Aqui assistimos a um ex-nazista relatando algumas das maiores atrocidades do mundo com um sorriso demoníaco, tudo em nome do mundo livre e da democracia liberal. Fotos de corpos dilacerados e de crânios de opositores são exibidas, sem sequer um esboço de remorso por parte do entrevistado. Vale tudo em nome da “liberdade”.
Pergunto-me qual é a desculpa que você precisa inventar para si mesmo para defender o Estado sionista de Israel a esta altura. A decapitação de bebês provou-se fictícia, assim como os estupros em massa, admitidos pelas próprias forças de segurança israelenses. Mas sabe o que não é ficção? A morte de mais de 50 mil crianças na Faixa de Gaza, da forma mais cruel possível, além de médicos e jornalistas. Fica claro tratar-se de um genocídio ao vivo, transmitido para o mundo inteiro. Quando Gaza perde, todos nós também perdemos. Palestina livre!
Pude ver esse clássico durante a 11ª Mostra Mosfilm de Cinema Soviético e Russo, em uma projeção ao ar livre na área externa da Cinemateca Brasileira. Foi uma experiência memorável: uma plateia completamente entregue, absorvendo cada detalhe da genialidade de Serguei Eisenstein. Sem dúvida, uma das experiências mais marcantes da minha vida.
Gostei da direção e das atuações, mas concordo com a galera: é muita coisa pra digerir num filme só. Dava uma série ótima, com espaço pra tudo que ficou de fora.
Um clássico incontornável sobre a Revolução de Outubro e, principalmente, sobre a participação de um dos maiores teóricos do século xx, que cunhou o lema que traria o povo às trincheiras do socialismo, ao vociferar, por todo o Império Russo, os dizeres "Paz, Pão e Terra". Viva Lenin! TODO PODER AOS SOVIETES!
Não tem como não dar 5 estrelas. O filme é visualmente lindo, com personagens cativantes e uma história muito comovente. Alyosha se tornou um dos meus personagens preferidos do cinema. Viva o cinema soviético!
É um documentário melhor do que 20 Days in Mariupol, mas ainda assim insuficiente para dar a dimensão do que essa guerra realmente representa. A direção é boa, a ponto de me fazer questionar, em vários momentos, se o diretor realmente estava no front junto aos soldados para capturar as imagens intensas dos conflitos, muitas delas registradas por câmeras acopladas aos capacetes, propositalmente para dar ao telespectador a sensação de estar na linha de frente, lutando pela própria vida — especialmente nos momentos em que as palpitações acompanham explosões de bombas e tiros sentidos pelo exército ucraniano.
Uma guerra que, a meu ver, é idiota desde o início. A Ucrânia, em sua sanha de se juntar à União Europeia e à OTAN, atraiu para si um desastre colossal. Poderia ter seguido o exemplo da Finlândia, que se manteve neutra até pouco tempo e atraiu investimentos tanto do Ocidente quanto da Rússia. Valeu-se da ajuda norte-americana e europeia, sendo que a primeira já largou de mão, enquanto a União Europeia mergulha em uma crise profunda para sustentar um conflito que pode levar o mundo inteiro a uma guerra mundial em um futuro próximo.
Perdemos todos, infelizmente.
Meu único desejo é que o povo ucraniano, o povo russo, os palestinos, sudaneses, congoleses e todo o povo oprimido do mundo possam se libertar de seus carrascos. No entanto, enquanto o capital for o mandatário, estaremos fadados a repetir esse ciclo de guerras por um bom tempo.
O filme trata das dinâmicas de relacionamento e dos processos de autoconhecimento nas relações homossexuais de forma criativa e bem ilustrativa. A relação fetichista de dominação e submissão radicaliza dinâmicas afetivas comuns, que podem ocorrer em relacionamentos dentro das normas sociais de comportamento, como a anulação do “eu” de um dos parceiros, a subserviência às vontades do outro e a aceitação de migalhas de afeto, entre outras.
