Filme fraco, sem sentido. A edição também é péssima. Nada convence. Os personagens são forçados e eu nem consegui entender se é a atuação dos atores que precisa melhorar ou se a estória exigiu isso deles. Casal protagonista sem química nenhuma, na verdade eles nem se entregaram ao papel. Era nítido que eles estavam apenas seguindo o roteiro. Quase pude ver os produtores do filme atrás das câmeras, de tão estranho que foi. Em relação ao título do filme, também fiquei sem entender quem exatamente era a má influência na estória.
Quero começar já deixando claro, que eu não vi o primeiro filme (Hello, Love, Goodbye). Assisti algumas partes em inglês e consegui ter ideia do que acontece, mas não consegui achar o filme inteiro com a legenda em português pra assistir, por isso minha opinião é exclusivamente sobre esse filme, que apesar de ser uma continuação do outro, acho que dá pra assistir separadamente. Hello, Love, Again foi um filme que me fez pensar muito e por isso várias coisas se passaram pela minha cabeça. Me lembrei daquela frase que diz... O pior lugar do mundo é o lugar do outro... Se esse filme fosse uma estória real, não teria como eu saber o que os protagonistas realmente estavam sentindo ou pensando e eu nem me atreveria a opinar, enquanto assistia, o máximo que consegui fazer foi me imaginar no lugar deles e ter a liberdade de formar a uma opinião como se fosse algo que tivesse acontecido comigo.
Primeira coisa que me deixou pensativa, foi sobre manter um relacionamento a distância. Imagina você querer contar com a outra pessoa, querer um simples abraço de consolo e ela não estar ali pra você. Eu imaginei o quão frustrado o Ethan se sentia, mas também me compadeci pela Joy. Ela estava em um país que não era o dela, batalhando por uma vida melhor e ainda tendo que carregar a família nas costas. Quase no fim do filme, a estória tenta passar a mensagem de que Joy só pensava em trabalho e que estava desperdiçando a felicidade dela. Será que se ela nunca tivesse saido de Hong Kong, teria sido feliz? Nesse momento me veio um diálogo que vi faz pouco tempo em um drama coreano que assisti... "Se você vai se arrepender de qualquer maneira, melhor se arrepender de ter feito ao invés de se arrepender de não ter feito. Ambos os caminhos levam ao arrependimento, mas é mais difícil seguir em frente a partir de um caminho que não foi percorrido". Eu super concordo com isso. Se for pra escolher, prefiro me arrepender de algo que fiz tentando acertar, do que me arrepender por sequer ter tentado. A estória quis mostrar a evolução dos protagonistas, eu até entendi isso, mas teve coisas que realmente me fizeram revirar os olhos. A primeira vez que Ethan foi morar com a Joy no Canadá, ficava dando chilique, como se só ele tivesse sofrendo, como se só ele tivesse que pegar no pesado, como se a vida fosse injusta apenas com ele. Ela queria continuar trabalhando no exterior, ele queria voltar pra casa. Quem estava certo, quem estava errado ? Confesso que nessa parte não consegui tomar partido de ninguém, entretanto após o Ethan voltar pra casa, mesmo cercado por amigos, ele continuou cobrando Joy por estar fora. Aconteceram muitas coisas ruins na vida dele, mas a Joy não foi a culpada por isso. Aí, entra aquela questão que costumam dizer, pessoas quando estão com raiva, frustradas ou bêbadas, costumam mostrar sua verdadeira face, então todas as vezes que essas pessoas ficarem com raiva, frustrada e bêbadas, você fica com medo de tudo se repetir. A prova do que estou falando, ficou na cena onde a Joy começou a beber e a surtar, porque o Ethan não tinha chegado em casa e ela sabia que ele estava em companhia de outra mulher. Acho que confiança é como um lindo jarro de porcelana, uma vez que ele se quebra, você pode tentar colar os pedaços, mas as ranhuras estarão pra sempre lá. Tem coisas que dão certo na ficção. A gente já assiste imaginando o melhor cenário possível, mas dessa vez eu não consegui. Até achei que a Joy cedeu rápido demais e eu quis que a aproximação deles fosse melhor trabalhada. Torci pelos protagonistas de forma individual, mas não desejei que eles ficassem juntos. Eu posso estar sendo radical demais, mas não consegui perdoar o Ethan, não como um pretendente para Joy.
Em relação ao filme, acho que ele foi bem gravado, bem editado e muito bem dirigido. Os atores foram ótimos.
Eternal Love é meu drama chinês favorito. Assisti tem muito tempo e desde então, fico ligada em qualquer notícia sobre a estória, em vista disso, não consigo entender como demorei tanto pra descobrir a existência desse filme. Quando resovi assistir, minha intenção foi apenas matar a saudade, não quis fazer comparações entre as produções. De certa forma, eu gostei do filme, acho que a essência da estória foi mantida, mas acredito que isso se deve ao fato de que eu já tinha assistido a série. Tenho que concordar que é difícil resumir uma estória tão cheia de detalhes em tão pouco tempo, porém o filme deixou algumas cenas confusas, com falhas nas sequências e só quem viu a outra versão poderá ter ideia do que acontece de fato. Os atores foram bons, ao menos no que lhes foram proposto, apesar de que o casal da série passa muito mais emoção. Acho que o filme exagerou um pouco na computação gráfica e o final ficou estranho. Ficou parecendo um final para ter continuação.
