Demora um pouquinho para engatar, super passível de largar até o segundo episódio. O terceiro em particular dá uma grande vivacidade para a trama, mas eu acho que é preciso falar sobre escolhas que foram feitas.
Por exemplo, nós temos a temática "hotel assombrado", beleza, aí temos o episódio do Hotel Assombrado e dentro dele a gente já vê outros temas, né? Uma disrupção temporal, um palhaço assusador. Coisas que fazem parte das lendas urbanas do lugar, e que de alguma forma faz sentido apresentar, para gente ver o quão rica é essa "cultura de terror", digamos assim. E ainda tem a velha lá perseguidora. O problema de verdade é que nada disso é aprofundado, tipo, não segue uma investigação sobre o hotel assombrado, é só isso mesmo, é um hotel assombrado que existe ali e pronto. E a velha perseguidora morre com um tiro, se espatifa em vários pedaços e fim.
Aí tem esse episódio em particular que é maravilhoso, um livro de bruxaria que se mascara como um livro de auto-ajuda, a moça vai lá e tenta praprar uma festinha para ganhar popularidade, quando vê, ela virou uma bruxa por um dia e quase que leva um monte de gente para o sacrifício. Amei demais, só que aí ela só queima o livro, o feitiço se quebra, ninguém morre, mas mesmo assim fica por isso mesmo, ela volta a vida normal, dá o depoimento dela, ninguém processa ela, é só isso.
Sim, e o arco do filho do prefeito? Ele descobre que o pai mentiu para ele a vida interia sobre a mãe, e aí ele "tá bom pai, eu te perdoou por tudo e te amo porque você vai me levar para o jogo de baseball". Tá ligado? Tipo, what the fuck?
Aí tem o tal do Boogieman também, que ressurge absolutamente do nada para amedrontar a mulher e tipo, okay, acho que é só para rir, porque eu ri bastante nesse episódio específico, mas sei lá, parece que de alguma forma esvazia a história, fica um monte de coisa genérica que não é desenvolvido e você não consegue se importar de verdade com o que tá acontecendo nem com os personagens.
Aí finalmente eles meio que revelam a grandre trama e vai ter o trabalho investigativo até chegar no cara que ficou enterrado por séculos, achei bem engraçado esse episódio e tudo mais, mas claro que não ia acabar logo ali, porque a história precisava seguir. Daí eles falam "Ah, sobreviveu uma das filhas do cara lá, deve ter um descendente vivo ainda". E eu "eeeita, quem será? Será que é o filho do prefeito? Eu vou apostar o meu rabo que é ele, em?". Aí quando é revelado o "grande plot-twist, eu realmente só tô tipo "Pois é, né? Pode começar a segunda temporada logo" maas não, não tem segunda temporada, ainda.
Eu acho muito arriscado essa ideia de querer fazer um suspense/terror sério ao mesmo tempo em que tenta fazer comédia, e acho que por isso não funciona para todo mundo, ou você não leva nada a sério e só resolve ver como uma série para assistir chapado, ou você tenta levar muito a sério e fica puto porque os arcos não são desenvolvidos. Talvez o que a Apple pretendesse aqui fosse criar a justificativa para uma série que pudesse ter várias temporadas que derivariam daí, não sei se esse foi o objetivo, como temporada única funciona parcialmente, no final eu me importo com os personagens, mas não ao ponto de torcer de verdade por eles, porque a série não me dá esse benefício.
Fico muito feliz de ter esperado passar o hype para ver só agora, já que não tinha outras opções. Vou ser sincero e dizer que eu não tinha vontade de assistir, e já tinha tentado ver o primeiro episódio uma ou duas vezes e largado bem no comecinho. Então, acho que o melhor é o desenvolvimento dos personagens, apesar de que é preciso dizer que o Shane é meio que um grande dramático em relação a situação dele, mas acho que colocando o Ilya como um oposto, em relação background e tudo mais, faz sentido e funciona. Não vou entrar na questão de se há muito sexo ou não, acho que se você não quer ver isso, pode simplesmente adiantar as cenas, mas se for falar sobre elas, é um erotismo muito bem orquestrado, eu compro total a ideia de que eles estão transando e que há muita química e muito sentimento, então acho que no geral só mostra a versatilidade dos atores (aliás, que difícil fazer cenas picantes com caras tão gostosos, né?).
