Tirei o último dia de férias pra assistir The OA. Achei sensacional, sério. Pra quem gosta de ficção científica é uma boa dica, também porque aborda um tema interessante: vida após a morte (etc, etc). Mas não tem nada a ver com aquela novela da Globo "A viagem", fiquem tranquilos. A abordagem aqui é atual e o ritmo é rápido, onde presente e passado dialogam o tempo todo. Como resultado, os oito episódios passam sem a gente perceber - e fica aquela sensação de vazio quando o último acaba. Ah, tem até aspectos da história da Rússia que eu, particularmente, adorei a forma dramática como foram retratados. Roteiros surpreendentes como este, que instigam os sentidos e nos fazem pensar "barbaridade, não entendi nada então?", são fantásticos.
Foi uma temporada surpreendente. De se ver preso à cadeira/sofá, inerte se não fosse o coração acelerado. Roteiro sensacional, envolvente, digno de uma série que soube se reinventar - algo raro atualmente. Aquela sensação de que Brody vai aparecer a qualquer momento persiste, porém, não por ele ser essencialmente necessário, apenas por saber que, em se tratando de Homeland, toda e qualquer reviravolta é possível. Vale frisar que nenhum season finale de Homeland vai superar o da segunda temporada - aceitem isso. No mais, que venha mais uma temporada! Ah, Claire Danes <3!!!
Assisti torcendo o nariz e me lasquei! Voltei aos meus 15 anos, quando assisti "Um amor para recordar" e, no final, abracei minha amiga e chorei com ela horrores. Desta vez, dez anos depois, eu estava sozinha - ainda bem. Logo, não compartilhei com ninguém o chororô descontrolado - até agora. Enfim, o filme é lindo, bem atual, traz diversas questões existenciais e problemas reais, onde o romance adolescente não vem piegas ou efusivo. Pelo contrário, nos ensina, muito. Vale a pena assistir, aham.
O filme propõe mostrar as pessoas no mundo do Godzila - que surge como coadjuvante. Uma ideia boa, que teria dado muito certo se o elenco fosse bom. Bryan Cranston morre no começo, ou seja, o resto do filme segue com atuações muuuuito fracas. O sono vai embora quando o Godzila surge, mas como ele aparece pouco... zzzzzzzzz
Dei cinco estrelas porque há tempos esperara ver algo parecido nessas releituras que o cinema americano, pobre de roteiros (bons), insiste em lançar. Deram uma abordagem nova, bem produzida. Me surpreendeu. Por isso adorei!
In The Flash nos coloca diante de um dilema inédito no cinema, tv e afins: a ressocialização de ex-zumbis em reabilitação. Enfim abordaram um tema batido de um jeito novo e atual. Sem falar no personagem principal, cheio de conflitos existenciais e emocionais. A série surpreende, a impressão inicial de melodrama dá lugar a perturbação digna de Almodóvar ou Lars von Trier (serião!). Como definiram bem ali embaixo: "sensivelmente perturbador".
Você assiste ao filme "Noé", de Darren Aronofsky, na Páscoa. Ok, mas em vez de se distrair lembrando da cantoria desafinada de Russell Crowe no recente "Os miseráveis", ou ver a Herminone em cada cena da Emma Watson, ou querer mais cenas com o Matusalém, só pra ver o Anthony Hopkins, ou se emputecer porque não há nada de 3D, você realmente "embarca" na arca. Você gosta dos atores e do roteiro, que além da história sobre o fim do mundo e bichos numa arca surreal, abordou o lado psicológico de um homem "afortunado" por uma missão, confuso, onde a desilusão com o mundo e consigo o conduz à loucura. Mas o filme faz um alerta: a natureza pede socorro, pois nunca aprendemos a respeitá-la. E como preservá-la, se nos tornamos cada vez mais avessos aos sentimentos e às pessoas? (Eis aqui outro filme, "Her", de Spike Jonze). Sobretudo, "Noé" é um filme onde o recomeço é a solução para uma sociedade em pleno caos. Não, o armagedom bíblico não culminará num grande evento, pois, infelizmente, ele se manifesta todos os dias - somos canibais de nós mesmos, sacou?. Mas que nada, é Páscoa e além de exibir os ovos de chocolate, a ideia de renascimento ressurge forte e genuína. A real é que não podemos mudar o mundo, mas ser leal com os que realmente nos amam, agir com integridade e respeito ao próximo deve ser missão (e obrigação) diária. É fácil, basta desviar do próprio umbigo. Por hora, a missão é ler o livro de Gêneses e ver qual é a desse Noé.
