Triple H deu a melhor declaração sobre Hulk Hogan, reconhecendo que ninguém é perfeito, mas que não dá pra simplesmente apagar e ignorar tudo o que ele já fez, principalmente a sua contribuição grandiosa para o wrestling.
No mais, ótimo documentário, como tem que ser, sem ser chapa branca, mostrando tanto os defeitos e as qualidades, as polêmicas e controvérsias, mas também o que muita gente não conhece por trás do lutador. Gostei muito do ritmo dinâmico.
Eu gosto como o filme tem uma narrativa inventiva, e o Bruno Bini é muito bom nisso, já tinha feito em Loop, que é um ótimo filme. Ele parece ter a veia pra fazer filmes com valor de produção que nem parecem nacionais. Aqui, acho que muita coisa funciona porque quase tudo é bem amarrado, e só peca em poucas coisas que soam exageradas envolvendo o crime. Mas no geral, é um bom filme.
A série até começa bem, intrigante e irônica, mas depois literalmente não sabe pra onde ir. E aí não é nem questão de ser uma "viagem louca", é que a proposta realmente não funcionou ou é apenas uma série pretensiosa que deu errado. Você chega no final e se pergunta que p*rr@ eu acabei de ver? Mas é no sentido de perda de tempo mesmo.
Tava com muita expectativa com essa minissérie, principalmente por ter direção do Fernando Coimbra. Mas é um projeto sem personalidade, arrastado e extremamente didático. No primeiro episódio, eles precisam literalmente DESENHAR o que tá acontecendo, mais de uma vez. O roteiro é muito pobre. Não tinha história pra sustentar cinco episódios e com certeza teria funcionado melhor como filme. Muita gente pode ter gostado pelo impacto da história real em si, mas como série, podia ter sido muito melhor. Falar que é do mesmo nível de Chernobyl, da HBO, chega a ser um insulto.
Revi ontem depois de anos e acho que virou meu filme guilty pleasure favorito. Apesar da narrativa clichezaça, claramente baseada em Rocky, é incrível como ele consegue ser realista na ambientação do universo do futebol. Foi um filme que marcou a infância de muita gente, mas pouca gente lembra dele.
Gosto muito dos filmes do Josh Safdie justamente por esse ritmo frenético que ele impõe, apesar de aqui, dar a impressão de que o filme não sabe pra onde ir e é um amontoado de situações caóticas e aleatórias, embora sejam divertidas. Sobre a atuação do Timothee, sinceramente não vi nada que salte aos olhos, apesar de gostar dele também, mas já fez trabalhos bem melhores.
O filme é corajoso de peitar a militância nos tempos de hoje abordando o outro lado da cultura do cancelamento e de acusações de assédio. Mas infelizmente, é mal executado. A narrativa é chata e confusa, e essa duração é injustificável. Senti até um tom meio pretensioso do diretor em alguns momentos. Uma pena, porque filmes assim são importantes pra expandir o debate sobre alguns temas, mas precisam de uma execução exemplar, como foi feito em A Caça.
É mais um filme que pra mim não justifica o hype. A proposta é mais do mesmo, e diria até pretensiosa e panfletária. Os dois primeiros terços são muito enrolados nas indecisões dos personagens. Não chega a ser de todo ruim, no terço final tem cenas bem dirigidas. Mas em questão de qualidade e IDENTIDADE, é mais um que fica abaixo de O Agente Secreto este ano.
Valor Sentimental usa o cinema como metáfora pra falar sobre arrependimento e uma relação conturbada entre pai e filha. É um filme sensível, bem lento em alguns momentos, como já era esperado... mas sinceramente? Apenas um bom filme. Nada de muito inovador e que justifique varrer as principais premiações. Pro Oscar de Filme Internacional, prefiro O Agente Secreto, que tem muito mais IDENTIDADE.
É um terror bem produzido, ainda mais sendo o primeiro longa do Chris Stuckmann. É criativo até certo ponto, mas depois cai nos mesmos clichês de sempre.
Pelo hype, eu esperava muito mais desse filme. Mas é só um bom filme padrão. Tem boas cenas de ação, um bom personagem do Sean Peen, uma atuação ok do DiCaprio, e basicamente é isso. Não é um filme marcante, como outros do Paul Thomas Anderson, que você vai levar pra vida.
