Um drama familiar com pano de fundo investigativo, assim é Long Boring and Bright River.
Não li o livro, mas desconfio que a série o adaptou bem mal. Lenta e com muita barriga, não eram necessários mais do que 5 episódios no total. Talvez fosse melhor em formato de filme, pois a série é um teste para a paciência do espectador. Pessoalmente decidi maratonar para não desistir, pois não aguentaria seguir a diante com apenas 1 ou 2 episódios por vez.
A personagem principal já é chata, ainda usam mal o recurso dos flashbacks. Aliás, os flashbacks são um saco e pouco acrescentam a trama (fora uma revelação). Melhor se tivessem feito um episódio inteiro sobre o passado e deixado o resto da série fluir.
Amanda Seyfried vai bem e mostra que é boa atriz. Ashleigh Cummings também não fica atrás, mas ambas não conseguem salvar a trama.
A parte investigativa até que é interessante, mas também não salva a série e o plot do assassino não é surpreendente como dizem. Recomendo que assista apenas se você considerar que para você o drama familiar, seja mais importante que a investigação.
Uma boa série que se estende além do necessário. Um corte de dois ou três episódios não faria mal. E o que menos importa aqui é a tal Força tarefa que dá nome a série.
O roteiro acerta na trama do Robbie Prendergrast, aliás muito bem interpretado por Tom Pelphrey.
É interessante ver como as coisas se desenvolvem e como cada ação causa um efeito devastador e que desmorona as esperanças do grupo de Robbie e seu plano de vingança. Lembrando a famosa frase do Seu Madruga sobre vingança. Já o núcleo de Tom Brandis é fraco, chato e serve unicamente para dar algum peso de culpa ao personagem.
Por mim, o maior erro do roteiro é não ter dado mais foco no núcleo do Robbie e seus parceiros de crime e sua relação com os motoqueiros. Outro ponto negativo é a péssima preparação dos policiais, tirando o Anthony Grasso, as outras duas jamais seriam convocadas para uma força tarefa do FBI. Considerando que só os melhores policiais o são, claro. Aliás, claramente faltou aqui uma assessoria especializada aqui. A sequencia de ação do penúltimo episódios, por exemplo, tem situações risíveis.
Tom Pelphrey e Emilia Jones são os destaques na atuação e junto com Alison Oliver os responsáveis pelas melhores cenas. Os três salvam a trama do chato e repetitivo Mark Ruffalo sempre com sua cara de cachorro que caiu do caminhão de mudança.
O anuncio de uma segunda temporada, por si só é uma noticia ruim espero que façam uma trama com outros personagens.
Começa bem, mas tem quedas bruscas em vários episódios. Eu diria que metade dos episódios é fraco ou tem efeitos ruins, contrariando o que vemos no episódio 1.
Os personagens Leroy Hanlon e Lilly que pareciam ser os possíveis destaques perdem força rapidamente. Seus plots, o homem sem medo e a garota com problemas psicológicos são desperdiçados.
Todo o núcleo da força aérea é ruim e mal desenvolvido, aliás é o pior núcleo da série inteira. Pontos positivos para o casal Marge e Rich e Dick Hallorann que pra mim é o destaque da série. Além claro de Bill Skarsgård que dispensa comentários.
O episódio final é ruim, apesar de algumas boa cenas e de se conectar bem com os filmes.
Taylor Sheridan é um craque. Usando uma estratégia simples e que vai contra o direcionamento da indústria nas ultimas décadas, ele consegue mais uma vez uma série interessante. Apesar de mostrar uma visão um tanto estereotipada do negócio do petróleo.
Contando com bons personagens e boa atuações, um humor bem dosado, apesar de alguns exageros. Jacob Lofland é o ponto fora da curva, seu personagem é sem graça e suas aparições derrubam o ritmo da série.
Billy Bob Thornton carrega a série nas costas, apesar de bem acompanhado por Jon Hamm e Ali Larter, sem falar na breve presença de Demi Moore.
A critica fica talvez ao tempo de tela exagerado entregue as peruas Angela e Ainsley Norris. Ainda que sua função seja o alivio cômico da série que sim trás temas pesados, me parece que este tempo poderia ter sido melhor gasto mantendo o foco no negócio de petróleo.
Já era esperada uma queda em relação a primeira temporada. Mas apenas uns 3 episódios são realmente interessantes, pois a maioria agrega pouco, seja na construção dos personagens, ou seja no avanço da trama.
Manter as atividades em dois Silos apenas para segurar a protagonista em tela acabou não sendo uma ideia acertada. Todas as ações da Juliette parecem perda de tempo, enrolação na cara dura.
O melhor teria sido reduzir o número de episódios para 6 ou 7.
