Triple H deu a melhor declaração sobre Hulk Hogan, reconhecendo que ninguém é perfeito, mas que não dá pra simplesmente apagar e ignorar tudo o que ele já fez, principalmente a sua contribuição grandiosa para o wrestling.
No mais, ótimo documentário, como tem que ser, sem ser chapa branca, mostrando tanto os defeitos e as qualidades, as polêmicas e controvérsias, mas também o que muita gente não conhece por trás do lutador. Gostei muito do ritmo dinâmico.
A série até começa bem, intrigante e irônica, mas depois literalmente não sabe pra onde ir. E aí não é nem questão de ser uma "viagem louca", é que a proposta realmente não funcionou ou é apenas uma série pretensiosa que deu errado. Você chega no final e se pergunta que p*rr@ eu acabei de ver? Mas é no sentido de perda de tempo mesmo.
Tava com muita expectativa com essa minissérie, principalmente por ter direção do Fernando Coimbra. Mas é um projeto sem personalidade, arrastado e extremamente didático. No primeiro episódio, eles precisam literalmente DESENHAR o que tá acontecendo, mais de uma vez. O roteiro é muito pobre. Não tinha história pra sustentar cinco episódios e com certeza teria funcionado melhor como filme. Muita gente pode ter gostado pelo impacto da história real em si, mas como série, podia ter sido muito melhor. Falar que é do mesmo nível de Chernobyl, da HBO, chega a ser um insulto.
Ou eu tô sendo muito chato ou tem algumas séries nos últimos anos que o pessoal, pela carência, tá superestimando demais. Task é uma delas. A série é ruim? Não. Mas falar que é uma obra-prima e chegar a comparar com a 1ª temporada de True Detective é demais... O início é lento demais, algumas subtramas são chatas e previsíveis, e o plot principal é basicamente um grupo de policiais bunda moles perseguindo uma dupla de bandidos que não botam medo em ninguém. Então além de não ter uma trama e personagens marcantes, que se impõem, a série não tem nenhum atributo marcante, como o próprio True Detective, que tinha a estética, a filosofia profunda, personagens emblemáticos... É ok, mas nada que justifique esse hype.
Finalmente vi Pluribus depois de tanto hype e... a série não é ruim, mas não me pegou. Talvez seja a proposta conceitual demais. Não consegui ver muito da marca do Vince Gilligan, talvez por ser um scifi. Também não sou um grande fã desse jeitão arredio da Rhea Seehorn, por mais que muita gente ame ela. Tenho dúvidas também se essa premissa vai conseguir sustentar uma série com vários episódios. Vamos aguardar os próximos, mas esse começo não me empolgou.
O único diferencial do documentário foi trazer o depoimento da vítima, mas mesmo assim, se apoia muito nisso e serve como uma espécie de continuação do podcast. Esperava mais desdobramentos e aprofundamento. Achei fraco.
Entregou o que já era esperado: uma trama rasa, clichê e cheia de conivências. É claro que a série é sobre o Chespirito, e até me surpreendeu terem tratado abertamente da traição dele e da relação conturbada com a esposa, mas explorou DEMAIS esse drama, como se os filhos quisesse fazer justiça pela mãe, e esqueceram daquilo que o público REALMENTE QUERIA VER: mais dos bastidores de Chaves e Chapolin e da relação do Chespirito com o grupo, tanto que os poucos momentos que realmente emocionaram foram os que tinham relação com o Chaves.
Muitos personagens queridos ficaram praticamente de figuração na série, enquanto que outros foram extremamente rasos, como o Carlos Villagrán (Quico), que foi retratado somente como um babaca na série. O próprio Edgar Vivar (Seu Barriga), que na vida real era um dos maiores amigos do Chespiristo, quase não apareceu e nem teve desenvolvimento.
Desperdiçaram um grande potencial, tanto que a série teve uma repercussão bem abaixo do esperado. Pro público médio, que não é tão exigente, pode até funcionar, mas é aquela história, produção biográfica, feita com a participação da família, raramente funciona.