Se a pessoa foi ver querendo ver uma série sobre Hockey, se decepcionou, porque é muito mais uma série sobre homens sensíveis em esportes extremamente machistas. Eu preciso falar que o Ilya é muito babaca até provavelmente ali pouco depois da metade da temporada, mas é perceptível que ele precisa ser esse "cara forte" e ele sente que não pode sucumbir aos desejos porque de onde ele vem, ser gay é literalmente um crime. Fico feliz que deram espaço para ele mostrar mais o seu lado sensível e tudo mais.
Pois, roteiro muito bom, elenco muito bom, diria até que a série chega a ser impecável, mas é compreensível se alguém largar bem no comecinho, porque dá um certo ódio mesmo, eu pelo menos tava tipo "Namoral, Shane, se valoriza aí gato".
Quando o Scott faz aquela cena incrível, provavelmente o ponto alto da série até agora, eu pensei "Então, é open season em jogadores de hockey saindo armário, em?" e dava para ser pow, o cara tinha literalmente vencido o torneio e mostrado que ele fez isso sendo gay, tá ligado?
Entrega, sabe? Eu acho até que não há necessidade de uma continuação, a história já está toda ali, dada, o que era importante já aconteceu.
É muito cativante. É um humor bem dark, mas você entra na onda de "Eles são gatos e gatos não tão nem aí para nada mesmo". E tem história, sabe? Os personagens são bem construídos, é uma experiência muito boa, uma pena ser tão curtinho.
Então... acho que a melhor palavra para definir seria "desnecessário". O próprio nome da série não faz muito sentido, porque "Stuart não consegue salvar o universo", qual universo? Todo episódio termina com ele indo para outro universo, e como a gente tá falando de multiverso, o que já tá chato porque vamos ser honestos, ficou chato já, a série é mais sobre a próxima loucura que vai acontecer com um humor muito meia boca e uma galera que honestamente eu não me importo.
Se você quer surpresas, é melhor pular, porque aqui tem um clichê atrás do outro, ele gabarita tudo, até mesmo as corridinhas de pessoas apaixonadas. Mas e daí? É claro que vai ter um lance aqui ou ali para não deixar tudo um mar de rosas, porque assim é a estrutura de uma comédia romântica, mas se você tá vendo esse filme você faz o que todo mundo faz, você torce para que esses dois aí terminem juntos.
Se for pontuar alguma coisa, eu diria que primeiro o Miguel Lallo devorou esse roteiro e encarnou o personagem do Felipe, ele faz um trabalho muito bom. Diego Lira não é tão convincente assim, mas eu comprei a ideia. A Débora Falabela é uma grande diva que merece todo o respeito do mundo e papeis de mais destaque, todavia ela dá um sabor gostoso ao longa representando a mãe que todo mundo queria ter.
É um filme engraçado, sem exageros, é mais aquele good-feeling mesmo, um filme que você assiste para melhorar o seu humor e vender a ideia de que o amor pode sim existir e a vida pode ser uma comédia romântica, o que não é, mas é cinema, a ideia é você entrar na onda mesmo.
Por falar em entrar na onda que coisa maravilhosa os dois viadinhos brincando de sereia, né?
Trilha sonora gostosíssima, um filme que facilmente dá para assistir com toda família, desde que não tenham homofóbicos nela, ou você simplesmente manda os homofóbicos zarparem e deixa só quem quer curtir na sala.
Olha, eu gosto muito e rio bastante, nem sempre é tão engraçado, boa parte do tempo eu penso em como não há justificativa para tolerar o ego do Sheldon e o Haward é simplesmente intolerável, não chega a ser um redpill, mas é absolutamente forçado que ele encontre uma namorada tão inteligente e gata como a Bernadete.
É um bom filme. Não consegui me apegar aos personagens, mas é um produto bem acabado. Não diria que é um dos melhores trabalhos do Nolan, acho que entre outros, Interestellar e Inception são muito melhores.
Olha, começa muito bem, mas eles vão dando uma enrolada legal, aí fica um arco sem fim, começam um segundo arco e no meio desse arco eles enfiam uma outra história aleatória, aí termina a temporada e você não viu quase nada se desenrolar de verdade, fora que eles terminam sem ao menos rolar lá a bentita partida, ou seja, ainda vão pegar pelo menos uns 2 episódios da próxima temporada para terminar essa história paralela, ou melhor, esse filler. Então pela falta de cuidado na linearidade da história eu vou tirar uma 1/5 estrelas.