Alguns pontos abertos pela temporada anterior deixaram de ser explorados, como a zeladoria, por exemplo. Acredito que teremos avanço na próxima temporada.
Se a 3º temporada for mesmo abordar a origem de tudo, como ocorre nos livros (não os li), isto deve mudar bastante a perspectiva da série. Acredito que assim como na segunda, teremos ação em dois tempos diferentes. Neste caso espero esta divisão seja melhor trabalhada.
Com uma pegada um pouco diferente da temporada anterior, a série aposta na diversificação do protagonismo, ainda que todos tenham algo em comum, um passado que tentam esquecer.
As atuações do quarteto de protagonistas é muito boa. Principalmente Vince Vaughn que apesar de até então ser conhecido como um ator de comédias. Alguns diálogos são interessantes, já outros nem tanto. O inicio lento e mais desconexo melhora quando a história dos protagonistas começa a caminhar na mesma direção.
O final desesperançoso deve incomodar alguns, embora pareça ser mais realista.
Lembro muito da enxurrada de criticas que recebeu à época por se afastar tanto da pegada da primeira, porém, em minha opinião das quatro temporadas esta é a segunda melhor.
Direta e objetiva, a série consegue em três episódios de menos de 1 hora desenvolver bem a trama que apesar de simples é bem construída.
Kiti Manver vai muito bem em uma personagem que entra em sua jornada de "autodestruição" e Álvaro Morte bem como sempre, agora no papel de vilão.
O roteiro é direto e não enrola, mas obviamente tem seus pontos fracos. Alguns diálogos são fracos e desnecessários e o plot twist tem seus problemas. Ainda assim, fica com saldo positivo e irá agradar aqueles que gostam de maratona as séries.
A série é muito boa, mas tem pontos que incomodam. O principal deles é que tem muita "barriga". Era uma série para 6 episódios e não 9. Não li o livro original e nem assisti ao filme, portanto não posso afirmar se rechearam a série com dados do livro ou criaram novas histórias. Ademais, alguns diálogos exageram no tom cômico\sarcástico e tiram um pouco o peso de algumas cenas. Apesar de enriquecer alguns diálogos, tem horas em que não funciona bem. Também não gostei da motivação do vilão.
Matthew Goode é um ótimo ator e se sai muito bem, mas acredito que o personagem no filme escandinavo seja mais taciturno, o que acho mais interessante para o caso. E tem bons coadjuvantes em seu entorno, já os personagens do inquilino e da psicóloga são muito mal aproveitados e deveria ser excluídos.
Ricardo Darín é Ricardo Darín e não tem jeito. Que homem maravilhoso gente, com ele assisto qualquer coisa.
Parabéns aos realizadores, por conseguiram uma série tão boa e com ótimos efeitos apenas com 15 milhões de dólares. Se fosse brasileira ou americana teriam gasto no mínimo o dobro.
A trama é boa e instigante, mas o resultado seria melhor com uns dois episódios a menos. Mas o calcanhar de Aquiles é mesmo o final. Tomara que a segunda temporada o justifique.
Uma série legal de acompanhar e que nos mostra uma realidade pouco visto nas grandes produções. Mas poderia ter uns dois episódios a menos e o final é meio decepcionante.
Zahn McClarnon é um bom ator e segura bem o protagonismo, mas o mesmo não podemos dizer de seu elenco de apoio. Sabendo eu após assistir de que se tratava da trama de uma série de livros sobre a dupla Joe Leaphorn e Jim Chee, achei o ator Kiowa Gordon meio abaixo do que deveria.
Sem sombra de dúvidas está no Top 3 de melhores séries de todos os tempos.
Uma série é impecável. Não tem muito o que falar, apesar de algumas inconsistências históricas como relatar a morte de pessoas que na verdade estão vivas ou aumentar a participação de alguns personagens para ganhar carga narrativa.
Excelentes as atuações de Jared Harris e Stellan Skarsgård.
A série continua muito boa, os personagens são em maioria bens construídos. O elenco é fantástico e a trama bem escrita. Taylor Sheridan se consolida como um craque no roteiro.
Dois dos três arcos são ótimos, o do rancho capitaneado por Jacob e Cara, a jornada da Alex e do Spencer que é ótima, apesar de muito longa. Já o arco dos Rainwater me parece meio deslocado e tomando demasiado tempo de tela, ou pelo menos distribuído ao longo de muitos episódios.
O final foi demasiado rápido para tanta espera, 19 episódios para concluir absolutamente tudo em um único episódio final.
Elogiar Harrison Ford, Helen Mirren, Timothy Dalton é chover no molhado. Meu destaque vai para o Brandon Sklenar que eu não conhecia e foi muito bem. O vejo com muito potencial para personagens durões.
