Queria falar o quanto considero essa diretora pretensiosa ao extremo. Dá a sensação de que ela pensa o tempo todo “isso vai virar cult”. No fim, porém, o resultado acaba beirando uma galhofa involuntária. Eu entendi a mensagem, entendi muita coisa, mas há decisões que ficam abertas demais para interpretação, não de forma provocativa, e sim confusa.
A partir daqui há spoilers, então continue por sua conta e risco.
É perceptível que Die, My Love fala sobre depressão, frustração, luto, perda, tédio e, talvez o mais importante, a perda de identidade. A protagonista se vê presa e sufocada em situações que não escolheu, desde o cachorro que não para de latir até a casa enorme que parece vazia e opressora ao mesmo tempo. Tudo isso constrói a ideia de que ela começa em um pico de alegria e, gradualmente, afunda em uma depressão extrema.
Há cenas muito simbólicas. Uma delas é quando o companheiro enterra o cachorro e ela se sente menos importante, quase invisível. Ignorada, ela tenta de tudo para chamar a atenção dele. Outra cena, mais sutil e fácil de passar despercebida, acontece quando ela abre o compartimento do carro, pega um chiclete e encontra uma caixa de camisinha aberta, e ainda por cima cara. Antes disso, ela já havia feito observações que indicavam algo errado. A diretora escolhe mostrar, sem verbalizar, sem diálogo explícito, que ele ainda a trai. Ela sabe disso e já não se vê capaz de sustentar aquela relação, nem mesmo com a presença do bebê.
No geral, é um filme arrastado demais, que aposta excessivamente em múltiplas interpretações. Existem livros que simplesmente não funcionam bem como adaptação cinematográfica, e este é um grande exemplo. As metáforas não funcionam como deveriam.
O que salva o filme de ser uma completa perda de tempo é Jennifer Lawrence. Sua atuação é magnética e consegue sustentar tudo aquilo que a personagem representa. Sem ela, o filme simplesmente não se sustenta.
Sinceramente, esse filme deveria ter no máximo uma hora e meia. Eu removeria totalmente o arco do motociclista, que soa avulso e dispensável, mesmo que sirva para justificar alguns surtos da protagonista. Ele não acrescenta o suficiente para justificar sua existência.
O ato final é pretensioso e disruptivo, mas não de forma positiva, ele destoa do restante do filme. Achei tudo extremamente enfadonho. Eu esperava mais substância.
Depois que vi quem era a diretora, tudo fez sentido. Ela é claramente focada em produzir um cinema que se esforça para ser pretensioso, na tentativa de se tornar um “cult contemporâneo”. Lamento informar: não é cult, não é contemporâneo, é esquecível.
Acabei de assistir Diário de um Banana e eu tô indignado. Eu sei que é uma adaptação, eu sei que o Greg Heffley é para ser desse jeito, mas sinceramente: ele é o pior protagonista que eu já vi. É um péssimo amigo, nunca fica feliz pelas conquistas do melhor amigo, é invejoso, mentiroso, arrogante e completamente tomado pela síndrome de protagonista. Ele é um mala, um insuportável mimado que só pensa em si mesmo.
O melhor amigo dele simplesmente carrega o filme nas costas. Já o Greg faz questão de irritar em absolutamente todas as cenas. A mãe dele parece incapaz de educar qualquer um dos três filhos, o pai vive completamente alheio a tudo, e eu fiquei várias vezes desconfortável assistindo.
No fim, o único personagem que realmente me fez continuar foi o melhor amigo do Greg. Porque o resto, principalmente o próprio Greg, foi só frustração atrás de frustração.
Imagina ter uma amiga pick me girl de 40 anos que te culpa porque o namorado, que te namora há 10 anos, não consegue entrar no altar com você. E para piorar, ela faz todo o drama perfeito para agir exatamente como uma pick me girl. Carrie é o pior tipo de amiga, aquela que prefere perdoar o macho a perdoar a melhor amiga, que só falou uma frase da boca pra fora. Depois ainda culpa a amiga por não perdoar o marido que transou com outra mulher, e pior, sem nem saber se ele faria de novo.
Steve é o “marido perfeito” para as amigas, mas para a Miranda ele não é, e isso é o que importa porque só ela pode decidir. Esse filme me irritou tanto que só confirmou o quão patéticas são todas elas por serem amigas dessa pick me girl de 40 anos. No final, o Big é o cara mais errado do mundo, mas todos decidem que ele é o coitado da história. No fim, a única vítima dessa bagunça toda é a Miranda com um marido infiel, amigas que a julgam e outra amiga que faz tudo ser sobre ela.
No fim todas elas se merecem e esse filme só serve para mostrar o quão patética pode ser a vida adulta.
Weapons (A Hora do Mal) é aquele tipo de filme que entrega tudo na hora certa, sem espaço pra você pensar muito, e isso acabou me desmotivando no final. O diretor, Zach Cregger, que já tinha feito Noites Brutais, novamente mostra que não sabe concluir suas ideias. O começo me prendeu de verdade, a forma como ele constrói a tensão é muito boa e a narrativa me deixou curioso, mas quando percebi que ele seguiria pela fórmula episódica, mostrando a visão de cada personagem importante, tive a sensação de estar vendo mais do mesmo.
