Gostaria de compartilhar com os colegas do site o sentimento de euforia pós-filme pois eu, que há muito vivia em estado de letargia, recebi uma dose de êxtase ao film dessa belíssima e mindfuck película.
Quão merdas nós somos? Tentando mascarar nossa realidade achando que podemos enganar alguém. Escondendo ferozmente nossas inseguranças, mas amamos ver a do nosso vizinho e sempre que necessário apontá-la afinal, por que não?
O ser comum é assustador, mas deixe-me contar um segredo: todos nós somos e essa é uma verdade incontestável. No fim do dia, depois do trabalho ou escola, quando você deita para dormir, você é o mais comum dos seres humanos, mas há beleza nisso e foi essa beleza que o filme quis passar.
Ao mostrar personagens comuns e fazer com que o telespectador incorpore o que está sendo visualizado e gerar o sentimento de euforia ao qual eu mencionei no início do texto.
O problema está justamente em quando percebemos que o ser comum nos torna ÓTIMOS, como o Lester diz em uma das cenas finais. Quando percebemos que tal condição nos torna ótimos, começamos a virar ameaças e é aí que eu, você, todos nós queremos chegar, não é mesmo?
São tantas reflexões que, mesmo tendo começado a segunda temporada, eu ainda estou digerindo a primeira. Um série bastante necessária e intrigante, explorando temas complexos que te deixam refletindo por dias - pelo menos no meu caso. Se eu já vivia em um estado constante de crises existenciais, depois dessa série, então, nem se fala...
Preciso conhecer mais sobre este movimento sócio-cultural tão controverso, o Movimento Beat. Daniel e Dane estavam maravilhosos e uma pena que aquela cena de sexo não tenha sido entre os dois.
Foi uma surpresa conhecer o trabalho do Tom Ford como diretor, e convenhamos, foi belíssimo os recursos utilizados para dar um toque deveras sombrio e alegre ao enredo. Uma ótima película com um desfecho irônico, poético e uma trilha sonora magnífica.
A saudade pode ser tão destrutiva como qualquer droga: te deixa em um estado de euforia, para em seguida vir o massacre emocional. Que bela descoberta!
Depois de anos na geladeira, resolvi assistir Little Miss Sunshine e o resultado foi além do que eu esperava. Acompanhar uma família, em busca de auto conhecimento e na tentativa de realizar o sonho de uma garotinha, a ser coroada como a pequena Miss Sunshine, tudo isso é de tirar o fôlego. Em uma sociedade onde crianças hiper sexualizadas são vistas com bons olhos, enquanto uma criança que age como qualquer outra, conseguiu choca o juri do concurso, pela coreografia usada, mesmo que em um tom cômico. Parafraseando o Dwayne, "A vida não passa de um concurso de beleza depois do outro. A escola, depois faculdade, depois trabalho, que se dane."
Little Miss Sunshine é um filme para ser visto em família, pois gera reflexões onde todos precisam participar.
Acredito que o documentário deveria ser melhor explorado em alguns pontos, como por exemplo a vinda dela ao Brasil, a morte, os relacionamentos, mas no geral a proposta foi ótima ao colocar Janis como o simbolo da contracultura que ela foi e me deixou ainda mais admirado por sua arte singular.
Isso fica bastante evidente na cena em que o Ennis está na cozinha com a Alma e ela acaba falando que viu ele e o Jack se beijando, fazendo com que o Ennis se altere e quase bata nela
Outra cena que me chamou bastante atenção - a qual eu não tinha prestado muita atenção na primeira vez que eu assisti - foi a do
homem que teve o pênis decepado pelo pai do Ennis por ser supostamente gay, até porque segundo o Ennis, ninguém sabia de nada, só desconfiavam dele porque morava com outro cara.
. Esse é outro fator que contribuiu pra gerar toda essa negação em volta do que ele sentia pelo Jack.
Achei um romance bem desenvolvido. Ledge e Gyllenhaal foram incríveis nos seus papéis, mas acho que deveriam ter explorado mais os papéis femininos. Fiquei com um dó imenso da Alma por ter sido escanteada. Isso me faz refletir muito sobre o papel da mulher na sociedade.
ela pede pra ele se prevenir - em relação ao sexo porque ela não quer mais ter filhos - e ele fala que caso ela não queira mais filhos dele ele a deixará.
