Bugonia chega cercado de desconfiança, sobretudo para quem já nutre reservas em relação ao cinema de Yorgos Lanthimos. A impressão inicial é a de que o filme poderia repetir vícios recorrentes do diretor, especialmente a priorização excessiva da forma em detrimento do conteúdo, marcada por escolhas estéticas deliberadamente estranhas e, por vezes, dispersivas. No entanto, à medida que a narrativa avança, o longa surpreende ao superar moderadamente essas expectativas negativas.
Diferentemente de outras obras de Lanthimos, em Bugonia a excentricidade visual e narrativa aparece de maneira mais controlada. Embora ainda presente, ela se mostra melhor integrada à construção da trama, funcionando menos como mero artifício estilístico e mais como elemento que contribui para o desenvolvimento dramático. Essa contenção relativa é fundamental para que o filme encontre um equilíbrio mais eficaz entre proposta estética e envolvimento narrativo.
Emma Stone, já consolidada como uma das principais colaboradoras do diretor, mantém seu compromisso em explorar personagens desafiadores nessa fase mais experimental de sua carreira. O resultado é mais uma atuação sólida, marcada por entrega e coragem artística. Ainda assim, é Jesse Plemons quem se destaca de forma mais contundente. Sua performance é a verdadeira espinha dorsal do filme, conferindo densidade emocional e coesão ao conjunto, sendo decisiva para que a proposta funcione plenamente.
Em síntese, Bugonia não elimina por completo as características que dividem opiniões no cinema de Lanthimos, mas demonstra um amadurecimento no uso de sua linguagem peculiar. O filme vale especialmente pelas atuações de Jesse Plemons e Emma Stone, que elevam o material e tornam a experiência recomendável, mesmo para os espectadores mais céticos em relação ao estilo do diretor.
Transformar mais de uma hora e meia de personagens caminhando em algo cinematograficamente envolvente é, por si só, um desafio considerável. A Longa Marcha encontra sua solução ao situar essa premissa simples em um cenário distópico, no qual jovens voluntários participam de uma competição brutal: quem para de caminhar é executado. A ideia é eficaz como ponto de partida, mas o filme demonstra consciência de que o impacto não pode se sustentar apenas no choque da proposta.
Para manter o interesse do espectador, a narrativa aposta principalmente nos diálogos e nas interações entre os competidores. É nesse aspecto que o longa tenta construir tensão emocional e psicológica, explorando alianças momentâneas, conflitos latentes e o desgaste progressivo imposto pela marcha. Embora essas relações nem sempre alcancem um nível verdadeiramente memorável, cumprem a função de evitar a monotonia e de dar alguma profundidade humana a um conceito que poderia facilmente se tornar repetitivo.
O resultado é um filme competente, bem realizado do ponto de vista formal, que entende seus próprios limites. A Longa Marcha talvez não marque de forma definitiva pelo desenvolvimento de seus personagens ou por diálogos particularmente impactantes, mas consegue sustentar o interesse ao longo de sua duração. Trata-se, portanto, de uma obra sólida, que entrega exatamente o que se propõe: uma distopia simples, eficiente e suficientemente envolvente para justificar a caminhada até o fim.
Walter Salles retorna ao cinema nacional após mais de 15 anos com uma obra poderosa e profundamente sensível: Ainda Estou Aqui. Adaptado do livro de Marcelo Rubens Paiva, o longa mergulha na tragédia pessoal de uma família destroçada pela ditadura militar brasileira, ao mesmo tempo em que constrói um drama universal sobre perda, memória e sobrevivência.
No centro da narrativa está Eunice (Fernanda Torres, em atuação magistral), esposa do ex-deputado Rubens Paiva (Selton Mello), sequestrado pelo regime militar após o golpe de 1964 e jamais visto novamente. A história, embora fortemente enraizada em um momento sombrio da história brasileira, transcende suas origens ao focar nas reações humanas e familiares diante da violência institucional.
A abertura já dá o tom do que está por vir: Eunice boiando nas águas do Leblon enquanto um helicóptero militar sobrevoa a praia – imagem que simboliza a constante vigilância e opressão. Mas o grande mérito do filme está em sua sutileza emocional. Salles opta por manter o foco na intimidade da família Paiva, contrastando o conforto da elite carioca com a crescente ameaça autoritária que se aproxima inexoravelmente.
