Um gesto muito humano mudar o nome das vitimas, para nós goianos, tudo foi tão estigmatizado, eu recomendo aos curiosos o livro pequenas mortes do autor goiano wesleys peres
Ray inscreve no próprio corpo os nomes do passado talvez os seus, talvez os de outros. Essas marcas materializam uma existência estruturada por ciclos de abandono, exercidos tanto contra si quanto contra aqueles que o cercam. Pillion não é um filme sobre ternura, mas sobre a complexidade das relações de poder: uma ordem que não se deixa transgredir por um gesto isolado ou por uma suposta linha tênue a ser atravessada. O que se impõe é uma longa marcha em direção à ruptura dessa estrutura uma marcha, cuja a linha de chegada é de fato o fim, é o fracasso. Collin pode até se rebelar e desnudar a máscara do homem, mas ao revelar isso e se defrontar com o amor que eles construiram, encontra também a impacidade de Ray de amar. A impossibilidade de êxito se inscreve precisamente no corpo de Ray, onde a violência simbólica e afetiva dessa ordem encontra sua expressão mais concreta: o passado.
me lembrei dessa passagem: Que tendência está contida no trágico? Por que morre o herói? A poesia trágica se baseia na idéia do sacrifício. Mas o sacrifício trágico difere em seu objeto – o herói- de qualquer outro, e é ao mesmo tempo um sacrifício inaugural e terminal. Terminal, porque é uma expiação devida aos deuses, guardiães de um antigo direito; inaugural, porque é uma ação que anuncia novos conteúdos da vida popular, e em nome dela é praticada. Esses conteúdos, que ao contrário das velhas obrigações não emanam de um decreto superior, mas da própria vida do herói, o destroem, porque são desproporcionais à vontade do indivíduo, e só convêm a uma comunidade popular ainda virtual. A morte trágica tem um sentido duplo: anular o velho direito dos deuses olímpicos, e sacrificar o herói, precursor de uma humanidade futura, ao deus desconhecido. Mas esse duplo caráter está presente também no sofrimento trágico, como na Orestia, de Êsquilo, ou no Édipo, de Sófocles. (BENJAMIN, 1984, 129-130).
Emergência Radioativa
3.9 170 Assista AgoraUm gesto muito humano mudar o nome das vitimas, para nós goianos, tudo foi tão estigmatizado, eu recomendo aos curiosos o livro pequenas mortes do autor goiano wesleys peres
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.2 409 Assista Agora"o resto é silêncio"... então abre para on the nature of daylight, estou em pedaços, parabéns chloé zhao
O Cavaleiro dos Sete Reinos (1ª Temporada)
4.3 163 Assista AgoraBeira a perfeição!
Predador: Terras Selvagens
3.5 283 Assista Agorao melhor predador desde o primeiro, predador a caçada é muito bom, mas esse supera
Destruição Final 2
2.4 68 Assista AgoraQue filme ruim da ****
Pillion
3.2 64Ray inscreve no próprio corpo os nomes do passado talvez os seus, talvez os de outros. Essas marcas materializam uma existência estruturada por ciclos de abandono, exercidos tanto contra si quanto contra aqueles que o cercam. Pillion não é um filme sobre ternura, mas sobre a complexidade das relações de poder: uma ordem que não se deixa transgredir por um gesto isolado ou por uma suposta linha tênue a ser atravessada. O que se impõe é uma longa marcha em direção à ruptura dessa estrutura uma marcha, cuja a linha de chegada é de fato o fim, é o fracasso. Collin pode até se rebelar e desnudar a máscara do homem, mas ao revelar isso e se defrontar com o amor que eles construiram, encontra também a impacidade de Ray de amar. A impossibilidade de êxito se inscreve precisamente no corpo de Ray, onde a violência simbólica e afetiva dessa ordem encontra sua expressão mais concreta: o passado.
Tudo Culpa Dela
4.1 301 Assista Agoraachei babado
Memórias de um Espião
3.3 17"I miss cricket."
Homens de Barro
2.5 11 Assista Agorafiquei agarrado na narração
Rivalidade Ardente (1ª Temporada)
4.3 126 Assista Agoraverti em lágrimas
Tudo em Família
3.3 225 Assista Agorame abalei com o final
Frankenstein
3.7 596 Assista AgoraMary Shelley vc sempre será a maioral
Casa de Dinamite
2.9 178 Assista Agoraué kathryn bigelow
A Diplomata (3ª Temporada)
3.8 13Mais uma temporada que eu termino assim: CARALHOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO
O Brutalista
3.6 307 Assista Agoranão é só a arquitetura que é brutalista, a verdade não está só nos materiais, mas em cada cena, é tudo brutal e cru
Star Wars: Andor (2ª Temporada)
4.5 87 Assista Agoraà beira da perfeição
Caso Jean Charles: Um Brasileiro Morto Por Engano
3.8 7Eu era criança e me lembro das notícias, até hoje isso me assombra. Justiça por Jean Charles de Menezes
Predador: Assassino de Assassinos
3.8 160 Assista Agoramuito pica ta
Mountainhead
2.4 45 Assista Agoraum episódio perdido de succession
O Sangue de Zeus (3ª Temporada)
4.0 16 Assista Agorame lembrei dessa passagem:
Que tendência está contida no trágico? Por que morre o herói? A poesia trágica se baseia na idéia do sacrifício. Mas o sacrifício trágico difere em seu objeto – o herói- de qualquer outro, e é ao mesmo tempo um sacrifício inaugural e terminal. Terminal, porque é uma expiação devida aos deuses, guardiães de um antigo direito; inaugural, porque é uma ação que anuncia novos conteúdos da vida popular, e em nome dela é praticada. Esses conteúdos, que ao contrário das velhas obrigações não emanam de um decreto superior, mas da própria vida do herói, o destroem, porque são desproporcionais à vontade do indivíduo, e só convêm a uma comunidade popular ainda virtual. A morte trágica tem um sentido duplo: anular o velho direito dos deuses olímpicos, e sacrificar o herói, precursor de uma humanidade futura, ao deus desconhecido. Mas esse duplo caráter está presente também no sofrimento trágico, como na Orestia, de Êsquilo, ou no Édipo, de Sófocles. (BENJAMIN, 1984, 129-130).
Ben-Hur
4.3 569 Assista Agoramonumental
1923 (2ª Temporada)
4.3 36 Assista Agoraque sofrimento sem fim
Cobra Kai (6ª Temporada)
3.9 184strike first
strike hard
no mercy
1917
4.2 1,8K Assista Agorase estiver atravessando o inferno, não pare