Um ideia muito boa, apesar de não original, mas que não consegue manter a qualidade do episodio inicial. Em suma é uma espécie de Evil Dead indeciso, não consegue se decidir entre ser galhofa e se levar a sério, o que estraga um pouco a experiencia.
Todo o plot "sério" da família do Hub é ruim e mais atrapalha do que ajuda. Seria melhor esquecer o pseudo drama e focar nos demônios, que aliás decepcionam pela facilidade com que são vencidos.
O CGI oscila demais, sendo de qualidade questionável na maioria do tempo. Seria um desastre se não não fossem os episódios curtos e o carisma do Kevin Bacon que carrega a série nas costas.
Inferior a primeira temporada, a serie fez algumas escolhas ruins e possui aqui alguns episódios cansativos, quando chegamos lá pela metade já bate um certo cansaço e vontade de pular para o final. Apesar de recuperar um pouco, na sequencia.
O último episódio é muito bom, mas o final é ruim. Vejamos como será a terceira e provavelmente ultima temporada.
Os episódios curtos fazem a diferença e não deixam o espectador se cansar. O ritmo é muito bom e os personagens interessantes. Tirando uns dois ou três episódios abaixo da média, os outros são excelentes.
Apesar do roteiro não ser um primor o saldo é muito positivo.
A série é legal e trás informações importantes. Ajuda a elucidar fatos que estão apenas no imaginário das pessoas devido aos filmes e séries já lançados, que são produções artísticas e sem grandes preocupações com o que realmente aconteceu.
Com ótimo inicio e com um ritmo preciso, mas que vem caindo no passar da produção. No fim tive a impressão de que a duração foi exagerada e alguns pontos poderiam ter sido cortados. Ainda assim, vale a pena assistir.
Parada obrigatória para os fãs de Breaking Bad, a série é ótima e certamente mais divertida que a original.
Com um roteiro ágil e repleto de diálogos interessantes e divertidíssimos, complementado pelo carisma único de Bob Odenkirk e ótimos personagens secundários interpretados pelos também ótimos Jonathan Banks, Michael McKean e Rhea Seehorn temos aqui um excelente produto que considero um dos melhores Spin-off já realizados.
De quebra ainda temos a oportunidade de revisitar a série original, revendo locações e personagens, agora com mais tempo para se aprofundar mais sobre eles, além de poder ver por outro ângulo "fatos que se passaram" antes e em paralelo com a trama original.
Mas não espere ver aqui uma mera extensão de Breaking Bad, a série tem vida própria e faz escolhas diferentes tanto de ritmo como de montagem. E ainda que existam algumas situações meio forçadas ao longo das temporadas, o nível da série é excelente.
Sinceramente não acredito que tiveram a ideia de fazer uma série neste formato. Me parece algo feito apenas para ampliação de catalogo. Infelizmente fica tudo muito repetitivo, se espremermos tudo temos uns dois episódios onde há alguma novidade que salva com alguma boa sacada que gera uma risada diferente, no mais é mais do mesmo.
Duplass continua ótimo, apesar de meio acabado para quem tem apenas 48 anos.
Se era para apostar em uma continuação que fosse um terceiro filme para fechar uma trilogia, mas uma série ainda que os episódios sejam curtos é algo demasiado repetitivo.
Antes de tudo saiba que está série não é uma minissérie como 1883, logo a trama não encerra no fim da temporada. Aliás parece nem chegar a metade.
A série é boa, mas exige um pouco paciência e talvez até insistência por parte do espectador. Isto pois após o ritmo mais ágil dos primeiros episódios vai caindo e as coisas esfriam até voltar a esquentar próximo ao final da temporada.
O texto trás algumas reflexões sobre politica e modernidades, assim como faz a série original Yellowstone. Taylor Sheridan sabe mesmo escrever boas histórias.
Dividida em três arcos separados que contam histórias praticamente independentes, um dos fatos mais marcantes de cada arco é que temos vilões sempre bem definidos e o roteiro facilita o trabalho do espectador nos dando razões de sobra para odiá-los.
Nas atuações Helen Mirren e Harrison Ford dominam as telas, o bom Timothy Dalton também está bem. E o casal formado por Brandon Sklenar e a bela Julia Schlaepfer tem muito entrosamento.
Confesso que ainda gostei um pouco mais de 1883, talvez até por ser uma produção fechada. A produção é muito caprichada e o roteiro é bem interessante.
Primeiramente precisamos saber que se trata de uma temporada dividida em duas partes. Logo, não adianta assistir aqui sem saber e depois demonstrar raiva.
A temporada começa bem mostrando aquilo que o final da primeira prometia, a busca pelos responsáveis e pelo fim dos jogos. Esta parte vemos nos dois primeiros episódios, pode ser chata para alguns, mas deveria ser o mote principal da temporada. A entrada do 456 no jogo faz a série perder força, por mais interessante que sejam os jogos, mas deveriam ter mantido o 456 fora e escolhido outro protagonista para estar dentro. O fato do 456 não desconfiar do jogador 001 é muito falho, usar novamente um jogador 001 é subjugar a inteligência não do personagem, mas do espectador.