O Eternauta era a série que eu mais aguardava esse ano, por ser uma produção argentina, que quase sempre é garantia de qualidade, e estrelada pelo Ricardo Darín, um dos melhores atores que eu já vi. A série me surpreendeu por ser visualmente muito bem produzida, é o maior destaque.
Só me incomodou mesmo a falta de ritmo, e pelo que eu vi, também é um incômodo de muita gente. São só seis episódios, mas a trama, por mais que seja intrigante, só começa a engrenar e ficar empolgante mesmo a partir do 4° episódio. Poderia ter sido mais dosada. E pelo que eu vi, essa decisão foi puramente da série, já que a HQ tem muito mais ação. Apesar disso, fiquei curioso pra ver uma segunda temporada.
Ruptura tem coisas bem interessantes, é complexa, instigante em alguns momentos e pode ser colocada como a melhor série da atualidade. Mas o ritmo da temporada foi bem irregular. Concordo também com algumas críticas de que a série parece lançar muitos "mistérios vazios" só pra tentar pagar de cool pra um público órfão de produções do tipo.
Tecnicamente, eu nunca vi nada parecido com os planos sequências dessa série. Não entendo as pessoas que estão criticando isso, falando que "precisa ter um motivo pra utilizá-lo", e na verdade não, é apenas uma técnica de filmagem, e que foi muito bem executada. Eu entendo apenas que o estilo de narrativa da série pode não agradar todo mundo, já que é bem "seco" e pragmático, mas isso contribui muito pra série ser crua, imersiva e prender você o tempo inteiro.
E pra quem fala que a série deveria ter mostrado um julgamento ou se aprofundado mais nisso, o crime é esclarecido desde o primeiro episódio, então não é uma série investigativa ou policial, é uma série sobre as consequências de um crime e sobre as atitudes do próprio protagonista, o título já entrega isso.
A cena final do pai é devastadora. Grande produção!
Discordo quem acha que Sintonia terminou mal. Pra mim, a série acabou da mesma forma que começou, com os mesmo problemas e as mesmas qualidades. Os problemas ainda são a atuação canastrona do Jottapê e algumas tramas desinteressantes e sem criatividade. De ponto positivo, dá pra falar da ótima atuação do Christian Malheiros, e de como essa série consegue ser realista e popular como poucas produções brasileiras que abordam a preferiria. Os diálogos, os atores e os personagens são muitos reais, retratam muito bem esse realidade. Inclusive, eu acho que por isso Sintonia deveria ter recebido muito mais reconhecimento e repercussão do que teve.
É claro que a série é muito repetitiva, mas principalmente pra quem é fã de terror e produções mais independentes, vale a pena só pelo personagem e a atuação do Mark Duplass. Eu falo isso desde o primeiro Creep, é um cara que merece ganhar um papel grande no cinema. Era o ator perfeito pro Coringa.
Decepcionou muito essa segunda temporada. A criatividade dos jogos caiu demais. Tá certo que antes eram bem simples também, mas pelo menos gerava tensão. Agora jogar peão e derrubar uma pedra, é o auge da preguiça...
A motivação de alguns personagens também não faz sentido, isso sem falar que a temporada tem só sete episódios e mesmo assim se arrasta em alguns momentos. Aquela trama do policial no barco procurando o Gi Hun fica dando voltas e não vai a lugar nenhum. Isso sem falar nesse final com um gancho pra ficar esperando mais dois ou três anos pra lançar a próxima temporada.
Pelo visto, é mais uma série que pegou a maldição da Netflix de fazer sucesso e ter que inventar alguma coisa de qualquer jeito pra ter novas temporadas...
A série prende, mas esse "plot twist" no final, tenho dúvidas se é realmente bom ou se foi bem executado. Apesar da proposta da série de fazer uma crítica explícita, talvez funcionasse melhor se tivesse um final aberto, tipo o de The Leftovers.