Uma das últimas cenas em que a Lureen está conversando com o Ennis no telefone, eu não entendi muito bem. Ela sabia deles? Aquela história da morte do Jack, foi ela que inventou ou o quê? Pra mim ficou claro que ele foi assassinado, mas e pra ela? E os pais do Jack? Eles sabiam que ele era gay? Foi o que deu a entender naquele cena final.
Enfim, terei que assistir mais uma vez, mas desde já mostrando minha satisfação com o filme. Levarei comigo para o vale dos homossexuais, pois esse é obrigatório pra toda bicha assistir.
Uma série consistente, com atores muito bem empenhados em seus papéis e uma produção focada em criar uma grande obra de arte. Hannibal foi uma das melhores coisas que a TV norte americana produziu em anos. Uma pena a série não ter caído no gosto das massas, pois ainda poderíamos extrair daqui muitas histórias fascinantes. A primeira temporada cumpriu seu papel em prender o público em cada novo episódio lançado. Acompanhamos de perto o desfecho do Estripador de Chesapeake, Abigail Hobbs, Will Graham, Hannibal Lecter, Jack Crawford - os que mais se destacaram, na minha opinião. Vale salientar que a Dra. Alana Bloom e a psicóloga do Hannibal também tiveram bastante destaque nessa primeira temporada. Se formos analisar cada capítulo da série, não teríamos espaço suficiente para falar do quanto poderíamos extrair dos diálogos entre Hannibal e Will. Não poderia deixar de comentar sobre a grande batalha de titãs que foi a luta do Hannibal com o Tobias. Duas mentes insanas lutando pela supremacia - eu diria até que foi um dos pontos altos da primeira temporada. No mais, foi um prazer conhecer o método do Hannibal nessa primeira temporada e vamos ver se o método usado na segunda será tão bom quanto o anterior.
Tem alguns filmes que levam um tempo pra você absorver todo o conteúdo, e esse é um deles. Talvez eu assista novamente um dia pra tentar entender algumas coisas que ficaram na ar, não sei.
Me senti tão sozinho depois de assistir esse filme - mais especificamente a cena que fecha o filme - em uma noite fria de um domingo.
As histórias são recheadas de sentimento e seus personagens passaram isso tão bem. Me senti tão desconfortável com a cena dos meninos no quarto, acho que me fez lembrar coisas da infância que foram importantes para que eu me encontrasse.
A aula de sexo do Fito e do Leo foi uma das melhores cenas. A simplicidade e normalidade da cena me deixou boquiaberto. Bem melhor do que muitos filmes que americanizam e desumanizam* essa parte tão importante de uma relação.
*Desumanizam no sentido de deixar muito artificial, robótico.
Esse Mauricio vai longe. Menininho já metido nos questionamentos da vida. E o Andrés? Eu sou tão Andrés na vida, vocês não tem noção. Achei o gesto do Gilberto lindo para com o poeta, que eu não lembro o nome no momento. Eu realmente pensei que ele fosse um mau caráter.
Aqui vemos não apenas a figura popular conhecida como Nina Simone, mas também nos é mostrado as outras facetas de Eunice Waymon, que também era militante dos direitos civis, que foi vítima de abusos do seu próprio marido, ao qual amou intensamente - sendo esse um dos responsáveis por construir a figura icônica de Nina Simone, levando-a à uma exaustiva vida de estrela conhecida mundialmente.
Em meio a um contexto histórico conturbado, o documentário te coloca a par da situação dos negros nos estados unidos dos anos 60, fazendo com que Nina tome para si uma postura radical sobre sua luta/música que acaba por enfurecer seu público, deixando-a no escanteio por um bom tempo até que a mesma retome sua carreia do fundo do poço.
Ódio, amor, solidão, bipolaridade e depressão são sentimentos que rodearam a vida dessa artista tão genial dando à sua música uma melancolia e tom peculiar.
