final do filme, a Nani finalmente consegue um emprego, porém a casa dela está sendo destruída, ela vê um carro de bombeiros na rua indo atender alguma ocorrência e pede ''Ah, não vira pra esquerda" que significa que algo aconteceu com a Lilo. O segundo é quando a Lilo é colocada no carro do Cobra, e a Nani e ele discutem sobre separá-las, a Nani demonstra nessa parte o amor que ela sente pela Lilo e de fato o Cobra estava certo, não é só a Lilo que precisa da Nani, mas a Nani precisa da Lilo.
São detalhes que não devem incomodar a experiência do filme pra ninguém e não me incomodaram também, porém, daria um toque especial pra tudo, pelo menos pra mim.
Cisne Negro
4.2 7,9K Assista AgoraGASPS.
Leroy: What did you do?
Nina: I felt it.
Leroy: What?
Nina: Perfect. It was perfect.
The applause grows more and more faint. Her eyes glaze over and everything goes completely silent. Nina lies there motionless, a smile frozen on her face.
Cinema.
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraChegando pro final do filme eu fiquei pensando: ele precisa de um ''fechamento'', algo que dê aquela emoção, que me pegue de alguma forma, porque até então não tinha sentido, porém o filme entregou.
Fernanda Montenegro aparecendo ao final, mesmo que por curto período, mesmo sem fala alguma, transmitiu uma emoção e esse "fechamento" que eu estava procurando. Me emocionei só em ver ela, mas isso também se dá pelo fato de que ela está muito velhinha, extremamente adorável e me lembra muito minha avó. Meu ponto fraco.
Aliás, ela poderia ter dito "Sorria" no final, quando tiraram a foto, como uma rápida lembrança daquilo que vivera.
O Castelo Animado
4.4 1,3K Assista AgoraConfesso que senti uma inveja tão grande da Sophie por simplesmente largar a vida anterior e abraçar uma aventura sem pensar duas vezes não ficando presa às expectativas da sociedade e daqueles que a conheciam. É...senti inveja.
Divertida Mente 2
4.0 652 Assista Agora"I'm selfish. I'm kind. I'm not good enough! I'm a good person. I need to fit in, but I want to be myself! I'm brave, but I get scared! Success is everything. I make mistakes. I'm nice. I'm mean. I'm a good friend. I'm a terrible friend! I'm strong. I'm weak. I need help sometimes."
Chorei assistindo a cena entre a Alegria e a Ansiedade, em especial quando a Alegria entende que nem mesmo a Ansiedade consegue se controlar. Inclusive achei tão bom quanto o primeiro.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraPedro Pascal como Joel foi um acerto incrível, meus parabéns.
Continência ao Amor
3.2 338 Assista AgoraContrariando os últimos comentários, eu vou dizer que gostei bastante do filme. O enredo até que confesso não ser nada inovador, beirando até mesmo o clichê, mas os protagonistas entregaram muita química sim e eu gostei bastante do desenvolvimento deles (ainda que de forma quase que parando). E o filme não é tedioso e olha que tinha tudo pra ser já que são mais de duas horas de longa. E sobre a música principal: muito amor envolvido sim, inclusive já está salva na biblioteca.
Nicholas como Luke foi muito interessante de assistir e ele entrega, na realidade, trabalhos muito bons (Adoro Handsome Devil com ele). Aliás, estou ansioso demais pra assistir ele no filme Red, White and Royal Blue.
Heartstopper (1ª Temporada)
4.4 426 Assista AgoraJá assisti a série três vezes e estou me segurando demais pra não começar a maratonar uma quarta vez, o que tá sendo um trabalho difícil, especialmente quando aparece um edit maravilhoso da série no TikTok. Charlie é perfeito, mas o Nick, olha...sem palavras, que carisma.
Eu não tenho condição de escolher uma cena favorita, mas o Nick vendo a Tara e Darcy se beijando na festa, senhoras e senhores, que cena mais perfeita é essa. Os efeitos, a música, a felicidade das duas misturada com a do Nick transmite uma liberdade de outro mundo. Simplesmente perfeitos.
Meu Pai
4.4 1,2K Assista AgoraOk, vamos lá.
Antes de rasgar elogios ao protagonista dessa narrativa, já devo admitir que a partir dos dez minutos iniciais até o fim dessa obra eu fiquei totalmente apreensivo e triste — muito triste — com tudo que foi transmitido.