A fotografia de Adrian Tejido é outro ponto alto, alternando entre o realismo da câmera na mão e composições cuidadosamente planejadas que evidenciam o peso da ausência, o silêncio e o medo. A trilha sonora de Warren Ellis amplifica essas emoções sem jamais exagerar.
Fernanda Torres entrega uma performance marcante, guiando o espectador pela transformação de Eunice — de esposa protegida e consciente ao mesmo tempo, a mulher que carrega o luto e o trauma da ausência, e que precisa se reconstruir em um mundo devastado. A breve participação de Fernanda Montenegro, como a Eunice já idosa, é um toque emocional certeiro que fecha o arco da personagem com dignidade e força.
Mais que uma reconstrução histórica, Ainda Estou Aqui é um filme sobre o peso do silêncio e da omissão. Em tempos em que discursos autoritários voltam a ganhar espaço, Salles nos lembra que a "época boa" da ditadura foi, para muitos, um pesadelo jamais encerrado. E o faz com domínio técnico e narrativo, entregando uma das produções brasileiras mais relevantes e com maior potencial internacional das últimas décadas.
Se tem uma coisa que o brasileiro gosta é de futebol e de uma boa treta. Jogo Cruzado, nova série nacional do Disney+, entrega exatamente isso com muito estilo. A produção mistura os bastidores do esporte mais popular do país com o universo do jornalismo esportivo e ainda encontra espaço para humor, crítica social e uma pitada de drama. O resultado é uma série leve, divertida e surpreendentemente afiada.
No centro da trama estão Matheus Reis, vivido por José Loreto, o clássico craque-problema cheio de talento e confusão fora de campo, e Elisa Montes, interpretada por Carol Castro, uma jornalista experiente, ética e determinada a crescer na carreira sem passar por cima dos próprios valores. A química entre os dois é imediata, mas não no sentido romântico: o que temos aqui é uma guerra de egos deliciosa de acompanhar.
Logo no início, uma polêmica entre os dois viraliza nas redes sociais e muda o rumo da carreira de Matheus. Fora dos gramados, ele acaba sendo escalado para apresentar o Jogo Cruzado, um programa esportivo em crise de audiência. Elisa, por sua vez, finalmente é convidada a ser comentarista na televisão e descobre, já em cima da hora, que dividirá o palco com o seu novo desafeto. A estreia é explosiva, cheia de alfinetadas e com um resultado inesperado: o público adora.
O que mantém a série no ritmo certo é o equilíbrio entre os conflitos dos protagonistas e os alívios cômicos que vêm do elenco de apoio. Leandro Ramos, como o braço direito de Matheus, e Luciana Paes, como a dona excêntrica do canal, garantem ótimos momentos de humor espontâneo, com piadas certeiras e bem encaixadas.
Mas Jogo Cruzado vai além da comédia. A série aborda temas relevantes como machismo no jornalismo esportivo, a pressão por audiência, o impacto das fake news e a saúde mental dos atletas. Esses assuntos surgem com naturalidade, sem parecerem forçados ou deslocados, e ajudam a dar profundidade à narrativa.
Para quem acompanha futebol ou já espiou os bastidores da imprensa esportiva, a série tem ainda mais sabor. É fácil identificar situações e personagens inspirados em casos reais. E para quem não é tão ligado em esporte, Jogo Cruzado continua sendo uma ótima opção, com uma história envolvente, diálogos afiados e personagens muito bem construídos.
Ao longo dos oito episódios, a série cresce, se torna mais envolvente e termina deixando aquele gostinho de “quero mais”. É o tipo de produção que diverte sem subestimar a inteligência do público.
O filme é excelente, o problema é que a galera não entende a mensagem na vida real, fica o questionamento se vai entender usando uma alegoria de fim de mundo. O elenco chama muita atenção pro filme e entrega muito bem.
Esse filme do Homem Aranha foi tudo que os outros dois filmes não foram, mesmo achando algumas coisas do roteiro forçado demais, no geral foi bom! Dá pra se divertir.
Os caras conseguiram provar que um filme baseado nos games, tbm fica uma bosta. As atuações só não são piores do que a cena de abertura do próprio game do resident evil 1
Demoraram 20 anos pra pensar em um filme de Matrix que fosse melhor que o 2 e o 3, mesmo assim conseguiram cagar tudo de novo. Vai ficar guardado na memória a revolução que o 1 trouxe para os cinemas. O resto pode jogar fora.
