"Revoluções são sangrentas e geralmente os inocentes que morrem". - Cadence, EP 08.
Gostei bastante, fiquei entretido do início ao fim. Achei até melhor que o livro... Vou considerar essa série como bom exemplo de adaptação que sabe expandir os detalhes certos para aprofundar a história.
O final deixou todas as pistas para uma possível segunda temporada (e confesso: fiquei muito curioso pra descobrir o que exatamente as mães aprontaram no verão dos 16 anos delas). Convenhamos, que família cheia de podres, em? rsrs
Lasher que é tão forte, tão obscuro, tão demoníaco... E passa a temporada toda sendo "feito de gato e sapato". Sério?
Talvez os livros sejam mais interessantes e o contexto criado tenha mais verossimilhança. Já a série achei essas nuances bem fracas. Caso tenha uma 3ª temporada, não pretendo continuar.
O mundo acabando bem na frente dos olhos deles, e todos envolvidos em cada drama insignificante. E quanto bullying pesado, viu? Cenas impactantes e intencionalmente grosseiras que me fizeram ficar de olhos arregalados inicialmente (eu adoro esse tipo de Zumbi maratonista que corre p caramba).
No geral achei bem ok e vi até o final, só acho que não tinha necessidade de ser 12 eps de quase 1 hora cada. Vi que terá uma nova temporada (antes confirmada para 2022 e agora provavelmente será em 2026), mas nem pretendo continuar.
Alguém mais catou aquela luz linda, portas abertas, bem no final?... O filme o tempo todo chovendo p caramba, e essa sutileza de imagem bem no final da história. Muitos simbolismos poderosos. 🧐🧡
Já nasceu como uma OBRA PRIMA! A Gamificação no episódio 6 deu aula, me fez prender a respiração, mal consegui piscar. A construção e evolução dos personagens é espetacular.
Juro que tentei gostar. Até que foi legal de assistir.
A maioria dos eps não são bons. Poucos se salvam.
O clima de horror, o impacto do gore e a agonia do assombro, muitas vezes são anulados e caem no ridículo pela falha da narrativa.
Senti que a fórmula escolhida para o desenvolvimento é muito acelerada, atropela tudo e não cria um espaço para tensão (pode ter certeza, a culpa não é do tempo curto).
Alguns personagens não geram identificação, outros são extremamente contraditórios dentro das narrativas e acabam beirando o cúmulo da burrice.
Adoro finais abertos, mas em alguns eps, me parece que o final aberto não é intencional... Simplesmente acaba de qualquer forma e pronto. É incompleto mesmo.
Gostei muito da série. Me prendeu bastante. Desde O Casamento Vermelho em GOT, eu não me tremia de adrenalina (horrorizado ao assistir algo) kkkkk. O Ep final não me agradou tanto, ficaram algumas pontas que não batem com o contexto da série...
Realmente, o jogador 001 que participa (mas é um VIP) é muito psicopata, desde o começo ele super se divertindo com o povo morrendo ao redor. Isso levanta uma desconfiança.
O que não bate ao meu ver, é que quando descobrimos que ele é um VIP, fala que não iria recepcionar os outros, pois "a melhor parte seria jogar"... Mas é justamente nessa parte que os outros VIPs chegam, que ele já estava fora do jogo e tinha "morrido" no desafio das bolinhas de gude.
Outra coisa, o VIP com máscara de tigre que ficou desacordado no quarto, após te sido filmado... Depois ele aparece no jogo final, como se nada tivesse acontecido.
Há várias coisinhas assim que não me fizeram curtir o final.
Achei incrível a proposta da série e em muitos momentos fiquei admirado com a postura dos repórteres, tão jovens e brilhantes. O episódio que fala do futuro das notícias falsas me assustou, é algo bizarro que pode tomar proporções catastróficas. Os temas são mais que atuais, ao ponto da linha de reportagem não conseguir ser totalmente conclusiva, porém a conduta das entrevistas me fez enxergar e pensar além da linha do horizonte.
Aos publicitários, o documentário é mais um relato atual da agressividade do mercado e dos seus impactos na vida e relação do ser humano como sociedade. Antes de tudo a ideia apresentada é um convite a reflexão do próximo, do outro, é necessário se proporcionar uma conexão. Interessante perceber que a maioria das falas e pensamentos são expostos por pessoas jovens que já viveram de forma tão sufocante essa caçada aos ovos de ouro. Muitas das cenas me chocaram e fizeram perceber o quão irracional é nossa vida consumista. Sem perceber estamos sorrindo ao beber um copo cheio de veneno.