Agora falando sobre o restante. Acho que os novos personagens são interessantes, mas tipo, aparece essa menina ninja fazendo jutsos e fica tipo "huuum... tá estranho, não acha?". E eles mal explicam como ela chegou até o mundo lá dos coelhinhos ou o porquê dela querer conhecer o Sunraku. Enfim. Fiquei feliz que finalmente teve algum desenvolvimento no "não romance" da Rei e do Hizutome.
É muito perturbador ouvir os depoimentos e ver como uma sociedade pode chegar ao ponto de tratar um assassino em série como algum tipo de herói. É muito duro ver as imagens e ouvir os depoimentos de mulheres que vivem em uma situação de extrema vulnerabilidade e precisam ser exploradas sexualmente para conseguir um meio de sobrevivência. É difícil de assistir, mas é importante.
Sair com minha sanidade intacta depois de uma maratona de 3 temporadas, dessa história maluca, em 3 dias já é lucro. Acho que o que dá para falar é que o pano de fundo é o mistério, a gente assiste porque quer descobrir o que aconteceu, porque aconteceu e o que vai acontecer, mas a história de verdade é em como as pessoas afetam as vidas dos outros e os sentimentos nos movem.
É uma grande maluquice sem pé nem cabeça, e você fica se perguntando se eles podem ir um pouco mais longe, e eles vão, imagino como deve ter sido divertido participar da sala de roteiristas e tipo "Ah, e se esse cara, ele quer muito morrer, mas ele simplesmente continua voltando a vida? Agora ele é o presidente, o assassino dele é o irmão gêmio idêntico e eles vão explodir o mundo todo".
Enfim, eu acho que prende, sabe? Talvez o nível de maluquice atrapalhe o drama, eu simplesmente tô tão entretido e rindo tanto que não consigo me conectar emocionalmente com os personagens. Por exemplo, quando o pessoal de branco apareceu logo no começo da série eu pensei "pessoas que querem morrer e não tem coragem de morrer e querem transformar a vida dos outros num inferno, espero que todos se lasquem, aí quando chega no final da primeira temporada e tá aquele caos sem tamanho eu tô aplaudindo de pé. Quando vêm aquele drone e explode todos eu tô tipo "Parabéns, Silvie, conseguiu o que queria, meu amor?".
O Kevin, sei lá, eu tava só esperando para ver se ele era mesmo Jesus ou sei lá o que, no final, não era só o Kevin e o Kevin era mó otário. Terminou de uma forma muito bonitinha absolutamente desnecessária, ou talvez eu só quisesse mesmo o apocalypse porque parecia que era o que eles estavam prometendo.
A história da Nora sim. "Então, você só queria ir ver seus filhos, você vai, aí chega lá e é outra versão do mundo, para onde só foram as pessoas que tinham desaparecido nesse, aí você vai e faz a odisseia até achar a sua família, mas aí nem dá um oi, outra odisseia para encontrar o cientista que fez a máquina, aí ele simplesmente constroi, você volta e depois de tudo você ainda fala para o fdp do Kevin, quem tinha literalmente dito para você morrer, que você queria sim ficar com ele?".
A Emily tirou tudo o que podia desse personagem. Acho que no geral é basicamente o sonho de realização de todo entusiasta e conspiracionista de vida extraterrestre. Como obra cinematográfica é um excelente entretenimento, apesar de muitas vezes ser altamente previsível. Você pensa "Como é que eles vão sair dessa?" aí você lembra, é um filme e eles são os protagonistas, então vão dar um jeito, segue o jogo. Se você deixar de lado inúmeras situações que são tipo "Pera aí, nem a pau que isso ia funcionar" e seguir no flow da coisa, você recebe um produto bem agradável. O jeito que termina é fenomenal. De qualquer forma é preciso façar que eles poderiam simplesmente ter upado todo o conteúdo dos pendrives na internet logo no início da trama, e o filme seria sobre como o mundo estaria reagindo as revelações.
O lance é você abraçar o ridículo, nem toda piadinha é boa, mas algumas são ótimas, nem toda luta é espetacular, mas é entretenimento, não se prenda a questões como roteiro, não tente levar o filme a sério, pense que é uma grande piada de algumas dezenas de milhões de dólares.