Quando a gente gosta muito de algo, fica difícil reconhecer falhas. Ao menos é o que senti aqui. Afinal, essa temporada deixou muito a desejar em relação às anteriores - MUITO. Começou sem viço, ai finalmente deu uma guinada no estilo Homeland que conhecemos e, incrivelmente, perdeu o rumo e ruiu de um jeito bem amador. Não vou elencar a sequência nonsense que perdurou nessa temporada, tampouco os fatos sem sentido que conduziram a um fim bizarro - poxa, não termina um legado desse jeito! Mas admito que a season finale foi sensível de um jeito único na série, conseguindo comover e intrigar ★.
Aqui, uma pontinha de esperança de que todos os clichês sejam justificados na quarta temporada. E digo mais: quem concluiu os doze episódios é porque tem muito amor pela Carrie.
Quatro considerações: 1) Mais um caso típico do cinema atual: uma baita produção, roteiro fraquíssimo; 2) Franco não convence; nem como mágico, nem como conquistador/malandro, tampouco como "heroi"; 3) O erro talvez tenha sido meu, porque esperei por aventura e vi comédia - do tipo bem forçada, que conseguiu fazer com que Mila Kunis e Rachel Weisz parecessem charlatonas; 4) Peguei no sono, quando a bruxa boazinha apareceu.
Três homens em busca de uma recompensa. Não se engane, este não é um filme previsível. Pelo contrário, nos surpreende a cada instante. Clint, mais uma vez, consegue nos envolver. Os mil dólares oferecidos, na verdade, representam a busca de três homens pelo real sentido da vida. Adorei!
Nada daquela sensação de perda quando algo bom acaba. Pelo contrário, senti um certo alívio, os episódios estavam um tanto tortuosos. Tomara que a próxima temporada seja melhor.
Surpreendeu, achei que ia ser a mesma história contada do mesmo jeito, mas conseguiram produzir um roteiro bem bacana. Ressalva também pros efeitos especiais - claro. Gostei bastante.
Fiquei decepcionada. Tom Hooper não se deu ao trabalho de adaptar o musical do teatro para o cinema. Proposta que, a meu ver, foi muito infeliz - enquanto diretor, não aproveitou os recursos cinematográficos, nem o elenco que tinha à disposição. Faltou enredo, sobrou cantoria. Hugh e Anne estão maravilhosos, é inegável. Valeu por revelar ao cinema a talentosa Samantha Barks. No entanto, ainda sou mais a versão de Bille August, de 1998.
Até o Último Homem
4.2 2,0K Assista AgoraJá houve humanidade, no sentido de benevolência, na guerra; fruto da fé de um único homem. Filme lindo.
The OA (Parte 1)
4.1 980 Assista AgoraTirei o último dia de férias pra assistir The OA. Achei sensacional, sério. Pra quem gosta de ficção científica é uma boa dica, também porque aborda um tema interessante: vida após a morte (etc, etc). Mas não tem nada a ver com aquela novela da Globo "A viagem", fiquem tranquilos. A abordagem aqui é atual e o ritmo é rápido, onde presente e passado dialogam o tempo todo. Como resultado, os oito episódios passam sem a gente perceber - e fica aquela sensação de vazio quando o último acaba. Ah, tem até aspectos da história da Rússia que eu, particularmente, adorei a forma dramática como foram retratados. Roteiros surpreendentes como este, que instigam os sentidos e nos fazem pensar "barbaridade, não entendi nada então?", são fantásticos.
Um Dia
3.9 3,5K Assista AgoraDaquelas gratas surpresas que você encontra à toa, num domingo à noite. Favoritei, é lindo!
