KingMorpheu
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Últimas opiniões enviadas

  • KingMorpheu
    1 dia atrás

    TERROR EM SILENT HILL: REGRESSO PARA O INFERNO

    Eu nem sei por onde começar. Nunca vi uma adaptação tão ruim nesse nível. Sou fã da franquia e me senti completamente desrespeitado. E falo isso como criador do Silent Hill Brasil.

    Eu já achava os filmes de Resident Evil um baita desrespeito, mas isso aqui conseguiu ser pior. Os caras simplesmente juntaram três personagens completamente diferentes em um só. Ficou grotesco.

    E olha o nível do desastre: o visual é o menor dos problemas. O enredo é completamente fora da realidade. O James não é isso. Destruíram o personagem.

    Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno é literalmente um regresso ao inferno de tão ruim.

    E o que fizeram com o Eddie Dombrowski é piada. Dá risada de nervoso. Era melhor ter cortado do filme. No jogo ele tem um arco próprio, interessante, triste e até meio irônico. Aqui ele aparece só pra cumprir tabela, tipo “tá vendo, ele existe”.

    E aqueles 10 minutos iniciais? Não fazem sentido nenhum. Parece que colocaram qualquer coisa ali só pra encher tempo.

    Agora inventaram que a Mary faz parte de culto. De onde tiraram isso? E pioraram ainda mais quando decidiram que Laura e Angela são partes da Mary. Isso não só não faz sentido, como destrói completamente a essência da história.

    Isso aqui não é adaptação, é desrespeito.

    Esse filme é um crime contra os fãs de Silent Hill 2. Não volto a assistir isso nem se me pagarem.

    Senti raiva vendo isso. Vou continuar nos jogos, que pelo menos respeitam a própria história.

  • KingMorpheu
    4 meses atrás

    Queria falar o quanto considero essa diretora pretensiosa ao extremo. Dá a sensação de que ela pensa o tempo todo “isso vai virar cult”. No fim, porém, o resultado acaba beirando uma galhofa involuntária. Eu entendi a mensagem, entendi muita coisa, mas há decisões que ficam abertas demais para interpretação, não de forma provocativa, e sim confusa.

    A partir daqui há spoilers, então continue por sua conta e risco.

    É perceptível que Die, My Love fala sobre depressão, frustração, luto, perda, tédio e, talvez o mais importante, a perda de identidade. A protagonista se vê presa e sufocada em situações que não escolheu, desde o cachorro que não para de latir até a casa enorme que parece vazia e opressora ao mesmo tempo. Tudo isso constrói a ideia de que ela começa em um pico de alegria e, gradualmente, afunda em uma depressão extrema.

    Há cenas muito simbólicas. Uma delas é quando o companheiro enterra o cachorro e ela se sente menos importante, quase invisível. Ignorada, ela tenta de tudo para chamar a atenção dele. Outra cena, mais sutil e fácil de passar despercebida, acontece quando ela abre o compartimento do carro, pega um chiclete e encontra uma caixa de camisinha aberta, e ainda por cima cara. Antes disso, ela já havia feito observações que indicavam algo errado. A diretora escolhe mostrar, sem verbalizar, sem diálogo explícito, que ele ainda a trai. Ela sabe disso e já não se vê capaz de sustentar aquela relação, nem mesmo com a presença do bebê.

    No geral, é um filme arrastado demais, que aposta excessivamente em múltiplas interpretações. Existem livros que simplesmente não funcionam bem como adaptação cinematográfica, e este é um grande exemplo. As metáforas não funcionam como deveriam.

    O que salva o filme de ser uma completa perda de tempo é Jennifer Lawrence. Sua atuação é magnética e consegue sustentar tudo aquilo que a personagem representa. Sem ela, o filme simplesmente não se sustenta.

    Sinceramente, esse filme deveria ter no máximo uma hora e meia. Eu removeria totalmente o arco do motociclista, que soa avulso e dispensável, mesmo que sirva para justificar alguns surtos da protagonista. Ele não acrescenta o suficiente para justificar sua existência.

    O ato final é pretensioso e disruptivo, mas não de forma positiva, ele destoa do restante do filme. Achei tudo extremamente enfadonho. Eu esperava mais substância.

    Depois que vi quem era a diretora, tudo fez sentido. Ela é claramente focada em produzir um cinema que se esforça para ser pretensioso, na tentativa de se tornar um “cult contemporâneo”. Lamento informar: não é cult, não é contemporâneo, é esquecível.

  • KingMorpheu
    4 meses atrás

    Acabei de assistir Diário de um Banana e eu tô indignado. Eu sei que é uma adaptação, eu sei que o Greg Heffley é para ser desse jeito, mas sinceramente: ele é o pior protagonista que eu já vi. É um péssimo amigo, nunca fica feliz pelas conquistas do melhor amigo, é invejoso, mentiroso, arrogante e completamente tomado pela síndrome de protagonista. Ele é um mala, um insuportável mimado que só pensa em si mesmo.

    O melhor amigo dele simplesmente carrega o filme nas costas. Já o Greg faz questão de irritar em absolutamente todas as cenas. A mãe dele parece incapaz de educar qualquer um dos três filhos, o pai vive completamente alheio a tudo, e eu fiquei várias vezes desconfortável assistindo.

    No fim, o único personagem que realmente me fez continuar foi o melhor amigo do Greg. Porque o resto, principalmente o próprio Greg, foi só frustração atrás de frustração.

  • Laalala 8 meses atrás

    Valeu por me aceitarr

  • Naila 11 meses atrás

    KKKKKKKKKKK eu levo o lanchinho no meu pote da Barbie.
    O mal da Maria Betânia foi ficar floodando e se metendo em todo comentário.

  • Naila 11 meses atrás

    Na moral, o seu comentário chamando o menino de Maria Betânia na página do the last of us 2 me quebrou legal, obrigada por isso, eu chorei de tanto rir