Ou eu tô sendo muito chato ou tem algumas séries nos últimos anos que o pessoal, pela carência, tá superestimando demais. Task é uma delas. A série é ruim? Não. Mas falar que é uma obra-prima e chegar a comparar com a 1ª temporada de True Detective é demais... O início é lento demais, algumas subtramas são chatas e previsíveis, e o plot principal é basicamente um grupo de policiais bunda moles perseguindo uma dupla de bandidos que não botam medo em ninguém. Então além de não ter uma trama e personagens marcantes, que se impõem, a série não tem nenhum atributo marcante, como o próprio True Detective, que tinha a estética, a filosofia profunda, personagens emblemáticos... É ok, mas nada que justifique esse hype.
Finalmente vi Pluribus depois de tanto hype e... a série não é ruim, mas não me pegou. Talvez seja a proposta conceitual demais. Não consegui ver muito da marca do Vince Gilligan, talvez por ser um scifi. Também não sou um grande fã desse jeitão arredio da Rhea Seehorn, por mais que muita gente ame ela. Tenho dúvidas também se essa premissa vai conseguir sustentar uma série com vários episódios. Vamos aguardar os próximos, mas esse começo não me empolgou.
Depois de ver tanta gente falando que O Agente Secreto era "arrastado" e o final "ruim", finalmente assisti, e gostei muito. Óbvio que não é um filme pra todo mundo. Quem não está acostumado com o estilo do diretor e vai assistir achando que é um filme convencional e que vai ter respostas pra tudo, vai estranhar e se decepcionar. O filme é lento, muitas coisas são colocadas só pra criar um clima estranho. E o final é pra fazer refletir, não pra explicar.
O Agente Secreto segue bem o padrão do Kleber Mendonça, de personagens carismáticos e o suspense que fica o tempo inteiro no ar. Segundo melhor filme do diretor, só atrás de Bacurau.
Eu entendo as pessoas que acharam o filme "chato" por ser muito linear, mas pela proposta, não tinha tanto espaço pra reviravoltas e coisas mirabolantes, tanto que foi um projeto que rodou por anos em Hollywood até alguém decidir realmente produzir. Mas acho que naquilo que se propõe, é um filme honesto e consciente, apesar de se perder um pouco no desfecho.
O documentário já entrega um pouco quem é logo no começo, quando fala que a pessoa responsável é quem menos podiam imaginar. Mas é uma boa produção, um caso bem detalhado (diferente de outro documentário da mesma diretora, A Garota da Foto, que deixa várias pontas soltas). E tem aquilo que todo bom documentário tem: uma história tão absurda que parece até ficção, mas é real.
Só acho engraçado as pessoas aqui dando nota baixa pro DOCUMENTÁRIO, só porque não concordaram com algo da HISTÓRIA REAL. É mais justo dar nota pra produção e pra como a história foi contada, e não por algo que você concorda ou discorda da história.
Esse é o clássico "filme que não é pra todo mundo". É um filme existencialista, que tem problemas de estrutura e de ritmo. O início é um pouco arrastado e desconexo com o restante do filme, por mais que haja uma "explicação" no decorrer da trama. Mas eu gosto muito do estilo do Mike Flanagan. É um diretor que cria uma atmosfera mística e contemplativa muito interessante, que te faz ficar pensando por um bom tempo.
É exagero falar que A Hora do Mal é o "terror do ano". É um filme que até foge do padrão, e isso é positivo, mas pra mim, o melhor filme do gênero até agora em 2025 é Faça Ela Voltar, que inclusive tem uma temática parecida, mas que realmente é um filme de terror e pra quem procura terror. A Hora do Mal até começa bem, investindo no suspense, mas sofre do problema que a maioria dos filmes de terror têm, que é começar a se perder da metade pro final. No desfecho, o filme vira quase um trash/comédia. Vai de cada gosto, mas isso me tirou um pouco da história. É um bom filme, mas não achei pra tanto.
O único diferencial do documentário foi trazer o depoimento da vítima, mas mesmo assim, se apoia muito nisso e serve como uma espécie de continuação do podcast. Esperava mais desdobramentos e aprofundamento. Achei fraco.