Aos que ainda não assistiram, por favor, não percam mais tempo!
Como eu não sou conhecedor desse universo dos quadrinhos e fui assistir o filme despretensiosamente, achei o resultado bom, porém com pontos que poderiam ter sido melhor abordado, até pra quem não faz parte desse universo se conectar e poder entender melhor.
Atuações fortes, efeitos e fotografia intensos, e tudo isso em 3D. Pra mim valeu o ingresso e com certeza quero ver a continuação.
Um documentário bom, mas que para ser maravilhoso deveria ter entrado em outras questões sobre a personalidade de Amy Winehouse. A visão que esse documentário tanta passar é de uma Amy frágil além do normal e que muitas vezes é tratada como uma criança. Cercada pelos familiares e amigos são poucos que realmente se emprenharam em conversar e fazê-la mudar de hábitos. Amy não é nenhuma criança, ela sabia exatamente os riscos que corria pelo consumo excessivo de drogas e álcool, mas é essa a visão que o documentário tenta passar - Uma Amy inocente e que não sabia o que estava fazendo. Contudo, é como a própria mãe dela fala no filme: "Você não pode querer forçar alguém a se tratar, a pessoa que tem que tomar essa iniciativa".
Conhecer a podridão da indústria musical através de Amy foi fascinante. A artista sequer teve a liberdade de escolher se queria ou não fazer shows, eles marcavam sem o consentimento dela, e ela não tinha como cancelar. Como resposta, a mesma se embriagava e dava ao público o pão que eles tanto queriam, pois o circo já estava armado.
Um dos momentos mais revoltantes é quando ela está bêbada no palco e alguém na plateia grita: Cante ou devolva meu dinheiro! É como se estivessem em um bordel e quisessem que a prostituta dançasse - para não dizer outras coisas.
Quando dizem que NÓS, como público, também contribuíamos para a morte de Amy, eles nunca estiveram tão certos.
Amy Winehouse como artista ainda não tinha visto o seu auge, apesar de todo o sucesso do Back to Black e todos os prêmios que ela ganhou, acho que esse super grupo que ela queria montar seria o Thriller de sua efêmera carreira.
Entretanto, eu ainda espero outros documentários e filmes sobre Amy, acho que essa visão de tudo poderia ter tido outros contornos, mas vale muito a pena assistir. Um documentário bem produzido, com entrevistas interessantes e que mesmo com as falhas, te mostram uma versão limitada de Amy Winehouse, até porque a versão completa nós nunca vamos conhecer.
Faz dois dias que eu assisti esse filme novamente e a dor é a mesma de quando eu assisti pela primeira vez no cinema em 2012. Essa é uma das provas de que o filme conseguiu atingir seu objetivo, levando o telespectador para a realidade da narrativa e o fazendo se imaginar naquela situação apresentada.
Amour é angustiante, silencioso e arrastado.
Eu NUNCA acompanhei créditos de um filme até o final como fiz com Amour.
Depois que o filme acaba você fica parado olhando os créditos subirem enquanto você se remói todo por dentro e começa a pensar sobe a sua vida.
Esse curta tem um valor sentimental muito grande pra mim. Minha avó é uma dessas Marias e é impossível assisti-lo sem associar à sua história. Precisamos desconstruir esse ciclo tão enraizado em nossa sociedade.
Amorteamo é uma grande reinvenção da Globo em anos de séries mais do mesmo. Essa história, junto com a fotografia - meio inspirada no Tim Burton - e toda a produção estão realmente em um nível muito bom.
Malvina - Vez e outra eu me pego pensando: será mesmo pra eu ter nascido? Gabriel - Teus olhos são tão bonito... Nem parece que conheceram tanto sofrimento. Malvina - E quem disse que o sofrimento não pode ser belo? Esse lugar é a prova de pode haver beleza em tudo... Até na morte.
Essa cena foi o ápice, estopim, ponto alto, apogeu, o momento mais FODA da série.
Nas sutilezas de um rabisco, viajamos por um mundo psicodélico de máquinas-bichos, onde o sentimento se transforma em música e um garotinho com saudades de seu pai vai descobrir que o mundo pode ser festa, mas também pode ser tristeza.