Obviamente é interessante mudarem os jogos, mas não há muito o que inventar, logo o foco é mesmo nos diálogos e dilemas morais, o que de fato é o mais interessante da série, a não ser para aqueles que só querem ver confusão e mortes. Fato que agora vemos também temos a perspectiva de quem está nos bastidores dos jogos, o que agrega bastante.
Considerando o que foi mostrado, os sete episódios acabam sendo muito, poderiam ter reduzido partes desnecessárias terminado com cinco ou seis. E torçamos para que a série encerre na segunda parte da temporada.
Infelizmente aconteceu o que muitos temiam, a série caiu no mesmo buraco de Lost. Pena que aquilo que o fim da temporada anterior prometia não se tornou realidade e lá se perderam vários episódios dando voltas e tiros na água.
O fim desta temporada também foi previsível, mais do que entregue pelo corte de cabelo da Julie, e agora veremos parte dos protagonistas buscando mudar o "futuro".
Os núcleos do Victor e da Fátima foram incrivelmente desperdiçados, aliás esta segunda se tornou uma personagem chata em demasia, assim como o núcleo da Kristi Miller e Sara Myers
Espero sinceramente que acabe na quarta, caso contrário é certo que boa parte do público não irá encarar outras temporadas. Que este ano de 2025 toque o coração dos roteiristas para terminar logo com a trama.
A série exige paciência inicial, pois só lá pela metade do segundo episodio consegue mostrar a que veio. Pessoalmente acho que dois episódios a menos fariam muito bem a trama, pois em determinado momento algumas visões se tornam repetitivas.
Oriol Paulo é sinônimo de boas produções sempre cheias de reviravoltas, porém algumas de suas ideias estão se tornando repetitivas.
Javier Rey e Ana Polvorosa tem boas atuações, já as crianças não fazem feio, mas derrapam em várias cenas.
Uma série muito bem produzida, que criou uma Gotham muito palpável, e que tem sim vários clichês de séries mafiosas o que não poderia ser diferente, inclusive com algumas cenas que vimos, por exemplo, em The Sopranos.
O inicio é sensacional, mas os três últimos episódios deixaram o nível cair um pouco. Algumas conveniências de roteiro incomodam como determinadas situações em que Oz escapa. A personagem Sofia Falcone começa bem e segue em uma ótima crescente até que começa a desandar devido alguns exageros desnecessários do roteiro.
Colin Farrell e Cristin Milioti estão ótimos, aliás o ator encontrou um ótimo tom para interpretar o vilão e manter um certo equilíbrio em suas ações a ponto de fazer o espectador torcer por ele em diversos momentos.
A série nasceu para ser um evento único, acho uma pena que estejam falando em uma segunda temporada devido ao sucesso de critica e comercial. Deveriam deixar como está.
Começa muito bem, os três primeiros episódios são bons, diretos e frenéticos. Mas quando começam a querem explorar melhor os personagens a trama se perde e o roteiro se torna novelesco.
Quando avança na questão politica o texto se perde, joga fora tudo que foi feito com excelência no filme e se transforma em algo pueril. Não há dualidade, só discurso pronto. A cantoria no episódio 5 não combina em nada com o resto da série, em um musical talvez, mas aqui ficou algo perdido e sem propósito.
Andréia Horta e Thiago Martins são os destaques, porém o roteiro conseguiu destruir o personagem do Thiago, o que fez a trama perder muita força. Fazendo assim, possíveis comparações com Zé Pequeno totalmente injustas. Existem algumas atuações ruins sim, é compreensível que nem todos são atores profissionais, embora alguns atores não tenham esta desculpa.
Uma segunda temporada me parece desnecessária e inclusive acredito que seria pouco rentável.
Long Bright River
3.4 26 Assista AgoraUm drama familiar com pano de fundo investigativo, assim é Long Boring and Bright River.
Não li o livro, mas desconfio que a série o adaptou bem mal. Lenta e com muita barriga, não eram necessários mais do que 5 episódios no total. Talvez fosse melhor em formato de filme, pois a série é um teste para a paciência do espectador. Pessoalmente decidi maratonar para não desistir, pois não aguentaria seguir a diante com apenas 1 ou 2 episódios por vez.
A personagem principal já é chata, ainda usam mal o recurso dos flashbacks. Aliás, os flashbacks são um saco e pouco acrescentam a trama (fora uma revelação). Melhor se tivessem feito um episódio inteiro sobre o passado e deixado o resto da série fluir.