Homeland: Segurança Nacional (4ª Temporada)
4.3 280 Assista AgoraFoi uma temporada surpreendente. De se ver preso à cadeira/sofá, inerte se não fosse o coração acelerado. Roteiro sensacional, envolvente, digno de uma série que soube se reinventar - algo raro atualmente. Aquela sensação de que Brody vai aparecer a qualquer momento persiste, porém, não por ele ser essencialmente necessário, apenas por saber que, em se tratando de Homeland, toda e qualquer reviravolta é possível. Vale frisar que nenhum season finale de Homeland vai superar o da segunda temporada - aceitem isso. No mais, que venha mais uma temporada! Ah, Claire Danes <3!!!
Homeland: Segurança Nacional (4ª Temporada)
4.3 280 Assista AgoraExpressão mais condizente depois do episódio 5: QUE SACANAGEM!
A Culpa é das Estrelas
3.7 4,0K Assista AgoraAssisti torcendo o nariz e me lasquei! Voltei aos meus 15 anos, quando assisti "Um amor para recordar" e, no final, abracei minha amiga e chorei com ela horrores. Desta vez, dez anos depois, eu estava sozinha - ainda bem. Logo, não compartilhei com ninguém o chororô descontrolado - até agora. Enfim, o filme é lindo, bem atual, traz diversas questões existenciais e problemas reais, onde o romance adolescente não vem piegas ou efusivo. Pelo contrário, nos ensina, muito. Vale a pena assistir, aham.
Godzilla
3.1 2,1K Assista AgoraO filme propõe mostrar as pessoas no mundo do Godzila - que surge como coadjuvante. Uma ideia boa, que teria dado muito certo se o elenco fosse bom. Bryan Cranston morre no começo, ou seja, o resto do filme segue com atuações muuuuito fracas. O sono vai embora quando o Godzila surge, mas como ele aparece pouco... zzzzzzzzz
Malévola
3.7 3,8K Assista AgoraDei cinco estrelas porque há tempos esperara ver algo parecido nessas releituras que o cinema americano, pobre de roteiros (bons), insiste em lançar. Deram uma abordagem nova, bem produzida. Me surpreendeu. Por isso adorei!
Expresso do Amanhã
3.5 1,3K Assista grátisTilda <3
In the Flesh (1ª Temporada)
4.2 236In The Flash nos coloca diante de um dilema inédito no cinema, tv e afins: a ressocialização de ex-zumbis em reabilitação. Enfim abordaram um tema batido de um jeito novo e atual. Sem falar no personagem principal, cheio de conflitos existenciais e emocionais. A série surpreende, a impressão inicial de melodrama dá lugar a perturbação digna de Almodóvar ou Lars von Trier (serião!). Como definiram bem ali embaixo: "sensivelmente perturbador".
Noé
3.0 2,6K Assista AgoraVocê assiste ao filme "Noé", de Darren Aronofsky, na Páscoa. Ok, mas em vez de se distrair lembrando da cantoria desafinada de Russell Crowe no recente "Os miseráveis", ou ver a Herminone em cada cena da Emma Watson, ou querer mais cenas com o Matusalém, só pra ver o Anthony Hopkins, ou se emputecer porque não há nada de 3D, você realmente "embarca" na arca. Você gosta dos atores e do roteiro, que além da história sobre o fim do mundo e bichos numa arca surreal, abordou o lado psicológico de um homem "afortunado" por uma missão, confuso, onde a desilusão com o mundo e consigo o conduz à loucura. Mas o filme faz um alerta: a natureza pede socorro, pois nunca aprendemos a respeitá-la. E como preservá-la, se nos tornamos cada vez mais avessos aos sentimentos e às pessoas? (Eis aqui outro filme, "Her", de Spike Jonze). Sobretudo, "Noé" é um filme onde o recomeço é a solução para uma sociedade em pleno caos. Não, o armagedom bíblico não culminará num grande evento, pois, infelizmente, ele se manifesta todos os dias - somos canibais de nós mesmos, sacou?. Mas que nada, é Páscoa e além de exibir os ovos de chocolate, a ideia de renascimento ressurge forte e genuína. A real é que não podemos mudar o mundo, mas ser leal com os que realmente nos amam, agir com integridade e respeito ao próximo deve ser missão (e obrigação) diária. É fácil, basta desviar do próprio umbigo. Por hora, a missão é ler o livro de Gêneses e ver qual é a desse Noé.