A série é boa, mas acho que se sustenta mais pela nostalgia e por ser uma série sobre o Senna do que por ser um drama acima da média. A produção é competente, principalmente nas cenas de corrida e reconstituição histórica, e o Gabriel Leone também faz um ótimo trabalho, mas faltou algo a mais. Faltou um roteiro mais inteligente, que se aprofundasse mais na pessoa que foi o Senna. E provavelmente isso não aconteceu por causa da participação da família na produção.
Eu, sinceramente, não lembro de já ter visto algum filme ou série biográfica realmente boa que foi feita com a participação da família. Porque sempre fica limitada a querer mostrar só o lado bom, o lado herói, e não se aprofundar em outras coisas pra criar um drama realmente bom. É claro que o Senna é praticamente uma unanimidade, mas com certeza teria muito mais a mostrar do que o que foi abordado na série.
Finalmente um documentário true crime da Netflix que não fica enrolando e dando voltas pra no final não dar nenhuma resposta ao público. Mesmo tendo só três episódios, essa minissérie é direta e não tem medo de apontar o dedo diante de todas as evidências que ela levanta. E outro diferencial, é que além de contarem e documentar toda a história, eles conseguiram levantar evidências inéditas, um trabalho jornalístico que poucos documentários fazem. Grande trabalho!
Não tem a mesma pegada frenética do filme, e tirando a politização chata (que já era esperado), é uma série bem feita, mas nada além disso ou que faça jus a qualidade do filme, o que também seria bem difícil de acontecer. Faltou mais ritmo e um vilão a altura do Zé Pequeno.
É um documentário essencial, não só pra quem é fã de pro-wrestling, mas também pra quem gosta do entretenimento americano. Muitas histórias, pra quem acompanha a WWE há muito tempo, já conhecia, mas o doc dá uma perspectiva bem diferente do Vince, contando a história dele que nem todo mundo sabia, e é muito interessante você vê esses caras falando e dando depoimentos como eles realmente são, sem estarem interpretando seus personagens.
A impressão é que Os Outros pegou a síndrome das séries brasileiras que fazem sucesso inesperado: é renovada pra segunda temporada e os roteiristas simplesmente não sabem o que fazer e tem que tirar uma história do além pra dar continuidade, porque é raro no Brasil uma série passar da primeira temporada. É a única explicação pra queda e a mudança absurda da primeira temporada pra essa segunda. Encheção de linguiça, coisas sem sentido, a trama parece que não sabe pra onde vai, isso sem falar em umas atuações sofríveis e caricatas. Uma das poucas coisas que continuaram positivas é a fotografia.
Fazia tempo que eu não me encantava por uma série como Acapulco. Elenco carismático e episódios curtinhos, com uma trama simples, leve e gostosa de assistir.
A série é inventiva, começa bem com uma proposta de humor negro que eu curto bastante. Mas depois fica repetitiva e pouca objetiva e não conseguiu me prender tanto.
Assim como grande parte do sucesso de The Office se deve ao Steve Carell, que nasceu pra fazer o Michael Scott, Jury Duty funciona muito por causa do Ronald Gladden, que nem parece estar atuando, e tem um carisma que é raro. Sobre a série em si, o estilo estranha um pouco. Pra mim não é uma série pra rir, é uma série pra se divertir.
Hulk Hogan: O Lutador
4.5 1 Assista AgoraTriple H deu a melhor declaração sobre Hulk Hogan, reconhecendo que ninguém é perfeito, mas que não dá pra simplesmente apagar e ignorar tudo o que ele já fez, principalmente a sua contribuição grandiosa para o wrestling.
No mais, ótimo documentário, como tem que ser, sem ser chapa branca, mostrando tanto os defeitos e as qualidades, as polêmicas e controvérsias, mas também o que muita gente não conhece por trás do lutador. Gostei muito do ritmo dinâmico.
A Cadeira (1ª Temporada)
3.4 21 Assista AgoraA série até começa bem, intrigante e irônica, mas depois literalmente não sabe pra onde ir. E aí não é nem questão de ser uma "viagem louca", é que a proposta realmente não funcionou ou é apenas uma série pretensiosa que deu errado. Você chega no final e se pergunta que p*rr@ eu acabei de ver? Mas é no sentido de perda de tempo mesmo.