A hipnose sugerida no filme foi algo aceitável, porém tentar explicar toda lógica de dominação mental nesse enredo arrastado com um simples "transplante de cérebro" foi algo bem tosco pra se engolir. Entende-se também durante o filme que as atitudes da dominação mental com a hipnose é reflexo de uma mentalidade racista (Como é citado no filme: "quem é que vai se lembra de um negro?). Mesmo assim há personagens interessados em trocar de corpo com o protagonista (Esse negro). Ao meu ver falta verossimilhança até na crítica e lógica em vários contextos do roteiro. O gênero do filme pode ser descrito como "terror" ou "suspense" mas de terror e suspense não tem nada. Infelizmente não gostei
Insanamente interessante. De maquiagem, fotografia e uma estética de cores maravilhosa. O filme incomoda e vai incomodar ainda mais aqueles que visualizam a película apenas por um gênero e não se abrem a experiência. Muitos contextos são metafóricos porém a mensagem é nítida por representações singular. A repulsa faz parte pois é através desse sentimento que vamos pensar e raciocinar. Todas as peles humanas só desejam por fim se amar e serem amadas (o ato de se amar é o mais difícil de todos). O bicho homem é um negócio muito louco.
O filme foi de fácil entendimento nos primeiros 40 minutos. A trama ao início gira em torno de Robin Wright, uma atriz de grande renome que depois de memoráveis papeis é vista ao longo de anos como um prejuízo para seus produtores. É evidente no longa críticas aos produtores e estúdios que tem sua mente fixada no lucro, desconsiderando o lado artístico ou sequer humano do cinema. Os diálogos são de um contexto poético inspirador. O personagem Aaron é encantador. Seu olhar e delicadeza são apaixonantes. O mesmo personagem é diagnosticado com a síndrome de Usher, um dos motivos que fazem a Robin, mãe de Aaron ceder as ondas de fracassos constantes de sua mente. Em uma realidade distópica os atores são escaneados e tornam-se um produto virtual, podendo contracenar perpetuamente de forma digital. Há diversas questões que são abordadas e refletem na nossa sociedade porém, depois que a Robin é escaneada tudo fica muito confuso. O filme se transforma em uma animação psicodélica, surrealista e de diferentes estilos. A animação prende o espectador mas o roteiro daí acaba sendo muito confuso.
Em tempos de RuPaul's Drag Race, a geração atual realmente não tem lembranças dos tempos da ditadura militar. No documentário Dzi Croquettes é relatado as memórias de um período que deve ser lembrado por sua luta e representatividade social. Uma época que se assemelha aos dias atuais onde o fechamento da mentalidade se faz como figura predominante.
Algo Horrível Vai Acontecer
3.3 96 Assista AgoraTerror, drama. É sobre relações, vazios… E até filosófico. 8 eps de 40min+ cada. Vi uns furos narrativos, mas achei facil de relevar.
Previsível no começo, depois é só plot twist (achei uma brincadeira inteligente com quem assiste prestando atenção). Foi difícil não maratonar.
Esteticamente incrível! Final visceral (nem é figura de linguagem). Tomei uns sustos rsrs.
Muito boa a série da Dua Lipa kkkk.
Ataque Brutal
2.2 108 Assista AgoraÔ filme mentiroso danado. Legal. Nota 3.
Mentirosos (1ª Temporada)
3.2 72"Revoluções são sangrentas e geralmente os inocentes que morrem". - Cadence, EP 08.
Gostei bastante, fiquei entretido do início ao fim. Achei até melhor que o livro... Vou considerar essa série como bom exemplo de adaptação que sabe expandir os detalhes certos para aprofundar a história.
O final deixou todas as pistas para uma possível segunda temporada (e confesso: fiquei muito curioso pra descobrir o que exatamente as mães aprontaram no verão dos 16 anos delas). Convenhamos, que família cheia de podres, em? rsrs
Entrevista com o Vampiro (2ª Temporada)
4.3 64Eita como são emocionados...
