O caos todo dos primeiros episódios me lembrou muito a primeira temporada. O desenrolar, mostrando um pouco mais o individual de cada um, me lembrou a 2ª e 3ª. Os episódios finais, por fim, focaram mais na reconciliação/aceitação da realidade vista na 4ª temporada. Foi como se tivessem condensado os sentimentos/a vibe/os pontos positivos das 4 temporadas em 1.
Não imaginava que iria mostrar um único dia em (quase) todos os episódios, foi uma abordagem bem interessante. Correram o risco de a temporada ficar bem cansativa, mas não senti isso, foi bem dinâmica. Souberam focar nas situações certas, nos momentos certos. Foi um final satisfatório depois de passar esses anos todos vendo eles só se lascarem. Achei que o Carmy ia virar ilustrador de livros de culinária kkk nunca imaginaria arquitetura.
No geral, foi uma temporada que cumpriu seu papel. Concluiu o que tinha que concluir sem ficar piegas.
Sei lá, achei meio fraca. A temporada inteira girou em torno da Faye e o ódio mortal que geral sente por ela, sem nenhuma história paralela de fato interessante ou um aprofundamento maior dessa personagem, até porque ela não tava tão errada assim, convenhamos, e o desenrolar da temporada mostra isso muito bem. Acabou ficando meio maçante.
Também não comprei muito a atuação do Harvey apaixonado, não me desceu. Além disso, a série passou tanto tempo nessa de vai ou não vai entre Harvey e Donna que, quando aconteceu, eu já nem queria mais ver os dois juntos, perdeu o timing. Gostei das partes do Harvey lidando com a morte da mãe, mas foi tãaao superficial. Adorei a participação do Mike, mas também achei o enredo mal construído.
Katrina e Louis foram personagens que a princípio eram um tanto quanto insuportáveis, mas que cresceram muito na série. Foram os melhores da temporada, na minha opinião. Também adoro a Gretchen. Alex e Samantha são personagens que, pra mim, não cheiram nem fedem. Até acho legais, mas a sensação é de que são tapa-buraco, não consegui me conectar de fato com eles. Uma pena alguns personagens não terem participado dessa final. A Meghan até dá pra entender - aposentou, virou duquesa e tals - mas a Gina Torres tava até estrelando um spin off de Suits, estranho não aparecer nem que por uns segundos pra promover a série...
É uma série que está sempre nas listas de melhores séries de comédia de todos os tempos, mas até o momento achei bem morna. E que tradução é essa que deram pro nome da série no Brasil, gente?!?
Sei lá, eu sinto que o Mike adicionava um fator humano que não vejo nos outros personagens. Pra mim a série ficou com uma vibe meio formal demais, difícil explicar. Donna, desde a temporada anterior, virou uma personagem rasa, uma personalidade excessivamente plena, como se estivesse acima de todos, que sabe tudo (mas não de forma arrogante). O Louis, em compensação, cresceu muito e foi um ponto positivo nessa temporada pra mim. O arco da Katrina me deixou com sentimentos conflitantes. Gosto dela, mas o desenrolar da situação com o Brian já era esperado e me deixou irritada mesmo assim.
Mas gente, daonde que essa mulher parece ter 26 anos? É linda, ok, mas 26? Nem consegui focar na série pelo tamanho do absurdo. No mais, achei bem fraquinha, não sei se vale a pena continuar.
Desde a primeira vez que a psicóloga apareceu na série, eu sabia que ela e o Harvey teriam alguma coisa e já não gostei da ideia. Terapia não é só fazer algumas sessões e pronto. Ele criou toda uma relação de confiança com ela e agora não vai ter mais esse apoio psicológico no futuro, que bem sabemos que ele PRECISA. Louis me deixou sem paciência. Estava sendo tão legal acompanhar o desenvolvimento dele, aí aparece a Sheila e ele volta para aquele ciclo autodestrutivo insuportável. Adoro a Donna, mas nessa temporada ela tava bem mais do mesmo, um disco riscado. Já não consigo mais imaginar ela e Harvey juntos, pra mim já deu dessa história, inclusive acho que ela merece muito mais que ele.
