Premissa legal de levar de maneira leve e fantasiosa um tema que pende naturalmente para o drama. Zak e Tyler precisavam um do outro naquele momento e acharam propósito juntos. Reconfortante.
Sensação que nem os besteiróis são como antigamente, mas valeu a escrachada em alguns momentos como uma versão megazord de um venezuelano e a quebra da quarta parede falando sobre o filme.
Boa atuação de Fraser, apesar de em alguns momentos um tanto carregada, caricata do bom moço em contraste com a sua profissão "fake" de fingir, encenar no intuito de criar novos problemas para resolver antigos problemas familiares. E o Japão que por si só já é uma fotografia e tanto.
Tenho que falar do ápice no final do filme que consegue ainda ser melhor do que o início tão bem feito, fotografado, belo pela ambientação e atuação convincente da linda Jessie Buckley em sua personagem com toda a simplicidade e beleza comum que a torna tão apaixonante. Seus olhares no ato final,
na peça onde tudo é novo pra ela e a inocência e catarse são os extremos em tão pouco tempo de tela
me faz ter certeza que o Oscar foi entregue em boas mãos. Todos convencem, o ritmo não cai e a perda e o desfecho são emocionantes. Não sei se é o entusiasmo por acabar de ter assistido, mas aqui eu acho que encontrei o meu melhor filme do Oscar deste ano.
Nem todo mundo vai agradar em embarcar no pandemônio que é a vida de Marty, um cara sem escrúpulos e determinado a ir até o fim atrás de sua ambição independente de quem vai ferrar com força, em momentos cheio de exageros, acontecimentos absurdos a lá Forrest Gump e num ritmo fora do comum, que pode incomodar pelo tempo de tela. Achei aqui a melhor atuação do Oscar deste ano.
Só tinha assistido o primeiro e vi que não era pra mim, mesmo gostando do gênero. Indo no embalo dos ótimos A Hora do Mal e Faça Ela Voltar de 2025, resolvi dar uma chance para esta perda de tempo. Nem desligando qualquer lado crítico e indo para a diversão, deu certo. Chega a ser pior do que os filmes escrachados de terror de personagens da Disney que caíram no domínio público. É tudo tão ruim, as atuações tão desinteressadas, que fica difícil pontuar alguma coisa, faz pensar em como em pleno 2026 algum diretor conclui um dejeto desses e se sente satisfeito com o resultado.
Desde quando vi Sidney Sweeney pela primeira vez no insano O Mistério de Silver Lake até o momento, achei este o papel mais desafiador, creio que naturalmente por ser uma biografia como também por focar zero por cento em sua beleza tão exposta por aí, reforçada por polêmicas recentes. Já tinha gostado dela em Americana e acredito que há muito o que explorar ainda, fora do tipo manjado de filmes como A Empregada. Sobre o filme, sou suspeito pra falar de um dos gêneros que mais me agrada, mas achei desnecessariamente longo e algumas cenas não são tão convincentes. Ben Foster consegue um desempenho acima da média interpretando o verme do Jim e não tem como não pesquisar depois sobre a vida de Christy e não criar empatia.
Fugindo totalmente da parte técnica, que também não sei nada, no final dos anos 90 era muito comum alguns textos rodarem pela internet através de sites de hospedagem gratuita como Hpg, Geocities, Angelfire, entre outros, e ao ver este filme, lembrei de um desses que chamavam de "O Trem da Vida", uma analogia entre as duas palavras do título. Um texto simples como o filme, onde dizia que "pessoas entram e saem dos vagões a todo o momento e algumas ficam por pouco tempo, outras deixam marcas profundas". Cita também que "muitos passageiros que amamos descem antes do nosso destino, deixando saudade". Semelhanças à parte, o filme também traz os impactos do progresso na vida do protagonista, tanto a destruição como sua aceitação já no final.