Emergência Radioativa
3.9 188 Assista AgoraTava com muita expectativa com essa minissérie, principalmente por ter direção do Fernando Coimbra. Mas é um projeto sem personalidade, arrastado e extremamente didático. No primeiro episódio, eles precisam literalmente DESENHAR o que tá acontecendo, mais de uma vez. O roteiro é muito pobre. Não tinha história pra sustentar cinco episódios e com certeza teria funcionado melhor como filme. Muita gente pode ter gostado pelo impacto da história real em si, mas como série, podia ter sido muito melhor. Falar que é do mesmo nível de Chernobyl, da HBO, chega a ser um insulto.
Task: Unidade Especial (1ª Temporada)
4.0 76 Assista AgoraOu eu tô sendo muito chato ou tem algumas séries nos últimos anos que o pessoal, pela carência, tá superestimando demais. Task é uma delas. A série é ruim? Não. Mas falar que é uma obra-prima e chegar a comparar com a 1ª temporada de True Detective é demais... O início é lento demais, algumas subtramas são chatas e previsíveis, e o plot principal é basicamente um grupo de policiais bunda moles perseguindo uma dupla de bandidos que não botam medo em ninguém. Então além de não ter uma trama e personagens marcantes, que se impõem, a série não tem nenhum atributo marcante, como o próprio True Detective, que tinha a estética, a filosofia profunda, personagens emblemáticos... É ok, mas nada que justifique esse hype.
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 335 Assista AgoraFinalmente vi Pluribus depois de tanto hype e... a série não é ruim, mas não me pegou. Talvez seja a proposta conceitual demais. Não consegui ver muito da marca do Vince Gilligan, talvez por ser um scifi. Também não sou um grande fã desse jeitão arredio da Rhea Seehorn, por mais que muita gente ame ela. Tenho dúvidas também se essa premissa vai conseguir sustentar uma série com vários episódios. Vamos aguardar os próximos, mas esse começo não me empolgou.
A Mulher da Casa Abandonada
3.5 81 Assista AgoraO único diferencial do documentário foi trazer o depoimento da vítima, mas mesmo assim, se apoia muito nisso e serve como uma espécie de continuação do podcast. Esperava mais desdobramentos e aprofundamento. Achei fraco.
Chespirito: Sem Querer Querendo
3.5 109 Assista AgoraEntregou o que já era esperado: uma trama rasa, clichê e cheia de conivências. É claro que a série é sobre o Chespirito, e até me surpreendeu terem tratado abertamente da traição dele e da relação conturbada com a esposa, mas explorou DEMAIS esse drama, como se os filhos quisesse fazer justiça pela mãe, e esqueceram daquilo que o público REALMENTE QUERIA VER: mais dos bastidores de Chaves e Chapolin e da relação do Chespirito com o grupo, tanto que os poucos momentos que realmente emocionaram foram os que tinham relação com o Chaves.
Muitos personagens queridos ficaram praticamente de figuração na série, enquanto que outros foram extremamente rasos, como o Carlos Villagrán (Quico), que foi retratado somente como um babaca na série. O próprio Edgar Vivar (Seu Barriga), que na vida real era um dos maiores amigos do Chespiristo, quase não apareceu e nem teve desenvolvimento.
Desperdiçaram um grande potencial, tanto que a série teve uma repercussão bem abaixo do esperado. Pro público médio, que não é tão exigente, pode até funcionar, mas é aquela história, produção biográfica, feita com a participação da família, raramente funciona.
Round 6 (3ª Temporada)
3.2 316 Assista AgoraRound 6 fez sucesso por causa da premissa e a tensão dos jogos. O resto é bobagem ou não faz sentido.