Por meio dessa relação incomum, o filme aborda essas problemáticas de forma mais explícita e acentuada, causando incômodo ao longo de toda a narrativa.
Ao final, fica a lição de que, em qualquer forma de relacionamento, existem limites e a necessidade de autoconhecimento: compreender o que agrada ou não a si e ao outro. De quebra, o filme também amplia nosso olhar para formas diversas de se relacionar e mostra que, mesmo nelas, podem e devem existir amor, respeito e reciprocidade.
Acho que fui com muita sede ao pote e acabei com mais sede ainda. O filme em si tem uma trama básica, que não atinge aquele potencial que eu imaginei que teria. O problema, porém, foi todo meu, por criar tantas expectativas. Gostei dos personagens Kai e Fu Ang, mas faltaram elementos que não consigo verbalizar no momento.
Filme sério e sensível. Para quem já tentou suicídio, foi uma surpresa positiva: não gatilhou, só reforçou a dádiva da vida. A Denise é impecável, especialmente ao quebrar a quarta parede. Maravilhoso.
A experiência de assistir ao filme sem grandes expectativas revelou-se bem positiva. Apesar de suas limitações, a obra constrói uma metáfora poderosa sobre a mortalidade a partir da perspectiva canina. A narrativa visual, que enquadra objetos e captura diálogos humanos através desse olhar específico, é o seu maior trunfo.
Decidi, após anos de procrastinação, ver o aclamado filme sobre Marx. A narrativa consegue ser cativante ao equilibrar a vulnerabilidade de sua vida doméstica pobre, os embates teóricos com contemporâneos e a crucial amizade com Engels. É uma porta de entrada eficaz e limitada para compreender o homem por trás da teoria e a gênese de seus seguidores.
Visualmente impecável, historicamente nem tanto. O filme, como toda peça de propaganda hollywoodiana, deixa de fora aspectos importantes sobre a vida do líder budista. Para quem deseja se aprofundar na forma como a teocracia budista dominava o Tibete, recomendo o livro Questões Relativas ao Tibete. É uma leitura contundente que aborda o período desde que o Tibete passou a pedir proteção às dinastias chinesas até sua libertação por Mao Zedong
A premissa é interessante, porém as subtramas mereciam um desenvolvimento mais aprofundado. As atuações e a direção, no entanto, são muito boas. Valorizo especialmente o fato de ser uma produção focada no Centro-Oeste, uma região que o cinema nacional precisa explorar mais, dado o tamanho e a diversidade do Brasil.
É frustrante a amadoridade do cinema russo atual. Embora possuam narrativas heroicas magníficas da Grande Guerra Patriótica, nenhuma consegue convencer. Fazem falta gênios como Eisenstein e Tarkovski. Parece que a criatividade do povo se foi com o fim da União Soviética.
É o que eu sempre digo: se a Rússia tivesse o know-how de Hollywood para fazer grandes produções sobre as batalhas da Grande Guerra Patriótica, não teria pra ninguém. A história é boa, os atores são bons, mas você sente que falta alguma coisa.
A Síndrome do Verão Sem Fim
3.7 6Se eu tivesse um pai daqueles eu também iria querer foder com ele, lamento.
O Fim de São Petersburgo
4.0 10 Assista AgoraУра! Мы в городе Ленина.
The Smiling Man
4.0 1Aqui assistimos a um ex-nazista relatando algumas das maiores atrocidades do mundo com um sorriso demoníaco, tudo em nome do mundo livre e da democracia liberal. Fotos de corpos dilacerados e de crânios de opositores são exibidas, sem sequer um esboço de remorso por parte do entrevistado. Vale tudo em nome da “liberdade”.