Não estou com muitas expectativas pra próxima temporada. É muito difícil imaginar o rumo das coisas sem o Mike e a Rachel, eles acrescentam um lado humano pra série, um carisma que falta no restante do elenco.
Primeiro, o tempo que o Mike ficou na cadeia, parece até que foi só passar férias. Segundo (e o que mais me incomodou), a relação dele com o psicólogo. Ele só conversava com o cara pra conseguir algum favor. O psicólogo ser a "testemunha" dele pra conseguir a licença fez até parecer que eles tiveram uma grande conexão, mas eles mal se falaram. Terceiro, a relação do Harvey com a mãe. Pra mim ele tá COMPLETAMENTE certo sobre não ter que pedir desculpas. Toda a mágoa causada foi por culpa da mãe, que fez uma criança passar por um trauma que nenhuma criança deveria passar. Chega a ser doentio. Ela pode se arrepender, mas achar que ele deve desculpas por não perdoar ela antes? É cada coisa... Por fim, Louis de novo arruinando qualquer simpatia que eu sinto por ele por ser extremamente impulsivo.
Outro ponto que me incomodou, mas que não é um problema da série, mas sim um problema social que a série retrata,
é a forma como o mercado de trabalho trata o ex-preso. Me choca uma IGREJA ter que demitir ele, sendo que é uma instituição que prega a compaixão e a redenção. Além disso, não conseguir a licença pra advogar por ter ficha suja, sem considerar o crime cometido, é falar que o sistema prisional não serve pra nada, é estender a pena pra além do que foi sentenciado.
Enfim, nada a ver com a série, só coisas que essa temporada me fez pensar.
Uma temporada com altos e baixos. Gostei de ver as sessões do Harvey na terapia, mostrou um lado bem mais humano dele. Louis é um personagem muito volátil, quando estou começando a gostar dele, ele faz alguma burrada e perde toda a minha simpatia.
Mike tava INSUPORTÁVEL nessa temporada. Louis também, apesar de entender os motivos - mas ele e essa vontade cega de querer ser reconhecido, pra mim já deu.
Gostei que teve um aprofundamento maior no relacionamento entre Harvey e Mike. O Louis consegue ser muito chato, mas fiquei com dó dele em vários momentos dessa temporada.
Não gostei muito desse rolo todo de Harvey against all. Essa coisa de ficar quotando filmes o tempo todo é legal no começo, mas fica meio pedante com o tempo.
Personagens carismáticos, os episódios te mantêm entretido. É uma série legal de acompanhar e divertida, mas não é tudo isso que ouvi falar. Deu pra entender porque tem tanto apelo entre homens hétero.
É uma temporada bem curta. Se não for renovada, não vai ser um final ruim, mas também não vai ser dos melhores. Eu acho a série juvenil demais, mesmo pra faixa de idade do público alvo. É bem mais teen do que Para todos os garotos.. Toda temporada a gente tem algum problema porque a Kitty se intromete demais em algumas coisas, e essa ânsia dela em querer resolver tudo me irrita um pouco. É uma série bem levinha, bobinha, com seus altos e baixos. Tem várias cenas clichês que me deram muita vergonha alheia. Adorei a participação da Lana Condor, ela é uma querida. Eu adoro o elenco, apesar de algumas atuações serem um tanto abaixo da média. A química entre todos é muito boa na tela, adoro assistir as entrevistas deles pra promover a temporada, dá pra ver que todos colocaram muito deles mesmos nas personagens que interpretam.
