Amei, e só estou catalogando agora porque vi que não tinha marcado como visto e nem comentado. Alguns episódios são melhores do que outros, mas todos são bons, e trazem reflexões interessantes sobre as relações. Foi bom conhecer diferentes formas de se relacionar, me fez entender um pouquinho mais sobre as pessoas.
Que talento são as atrizes dessa série. Vim principalmente pela Quincy Tyler Bernstine e pela Emmy Rossum, e valeu a pena.
Apesar de séries policiais não serem muito a minha vibe, gostei bastante dessa. Achei interessante a forma como ambientaram o trabalho de quem investiga crimes sexuais, e também como eles discutiram o abuso nessa série.
No fim, ficou comigo a reflexão de que "só porque uma pessoa sofreu, não quer dizer que ela é boa".
Bizarríssimo. Fica a pergunta: você ia querer se juntar a todo mundo ou ia tentar manter sua individualidade? Pra quem gostou desse, recomendo: - Invasores, de 2007, com a Nicole Kidman. - Plaything, episódio 4 da 7 temporada de Black Mirror (eu detestei, mas trata do mesmo tema). Aguardando ansiosamente a segunda temporada.
Mesmo conhecendo os quadrinhos e sabendo o que ia acontecer, foi sensacional assistir. Adaptação excelente, com ótimas atuações e um respeito enorme pelo texto original. Confesso que o primeiro trailer dessa temporada me preocupou, mas deu tudo certo. Menção honrosa pra atuação de todos os perpétuos principalmente pra Kirby Howell-Baptiste ( melhor Morte de todas) e prx Mason Alexander Park. A primeira é impecável, mas essa aqui é ótima também.
Apesar o último episódio ser muito corrido e ter decepcionado em alguns pontos, a série é consistente e se mantém num ritmo ótimo. Ótima construção de ambiente e soube expandir esse universo pra mais duas, ou quem sabe até mais, temporadas. Aqui criança boa é criança morta kkk.
Nossa, como eu senti falta dessa série. Sempre mexe comigo, e quando penso que ela não tem como se reinventar, ela me faz refletir. Agora vamos aos episódios:
Common People: De longe, o mais real e mais cruel da temporada. Apavorante. Atuações impecáveis do trio protagonista Rashida Jones, Chris O'Dowd e Tracee Ellis Ross, que trasmitiram a mensagem e a catarse emocional na medida.
Bete Noire: Pois é, as vezes gente podre se dá bem mesmo. Que episódio desconfortável, me deu dor física em alguns momentos em que a protagonista era desacreditada na frente de todos.
Hotel Reverie: Porque toda história de amor LGBT+ precisa ser triste e trágica? Vale pontuar a atuação da Issa Rae aqui, que é mais acostumada a fazer comédias (e faz muito bem aliás), e sobre a Emma Corrin não preciso nem falar, entregou tudo.
Plaything: Péssimo. Muito hype por ser uma continuação de Bandersnacth, mas é moroso e tem um final sem sentido, que não se conecta com o universo da série.
Eulogy: Esse episódio me fez chorar no final, e me lembrou uma frase: "Não importa o que você esteja sentindo, o arrependimento dói muito mais" Amor também pode ser perdão.
USS Callister - Into Infinity: A continuação que eu pedi e precisava. O único ponto negativo, único mesmo, é a Michaela Coel não ter voltado nesse episódio, porque de resto, eu amei.
Assisti tudo quando lançou como o fã que sou, mas só agora tive tempo de fazer meu comentário.
Levando em conta a recepção e a qualidade das temporadas anteriores, essa temporada mostrou que Black Mirror ainda consegue ser Black Mirror, e que nós é que não entendemos o conceito haha.
Agora o review por episódio:
1) De loooonge o melhor episódio da temporada, digno de abertura.
Traz a Salma Hayek maravilhosa em todos os sentidos, a Annie Murphy que se destaca em Schitt's Creek e que mostra um grande alcance fora da comédia, e o roteiro sensacional com as old vibes de black mirror dos primórdios.
Reviravolta no ponto, temática atual, e aquela agonia que te deixa preocupado que não pode faltar, até porque ninguém lê os termos de nada, e todo mundo tem segredos. Se contassem sua história por você, com certeza você não ia ser como imagina.
