"Cuidado! As pessoas que você observa, podem estar observando você!"
Aqui a coisa começa a tomar forma e o Nolan (como já disseram) começa a apresentar seu cinema.
E o legal de "Following" é que apresenta um Nolan mais "cru", menos expositivo, menos grandiloquente, menos "faraônico", menos convencido, ou lotado de bajuladores que exaltam tudo que ele faz/vai fazer..
Aqui ele ainda estava mais preocupado em contar uma historia, de deixar a trama fluir de forma mais natural, e deixar seus personagens se desenvolverem como indivíduos de forma mais orgânica, deixando eles seguirem seu rumo e mantendo o interesse, mesmo que simples e sem grandes proporções, o diretor consegue convencer e te fazer ficar curioso com o rumo da trama e onde tudo vai levar.
A pouca duração (excelente!) e a fotografia foram bem escolhidas, deixando a trama com um clima perdido e um ar melancólico acertado, em um mundo vazio, com personagens amorais e perdidos. Pontos pro Nolan em seu primeiro filme. Vê-se talento, vê-se habilidade em contar uma historia. Além da trilha, que complementa a atmosfera sutilmente, dando uma camada a mais a ambientação de seu mundo, bem diferente dos sons de fundo (de elevador) sem graça, quase ausentes, que ele passaria a adotar futuramente.
Não há nada de "complexo" na trama como dizem por aí, isso já é meio exagero por não terem acesso ou assistirem outros tipos de filme. A trama é bem simples e comum, e ela vai se "afunilando" para chegar ao mesmo lugar conclusivo de todos os milhares de outros filmes que tem por aí. A única coisa "diferente", mas que também não é original (ou nada de outro mundo), é a narrativa não linear, que pode "confundir" alguns, ok. Mas quem tiver dificuldade, basta seguir a aparência do protagonista ou "o boneco quebrado", vai dar pra se situar bem na trama, não há mistério, pois como disse, ela se "afunila" para um desfecho narrativo comum, mas que não achei menos atrativo por causa disso. É interessante, e as "interpretações filosóficas" ficam por conta de quem assiste. O que também é legal. Menos mastigadinho, de "bandeja".
Queria muito que Nolan tivesse mantido mais esse caminho, ou tivesse equilibrado mais seu cinema com projetos mais artísticos e filmes comerciais, sem se prender muito no expositivo constante, exagerado, pedante e formulaico. Funciona pra muitos, respeito, funciona pra ele, respeito...
Mas projetos assim, como "Following", fazem falta em um certo cinema mais íntimo, menos faraônico, do cidadão comum do dia a dia, em seus universos particulares, de duvidas em seus rumos, questionamentos em suas mentes, decisões ruins, com caminhos interrompidos, vazios de proposito, perdidos em mente e espírito, etc.
Achei um entretenimento na média, "legal/legalzinho/bom", "2 estrelas e meia pra 3", de bom tamanho. É isso.
Visto dia: 23-05-2026
Obs.: Como muitos já disseram em fóruns e discussões de amigos, que Nolan "não sabe filmar cenas de luta/briga direito", já aqui se vê uma coisa que não mudaria. rs
Indo na contramão do pessoal, achei o início melhor do que o que se desenvolveu/foi entregue depois.
No início você tem toda uma desenvoltura, desenvolvimento, apresentação de personagens, motivações sombrias, ambíguas, com um passado sofrido. A estrutura, forma e andamento também são melhores, as locações e figurinos estão bem legais, e os atores parecem bem à vontade em seus papeis, apesar de não terem muito no que se apoiarem individualmente, que mesmo dentro de seu contexto/gênero, é um filme, na minha opinião, assistível, porém muito comum, e segue a cartilha de "novidade" do entretenimento atual, que Hollywood já fez melhor, fazia melhor.
As músicas no filme são boas, dão movimento e uma certa camada de personalidade ao longa, principalmente em cenas fazendo jus a ela e o que se originou à partir dela, seu embrião de libertação, de contestação, de "grito da alma", da "dor da carne", "de lavar o espírito na noite", de ter algo particular, ressonando uns com os outros, sendo descarregado dentro da realidade da vida sofrida, de opressão constante, preconceito e etc. A autenticidade que gera/gerou uma nova onda, que seria tão difundida, como é até hoje. Achei legal essa parte, bem respeitosa, natural e agregam a narrativa/andamento, mesmo que bem simples e direito ao ponto, dentro do contexto da obra, e conseguindo me prender por boa parte, me sentindo entretido, não achei uma porcaria ou qualquer outra coisa, mesmo sem grandes expectavas. Estava me conquistando aos poucos.