Conseguiu passar muito bem o desespero da situação. Deu uma aflição tremenda ver o povo trabalhando com radiação sem EPI adequado. Chocante pensar que o governador à época, que praticamente só atrapalhou, era médico - e posteriormente foi Ministro da Saúde! Muita coisa poderia ter sido diferente se o alto escalão tivesse levado a situação com a seriedade necessária.<br/>A série mostrou bem essa questão política e a escolha por manter a população às escuras - não tem palavra melhor pra resumir essa questão do que "descaso". O povo agiu de forma ignorante não porque quis, mas porque não teve informação. Dá pra entender porque reagiram daquela forma, especialmente o pessoal que estava "preso" aguardando a descontaminação. Até hoje existe preconceito contra os sobreviventes, sendo que muitos foram contaminados enquanto ajudavam na descontaminação.<br/>É interessante ver como esse desastre moldou as leis atuais e a nossa Constituição, que agora trata com rigor a manipulação de elementos radioativos e responsabiliza o Estado por qualquer forma de acidente nuclear.<br/>As atuações foram boas, fotografia também. O destaque, pra mim, vai pra forma como o roteiro conseguiu transmitir bem a aflição e a urgência de toda a situação, sem ficar parecendo um dramalhão exagerado - acho até que poderiam ter mostrado mais sobre as consequências para a população, ao invés de focar somente no núcleo que abriu a cápsula.
A Zoey estava um pouco mais irritante nessa temporada, mas gostei do foco no luto e os tópicos que a série trouxe num geral. A mixagem de som foi muito bem feita. Se preocuparam com a questão do volume quando as pessoas estavam longe, do movimento do som quando as personagens se movem ou vão para trás de uma parede... Achei legal que tiveram esse cuidado, mesmo que não em todas as músicas. Algumas performances também foram "ao vivo", o que eu adoro e acho que poderia ter sido mais usado. Achei o final decente. Dava pra ser melhor, mas também não foi insatisfatório.
Gostei que a transformação da Betty foi gradual e acompanhou o desenvolvimento dela como pessoa. Confesso que tava ansiosíssima pra ver ela com um óculos melhorzinho e pro episódio do aparelho.
Deu um alívio ela não ter ficado com o Henry no final, não tinha saco pra ele. Fico triste que ela não terminou com o Matt, foi o namorado que mais gostei. Não sei o que sentir quanto a Daniel e Betty juntos, sempre passaram uma vibe de amor fraternal, por isso achei até bom deixarem meio "em aberto" se o relacionamento vai pra frente ou não.
Caramba, decidiram mudar totalmente o rumo das coisas, as teorias do upside down, enfiaram até buraco de minhoca na história. Isso não é coisa que se faça na última temporada, além de ficar meio sem sentido - por que eles nunca viram a parede nas vezes anteriores que foram pra lá? Tinha algo de especial no relacionamento entre os personagens que permitia que nos apegássemos a eles, mas dessa vez as interações foram poucas e supérfluas. Pode ser o tempo entre temporadas, mas não senti a conexão do elenco que eu via em temporadas anteriores. O foco saiu dos personagens e ficou totalmente no CGI, que, por sinal, foi de um exagero sem tamanho. Poderiam ter economizado mais de um ano de desenvolvimento se tivessem sido mais comedidos. O ponto negativo principal pra mim foi o apagamento da Eleven. Esses anos todos treinando e o máximo que ela aprendeu foi saltar mais alto. Ela continuou com nariz sangrando só de tirar uma colher de chá do lugar. Um desserviço completo, o Will se mostrou bem mais poderoso que ela. O que também contraria a própria história - os poderes dela não se equiparam ao do Henry? Ela não deveria ser a mais forte dos experimentos? A 008 aguentava bem mais que ela.
Quanto ao final, eu prefiro acreditar que a teoria de a Eleven estar viva tenha sido a forma que o Mike encontrou de conseguir lidar / superar a morte dela. Se fosse pra deixar essa porta aberta, deveriam ter deixado ela viva de uma vez, achei covardia.
Depois de 4 temporadas relativamente consistentes, achei uma pena o que fizeram nessa. O tempo entre temporadas também me fez perder totalmente o ânimo para começa-la. Se eu não fosse cismada com sempre terminar as séries que começo, nem teria assistido, timing péssimo.