Ainda assim, dá pra reconhecer os acertos: ele tem um olhar ágil para momentos de suspense, mesmo quando repete a mesma cena em outra perspectiva você sente a tensão; o elenco também funciona muito bem, com destaque para o ator mirim e principalmente Julia Garner, que segura qualquer personagem com facilidade. Eu só queria ter visto mais da parte investigativa e mais lógica na forma como os personagens se unem para tentar entender o que está acontecendo, mas isso fica em segundo plano.
O problema é que, à medida que o filme avança, a condução vai se perdendo. O humor de quinta série quebra totalmente a atmosfera, a cena do “sonho” com aquela figura gigante em cima da casa foi simplesmente ridícula, os alívios cômicos nunca funcionam e me tiraram da experiência. Quando chega no último ato, tudo desmorona: é pretensioso, bobalhão, anticlimático e sem sentido. Cregger parece ter medo de sustentar a seriedade e acaba jogando tudo para o alto, exatamente como fez em Noites Brutais. A vilã, que tinha muito potencial, é desperdiçada e fica relegada a segundo plano, enquanto o filme insiste em enfiar piadas e momentos deslocados nos respiros de tensão.
No fim, fiquei frustrado. Eu queria a atmosfera tensa e brutal que o começo prometia, mas o diretor preferiu transformar o clímax em galhofa. Ele sabe começar muito bem uma história, mas não consegue concluir de forma satisfatória. Por isso, não consigo depositar muita fé em ver Resident Evil nas mãos dele; no máximo, ele vai entregar um filme que até empolga no início, mas que vira piada de bar no final da noite.
Speak No Evil segue a mesma fórmula de inúmeros thrillers de suspense. Mesmo com alguns momentos bons, é um filme previsível, arrastado e que nunca consegue prender de verdade, o espectador sabe exatamente o que vai acontecer muito antes dos personagens.
Confesso que só escolhi assistir essa versão por causa do meu crush absurdo no James McAvoy. Ele realmente me hipnotiza em tela, e devo admitir que papéis como esse combinam muito com sua fisicalidade e presença. Ainda assim, fica a sensação de que ele merecia algo melhor.
O roteiro, por outro lado, é fraco e cheio de problemas. O casal central não convence como par romântico, o primeiro ato poderia ser bem mais sólido, e a exposição é entregue de maneira preguiçosa, quase subestimando a inteligência do público. Em alguns diálogos chega a ser bobo, como quando é revelado que ele não era médico, algo que já era bem óbvio desde o início.
A ambientação isolada até poderia render tensão, mas tudo desmorona no terceiro ato: a filha, até então dependente de um bonequinho de pano, subitamente se torna quase uma gênia e é tratada como peça-chave da resolução. A trilha sonora é praticamente inexistente, as atuações (com exceção de McAvoy) soam medianas e o ritmo é confuso e cansativo.
No fim, Speak No Evil parece um filme que já nasce exausto, preso em uma fórmula desgastada, sem frescor ou identidade. É mais um no meio de tantos thrillers iguais, e dói ver McAvoy desperdiçando talento em algo tão derivativo. Eu gostaria de vê-lo em papéis mais ousados, fora da zona de conforto, porque aqui, apesar de ser o ponto alto do filme, ele também parece limitado pelo material fraco que recebeu.
Nunca assisti algo tão ruim vindo de uma franquia tão rica em potencial. Alien: Earth é um exemplo claro de como não se faz uma série baseada em algo memorável. Tudo falha: roteiro, direção, fotografia, atuações. Parece um amontoado de ideias jogadas na tela sem nenhuma harmonia.
Já no primeiro episódio dá pra sentir o desastre. A justificativa para as atuações caricatas, com adultos em corpos robotizados fingindo ser crianças, é simplesmente ridícula. Em vez de causar estranheza, só gera vergonha alheia. Lembrou aqueles filmes do Didi em que adultos tentavam bancar crianças, e não de um jeito engraçado, mas patético.
O Xenomorfo, que sempre foi a essência do terror e da tensão, aqui é reduzido a uma besta descontrolada. Nos filmes ele era inteligente, se escondia, usava o ambiente como um predador de verdade. Na série, nada disso existe.
O roteiro é cansativo, cheio de exposição e explicações desnecessárias. Com 30 minutos de episódio eu já estava exausto. A trilha sonora é ruim, a ambientação não passa nenhuma atmosfera e as atuações nem dá vontade de comentar.
Alien: Earth não só decepciona, ele mostra na prática como destruir uma franquia que tinha tudo para brilhar. Nada do que veio antes, nem os filmes mais criticados, chega perto dessa bagunça. Sinceramente, estou pensando em não continuar vendo.