A Voz de Hind Rajab
4.2 123 Assista AgoraPergunto-me qual é a desculpa que você precisa inventar para si mesmo para defender o Estado sionista de Israel a esta altura. A decapitação de bebês provou-se fictícia, assim como os estupros em massa, admitidos pelas próprias forças de segurança israelenses. Mas sabe o que não é ficção? A morte de mais de 50 mil crianças na Faixa de Gaza, da forma mais cruel possível, além de médicos e jornalistas. Fica claro tratar-se de um genocídio ao vivo, transmitido para o mundo inteiro. Quando Gaza perde, todos nós também perdemos. Palestina livre!
Michurin
3.0 1Merece uma nota mais alta, pois o filme é ótimo!
A Queda da Dinastia Romanov
3.5 3Assistido na 11ª Mostra Mosfilm de Filme Soviético e Russo.
Caso queiram assistir legendado em português: https://www.youtube.com/watch?v=watB1zU1yUE
O Encouraçado Potemkin
4.2 353 Assista AgoraPude ver esse clássico durante a 11ª Mostra Mosfilm de Cinema Soviético e Russo, em uma projeção ao ar livre na área externa da Cinemateca Brasileira. Foi uma experiência memorável: uma plateia completamente entregue, absorvendo cada detalhe da genialidade de Serguei Eisenstein. Sem dúvida, uma das experiências mais marcantes da minha vida.
1911: A Revolução
3.4 63Gostei da direção e das atuações, mas concordo com a galera: é muita coisa pra digerir num filme só. Dava uma série ótima, com espaço pra tudo que ficou de fora.
Lenin em Outubro
3.6 6Um clássico incontornável sobre a Revolução de Outubro e, principalmente, sobre a participação de um dos maiores teóricos do século xx, que cunhou o lema que traria o povo às trincheiras do socialismo, ao vociferar, por todo o Império Russo, os dizeres "Paz, Pão e Terra". Viva Lenin! TODO PODER AOS SOVIETES!
A Balada do Soldado
4.3 53Não tem como não dar 5 estrelas. O filme é visualmente lindo, com personagens cativantes e uma história muito comovente. Alyosha se tornou um dos meus personagens preferidos do cinema. Viva o cinema soviético!
A 2000 Metros de Andriivka
3.5 5É um documentário melhor do que 20 Days in Mariupol, mas ainda assim insuficiente para dar a dimensão do que essa guerra realmente representa. A direção é boa, a ponto de me fazer questionar, em vários momentos, se o diretor realmente estava no front junto aos soldados para capturar as imagens intensas dos conflitos, muitas delas registradas por câmeras acopladas aos capacetes, propositalmente para dar ao telespectador a sensação de estar na linha de frente, lutando pela própria vida — especialmente nos momentos em que as palpitações acompanham explosões de bombas e tiros sentidos pelo exército ucraniano.
Uma guerra que, a meu ver, é idiota desde o início. A Ucrânia, em sua sanha de se juntar à União Europeia e à OTAN, atraiu para si um desastre colossal. Poderia ter seguido o exemplo da Finlândia, que se manteve neutra até pouco tempo e atraiu investimentos tanto do Ocidente quanto da Rússia. Valeu-se da ajuda norte-americana e europeia, sendo que a primeira já largou de mão, enquanto a União Europeia mergulha em uma crise profunda para sustentar um conflito que pode levar o mundo inteiro a uma guerra mundial em um futuro próximo.
Perdemos todos, infelizmente.
Meu único desejo é que o povo ucraniano, o povo russo, os palestinos, sudaneses, congoleses e todo o povo oprimido do mundo possam se libertar de seus carrascos. No entanto, enquanto o capital for o mandatário, estaremos fadados a repetir esse ciclo de guerras por um bom tempo.
Pillion
3.2 61O filme trata das dinâmicas de relacionamento e dos processos de autoconhecimento nas relações homossexuais de forma criativa e bem ilustrativa. A relação fetichista de dominação e submissão radicaliza dinâmicas afetivas comuns, que podem ocorrer em relacionamentos dentro das normas sociais de comportamento, como a anulação do “eu” de um dos parceiros, a subserviência às vontades do outro e a aceitação de migalhas de afeto, entre outras.