A Menina Espantalho
4.2 3Uma graça! De uma sensibilidade capaz de arrancar risos e emocionar.
O Tempo e o Vento
3.6 457 Assista AgoraMas que barbaridade! Filme com padrão de telenovela da Globo não dá!
Homeland: Segurança Nacional (3ª Temporada)
4.1 357Quando a gente gosta muito de algo, fica difícil reconhecer falhas. Ao menos é o que senti aqui. Afinal, essa temporada deixou muito a desejar em relação às anteriores - MUITO. Começou sem viço, ai finalmente deu uma guinada no estilo Homeland que conhecemos e, incrivelmente, perdeu o rumo e ruiu de um jeito bem amador. Não vou elencar a sequência nonsense que perdurou nessa temporada, tampouco os fatos sem sentido que conduziram a um fim bizarro - poxa, não termina um legado desse jeito! Mas admito que a season finale foi sensível de um jeito único na série, conseguindo comover e intrigar ★.
Aqui, uma pontinha de esperança de que todos os clichês sejam justificados na quarta temporada. E digo mais: quem concluiu os doze episódios é porque tem muito amor pela Carrie.
Jogos Vorazes: Em Chamas
4.0 3,3K Assista grátisAdorei. Sem mais.
Oz: Mágico e Poderoso
3.2 2,1K Assista AgoraQuatro considerações:
1) Mais um caso típico do cinema atual: uma baita produção, roteiro fraquíssimo;
2) Franco não convence; nem como mágico, nem como conquistador/malandro, tampouco como "heroi";
3) O erro talvez tenha sido meu, porque esperei por aventura e vi comédia - do tipo bem forçada, que conseguiu fazer com que Mila Kunis e Rachel Weisz parecessem charlatonas;
4) Peguei no sono, quando a bruxa boazinha apareceu.
Os Imperdoáveis
4.3 681Três homens em busca de uma recompensa. Não se engane, este não é um filme previsível. Pelo contrário, nos surpreende a cada instante. Clint, mais uma vez, consegue nos envolver. Os mil dólares oferecidos, na verdade, representam a busca de três homens pelo real sentido da vida. Adorei!
Greystoke: A Lenda de Tarzan, o Rei da Selva
3.4 84Aquela sensação de "deveria ter visto antes". Ótima adaptação, senão a melhor. Lambert, pra mim, é o melhor Tarzan do cinema.
Falling Skies (3ª Temporada)
3.8 97 Assista AgoraNada daquela sensação de perda quando algo bom acaba. Pelo contrário, senti um certo alívio, os episódios estavam um tanto tortuosos. Tomara que a próxima temporada seja melhor.
X-Men: Primeira Classe
3.9 3,4K Assista AgoraSurpreendeu, achei que ia ser a mesma história contada do mesmo jeito, mas conseguiram produzir um roteiro bem bacana. Ressalva também pros efeitos especiais - claro. Gostei bastante.
Falling Skies (3ª Temporada)
3.8 97 Assista AgoraFalta pouco!!!
Eu e Meu Guarda-Chuva
2.8 219Bem feitinho, gostei.
Os Miseráveis
4.1 4,1KFiquei decepcionada. Tom Hooper não se deu ao trabalho de adaptar o musical do teatro para o cinema. Proposta que, a meu ver, foi muito infeliz - enquanto diretor, não aproveitou os recursos cinematográficos, nem o elenco que tinha à disposição. Faltou enredo, sobrou cantoria. Hugh e Anne estão maravilhosos, é inegável. Valeu por revelar ao cinema a talentosa Samantha Barks. No entanto, ainda sou mais a versão de Bille August, de 1998.
A Troca
4.0 1,6KClint, mais uma vez genial!