Fica aquela pergunta no fundo da mente: "Nossa, já pensou se isso acontece de verdade?"
Medalha de ouro meus amores.
2) Esse aqui não tem muito a ver com a temática, mas o plot twist do final realmente me pegou eu não fazia ideiaaaaa, fiquei muito chocado kkkkkkk. Sofri pra ver esse episódio, tive que ver em doses homeopáticas senão eu dormia.
Plot twist na medida, desenvolvimento ótimo, uma atmosfera de mistério que prende e questiona, atuações dignas de premiação (sim, tô falando de você mesmo, Kate Mara), e um final chocante.
Sempre tem um maluco religioso querendo ditar o que é natural e o que não é. O fanatismo mata até quem não está "vivo".
E se uma situação fica estranha, é melhor parar o mais cedo possível e enquanto você pode, ainda mais se tem gente enlutada envolvida.
O Aaron Paul tem uma atuação que me divide. Em alguns momentos ele mostra uma potência de expressão e emoção que me cativa muito e eu penso: esse cara é foda, mas em outras ele tá sempre num plateau, meio meh.
JOSH HARTNETT, IF YOU DON'T LET ME SUCK YOUR ****, I WILL KILL MYSELF.
4) Eu ri tanto, mas eu ri tanto que eu prefiro ficar em silêncio sobre esse aqui, kkkkkkk.
Último lugar, óbvio.
5) Gente, que gostoso esse ator né? E aquela calça branca apertada, hmmmmmm kkkkkk.
Enfim, adorei essa abordagem mais sobrenatural do Red Mirror, estou ansioso por mais episódios nessa vibe. Gostei bastante do desenvolvimento, das atuações e do roteiro. E a fotografia, junto com o figurino, criam aquela vibe antiga do jeito certo.
Apesar de ter dois personagens principais padrão discutindo quem ali é mais padrão que quem, é muito divertida e bem positiva.
Tem algumas coisas bem clichê que a gente sabe que só acontecem em séries e filmes, mas ainda sim diverte muito bem. A série em si é muito boa, com personagens ótimos e bem carismáticos.
Incrível como essa consegue ser ainda melhor que a primeira temporada, que eu considero impecável. Uma obra prima, muito bem adaptada do mangá, com ótima fotografia, atuações, roteiro e ambientação. A criatividade em adaptar os jogos no live action foi ótima, surpreendeu. Final satisfatório no que cabe nessa história (não foi um choque porque eu já li o mangá). O foco filosófico dessa temporada e o desenvolvimento de alguns personagens, bem como a adição de outros, caiu na medida certa. Série épica e muito bem feita. Excelência apenas,
PS: RIZUNA ANN VOCÊ É A MAIOR DE TODAS, A MELHOR PERSONAGEM, A MAIS FODON@ VOCÊ É TUDO PRA MIM RAINHA. KUINA NÃO FICA ATRÁS, AS DUAS PEITARAM O REI DE ESPADAS E TROUXERAM A QUINTA ONDA DO FEMINISMO PARA AS BORDERLANDS.
Sensacional, simplesmente. Já assisti faz tempo, mas esqueci de comentar. Chorei tanto que nossa senhora. Uma obra prima, vai ficar pra sempre na história do movimento negro LGBTQIA+ como um MARCO da televisão e da cultura. Vai fazer falta.
Adorei esse retorno as origens e aos temas centrais da série, sem deixar de explorar novas temáticas.
Acredito que o tema central desta temporada, e da série toda, é a grande busca dos seres vivos em encontrar significado em sua existência, e em distinguir o que é real e o que não é, além de entender se existe liberdade de escolha em nossas vidas.
Os novos deuses, principalmente a Charlotte, se vêem em um dilema de falta de propósito após conquistarem o mundo e se verem entediados em toda sua onipotência e eternidade. São mais humanos do que pensam, pois ao alcançarem um objetivo, devem logo partir para outro, coisa que os humanos conhecem bem já que todos morrem no final. Não há tempo a perder.
Elenco de peso com atuações sensacionais, dignas de premiação de Tessa Thompson, Ed Harris e Evan Rachel Wood (quem sabe esse ano ela ganha a estatueta haha). Representaram muito.
Trilha sonora impecável, cinematografia sensacional e direção envolvente. Tudo o que mantém o nível de excelência dessa série e de tudo em que a HBO põe a mão. Ai, muito bom ser fã viu. E que venha a season 5.