Eu adorei esse filme. Adorei a forma como a estoria foi contada. O casal protagonista me conquistou desde o começo. Os dois tinham problemas com suas famílias. Eram negligenciados. Li Ran era órfão de mãe e cresceu sendo maltratado pela madrasta. Chen Jian Xia cresceu em um lar onde o pai era um covarde enquanto a mãe demostrava explicitamente sua preferência pelo filho, só porque ele era homem. Já assisti muitos outros dramas chineses onde mostraram mães que tinham predileção pelos meninos. Sei que isso tem muito a ver com questões culturais. Apesar de eu não aceitar muito bem essa divisão, eu procuro entender. Isso não quer dizer que aceitei o que a mãe da Chen Jian Xia fazia, pelo contrario, tive muita raiva daquela mulher. Torci muito pela Chen Jian Xia. Apreciei o esforço dela de se entregar aos estudos para poder ser independente e se livrar daquela família tóxica. Esse foi um lado positivo. A estória não tentou justificar a mãe da protra. Em todos os momentos foi demonstrado o impacto daquele relacionamento entre mãe e filha. Por isso, eu não consegui ficar chateada quando a Chen Jian Xia decidiu se por em primeiro lugar.
Apesar de gostar do Li Ran, ela preferiu ir para o exterior estudar e tentar um futuro melhor.
Li Ran foi maravilhoso. Desde o começo ele procurou entender o lado da Chen Jian Xia. Nunca a julgou. Sequer fez cobranças. A incentivou em todos os momentos. Eu simplesmente amei esse personagem. Tem uma cena que Li Ran fala para Jian Xia ... "Eu sou como um cachecol. Você pode usar quando estiver frio e você pode tirar quando estiver quente" . Depois de ouvir isso, fiquei pensando que, se o protagonista realmente fosse como um cachecol, eu iria desejar que fosse inverno o ano inteiro.
Me interessei por esse filme depois que vi o trailer. Antes de iniciar, soube que existe o livro. Geralmente prefiro ler o livro primeiro pra depois ver a versão gravada, mas decidi fazer diferente. O começo do filme me prendeu. Eu só tinha lido uma sinopse resumida e mal sabia do que se tratava a estória. Pensei que fosse algo envolvendo mistério, algum tipo de fantasia. Infelizmente, não demorou muito para eu me sentir decepcionada. Na minha opinião, os personagens são rasos, travados, do tipo que não passam emoção. Não consegui identificar se foi má atuação dos atores ou mau direcionamento, só sei que mudei a dublagem para várias línguas diferentes e minha impressão não mudou. Eu não consigui me conectar com nenhum deles, não ao ponto de sentir empatia. Algumas situações soaram estranhas, outras forçadas.
Como por exemplo, onde existe um orfanato que é administrado por uma única pessoa? Na hora do julgamento, sequer um funcionário apareceu pra depor.
Sei que não podemos comparar a estória de um livro, que costuma ser mil vezes melhor, com a versão gravada, que costuma ser resumida, mas não sinto vontade de ler o livro.
O filme é gostosinho de assistir e eu amei as músicas. Adoro ouvir Celine Dion. Acho que meu único problema com a estória é que eu senti que a protagonista Mira não estava pronta para seguir em frente. Mesmo depois que o filme terminou, eu continuei desconfortável com isso.
Li o livro faz muito tempo e na época ele se transformou num dos meus livros preferidos. Digo na época, porque tenho quase certeza que se tivesse lido o livro agora, talvez não teria achado grande coisa. Como na maioria da vezes, o filme não é fiel ao livro. Pegaram alguns aspectos da estória original, fizeram uma mistura e temperaram com humor. Acho que na verdade, os produtores do filme só quiseram levar a sério o título da estória e para provar que o relacionamento do casal protagonista era baseado em um desastre bonitinho, apelaram para o humor, com situações bem fora do normal. Não vou negar que me diverti assistindo, mas também não vou negar que senti falta de algumas coisas que me lembro, me conquistaram no livro. Nesta versão, os protagonistas tem uma personalidade diferente. Achei o Travis muito bobão e a química do casal bem fraquinha. No livro eles são bem mais intensos e a química deles é eletrizante.
Foi por acaso que esbarrei nesse filme e qdo soube que a estória era sobre encontros, desencontros e reencontros, decidi assistir prq eu adoro estórias que falam de segundas chances. Acho que começou bem, mas depois as situações foram tomando um rumo que me deixou incomodada.