Em meio à críticas sociais vigentes, somos levados a refletir sobre nossas relações com o meio ambiente e principalmente a mecanização do trabalho.
Apesar de saber que Divertida Mente provavelmente levará o Oscar, o Menino e o Mundo é meu grande favorito. Um grande filme brasileiro .
Temporada de tirar o folego. São tantos capítulos maravilhosos que fica até impossível descrever. Mais uma vez gostaria de reiterar que a mitologia criada para essa série é coisa de outro mundo. Todos os animais fantásticos, a história dos avatares, o cenário e o desenrolar da narrativa te prende de um jeito que você só quer assistir mais e mais.
Quem não se comoveu com o capítulo 2x15 - Tales of Ba Sing Se? A história melancólica da dor do tio Iroh que perdeu seu filho no conflito para dominar a grande cidade de Ba Sing Se, foi lindo.
Até agora tanto o livro da água quanto o da terra foram maravilhosos e espero que o grande final seja o que essa série realmente merece, um desfecho grandioso.
13 Reasons Why (1ª Temporada)
3.8 1,5K Assista AgoraEu tô perturbado pra caralho, desde que finalizei essa série.
A Bela e a Fera
3.9 1,6K Assista AgoraTudo soa tão magnífico, até aparecer a fera.
Nota: 8,5.
Beleza Americana
4.1 3,0K Assista AgoraGostaria de compartilhar com os colegas do site o sentimento de euforia pós-filme pois eu, que há muito vivia em estado de letargia, recebi uma dose de êxtase ao film dessa belíssima e mindfuck película.
Quão merdas nós somos? Tentando mascarar nossa realidade achando que podemos enganar alguém. Escondendo ferozmente nossas inseguranças, mas amamos ver a do nosso vizinho e sempre que necessário apontá-la afinal, por que não?
O ser comum é assustador, mas deixe-me contar um segredo: todos nós somos e essa é uma verdade incontestável. No fim do dia, depois do trabalho ou escola, quando você deita para dormir, você é o mais comum dos seres humanos, mas há beleza nisso e foi essa beleza que o filme quis passar.
Ao mostrar personagens comuns e fazer com que o telespectador incorpore o que está sendo visualizado e gerar o sentimento de euforia ao qual eu mencionei no início do texto.
O problema está justamente em quando percebemos que o ser comum nos torna ÓTIMOS, como o Lester diz em uma das cenas finais. Quando percebemos que tal condição nos torna ótimos, começamos a virar ameaças e é aí que eu, você, todos nós queremos chegar, não é mesmo?
De Repente, Califórnia
4.0 826Despretensioso, não busca gerar grandes reflexões acerca do tema, serve mais como um entretenimento de fim e domingo.
Mr. Robot (1ª Temporada)
4.5 1,0KSão tantas reflexões que, mesmo tendo começado a segunda temporada, eu ainda estou digerindo a primeira. Um série bastante necessária e intrigante, explorando temas complexos que te deixam refletindo por dias - pelo menos no meu caso. Se eu já vivia em um estado constante de crises existenciais, depois dessa série, então, nem se fala...
Versos de um Crime
3.6 665 Assista AgoraPreciso conhecer mais sobre este movimento sócio-cultural tão controverso, o Movimento Beat. Daniel e Dane estavam maravilhosos e uma pena que aquela cena de sexo não tenha sido entre os dois.
Direito de Amar
4.0 1,1KFoi uma surpresa conhecer o trabalho do Tom Ford como diretor, e convenhamos, foi belíssimo os recursos utilizados para dar um toque deveras sombrio e alegre ao enredo. Uma ótima película com um desfecho irônico, poético e uma trilha sonora magnífica.
Dessa Vez, Sozinha
2.6 52A saudade pode ser tão destrutiva como qualquer droga: te deixa em um estado de euforia, para em seguida vir o massacre emocional. Que bela descoberta!