Agora, pra mim, o filme realmente se "perdeu/me cansou", e onde achei que ele caiu mais no lugar comum (ainda), é onde ele adiciona o "elemento fantástico/fantasia", que são os vampiros. Logo depois que certo personagem é mordido pela primeira vez, é onde eu acho que o clímax, que foi tão bem preparado, começa a ruir, e não fazer jus ao que vinha sendo construído, sendo onde o filme perde seu charme/diferencial, caindo no lugar super comum. É onde essas "promessas", esses adjetivos exagerados, essas palavras "maravilhosas", "obra prima", "magistral", "geniais", são totalmente subutilizadas, banalizadas, que em vez de ajudarem o filme, acabam o prejudicando, pois colocam um expectativa incompatível com o produto que é oferecido, que não é isso tudo. O que não é bom, nem saudável a obra/produto.
Questão de gosto, sim. Mas como já falaram, e concordo. Quando o filme "vira a chave", é impossível não comparar ao "filme do Tarantino", "Um drinque no Inferno" de 1996, dirigido por "Robert Rodrigues". O que pra mim, PRA MIM, pesa bastante, e já não gera mais nenhum clima de novidade, perdendo bastante sua força, que já não era muita dentro de seu entretenimento. Não que eu esperasse muita coisa, mas esse filme tem tantas coisas de outros filmes, principalmente nessa parte, que parece um "apagão de ideias" bem forte. Coisas de filmes bem batidos e conhecidos, exemplos como o "convite para entrar em residências", vista em filmes como "A hora do Espanto" (1986), "gangues de vampiros", como em milhares de outros filmes por aí... "Vampiros de John Carpenter" (1998), "Vampiros do Deserto" (2001), "Quando Chega a Escuridão" (1987), "Garotos Perdidos", "Blade", "Anjos da Noite", "A Rainha dos Condenados", "Entrevista com o Vampiro", etc. Entenda, essas coisas não são novidade desde que "vampiro é vampiro", "Nosferatu", etc. O sentido aqui não é comparar as obras diretamente como produções, valor financeiro, custo de bilheteria ou qualidades particulares, e sim no sentido de lugar comum. Quando se tem uma produção dessas, cheia de elogios rasgados, escancarados, promessas de "obra prima" e indicações ao Oscar, já disse, no sentido de exposições que essa obra ganha, automaticamente se espera que essa obra venha acompanhada de algo que lhe de mais qualidades, no mínimo tão boas, ou superiores (ou particulares) do que já se foi visto no cinema de antes, e não é o que acontece, inclusive, sendo inferior a coisas feitas no passado.
Não é exclusivo de "Pecadores", ele não é o único, nem o primeiro e nem vai ser o último. E Hoje em dia é difícil de fazer algo original, mas o problema comigo e "Pecadores", é que além de eu já ter visto muitos filmes nessa estrutura melhores, e muitos filmes de vampiros diferentes, além de não achar esse filme esse "maracujá todo", mesmo ganhado pontos por tentar ter um "storytelling" um pouquinho melhor que o normal, no mínimo coerente (com o padrão baixo de hoje), não acho um "filme de Oscar" tão diferenciado assim e "maravilhoso" como foi falado, pra mim, como já disse, é um filme comum, e nem chega perto de outros que eu já vi. Talvez para quem goste muito de "filmes de vampiros", ou não tenha lá essa "bagagem toda de conhecimento", ou produções "melhores", seja "novidade", não sei. Mas o que vi aqui, principalmente na parte do bar, não me disse nada, e não sei se justifica ter esse "away todo".
A parte do bar é tão atrapalhada, perdida, corrida, atropelada, e um puta potencial desperdiçado, principalmente com os personagens, e os irmãos feitos por "Michael B. Jordan"! Culminando no "lugar comum" total já citado, com uma batalha tão sem graça, sem peso, capenga, que pouco faz jus aos personagens que foram apresentados com tanto cuidado. Uma pena, muito ruim! Tanta coisa poderia ter sido feita ali (inclusive até um dos vampiros dá a ideia!) mas não acontece. Desanda, e é o clímax do filme, seu "calcanhar", onde tudo culmina, leva-se a tudo. Fora que ainda começam a aparecer cenas bem expositivas, convenientes, até constrangedoras!, ("sonhos de possibilidades"?! O.o' eca! ruim demais!), piadinhas, volta de personagens inúteis e sem lá peso, que foi dado aos vampiros, como se filme não soubesse direito para onde quer ir, como terminar, e também quisesse abraçar todos o finais que foram pensados ao mesmo tempo, além das burrices agudas, e das conveniências com certos personagens, principalmente envolvendo o grupo de vampiros e seu embate de "feirão de frutas".