Faltou sutileza, faltou carinho pela obra da qual usou de base, O Bebê de Rosemary FAZ TUDO CERTO, já esse faz tudo errado, o terror psicológico, o terror sugestivo em O Bebê de Rosemary faz o filme ser tão bom, o senso de urgência, o senso de perigo constante, Rosemary esta totalmente impotente por conta da gravides, já neste filme nada consegue ser sugestivo, tudo e na sua cara e POW, toma um Demônio de purpurina, POW um demônio estilo filme de possessão. Nada nesse filme faz jus ao clássico. O maior problema aqui e a atmosfera que não traz nada de aterrorizante, senti que o filme tentou ser aterrorizante, mas parece apenas um filme cansado dele mesmo. A existência desse filme parecer um insulto aos fãs do filme clássico. Eu não recomendaria nem para o meu pior inimigo.
Quando sua vida sofrida vira um pão onde um lado tem manteiga o outro tem Nutella. A forma narrativa dessa série e o que torna ela genial. Destaque para o episódio 7 e 9, estou aqui pelo transtorno da dualidade trabalhista que já vivi. As atuações e um show, atuar como duas pessoas distintas não é nada fácil, o piloto da série e lento, o segundo episódio mais lento ainda, quando chega no episódio 4 meu amigo, você pensa "QUE LUGAR ESSE PELO AMOR DE DEUS". entendi plenamente o ritmo lento do início preparando o terreno para o campo lógico e dual que a série quer abordar. Jamais se encaixaria como um episódio de Black Mirror ou Além da Imaginação, a narrativa precisa ser extendida para melhor apego as duas persona envolvida na trama. Meus amigos, que final sufocante e primoroso, nunca vi um episódio final tão tenso desde Fringe. Recomendo assistir, desculpa o texto longo, talvez eu quisesse passa a mensagem que a série passa com os episódios em apenas um comentário.
Filme que trata de problemas psiquiátricos num relacionamento abusivo. Deixa a desejar na construção lenta e massiva, o uso do Azul foi bem inteligente, tempo pra definir o quão longo e um fim de relacionamento foi genial, mas de resto o filme peca na duração que e quase infinita, o uso do porco pra definir uma pessoa insegura foi de longe a coisa mais inteligente que vi, de resto o filme se acha superior a quem assiste, fazendo dele um filme chato e pobre de narrativa, por mais que use artifícios inteligente, nada ali se valida como solido ou inovador.
Estado de Espírito: Azul cor da loucura e delírio, uma explosão emocional, um acesso de fúria. Uma cor que possui uma forte intensidade e atormenta para o homem. Movimento: o azul possui um movimento de distanciamento do homem físico, possui um movimento concêntrico. Azul no cinema e muito importante, ate mesmo com a cena final com tantos detalhes azuis.
No geral, esse filme tem muitos erros, mas os acertos são digeríveis. Tudo que assistimos foi apenas lembranças de Jake num relacionamento no qual não deu certo, conta sobre os relacionamentos que teve, por isso a cada encontro a história de como eles se conheceram muda de uma forma percetível, os copos de sorvete faz a mesma alusão a tudo que falei, mas nada se alinha com o real, já que de todas as coisas, o azul e presente, fazendo o questionamento, aquilo era real ou apenas a cabeça perturbada do Jake?
Eu esperava bem mais do Quentin Tarantino, o filme não é ruim, apenas arrastado demais pro propósito que ele se propõe. A construção de personagem e admirável, mas tirando isso o filme é longo demais... O fechamento do filme é um grande vácuo de todo resto. Alguns personagens ficaram voando em sua narrativa, eu esperei muito, pra tão pouco... Essa é minha primeira decepção com o Tarantino.
Esta família é muito unida E também muito ouriçada Brigam por qualquer razão Mas acabam pedindo perdão... Pirraça pai! Pirraça mãe! Pirraça filha! Eu também sou da família Eu também quero pirraçar... Catuca pai! Catuca mãe! Catuca filha! Eu também sou da família Também quero catucar Catuca pai, mãe, filha Eu também sou da família Também quero catucar...
Tinha tudo pra ser bom, porém ele se perde em amaranhados de referencias, ele tenta ser épico, tenta ser tudo menos sutil, totalmente oposto de A Viagem de Chihiro, o filme acerta em sua fotografia linda, que destoa dos personagens que parecem menos trabalhado que as belas paisagem, Enredo se perde em meio as inúmeras falta de explicações, um universo rico sem profundidade. o filme tem vastas informações que se fossem exploradas seria um filme sem erros. com um final que apela pro emocional, deixa aberto o verdadeiro valor de uma historia bem contada.
No filme parece tão fácil, ninguém sabe o que passei quando minha mãe descobriu, quando ela passou 1 ano sem olha na minha cara, agora ela finge que não sabe, meu pai nunca conversou com migo sobre, mas ele também sabe, todos finge que me ama, no fundo e apenas obrigação, nem respeito eles tem por mim, esse filme me deixou para baixo num nível bem grande, essa realidade do filme e bem pequena, digo isso pelo meus amigos que passaram pela mesma coisa, esse filme cobre uma parcela bem pequena da realidade, tornando ele um filme simples sem muito a oferecer.