As Bruxas de Mayfair (2ª Temporada)
3.2 15 Assista AgoraLasher que é tão forte, tão obscuro, tão demoníaco... E passa a temporada toda sendo "feito de gato e sapato". Sério?
Talvez os livros sejam mais interessantes e o contexto criado tenha mais verossimilhança. Já a série achei essas nuances bem fracas. Caso tenha uma 3ª temporada, não pretendo continuar.
Nosferatu
3.6 942 Assista Agora1:07:17 - "O Mal vem de dentro de nós, ou de fora?"
INCRÍVEL!
All Of Us Are Dead (1ª Temporada)
3.7 292 Assista AgoraO mundo acabando bem na frente dos olhos deles, e todos envolvidos em cada drama insignificante. E quanto bullying pesado, viu? Cenas impactantes e intencionalmente grosseiras que me fizeram ficar de olhos arregalados inicialmente (eu adoro esse tipo de Zumbi maratonista que corre p caramba).
No geral achei bem ok e vi até o final, só acho que não tinha necessidade de ser 12 eps de quase 1 hora cada. Vi que terá uma nova temporada (antes confirmada para 2022 e agora provavelmente será em 2026), mas nem pretendo continuar.
A Baleia
4.0 1,2K Assista AgoraAlguém mais catou aquela luz linda, portas abertas, bem no final?... O filme o tempo todo chovendo p caramba, e essa sutileza de imagem bem no final da história. Muitos simbolismos poderosos. 🧐🧡
Uzumaki
3.1 77 Assista AgoraLoucura, loucura, no Caldeirãoo!!
Samurai de Olhos Azuis (1ª Temporada)
4.4 138 Assista AgoraJá nasceu como uma OBRA PRIMA! A Gamificação no episódio 6 deu aula, me fez prender a respiração, mal consegui piscar. A construção e evolução dos personagens é espetacular.
Hellraiser
3.2 425 Assista AgoraTudo culpa dessa drogada filha da p... No geral curti, mesmo com toda agonia. :D
Junji Ito: Histórias Macabras do Japão (1ª Temporada)
3.1 85Juro que tentei gostar. Até que foi legal de assistir.
A maioria dos eps não são bons. Poucos se salvam.
O clima de horror, o impacto do gore e a agonia do assombro, muitas vezes são anulados e caem no ridículo pela falha da narrativa.
Senti que a fórmula escolhida para o desenvolvimento é muito acelerada, atropela tudo e não cria um espaço para tensão (pode ter certeza, a culpa não é do tempo curto).
Alguns personagens não geram identificação, outros são extremamente contraditórios dentro das narrativas e acabam beirando o cúmulo da burrice.
Adoro finais abertos, mas em alguns eps, me parece que o final aberto não é intencional... Simplesmente acaba de qualquer forma e pronto. É incompleto mesmo.
Uma História Americana
3.8 72 Assista AgoraChorei muito quando o filho da Odessa
aparece espancado na igreja, e mesmo espancado, começa a canta...
A mensagem e força dessa cena é impactante. Final muito emocionante. É preciso combater qualquer traço de racismo na sociedade.
Boneco de Neve
2.4 462 Assista AgoraMe fez dormir. Uma luta para terminar.
Round 6 (1ª Temporada)
4.0 1,3K Assista AgoraGostei muito da série. Me prendeu bastante. Desde O Casamento Vermelho em GOT, eu não me tremia de adrenalina (horrorizado ao assistir algo) kkkkk. O Ep final não me agradou tanto, ficaram algumas pontas que não batem com o contexto da série...
Realmente, o jogador 001 que participa (mas é um VIP) é muito psicopata, desde o começo ele super se divertindo com o povo morrendo ao redor. Isso levanta uma desconfiança.
O que não bate ao meu ver, é que quando descobrimos que ele é um VIP, fala que não iria recepcionar os outros, pois "a melhor parte seria jogar"... Mas é justamente nessa parte que os outros VIPs chegam, que ele já estava fora do jogo e tinha "morrido" no desafio das bolinhas de gude.
Outra coisa, o VIP com máscara de tigre que ficou desacordado no quarto, após te sido filmado... Depois ele aparece no jogo final, como se nada tivesse acontecido.