Os vampiros, que apesar da maquiagem, olhos bem destacados, certos efeitos práticos, sede de sangue e serem bons cantores, não são também lá grandes coisas, sendo melhores dançarinos que inteligentes, e as analogias também ficaram bem fraquinhas. Prometem muito, mas ficam "como o filme", muito aquém, entregando o mundano absoluto. Somado ao que já falei, sem nenhuma novidade, não deu para curtir o filme como achei que seria. Não vou me aprofundar tanto mais, pois já estou cansado e o texto já está muito grande. Acaba sendo mais um desses "enlatados" modernos (infelizmente), com muita "perfumaria", propaganda, exposição exagerada, cheio de "hype", que não faz jus a TANTO, sendo isso até maior que o filme em si, como muitos outros... Enfim..
Não achei o filme ruim como um todo, apesar do "desandar" do final, porém não achei ele ISSO TUDO (ou bem desenvolvido como um todo). Parece mais que "Ryan Coogler" (que também assina o roteiro) SOUBE LIDAR MUITO MELHOR COM A PARTE SÉRIA/PÉ NO CHÃO DO FILME, do que com a parte "fantástica", deixando a desejar, ao meu ver. Poderia nem ter tido os vampiros/elemento de fantasia, pois deu a impressão que nem precisava, mas...
São como dois filmes diferente que COLIDEM, em vez de se misturarem organicamente, pois a parte que "se misturam/se encontram", há uma queda de qualidade abrupta, que não ficou legal. Achei melhor/superior em outros filmes (alguns citados) e principalmente no seu comparativo mais comum, "Um Drink no Inferno" (original), não suas continuações, que achei horrorosas.
"Sinners" se beneficiaria muito mais se mantivesse o que o diferenciava no início, do que o lugar muito comum e "safe" que tomou no final, me fazendo ficar bem decepcionado pelo rumo que ele tomou e o deixando esquecível. Pra mim "2 estrelas" ("regular"), tá de bom tamanho.
E muito por isso escrevo essa mera resenha, para me lembrar do que assisti e das minhas primeiras impressões, pois não sei se veria de novo. Não achei um filme "ruim", uma "bomba", uma "porcariada", ou certas coisas toscas que estão dizendo por aí (não quero entrar nessas idiotices!).. mas nem de longe achei isso tudo que outra parcela está dizendo por aí, poderia ter sido muito melhor, mas seguiu por um caminho bem medíocre e sem sal.. um pena.
Não curti tanto, mas a vida que segue. É isso.
Visto em: 22-03-2026 [Com meu pai, que também não curtiu muito..]
"Clint Eastwood" escalou ele mesmo em um filme de escalada no gelo, que faz inveja ao filme de escalada do "Stallone", e da escalada do "Limite Vertical" e da escalada do "Everest". Como se não bastasse o excesso de escaladas, o título nacional ainda faz um trocadilho tosco com a ideia do filme. Eu achava que o nome desse filme era "Escalando pra morrer", mas enfim..
Não tem nada demais nesse treco! É mais um filme do Clint Eastwood fodão! Que está aposentado, e é forçado a fazer alguma coisa, e essa coisa agora envolve esca... "alpinismo". A sinopse já conta basicamente toda a historia, e os colegas já disseram, e concordo! O filme tem desnecessárias duas horas, sua trama é fraca demais, seus personagens não são tão bons, e não tem estofo para uma duração dessas, tivesse mais coisas ou fosse melhor desenvolvido/mais interessante. E como se não bastasse a trama já meio "capenga", ela ainda é arrastada, tornando tudo mais cansativo do que já é e desinteressante.
Eu gosto do "Clint Eastwood", e muitos de seu filmes através das eras, tanto atuando como dirigindo. Mas esse aqui não achei um bom exemplar dele, assim como outros, faz parte... a vida que segue.
Pelo menos ele ganha o dele fazendo isso ($$$), já eu só perco meu precioso tempo mesmo, pra ele é bom financeiramente, pra mim é só aborrecido! Quem sai perdendo e no prejuízo sou eu, pra mim é bem pior, pesando na nota.