Pequena Miss Sunshine
4.1 2,8K Assista AgoraDepois de anos na geladeira, resolvi assistir Little Miss Sunshine e o resultado foi além do que eu esperava. Acompanhar uma família, em busca de auto conhecimento e na tentativa de realizar o sonho de uma garotinha, a ser coroada como a pequena Miss Sunshine, tudo isso é de tirar o fôlego.
Em uma sociedade onde crianças hiper sexualizadas são vistas com bons olhos, enquanto uma criança que age como qualquer outra, conseguiu choca o juri do concurso, pela coreografia usada, mesmo que em um tom cômico. Parafraseando o Dwayne, "A vida não passa de um concurso de beleza depois do outro. A escola, depois faculdade, depois trabalho, que se dane."
Little Miss Sunshine é um filme para ser visto em família, pois gera reflexões onde todos precisam participar.
Janis: Little Girl Blue
4.3 165Acredito que o documentário deveria ser melhor explorado em alguns pontos, como por exemplo a vinda dela ao Brasil, a morte, os relacionamentos, mas no geral a proposta foi ótima ao colocar Janis como o simbolo da contracultura que ela foi e me deixou ainda mais admirado por sua arte singular.
Oh, Janis, como eu me encontro em você!
Bullying - Provocações Sem Limites
3.1 265 Assista AgoraEu sonho com o dia em que, filmes como esse, não sejam mais uma realidade.
O Segredo de Brokeback Mountain
3.9 2,2KO sentimento de negação rodeia todo o contexto do filme.
Isso fica bastante evidente na cena em que o Ennis está na cozinha com a Alma e ela acaba falando que viu ele e o Jack se beijando, fazendo com que o Ennis se altere e quase bata nela
Outra cena que me chamou bastante atenção - a qual eu não tinha prestado muita atenção na primeira vez que eu assisti - foi a do
homem que teve o pênis decepado pelo pai do Ennis por ser supostamente gay, até porque segundo o Ennis, ninguém sabia de nada, só desconfiavam dele porque morava com outro cara.
Achei um romance bem desenvolvido. Ledge e Gyllenhaal foram incríveis nos seus papéis, mas acho que deveriam ter explorado mais os papéis femininos. Fiquei com um dó imenso da Alma por ter sido escanteada. Isso me faz refletir muito sobre o papel da mulher na sociedade.
Na cena em que o Ennis e a Alma estão transando e
ela pede pra ele se prevenir - em relação ao sexo porque ela não quer mais ter filhos - e ele fala que caso ela não queira mais filhos dele ele a deixará.
Uma das últimas cenas em que a Lureen está conversando com o Ennis no telefone, eu não entendi muito bem. Ela sabia deles? Aquela história da morte do Jack, foi ela que inventou ou o quê? Pra mim ficou claro que ele foi assassinado, mas e pra ela? E os pais do Jack? Eles sabiam que ele era gay? Foi o que deu a entender naquele cena final.
Enfim, terei que assistir mais uma vez, mas desde já mostrando minha satisfação com o filme. Levarei comigo para o vale dos homossexuais, pois esse é obrigatório pra toda bicha assistir.
Hannibal (1ª Temporada)
4.4 993Uma série consistente, com atores muito bem empenhados em seus papéis e uma produção focada em criar uma grande obra de arte.
Hannibal foi uma das melhores coisas que a TV norte americana produziu em anos. Uma pena a série não ter caído no gosto das massas, pois ainda poderíamos extrair daqui muitas histórias fascinantes.
A primeira temporada cumpriu seu papel em prender o público em cada novo episódio lançado.
Acompanhamos de perto o desfecho do Estripador de Chesapeake, Abigail Hobbs, Will Graham, Hannibal Lecter, Jack Crawford - os que mais se destacaram, na minha opinião.
Vale salientar que a Dra. Alana Bloom e a psicóloga do Hannibal também tiveram bastante destaque nessa primeira temporada.
Se formos analisar cada capítulo da série, não teríamos espaço suficiente para falar do quanto poderíamos extrair dos diálogos entre Hannibal e Will.
Não poderia deixar de comentar sobre a grande batalha de titãs que foi a luta do Hannibal com o Tobias. Duas mentes insanas lutando pela supremacia - eu diria até que foi um dos pontos altos da primeira temporada.