Amanda Seyfried vai bem e mostra que é boa atriz. Ashleigh Cummings também não fica atrás, mas ambas não conseguem salvar a trama.
A parte investigativa até que é interessante, mas também não salva a série e o plot do assassino não é surpreendente como dizem. Recomendo que assista apenas se você considerar que para você o drama familiar, seja mais importante que a investigação.
Task: Unidade Especial (1ª Temporada)
4.0 76 Assista AgoraUma boa série que se estende além do necessário. Um corte de dois ou três episódios não faria mal. E o que menos importa aqui é a tal Força tarefa que dá nome a série.
O roteiro acerta na trama do Robbie Prendergrast, aliás muito bem interpretado por Tom Pelphrey.
É interessante ver como as coisas se desenvolvem e como cada ação causa um efeito devastador e que desmorona as esperanças do grupo de Robbie e seu plano de vingança. Lembrando a famosa frase do Seu Madruga sobre vingança. Já o núcleo de Tom Brandis é fraco, chato e serve unicamente para dar algum peso de culpa ao personagem.
Por mim, o maior erro do roteiro é não ter dado mais foco no núcleo do Robbie e seus parceiros de crime e sua relação com os motoqueiros. Outro ponto negativo é a péssima preparação dos policiais, tirando o Anthony Grasso, as outras duas jamais seriam convocadas para uma força tarefa do FBI. Considerando que só os melhores policiais o são, claro. Aliás, claramente faltou aqui uma assessoria especializada aqui. A sequencia de ação do penúltimo episódios, por exemplo, tem situações risíveis.
Tom Pelphrey e Emilia Jones são os destaques na atuação e junto com Alison Oliver os responsáveis pelas melhores cenas. Os três salvam a trama do chato e repetitivo Mark Ruffalo sempre com sua cara de cachorro que caiu do caminhão de mudança.
O anuncio de uma segunda temporada, por si só é uma noticia ruim espero que façam uma trama com outros personagens.
It: Bem-Vindos a Derry (1ª Temporada)
4.1 367 Assista AgoraComeça bem, mas tem quedas bruscas em vários episódios. Eu diria que metade dos episódios é fraco ou tem efeitos ruins, contrariando o que vemos no episódio 1.
Os personagens Leroy Hanlon e Lilly que pareciam ser os possíveis destaques perdem força rapidamente. Seus plots, o homem sem medo e a garota com problemas psicológicos são desperdiçados.
Todo o núcleo da força aérea é ruim e mal desenvolvido, aliás é o pior núcleo da série inteira.
Pontos positivos para o casal Marge e Rich e Dick Hallorann que pra mim é o destaque da série. Além claro de Bill Skarsgård que dispensa comentários.
O episódio final é ruim, apesar de algumas boa cenas e de se conectar bem com os filmes.
Landman (1ª Temporada)
4.0 24 Assista AgoraTaylor Sheridan é um craque. Usando uma estratégia simples e que vai contra o direcionamento da indústria nas ultimas décadas, ele consegue mais uma vez uma série interessante. Apesar de mostrar uma visão um tanto estereotipada do negócio do petróleo.
Contando com bons personagens e boa atuações, um humor bem dosado, apesar de alguns exageros. Jacob Lofland é o ponto fora da curva, seu personagem é sem graça e suas aparições derrubam o ritmo da série.
Billy Bob Thornton carrega a série nas costas, apesar de bem acompanhado por Jon Hamm e Ali Larter, sem falar na breve presença de Demi Moore.
A critica fica talvez ao tempo de tela exagerado entregue as peruas Angela e Ainsley Norris. Ainda que sua função seja o alivio cômico da série que sim trás temas pesados, me parece que este tempo poderia ter sido melhor gasto mantendo o foco no negócio de petróleo.
Silo (2ª Temporada)
3.8 113 Assista AgoraJá era esperada uma queda em relação a primeira temporada. Mas apenas uns 3 episódios são realmente interessantes, pois a maioria agrega pouco, seja na construção dos personagens, ou seja no avanço da trama.
Manter as atividades em dois Silos apenas para segurar a protagonista em tela acabou não sendo uma ideia acertada. Todas as ações da Juliette parecem perda de tempo, enrolação na cara dura.
Alguns pontos abertos pela temporada anterior deixaram de ser explorados, como a zeladoria, por exemplo. Acredito que teremos avanço na próxima temporada.
Se a 3º temporada for mesmo abordar a origem de tudo, como ocorre nos livros (não os li), isto deve mudar bastante a perspectiva da série. Acredito que assim como na segunda, teremos ação em dois tempos diferentes. Neste caso espero esta divisão seja melhor trabalhada.
True Detective (2ª Temporada)
3.6 788Com uma pegada um pouco diferente da temporada anterior, a série aposta na diversificação do protagonismo, ainda que todos tenham algo em comum, um passado que tentam esquecer.