Por meio dessa relação incomum, o filme aborda essas problemáticas de forma mais explícita e acentuada, causando incômodo ao longo de toda a narrativa.
Ao final, fica a lição de que, em qualquer forma de relacionamento, existem limites e a necessidade de autoconhecimento: compreender o que agrada ou não a si e ao outro. De quebra, o filme também amplia nosso olhar para formas diversas de se relacionar e mostra que, mesmo nelas, podem e devem existir amor, respeito e reciprocidade.
O Agente Secreto
3.9 1,0K Assista AgoraSaí do cinema muito mais bairrista.
O Último Azul
3.7 209 Assista AgoraPoxa, mais um que não me pegou. Parabéns aí pelos prêmios.
Dormir de Olhos Abertos
3.1 11Acho que fui com muita sede ao pote e acabei com mais sede ainda. O filme em si tem uma trama básica, que não atinge aquele potencial que eu imaginei que teria. O problema, porém, foi todo meu, por criar tantas expectativas. Gostei dos personagens Kai e Fu Ang, mas faltaram elementos que não consigo verbalizar no momento.
Sonhar com Leões
3.7 18 Assista AgoraFilme sério e sensível. Para quem já tentou suicídio, foi uma surpresa positiva: não gatilhou, só reforçou a dádiva da vida. A Denise é impecável, especialmente ao quebrar a quarta parede. Maravilhoso.
Bom Menino
2.9 155 Assista AgoraA experiência de assistir ao filme sem grandes expectativas revelou-se bem positiva. Apesar de suas limitações, a obra constrói uma metáfora poderosa sobre a mortalidade a partir da perspectiva canina. A narrativa visual, que enquadra objetos e captura diálogos humanos através desse olhar específico, é o seu maior trunfo.
O Jovem Karl Marx
3.6 276 Assista AgoraDecidi, após anos de procrastinação, ver o aclamado filme sobre Marx. A narrativa consegue ser cativante ao equilibrar a vulnerabilidade de sua vida doméstica pobre, os embates teóricos com contemporâneos e a crucial amizade com Engels. É uma porta de entrada eficaz e limitada para compreender o homem por trás da teoria e a gênese de seus seguidores.
Carvão
3.8 130 Assista AgoraPreciso assistir de novo porque, na primeira vez, não me pegou.
Persépolis
4.5 760Filmaço.
Kundun
3.4 58Visualmente impecável, historicamente nem tanto. O filme, como toda peça de propaganda hollywoodiana, deixa de fora aspectos importantes sobre a vida do líder budista. Para quem deseja se aprofundar na forma como a teocracia budista dominava o Tibete, recomendo o livro Questões Relativas ao Tibete. É uma leitura contundente que aborda o período desde que o Tibete passou a pedir proteção às dinastias chinesas até sua libertação por Mao Zedong
Fogaréu
3.4 24A premissa é interessante, porém as subtramas mereciam um desenvolvimento mais aprofundado. As atuações e a direção, no entanto, são muito boas. Valorizo especialmente o fato de ser uma produção focada no Centro-Oeste, uma região que o cinema nacional precisa explorar mais, dado o tamanho e a diversidade do Brasil.
Comboio 48 - A Última Resistência
2.8 6 Assista AgoraÉ frustrante a amadoridade do cinema russo atual. Embora possuam narrativas heroicas magníficas da Grande Guerra Patriótica, nenhuma consegue convencer. Fazem falta gênios como Eisenstein e Tarkovski. Parece que a criatividade do povo se foi com o fim da União Soviética.
O Fantasma Vermelho
2.8 11 Assista AgoraÉ o que eu sempre digo: se a Rússia tivesse o know-how de Hollywood para fazer grandes produções sobre as batalhas da Grande Guerra Patriótica, não teria pra ninguém. A história é boa, os atores são bons, mas você sente que falta alguma coisa.