Eu diria que é uma vibe um tanto parecida com "Livre" e "Na Natureza Selvagem", não na semelhança de seus protagonistas, mas em absorver um pouco da essência de cada pessoa que você encontra em sua jornada. É uma fórmula um tanto já explorada em outras obras, mas eu diria que isso nunca é demais, tem seus méritos e sua forma de enxergar o jeito de levar as coisas como o luto, a solitude e os escapes necessários para tentar seguir em frente.
Não sei se tem a ver com um luto que estou vivendo, mas este filme em sua simplicidade me causou muita reflexão, não é uma obra-prima, mas significou muito pra mim neste momento. Como dito em certas parte do filme, "acho que nunca partimos de verdade, ainda estamos aqui".
Bela surpresa, este foi para um lado um tanto mais atípico e escrachado em relação ao último, Ralph Fiennes segue como alívio cômico, a performance dele
encenando The Number of The Beast foi o momento que ri alto, o WTF mais agradável que já vi em um filme de zumbi
. Senti um pouco a falta de uma amplitude na história, de mais lugares a serem explorados, mais pessoas envolvidas como num bom road trip zumbi, mas no fundo o foco em um acontecimento mais "fechado" tornam os personagens mais marcantes. A abertura que fica no final em relação ao protagonista e velhos rostos do passado e o desfecho do zumbenga Sansão me agradaram bastante.
Gostei do início, do caos implantado, mas depois o filme usou de vários oportunismos de roteiro para as coisas acontecerem, fora os personagens que são desprovidos de qualquer carisma.
Continuação desnecessária de um filme bem mais datado do que o primeiro. Mandam uma turma de despreparados, estereotipados que só dejetam diálogos imaturos para fazer uma busca importante num local perigoso e no final todo mundo já sabe o resultado. Para ajudar o roteiro, a protagonista volta dodói das ideias e resolve acordar somente lá no meio do filme, quando as coisas começam a ficar um pouco mais interessantes. O final foge do trivial, agrada poucos, mas pra mim foi o diferencial que salvou do desastre completo.
A atuação da maioria aqui me surpreendeu grandemente, vou demorar esquecer das feições de Antonino e Isaura quando na fase adulta em várias cenas, sejam elas pesadas ou sutis, pareciam de fato terem vivido toda a dor dos personagens. Temas sensíveis e tratados com um equilíbrio ímpar.
Parece uma salada de esquetes coladas para se criar um filme, as partes soltas quebram qualquer ritmo e a todo momento precisa acontecer alguma coisa para parecer engraçado ou dramático. Já fui mais paciente com filmes assim, uma hora cansa.
Fiquei satisfeito com a nota baixa do filme, enfim um consenso. Que plot detestável foi este, conseguiu piorar mais ainda o que já estava na fossa com uma atuação preguiçosa do Ice Cube.
É uma boa premissa, há uma peculiaridade interessante no protagonista, além de ser legal ver a evolução do Roberto Pattinson como ator, mas é engraçado como o tanto de títulos lançados recentemente perdem o fôlego próximo do final, e este é mais um caso que se encerra de uma maneira sem graça, batida, que você torce para o cast subir o mais depressa possível.
Assisti com o intuito de me introduzir ao universo recém lançado de Thunderbolts, o filme começa bem, uma história mais orgânica ali da família, mas o desenrolar com as duas juntas, cenas de ação e os efeitos são horríveis, as cenas dos vagalumes e delas em queda são dignas de Chapolin, merecia o mínimo de respeito por ser algo tão atual e relativo a um universo tão popular.
Aproveitando a "rivalidade" de Flow e Robô Selvagem aqui no Filmow, assisti os dois em sequência e confesso que não consegui segurar as lágrimas neste último, pela relação mãe e filho que me fez lembrar da minha saudosa mãe. Apesar disso, achei justo o Globo De Ouro para Flow, animação de uma originalidade que eu não via há tempos, achei a temática de cooperação bem ponderada e muitas vezes o silêncio dizia muito, principalmente sobre sermos introspectivos. Me fez entender que dificilmente andamos sozinhos, que não precisamos nos afundar em nossa bolha de uma opinião só e que quase sempre não podemos contar com quem já não esperamos nada. Eu gostaria de assistir futuramente uma continuação deste simpático gato nas telas.