Visto: 19-03-2026
Uma estrela por curiosidade, não gostei. Mas vai de cada um...
"Vi "Val Kilmer" aparecer, se desenvolver, despontar, chegar ao auge, ter sua queda, sumir das grandes produções/fazer coisas menores e agora sumir de vez da vida..." e agora ser ressuscitado com inteligência artificial pra estrelar um novo filme!! ô loco, meu!! o.O"
Não sei se tinha necessidade desse filme ter 105 minutos. É pequeno, singelo, pouco engenhoso, e bem dentro de uma estrutura enlatada, "padrão do gênero", de "descobrir o assassino". É isso.
Mas... até que dentro de suas limitações, apesar do início bem ruinzinho, e seu final, na minha opinião, péssimo! Seu "miolo" ele até que funciona, com ressalvas, sendo bem tolerante, dentro das devidas proporções. """Entretém""", mas não sei se veria de novo.
É um "filme do "Christopher Lambert", qualidade não é lá seu forte, apesar de ter seus admiradores. Já fui esperando um bomba nuclear! Mas até que me peguei assistindo. Basicamente não tem suspense, qualquer tipo de tensão, ou montagens de cenas interessantes, sendo levado de uma forma bem burocrática, de aluninho recém saído do curso "torne-se diretor em 6 meses" da escolinha da picaretagem.
Apesar de já ter créditos como diretor, "Carl Schenkel" parece que nem existe, dá a entender qualquer diretor menor, um chimpanzé, ou até um assistente de câmera mais esforçado poderia fazer o que ele faz. Medíocre e se graça, sua condução é uma droga protocolar que não ajuda muito. Já é o terceiro ou quarto filme dele que vejo com essa mesma "brochura" por trás das lentes, parece que virou diretor porque não tinha mais o que fazer. O roteiro também é bem básico, mas até que funciona, consegue se manter, e no mínimo, te deixar CURIOSO!, você fica querendo saber "quem é?", "é mesmo?", ou "como vai terminar (essa joça)?!". Ponto pro filme, pelo menos.
Quem gosta de "Christopher Lambert", de vê-lo em cena, e não liga muito se ele está em "filmes de ação", de repente pode vir a gostar, ou já sabe mais ou menos o que esperar. Seu sarcasmo e deboche estão aqui (e no ponto!), felizmente fazendo alguns diálogos soarem bem naturais, fluídos e por vezes engraçados, principalmente com o personagem de "Daniel Baldwin", que faz o "tira durão", impulsivo, "cabeça quente" da vez. Uma coisa pequena que achei bacana, são as interações de "Lambert" com a filha dele, vivida por uma muito jovenzinha "Katharine Isabelle", as cenas são muito bonitinhas, meigas e autenticas, não parecem forçadas ou atuação de forma alguma, bem legal. Saudade do tempo que atores mirins muito jovens já te despertavam empatia e carisma instantâneo, foi tempo.. Enfim.
O beneficio disso, apesar de um detalhe, já ajuda bastante a equilibrar o personagem "Peter Sanderson" ("Lambert"), e deixa-lo aceitável e equilibrado, entre um cara legal, bom pai, focado, atencioso, e um cara suspeito, frio, distante, com o ego em primeiro plano/como um escudo. Eu tenho uma certa simpatia pelo ator, com muitas aspas, talvez pelo tempo, por algumas de suas produções eu tenha visto garoto, ou pelo ator parecer ser um indivíduo legal, "boa praça", sei lá. Tenho mais simpatia por ele do que pelo "seus clones", "Thomas Jane", "James Purefoy". Mas reconheço as limitações dramáticas do "ator". Sorte dele que o personagem tem um certo "background" que também o auxilia, e ajuda a faze-lo convincente.
O filme também se apoia naquela "artimanha" manjada/velho clichê, de usar a "cara engessada do ator", sua "uma expressão só", ou suas limitações, para beneficiar a "ambiguidade do personagem" em prol da trama e do mistério, aqui no caso envolvendo um assassino. Sei lá, eu prefiro pensar quer sim. "Carl Schenkel" (ou o chimpanzé) também é esperto/malandro, e tentar afastar a câmera de "Lambert" em certos momentos, focar em outra coisa ou ator para compensar. Não faz milagres, não tem como, é o ator principal, mas pelo menos tenta aplicar a "técnica". Mas mesmo assim tem cenas muito ruins, tom de voz afetado, caretas, gritos poucos convincentes, chorando então, ou quando se exige mais, obviamente fica complicado (pra não dizer outra coisa). Mas...