Cresci assistindo Glee, então essa série me trouxe uma nostalgia enorme, ainda mais tendo Alex Newell no elenco - perfeita em Glee e perfeita aqui. É uma série bem divertida, aborda alguns tópicos sérios de forma leve. Achei a escolha de elenco ótima, e também das músicas. Apesar de não ser uma série óootima e eu discordar de algumas escolhas da Zoey, entretém muito e dá espaço pra todo tipo de emoção - te faz rir, chorar, cantar, sentir vergonha alheia... Vale a pena pra quem tá procurando uma série despretensiosa.
O desenvolvimento da série é MUITO bom. Apesar de ficar mais lento e denso nos episódios finais, não ficou cansativo, a progressão da história foi muito bem feita. Tanto o elenco principal quanto o de apoio são muito bons e carismáticos. Tenho minhas reticências quanto ao final.
Achei que a série fez um bom trabalho mostrando o distanciamento do casal, e fez muito sentido eles terminarem. Chega um ponto que a gente tá até rezando pra terminarem logo, porque a relação entre eles já estava muito quebrada, especialmente pelo fato de a Hee-do ter passado a vida inteira sofrendo com o trabalho e a ausência da mãe. O que eu não gostei, porém, foi quando voltamos pra fase adulta. Poderiam fazer um episódio extra com uns 30 min mostrando o restante do elenco, porque não foi só a Hee-do que nós acompanhamos, também ficamos apegados ao restante, mas especialmente ao Yi-jin. Achei também uma má escolha não mostrar o marido dela. Me deixou com uma sensação de que ele é só um tapa-buraco na vida dela. É difícil acreditar que ela vai ter um relacionamento tão especial quanto o que tinha, um amor tão complexo e cheio de camadas, e que não se lembra muito dessa fase da vida. Poderiam pelo menos ter mostrado rapidamente como se conheceram, um pouquinho da dinâmica do casal. A série tenta passar o relacionamento da Hee-do com o Yi-jin como se fosse um "amor de juventude", mas está muito longe disso. Eles tinham uma conexão muito profunda, passaram por traumas e conquistas juntos, e querer apagar isso no presente dela parece até desrespeitoso, mesmo que a Hee-do tenha se livrado de todo o arrependimento que tinha com a forma como tudo terminou. Acho que essa série é a personificação perfeita da frase "nem sempre o amor DA sua vida é o amor PARA a sua vida". Faz sentido, mas não deixa de ser bittersweet, quebrou totalmente o meu coração.
Apesar de ter um final apressado e nada satisfatório, não dá pra negar que o desenrolar da história é maravilhoso, a fotografia é linda, e a sensação de nostalgia está muito presente. Só elenco e o carisma dos personagens já valem 4 estrelas.
É ok... Quando foi chegando ao final, eu já estava cansada da série. Demorei mais de dois meses pra assistir o último episódio, porque não dava mais vontade de ver. A Hye-Jin é exagerada, numa tentativa de adicionar comédia, que acaba sendo irritante. O decorrer da história em si não é ruim, eu cheguei a maratonar, era interessante, prendia, mas foi ficando enjoativa. É boa pra passar o tempo, mas poderiam ter usado os 16 episódios de forma mais inteligente.
Um Maluco na TV (2ª Temporada)
4.2 19Gostei bem mais que a 1ª, as personagens me cativaram mais.
O Urso (5ª Temporada)
4.1 73 Assista AgoraO caos todo dos primeiros episódios me lembrou muito a primeira temporada. O desenrolar, mostrando um pouco mais o individual de cada um, me lembrou a 2ª e 3ª. Os episódios finais, por fim, focaram mais na reconciliação/aceitação da realidade vista na 4ª temporada. Foi como se tivessem condensado os sentimentos/a vibe/os pontos positivos das 4 temporadas em 1.
Não imaginava que iria mostrar um único dia em (quase) todos os episódios, foi uma abordagem bem interessante. Correram o risco de a temporada ficar bem cansativa, mas não senti isso, foi bem dinâmica. Souberam focar nas situações certas, nos momentos certos. Foi um final satisfatório depois de passar esses anos todos vendo eles só se lascarem. Achei que o Carmy ia virar ilustrador de livros de culinária kkk nunca imaginaria arquitetura.