Detestei qdo transformaram o atual namorado da protagonista, Olivia, em alguém fresco, apegado a coisas fúteis, apenas para frisar que ele não combinava com ela. Dava pra a Olivia descobrir suas preferências, sem precisarem forçar isso. Os demais personagens agiam como se a protagonista tivesse a obrigação de sentar e esperar o namoradinho de infância arrumar a vida pessoal dele pra poder voltar pra ela.
Torci muito para o casal principal e acho que eles tiveram uma ótima química, mas isso não me impediu de sentir que a estória tinha tudo para ir por um caminho mais espontâneo e infelizmente achei que algumas coisas soaram forçadas.
A cena em que a Olivia pediu desculpas para o Jeff, dizendo que não sabia que o namorado iria viajar para encontra-la me fez revirar os olhos. Foi tipo isso... Olivia - Desculpa, eu não sabia que ele viria pra cá. Jeff - E eu nem sabia que ele existia.
Como se a Olivia tivesse a obrigação de dar satisfação de sua vida para os outros.
Enfim, talvez eu esteja sendo drástica demais com um filme que foi feito apenas para ser leve e descontraído, mas eu realmente não consegui evitar.
Assisti porque pretendo ler a novel, por isso encarei como se estivesse vendo um tipo de sinopse. Levei em conta que o BL foi elaborado com um baixo orçamento, que é algo mais antigo e que foi vítima de censura. O que eu não consegui ignorar é que os personagens, ou talvez tenha sido culpa dos atores, não tiveram carisma nenhum e os protagonistas tiveram zero química. A música que toca no plano de fundo foi irritante. Deveriam ter montado a estória para que fizesse sentido. Acho que quem não leu ou não pretende ler a novel, com certeza fica boiando enquanto assiste.
Eu li o livro têm muito tempo, por isso não me lembro dos detalhes da estória. Só me lembro que o livro não entrou para a minha lista de favoritos. Assim como no livro, o filme é cheio de gatilhos e muitas das cenas me deixaram desconfortável. Tive empatia pela protagonista, Angel, chorei por ela. Acho que quase consegui sentir a dor que ela sentia e até penso que ela aguentou muito. O meu problema foi com o protagonista, Michael. Achei o personagem mal desenvolvido, pouco aprofundado e talvez a culpa tenha sido do modo como as coisas foram acontecendo, como na cena quando ele conheceu a Angel e achou que ela era "a escolhida". Não me passou emoção. Tudo envolvendo o Michael, me pareceu forçado, quase artificial. Para mim, Michael pareceu fictício demais. Não foi um problema ele ter se apaixonado pela Angel e nem por ele tê-la acolhido. O problema veio depois. Ainda que eu tenha compreendido a dor da Angel e as ações dela, difícil acreditar que um homem real aceitaria de maneira passiva tudo o que ela fez. O filme é baseado em um livro, então as duas estórias seguem a mesma linha, entretanto me atrevo a dizer que a estória da Angel, de tudo o que ela passou, a evolução dela e sua luta pela sobrevivência, já era mais que o suficiente. Michael foi um personagem que se não tivesse existido, para mim não teria feito falta.
Nunca pensei que fosse dizer isso, mas achei o filme melhor que o livro. Apesar de algumas mudanças, pelo menos no filme consegui levar os conflitos mais a sério, já que no livro achei tudo muito banal. Por falar em mudanças, já que decidiram por elas, a estória no filme poderia ter sido melhor aproveitada. Pena que correram com tudo.
Esse filme estava na minha lista há muito tempo e como tinha pego um spoiler, deixei de assistir por achar que a estória fosse deprimente. Resolvi dar uma chance e adorei. Eu não fiquei triste assistindo a esse filme, me emocionei sim, mas não fiquei deprimida. Achei o protagonista um ser humano maravilhoso. A atriz é muito linda.
É um filme gostosinho de assistir. Me prendeu e fiquei absorvida na estória. Os protas tiveram uma ótima química e isso ajudou muito já que demorou para que eu fosse com a cara do protagonista. A princípio me senti incomodada com os assédios dele. E que sinopse é essa?
Falar a vdd, se fosse para olhar pelo lado real, uma mulher teria que ter uma mente bem resolvida pra se relacionar seriamente com um cara desses. A estória mostra que ele era acostumado a passar apenas uma noite com as mulheres e isso dá até pra entender. Cada um com suas escolhas. O problema foi qdo, mesmo sabendo que a prota tinha namorado, chamou ela pra passar a noite com ele e ainda soltou... ninguém vai saber, a gente nunca mais vai se ver mesmo... Na vida real, daria pra confiar em um cara desses?
Um filme que despertou em mim sentimentos contraditórios. Eu torci muito pelo casal, mas também os odiei na mesma proporção. Quem assiste consegue entender que a carência pode levar as pessoas a tomarem decisões pelo calor do momento. De qualquer forma, sempre arcarmos com as consequências dos nossos atos. Eu gostei do final.