Vale notar que os nomes dos episódios são alusões as discussões filosóficas atreladas aos episódios. Arrisco dizer que essa temporada foi tão boa que resgatou a terceira e deu a ela o merecido posto de temporada de transição. Hoje entendo melhor o papel da terceira e a vejo com olhos mais carinhosos.
No fim, somos livres para fazer o que desejamos, mas não somos livres para desejar o que desejamos de fato.
Amor Moderno (1ª Temporada)
4.2 589Amei, e só estou catalogando agora porque vi que não tinha marcado como visto e nem comentado.
Alguns episódios são melhores do que outros, mas todos são bons, e trazem reflexões interessantes sobre as relações.
Foi bom conhecer diferentes formas de se relacionar, me fez entender um pouquinho mais sobre as pessoas.
PS: Dev Patel corno manso.
Fúria (1ª Temporada)
4.0 25Que talento são as atrizes dessa série. Vim principalmente pela Quincy Tyler Bernstine e pela Emmy Rossum, e valeu a pena.
Apesar de séries policiais não serem muito a minha vibe, gostei bastante dessa. Achei interessante a forma como ambientaram o trabalho de quem investiga crimes sexuais, e também como eles discutiram o abuso nessa série.
No fim, ficou comigo a reflexão de que "só porque uma pessoa sofreu, não quer dizer que ela é boa".
O Segredo de Widow's Bay (1ª Temporada)
4.0 141gente, eu mais dei risada do que me assustei ou senti tensão.
faltou explicar algumas coisinhas que davam tempo em 10 episódios, mas é uma boa série.
Euphoria (3ª Temporada)
2.9 196 Assista AgoraTanto potencial desperdiçado ....
Pluribus (1ª Temporada)
4.0 355 Assista AgoraBizarríssimo.
Fica a pergunta: você ia querer se juntar a todo mundo ou ia tentar manter sua individualidade?
Pra quem gostou desse, recomendo:
- Invasores, de 2007, com a Nicole Kidman.
- Plaything, episódio 4 da 7 temporada de Black Mirror (eu detestei, mas trata do mesmo tema).
Aguardando ansiosamente a segunda temporada.
Sandman (2ª Temporada)
3.8 135 Assista AgoraMesmo conhecendo os quadrinhos e sabendo o que ia acontecer, foi sensacional assistir.
Adaptação excelente, com ótimas atuações e um respeito enorme pelo texto original.
Confesso que o primeiro trailer dessa temporada me preocupou, mas deu tudo certo.
Menção honrosa pra atuação de todos os perpétuos principalmente pra Kirby Howell-Baptiste ( melhor Morte de todas) e prx Mason Alexander Park.
A primeira é impecável, mas essa aqui é ótima também.
It: Bem-Vindos a Derry (1ª Temporada)
4.1 371 Assista AgoraApesar o último episódio ser muito corrido e ter decepcionado em alguns pontos, a série é consistente e se mantém num ritmo ótimo.
Ótima construção de ambiente e soube expandir esse universo pra mais duas, ou quem sabe até mais, temporadas.
Aqui criança boa é criança morta kkk.
Black Mirror (7ª Temporada)
3.8 335 Assista AgoraNossa, como eu senti falta dessa série. Sempre mexe comigo, e quando penso que ela não tem como se reinventar, ela me faz refletir. Agora vamos aos episódios:
Common People:
De longe, o mais real e mais cruel da temporada.
Apavorante.
Atuações impecáveis do trio protagonista Rashida Jones, Chris O'Dowd e Tracee Ellis Ross, que trasmitiram a mensagem e a catarse emocional na medida.
Bete Noire:
Pois é, as vezes gente podre se dá bem mesmo. Que episódio desconfortável, me deu dor física em alguns momentos em que a protagonista era desacreditada na frente de todos.
Hotel Reverie:
Porque toda história de amor LGBT+ precisa ser triste e trágica?
Vale pontuar a atuação da Issa Rae aqui, que é mais acostumada a fazer comédias (e faz muito bem aliás), e sobre a Emma Corrin não preciso nem falar, entregou tudo.
Plaything:
Péssimo. Muito hype por ser uma continuação de Bandersnacth, mas é moroso e tem um final sem sentido, que não se conecta com o universo da série.