Resumindo: é um filme cheio de esteriótipos, onde faz uma crítica que não funciona, colocaram dois atores bonitos, muito bonitos para fazerem caras e bocas e falarem frases de duplo sentido e na maior parte diálogos inteligente que leva em dúvida o devido trabalho de ambos, um romance forçado, uma personagem principal falastrona e um galã ouvinte que bera o ridículo, mas em compensação o figurino e a fotografia estão bem posicionados, bem aconchegante é luxuoso, mas o filme não passa de um pedaço de roteiro mal escrito e cheio de machismo, um filme que não deveria nem concorrer ao Oscar, mas antigamente só bastava ter nome em Hollywood pra concorrer ao Oscar, o filme não desenvolveu bem a personalidade do protagonista masculino, meio que ficou solto no ar o verdadeiro propósito dele, já a personagem feminino e totalmente uma crítica a mulher independente e que busca o luxo, de uma forma machista ele faz um jogo com Telespectadores, alem de ser totalmente fútil e ambiciosa, ,deixando a personagem saturada é muito exibida é muito caricata, uma decepção! Um roteiro preguiçoso é muito usado pra filmes sem propósito hoje em dia, lamentável e a palavra mais correta, esperava mais, uma coisa funciona bem - Fotografia, Figurino e Química dos personagens, mas o roteiro peca em não aproveita tudo isso, um filme arrastado e monótono, bem abaixo de sua época, Sou apaixonado por filmes com roteiro e atuações ótimas e esse filme não tem nem um dos dois, nem a Audrey Hepburn conseguiu leva o filme a outro patamar, e um filme bem descartável.
MEU DEUS DO CÉU (SIM VOU USAR O CAPS LOOK) EU ESTOU EM CHOQUE ATE AGORA. Eu adorei a forma de retratar a mudança de personalidade e a forma complexa de trata a trama, sem medo de feri o telespectador, e que final em meus amigos, e de tira o chapéu, estou sem ar ate agora, duvidas e teorias só vem a cabeça, filmes bons fazem isso, deixa nossa mente a 1000.
Nossa que filme Ruim, Eu não pensei que seria tão horrível, Olha... Eu com menos orçamento faria um filme cult bem mais interessante, nem vou chama esse filme de cult, esse filme é um pecado ao telespectador, Mal direcionado, paletas de cores roxas e rosa saturada e cansativa de ver, cenas escrotas de abóboras explodindo (nessa parte me engasguei de rir) atuações horríveis, direção de arte perdeu a mão em tudo, trilha sonora horrível, e nem pra fazer um final aceitável fizeram, tive que comentar, esse filme é um sacrilégio. pelo que eu entendi, ela teve um trastorno durante a gravidez, onde entrou em um surto psicológico onde matou o próprio filho, as "alucinações" fazia tudo parte do trastorno dá protagonista, que por fim, fica olhando pra bebês de outras mães. Nem sei se realmente é isso, pois o filme não dá uma base de cria uma teoria valida, o filme é horrível, uma ideia boa pra uma execução confusa e sem lógica, todos estão desconfortável em seus papéis, pra um filme de menos de uma hora e meia, pareceu uma eternidade.
GENTE, que filme foi esse? estou em estase com ele, essa referencia a Corpo Fechado, claro que foi pra da um up pro segundo filme que será lançado em 2020.... PUTA MERDA. ADOREI.
Achei a ideia boa, mas na execução ficou fraco, forçado, e o branco muito intenso me deu agonia, a mesclagem de tom esta mal feita, a câmera passa mais tempo estética que em movimento, levei dois dias pra termina um filme que tinha tudo pra ser revolucionário, mas apenas se tornou um filme distópico facilmente esquecível.
Curta sensível, tocante e singelo, com traços simples e belos, suavidade o tempo inteiro, o piano no sample da trilha sonora nos toca a alma de tão singelo e doce, 12min de puro sentimento envolvido dessa obra visual, sem fala, só com a trilha sonora no fundo, dando profundidade ao Drama do curta.
capitão América ofuscado pelo homem de ferro no próprio filme, além de conter buracos em sua trama, Homem de ferro e melhor trabalhando no enredo que o próprio Capitão América, esperava menos, o filme ficou saturado em algumas partes, além dá inclusão desnecessária do Homem aranha que aparece e some sem nexo algum.
Morra, Amor
3.1 168 Assista AgoraQueria falar o quanto considero essa diretora pretensiosa ao extremo. Dá a sensação de que ela pensa o tempo todo “isso vai virar cult”. No fim, porém, o resultado acaba beirando uma galhofa involuntária. Eu entendi a mensagem, entendi muita coisa, mas há decisões que ficam abertas demais para interpretação, não de forma provocativa, e sim confusa.
A partir daqui há spoilers, então continue por sua conta e risco.
É perceptível que Die, My Love fala sobre depressão, frustração, luto, perda, tédio e, talvez o mais importante, a perda de identidade. A protagonista se vê presa e sufocada em situações que não escolheu, desde o cachorro que não para de latir até a casa enorme que parece vazia e opressora ao mesmo tempo. Tudo isso constrói a ideia de que ela começa em um pico de alegria e, gradualmente, afunda em uma depressão extrema.