Pela atmosfera negativa que criaram do filme, fique feliz por ter insistido e gostado, o fato das coisas acontecerem já no início, como a imagem da ameaça e as situações adversas, tbm me deram uma impressão positiva, visto que este gênero costuma trazer exatamente o contrário, enrolando o pobre expectador. O garotinho que fez o Nolan merece um ponto positivo, conseguiu realmente me irritar e isso é um ótimo sinal, vejo futuro nele.
Ô, Ben Stiller, eu ri um mucado com os seus eternos personagens Gaylord Focker e Derek Zoolander, mas este aqui eu não consegui terminar... já começa com aqueles feitos absurdos de adolescentes dignos de ficção científica e o final do filme já aparece no começo, de tão óbvio. Não consegui deixar o filtro de lado, devo ter virado um velho ranzinza.
Terror já é um gênero esculhambado por natureza, fica fácil conseguir subir na média e ter alguma notoriedade, mas sinceramente não entendi o hype deste filme, as atitudes do protagonista são detestáveis e os diálogos os mais descartáveis possíveis, assistir no mudo não faria diferença alguma. Enfim, pelo menos o apodrecido e algumas cenas de gore salvam o roteiro tão batido.
O Falcão Manteiga de Amendoim
3.7 88Premissa legal de levar de maneira leve e fantasiosa um tema que pende naturalmente para o drama. Zak e Tyler precisavam um do outro naquele momento e acharam propósito juntos. Reconfortante.
Noite da Pizza
2.3 4 Assista AgoraSensação que nem os besteiróis são como antigamente, mas valeu a escrachada em alguns momentos como uma versão megazord de um venezuelano e a quebra da quarta parede falando sobre o filme.
Consequência
2.2 12 Assista AgoraPelo menos tiraram a nossa vontade de que acabasse logo, visto que é um filme curto.
Família de Aluguel
3.8 42 Assista AgoraBoa atuação de Fraser, apesar de em alguns momentos um tanto carregada, caricata do bom moço em contraste com a sua profissão "fake" de fingir, encenar no intuito de criar novos problemas para resolver antigos problemas familiares. E o Japão que por si só já é uma fotografia e tanto.
Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
4.2 409 Assista AgoraTenho que falar do ápice no final do filme que consegue ainda ser melhor do que o início tão bem feito, fotografado, belo pela ambientação e atuação convincente da linda Jessie Buckley em sua personagem com toda a simplicidade e beleza comum que a torna tão apaixonante. Seus olhares no ato final,
na peça onde tudo é novo pra ela e a inocência e catarse são os extremos em tão pouco tempo de tela
Marty Supreme
3.7 315 Assista AgoraNem todo mundo vai agradar em embarcar no pandemônio que é a vida de Marty, um cara sem escrúpulos e determinado a ir até o fim atrás de sua ambição independente de quem vai ferrar com força, em momentos cheio de exageros, acontecimentos absurdos a lá Forrest Gump e num ritmo fora do comum, que pode incomodar pelo tempo de tela. Achei aqui a melhor atuação do Oscar deste ano.
Pânico 7
2.7 349 Assista AgoraSó tinha assistido o primeiro e vi que não era pra mim, mesmo gostando do gênero. Indo no embalo dos ótimos A Hora do Mal e Faça Ela Voltar de 2025, resolvi dar uma chance para esta perda de tempo. Nem desligando qualquer lado crítico e indo para a diversão, deu certo. Chega a ser pior do que os filmes escrachados de terror de personagens da Disney que caíram no domínio público. É tudo tão ruim, as atuações tão desinteressadas, que fica difícil pontuar alguma coisa, faz pensar em como em pleno 2026 algum diretor conclui um dejeto desses e se sente satisfeito com o resultado.