Sobre Space Jam 2, a comparação com o primeiro é inevitável, a atuação do King James faz parecer a atuação do Jordan no primeiro, digna de Oscar. O excesso de referencias ao universo Warner é cansativo. E sério que escolheram como vilão a HBO Max?
Roteiro sem acha um modo de salvar os personagens de situações improváveis. Te causa um pouquinho de apreensão, mas depois que nota isso, fica claro que eles não estão em perigo real.
É bom ver o Chris Hemsworth saindo do gênero de comédia e entrando com os dois pés na porta dos novos filmes de brucutus, mostrando que não é só um rostinho bonito e pode ser um dos mais novos astros desse estilo de filme, mas bom mesmo eram os filmes de brucutus dos anos 80, onde não se tinha compromisso nenhum com a realidade, muito menos consultoria técnica de como se atira.
Bugonia
3.6 440 Assista AgoraBugonia chega cercado de desconfiança, sobretudo para quem já nutre reservas em relação ao cinema de Yorgos Lanthimos. A impressão inicial é a de que o filme poderia repetir vícios recorrentes do diretor, especialmente a priorização excessiva da forma em detrimento do conteúdo, marcada por escolhas estéticas deliberadamente estranhas e, por vezes, dispersivas. No entanto, à medida que a narrativa avança, o longa surpreende ao superar moderadamente essas expectativas negativas.
Diferentemente de outras obras de Lanthimos, em Bugonia a excentricidade visual e narrativa aparece de maneira mais controlada. Embora ainda presente, ela se mostra melhor integrada à construção da trama, funcionando menos como mero artifício estilístico e mais como elemento que contribui para o desenvolvimento dramático. Essa contenção relativa é fundamental para que o filme encontre um equilíbrio mais eficaz entre proposta estética e envolvimento narrativo.
Emma Stone, já consolidada como uma das principais colaboradoras do diretor, mantém seu compromisso em explorar personagens desafiadores nessa fase mais experimental de sua carreira. O resultado é mais uma atuação sólida, marcada por entrega e coragem artística. Ainda assim, é Jesse Plemons quem se destaca de forma mais contundente. Sua performance é a verdadeira espinha dorsal do filme, conferindo densidade emocional e coesão ao conjunto, sendo decisiva para que a proposta funcione plenamente.
Em síntese, Bugonia não elimina por completo as características que dividem opiniões no cinema de Lanthimos, mas demonstra um amadurecimento no uso de sua linguagem peculiar. O filme vale especialmente pelas atuações de Jesse Plemons e Emma Stone, que elevam o material e tornam a experiência recomendável, mesmo para os espectadores mais céticos em relação ao estilo do diretor.
A Longa Marcha: Caminhe ou Morra
3.3 352 Assista AgoraTransformar mais de uma hora e meia de personagens caminhando em algo cinematograficamente envolvente é, por si só, um desafio considerável. A Longa Marcha encontra sua solução ao situar essa premissa simples em um cenário distópico, no qual jovens voluntários participam de uma competição brutal: quem para de caminhar é executado. A ideia é eficaz como ponto de partida, mas o filme demonstra consciência de que o impacto não pode se sustentar apenas no choque da proposta.
Para manter o interesse do espectador, a narrativa aposta principalmente nos diálogos e nas interações entre os competidores. É nesse aspecto que o longa tenta construir tensão emocional e psicológica, explorando alianças momentâneas, conflitos latentes e o desgaste progressivo imposto pela marcha. Embora essas relações nem sempre alcancem um nível verdadeiramente memorável, cumprem a função de evitar a monotonia e de dar alguma profundidade humana a um conceito que poderia facilmente se tornar repetitivo.
O resultado é um filme competente, bem realizado do ponto de vista formal, que entende seus próprios limites. A Longa Marcha talvez não marque de forma definitiva pelo desenvolvimento de seus personagens ou por diálogos particularmente impactantes, mas consegue sustentar o interesse ao longo de sua duração. Trata-se, portanto, de uma obra sólida, que entrega exatamente o que se propõe: uma distopia simples, eficiente e suficientemente envolvente para justificar a caminhada até o fim.
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraWalter Salles retorna ao cinema nacional após mais de 15 anos com uma obra poderosa e profundamente sensível: Ainda Estou Aqui. Adaptado do livro de Marcelo Rubens Paiva, o longa mergulha na tragédia pessoal de uma família destroçada pela ditadura militar brasileira, ao mesmo tempo em que constrói um drama universal sobre perda, memória e sobrevivência.