No geral, foi uma temporada que cumpriu seu papel. Concluiu o que tinha que concluir sem ficar piegas.
Suits (9ª Temporada)
4.1 75Sei lá, achei meio fraca. A temporada inteira girou em torno da Faye e o ódio mortal que geral sente por ela, sem nenhuma história paralela de fato interessante ou um aprofundamento maior dessa personagem, até porque ela não tava tão errada assim, convenhamos, e o desenrolar da temporada mostra isso muito bem. Acabou ficando meio maçante.
Também não comprei muito a atuação do Harvey apaixonado, não me desceu. Além disso, a série passou tanto tempo nessa de vai ou não vai entre Harvey e Donna que, quando aconteceu, eu já nem queria mais ver os dois juntos, perdeu o timing.
Gostei das partes do Harvey lidando com a morte da mãe, mas foi tãaao superficial. Adorei a participação do Mike, mas também achei o enredo mal construído.
Katrina e Louis foram personagens que a princípio eram um tanto quanto insuportáveis, mas que cresceram muito na série. Foram os melhores da temporada, na minha opinião. Também adoro a Gretchen.
Alex e Samantha são personagens que, pra mim, não cheiram nem fedem. Até acho legais, mas a sensação é de que são tapa-buraco, não consegui me conectar de fato com eles.
Uma pena alguns personagens não terem participado dessa final. A Meghan até dá pra entender - aposentou, virou duquesa e tals - mas a Gina Torres tava até estrelando um spin off de Suits, estranho não aparecer nem que por uns segundos pra promover a série...
Um Maluco na TV (1ª Temporada)
4.1 48É uma série que está sempre nas listas de melhores séries de comédia de todos os tempos, mas até o momento achei bem morna.
E que tradução é essa que deram pro nome da série no Brasil, gente?!?
Suits (8ª Temporada)
4.0 69Sei lá, eu sinto que o Mike adicionava um fator humano que não vejo nos outros personagens. Pra mim a série ficou com uma vibe meio formal demais, difícil explicar. Donna, desde a temporada anterior, virou uma personagem rasa, uma personalidade excessivamente plena, como se estivesse acima de todos, que sabe tudo (mas não de forma arrogante). O Louis, em compensação, cresceu muito e foi um ponto positivo nessa temporada pra mim.
O arco da Katrina me deixou com sentimentos conflitantes. Gosto dela, mas o desenrolar da situação com o Brian já era esperado e me deixou irritada mesmo assim.
40 é o novo 20 (1ª Temporada)
4.0 85Mas gente, daonde que essa mulher parece ter 26 anos? É linda, ok, mas 26? Nem consegui focar na série pelo tamanho do absurdo. No mais, achei bem fraquinha, não sei se vale a pena continuar.
Suits (7ª Temporada)
4.1 57 Assista AgoraNovamente temos os mesmos personagens cometendo os mesmos erros, aprendendo com eles e esquecendo logo em seguida.
Desde a primeira vez que a psicóloga apareceu na série, eu sabia que ela e o Harvey teriam alguma coisa e já não gostei da ideia. Terapia não é só fazer algumas sessões e pronto. Ele criou toda uma relação de confiança com ela e agora não vai ter mais esse apoio psicológico no futuro, que bem sabemos que ele PRECISA.
Louis me deixou sem paciência. Estava sendo tão legal acompanhar o desenvolvimento dele, aí aparece a Sheila e ele volta para aquele ciclo autodestrutivo insuportável.
Adoro a Donna, mas nessa temporada ela tava bem mais do mesmo, um disco riscado. Já não consigo mais imaginar ela e Harvey juntos, pra mim já deu dessa história, inclusive acho que ela merece muito mais que ele.
Não estou com muitas expectativas pra próxima temporada. É muito difícil imaginar o rumo das coisas sem o Mike e a Rachel, eles acrescentam um lado humano pra série, um carisma que falta no restante do elenco.
Suits (6ª Temporada)
4.2 91Muitas coisas me incomodaram nessa temporada.