Pela sinopse, pensei que fosse assistir um filme com uma carga dramática intensa e acho que não chegou muito perto disso. A princípio, achei a protagonista, Mi Soo, um pouco ridícula e péssima profissional. Sinceramente, jamais deixaria que uma médica como ela fizesse se quer um curativo no meu dedo. Ela ser debochada tudo bem, mas levar isso para o campo profissional é muita falta de profissionalismo. Veja bem, eu estou falando dela como profissional, prq fora desse campo, achei ela bem divertida e eu até gostaria de ter uma amiga como ela. Ao menos, o filme mostra o amadurecimento dela e isso foi algo positivo. O protagonista, Kang Il, que trabalhava como bombeiro, tinha perdido a esposa e quem assiste percebe o quanto ele era amargurado por causa disso. Então, a gente acaba torcendo para que ele seguisse em frente e fosse feliz, consequentemente, torcemos para que a Mi Soo conquistasse ele prq, apesar de destrambelhada, ela parecia ser a única capaz de quebrar as suas barreiras. Apesar de ter torcido muito pelo prota, eu não gostei das atitudes dele nos minutos finais do filme. O casal protagonista tiveram uma química maravilhosa e isso é inegável, mas o filme terminou e eu fiquei com a sensação de que faltou alguma coisa.
Talvez eu não tenha sentido firmeza em relação aos sentimentos do Kang Il. Ele terminou com a Mi Soo por algo que não tinha nada a ver com ele. Em nenhum momento mostrou arrependimento e nem que sentia falta dela. Ele nem soube pelo que ela estava passando. Só o fato de ele ter ligado o botão de "Dane-se", se colocado em perigo, mostrou o nível da importância que a Mi Soo tinha pra ele. Depois de tudo, do nada, como se tivesse apertado um botão, ele sentiu falta da Mi Soo e sai correndo atrás dela. Eu não consegui ver sinceridade nisso, foi mais como... Não tem tu, vai tu mesmo.
É um filme gostosinho de assistir. Apesar de ser um pouco previsível. Consegui sacar o que estava acontecendo antes mesmo da revelação. Não sei se a proposta do roteirista era fazer mistério, mas acho que as dicas foram bastante óbvias. Eu ri, me diverti e me emocionei e acho até que a estória caberia em um drama com vários episódios. O tempo curto fez com que o desenvolvimento dos sentimentos do protagonista fosse rápido demais, mas de modo geral isso não estragou o filme.
Queria ter achado divertido, fofo ou algo parecido com isso, mas não achei. Eu realmente adoro clichês e acho que esse filme tinha tudo pra ser ao menos agradável, porém, passou longe. O casal protagonista tiveram zero química e a construção do relacionamento deles foi completamente estranha e forçada. Não entendi muito bem prq eles começaram a se odiar e entendi menos ainda prq se apaixonaram. Teria sido mais fácil se tivessem pregado um letreiro na testa com os dizeres... "Estamos apenas seguindo o roteiro". A atriz é muito bonita, mas as roupas que sua personagem usava não fazia jus à beleza dela. Enfim, achei tudo muito enfadonho. Nem o cenário conseguiu salvar o filme.
Eu li os livros há muito tempo, tanto tempo que nem recordo os detalhes, consequentemente não me lembro se gostei. Decidi assistir os filmes pra refrescar a memória. Parece ser bem fiel aos livros, apesar de que, quando estamos lendo, conseguimos colocar a imaginação em ação. Algumas cenas do filme achei forçadas, mas não o suficiente desagradáveis. De certa forma eu gostei. Apesar do Gabriel ser muito bonito, achei a Júlia uma santa por aguentar todas as ex mulheres dele. Na ficção isso pode parecer um estímulo, mas na vida real a situação com certeza se tornaria cansativa.
O filme não é de todo ruim, mas achei que faltou profundidade nas questões apresentadas, tipo o trauma do Hwi So e sobre o acidente da Hye Jin. Tbm não entendi o nome do filme. Achei que fosse encontrar uma protagonista chata e exigente, mas eu adorei ver a garra e a coragem que a Hye Jin tinha para encarar os obstáculos que encontrava devido a sua deficiência.
Má Influência
1.6 34Filme fraco, sem sentido. A edição também é péssima. Nada convence. Os personagens são forçados e eu nem consegui entender se é a atuação dos atores que precisa melhorar ou se a estória exigiu isso deles. Casal protagonista sem química nenhuma, na verdade eles nem se entregaram ao papel. Era nítido que eles estavam apenas seguindo o roteiro. Quase pude ver os produtores do filme atrás das câmeras, de tão estranho que foi. Em relação ao título do filme, também fiquei sem entender quem exatamente era a má influência na estória.
Hello, Love, Again
3.6 2 Assista AgoraEthan, eu não perdoei você.
Quero começar já deixando claro, que eu não vi o primeiro filme (Hello, Love, Goodbye). Assisti algumas partes em inglês e consegui ter ideia do que acontece, mas não consegui achar o filme inteiro com a legenda em português pra assistir, por isso minha opinião é exclusivamente sobre esse filme, que apesar de ser uma continuação do outro, acho que dá pra assistir separadamente.
