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Últimas opiniões enviadas

  • Victor Ferreira

    Por mais difícil que seja para os fãs de longa data admitirem, precisamos começar a encarar AHS como um 'guilty pleasure'. Oito temporadas, e além de sempre ficarmos decepcionados com os vários problemas que surgem na narrativa, nunca tivemos direito a um final decente sequer. Ryan Murphy produz repetidamente os mesmos erros em seus programas: além de não aprofundar devidamente onde se deve, insere personagens extremamente descartáveis e deixa núcleos com buracos. Anteriormente, mesmo com todos os problemas que sempre existiram em AHS, era possível aproveitar ao máximo todas as estranhezas e a violência extrema que a série nos entregava, mas até isso parece estar perdido nestas últimas temporadas. Preciso admitir que até certo ponto, “Apocalypse” me enganou muito bem: Sou fã de "Coven" (e mesmo com os seus probleminhas, a considero uma das temporadas mais concisas de AHS), portanto fiquei animado ao saber deste crossover e resolvi dar uma chance a ele. Os primeiros dois episódios são mornos, confusos e vagos. Os personagens são apáticos e detestáveis, (como já era de se esperar, pois isso aparentemente é algo comum no neste universo), então não sobra muito além do espetacular design de produção para sintonizar ou ao menos deslumbrar o espectador no contexto da trama. De repente, o terceiro episódio me pegou de surpresa e me deixou verdadeiramente entusiasmado ao apresentar suas muitas reviravoltas e a

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    possibilidade de um futuro embate promissor entre Mallory e Michael. Estabelecida a nova atmosfera, a qual já estamos familiarizados com ela (pelo menos qualquer um que assistiu a "Coven”), somos reapresentados à nossas queridas personagens que trazem de volta com elas toda a estética visual impecável e o humor negro que divertiu e nos entreteu no passado, motivo pela qual “Coven” é hoje uma das temporadas mais queridas pelos fãs.

    Daí pra frente tudo parece ser maravilhoso: a história adquire fluidez, trazendo um pouco de esperança para este "Apocalypse". Pensamos "será que agora vai?", "será que após tanto tempo, AHS está finalmente de volta aos eixos?" Bom, não é preciso esperar muito para obter a resposta. Após investir em episódios que, apesar de desenvolvidos puramente para o deleite dos fãs, funcionam muito bem, e acrescentam riqueza na narrativa, eis que a série se aproxima do temeroso fim.
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    As coisas começam a desandar especificamente no oitavo episódio, ("Sojurn"), que além de ser longo e arrastado, nos apresenta a dois personagens extremamente irritantes que destoam dentro do clima de tensão tão bem estabelecido anteriormente, devido a suas piadas imaturas e personalidades detestáveis: Mutt e Jeff, os dois fundadores da Kineros Robotics. Aliás, não vou nem me aprofundar em quão desesperada foi a ideia de introduzir um robô no meio disso tudo (por favor, estamos falando de Kathy Bates, ela merece mais do que isso). Sabemos que AHS tem um fraco pelo 'kitsch', mas neste caso, o exagero não ficou bem nivelado, e acredito que não havia espaço para ele na narrativa...

    Erros que já haviam sido cometidos no passado, e que numa oitava temporada não deveriam estar se repetindo. Talvez se o número de núcleos fosse reduzido, sobraria tempo para aprofundar em uma conclusão respeitosa ao nível dos episódios que antecederam estes fatídicos (e corridos) momentos finais.
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    Ao me aprofundar mais, poderia descrever mais problemas, como a falta de habilidade do programa em administrar os muitos papéis que os atores desempenharam em “Apocalypse” - por que Evan Peters e Joan Collins precisam criar mais de um personagem novo aqui? Não é o bastante para nós ter que fazer a assimilação de todos os núcleos anteriores que retornaram ao programa? (além do novo plot, também são resgatadas as temporadas "Hotel", "Murder House" e "Coven"); há também o mal explorado marido de Mallory, que inicialmente ressurge como uma figura de forte presença, mas no fim das contas tem sua vingança rapidamente aproveitada - o que me faz questionar o propósito real desta ideia ter sido aproveitada. A cereja do bolo são os desastrosos minutos finais, que basicamente retiram a significância de tudo que aconteceu e sugerem que este crossover será mais uma vez resgatado no futuro.

    A questão é: nós queremos passar por isso tudo novamente? Até quando estaremos presos no inferno pessoal de Ryan Murphy?

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  • Victor Ferreira

    As atuações são impecáveis, e é muito legal ver um filme em que você sabe que vai colocar a carreira de um ator ou atriz num patamar alto. Aqui, Margot Robbie trabalha sua personagem título com tantas facetas que se o seu talento inegável torna-se impossível de passar despercebido. Em certos momentos, apenas com um olhar ela expressa mais emoção do que muito artista veterano por aí.
    Não é uma história leve, mas o divertidíssimo roteiro torna as coisas muito fáceis de serem acompanhadas (até com o direito da quebra da quarta parede), e a narrativa bem trabalhada harmoniza até nos momentos mais desconfortáveis e trágicos.
    Biografias deveriam ser mais assim.

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  • Victor Ferreira

    James Franco se dedica a uma das melhores atuações de sua carreira e arrasa na direção, contando uma história divertidíssima e ao mesmo tempo respeitosa, que lembra o mesmo carinho empregado por Tim Burton no filme biográfico de Ed Wood. Uma pena que não recebeu maior atenção da Academia.

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