Entregou o que já era esperado: uma trama rasa, clichê e cheia de conivências. É claro que a série é sobre o Chespirito, e até me surpreendeu terem tratado abertamente da traição dele e da relação conturbada com a esposa, mas explorou DEMAIS esse drama, como se os filhos quisesse fazer justiça pela mãe, e esqueceram daquilo que o público REALMENTE QUERIA VER: mais dos bastidores de Chaves e Chapolin e da relação do Chespirito com o grupo, tanto que os poucos momentos que realmente emocionaram foram os que tinham relação com o Chaves.
Muitos personagens queridos ficaram praticamente de figuração na série, enquanto que outros foram extremamente rasos, como o Carlos Villagrán (Quico), que foi retratado somente como um babaca na série. O próprio Edgar Vivar (Seu Barriga), que na vida real era um dos maiores amigos do Chespiristo, quase não apareceu e nem teve desenvolvimento.
Desperdiçaram um grande potencial, tanto que a série teve uma repercussão bem abaixo do esperado. Pro público médio, que não é tão exigente, pode até funcionar, mas é aquela história, produção biográfica, feita com a participação da família, raramente funciona.
É uma mistura de tons e de gêneros que fica um pouco estranha. Um drama de época, que do nada vira um filme de ação, com terror e fantasia, e vice-versa. O ritmo também pega um pouco. São duas horas de filme, que só fica interessante pra valer a partir da segunda metade. É um bom filme, mas acho que estão supervalorizado um pouco.
Hulk Hogan: O Lutador
4.5 1Triple H deu a melhor declaração sobre Hulk Hogan, reconhecendo que ninguém é perfeito, mas que não dá pra simplesmente apagar e ignorar tudo o que ele já fez, principalmente a sua contribuição grandiosa para o wrestling.
No mais, ótimo documentário, como tem que ser, sem ser chapa branca, mostrando tanto os defeitos e as qualidades, as polêmicas e controvérsias, mas também o que muita gente não conhece por trás do lutador. Gostei muito do ritmo dinâmico.
Cinco Tipos de Medo
3.8 12Eu gosto como o filme tem uma narrativa inventiva, e o Bruno Bini é muito bom nisso, já tinha feito em Loop, que é um ótimo filme. Ele parece ter a veia pra fazer filmes com valor de produção que nem parecem nacionais. Aqui, acho que muita coisa funciona porque quase tudo é bem amarrado, e só peca em poucas coisas que soam exageradas envolvendo o crime. Mas no geral, é um bom filme.
A Cadeira (1ª Temporada)
3.4 21 Assista AgoraA série até começa bem, intrigante e irônica, mas depois literalmente não sabe pra onde ir. E aí não é nem questão de ser uma "viagem louca", é que a proposta realmente não funcionou ou é apenas uma série pretensiosa que deu errado. Você chega no final e se pergunta que p*rr@ eu acabei de ver? Mas é no sentido de perda de tempo mesmo.
Emergência Radioativa
3.9 188Tava com muita expectativa com essa minissérie, principalmente por ter direção do Fernando Coimbra. Mas é um projeto sem personalidade, arrastado e extremamente didático. No primeiro episódio, eles precisam literalmente DESENHAR o que tá acontecendo, mais de uma vez. O roteiro é muito pobre. Não tinha história pra sustentar cinco episódios e com certeza teria funcionado melhor como filme. Muita gente pode ter gostado pelo impacto da história real em si, mas como série, podia ter sido muito melhor. Falar que é do mesmo nível de Chernobyl, da HBO, chega a ser um insulto.
Gol! – O Sonho Impossível
3.5 163Revi ontem depois de anos e acho que virou meu filme guilty pleasure favorito. Apesar da narrativa clichezaça, claramente baseada em Rocky, é incrível como ele consegue ser realista na ambientação do universo do futebol. Foi um filme que marcou a infância de muita gente, mas pouca gente lembra dele.
Homo Argentum
3.6 8 Assista AgoraAinda não descobri UM filme argentino realmente ruim, impressionante. Guillermo Francella é ótimo, já virei fã.
Marty Supreme
3.7 325 Assista AgoraGosto muito dos filmes do Josh Safdie justamente por esse ritmo frenético que ele impõe, apesar de aqui, dar a impressão de que o filme não sabe pra onde ir e é um amontoado de situações caóticas e aleatórias, embora sejam divertidas. Sobre a atuação do Timothee, sinceramente não vi nada que salte aos olhos, apesar de gostar dele também, mas já fez trabalhos bem melhores.