Hello, Love, Again foi um filme que me fez pensar muito e por isso várias coisas se passaram pela minha cabeça. Me lembrei daquela frase que diz... O pior lugar do mundo é o lugar do outro... Se esse filme fosse uma estória real, não teria como eu saber o que os protagonistas realmente estavam sentindo ou pensando e eu nem me atreveria a opinar, enquanto assistia, o máximo que consegui fazer foi me imaginar no lugar deles e ter a liberdade de formar a uma opinião como se fosse algo que tivesse acontecido comigo.
Primeira coisa que me deixou pensativa, foi sobre manter um relacionamento a distância. Imagina você querer contar com a outra pessoa, querer um simples abraço de consolo e ela não estar ali pra você.
Eu imaginei o quão frustrado o Ethan se sentia, mas também me compadeci pela Joy. Ela estava em um país que não era o dela, batalhando por uma vida melhor e ainda tendo que carregar a família nas costas. Quase no fim do filme, a estória tenta passar a mensagem de que Joy só pensava em trabalho e que estava desperdiçando a felicidade dela. Será que se ela nunca tivesse saido de Hong Kong, teria sido feliz? Nesse momento me veio um diálogo que vi faz pouco tempo em um drama coreano que assisti...
"Se você vai se arrepender de qualquer maneira, melhor se arrepender de ter feito ao invés de se arrepender de não ter feito. Ambos os caminhos levam ao arrependimento, mas é mais difícil seguir em frente a partir de um caminho que não foi percorrido". Eu super concordo com isso. Se for pra escolher, prefiro me arrepender de algo que fiz tentando acertar, do que me arrepender por sequer ter tentado.
A estória quis mostrar a evolução dos protagonistas, eu até entendi isso, mas teve coisas que realmente me fizeram revirar os olhos. A primeira vez que Ethan foi morar com a Joy no Canadá, ficava dando chilique, como se só ele tivesse sofrendo, como se só ele tivesse que pegar no pesado, como se a vida fosse injusta apenas com ele. Ela queria continuar trabalhando no exterior, ele queria voltar pra casa. Quem estava certo, quem estava errado ? Confesso que nessa parte não consegui tomar partido de ninguém, entretanto após o Ethan voltar pra casa, mesmo cercado por amigos, ele continuou cobrando Joy por estar fora. Aconteceram muitas coisas ruins na vida dele, mas a Joy não foi a culpada por isso. Aí, entra aquela questão que costumam dizer, pessoas quando estão com raiva, frustradas ou bêbadas, costumam mostrar sua verdadeira face, então todas as vezes que essas pessoas ficarem com raiva, frustrada e bêbadas, você fica com medo de tudo se repetir. A prova do que estou falando, ficou na cena onde a Joy começou a beber e a surtar, porque o Ethan não tinha chegado em casa e ela sabia que ele estava em companhia de outra mulher.
Acho que confiança é como um lindo jarro de porcelana, uma vez que ele se quebra, você pode tentar colar os pedaços, mas as ranhuras estarão pra sempre lá. Tem coisas que dão certo na ficção. A gente já assiste imaginando o melhor cenário possível, mas dessa vez eu não consegui. Até achei que a Joy cedeu rápido demais e eu quis que a aproximação deles fosse melhor trabalhada.
Torci pelos protagonistas de forma individual, mas não desejei que eles ficassem juntos. Eu posso estar sendo radical demais, mas não consegui perdoar o Ethan, não como um pretendente para Joy.
Em relação ao filme, acho que ele foi bem gravado, bem editado e muito bem dirigido. Os atores foram ótimos.
Once Upon a Time
3.6 11Eternal Love é meu drama chinês favorito. Assisti tem muito tempo e desde então, fico ligada em qualquer notícia sobre a estória, em vista disso, não consigo entender como demorei tanto pra descobrir a existência desse filme. Quando resovi assistir, minha intenção foi apenas matar a saudade, não quis fazer comparações entre as produções. De certa forma, eu gostei do filme, acho que a essência da estória foi mantida, mas acredito que isso se deve ao fato de que eu já tinha assistido a série. Tenho que concordar que é difícil resumir uma estória tão cheia de detalhes em tão pouco tempo, porém o filme deixou algumas cenas confusas, com falhas nas sequências e só quem viu a outra versão poderá ter ideia do que acontece de fato. Os atores foram bons, ao menos no que lhes foram proposto, apesar de que o casal da série passa muito mais emoção. Acho que o filme exagerou um pouco na computação gráfica e o final ficou estranho. Ficou parecendo um final para ter continuação.