Eulogy:
Esse episódio me fez chorar no final, e me lembrou uma frase:
"Não importa o que você esteja sentindo, o arrependimento dói muito mais"
Amor também pode ser perdão.
USS Callister - Into Infinity:
A continuação que eu pedi e precisava. O único ponto negativo, único mesmo, é a Michaela Coel não ter voltado nesse episódio, porque de resto, eu amei.
Fiquei feliz por eles terem conseguido sobreviver e ter uma solução à caminho.
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 350 Assista AgoraTrabalhar em uma startup é mais ou menos assim.
Agatha Desde Sempre
3.8 165 Assista AgoraComeça fraco mas melhora bastante. As vezes a marvel acerta.
O episódio 7 é uma obra de arte.
Uzumaki
3.1 80 Assista Agorapassado com isso aqui
Fantasmas (1ª Temporada)
4.1 8 Assista AgoraDei muita risada com essa série, o tipo de humor que eu gosto.
PS: Ver o Dylan O'brien de lingerie vermelha mudou a química do meu cérebro.
X-Men '97 (1ª Temporada)
4.5 267 Assista AgoraEu não tenho palavras pra descrever o quão bom é isso aqui.
Patrulha do Destino (4ª Temporada)
3.5 28Que tristeza dizer adeus a MELHOR SÉRIE DE SUPER HERÓIS QUE JÁ EXISTIU!
Patrulha do Destino (3ª Temporada)
3.7 40A melhor temporada da série. Rita, incrível como você não tem nenhum defeito.
A Queda da Casa de Usher
3.9 311 Assista AgoraPUTA
QUE
PARIU
ISSO AQUI É ALTO NÍVEL
this is not something they fucking made, this is some professional like... this shit is in different areas!
what the fuck!?
Black Mirror (6ª Temporada)
3.3 623 Assista AgoraAssisti tudo quando lançou como o fã que sou, mas só agora tive tempo de fazer meu comentário.
Levando em conta a recepção e a qualidade das temporadas anteriores, essa temporada mostrou que Black Mirror ainda consegue ser Black Mirror, e que nós é que não entendemos o conceito haha.
Agora o review por episódio:
1)
De loooonge o melhor episódio da temporada, digno de abertura.
Traz a Salma Hayek maravilhosa em todos os sentidos, a Annie Murphy que se destaca em Schitt's Creek e que mostra um grande alcance fora da comédia, e o roteiro sensacional com as old vibes de black mirror dos primórdios.
Reviravolta no ponto, temática atual, e aquela agonia que te deixa preocupado que não pode faltar, até porque ninguém lê os termos de nada, e todo mundo tem segredos.
Se contassem sua história por você, com certeza você não ia ser como imagina.
Fica aquela pergunta no fundo da mente: "Nossa, já pensou se isso acontece de verdade?"
Medalha de ouro meus amores.
2)
Esse aqui não tem muito a ver com a temática, mas o plot twist do final realmente me pegou eu não fazia ideiaaaaa, fiquei muito chocado kkkkkkk.
Sofri pra ver esse episódio, tive que ver em doses homeopáticas senão eu dormia.
Quarta posição.
3)
Esse aqui leva a medalha de prata.
Plot twist na medida, desenvolvimento ótimo, uma atmosfera de mistério que prende e questiona, atuações dignas de premiação (sim, tô falando de você mesmo, Kate Mara), e um final chocante.
Sempre tem um maluco religioso querendo ditar o que é natural e o que não é. O fanatismo mata até quem não está "vivo".
E se uma situação fica estranha, é melhor parar o mais cedo possível e enquanto você pode, ainda mais se tem gente enlutada envolvida.
O Aaron Paul tem uma atuação que me divide. Em alguns momentos ele mostra uma potência de expressão e emoção que me cativa muito e eu penso: esse cara é foda, mas em outras ele tá sempre num plateau, meio meh.
JOSH HARTNETT, IF YOU DON'T LET ME SUCK YOUR ****, I WILL KILL MYSELF.
4)
Eu ri tanto, mas eu ri tanto que eu prefiro ficar em silêncio sobre esse aqui, kkkkkkk.
Último lugar, óbvio.
5)
Gente, que gostoso esse ator né? E aquela calça branca apertada, hmmmmmm kkkkkk.