"Tom Skerritt" também está aqui, "não fede nem cheira", mas está bem. Quando digo "bem", é no sentido de "nada mais, nada menos", serve a trama, não maximiza, mas também não atrapalha. Poderia ter sido melhor, mas é prejudicado pela covardia do roteiro, feito de idiota, e jogado para escanteio quando convém. Não esqueça! é "o filme do ator principal!", mais que isso é "arte", não queremos "arte", não queremos "ir além", só o feijão com arroz de sempre. Ok..
"Diane Lane" também se faz presente, aparentemente com sua "clausura de contrato" ativa, de "transar com alguém ou mostrar nudez". Não reclamo, só aponto a previsibilidade. É como "John Cusack na chuva", "Eva Mendes pelada/transando", "Tom Cruise correndo", "Sean Bean morrendo", essas coisas... que uma hora ou outra aparecem em papéis de certos artistas. Mas ela está legal, e serve ao andamento da trama e no desenvolvimento do personagem de "Lambert", não faz milagre, mas é um contrapeso bem mais bonito e funcional que o francês testudo.
Tem umas parte meios "estranhas", coisas meio expositivas, corridas. É engraçado as vezes ver um "jogador de xadrez" e uma "psicóloga" sabendo mais que a polícia, beirando a estupidez. Mas nada é pior que o final, que é atrapalhado, mecânico, imbecil, clichê, anticlímax, abrupto e totalmente descuidado, até no sentido de atenção a cena, faltando maquiagem onde deveria ter (e muito!), e chegando até a aparecer gente da produção ao fundo, onde não deveria haver mais ninguém no cômodo. Não é legal, é tosco! constrangedor, não gostei, sendo insatisfatório, e arrasta o resto junto com ele. Você vai ver o que estou falando. Entenda, o andamento, apesar das falhas até me prendeu, mas mesmo dada as proporções, o final poderia ter sido diferente e menos covarde. Mas bobagem e ingenuidade minha esperar isso de uma produção desse tipo e com os nomes dos envolvidos. Só achei que talvez fosse achar um desses filmezinhos menores bacanas perdidos, mas me enganei.
No geral, tirando a falta de "colhões", e seu final abruto horrível, até que deu pra matar a curiosidade, não me deixou tão aborrecido quanto eu achei que se seria. Não sei se cairia a nota em uma revisão, mas não haverá (se é que haverá!) uma tão cedo. Ele é sim um filme esquecível, como o colega falou abaixo, concordo. Eu não sou muito lá muito fã dos atores envolvidos, mas nem é culpa deles, e até que funciona até certo ponto, amarra uma traminha, mas que poderia ser muito melhor na mãos de alguém competente (ou talentoso). Sei lá, achei "irregular"/"regular", dando pra dar "1 estrela e meia, 2 estrelas" no máximo pelo "entretenimento".
Se for ver, gostar desse tipo de trama, ou do "Highlander" ("Christopher Lambert")... talvez possa vir a te entreter. É simples, reto, banal, clichê, mas faz um deverzinho. É isso. Boas sessões.
Visto: 19-02-2026
[Um xadrez onde as vítimas são as peças. O assassino está em qual lado do tabuleiro?] Ideia boa, esvaída em falta de interesse... uma pena.
Porra... me senti aquele cara daquele filme "Pi" (do Darren Aronofsky) enfiando uma furadeira na cabeça! Só faltou achar graça..
Rapaz, tem coisas que você assiste na sua vida, que excedem o limite de lixo que você consome.. Você fica abismado, como uma porcaria tão ruim, que de tão ruim! te leva ao estado de reflexão profunda involuntário, melhor até que muitos filmes que tentam (sem sucesso) fazer isso...(?)
Só que aqui, meu deus! É constrangedor, é radioativo, um suco de chorume no copo de sua bebida favorita.. é leite azedo...
Doassem o dinheiro pra caridade, botassem fogo, sei lá... Melhor que fazer uma merda dessas! Isso não é um filme! É uma palhaçada qualquer com dinheiro (talvez) roubado, ou de algum estúdio sadomasoquista que luta pra ir a falência.
Adoro o "Stuart Gordon", parecia ser um cara bem legal e que amava o que fazia. Respeito suas aventuras com baixíssimos orçamentos, louvável. Suas obras malucas como "Reanimator", "Do Além", "A Maldição na casa da Bruxa", "Dagon", até o "Rei das Formigas", estão em minha memória/coração do entretenimento bizarro/trash, dentro de suas devidas proporções/contexto.