Agora se for levar a sério, é um dos piores filmes que vi em muito tempo, mesmo assim dá para se divertir.
O cara é pai de família, mas deixa a terefa de cuidar da família quase que totalmente para a esposa, que nem mesmo satisfaz sexualmente, ela é apenas uma máquina de fazer filhos e uma empregada perpétua. O cara se apaixona por uma mulher trans, começa um romance, se aventura, mas o que ele quer não é uma mulher, ele quer saber como é ser enrabado, quer ser uma passiva, e por isso a mina larga mão dele, aí ele volta para casa como se nada tivesse acontecido, enquanto a esposa vive um drama próprio, tenta fugir, não vai longe e volta porque sabe que não têm para onde ir naquela sociedade, tira a própria vida porque é a única forma que encontra de se libertar.
Eu não consigo simpatizar com o protagonista. Tenho dó das crianças que não têm culpa de nada e de tão ruim que é a vida da mulher do cara, a morte pareceu até bom negócio.
Há um charme nessa série que é bem peculiar. É uma experiência de volta ao tempo, não somente por se tratar de uma história ambientada na New York dos anos 30, pelo preto e branco, mas a própria forma parece ser uma grande homenagem ao cinema noir, os ângulos de câmera, o uso contínuo de sombras, o vilão da máfia de contrabando de bebidas, enfim. Nícolas Cage entrega uma boa performance. Acho que há alguns problemas de roteiro, o arco da Cat é simplesmente ridiculo, apesar do final ser bem reconfortante. No geral, levando em conta as séries produzidas baseadas nos quadrinhos da Marvel, representa uma boa novidade.
Perderam uma grande oportunidade de terminar a série com o Ben sendo arrastado para o universo do Males Morales.
É compreensível que se tenha a ideia de imacular a imagem de Michael, afinal este é um filme feito acima de tudo para os fãs. O problema é que o roteiro é muito reduntante, o tempo todo tratam a pessoa de Michael como um super-humano, ou melhor, como uma deidade, intocável, a representação da infância do astro parece um recorte mal feito, não há a criação de uma relação de irmandade entre Michael e seus pares, pelo contrário, o garoto é posto como um looner que conversa com ted bears e pets e que se refugia no mundo de fantasia. O único personagem secundário bem trabalhado é a figura paterna, que no enteando parece fazer apenas o papel de antagonista, feito para ser odiado.
Qual a necessidade de se contar uma história com 2 filmes? A resposta é puramente econômica. Antes fizessem um filme de 3 horas e meia, mostrando os podres da família, mas criando personagens que são mais do que meras alegorias, mostrando o drama de Michael em ser perseguido e acusado de pedofilia por gente que só queria extorquir o seu dinheiro, o que será obviamente o enredo do próximo filme. Seria preciso humanizar a figura de Michael, como foi feito na cinebiografia de Whitney, por exemplo.
Não dá para pôr a culpa na direção, há o que se exaltar, o design de produção é incrível, belo trabalho da direção de arte também.
O Segredo de Widow's Bay (1ª Temporada)
4.0 142 Assista AgoraDemora um pouquinho para engatar, super passível de largar até o segundo episódio. O terceiro em particular dá uma grande vivacidade para a trama, mas eu acho que é preciso falar sobre escolhas que foram feitas.
Por exemplo, nós temos a temática "hotel assombrado", beleza, aí temos o episódio do Hotel Assombrado e dentro dele a gente já vê outros temas, né? Uma disrupção temporal, um palhaço assusador. Coisas que fazem parte das lendas urbanas do lugar, e que de alguma forma faz sentido apresentar, para gente ver o quão rica é essa "cultura de terror", digamos assim. E ainda tem a velha lá perseguidora. O problema de verdade é que nada disso é aprofundado, tipo, não segue uma investigação sobre o hotel assombrado, é só isso mesmo, é um hotel assombrado que existe ali e pronto. E a velha perseguidora morre com um tiro, se espatifa em vários pedaços e fim.
Aí tem esse episódio em particular que é maravilhoso, um livro de bruxaria que se mascara como um livro de auto-ajuda, a moça vai lá e tenta praprar uma festinha para ganhar popularidade, quando vê, ela virou uma bruxa por um dia e quase que leva um monte de gente para o sacrifício. Amei demais, só que aí ela só queima o livro, o feitiço se quebra, ninguém morre, mas mesmo assim fica por isso mesmo, ela volta a vida normal, dá o depoimento dela, ninguém processa ela, é só isso.