Todo mundo aqui conseguiu captar o mesmo que eu quando o assunto é a atuação impecável do Anthony Hopkins. Eu já sabia que ele era grande, mas em The Father ele está gigante. A estatueta muito mais que merecida pra ele.
Quanto ao filme, como conseguir descrever a sensação de viver na cabeça do protagonista sem saber diferenciar o que é real do que é ilusão? De saber se aquilo que foi trocado é a verdade ou se já é outra parte de uma narrativa criada pelo personagem? Como diluir a sensação de abandono? Como não chorar com aquela diálogo final? Como a gente enfrenta isso? Sério. Como lidar com o tempo, a perda de si, a perda de quem a gente ama? A fragilidade que Anthony Hopkins conseguiu exalar naquele quarto com aquelas palavras...indescritível (honestamente eu só conseguia chorar).
Um filme belíssimo. Triste, sim, mas belíssimo. Vale cada segundo.
O Gambito da Rainha
4.4 950 Assista AgoraJoguei xadrez dos 8 aos 14 anos. Participei de algumas competições e sempre achei extremamente reservado esse mundo dos enxadristas. Os campeonatos possuíam aquela dimensão séria e ao mesmo tempo divertida e sempre que o relógio começava a contar o silêncio tomava cada canto do espaço em que estávamos.
No entanto, nenhum desses aspectos é tão fascinante quanto o próprio xadrez em si. O tabuleiro, as regras, as jogadas e principalmente as peças — cada uma delas —, possuem uma magnificência própria, única. E foi por esse motivo que decidi assistir a série. A sua capa na Netflix, com as peças, foram um convite para reviver algumas lembranças dos jogos.
A série é ótima, a atriz que interpreta Beth (do qual já gostava da atuação em Fragmentado) é maravilhosa e o enredo é muito bom. A princípio leio boatos acerca de uma possível segunda temporada e fico com receio do que pode vir. Por um lado interessado por ver um pouco mais desse mundo explorado do xadrez e de Beth e de outro apreensivo por talvez estragarem o que já é hoje uma narrativa admirável.
Pawn captures Queen.
Com Amor, Victor (1ª Temporada)
4.0 185 Assista AgoraA fala do Simon pro Victor no episódio Boy's Trip é maravilhosa!
"Every one of my friends had a little bit to offer, a little piece of the puzzle. They weren't sitting around laughing about your life. They were in your corner, listening, and helping, and cheering you on."
[...]
"You're one of us. To me, that's the best part about all of this, having a community. A group of friends that gave up an entire weekend to help a kid that they've never met just because they know, on some level, we've all been through the same thing. Because we're family."
Merlí: Sapere Aude (1ª Temporada)
3.9 42Com um pouco de capricho pessoal e saudades do OTP, acabei gostando mais da série do que talvez deveria.
Bruno e Pol continuam extremamente cativantes, apesar de que o primeiro tem pouquíssima narrativa apresentada - o que espero que melhore na segunda temporada.
Por outro lado, Pol exibe a mesma essência que na série original, cheio de descobertas e numa aventura de autoconhecimento.
As poucas cenas entre os dois foram ótimas de serem assistidas, principalmente as que o Bruno coloca o Pol no seu devido lugar - vulgo sorvete na cara e tapa na cara. Aliás, Bruno, se valoriza e deixa o Pol correr atrás de você um pouco, ele tá precisando entender que todos os destinos levam à você, literalmente.
Esperando ansiosamente pela segunda temporada e por mais camadas de ambos os personagens. Brunol precisa se perpetuar.
Em Busca de Watership Down
4.1 38 Assista Agora"Hazel greeted Death as an old friend and went with him gladly, departing this life, as equals."
É triste entender que Fiver já sabia que aquela era sua última conversa com Hazel.
Adeus, Hazel-rah.
Spin Out (1ª Temporada)
4.0 148 Assista AgoraFoi num estalar de dedos que eu passei de "talvez assista esta série" para "estou começando o sexto episódio".
Kaya Scodelario é uma escultura. Nasceu para fazer personagens emblemáticos e profundos. Suas expressões faciais são arte e Kat entrega tudo que esperamos de uma personagem tão cheia de nuances.
Evan Roderick como Justin também foi maravilhoso. Eu honestamente não conhecia o ator, a princípio pensei que seria apenas mais um "garanhão" sem estímulo algum para a narrativa. Me enganei. O personagem é carismático, profundo e emocional. Tem inúmeras falas marcantes e cativa quem assiste.