Há cenas muito simbólicas. Uma delas é quando o companheiro enterra o cachorro e ela se sente menos importante, quase invisível. Ignorada, ela tenta de tudo para chamar a atenção dele. Outra cena, mais sutil e fácil de passar despercebida, acontece quando ela abre o compartimento do carro, pega um chiclete e encontra uma caixa de camisinha aberta, e ainda por cima cara. Antes disso, ela já havia feito observações que indicavam algo errado. A diretora escolhe mostrar, sem verbalizar, sem diálogo explícito, que ele ainda a trai. Ela sabe disso e já não se vê capaz de sustentar aquela relação, nem mesmo com a presença do bebê.
No geral, é um filme arrastado demais, que aposta excessivamente em múltiplas interpretações. Existem livros que simplesmente não funcionam bem como adaptação cinematográfica, e este é um grande exemplo. As metáforas não funcionam como deveriam.
O que salva o filme de ser uma completa perda de tempo é Jennifer Lawrence. Sua atuação é magnética e consegue sustentar tudo aquilo que a personagem representa. Sem ela, o filme simplesmente não se sustenta.
Sinceramente, esse filme deveria ter no máximo uma hora e meia. Eu removeria totalmente o arco do motociclista, que soa avulso e dispensável, mesmo que sirva para justificar alguns surtos da protagonista. Ele não acrescenta o suficiente para justificar sua existência.
O ato final é pretensioso e disruptivo, mas não de forma positiva, ele destoa do restante do filme. Achei tudo extremamente enfadonho. Eu esperava mais substância.
Depois que vi quem era a diretora, tudo fez sentido. Ela é claramente focada em produzir um cinema que se esforça para ser pretensioso, na tentativa de se tornar um “cult contemporâneo”. Lamento informar: não é cult, não é contemporâneo, é esquecível.
Diário de um Banana
3.4 788 Assista AgoraAcabei de assistir Diário de um Banana e eu tô indignado. Eu sei que é uma adaptação, eu sei que o Greg Heffley é para ser desse jeito, mas sinceramente: ele é o pior protagonista que eu já vi. É um péssimo amigo, nunca fica feliz pelas conquistas do melhor amigo, é invejoso, mentiroso, arrogante e completamente tomado pela síndrome de protagonista. Ele é um mala, um insuportável mimado que só pensa em si mesmo.
O melhor amigo dele simplesmente carrega o filme nas costas. Já o Greg faz questão de irritar em absolutamente todas as cenas. A mãe dele parece incapaz de educar qualquer um dos três filhos, o pai vive completamente alheio a tudo, e eu fiquei várias vezes desconfortável assistindo.
No fim, o único personagem que realmente me fez continuar foi o melhor amigo do Greg. Porque o resto, principalmente o próprio Greg, foi só frustração atrás de frustração.
Sex and the City: O Filme
3.4 703 Assista AgoraImagina ter uma amiga pick me girl de 40 anos que te culpa porque o namorado, que te namora há 10 anos, não consegue entrar no altar com você. E para piorar, ela faz todo o drama perfeito para agir exatamente como uma pick me girl. Carrie é o pior tipo de amiga, aquela que prefere perdoar o macho a perdoar a melhor amiga, que só falou uma frase da boca pra fora. Depois ainda culpa a amiga por não perdoar o marido que transou com outra mulher, e pior, sem nem saber se ele faria de novo.
Steve é o “marido perfeito” para as amigas, mas para a Miranda ele não é, e isso é o que importa porque só ela pode decidir. Esse filme me irritou tanto que só confirmou o quão patéticas são todas elas por serem amigas dessa pick me girl de 40 anos. No final, o Big é o cara mais errado do mundo, mas todos decidem que ele é o coitado da história. No fim, a única vítima dessa bagunça toda é a Miranda com um marido infiel, amigas que a julgam e outra amiga que faz tudo ser sobre ela.
No fim todas elas se merecem e esse filme só serve para mostrar o quão patética pode ser a vida adulta.
A Hora do Mal
3.7 1,0K Assista AgoraWeapons (A Hora do Mal) é aquele tipo de filme que entrega tudo na hora certa, sem espaço pra você pensar muito, e isso acabou me desmotivando no final. O diretor, Zach Cregger, que já tinha feito Noites Brutais, novamente mostra que não sabe concluir suas ideias. O começo me prendeu de verdade, a forma como ele constrói a tensão é muito boa e a narrativa me deixou curioso, mas quando percebi que ele seguiria pela fórmula episódica, mostrando a visão de cada personagem importante, tive a sensação de estar vendo mais do mesmo.
Ainda assim, dá pra reconhecer os acertos: ele tem um olhar ágil para momentos de suspense, mesmo quando repete a mesma cena em outra perspectiva você sente a tensão; o elenco também funciona muito bem, com destaque para o ator mirim e principalmente Julia Garner, que segura qualquer personagem com facilidade. Eu só queria ter visto mais da parte investigativa e mais lógica na forma como os personagens se unem para tentar entender o que está acontecendo, mas isso fica em segundo plano.