Sim, e o arco do filho do prefeito? Ele descobre que o pai mentiu para ele a vida interia sobre a mãe, e aí ele "tá bom pai, eu te perdoou por tudo e te amo porque você vai me levar para o jogo de baseball". Tá ligado? Tipo, what the fuck?
Aí tem o tal do Boogieman também, que ressurge absolutamente do nada para amedrontar a mulher e tipo, okay, acho que é só para rir, porque eu ri bastante nesse episódio específico, mas sei lá, parece que de alguma forma esvazia a história, fica um monte de coisa genérica que não é desenvolvido e você não consegue se importar de verdade com o que tá acontecendo nem com os personagens.
Aí finalmente eles meio que revelam a grandre trama e vai ter o trabalho investigativo até chegar no cara que ficou enterrado por séculos, achei bem engraçado esse episódio e tudo mais, mas claro que não ia acabar logo ali, porque a história precisava seguir. Daí eles falam "Ah, sobreviveu uma das filhas do cara lá, deve ter um descendente vivo ainda". E eu "eeeita, quem será? Será que é o filho do prefeito? Eu vou apostar o meu rabo que é ele, em?". Aí quando é revelado o "grande plot-twist, eu realmente só tô tipo "Pois é, né? Pode começar a segunda temporada logo" maas não, não tem segunda temporada, ainda.
Eu acho muito arriscado essa ideia de querer fazer um suspense/terror sério ao mesmo tempo em que tenta fazer comédia, e acho que por isso não funciona para todo mundo, ou você não leva nada a sério e só resolve ver como uma série para assistir chapado, ou você tenta levar muito a sério e fica puto porque os arcos não são desenvolvidos. Talvez o que a Apple pretendesse aqui fosse criar a justificativa para uma série que pudesse ter várias temporadas que derivariam daí, não sei se esse foi o objetivo, como temporada única funciona parcialmente, no final eu me importo com os personagens, mas não ao ponto de torcer de verdade por eles, porque a série não me dá esse benefício.
Rivalidade Ardente (1ª Temporada)
4.3 143 Assista AgoraFico muito feliz de ter esperado passar o hype para ver só agora, já que não tinha outras opções. Vou ser sincero e dizer que eu não tinha vontade de assistir, e já tinha tentado ver o primeiro episódio uma ou duas vezes e largado bem no comecinho. Então, acho que o melhor é o desenvolvimento dos personagens, apesar de que é preciso dizer que o Shane é meio que um grande dramático em relação a situação dele, mas acho que colocando o Ilya como um oposto, em relação background e tudo mais, faz sentido e funciona. Não vou entrar na questão de se há muito sexo ou não, acho que se você não quer ver isso, pode simplesmente adiantar as cenas, mas se for falar sobre elas, é um erotismo muito bem orquestrado, eu compro total a ideia de que eles estão transando e que há muita química e muito sentimento, então acho que no geral só mostra a versatilidade dos atores (aliás, que difícil fazer cenas picantes com caras tão gostosos, né?).
Se a pessoa foi ver querendo ver uma série sobre Hockey, se decepcionou, porque é muito mais uma série sobre homens sensíveis em esportes extremamente machistas. Eu preciso falar que o Ilya é muito babaca até provavelmente ali pouco depois da metade da temporada, mas é perceptível que ele precisa ser esse "cara forte" e ele sente que não pode sucumbir aos desejos porque de onde ele vem, ser gay é literalmente um crime. Fico feliz que deram espaço para ele mostrar mais o seu lado sensível e tudo mais.
Pois, roteiro muito bom, elenco muito bom, diria até que a série chega a ser impecável, mas é compreensível se alguém largar bem no comecinho, porque dá um certo ódio mesmo, eu pelo menos tava tipo "Namoral, Shane, se valoriza aí gato".
Quando o Scott faz aquela cena incrível, provavelmente o ponto alto da série até agora, eu pensei "Então, é open season em jogadores de hockey saindo armário, em?" e dava para ser pow, o cara tinha literalmente vencido o torneio e mostrado que ele fez isso sendo gay, tá ligado?