Primeiro, o tempo que o Mike ficou na cadeia, parece até que foi só passar férias. Segundo (e o que mais me incomodou), a relação dele com o psicólogo. Ele só conversava com o cara pra conseguir algum favor. O psicólogo ser a "testemunha" dele pra conseguir a licença fez até parecer que eles tiveram uma grande conexão, mas eles mal se falaram. Terceiro, a relação do Harvey com a mãe. Pra mim ele tá COMPLETAMENTE certo sobre não ter que pedir desculpas. Toda a mágoa causada foi por culpa da mãe, que fez uma criança passar por um trauma que nenhuma criança deveria passar. Chega a ser doentio. Ela pode se arrepender, mas achar que ele deve desculpas por não perdoar ela antes? É cada coisa... Por fim, Louis de novo arruinando qualquer simpatia que eu sinto por ele por ser extremamente impulsivo.
Outro ponto que me incomodou, mas que não é um problema da série, mas sim um problema social que a série retrata,
é a forma como o mercado de trabalho trata o ex-preso. Me choca uma IGREJA ter que demitir ele, sendo que é uma instituição que prega a compaixão e a redenção. Além disso, não conseguir a licença pra advogar por ter ficha suja, sem considerar o crime cometido, é falar que o sistema prisional não serve pra nada, é estender a pena pra além do que foi sentenciado.
Suits (5ª Temporada)
4.4 147 Assista AgoraUma temporada com altos e baixos. Gostei de ver as sessões do Harvey na terapia, mostrou um lado bem mais humano dele. Louis é um personagem muito volátil, quando estou começando a gostar dele, ele faz alguma burrada e perde toda a minha simpatia.
Suits (4ª Temporada)
4.3 122Mike tava INSUPORTÁVEL nessa temporada. Louis também, apesar de entender os motivos - mas ele e essa vontade cega de querer ser reconhecido, pra mim já deu.
Suits (3ª Temporada)
4.3 134Gostei que teve um aprofundamento maior no relacionamento entre Harvey e Mike. O Louis consegue ser muito chato, mas fiquei com dó dele em vários momentos dessa temporada.
Suits (2ª Temporada)
4.4 179Não gostei muito desse rolo todo de Harvey against all. Essa coisa de ficar quotando filmes o tempo todo é legal no começo, mas fica meio pedante com o tempo.
Suits (1ª Temporada)
4.4 287 Assista AgoraPersonagens carismáticos, os episódios te mantêm entretido. É uma série legal de acompanhar e divertida, mas não é tudo isso que ouvi falar. Deu pra entender porque tem tanto apelo entre homens hétero.
Com Carinho, Kitty (3ª Temporada)
3.4 17 Assista AgoraÉ uma temporada bem curta. Se não for renovada, não vai ser um final ruim, mas também não vai ser dos melhores.
Eu acho a série juvenil demais, mesmo pra faixa de idade do público alvo. É bem mais teen do que Para todos os garotos.. Toda temporada a gente tem algum problema porque a Kitty se intromete demais em algumas coisas, e essa ânsia dela em querer resolver tudo me irrita um pouco.
É uma série bem levinha, bobinha, com seus altos e baixos. Tem várias cenas clichês que me deram muita vergonha alheia. Adorei a participação da Lana Condor, ela é uma querida.
Eu adoro o elenco, apesar de algumas atuações serem um tanto abaixo da média. A química entre todos é muito boa na tela, adoro assistir as entrevistas deles pra promover a temporada, dá pra ver que todos colocaram muito deles mesmos nas personagens que interpretam.