As atuações do quarteto de protagonistas é muito boa. Principalmente Vince Vaughn que apesar de até então ser conhecido como um ator de comédias. Alguns diálogos são interessantes, já outros nem tanto. O inicio lento e mais desconexo melhora quando a história dos protagonistas começa a caminhar na mesma direção.
O final desesperançoso deve incomodar alguns, embora pareça ser mais realista.
Lembro muito da enxurrada de criticas que recebeu à época por se afastar tanto da pegada da primeira, porém, em minha opinião das quatro temporadas esta é a segunda melhor.
Duas Covas
3.3 22 Assista AgoraDireta e objetiva, a série consegue em três episódios de menos de 1 hora desenvolver bem a trama que apesar de simples é bem construída.
Kiti Manver vai muito bem em uma personagem que entra em sua jornada de "autodestruição" e Álvaro Morte bem como sempre, agora no papel de vilão.
O roteiro é direto e não enrola, mas obviamente tem seus pontos fracos. Alguns diálogos são fracos e desnecessários e o plot twist tem seus problemas. Ainda assim, fica com saldo positivo e irá agradar aqueles que gostam de maratona as séries.
Dept. Q (1ª Temporada)
3.9 88 Assista AgoraA série é muito boa, mas tem pontos que incomodam. O principal deles é que tem muita "barriga". Era uma série para 6 episódios e não 9. Não li o livro original e nem assisti ao filme, portanto não posso afirmar se rechearam a série com dados do livro ou criaram novas histórias.
Ademais, alguns diálogos exageram no tom cômico\sarcástico e tiram um pouco o peso de algumas cenas. Apesar de enriquecer alguns diálogos, tem horas em que não funciona bem. Também não gostei da motivação do vilão.
Matthew Goode é um ótimo ator e se sai muito bem, mas acredito que o personagem no filme escandinavo seja mais taciturno, o que acho mais interessante para o caso.
E tem bons coadjuvantes em seu entorno, já os personagens do inquilino e da psicóloga são muito mal aproveitados e deveria ser excluídos.
O Eternauta (1ª Temporada)
3.7 165 Assista AgoraRicardo Darín é Ricardo Darín e não tem jeito. Que homem maravilhoso gente, com ele assisto qualquer coisa.
Parabéns aos realizadores, por conseguiram uma série tão boa e com ótimos efeitos apenas com 15 milhões de dólares. Se fosse brasileira ou americana teriam gasto no mínimo o dobro.
A trama é boa e instigante, mas o resultado seria melhor com uns dois episódios a menos. Mas o calcanhar de Aquiles é mesmo o final. Tomara que a segunda temporada o justifique.
Dark Winds (1ª Temporada)
3.7 12 Assista AgoraUma série legal de acompanhar e que nos mostra uma realidade pouco visto nas grandes produções. Mas poderia ter uns dois episódios a menos e o final é meio decepcionante.
Zahn McClarnon é um bom ator e segura bem o protagonismo, mas o mesmo não podemos dizer de seu elenco de apoio. Sabendo eu após assistir de que se tratava da trama de uma série de livros sobre a dupla Joe Leaphorn e Jim Chee, achei o ator Kiowa Gordon meio abaixo do que deveria.
Chernobyl
4.7 1,4K Assista AgoraSem sombra de dúvidas está no Top 3 de melhores séries de todos os tempos.
Uma série é impecável. Não tem muito o que falar, apesar de algumas inconsistências históricas como relatar a morte de pessoas que na verdade estão vivas ou aumentar a participação de alguns personagens para ganhar carga narrativa.
Excelentes as atuações de Jared Harris e Stellan Skarsgård.
1923 (2ª Temporada)
4.3 38 Assista AgoraA série continua muito boa, os personagens são em maioria bens construídos. O elenco é fantástico e a trama bem escrita. Taylor Sheridan se consolida como um craque no roteiro.
Dois dos três arcos são ótimos, o do rancho capitaneado por Jacob e Cara, a jornada da Alex e do Spencer que é ótima, apesar de muito longa. Já o arco dos Rainwater me parece meio deslocado e tomando demasiado tempo de tela, ou pelo menos distribuído ao longo de muitos episódios.
Fica a critica quanto ao final meio abrupto.
O final foi demasiado rápido para tanta espera, 19 episódios para concluir absolutamente tudo em um único episódio final.
Elogiar Harrison Ford, Helen Mirren, Timothy Dalton é chover no molhado. Meu destaque vai para o Brandon Sklenar que eu não conhecia e foi muito bem. O vejo com muito potencial para personagens durões.