All These Years
3.7 1Eu adorei esse filme. Adorei a forma como a estoria foi contada. O casal protagonista me conquistou desde o começo. Os dois tinham problemas com suas famílias. Eram negligenciados. Li Ran era órfão de mãe e cresceu sendo maltratado pela madrasta. Chen Jian Xia cresceu em um lar onde o pai era um covarde enquanto a mãe demostrava explicitamente sua preferência pelo filho, só porque ele era homem. Já assisti muitos outros dramas chineses onde mostraram mães que tinham predileção pelos meninos. Sei que isso tem muito a ver com questões culturais. Apesar de eu não aceitar muito bem essa divisão, eu procuro entender. Isso não quer dizer que aceitei o que a mãe da Chen Jian Xia fazia, pelo contrario, tive muita raiva daquela mulher.
Torci muito pela Chen Jian Xia. Apreciei o esforço dela de se entregar aos estudos para poder ser independente e se livrar daquela família tóxica. Esse foi um lado positivo. A estória não tentou justificar a mãe da protra. Em todos os momentos foi demonstrado o impacto daquele relacionamento entre mãe e filha.
Por isso, eu não consegui ficar chateada quando a Chen Jian Xia decidiu se por em primeiro lugar.
Apesar de gostar do Li Ran, ela preferiu ir para o exterior estudar e tentar um futuro melhor.
Li Ran foi maravilhoso. Desde o começo ele procurou entender o lado da Chen Jian Xia. Nunca a julgou. Sequer fez cobranças. A incentivou em todos os momentos. Eu simplesmente amei esse personagem.
Tem uma cena que Li Ran fala para Jian Xia ... "Eu sou como um cachecol. Você pode usar quando estiver frio e você pode tirar quando estiver quente" . Depois de ouvir isso, fiquei pensando que, se o protagonista realmente fosse como um cachecol, eu iria desejar que fosse inverno o ano inteiro.
O Fabricante de Lágrimas
2.2 111Me interessei por esse filme depois que vi o trailer. Antes de iniciar, soube que existe o livro. Geralmente prefiro ler o livro primeiro pra depois ver a versão gravada, mas decidi fazer diferente. O começo do filme me prendeu. Eu só tinha lido uma sinopse resumida e mal sabia do que se tratava a estória. Pensei que fosse algo envolvendo mistério, algum tipo de fantasia. Infelizmente, não demorou muito para eu me sentir decepcionada. Na minha opinião, os personagens são rasos, travados, do tipo que não passam emoção. Não consegui identificar se foi má atuação dos atores ou mau direcionamento, só sei que mudei a dublagem para várias línguas diferentes e minha impressão não mudou. Eu não consigui me conectar com nenhum deles, não ao ponto de sentir empatia. Algumas situações soaram estranhas, outras forçadas.
Como por exemplo, onde existe um orfanato que é administrado por uma única pessoa? Na hora do julgamento, sequer um funcionário apareceu pra depor.
Sei que não podemos comparar a estória de um livro, que costuma ser mil vezes melhor, com a versão gravada, que costuma ser resumida, mas não sinto vontade de ler o livro.
Vermelho, Branco e Sangue Azul
3.6 340 Assista AgoraGostei. Não é exatamente fiel ao livro, quase sempre nunca é, mas gostei mesmo assim.
O Amor Mandou Mensagem
3.1 93O filme é gostosinho de assistir e eu amei as músicas. Adoro ouvir Celine Dion.
Acho que meu único problema com a estória é que eu senti que a protagonista Mira não estava pronta para seguir em frente. Mesmo depois que o filme terminou, eu continuei desconfortável com isso.
Belo Desastre
2.4 129 Assista AgoraLi o livro faz muito tempo e na época ele se transformou num dos meus livros preferidos. Digo na época, porque tenho quase certeza que se tivesse lido o livro agora, talvez não teria achado grande coisa.
Como na maioria da vezes, o filme não é fiel ao livro. Pegaram alguns aspectos da estória original, fizeram uma mistura e temperaram com humor. Acho que na verdade, os produtores do filme só quiseram levar a sério o título da estória e para provar que o relacionamento do casal protagonista era baseado em um desastre bonitinho, apelaram para o humor, com situações bem fora do normal. Não vou negar que me diverti assistindo, mas também não vou negar que senti falta de algumas coisas que me lembro, me conquistaram no livro.
Nesta versão, os protagonistas tem uma personalidade diferente. Achei o Travis muito bobão e a química do casal bem fraquinha. No livro eles são bem mais intensos e a química deles é eletrizante.
Minha Culpa
2.7 107 Assista AgoraAchei o filme melhor que o livro. É raro, mas acontece.
Mesma Hora, No Próximo Natal
3.4 7Foi por acaso que esbarrei nesse filme e qdo soube que a estória era sobre encontros, desencontros e reencontros, decidi assistir prq eu adoro estórias que falam de segundas chances. Acho que começou bem, mas depois as situações foram tomando um rumo que me deixou incomodada.
Detestei qdo transformaram o atual namorado da protagonista, Olivia, em alguém fresco, apegado a coisas fúteis, apenas para frisar que ele não combinava com ela. Dava pra a Olivia descobrir suas preferências, sem precisarem forçar isso.