Emergência Radioativa
3.9 222 Assista AgoraConseguiu passar muito bem o desespero da situação. Deu uma aflição tremenda ver o povo trabalhando com radiação sem EPI adequado. Chocante pensar que o governador à época, que praticamente só atrapalhou, era médico - e posteriormente foi Ministro da Saúde! Muita coisa poderia ter sido diferente se o alto escalão tivesse levado a situação com a seriedade necessária.<br/>A série mostrou bem essa questão política e a escolha por manter a população às escuras - não tem palavra melhor pra resumir essa questão do que "descaso". O povo agiu de forma ignorante não porque quis, mas porque não teve informação. Dá pra entender porque reagiram daquela forma, especialmente o pessoal que estava "preso" aguardando a descontaminação. Até hoje existe preconceito contra os sobreviventes, sendo que muitos foram contaminados enquanto ajudavam na descontaminação.<br/>É interessante ver como esse desastre moldou as leis atuais e a nossa Constituição, que agora trata com rigor a manipulação de elementos radioativos e responsabiliza o Estado por qualquer forma de acidente nuclear.<br/>As atuações foram boas, fotografia também. O destaque, pra mim, vai pra forma como o roteiro conseguiu transmitir bem a aflição e a urgência de toda a situação, sem ficar parecendo um dramalhão exagerado - acho até que poderiam ter mostrado mais sobre as consequências para a população, ao invés de focar somente no núcleo que abriu a cápsula.
Zoey e Sua Fantástica Playlist (2ª Temporada)
4.1 34 Assista AgoraA Zoey estava um pouco mais irritante nessa temporada, mas gostei do foco no luto e os tópicos que a série trouxe num geral.
A mixagem de som foi muito bem feita. Se preocuparam com a questão do volume quando as pessoas estavam longe, do movimento do som quando as personagens se movem ou vão para trás de uma parede... Achei legal que tiveram esse cuidado, mesmo que não em todas as músicas. Algumas performances também foram "ao vivo", o que eu adoro e acho que poderia ter sido mais usado.
Achei o final decente. Dava pra ser melhor, mas também não foi insatisfatório.
Ugly Betty (4ª Temporada)
4.1 39Gostei que a transformação da Betty foi gradual e acompanhou o desenvolvimento dela como pessoa. Confesso que tava ansiosíssima pra ver ela com um óculos melhorzinho e pro episódio do aparelho.
Deu um alívio ela não ter ficado com o Henry no final, não tinha saco pra ele. Fico triste que ela não terminou com o Matt, foi o namorado que mais gostei. Não sei o que sentir quanto a Daniel e Betty juntos, sempre passaram uma vibe de amor fraternal, por isso achei até bom deixarem meio "em aberto" se o relacionamento vai pra frente ou não.
Achei o final dela muito coerente.
Stranger Things (5ª Temporada)
3.5 517 Assista AgoraCaramba, decidiram mudar totalmente o rumo das coisas, as teorias do upside down, enfiaram até buraco de minhoca na história. Isso não é coisa que se faça na última temporada, além de ficar meio sem sentido - por que eles nunca viram a parede nas vezes anteriores que foram pra lá?
Tinha algo de especial no relacionamento entre os personagens que permitia que nos apegássemos a eles, mas dessa vez as interações foram poucas e supérfluas. Pode ser o tempo entre temporadas, mas não senti a conexão do elenco que eu via em temporadas anteriores. O foco saiu dos personagens e ficou totalmente no CGI, que, por sinal, foi de um exagero sem tamanho. Poderiam ter economizado mais de um ano de desenvolvimento se tivessem sido mais comedidos.
O ponto negativo principal pra mim foi o apagamento da Eleven. Esses anos todos treinando e o máximo que ela aprendeu foi saltar mais alto. Ela continuou com nariz sangrando só de tirar uma colher de chá do lugar. Um desserviço completo, o Will se mostrou bem mais poderoso que ela. O que também contraria a própria história - os poderes dela não se equiparam ao do Henry? Ela não deveria ser a mais forte dos experimentos? A 008 aguentava bem mais que ela.
Quanto ao final, eu prefiro acreditar que a teoria de a Eleven estar viva tenha sido a forma que o Mike encontrou de conseguir lidar / superar a morte dela. Se fosse pra deixar essa porta aberta, deveriam ter deixado ela viva de uma vez, achei covardia.
Depois de 4 temporadas relativamente consistentes, achei uma pena o que fizeram nessa. O tempo entre temporadas também me fez perder totalmente o ânimo para começa-la. Se eu não fosse cismada com sempre terminar as séries que começo, nem teria assistido, timing péssimo.