Enfim, adorei essa abordagem mais sobrenatural do Red Mirror, estou ansioso por mais episódios nessa vibe. Gostei bastante do desenvolvimento, das atuações e do roteiro. E a fotografia, junto com o figurino, criam aquela vibe antiga do jeito certo.
Medalha de bronze.
The Last of Us (1ª Temporada)
4.4 1,2K Assista AgoraJamais comerei cogumelos novamente.
PS: Pedro Pascal, If you don't let me **** **** ****, I will kill myself.
Smiley (1ª Temporada)
4.0 111 Assista AgoraApesar de ter dois personagens principais padrão discutindo quem ali é mais padrão que quem, é muito divertida e bem positiva.
Tem algumas coisas bem clichê que a gente sabe que só acontecem em séries e filmes, mas ainda sim diverte muito bem.
A série em si é muito boa, com personagens ótimos e bem carismáticos.
Tem uma mensagem bem bonitinha.
Gostei
His Dark Materials - Fronteiras do Universo (3ª Temporada)
3.9 70 Assista AgoraMarisa Coulter, você foi luz.
Alice in Borderland (2ª Temporada)
4.0 197 Assista AgoraIncrível como essa consegue ser ainda melhor que a primeira temporada, que eu considero impecável.
Uma obra prima, muito bem adaptada do mangá, com ótima fotografia, atuações, roteiro e ambientação.
A criatividade em adaptar os jogos no live action foi ótima, surpreendeu.
Final satisfatório no que cabe nessa história (não foi um choque porque eu já li o mangá).
O foco filosófico dessa temporada e o desenvolvimento de alguns personagens, bem como a adição de outros, caiu na medida certa.
Série épica e muito bem feita.
Excelência apenas,
PS: RIZUNA ANN VOCÊ É A MAIOR DE TODAS, A MELHOR PERSONAGEM, A MAIS FODON@ VOCÊ É TUDO PRA MIM RAINHA. KUINA NÃO FICA ATRÁS, AS DUAS PEITARAM O REI DE ESPADAS E TROUXERAM A QUINTA ONDA DO FEMINISMO PARA AS BORDERLANDS.
Alice in Borderland (1ª Temporada)
3.9 304 Assista AgoraÓtima adaptação, enterrou Round 6 sem prometer.
A fluidez dos acontecimentos é ótima e a tensão não para.
Sensacional.
Pose (3ª Temporada)
4.4 107Sensacional, simplesmente.
Já assisti faz tempo, mas esqueci de comentar.
Chorei tanto que nossa senhora. Uma obra prima, vai ficar pra sempre na história do movimento negro LGBTQIA+ como um MARCO da televisão e da cultura.
Vai fazer falta.
Westworld (4ª Temporada)
3.6 122Adorei esse retorno as origens e aos temas centrais da série, sem deixar de explorar novas temáticas.
Acredito que o tema central desta temporada, e da série toda, é a grande busca dos seres vivos em encontrar significado em sua existência, e em distinguir o que é real e o que não é, além de entender se existe liberdade de escolha em nossas vidas.
Os novos deuses, principalmente a Charlotte, se vêem em um dilema de falta de propósito após conquistarem o mundo e se verem entediados em toda sua onipotência e eternidade. São mais humanos do que pensam, pois ao alcançarem um objetivo, devem logo partir para outro, coisa que os humanos conhecem bem já que todos morrem no final. Não há tempo a perder.
Elenco de peso com atuações sensacionais, dignas de premiação de Tessa Thompson, Ed Harris e Evan Rachel Wood (quem sabe esse ano ela ganha a estatueta haha). Representaram muito.
Trilha sonora impecável, cinematografia sensacional e direção envolvente. Tudo o que mantém o nível de excelência dessa série e de tudo em que a HBO põe a mão. Ai, muito bom ser fã viu. E que venha a season 5.
Vale notar que os nomes dos episódios são alusões as discussões filosóficas atreladas aos episódios. Arrisco dizer que essa temporada foi tão boa que resgatou a terceira e deu a ela o merecido posto de temporada de transição. Hoje entendo melhor o papel da terceira e a vejo com olhos mais carinhosos.
No fim, somos livres para fazer o que desejamos, mas não somos livres para desejar o que desejamos de fato.