A cena, na finale, da Kat e Justin se beijando e uma lágrima escorrendo pelo rosto do Justin é emocionante e muito íntima. A química entre ambos é inegável.
Torço para uma segunda temporada e que se mantenha nesse patamar. O fato também de lembrar Black Swan, com todo o temor psicológico, atrai demais e é claro que a dança, a arte na pista de patinação, é beleza pura.
Toy Story 4
4.1 1,4K Assista AgoraFazer uma boa continuação para a tão sincronizada trilogia que foi Toy Story definitivamente não seria tarefa fácil, ainda mais com o final do terceiro filme ter sido, de longe, uma das cenas mais emocionantes que já me deparei em animações - mas eles fizeram.
Trazer Bo Peep de volta ao filme foi um acerto inicial, tendo em vista que o sumiço dela nos longas anteriores ficou sem explicação - a despedida entre ela e Woody já me encheu os olhos de lágrimas.
Apresentar a história da Gabby Gabby também foi lindo e eu até que tentei no início não gostar dela, mas foi impossível - a cena em que ela foi rejeitada também me encheu os olhos de lágrimas.
Finalmente a despedida de Woody com todos os seus amigos e, claro, com Buzz, foi a gota d'água. A amizade dos dois, o abraço apertado entre ambos os amigos e o adeus foram cenas que conseguiram atingir no alvo a finalização que a história precisava.
O filme termina com aquela sensação do terceiro - triste, pelo término da história, porém feliz pelos acontecimentos e por todo o desenrolar que definitivamente serão vivenciados pelos personagens e eu posso categoricamente afirmar que Toy Story é uma animação digna de ser vista e revista.
To infinity and beyond.
Vingadores: Ultimato
4.3 2,7K Assista AgoraP*** que me p****. QUE FILME!
Inúmeras cenas fantásticas, inúmeros diálogos memoráveis. Um filme, de fato, atemporal, vital, engraçado, necessário, grandioso, emotivo, raro e surpreendente.
Por favor, digam que vocês também ficaram boquiabertos e paralisados com a Feiticeira Escarlate destruindo o Thanos?! O sorriso no rosto dela logo antes de levitar ele destruindo cada parte da armadura me levou ao êxtase!
Um marco na história do cinema. Merece todos os recordes possíveis e imagináveis.
Green Book: O Guia
4.1 1,5K Assista AgoraFui dar uma lida nos comentários e me deparo com o debate "é ou não é racista o filme que retrata o racismo", por "n" motivos.
Porém, o que me chamou atenção é que todos os comentários, defendendo ou não o longa, são de pessoas brancas dando opinião sobre o que deixa ou não deixa de ser racismo.
Você pode entender, você pode respeitar, você pode lutar contra, mas se você não é negro, então você não sabe o que é racismo.
Nasce Uma Estrela
4.0 2,4K Assista AgoraÍcone memorável detentora de uma estatueta do Oscar. Lady Gaga: artista completa em todos os níveis.
"[...] não é sobre ganhar, [...] é sobre não desistir." GAGA, Lady. 91ª Cerimônia do Oscar. 2019.
Homem-Aranha: No Aranhaverso
4.4 1,5K Assista AgoraJá não bastava todas as referências possíveis e imagináveis que foram colocadas no longa eles ainda conseguem adicionar uma cena pós-crédito que faz o nostálgico tomar outra proporção. Em sua excelência de tanto rir!
O Rei do Show
3.9 913 Assista AgoraNão existe palavras suficientes para expressar tamanha admiração que eu tive assistindo as expressões faciais de Hugh Jackman na cena da Rebecca Ferguson cantando "Never Enough". Um verdadeiro espetáculo.
Para quem deseja rever:
https://www.youtube.com/watch?v=rQWZK5U233s
Um Pequeno Favor
3.3 735 Assista AgoraBlake Lively é uma obra de arte. Uma escultura, uma verdadeira musa.
Ela emana poder, confiança, luxúria. Não tem como não ficar hipnotizado com aquele sorriso, com aqueles olhos e com a capacidade imensurável de nos fazer apaixonar-se pela sua atuação.
O filme atraiu minha atenção por ela estar presente e conseguiu fazer com que minha atenção ficasse presa do início ao fim.
Confesso que de todo o filme, o final foi o que menos me agradou. Sabe quando você torce tanto para que as coisas deem certo para aquela pessoa que supostamente não merecia? Então...esse era eu torcendo para Emily sair dessa história como a verdadeira rainha que ela foi.