Ugly Betty (3ª Temporada)
4.0 18Que ÓDIO da Betty. Que ÓDIO do Henry.
O que adorei nessa temporada: Daniel mais maduro; o desenvolvimento da amizade Betty-Amanda-Marc; o Matt.
Zoey e Sua Fantástica Playlist (1ª Temporada)
4.3 76 Assista AgoraCresci assistindo Glee, então essa série me trouxe uma nostalgia enorme, ainda mais tendo Alex Newell no elenco - perfeita em Glee e perfeita aqui.
É uma série bem divertida, aborda alguns tópicos sérios de forma leve. Achei a escolha de elenco ótima, e também das músicas. Apesar de não ser uma série óootima e eu discordar de algumas escolhas da Zoey, entretém muito e dá espaço pra todo tipo de emoção - te faz rir, chorar, cantar, sentir vergonha alheia... Vale a pena pra quem tá procurando uma série despretensiosa.
Twenty-Five Twenty-One
4.4 65O desenvolvimento da série é MUITO bom. Apesar de ficar mais lento e denso nos episódios finais, não ficou cansativo, a progressão da história foi muito bem feita. Tanto o elenco principal quanto o de apoio são muito bons e carismáticos. Tenho minhas reticências quanto ao final.
Achei que a série fez um bom trabalho mostrando o distanciamento do casal, e fez muito sentido eles terminarem. Chega um ponto que a gente tá até rezando pra terminarem logo, porque a relação entre eles já estava muito quebrada, especialmente pelo fato de a Hee-do ter passado a vida inteira sofrendo com o trabalho e a ausência da mãe. O que eu não gostei, porém, foi quando voltamos pra fase adulta. Poderiam fazer um episódio extra com uns 30 min mostrando o restante do elenco, porque não foi só a Hee-do que nós acompanhamos, também ficamos apegados ao restante, mas especialmente ao Yi-jin.
Achei também uma má escolha não mostrar o marido dela. Me deixou com uma sensação de que ele é só um tapa-buraco na vida dela. É difícil acreditar que ela vai ter um relacionamento tão especial quanto o que tinha, um amor tão complexo e cheio de camadas, e que não se lembra muito dessa fase da vida. Poderiam pelo menos ter mostrado rapidamente como se conheceram, um pouquinho da dinâmica do casal.
A série tenta passar o relacionamento da Hee-do com o Yi-jin como se fosse um "amor de juventude", mas está muito longe disso. Eles tinham uma conexão muito profunda, passaram por traumas e conquistas juntos, e querer apagar isso no presente dela parece até desrespeitoso, mesmo que a Hee-do tenha se livrado de todo o arrependimento que tinha com a forma como tudo terminou.
Acho que essa série é a personificação perfeita da frase "nem sempre o amor DA sua vida é o amor PARA a sua vida". Faz sentido, mas não deixa de ser bittersweet, quebrou totalmente o meu coração.
Apesar de ter um final apressado e nada satisfatório, não dá pra negar que o desenrolar da história é maravilhoso, a fotografia é linda, e a sensação de nostalgia está muito presente. Só elenco e o carisma dos personagens já valem 4 estrelas.
Ugly Betty (2ª Temporada)
4.1 17Não aguentava mais o Henry.
Ugly Betty (1ª Temporada)
4.0 47No geral é legal, os personagens são carismáticos, mas de vez em quando a Betty consegue ser bem irritante.
She Was Pretty
4.0 78É ok... Quando foi chegando ao final, eu já estava cansada da série. Demorei mais de dois meses pra assistir o último episódio, porque não dava mais vontade de ver. A Hye-Jin é exagerada, numa tentativa de adicionar comédia, que acaba sendo irritante. O decorrer da história em si não é ruim, eu cheguei a maratonar, era interessante, prendia, mas foi ficando enjoativa. É boa pra passar o tempo, mas poderiam ter usado os 16 episódios de forma mais inteligente.