Os demais personagens agiam como se a protagonista tivesse a obrigação de sentar e esperar o namoradinho de infância arrumar a vida pessoal dele pra poder voltar pra ela.
Torci muito para o casal principal e acho que eles tiveram uma ótima química, mas isso não me impediu de sentir que a estória tinha tudo para ir por um caminho mais espontâneo e infelizmente achei que algumas coisas soaram forçadas.
A cena em que a Olivia pediu desculpas para o Jeff, dizendo que não sabia que o namorado iria viajar para encontra-la me fez revirar os olhos.
Foi tipo isso...
Olivia - Desculpa, eu não sabia que ele viria pra cá.
Jeff - E eu nem sabia que ele existia.
Como se a Olivia tivesse a obrigação de dar satisfação de sua vida para os outros.
Enfim, talvez eu esteja sendo drástica demais com um filme que foi feito apenas para ser leve e descontraído, mas eu realmente não consegui evitar.
Counter Attack
3.4 15Assisti porque pretendo ler a novel, por isso encarei como se estivesse vendo um tipo de sinopse.
Levei em conta que o BL foi elaborado com um baixo orçamento, que é algo mais antigo e que foi vítima de censura.
O que eu não consegui ignorar é que os personagens, ou talvez tenha sido culpa dos atores, não tiveram carisma nenhum e os protagonistas tiveram zero química. A música que toca no plano de fundo foi irritante.
Deveriam ter montado a estória para que fizesse sentido. Acho que quem não leu ou não pretende ler a novel, com certeza fica boiando enquanto assiste.
Amor de Redenção
3.6 134 Assista AgoraEu li o livro têm muito tempo, por isso não me lembro dos detalhes da estória. Só me lembro que o livro não entrou para a minha lista de favoritos.
Assim como no livro, o filme é cheio de gatilhos e muitas das cenas me deixaram desconfortável. Tive empatia pela protagonista, Angel, chorei por ela. Acho que quase consegui sentir a dor que ela sentia e até penso que ela aguentou muito. O meu problema foi com o protagonista, Michael. Achei o personagem mal desenvolvido, pouco aprofundado e talvez a culpa tenha sido do modo como as coisas foram acontecendo, como na cena quando ele conheceu a Angel e achou que ela era "a escolhida". Não me passou emoção. Tudo envolvendo o Michael, me pareceu forçado, quase artificial. Para mim, Michael pareceu fictício demais. Não foi um problema ele ter se apaixonado pela Angel e nem por ele tê-la acolhido. O problema veio depois. Ainda que eu tenha compreendido a dor da Angel e as ações dela, difícil acreditar que um homem real aceitaria de maneira passiva tudo o que ela fez.
O filme é baseado em um livro, então as duas estórias seguem a mesma linha, entretanto me atrevo a dizer que a estória da Angel, de tudo o que ela passou, a evolução dela e sua luta pela sobrevivência, já era mais que o suficiente. Michael foi um personagem que se não tivesse existido, para mim não teria feito falta.
Através da Minha Janela
2.2 193 Assista AgoraNunca pensei que fosse dizer isso, mas achei o filme melhor que o livro. Apesar de algumas mudanças, pelo menos no filme consegui levar os conflitos mais a sério, já que no livro achei tudo muito banal. Por falar em mudanças, já que decidiram por elas, a estória no filme poderia ter sido melhor aproveitada. Pena que correram com tudo.
A Beautiful Life
3.6 7Esse filme estava na minha lista há muito tempo e como tinha pego um spoiler, deixei de assistir por achar que a estória fosse deprimente. Resolvi dar uma chance e adorei. Eu não fiquei triste assistindo a esse filme, me emocionei sim, mas não fiquei deprimida. Achei o protagonista um ser humano maravilhoso.
A atriz é muito linda.
Mood of the Day
3.7 5É um filme gostosinho de assistir. Me prendeu e fiquei absorvida na estória. Os protas tiveram uma ótima química e isso ajudou muito já que demorou para que eu fosse com a cara do protagonista. A princípio me senti incomodada com os assédios dele.
E que sinopse é essa?
Falar a vdd, se fosse para olhar pelo lado real, uma mulher teria que ter uma mente bem resolvida pra se relacionar seriamente com um cara desses. A estória mostra que ele era acostumado a passar apenas uma noite com as mulheres e isso dá até pra entender. Cada um com suas escolhas. O problema foi qdo, mesmo sabendo que a prota tinha namorado, chamou ela pra passar a noite com ele e ainda soltou... ninguém vai saber, a gente nunca mais vai se ver mesmo... Na vida real, daria pra confiar em um cara desses?
An Affair
4.2 3Um filme que despertou em mim sentimentos contraditórios. Eu torci muito pelo casal, mas também os odiei na mesma proporção. Quem assiste consegue entender que a carência pode levar as pessoas a tomarem decisões pelo calor do momento. De qualquer forma, sempre arcarmos com as consequências dos nossos atos.