Caçador de Demônios (1ª Temporada)
3.1 43 Assista AgoraUm ideia muito boa, apesar de não original, mas que não consegue manter a qualidade do episodio inicial. Em suma é uma espécie de Evil Dead indeciso, não consegue se decidir entre ser galhofa e se levar a sério, o que estraga um pouco a experiencia.
Todo o plot "sério" da família do Hub é ruim e mais atrapalha do que ajuda. Seria melhor esquecer o pseudo drama e focar nos demônios, que aliás decepcionam pela facilidade com que são vencidos.
O CGI oscila demais, sendo de qualidade questionável na maioria do tempo. Seria um desastre se não não fossem os episódios curtos e o carisma do Kevin Bacon que carrega a série nas costas.
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 347 Assista AgoraInferior a primeira temporada, a serie fez algumas escolhas ruins e possui aqui alguns episódios cansativos, quando chegamos lá pela metade já bate um certo cansaço e vontade de pular para o final. Apesar de recuperar um pouco, na sequencia.
O último episódio é muito bom, mas o final é ruim. Vejamos como será a terceira e provavelmente ultima temporada.
Plantão Policial (1ª Temporada)
3.7 12Os episódios curtos fazem a diferença e não deixam o espectador se cansar. O ritmo é muito bom e os personagens interessantes. Tirando uns dois ou três episódios abaixo da média, os outros são excelentes.
Apesar do roteiro não ser um primor o saldo é muito positivo.
Gostei da atuação da Troian Bellisario.
Wyatt Earp and The Cowboy War
4.0 8 Assista AgoraA série é legal e trás informações importantes. Ajuda a elucidar fatos que estão apenas no imaginário das pessoas devido aos filmes e séries já lançados, que são produções artísticas e sem grandes preocupações com o que realmente aconteceu.
Com ótimo inicio e com um ritmo preciso, mas que vem caindo no passar da produção. No fim tive a impressão de que a duração foi exagerada e alguns pontos poderiam ter sido cortados. Ainda assim, vale a pena assistir.
Excelente narração o Ed Harris.
Better Call Saul (1ª Temporada)
4.3 833 Assista AgoraParada obrigatória para os fãs de Breaking Bad, a série é ótima e certamente mais divertida que a original.
Com um roteiro ágil e repleto de diálogos interessantes e divertidíssimos, complementado pelo carisma único de Bob Odenkirk e ótimos personagens secundários interpretados pelos também ótimos Jonathan Banks, Michael McKean e Rhea Seehorn temos aqui um excelente produto que considero um dos melhores Spin-off já realizados.
De quebra ainda temos a oportunidade de revisitar a série original, revendo locações e personagens, agora com mais tempo para se aprofundar mais sobre eles, além de poder ver por outro ângulo "fatos que se passaram" antes e em paralelo com a trama original.
Mas não espere ver aqui uma mera extensão de Breaking Bad, a série tem vida própria e faz escolhas diferentes tanto de ritmo como de montagem. E ainda que existam algumas situações meio forçadas ao longo das temporadas, o nível da série é excelente.
The Creep Tapes
2.8 11 Assista AgoraSinceramente não acredito que tiveram a ideia de fazer uma série neste formato. Me parece algo feito apenas para ampliação de catalogo. Infelizmente fica tudo muito repetitivo, se espremermos tudo temos uns dois episódios onde há alguma novidade que salva com alguma boa sacada que gera uma risada diferente, no mais é mais do mesmo.
Duplass continua ótimo, apesar de meio acabado para quem tem apenas 48 anos.
Se era para apostar em uma continuação que fosse um terceiro filme para fechar uma trilogia, mas uma série ainda que os episódios sejam curtos é algo demasiado repetitivo.
1923 (1ª Temporada)
4.1 54 Assista AgoraAntes de tudo saiba que está série não é uma minissérie como 1883, logo a trama não encerra no fim da temporada. Aliás parece nem chegar a metade.
A série é boa, mas exige um pouco paciência e talvez até insistência por parte do espectador. Isto pois após o ritmo mais ágil dos primeiros episódios vai caindo e as coisas esfriam até voltar a esquentar próximo ao final da temporada.
O texto trás algumas reflexões sobre politica e modernidades, assim como faz a série original Yellowstone. Taylor Sheridan sabe mesmo escrever boas histórias.
Dividida em três arcos separados que contam histórias praticamente independentes, um dos fatos mais marcantes de cada arco é que temos vilões sempre bem definidos e o roteiro facilita o trabalho do espectador nos dando razões de sobra para odiá-los.
Nas atuações Helen Mirren e Harrison Ford dominam as telas, o bom Timothy Dalton também está bem. E o casal formado por Brandon Sklenar e a bela Julia Schlaepfer tem muito entrosamento.
Confesso que ainda gostei um pouco mais de 1883, talvez até por ser uma produção fechada. A produção é muito caprichada e o roteiro é bem interessante.