No centro da narrativa está Eunice (Fernanda Torres, em atuação magistral), esposa do ex-deputado Rubens Paiva (Selton Mello), sequestrado pelo regime militar após o golpe de 1964 e jamais visto novamente. A história, embora fortemente enraizada em um momento sombrio da história brasileira, transcende suas origens ao focar nas reações humanas e familiares diante da violência institucional.
A abertura já dá o tom do que está por vir: Eunice boiando nas águas do Leblon enquanto um helicóptero militar sobrevoa a praia – imagem que simboliza a constante vigilância e opressão. Mas o grande mérito do filme está em sua sutileza emocional. Salles opta por manter o foco na intimidade da família Paiva, contrastando o conforto da elite carioca com a crescente ameaça autoritária que se aproxima inexoravelmente.
A fotografia de Adrian Tejido é outro ponto alto, alternando entre o realismo da câmera na mão e composições cuidadosamente planejadas que evidenciam o peso da ausência, o silêncio e o medo. A trilha sonora de Warren Ellis amplifica essas emoções sem jamais exagerar.
Fernanda Torres entrega uma performance marcante, guiando o espectador pela transformação de Eunice — de esposa protegida e consciente ao mesmo tempo, a mulher que carrega o luto e o trauma da ausência, e que precisa se reconstruir em um mundo devastado. A breve participação de Fernanda Montenegro, como a Eunice já idosa, é um toque emocional certeiro que fecha o arco da personagem com dignidade e força.
Mais que uma reconstrução histórica, Ainda Estou Aqui é um filme sobre o peso do silêncio e da omissão. Em tempos em que discursos autoritários voltam a ganhar espaço, Salles nos lembra que a "época boa" da ditadura foi, para muitos, um pesadelo jamais encerrado. E o faz com domínio técnico e narrativo, entregando uma das produções brasileiras mais relevantes e com maior potencial internacional das últimas décadas.
Jogo Cruzado (1ª Temporada)
3.4 5 Assista AgoraSe tem uma coisa que o brasileiro gosta é de futebol e de uma boa treta. Jogo Cruzado, nova série nacional do Disney+, entrega exatamente isso com muito estilo. A produção mistura os bastidores do esporte mais popular do país com o universo do jornalismo esportivo e ainda encontra espaço para humor, crítica social e uma pitada de drama. O resultado é uma série leve, divertida e surpreendentemente afiada.
No centro da trama estão Matheus Reis, vivido por José Loreto, o clássico craque-problema cheio de talento e confusão fora de campo, e Elisa Montes, interpretada por Carol Castro, uma jornalista experiente, ética e determinada a crescer na carreira sem passar por cima dos próprios valores. A química entre os dois é imediata, mas não no sentido romântico: o que temos aqui é uma guerra de egos deliciosa de acompanhar.
Logo no início, uma polêmica entre os dois viraliza nas redes sociais e muda o rumo da carreira de Matheus. Fora dos gramados, ele acaba sendo escalado para apresentar o Jogo Cruzado, um programa esportivo em crise de audiência. Elisa, por sua vez, finalmente é convidada a ser comentarista na televisão e descobre, já em cima da hora, que dividirá o palco com o seu novo desafeto. A estreia é explosiva, cheia de alfinetadas e com um resultado inesperado: o público adora.
O que mantém a série no ritmo certo é o equilíbrio entre os conflitos dos protagonistas e os alívios cômicos que vêm do elenco de apoio. Leandro Ramos, como o braço direito de Matheus, e Luciana Paes, como a dona excêntrica do canal, garantem ótimos momentos de humor espontâneo, com piadas certeiras e bem encaixadas.
Mas Jogo Cruzado vai além da comédia. A série aborda temas relevantes como machismo no jornalismo esportivo, a pressão por audiência, o impacto das fake news e a saúde mental dos atletas. Esses assuntos surgem com naturalidade, sem parecerem forçados ou deslocados, e ajudam a dar profundidade à narrativa.
Para quem acompanha futebol ou já espiou os bastidores da imprensa esportiva, a série tem ainda mais sabor. É fácil identificar situações e personagens inspirados em casos reais. E para quem não é tão ligado em esporte, Jogo Cruzado continua sendo uma ótima opção, com uma história envolvente, diálogos afiados e personagens muito bem construídos.