Eu gostei do final.
Love 911
3.9 19Pela sinopse, pensei que fosse assistir um filme com uma carga dramática intensa e acho que não chegou muito perto disso. A princípio, achei a protagonista, Mi Soo, um pouco ridícula e péssima profissional. Sinceramente, jamais deixaria que uma médica como ela fizesse se quer um curativo no meu dedo. Ela ser debochada tudo bem, mas levar isso para o campo profissional é muita falta de profissionalismo. Veja bem, eu estou falando dela como profissional, prq fora desse campo, achei ela bem divertida e eu até gostaria de ter uma amiga como ela. Ao menos, o filme mostra o amadurecimento dela e isso foi algo positivo.
O protagonista, Kang Il, que trabalhava como bombeiro, tinha perdido a esposa e quem assiste percebe o quanto ele era amargurado por causa disso. Então, a gente acaba torcendo para que ele seguisse em frente e fosse feliz, consequentemente, torcemos para que a Mi Soo conquistasse ele prq, apesar de destrambelhada, ela parecia ser a única capaz de quebrar as suas barreiras. Apesar de ter torcido muito pelo prota, eu não gostei das atitudes dele nos minutos finais do filme. O casal protagonista tiveram uma química maravilhosa e isso é inegável, mas o filme terminou e eu fiquei com a sensação de que faltou alguma coisa.
Talvez eu não tenha sentido firmeza em relação aos sentimentos do Kang Il. Ele terminou com a Mi Soo por algo que não tinha nada a ver com ele. Em nenhum momento mostrou arrependimento e nem que sentia falta dela. Ele nem soube pelo que ela estava passando. Só o fato de ele ter ligado o botão de "Dane-se", se colocado em perigo, mostrou o nível da importância que a Mi Soo tinha pra ele. Depois de tudo, do nada, como se tivesse apertado um botão, ele sentiu falta da Mi Soo e sai correndo atrás dela. Eu não consegui ver sinceridade nisso, foi mais como... Não tem tu, vai tu mesmo.
I'll Teach You Love
4.2 19É um filme gostosinho de assistir. Apesar de ser um pouco previsível. Consegui sacar o que estava acontecendo antes mesmo da revelação. Não sei se a proposta do roteirista era fazer mistério, mas acho que as dicas foram bastante óbvias.
Eu ri, me diverti e me emocionei e acho até que a estória caberia em um drama com vários episódios. O tempo curto fez com que o desenvolvimento dos sentimentos do protagonista fosse rápido demais, mas de modo geral isso não estragou o filme.
Amor em Verona
2.6 91 Assista AgoraQueria ter achado divertido, fofo ou algo parecido com isso, mas não achei.
Eu realmente adoro clichês e acho que esse filme tinha tudo pra ser ao menos agradável, porém, passou longe. O casal protagonista tiveram zero química e a construção do relacionamento deles foi completamente estranha e forçada. Não entendi muito bem prq eles começaram a se odiar e entendi menos ainda prq se apaixonaram. Teria sido mais fácil se tivessem pregado um letreiro na testa com os dizeres... "Estamos apenas seguindo o roteiro".
A atriz é muito bonita, mas as roupas que sua personagem usava não fazia jus à beleza dela.
Enfim, achei tudo muito enfadonho. Nem o cenário conseguiu salvar o filme.
Com Amor, Anônima
3.1 66 Assista AgoraAchei o protagonista muito chato. Tbm não gostei de ver um mal entendido ser resolvido sem nenhuma conversa.
O Julgamento de Gabriel - Parte 2
3.2 5Eu li os livros há muito tempo, tanto tempo que nem recordo os detalhes, consequentemente não me lembro se gostei. Decidi assistir os filmes pra refrescar a memória. Parece ser bem fiel aos livros, apesar de que, quando estamos lendo, conseguimos colocar a imaginação em ação. Algumas cenas do filme achei forçadas, mas não o suficiente desagradáveis. De certa forma eu gostei.
Apesar do Gabriel ser muito bonito, achei a Júlia uma santa por aguentar todas as ex mulheres dele. Na ficção isso pode parecer um estímulo, mas na vida real a situação com certeza se tornaria cansativa.
Continência ao Amor
3.2 338 Assista AgoraGostei ♡
Quero ler o livro.
Seus Olhos Dizem
4.0 49Assisti a versão turca, a coreana e agora essa. Todas as três me emocionaram, porém a versão turca foi a que eu mais gostei.
My Bossy Girlfriend
3.8 5 Assista AgoraO filme não é de todo ruim, mas achei que faltou profundidade nas questões apresentadas, tipo o trauma do Hwi So e sobre o acidente da Hye Jin. Tbm não entendi o nome do filme. Achei que fosse encontrar uma protagonista chata e exigente, mas eu adorei ver a garra e a coragem que a Hye Jin tinha para encarar os obstáculos que encontrava devido a sua deficiência.