Christy: Um Novo Round
3.1 24Desde quando vi Sidney Sweeney pela primeira vez no insano O Mistério de Silver Lake até o momento, achei este o papel mais desafiador, creio que naturalmente por ser uma biografia como também por focar zero por cento em sua beleza tão exposta por aí, reforçada por polêmicas recentes. Já tinha gostado dela em Americana e acredito que há muito o que explorar ainda, fora do tipo manjado de filmes como A Empregada. Sobre o filme, sou suspeito pra falar de um dos gêneros que mais me agrada, mas achei desnecessariamente longo e algumas cenas não são tão convincentes. Ben Foster consegue um desempenho acima da média interpretando o verme do Jim e não tem como não pesquisar depois sobre a vida de Christy e não criar empatia.
Sonhos de Trem
3.7 340 Assista AgoraFugindo totalmente da parte técnica, que também não sei nada, no final dos anos 90 era muito comum alguns textos rodarem pela internet através de sites de hospedagem gratuita como Hpg, Geocities, Angelfire, entre outros, e ao ver este filme, lembrei de um desses que chamavam de "O Trem da Vida", uma analogia entre as duas palavras do título. Um texto simples como o filme, onde dizia que "pessoas entram e saem dos vagões a todo o momento e algumas ficam por pouco tempo, outras deixam marcas profundas". Cita também que "muitos passageiros que amamos descem antes do nosso destino, deixando saudade". Semelhanças à parte, o filme também traz os impactos do progresso na vida do protagonista, tanto a destruição como sua aceitação já no final.
Eu diria que é uma vibe um tanto parecida com "Livre" e "Na Natureza Selvagem", não na semelhança de seus protagonistas, mas em absorver um pouco da essência de cada pessoa que você encontra em sua jornada. É uma fórmula um tanto já explorada em outras obras, mas eu diria que isso nunca é demais, tem seus méritos e sua forma de enxergar o jeito de levar as coisas como o luto, a solitude e os escapes necessários para tentar seguir em frente.
Em Um Piscar De Olhos
3.0 19 Assista AgoraNão sei se tem a ver com um luto que estou vivendo, mas este filme em sua simplicidade me causou muita reflexão, não é uma obra-prima, mas significou muito pra mim neste momento.
Como dito em certas parte do filme, "acho que nunca partimos de verdade, ainda estamos aqui".
Extermínio: O Templo dos Ossos
3.4 194 Assista AgoraBela surpresa, este foi para um lado um tanto mais atípico e escrachado em relação ao último, Ralph Fiennes segue como alívio cômico, a performance dele
encenando The Number of The Beast foi o momento que ri alto, o WTF mais agradável que já vi em um filme de zumbi
Senti um pouco a falta de uma amplitude na história, de mais lugares a serem explorados, mais pessoas envolvidas como num bom road trip zumbi, mas no fundo o foco em um acontecimento mais "fechado" tornam os personagens mais marcantes. A abertura que fica no final em relação ao protagonista e velhos rostos do passado e o desfecho do zumbenga Sansão me agradaram bastante.
Extermínio 2
3.4 745 Assista AgoraGostei do início, do caos implantado, mas depois o filme usou de vários oportunismos de roteiro para as coisas acontecerem, fora os personagens que são desprovidos de qualquer carisma.
Abismo do Medo 2
2.9 554Continuação desnecessária de um filme bem mais datado do que o primeiro. Mandam uma turma de despreparados, estereotipados que só dejetam diálogos imaturos para fazer uma busca importante num local perigoso e no final todo mundo já sabe o resultado. Para ajudar o roteiro, a protagonista volta dodói das ideias e resolve acordar somente lá no meio do filme, quando as coisas começam a ficar um pouco mais interessantes. O final foge do trivial, agrada poucos, mas pra mim foi o diferencial que salvou do desastre completo.
O Filho de Mil Homens
4.1 175 Assista AgoraA atuação da maioria aqui me surpreendeu grandemente, vou demorar esquecer das feições de Antonino e Isaura quando na fase adulta em várias cenas, sejam elas pesadas ou sutis, pareciam de fato terem vivido toda a dor dos personagens. Temas sensíveis e tratados com um equilíbrio ímpar.