No mais, foi um prazer conhecer o método do Hannibal nessa primeira temporada e vamos ver se o método usado na segunda será tão bom quanto o anterior.
Eu Matei Minha Mãe
3.9 1,3KTem alguns filmes que levam um tempo pra você absorver todo o conteúdo, e esse é um deles.
Talvez eu assista novamente um dia pra tentar entender algumas coisas que ficaram na ar, não sei.
4 Luas
3.8 287Me senti tão sozinho depois de assistir esse filme - mais especificamente a cena que fecha o filme - em uma noite fria de um domingo.
As histórias são recheadas de sentimento e seus personagens passaram isso tão bem.
Me senti tão desconfortável com a cena dos meninos no quarto, acho que me fez lembrar coisas da infância que foram importantes para que eu me encontrasse.
A aula de sexo do Fito e do Leo foi uma das melhores cenas. A simplicidade e normalidade da cena me deixou boquiaberto. Bem melhor do que muitos filmes que americanizam e desumanizam* essa parte tão importante de uma relação.
*Desumanizam no sentido de deixar muito artificial, robótico.
Esse Mauricio vai longe. Menininho já metido nos questionamentos da vida. E o Andrés? Eu sou tão Andrés na vida, vocês não tem noção. Achei o gesto do Gilberto lindo para com o poeta, que eu não lembro o nome no momento. Eu realmente pensei que ele fosse um mau caráter.
Vale muito a pena. Assistam!
What Happened, Miss Simone?
4.4 398 Assista AgoraMas o que de fato aconteceu, Srta Simone?
Aqui vemos não apenas a figura popular conhecida como Nina Simone, mas também nos é mostrado as outras facetas de Eunice Waymon, que também era militante dos direitos civis, que foi vítima de abusos do seu próprio marido, ao qual amou intensamente - sendo esse um dos responsáveis por construir a figura icônica de Nina Simone, levando-a à uma exaustiva vida de estrela conhecida mundialmente.
Em meio a um contexto histórico conturbado, o documentário te coloca a par da situação dos negros nos estados unidos dos anos 60, fazendo com que Nina tome para si uma postura radical sobre sua luta/música que acaba por enfurecer seu público, deixando-a no escanteio por um bom tempo até que a mesma retome sua carreia do fundo do poço.
Ódio, amor, solidão, bipolaridade e depressão são sentimentos que rodearam a vida dessa artista tão genial dando à sua música uma melancolia e tom peculiar.
Aos que ainda não assistiram, por favor, não percam mais tempo!
Batman vs Superman: A Origem da Justiça
3.4 4,9KComo eu não sou conhecedor desse universo dos quadrinhos e fui assistir o filme despretensiosamente, achei o resultado bom, porém com pontos que poderiam ter sido melhor abordado, até pra quem não faz parte desse universo se conectar e poder entender melhor.
Atuações fortes, efeitos e fotografia intensos, e tudo isso em 3D.
Pra mim valeu o ingresso e com certeza quero ver a continuação.
Amy
4.4 1,0K Assista AgoraUm documentário bom, mas que para ser maravilhoso deveria ter entrado em outras questões sobre a personalidade de Amy Winehouse. A visão que esse documentário tanta passar é de uma Amy frágil além do normal e que muitas vezes é tratada como uma criança. Cercada pelos familiares e amigos são poucos que realmente se emprenharam em conversar e fazê-la mudar de hábitos. Amy não é nenhuma criança, ela sabia exatamente os riscos que corria pelo consumo excessivo de drogas e álcool, mas é essa a visão que o documentário tenta passar - Uma Amy inocente e que não sabia o que estava fazendo. Contudo, é como a própria mãe dela fala no filme: "Você não pode querer forçar alguém a se tratar, a pessoa que tem que tomar essa iniciativa".
Conhecer a podridão da indústria musical através de Amy foi fascinante. A artista sequer teve a liberdade de escolher se queria ou não fazer shows, eles marcavam sem o consentimento dela, e ela não tinha como cancelar. Como resposta, a mesma se embriagava e dava ao público o pão que eles tanto queriam, pois o circo já estava armado.