Depois da Caçada
2.9 116 Assista AgoraO filme é corajoso de peitar a militância nos tempos de hoje abordando o outro lado da cultura do cancelamento e de acusações de assédio. Mas infelizmente, é mal executado. A narrativa é chata e confusa, e essa duração é injustificável. Senti até um tom meio pretensioso do diretor em alguns momentos. Uma pena, porque filmes assim são importantes pra expandir o debate sobre alguns temas, mas precisam de uma execução exemplar, como foi feito em A Caça.
Foi Apenas um Acidente
3.8 193É mais um filme que pra mim não justifica o hype. A proposta é mais do mesmo, e diria até pretensiosa e panfletária. Os dois primeiros terços são muito enrolados nas indecisões dos personagens. Não chega a ser de todo ruim, no terço final tem cenas bem dirigidas. Mas em questão de qualidade e IDENTIDADE, é mais um que fica abaixo de O Agente Secreto este ano.
Valor Sentimental
3.9 373Valor Sentimental usa o cinema como metáfora pra falar sobre arrependimento e uma relação conturbada entre pai e filha. É um filme sensível, bem lento em alguns momentos, como já era esperado... mas sinceramente? Apenas um bom filme. Nada de muito inovador e que justifique varrer as principais premiações. Pro Oscar de Filme Internacional, prefiro O Agente Secreto, que tem muito mais IDENTIDADE.
Terror em Shelby Oaks
2.4 79 Assista AgoraÉ um terror bem produzido, ainda mais sendo o primeiro longa do Chris Stuckmann. É criativo até certo ponto, mas depois cai nos mesmos clichês de sempre.
Uma Batalha Após a Outra
3.7 658 Assista AgoraPelo hype, eu esperava muito mais desse filme. Mas é só um bom filme padrão. Tem boas cenas de ação, um bom personagem do Sean Peen, uma atuação ok do DiCaprio, e basicamente é isso. Não é um filme marcante, como outros do Paul Thomas Anderson, que você vai levar pra vida.
Task: Unidade Especial (1ª Temporada)
4.0 76Ou eu tô sendo muito chato ou tem algumas séries nos últimos anos que o pessoal, pela carência, tá superestimando demais. Task é uma delas. A série é ruim? Não. Mas falar que é uma obra-prima e chegar a comparar com a 1ª temporada de True Detective é demais... O início é lento demais, algumas subtramas são chatas e previsíveis, e o plot principal é basicamente um grupo de policiais bunda moles perseguindo uma dupla de bandidos que não botam medo em ninguém. Então além de não ter uma trama e personagens marcantes, que se impõem, a série não tem nenhum atributo marcante, como o próprio True Detective, que tinha a estética, a filosofia profunda, personagens emblemáticos... É ok, mas nada que justifique esse hype.
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 335Finalmente vi Pluribus depois de tanto hype e... a série não é ruim, mas não me pegou. Talvez seja a proposta conceitual demais. Não consegui ver muito da marca do Vince Gilligan, talvez por ser um scifi. Também não sou um grande fã desse jeitão arredio da Rhea Seehorn, por mais que muita gente ame ela. Tenho dúvidas também se essa premissa vai conseguir sustentar uma série com vários episódios. Vamos aguardar os próximos, mas esse começo não me empolgou.
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraDepois de ver tanta gente falando que O Agente Secreto era "arrastado" e o final "ruim", finalmente assisti, e gostei muito. Óbvio que não é um filme pra todo mundo. Quem não está acostumado com o estilo do diretor e vai assistir achando que é um filme convencional e que vai ter respostas pra tudo, vai estranhar e se decepcionar. O filme é lento, muitas coisas são colocadas só pra criar um clima estranho. E o final é pra fazer refletir, não pra explicar.
O Agente Secreto segue bem o padrão do Kleber Mendonça, de personagens carismáticos e o suspense que fica o tempo inteiro no ar. Segundo melhor filme do diretor, só atrás de Bacurau.