Caramelo
3.6 235 Assista AgoraParece uma salada de esquetes coladas para se criar um filme, as partes soltas quebram qualquer ritmo e a todo momento precisa acontecer alguma coisa para parecer engraçado ou dramático. Já fui mais paciente com filmes assim, uma hora cansa.
A Guerra dos Mundos
1.4 96 Assista AgoraFiquei satisfeito com a nota baixa do filme, enfim um consenso. Que plot detestável foi este, conseguiu piorar mais ainda o que já estava na fossa com uma atuação preguiçosa do Ice Cube.
Mickey 17
3.4 525 Assista AgoraÉ uma boa premissa, há uma peculiaridade interessante no protagonista, além de ser legal ver a evolução do Roberto Pattinson como ator, mas é engraçado como o tanto de títulos lançados recentemente perdem o fôlego próximo do final, e este é mais um caso que se encerra de uma maneira sem graça, batida, que você torce para o cast subir o mais depressa possível.
Novocaine: À Prova de Dor
3.2 205 Assista AgoraDiverte, tem alguns momentos engraçados principalmente no começo, no mais é totalmente batido, previsível, final horroroso. Vá com zero expectativas.
Viúva Negra
3.5 1,0K Assista AgoraAssisti com o intuito de me introduzir ao universo recém lançado de Thunderbolts, o filme começa bem, uma história mais orgânica ali da família, mas o desenrolar com as duas juntas, cenas de ação e os efeitos são horríveis, as cenas dos vagalumes e delas em queda são dignas de Chapolin, merecia o mínimo de respeito por ser algo tão atual e relativo a um universo tão popular.
Flow
4.2 576Aproveitando a "rivalidade" de Flow e Robô Selvagem aqui no Filmow, assisti os dois em sequência e confesso que não consegui segurar as lágrimas neste último, pela relação mãe e filho que me fez lembrar da minha saudosa mãe. Apesar disso, achei justo o Globo De Ouro para Flow, animação de uma originalidade que eu não via há tempos, achei a temática de cooperação bem ponderada e muitas vezes o silêncio dizia muito, principalmente sobre sermos introspectivos. Me fez entender que dificilmente andamos sozinhos, que não precisamos nos afundar em nossa bolha de uma opinião só e que quase sempre não podemos contar com quem já não esperamos nada. Eu gostaria de assistir futuramente uma continuação deste simpático gato nas telas.
Não Solte!
2.8 165Pela atmosfera negativa que criaram do filme, fique feliz por ter insistido e gostado, o fato das coisas acontecerem já no início, como a imagem da ameaça e as situações adversas, tbm me deram uma impressão positiva, visto que este gênero costuma trazer exatamente o contrário, enrolando o pobre expectador. O garotinho que fez o Nolan merece um ponto positivo, conseguiu realmente me irritar e isso é um ótimo sinal, vejo futuro nele.
Eu só não imaginava que o filme iria machucar os coraçõezinhos frágeis das mães de pets
Os Quebra-Nozes
2.7 23 Assista AgoraÔ, Ben Stiller, eu ri um mucado com os seus eternos personagens Gaylord Focker e Derek Zoolander, mas este aqui eu não consegui terminar... já começa com aqueles feitos absurdos de adolescentes dignos de ficção científica e o final do filme já aparece no começo, de tão óbvio. Não consegui deixar o filtro de lado, devo ter virado um velho ranzinza.
O Mal Que Nos Habita
3.5 807 Assista AgoraTerror já é um gênero esculhambado por natureza, fica fácil conseguir subir na média e ter alguma notoriedade, mas sinceramente não entendi o hype deste filme, as atitudes do protagonista são detestáveis e os diálogos os mais descartáveis possíveis, assistir no mudo não faria diferença alguma. Enfim, pelo menos o apodrecido e algumas cenas de gore salvam o roteiro tão batido.
Verônica: Jogo Sobrenatural
3.1 553 Assista AgoraQue atuação sofrível da protagonista, nada convence aqui, fraco demais.