Um dos momentos mais revoltantes é quando ela está bêbada no palco e alguém na plateia grita: Cante ou devolva meu dinheiro! É como se estivessem em um bordel e quisessem que a prostituta dançasse - para não dizer outras coisas.
Quando dizem que NÓS, como público, também contribuíamos para a morte de Amy, eles nunca estiveram tão certos.
Amy Winehouse como artista ainda não tinha visto o seu auge, apesar de todo o sucesso do Back to Black e todos os prêmios que ela ganhou, acho que esse super grupo que ela queria montar seria o Thriller de sua efêmera carreira.
Entretanto, eu ainda espero outros documentários e filmes sobre Amy, acho que essa visão de tudo poderia ter tido outros contornos, mas vale muito a pena assistir. Um documentário bem produzido, com entrevistas interessantes e que mesmo com as falhas, te mostram uma versão limitada de Amy Winehouse, até porque a versão completa nós nunca vamos conhecer.
Nota: 8,0.
Amor
4.2 2,2KFaz dois dias que eu assisti esse filme novamente e a dor é a mesma de quando eu assisti pela primeira vez no cinema em 2012. Essa é uma das provas de que o filme conseguiu atingir seu objetivo, levando o telespectador para a realidade da narrativa e o fazendo se imaginar naquela situação apresentada.
Amour é angustiante, silencioso e arrastado.
Eu NUNCA acompanhei créditos de um filme até o final como fiz com Amour.
Depois que o filme acaba você fica parado olhando os créditos subirem enquanto você se remói todo por dentro e começa a pensar sobe a sua vida.
10/10.
Vida Maria
4.3 133Esse curta tem um valor sentimental muito grande pra mim. Minha avó é uma dessas Marias e é impossível assisti-lo sem associar à sua história. Precisamos desconstruir esse ciclo tão enraizado em nossa sociedade.
Kiwi!
4.2 374Kiwi criou um ambiente propício para que pudesse realizar seu sonho, e foi lindo!
Amorteamo
4.3 100Amorteamo é uma grande reinvenção da Globo em anos de séries mais do mesmo. Essa história, junto com a fotografia - meio inspirada no Tim Burton - e toda a produção estão realmente em um nível muito bom.
Malvina - Vez e outra eu me pego pensando: será mesmo pra eu ter nascido?
Gabriel - Teus olhos são tão bonito... Nem parece que conheceram tanto sofrimento.
Malvina - E quem disse que o sofrimento não pode ser belo? Esse lugar é a prova de pode haver beleza em tudo... Até na morte.
Essa cena foi o ápice, estopim, ponto alto, apogeu, o momento mais FODA da série.
O Menino e o Mundo
4.3 734 Assista AgoraNas sutilezas de um rabisco, viajamos por um mundo psicodélico de máquinas-bichos, onde o sentimento se transforma em música e um garotinho com saudades de seu pai vai descobrir que o mundo pode ser festa, mas também pode ser tristeza.
Em meio à críticas sociais vigentes, somos levados a refletir sobre nossas relações com o meio ambiente e principalmente a mecanização do trabalho.
Apesar de saber que Divertida Mente provavelmente levará o Oscar, o Menino e o Mundo é meu grande favorito. Um grande filme brasileiro .
Avatar: A Lenda de Aang (2ª Temporada)
4.6 144 Assista AgoraTemporada de tirar o folego. São tantos capítulos maravilhosos que fica até impossível descrever. Mais uma vez gostaria de reiterar que a mitologia criada para essa série é coisa de outro mundo. Todos os animais fantásticos, a história dos avatares, o cenário e o desenrolar da narrativa te prende de um jeito que você só quer assistir mais e mais.
Quem não se comoveu com o capítulo 2x15 - Tales of Ba Sing Se? A história melancólica da dor do tio Iroh que perdeu seu filho no conflito para dominar a grande cidade de Ba Sing Se, foi lindo.
Até agora tanto o livro da água quanto o da terra foram maravilhosos e espero que o grande final seja o que essa série realmente merece, um desfecho grandioso.