Que ele descanse em paz!
Muito atores, diretores, roteiristas, etc. fazem filmes ruins, acontece, faz parte. Mas tem coisas, coisas como "Space Truckers", que cassetada!! Nem o orçamento de um "Titanic" salvava isso aqui! Tá maluco! Quase tive um aneurisma cerebral vendo essa merda!!
"Humor" é um negócio super relativo ("gosto" de maneira geral), mas isso aqui é uma bobagem tão esdrúxula que sei lá, cara, te deixa deprimido, abatido, aborrecido de derrotado... tá maluco!
Tu tenta cara, mas não tem como... É como "Charles Dance" [no filme] tentando fazer a "jiromba de aço cibernética" dele voltar a "funcionar na base das ferramentas" (literalmente).. mas o aqui, bagulho deu "perda total" de vez.. Tudo é medonho, pavoroso e constrangedor.
"Stuart" deve ter sido drogado, botou bosta na seringa, pois fez uma das piores bostas que eu já vi!. "Dorff" já é um péssimo ator, e aqui está horrível como sempre. "Hopper" é o de sempre, ele mesmo no piloto automático. "Charles Dance", medonho! Espero muito mesmo, de coração, que a equipe tenha se divertido fazendo isso, pagado suas contas, porque porra!! complicado..
Chega de filmes por essa semana...
Visto: 18-02-2025
[Sai burro, com as córneas estragadas, cara petrificada na expressão de constrangimento, cérebro falhando, senso de humor destruído, e um vazio que não desejaria para ninguém... mas sobrevivi, eu acho]
Rapaz, por mais que esse filme aqui não tenha nenhum comentário, e eu tenha deixado bem claro com minha piadinha no final da resenha, que é um filme que não pegou, não funcionou, ainda sinto que devo dizer mais para quem tenha curiosidade, pelo "Charles Dance", ou "Ben Kingsgley", ou qualquer outra coisa.
Olha, pra mim, não vi nada demais em suas performances, é um filme comum demais, "quadrado" demais, extremamente burocrático, sem nada demais (tempero, apetite), é ver por alguma curiosidade aleatória, e tenho minhas dúvidas se vai ser lembrado logo assim que os créditos finais começarem a subir.
Nem todo filme precisa ser incrível ou memorável, ou sei lá... mas tem coisas que são só "pasteis de vento", "agua de salsicha" perfumados, em embalagens pomposas com molduras bonitinhas... o conteúdo mesmo é insosso, sem sal, tu "dá de ombros", sabe?! Se não tiver nada pra fazer, como falei, assista por alguma curiosidade, mas se tiver algo pra fazer, alguma pendência, arrumar suas meias, lavar panelas, tirar cabelos do sabonete, faça! Talvez seja mais interessante que """"Espião: Profissão de Morte"""". Cruzes! até o título nacional é vagabundo!
Achei muito chato, modorrento, cansativo, ""fanfarronico"", desinteressante... Há coisas bem melhores por aí para beneficio das córneas. Não é uma bomba, mas achei, não me disse nada como uma bomba. Entretenimento inócuo, "1 estrela", só por curiosidade.
Se eu veria um negócio desse de novo?!
Ben Kingsley (Em uma cena do filme): "NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOoooooooooooooooooooooooooooooooo!!!!!"
Yeah! Heavy metal!! \,,/ E o tiro comendo... Putz! chatão...
Visto: 18-02-2026
[Dramalhão fedido ""de época"", com uma traminha meia boca, que tem aos montes por aí em melhor forma]
Olha, esse filme é até uma "surpresa" para o tipo de filme que é, mas pertence a um grupo específico, que gosta de um "trash", com um certo gore estranho, e um certo humor carniceiro particular, dentro de um filme de orçamento limitado. Pra mim, é o tipo de "filme ruim", que "funciona"/"dá pra assistir", mas com ressalvas. Depende da pessoa.
Eu já fui assistir tendo em mente de ser um "trash", poderia esperar qualquer coisa dentro do rumo desse tipo de "gênero". Mas o maior problema de "The Midnight Meat Train", e o que "quebra" ele de ser mais "enxuto"/marcante (dentro de suas limitações), e o afasta de "trashs" melhores, é sua gritante dissonância, inconsistência e inconstâncias em sua trama/andamento, que se arrastam sem uma coesão boa de qualidade.