O problema é que, à medida que o filme avança, a condução vai se perdendo. O humor de quinta série quebra totalmente a atmosfera, a cena do “sonho” com aquela figura gigante em cima da casa foi simplesmente ridícula, os alívios cômicos nunca funcionam e me tiraram da experiência. Quando chega no último ato, tudo desmorona: é pretensioso, bobalhão, anticlimático e sem sentido. Cregger parece ter medo de sustentar a seriedade e acaba jogando tudo para o alto, exatamente como fez em Noites Brutais. A vilã, que tinha muito potencial, é desperdiçada e fica relegada a segundo plano, enquanto o filme insiste em enfiar piadas e momentos deslocados nos respiros de tensão.
No fim, fiquei frustrado. Eu queria a atmosfera tensa e brutal que o começo prometia, mas o diretor preferiu transformar o clímax em galhofa. Ele sabe começar muito bem uma história, mas não consegue concluir de forma satisfatória. Por isso, não consigo depositar muita fé em ver Resident Evil nas mãos dele; no máximo, ele vai entregar um filme que até empolga no início, mas que vira piada de bar no final da noite.
Não Fale o Mal
3.3 623Speak No Evil segue a mesma fórmula de inúmeros thrillers de suspense. Mesmo com alguns momentos bons, é um filme previsível, arrastado e que nunca consegue prender de verdade, o espectador sabe exatamente o que vai acontecer muito antes dos personagens.
Confesso que só escolhi assistir essa versão por causa do meu crush absurdo no James McAvoy. Ele realmente me hipnotiza em tela, e devo admitir que papéis como esse combinam muito com sua fisicalidade e presença. Ainda assim, fica a sensação de que ele merecia algo melhor.
O roteiro, por outro lado, é fraco e cheio de problemas. O casal central não convence como par romântico, o primeiro ato poderia ser bem mais sólido, e a exposição é entregue de maneira preguiçosa, quase subestimando a inteligência do público. Em alguns diálogos chega a ser bobo, como quando é revelado que ele não era médico, algo que já era bem óbvio desde o início.
A ambientação isolada até poderia render tensão, mas tudo desmorona no terceiro ato: a filha, até então dependente de um bonequinho de pano, subitamente se torna quase uma gênia e é tratada como peça-chave da resolução. A trilha sonora é praticamente inexistente, as atuações (com exceção de McAvoy) soam medianas e o ritmo é confuso e cansativo.
No fim, Speak No Evil parece um filme que já nasce exausto, preso em uma fórmula desgastada, sem frescor ou identidade. É mais um no meio de tantos thrillers iguais, e dói ver McAvoy desperdiçando talento em algo tão derivativo. Eu gostaria de vê-lo em papéis mais ousados, fora da zona de conforto, porque aqui, apesar de ser o ponto alto do filme, ele também parece limitado pelo material fraco que recebeu.
Alien: Earth (1ª Temporada)
3.2 276 Assista AgoraNunca assisti algo tão ruim vindo de uma franquia tão rica em potencial. Alien: Earth é um exemplo claro de como não se faz uma série baseada em algo memorável.
Tudo falha: roteiro, direção, fotografia, atuações. Parece um amontoado de ideias jogadas na tela sem nenhuma harmonia.
Já no primeiro episódio dá pra sentir o desastre. A justificativa para as atuações caricatas, com adultos em corpos robotizados fingindo ser crianças, é simplesmente ridícula. Em vez de causar estranheza, só gera vergonha alheia. Lembrou aqueles filmes do Didi em que adultos tentavam bancar crianças, e não de um jeito engraçado, mas patético.
O Xenomorfo, que sempre foi a essência do terror e da tensão, aqui é reduzido a uma besta descontrolada. Nos filmes ele era inteligente, se escondia, usava o ambiente como um predador de verdade. Na série, nada disso existe.
O roteiro é cansativo, cheio de exposição e explicações desnecessárias. Com 30 minutos de episódio eu já estava exausto. A trilha sonora é ruim, a ambientação não passa nenhuma atmosfera e as atuações nem dá vontade de comentar.
Alien: Earth não só decepciona, ele mostra na prática como destruir uma franquia que tinha tudo para brilhar. Nada do que veio antes, nem os filmes mais criticados, chega perto dessa bagunça. Sinceramente, estou pensando em não continuar vendo.
Apartamento 7A
3.0 171 Assista AgoraFaltou sutileza, faltou carinho pela obra da qual usou de base, O Bebê de Rosemary FAZ TUDO CERTO, já esse faz tudo errado, o terror psicológico, o terror sugestivo em O Bebê de Rosemary faz o filme ser tão bom, o senso de urgência, o senso de perigo constante, Rosemary esta totalmente impotente por conta da gravides, já neste filme nada consegue ser sugestivo, tudo e na sua cara e POW, toma um Demônio de purpurina, POW um demônio estilo filme de possessão. Nada nesse filme faz jus ao clássico. O maior problema aqui e a atmosfera que não traz nada de aterrorizante, senti que o filme tentou ser aterrorizante, mas parece apenas um filme cansado dele mesmo. A existência desse filme parecer um insulto aos fãs do filme clássico. Eu não recomendaria nem para o meu pior inimigo.