Seguindo os Fatos (1ª Temporada)
3.9 12Achei incrível a proposta da série e em muitos momentos fiquei admirado com a postura dos repórteres, tão jovens e brilhantes. O episódio que fala do futuro das notícias falsas me assustou, é algo bizarro que pode tomar proporções catastróficas. Os temas são mais que atuais, ao ponto da linha de reportagem não conseguir ser totalmente conclusiva, porém a conduta das entrevistas me fez enxergar e pensar além da linha do horizonte.
Minimalismo: Um Documentário Sobre Coisas Importantes
3.5 193Aos publicitários, o documentário é mais um relato atual da agressividade do mercado e dos seus impactos na vida e relação do ser humano como sociedade. Antes de tudo a ideia apresentada é um convite a reflexão do próximo, do outro, é necessário se proporcionar uma conexão. Interessante perceber que a maioria das falas e pensamentos são expostos por pessoas jovens que já viveram de forma tão sufocante essa caçada aos ovos de ouro. Muitas das cenas me chocaram e fizeram perceber o quão irracional é nossa vida consumista. Sem perceber estamos sorrindo ao beber um copo cheio de veneno.
Tom na Fazenda
3.7 375 Assista AgoraNo momento não consigo expressar uma opinião. No geral eu fiquei só aquele meme do Caetano, "que loucura cara".
Corra!
4.2 3,7K Assista AgoraA hipnose sugerida no filme foi algo aceitável, porém tentar explicar toda lógica de dominação mental nesse enredo arrastado com um simples "transplante de cérebro" foi algo bem tosco pra se engolir. Entende-se também durante o filme que as atitudes da dominação mental com a hipnose é reflexo de uma mentalidade racista (Como é citado no filme: "quem é que vai se lembra de um negro?). Mesmo assim há personagens interessados em trocar de corpo com o protagonista (Esse negro). Ao meu ver falta verossimilhança até na crítica e lógica em vários contextos do roteiro. O gênero do filme pode ser descrito como "terror" ou "suspense" mas de terror e suspense não tem nada. Infelizmente não gostei
O Conde de Monte Cristo
4.1 1,2KInocência não é uma dádiva nesse mundo de seres dissimulados.
Peles
3.4 593 Assista AgoraInsanamente interessante. De maquiagem, fotografia e uma estética de cores maravilhosa. O filme incomoda e vai incomodar ainda mais aqueles que visualizam a película apenas por um gênero e não se abrem a experiência. Muitos contextos são metafóricos porém a mensagem é nítida por representações singular. A repulsa faz parte pois é através desse sentimento que vamos pensar e raciocinar. Todas as peles humanas só desejam por fim se amar e serem amadas (o ato de se amar é o mais difícil de todos). O bicho homem é um negócio muito louco.
Metrópolis
4.4 657 Assista AgoraQuantos assuntos fortes e atuais abordados em um filme de 1927. A produção é de uma beleza e arte pura. Atemporal.
O Congresso Futurista
3.9 299 Assista AgoraO filme foi de fácil entendimento nos primeiros 40 minutos. A trama ao início gira em torno de Robin Wright, uma atriz de grande renome que depois de memoráveis papeis é vista ao longo de anos como um prejuízo para seus produtores. É evidente no longa críticas aos produtores e estúdios que tem sua mente fixada no lucro, desconsiderando o lado artístico ou sequer humano do cinema. Os diálogos são de um contexto poético inspirador. O personagem Aaron é encantador. Seu olhar e delicadeza são apaixonantes. O mesmo personagem é diagnosticado com a síndrome de Usher, um dos motivos que fazem a Robin, mãe de Aaron ceder as ondas de fracassos constantes de sua mente. Em uma realidade distópica os atores são escaneados e tornam-se um produto virtual, podendo contracenar perpetuamente de forma digital. Há diversas questões que são abordadas e refletem na nossa sociedade porém, depois que a Robin é escaneada tudo fica muito confuso. O filme se transforma em uma animação psicodélica, surrealista e de diferentes estilos. A animação prende o espectador mas o roteiro daí acaba sendo muito confuso.
Dzi Croquettes
4.4 244Em tempos de RuPaul's Drag Race, a geração atual realmente não tem lembranças dos tempos da ditadura militar. No documentário Dzi Croquettes é relatado as memórias de um período que deve ser lembrado por sua luta e representatividade social. Uma época que se assemelha aos dias atuais onde o fechamento da mentalidade se faz como figura predominante.