Na prática, são duas tramas, com dois personagens, que vão colidir em um certo momento. A forma como os dois são apresentados é boa. Mas com o passar do tempo vai cansando rápido, não se sustentando com deveria, e faltando competência (ou talvez tempo, ou orçamento) para botar a ideia de forma satisfatória pra frente com prometia. O que é um ponto ruim, e afeta bastante o filme. Faltou esmero, falto cuidado. Porque o filme, por mais que tenha uma trama incomum, um gore esquisito, e uma violência gráfica, ela não é boa! Você entende os "baldes de sangue", mas ai usam um CGI medonho, no mau sentido, que não sei se foi proposital (apesar de divertido), mas acaba te gerando risadas, voluntárias ou não. Eu achei que o filme iria por esse "caminho", então beleza, mas ai ele se torna um suspense, que também acaba não se sustentando por ser mal conduzido/trabalhado, e como se não bastasse, tenta ensaiar um suspense psicológico (!), e vai pior ainda. Entende o que eu quero dizer?! Ele te instiga e te promete uma coisa, e não faz bem, ou vai pra outro lado, comete erros básicos dessas produções, atira para certos lados, e não faz bem o que deveria fazer. Ele por várias vezes é bobo, mas quer se levar a sério, faz um suspense, apresenta uma ideia, mas não a desenvolve, até a hora que cansa.
Nisso, o personagem de "Bradley Cooper" é o mais prejudicado, pois sua trama começa legal e coerente. Ele é um fotógrafo semi-frustrado, com baixa confiança, sem uma carreira, estagnado na vida. Quando leva um "toco", começa a questionar sua arte/trabalho, e tentar melhorar de uma forma um pouco "amoral" e arriscada. Isso é legal, e ponto pra ideia, mas o filme depois deixa isso "jogado" e investe mais na trama dele como uma quase novela, "namorado e namorada com problemas", não o que era prometido, e o que parecia que seria. Fica muito aquém.
Atriz "Leslie Bibb", faz sua namorada, e ela está até bem, mas a falta de desenvolvimento do roteiro acaba a prejudicando também. Porque ela fica muito de choradeira, e parecendo aquela namorada chata, com o namorado "pirado" afetando o relacionamento entre os dois. Cruzes! Fora a ceninha de sexo gratuita e mequetrefe, que só serve pra "encher linguiça" (ou "esvaziar a linguiça", entenda como quiser...), que não servem em nada pra o desenvolvimento da trama. Poderia ter sido facilmente cortada em prol da narrativa, colocando algo que acrescentasse realmente a trama de forma coerentemente. Mas....
Veja, o filme é de baixo orçamento, tudo bem. O problema é que ele claramente gostaria de fazer mais, e mostra isso, mas não tem "cacife" pra isso! e não desenvolve bem os momento narrativos que promete. Assim, não quero ser chato, mas eu resenho por aquilo que vejo, que foi feito/entregue, não pelo o que poderia ter sido, e o que ele faz, não faz bem. É o caso clássico e muito comum de "querer ser mais do que é", "dar um passo maior que perna", "querer correr antes de andar".
A trama de "Cooper", claramente, levaria a uma parte psicológica interessante, que faria você questionar sua sanidade e seu papel real na trama, mas não é isso que o filme acaba fazendo direito, o que é uma pena. Eu, particularmente, não sou muito fã do ator "Bradley Cooper", talvez um "James Mcvoy", que já está mais acostumado com esses "papeis de pirado" caísse melhor, mas seria mais mérito do ator mesmo. Acho "Cooper" com "cara de paisagem"/bom moço demais, mas nem é culpa dele aqui, é mais da irregularidade do roteiro mesmo.
De novo! Se o roteiro/filme fosse "tosco assumido", "porra louca" de vez, isso seria menos importante, mas por boa parte do início (e em vários momentos), ele se leva a sério, com outro tom em sua trama e tudo, parecendo outro filme, indo mais para o suspense, na forma e na direção que ele toma. Então, quando ele "muda" e deixa essas coisa pela metade, dá pra sentir/perceber com muito mais facilidade, suas falhas ficam mais aparentes, parecendo um filme que não sabe o que quer ser direito.
Fora certos "furos" que acabam acontecendo. Como acharem um apartamento "do nada", e irem lá "porque sim", somente para gerar a próxima cena, previsível (preguiçosa) que não é benéfica no sentido narrativo. Você pode ter seu filme "amalucado", tirar especulações, mas há de haver, no mínimo, uma certa coerência com o que se quer contar, porquices (atropeladas/corridas) ficam difíceis de se relevar.