Ao longo dos oito episódios, a série cresce, se torna mais envolvente e termina deixando aquele gostinho de “quero mais”. É o tipo de produção que diverte sem subestimar a inteligência do público.
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Não Olhe para Cima
3.7 1,9K Assista AgoraO filme é excelente, o problema é que a galera não entende a mensagem na vida real, fica o questionamento se vai entender usando uma alegoria de fim de mundo.
O elenco chama muita atenção pro filme e entrega muito bem.
Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa
4.2 1,8K Assista AgoraEsse filme do Homem Aranha foi tudo que os outros dois filmes não foram, mesmo achando algumas coisas do roteiro forçado demais, no geral foi bom! Dá pra se divertir.
Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City
2.2 594Os caras conseguiram provar que um filme baseado nos games, tbm fica uma bosta. As atuações só não são piores do que a cena de abertura do próprio game do resident evil 1
Matrix Resurrections
2.8 1,3K Assista AgoraDemoraram 20 anos pra pensar em um filme de Matrix que fosse melhor que o 2 e o 3, mesmo assim conseguiram cagar tudo de novo. Vai ficar guardado na memória a revolução que o 1 trouxe para os cinemas. O resto pode jogar fora.
Space Jam: Um Novo Legado
2.9 363 Assista AgoraSobre Space Jam 2, a comparação com o primeiro é inevitável, a atuação do King James faz parecer a atuação do Jordan no primeiro, digna de Oscar. O excesso de referencias ao universo Warner é cansativo. E sério que escolheram como vilão a HBO Max?
A Guerra do Amanhã
3.2 722 Assista AgoraPeralta é nossa última esperança para o Hexa.
Viúva Negra
3.5 1,0K Assista AgoraA personagem merecia um filme no MCU, mas parece que fizeram só pq era obrigação.
Cruella
4.0 1,4K Assista AgoraA Disney segue com o projeto de humanização dos seus maiores vilões, o que deu muito certo em Malévola. Em Cruella o nível se mantém muito bem.
Godzilla vs. Kong
3.1 797 Assista AgoraEntregou o que prometeu, porradaria entre monstros gigantes e cidade destruída. Se tirasse os humanos seria perfeito.
Liga da Justiça de Zack Snyder
4.0 1,3KDC perdeu uma grande oportunidade, deixando muita coisa de fora na versão do cinema.
Um Príncipe em Nova York 2
2.8 460 Assista AgoraNão chega nem perto do que foi o primeiro.
Invasão Zumbi 2: Península
2.4 401 Assista AgoraMuito inferior ao primeiro.
Eu Me Importo
3.3 1,2K Assista AgoraAchei o roteiro muito forçado em diversas situações. Mas o final foi bem satisfatório
Soul
4.3 1,4KDefinitivamente a Pixar não faz filmes para as crianças. Mais uma vez o estúdio vem como grande favorito a levar o Oscar de animação.
Soul é um filme te faz ter várias reflexões sobre a vida e o que fazemos dela.
#Alive
3.2 503 Assista AgoraRoteiro sem acha um modo de salvar os personagens de situações improváveis. Te causa um pouquinho de apreensão, mas depois que nota isso, fica claro que eles não estão em perigo real.
A Vastidão da Noite
3.5 582Que filme maravilhoso! Te prende do incio ao fim, em um ano com tão poucos filmes, possivelmente pode ser o melhor filme do ano.
A Gente Se Vê Ontem
3.2 191 Assista AgoraUm filme bem legal de assistir pra passar o tempo, muito cara de sessão da tarde.
Resgate
3.5 803 Assista AgoraÉ bom ver o Chris Hemsworth saindo do gênero de comédia e entrando com os dois pés na porta dos novos filmes de brucutus, mostrando que não é só um rostinho bonito e pode ser um dos mais novos astros desse estilo de filme, mas bom mesmo eram os filmes de brucutus dos anos 80, onde não se tinha compromisso nenhum com a realidade, muito menos consultoria técnica de como se atira.
Liga da Justiça Sombria: Guerra de Apokolips
4.0 244 Assista AgoraEm animação a DC continua soberana, uma melhor que a outra e essa não fica abaixo.
La Casa de Papel (Parte 4)
3.7 657 Assista AgoraMais do mesmo, já começa a saturar todas essas conveniências do roteiro para que tudo saia conforme o esperado