[spoiler][/spoiler]
Partiu América
1.7 37 Assista AgoraShow de xenofobia, nem sei como cheguei até o fim desse filme.
Intruso
3.1 140Esse filme e o famoso: Só dá valor quando perde.
Ambos abusivos, porém apenas um realmente apaixonado.
Ruptura (1ª Temporada)
4.5 870 Assista AgoraQuando sua vida sofrida vira um pão onde um lado tem manteiga o outro tem Nutella. A forma narrativa dessa série e o que torna ela genial. Destaque para o episódio 7 e 9, estou aqui pelo transtorno da dualidade trabalhista que já vivi. As atuações e um show, atuar como duas pessoas distintas não é nada fácil, o piloto da série e lento, o segundo episódio mais lento ainda, quando chega no episódio 4 meu amigo, você pensa "QUE LUGAR ESSE PELO AMOR DE DEUS". entendi plenamente o ritmo lento do início preparando o terreno para o campo lógico e dual que a série quer abordar. Jamais se encaixaria como um episódio de Black Mirror ou Além da Imaginação, a narrativa precisa ser extendida para melhor apego as duas persona envolvida na trama. Meus amigos, que final sufocante e primoroso, nunca vi um episódio final tão tenso desde Fringe. Recomendo assistir, desculpa o texto longo, talvez eu quisesse passa a mensagem que a série passa com os episódios em apenas um comentário.
Estou Pensando em Acabar com Tudo
3.1 1,1K Assista AgoraFilme que trata de problemas psiquiátricos num relacionamento abusivo. Deixa a desejar na construção lenta e massiva, o uso do Azul foi bem inteligente, tempo pra definir o quão longo e um fim de relacionamento foi genial, mas de resto o filme peca na duração que e quase infinita, o uso do porco pra definir uma pessoa insegura foi de longe a coisa mais inteligente que vi, de resto o filme se acha superior a quem assiste, fazendo dele um filme chato e pobre de narrativa, por mais que use artifícios inteligente, nada ali se valida como solido ou inovador.
Estado de Espírito: Azul cor da loucura e delírio, uma explosão emocional, um acesso de fúria. Uma cor que possui uma forte intensidade e atormenta para o homem. Movimento: o azul possui um movimento de distanciamento do homem físico, possui um movimento concêntrico. Azul no cinema e muito importante, ate mesmo com a cena final com tantos detalhes azuis.
No geral, esse filme tem muitos erros, mas os acertos são digeríveis. Tudo que assistimos foi apenas lembranças de Jake num relacionamento no qual não deu certo, conta sobre os relacionamentos que teve, por isso a cada encontro a história de como eles se conheceram muda de uma forma percetível, os copos de sorvete faz a mesma alusão a tudo que falei, mas nada se alinha com o real, já que de todas as coisas, o azul e presente, fazendo o questionamento, aquilo era real ou apenas a cabeça perturbada do Jake?
Era Uma Vez em... Hollywood
3.8 2,3K Assista AgoraEu esperava bem mais do Quentin Tarantino, o filme não é ruim, apenas arrastado demais pro propósito que ele se propõe. A construção de personagem e admirável, mas tirando isso o filme é longo demais... O fechamento do filme é um grande vácuo de todo resto. Alguns personagens ficaram voando em sua narrativa, eu esperei muito, pra tão pouco... Essa é minha primeira decepção com o Tarantino.
Parasita
4.5 3,7K Assista AgoraEsta família é muito unida
E também muito ouriçada
Brigam por qualquer razão
Mas acabam pedindo perdão...
Pirraça pai!
Pirraça mãe!
Pirraça filha!
Eu também sou da família
Eu também quero pirraçar...
Catuca pai!
Catuca mãe!
Catuca filha!
Eu também sou da família
Também quero catucar
Catuca pai, mãe, filha
Eu também sou da família
Também quero catucar...
O Peixe Grande & Begônia
4.0 212 Assista AgoraTinha tudo pra ser bom, porém ele se perde em amaranhados de referencias, ele tenta ser épico, tenta ser tudo menos sutil, totalmente oposto de A Viagem de Chihiro, o filme acerta em sua fotografia linda, que destoa dos personagens que parecem menos trabalhado que as belas paisagem, Enredo se perde em meio as inúmeras falta de explicações, um universo rico sem profundidade. o filme tem vastas informações que se fossem exploradas seria um filme sem erros. com um final que apela pro emocional, deixa aberto o verdadeiro valor de uma historia bem contada.
Com Amor, Simon
4.0 1,2K Assista AgoraNo filme parece tão fácil, ninguém sabe o que passei quando minha mãe descobriu, quando ela passou 1 ano sem olha na minha cara, agora ela finge que não sabe, meu pai nunca conversou com migo sobre, mas ele também sabe, todos finge que me ama, no fundo e apenas obrigação, nem respeito eles tem por mim, esse filme me deixou para baixo num nível bem grande, essa realidade do filme e bem pequena, digo isso pelo meus amigos que passaram pela mesma coisa, esse filme cobre uma parcela bem pequena da realidade, tornando ele um filme simples sem muito a oferecer.