Entrega, sabe? Eu acho até que não há necessidade de uma continuação, a história já está toda ali, dada, o que era importante já aconteceu.
Gatos de Rua, de Ricky Gervais (1ª Temporada)
3.7 10 Assista AgoraÉ muito cativante. É um humor bem dark, mas você entra na onda de "Eles são gatos e gatos não tão nem aí para nada mesmo". E tem história, sabe? Os personagens são bem construídos, é uma experiência muito boa, uma pena ser tão curtinho.
Stuart Não Consegue Salvar o Universo (1ª Temporada)
3.7 16Então... acho que a melhor palavra para definir seria "desnecessário". O próprio nome da série não faz muito sentido, porque "Stuart não consegue salvar o universo", qual universo? Todo episódio termina com ele indo para outro universo, e como a gente tá falando de multiverso, o que já tá chato porque vamos ser honestos, ficou chato já, a série é mais sobre a próxima loucura que vai acontecer com um humor muito meia boca e uma galera que honestamente eu não me importo.
Quinze Dias
3.7 109 Assista AgoraSe você quer surpresas, é melhor pular, porque aqui tem um clichê atrás do outro, ele gabarita tudo, até mesmo as corridinhas de pessoas apaixonadas. Mas e daí? É claro que vai ter um lance aqui ou ali para não deixar tudo um mar de rosas, porque assim é a estrutura de uma comédia romântica, mas se você tá vendo esse filme você faz o que todo mundo faz, você torce para que esses dois aí terminem juntos.
Se for pontuar alguma coisa, eu diria que primeiro o Miguel Lallo devorou esse roteiro e encarnou o personagem do Felipe, ele faz um trabalho muito bom. Diego Lira não é tão convincente assim, mas eu comprei a ideia. A Débora Falabela é uma grande diva que merece todo o respeito do mundo e papeis de mais destaque, todavia ela dá um sabor gostoso ao longa representando a mãe que todo mundo queria ter.
É um filme engraçado, sem exageros, é mais aquele good-feeling mesmo, um filme que você assiste para melhorar o seu humor e vender a ideia de que o amor pode sim existir e a vida pode ser uma comédia romântica, o que não é, mas é cinema, a ideia é você entrar na onda mesmo.
Por falar em entrar na onda que coisa maravilhosa os dois viadinhos brincando de sereia, né?
Trilha sonora gostosíssima, um filme que facilmente dá para assistir com toda família, desde que não tenham homofóbicos nela, ou você simplesmente manda os homofóbicos zarparem e deixa só quem quer curtir na sala.
Parabéns para todos os envolvidos!
Quinze Dias
3.7 109 Assista AgoraGAY, GAY, GAY, GAY!
AMEI, AMEI, AMEI, AMEI!
Big Bang: A Teoria (4ª Temporada)
4.4 430 Assista AgoraParece um pouco melhor do que as outras temporadas.
X-Men '97 (2ª Temporada)
3.4 70 Assista AgoraComeçou muito boa, aí eu dei um brochada do meio pro fim e no final eu achei meio qualquer coisa.
Big Bang: A Teoria (3ª Temporada)
4.4 390 Assista AgoraOlha, eu gosto muito e rio bastante, nem sempre é tão engraçado, boa parte do tempo eu penso em como não há justificativa para tolerar o ego do Sheldon e o Haward é simplesmente intolerável, não chega a ser um redpill, mas é absolutamente forçado que ele encontre uma namorada tão inteligente e gata como a Bernadete.
Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 391Me parece um pouco mais do mesmo. No geral um bom filme de super-herói.
A Odisseia
4.2 585É um bom filme. Não consegui me apegar aos personagens, mas é um produto bem acabado. Não diria que é um dos melhores trabalhos do Nolan, acho que entre outros, Interestellar e Inception são muito melhores.
That Time I Got Reincarnated as a Slime (OVA)
3.1 4Eu acho um pouco enrolado, mas é bem desenvolvido, o protagonista é interessante.
Shangri-La Frontier: Kusoge Hunter, Kamige ni Idoman to su (2ª …
4.0 5 Assista AgoraOlha, começa muito bem, mas eles vão dando uma enrolada legal, aí fica um arco sem fim, começam um segundo arco e no meio desse arco eles enfiam uma outra história aleatória, aí termina a temporada e você não viu quase nada se desenrolar de verdade, fora que eles terminam sem ao menos rolar lá a bentita partida, ou seja, ainda vão pegar pelo menos uns 2 episódios da próxima temporada para terminar essa história paralela, ou melhor, esse filler. Então pela falta de cuidado na linearidade da história eu vou tirar uma 1/5 estrelas.