O Eternauta (1ª Temporada)
3.7 165 Assista AgoraO Eternauta era a série que eu mais aguardava esse ano, por ser uma produção argentina, que quase sempre é garantia de qualidade, e estrelada pelo Ricardo Darín, um dos melhores atores que eu já vi. A série me surpreendeu por ser visualmente muito bem produzida, é o maior destaque.
Só me incomodou mesmo a falta de ritmo, e pelo que eu vi, também é um incômodo de muita gente. São só seis episódios, mas a trama, por mais que seja intrigante, só começa a engrenar e ficar empolgante mesmo a partir do 4° episódio. Poderia ter sido mais dosada. E pelo que eu vi, essa decisão foi puramente da série, já que a HQ tem muito mais ação. Apesar disso, fiquei curioso pra ver uma segunda temporada.
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 346 Assista AgoraRuptura tem coisas bem interessantes, é complexa, instigante em alguns momentos e pode ser colocada como a melhor série da atualidade. Mas o ritmo da temporada foi bem irregular. Concordo também com algumas críticas de que a série parece lançar muitos "mistérios vazios" só pra tentar pagar de cool pra um público órfão de produções do tipo.
Adolescência
4.0 611 Assista AgoraTecnicamente, eu nunca vi nada parecido com os planos sequências dessa série. Não entendo as pessoas que estão criticando isso, falando que "precisa ter um motivo pra utilizá-lo", e na verdade não, é apenas uma técnica de filmagem, e que foi muito bem executada. Eu entendo apenas que o estilo de narrativa da série pode não agradar todo mundo, já que é bem "seco" e pragmático, mas isso contribui muito pra série ser crua, imersiva e prender você o tempo inteiro.
E pra quem fala que a série deveria ter mostrado um julgamento ou se aprofundado mais nisso, o crime é esclarecido desde o primeiro episódio, então não é uma série investigativa ou policial, é uma série sobre as consequências de um crime e sobre as atitudes do próprio protagonista, o título já entrega isso.
A cena final do pai é devastadora. Grande produção!
Sintonia (5ª Temporada)
3.4 23Discordo quem acha que Sintonia terminou mal. Pra mim, a série acabou da mesma forma que começou, com os mesmo problemas e as mesmas qualidades. Os problemas ainda são a atuação canastrona do Jottapê e algumas tramas desinteressantes e sem criatividade. De ponto positivo, dá pra falar da ótima atuação do Christian Malheiros, e de como essa série consegue ser realista e popular como poucas produções brasileiras que abordam a preferiria. Os diálogos, os atores e os personagens são muitos reais, retratam muito bem esse realidade. Inclusive, eu acho que por isso Sintonia deveria ter recebido muito mais reconhecimento e repercussão do que teve.
The Creep Tapes
2.8 11 Assista AgoraÉ claro que a série é muito repetitiva, mas principalmente pra quem é fã de terror e produções mais independentes, vale a pena só pelo personagem e a atuação do Mark Duplass. Eu falo isso desde o primeiro Creep, é um cara que merece ganhar um papel grande no cinema. Era o ator perfeito pro Coringa.
Round 6 (2ª Temporada)
3.5 417 Assista AgoraDecepcionou muito essa segunda temporada. A criatividade dos jogos caiu demais. Tá certo que antes eram bem simples também, mas pelo menos gerava tensão. Agora jogar peão e derrubar uma pedra, é o auge da preguiça...
A motivação de alguns personagens também não faz sentido, isso sem falar que a temporada tem só sete episódios e mesmo assim se arrasta em alguns momentos. Aquela trama do policial no barco procurando o Gi Hun fica dando voltas e não vai a lugar nenhum. Isso sem falar nesse final com um gancho pra ficar esperando mais dois ou três anos pra lançar a próxima temporada.
Pelo visto, é mais uma série que pegou a maldição da Netflix de fazer sucesso e ter que inventar alguma coisa de qualquer jeito pra ter novas temporadas...
Difamação
4.0 128 Assista AgoraA série prende, mas esse "plot twist" no final, tenho dúvidas se é realmente bom ou se foi bem executado. Apesar da proposta da série de fazer uma crítica explícita, talvez funcionasse melhor se tivesse um final aberto, tipo o de The Leftovers.