Round 6 (2ª Temporada)
3.5 417 Assista AgoraPrimeiramente precisamos saber que se trata de uma temporada dividida em duas partes. Logo, não adianta assistir aqui sem saber e depois demonstrar raiva.
A temporada começa bem mostrando aquilo que o final da primeira prometia, a busca pelos responsáveis e pelo fim dos jogos. Esta parte vemos nos dois primeiros episódios, pode ser chata para alguns, mas deveria ser o mote principal da temporada. A entrada do 456 no jogo faz a série perder força, por mais interessante que sejam os jogos, mas deveriam ter mantido o 456 fora e escolhido outro protagonista para estar dentro.
O fato do 456 não desconfiar do jogador 001 é muito falho, usar novamente um jogador 001 é subjugar a inteligência não do personagem, mas do espectador.
Obviamente é interessante mudarem os jogos, mas não há muito o que inventar, logo o foco é mesmo nos diálogos e dilemas morais, o que de fato é o mais interessante da série, a não ser para aqueles que só querem ver confusão e mortes. Fato que agora vemos também temos a perspectiva de quem está nos bastidores dos jogos, o que agrega bastante.
Considerando o que foi mostrado, os sete episódios acabam sendo muito, poderiam ter reduzido partes desnecessárias terminado com cinco ou seis. E torçamos para que a série encerre na segunda parte da temporada.
Origem (3ª Temporada)
3.6 163 Assista AgoraInfelizmente aconteceu o que muitos temiam, a série caiu no mesmo buraco de Lost. Pena que aquilo que o fim da temporada anterior prometia não se tornou realidade e lá se perderam vários episódios dando voltas e tiros na água.
O fim desta temporada também foi previsível, mais do que entregue pelo corte de cabelo da Julie, e agora veremos parte dos protagonistas buscando mudar o "futuro".
Os núcleos do Victor e da Fátima foram incrivelmente desperdiçados, aliás esta segunda se tornou uma personagem chata em demasia, assim como o núcleo da Kristi Miller e Sara Myers
Espero sinceramente que acabe na quarta, caso contrário é certo que boa parte do público não irá encarar outras temporadas. Que este ano de 2025 toque o coração dos roteiristas para terminar logo com a trama.
A Última Noite em Tremor
3.5 43 Assista AgoraA série exige paciência inicial, pois só lá pela metade do segundo episodio consegue mostrar a que veio. Pessoalmente acho que dois episódios a menos fariam muito bem a trama, pois em determinado momento algumas visões se tornam repetitivas.
Oriol Paulo é sinônimo de boas produções sempre cheias de reviravoltas, porém algumas de suas ideias estão se tornando repetitivas.
Javier Rey e Ana Polvorosa tem boas atuações, já as crianças não fazem feio, mas derrapam em várias cenas.
Pinguim (1ª Temporada)
4.4 293Uma série muito bem produzida, que criou uma Gotham muito palpável, e que tem sim vários clichês de séries mafiosas o que não poderia ser diferente, inclusive com algumas cenas que vimos, por exemplo, em The Sopranos.
O inicio é sensacional, mas os três últimos episódios deixaram o nível cair um pouco. Algumas conveniências de roteiro incomodam como determinadas situações em que Oz escapa. A personagem Sofia Falcone começa bem e segue em uma ótima crescente até que começa a desandar devido alguns exageros desnecessários do roteiro.
Colin Farrell e Cristin Milioti estão ótimos, aliás o ator encontrou um ótimo tom para interpretar o vilão e manter um certo equilíbrio em suas ações a ponto de fazer o espectador torcer por ele em diversos momentos.
A série nasceu para ser um evento único, acho uma pena que estejam falando em uma segunda temporada devido ao sucesso de critica e comercial. Deveriam deixar como está.
Cidade De Deus: A Luta Não Para (1ª Temporada)
3.6 81 Assista AgoraComeça muito bem, os três primeiros episódios são bons, diretos e frenéticos. Mas quando começam a querem explorar melhor os personagens a trama se perde e o roteiro se torna novelesco.
Quando avança na questão politica o texto se perde, joga fora tudo que foi feito com excelência no filme e se transforma em algo pueril. Não há dualidade, só discurso pronto.
A cantoria no episódio 5 não combina em nada com o resto da série, em um musical talvez, mas aqui ficou algo perdido e sem propósito.
Andréia Horta e Thiago Martins são os destaques, porém o roteiro conseguiu destruir o personagem do Thiago, o que fez a trama perder muita força. Fazendo assim, possíveis comparações com Zé Pequeno totalmente injustas. Existem algumas atuações ruins sim, é compreensível que nem todos são atores profissionais, embora alguns atores não tenham esta desculpa.
Uma segunda temporada me parece desnecessária e inclusive acredito que seria pouco rentável.