Agora falando sobre o restante. Acho que os novos personagens são interessantes, mas tipo, aparece essa menina ninja fazendo jutsos e fica tipo "huuum... tá estranho, não acha?". E eles mal explicam como ela chegou até o mundo lá dos coelhinhos ou o porquê dela querer conhecer o Sunraku. Enfim. Fiquei feliz que finalmente teve algum desenvolvimento no "não romance" da Rei e do Hizutome.
Shangri-La Frontier: Kusoge Hunter, Kamige ni Idoman to su (1ª …
4.1 9 Assista AgoraNão é a última bolacha do pacote, mas tem uma boa ambientação de mundo, o arco do protagonista é interessante, fica melhor na segunda temporada.
And Along Came a Spider
4.1 2É muito perturbador ouvir os depoimentos e ver como uma sociedade pode chegar ao ponto de tratar um assassino em série como algum tipo de herói. É muito duro ver as imagens e ouvir os depoimentos de mulheres que vivem em uma situação de extrema vulnerabilidade e precisam ser exploradas sexualmente para conseguir um meio de sobrevivência. É difícil de assistir, mas é importante.
The Leftovers (3ª Temporada)
4.5 444 Assista AgoraSair com minha sanidade intacta depois de uma maratona de 3 temporadas, dessa história maluca, em 3 dias já é lucro. Acho que o que dá para falar é que o pano de fundo é o mistério, a gente assiste porque quer descobrir o que aconteceu, porque aconteceu e o que vai acontecer, mas a história de verdade é em como as pessoas afetam as vidas dos outros e os sentimentos nos movem.
É uma grande maluquice sem pé nem cabeça, e você fica se perguntando se eles podem ir um pouco mais longe, e eles vão, imagino como deve ter sido divertido participar da sala de roteiristas e tipo "Ah, e se esse cara, ele quer muito morrer, mas ele simplesmente continua voltando a vida? Agora ele é o presidente, o assassino dele é o irmão gêmio idêntico e eles vão explodir o mundo todo".
Enfim, eu acho que prende, sabe? Talvez o nível de maluquice atrapalhe o drama, eu simplesmente tô tão entretido e rindo tanto que não consigo me conectar emocionalmente com os personagens. Por exemplo, quando o pessoal de branco apareceu logo no começo da série eu pensei "pessoas que querem morrer e não tem coragem de morrer e querem transformar a vida dos outros num inferno, espero que todos se lasquem, aí quando chega no final da primeira temporada e tá aquele caos sem tamanho eu tô aplaudindo de pé. Quando vêm aquele drone e explode todos eu tô tipo "Parabéns, Silvie, conseguiu o que queria, meu amor?".
O Kevin, sei lá, eu tava só esperando para ver se ele era mesmo Jesus ou sei lá o que, no final, não era só o Kevin e o Kevin era mó otário. Terminou de uma forma muito bonitinha absolutamente desnecessária, ou talvez eu só quisesse mesmo o apocalypse porque parecia que era o que eles estavam prometendo.
A história da Nora sim. "Então, você só queria ir ver seus filhos, você vai, aí chega lá e é outra versão do mundo, para onde só foram as pessoas que tinham desaparecido nesse, aí você vai e faz a odisseia até achar a sua família, mas aí nem dá um oi, outra odisseia para encontrar o cientista que fez a máquina, aí ele simplesmente constroi, você volta e depois de tudo você ainda fala para o fdp do Kevin, quem tinha literalmente dito para você morrer, que você queria sim ficar com ele?".
Felizes para sempre os meus ovos.
Mas pelo entretenimento eu dou nota máxima.
The Leftovers (2ª Temporada)
4.5 440 Assista AgoraO cara simplesmente não consegue morrer em paz. Ele vai e volta. O que tanto esse cara tem de especial? Enfim. Maluquice total, mas curti bastante.
The Leftovers (1ª Temporada)
4.2 602 Assista AgoraLOUCURA, LOUCURA, LOUCURA.