A Longa Marcha: Caminhe ou Morra
3.3 345 Assista AgoraEu entendo as pessoas que acharam o filme "chato" por ser muito linear, mas pela proposta, não tinha tanto espaço pra reviravoltas e coisas mirabolantes, tanto que foi um projeto que rodou por anos em Hollywood até alguém decidir realmente produzir. Mas acho que naquilo que se propõe, é um filme honesto e consciente, apesar de se perder um pouco no desfecho.
Número Desconhecido: Catfishing na Escola
3.4 140 Assista AgoraO documentário já entrega um pouco quem é logo no começo, quando fala que a pessoa responsável é quem menos podiam imaginar. Mas é uma boa produção, um caso bem detalhado (diferente de outro documentário da mesma diretora, A Garota da Foto, que deixa várias pontas soltas). E tem aquilo que todo bom documentário tem: uma história tão absurda que parece até ficção, mas é real.
Só acho engraçado as pessoas aqui dando nota baixa pro DOCUMENTÁRIO, só porque não concordaram com algo da HISTÓRIA REAL. É mais justo dar nota pra produção e pra como a história foi contada, e não por algo que você concorda ou discorda da história.
A Vida de Chuck
3.7 110 Assista AgoraEsse é o clássico "filme que não é pra todo mundo". É um filme existencialista, que tem problemas de estrutura e de ritmo. O início é um pouco arrastado e desconexo com o restante do filme, por mais que haja uma "explicação" no decorrer da trama. Mas eu gosto muito do estilo do Mike Flanagan. É um diretor que cria uma atmosfera mística e contemplativa muito interessante, que te faz ficar pensando por um bom tempo.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista AgoraÉ exagero falar que A Hora do Mal é o "terror do ano". É um filme que até foge do padrão, e isso é positivo, mas pra mim, o melhor filme do gênero até agora em 2025 é Faça Ela Voltar, que inclusive tem uma temática parecida, mas que realmente é um filme de terror e pra quem procura terror. A Hora do Mal até começa bem, investindo no suspense, mas sofre do problema que a maioria dos filmes de terror têm, que é começar a se perder da metade pro final. No desfecho, o filme vira quase um trash/comédia. Vai de cada gosto, mas isso me tirou um pouco da história. É um bom filme, mas não achei pra tanto.
A Mulher da Casa Abandonada
3.5 81 Assista AgoraO único diferencial do documentário foi trazer o depoimento da vítima, mas mesmo assim, se apoia muito nisso e serve como uma espécie de continuação do podcast. Esperava mais desdobramentos e aprofundamento. Achei fraco.
Chespirito: Sem Querer Querendo
3.5 109 Assista AgoraEntregou o que já era esperado: uma trama rasa, clichê e cheia de conivências. É claro que a série é sobre o Chespirito, e até me surpreendeu terem tratado abertamente da traição dele e da relação conturbada com a esposa, mas explorou DEMAIS esse drama, como se os filhos quisesse fazer justiça pela mãe, e esqueceram daquilo que o público REALMENTE QUERIA VER: mais dos bastidores de Chaves e Chapolin e da relação do Chespirito com o grupo, tanto que os poucos momentos que realmente emocionaram foram os que tinham relação com o Chaves.
Muitos personagens queridos ficaram praticamente de figuração na série, enquanto que outros foram extremamente rasos, como o Carlos Villagrán (Quico), que foi retratado somente como um babaca na série. O próprio Edgar Vivar (Seu Barriga), que na vida real era um dos maiores amigos do Chespiristo, quase não apareceu e nem teve desenvolvimento.
Desperdiçaram um grande potencial, tanto que a série teve uma repercussão bem abaixo do esperado. Pro público médio, que não é tão exigente, pode até funcionar, mas é aquela história, produção biográfica, feita com a participação da família, raramente funciona.
Round 6 (3ª Temporada)
3.2 316Round 6 fez sucesso por causa da premissa e a tensão dos jogos. O resto é bobagem ou não faz sentido.
A Odisseia dos Tontos
3.8 173 Assista AgoraO cinema argentino nunca decepciona, impressionante.
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraÉ uma mistura de tons e de gêneros que fica um pouco estranha. Um drama de época, que do nada vira um filme de ação, com terror e fantasia, e vice-versa. O ritmo também pega um pouco. São duas horas de filme, que só fica interessante pra valer a partir da segunda metade. É um bom filme, mas acho que estão supervalorizado um pouco.