Senna
4.0 239A série é boa, mas acho que se sustenta mais pela nostalgia e por ser uma série sobre o Senna do que por ser um drama acima da média. A produção é competente, principalmente nas cenas de corrida e reconstituição histórica, e o Gabriel Leone também faz um ótimo trabalho, mas faltou algo a mais. Faltou um roteiro mais inteligente, que se aprofundasse mais na pessoa que foi o Senna. E provavelmente isso não aconteceu por causa da participação da família na produção.
Eu, sinceramente, não lembro de já ter visto algum filme ou série biográfica realmente boa que foi feita com a participação da família. Porque sempre fica limitada a querer mostrar só o lado bom, o lado herói, e não se aprofundar em outras coisas pra criar um drama realmente bom. É claro que o Senna é praticamente uma unanimidade, mas com certeza teria muito mais a mostrar do que o que foi abordado na série.
Aqui Quem Fala é o Zodíaco
3.8 42 Assista AgoraFinalmente um documentário true crime da Netflix que não fica enrolando e dando voltas pra no final não dar nenhuma resposta ao público. Mesmo tendo só três episódios, essa minissérie é direta e não tem medo de apontar o dedo diante de todas as evidências que ela levanta. E outro diferencial, é que além de contarem e documentar toda a história, eles conseguiram levantar evidências inéditas, um trabalho jornalístico que poucos documentários fazem. Grande trabalho!
Cidade De Deus: A Luta Não Para (1ª Temporada)
3.6 81 Assista AgoraNão tem a mesma pegada frenética do filme, e tirando a politização chata (que já era esperado), é uma série bem feita, mas nada além disso ou que faça jus a qualidade do filme, o que também seria bem difícil de acontecer. Faltou mais ritmo e um vilão a altura do Zé Pequeno.
Mr. McMahon
4.0 18 Assista AgoraÉ um documentário essencial, não só pra quem é fã de pro-wrestling, mas também pra quem gosta do entretenimento americano. Muitas histórias, pra quem acompanha a WWE há muito tempo, já conhecia, mas o doc dá uma perspectiva bem diferente do Vince, contando a história dele que nem todo mundo sabia, e é muito interessante você vê esses caras falando e dando depoimentos como eles realmente são, sem estarem interpretando seus personagens.
Os Outros (2ª Temporada)
2.6 98 Assista AgoraA impressão é que Os Outros pegou a síndrome das séries brasileiras que fazem sucesso inesperado: é renovada pra segunda temporada e os roteiristas simplesmente não sabem o que fazer e tem que tirar uma história do além pra dar continuidade, porque é raro no Brasil uma série passar da primeira temporada. É a única explicação pra queda e a mudança absurda da primeira temporada pra essa segunda. Encheção de linguiça, coisas sem sentido, a trama parece que não sabe pra onde vai, isso sem falar em umas atuações sofríveis e caricatas. Uma das poucas coisas que continuaram positivas é a fotografia.
Acapulco (1ª Temporada)
4.1 12Fazia tempo que eu não me encantava por uma série como Acapulco. Elenco carismático e episódios curtinhos, com uma trama simples, leve e gostosa de assistir.
Magnatas do Crime (1ª Temporada)
3.8 65 Assista AgoraA série é inventiva, começa bem com uma proposta de humor negro que eu curto bastante. Mas depois fica repetitiva e pouca objetiva e não conseguiu me prender tanto.
Na Mira do Júri (1ª Temporada)
4.2 129 Assista AgoraAssim como grande parte do sucesso de The Office se deve ao Steve Carell, que nasceu pra fazer o Michael Scott, Jury Duty funciona muito por causa do Ronald Gladden, que nem parece estar atuando, e tem um carisma que é raro. Sobre a série em si, o estilo estranha um pouco. Pra mim não é uma série pra rir, é uma série pra se divertir.
O Urso (2ª Temporada)
4.5 298Seria essa a melhor série da atualidade?