Dia D
3.0 545 Assista AgoraA Emily tirou tudo o que podia desse personagem. Acho que no geral é basicamente o sonho de realização de todo
entusiasta e conspiracionista de vida extraterrestre. Como obra cinematográfica é um excelente entretenimento, apesar de muitas vezes ser altamente previsível. Você pensa "Como é que eles vão sair dessa?" aí você lembra, é um filme e eles são os protagonistas, então vão dar um jeito, segue o jogo. Se você deixar de lado inúmeras situações que são tipo "Pera aí, nem a pau que isso ia funcionar" e seguir no flow da coisa, você recebe um produto bem agradável. O jeito que termina é fenomenal. De qualquer forma é preciso façar que eles poderiam simplesmente ter upado todo o conteúdo dos pendrives na internet logo no início da trama, e o filme seria sobre como o mundo estaria reagindo as revelações.
Mortal Kombat 2
3.2 345 Assista AgoraO lance é você abraçar o ridículo, nem toda piadinha é boa, mas algumas são ótimas, nem toda luta é espetacular, mas é entretenimento, não se prenda a questões como roteiro, não tente levar o filme a sério, pense que é uma grande piada de algumas dezenas de milhões de dólares.
Agora se for levar a sério, é um dos piores filmes que vi em muito tempo, mesmo assim dá para se divertir.
Joyland
4.0 22O cara é pai de família, mas deixa a terefa de cuidar da família quase que totalmente para a esposa, que nem mesmo satisfaz sexualmente, ela é apenas uma máquina de fazer filhos e uma empregada perpétua. O cara se apaixona por uma mulher trans, começa um romance, se aventura, mas o que ele quer não é uma mulher, ele quer saber como é ser enrabado, quer ser uma passiva, e por isso a mina larga mão dele, aí ele volta para casa como se nada tivesse acontecido, enquanto a esposa vive um drama próprio, tenta fugir, não vai longe e volta porque sabe que não têm para onde ir naquela sociedade, tira a própria vida porque é a única forma que encontra de se libertar.
Eu não consigo simpatizar com o protagonista. Tenho dó das crianças que não têm culpa de nada e de tão ruim que é a vida da mulher do cara, a morte pareceu até bom negócio.
Spider-Noir (1ª Temporada)
3.8 96Há um charme nessa série que é bem peculiar. É uma experiência de volta ao tempo, não somente por se tratar de uma história ambientada na New York dos anos 30, pelo preto e branco, mas a própria forma parece ser uma grande homenagem ao cinema noir, os ângulos de câmera, o uso contínuo de sombras, o vilão da máfia de contrabando de bebidas, enfim. Nícolas Cage entrega uma boa performance. Acho que há alguns problemas de roteiro, o arco da Cat é simplesmente ridiculo, apesar do final ser bem reconfortante. No geral, levando em conta as séries produzidas baseadas nos quadrinhos da Marvel, representa uma boa novidade.
Perderam uma grande oportunidade de terminar a série com o Ben sendo arrastado para o universo do Males Morales.
Michael
3.7 534 Assista AgoraÉ compreensível que se tenha a ideia de imacular a imagem de Michael, afinal este é um filme feito acima de tudo para os fãs. O problema é que o roteiro é muito reduntante, o tempo todo tratam a pessoa de Michael como um super-humano, ou melhor, como uma deidade, intocável, a representação da infância do astro parece um recorte mal feito, não há a criação de uma relação de irmandade entre Michael e seus pares, pelo contrário, o garoto é posto como um looner que conversa com ted bears e pets e que se refugia no mundo de fantasia. O único personagem secundário bem trabalhado é a figura paterna, que no enteando parece fazer apenas o papel de antagonista, feito para ser odiado.
Qual a necessidade de se contar uma história com 2 filmes? A resposta é puramente econômica. Antes fizessem um filme de 3 horas e meia, mostrando os podres da família, mas criando personagens que são mais do que meras alegorias, mostrando o drama de Michael em ser perseguido e acusado de pedofilia por gente que só queria extorquir o seu dinheiro, o que será obviamente o enredo do próximo filme. Seria preciso humanizar a figura de Michael, como foi feito na cinebiografia de Whitney, por exemplo.
Não dá para pôr a culpa na direção, há o que se exaltar, o design de produção é incrível, belo trabalho da direção de arte também.
Devoradores de Estrelas
4.0 798 Assista AgoraUm dos melhores bromances de todos os tempos.