Bonequinha de Luxo
4.1 1,7K Assista AgoraResumindo: é um filme cheio de esteriótipos, onde faz uma crítica que não funciona, colocaram dois atores bonitos, muito bonitos para fazerem caras e bocas e falarem frases de duplo sentido e na maior parte diálogos inteligente que leva em dúvida o devido trabalho de ambos, um romance forçado, uma personagem principal falastrona e um galã ouvinte que bera o ridículo, mas em compensação o figurino e a fotografia estão bem posicionados, bem aconchegante é luxuoso, mas o filme não passa de um pedaço de roteiro mal escrito e cheio de machismo, um filme que não deveria nem concorrer ao Oscar, mas antigamente só bastava ter nome em Hollywood pra concorrer ao Oscar, o filme não desenvolveu bem a personalidade do protagonista masculino, meio que ficou solto no ar o verdadeiro propósito dele, já a personagem feminino e totalmente uma crítica a mulher independente e que busca o luxo, de uma forma machista ele faz um jogo com Telespectadores, alem de ser totalmente fútil e ambiciosa, ,deixando a personagem saturada é muito exibida é muito caricata, uma decepção! Um roteiro preguiçoso é muito usado pra filmes sem propósito hoje em dia, lamentável e a palavra mais correta, esperava mais, uma coisa funciona bem - Fotografia, Figurino e Química dos personagens, mas o roteiro peca em não aproveita tudo isso, um filme arrastado e monótono, bem abaixo de sua época, Sou apaixonado por filmes com roteiro e atuações ótimas e esse filme não tem nem um dos dois, nem a Audrey Hepburn conseguiu leva o filme a outro patamar, e um filme bem descartável.
Perfect Blue
4.3 837MEU DEUS DO CÉU (SIM VOU USAR O CAPS LOOK) EU ESTOU EM CHOQUE ATE AGORA. Eu adorei a forma de retratar a mudança de personalidade e a forma complexa de trata a trama, sem medo de feri o telespectador, e que final em meus amigos, e de tira o chapéu, estou sem ar ate agora, duvidas e teorias só vem a cabeça, filmes bons fazem isso, deixa nossa mente a 1000.
Mal Intencionados
1.6 134Nossa que filme Ruim, Eu não pensei que seria tão horrível, Olha... Eu com menos orçamento faria um filme cult bem mais interessante, nem vou chama esse filme de cult, esse filme é um pecado ao telespectador, Mal direcionado, paletas de cores roxas e rosa saturada e cansativa de ver, cenas escrotas de abóboras explodindo (nessa parte me engasguei de rir) atuações horríveis, direção de arte perdeu a mão em tudo, trilha sonora horrível, e nem pra fazer um final aceitável fizeram, tive que comentar, esse filme é um sacrilégio. pelo que eu entendi, ela teve um trastorno durante a gravidez, onde entrou em um surto psicológico onde matou o próprio filho, as "alucinações" fazia tudo parte do trastorno dá protagonista, que por fim, fica olhando pra bebês de outras mães. Nem sei se realmente é isso, pois o filme não dá uma base de cria uma teoria valida, o filme é horrível, uma ideia boa pra uma execução confusa e sem lógica, todos estão desconfortável em seus papéis, pra um filme de menos de uma hora e meia, pareceu uma eternidade.
Fragmentado
3.9 3,0K Assista AgoraGENTE, que filme foi esse? estou em estase com ele, essa referencia a Corpo Fechado, claro que foi pra da um up pro segundo filme que será lançado em 2020.... PUTA MERDA. ADOREI.
THX 1138
3.4 201 Assista AgoraAchei a ideia boa, mas na execução ficou fraco, forçado, e o branco muito intenso me deu agonia, a mesclagem de tom esta mal feita, a câmera passa mais tempo estética que em movimento, levei dois dias pra termina um filme que tinha tudo pra ser revolucionário, mas apenas se tornou um filme distópico facilmente esquecível.
A Casa de Pequenos Cubinhos
4.5 772Curta sensível, tocante e singelo, com traços simples e belos, suavidade o tempo inteiro, o piano no sample da trilha sonora nos toca a alma de tão singelo e doce, 12min de puro sentimento envolvido dessa obra visual, sem fala, só com a trilha sonora no fundo, dando profundidade ao Drama do curta.
Capitão América: Guerra Civil
3.9 2,4K Assista Agoracapitão América ofuscado pelo homem de ferro no próprio filme, além de conter buracos em sua trama, Homem de ferro e melhor trabalhando no enredo que o próprio Capitão América, esperava menos, o filme ficou saturado em algumas partes, além dá inclusão desnecessária do Homem aranha que aparece e some sem nexo algum.
Guardiões da Galáxia
4.1 3,8K Assista AgoraSimplesmente o melhor filme dá Marvel.