Além de se estender demais naquele velho clichê de "achar um assassino", se for bem feito, ótimo! funciona, mas se for mal feito, gera o efeito negativo, e um erro dos mais básicos, que é, a porra do público já sabe quem é o assassino! Pra que tu vai ficar um tempão nisso sem colocar nenhum "tempero" ou acrescentar nada de novo?! Não ficou legal, não ficou bem feito, se tornando apenas arrastado e cansativo.
Começo a me questionar da habilidade do diretor "Ryûhei Kitamura", em seu sétimo/sexto longa (sei lá), cometendo erros básicos narrativos e clichês de gênero batidos (até para 2008!). Faz um "feijão com arroz" bem básico, mas sei lá, não me parece talentoso ou diferenciado. Faltou um "Takashi Miike" aqui, ou "Sam Raimi do velho testamento", sei lá. Uns diretores malucos, que mechem com esse tipo de produção, mas que sabem a hora de contornar certas adversidades de roteiro de forma mais interessante, ou ousar em prol da insanidade da trama na hora que deveria, não sei, é um exemplo. Mas faltou um "tempero" autoral bacana nesse filme! Que tem uma ótima ideia, mas a deixa pelo caminho. Poderia ter tido mais efeitos práticos, o que o beneficiariam positivamente, porém, é o que é. Enfim.
Agora, um PONTO POSITIVO e uma excelente escalação, é do "ator""Vinnie Jones". Quem gosta dele e do seu jeitão carrancudo, intimidador, saiba que ele está ótimo! Carrega o filme, e é o maior entretenimento do mesmo!. Acredito até que o filme retrata a vida noturna real do "ator", e não uma obra de ficção! Sempre imaginei ele assim mesmo! Só faltou o "Gary Busey" e o "Christopher Walken" pra fechar o "bonde da loucura" com ele. "Vinnie" convence e assusta, e não precisa de mascaras para intimidar, sendo mérito pessoal dele, o que é bom. Infelizmente, cai nessa discrepância entre "mocinho e vilão" mal feita, mas funciona. Até a forma como "Bradley" começa a suspeitar dele faz sentido, é esperto, lamentavelmente não foi bem tratado como deveria. Se fosse mais antigo, talvez "Mahogany" virasse um desses "vilões B" da cultura pop, como o "Matt Cordell", "Maniac Cop" (1988), ou "Tall Man" ("Homem Alto"), da série de filmes "Phantasm" (1979). Seria um "querido das locadoras"?! Talvez.
Você vê que "O Último Trem" tem uma excelente ideia, com um final que gostei bastante, muito legal, e começa muito bem, divertido e instigante, o problema mesmo é mais no seu "miolo", que deixou a desejar, o que uma pena...
Poderia ter sido um filme que, se tivesse um pouco mais de cuidado, dentro de seu contexto, poderia ter havido facilmente uma continuação. Mesmo que talvez não fosse lá um sucesso comercial, o "boca a boca" o tornaria uma obra cult digna de qualidade. Do jeito que ficou, é só MAIS UM filme estranho, com um trama boa, porém perdida em meio a um mar de outros filmes com as mesmas inconstâncias, dissonâncias e inconsistências de sempre. Algo para ver, talvez guarda no cantinho da memória, ou talvez esquecer completamente.
O que lhe deixa mais incomum mesmo, é lembrar do "Vinnie Jones matando no trem como seu martelinho de carne", tirando verrugas (?), mas pouco dá pra lembrar do resto. Lamenta-se!
Gostei da ideia, gostei do início, gostei do "Vinnie Jones", gostei da ambientação, gostei do trem, gostei do final, me diverti em algumas partes, mas não do andamento, como já disse. Pra mim ficou um entretenimento irregular, "1 estrela e meia". Tá ótimo. Não é péssimo, mas não chega a ser "bom". Se fosse falar com alguém, falaria exatamente isso. Fica aqui o lembrete para mim mesmo, e talvez sirva pra ti, se for ver, boa sessão! O sangue espirra! hehe
Visto dia: 16-02-2025
[A vida privada de "Vinnie Jones" no trem da madrugada] :p
Achei mais ou menos, legal/legalzinho, bom/bonzinho, dá pra ver. "3 Estrelas e meia pra 2". Acho que já vi tanto filme nessa mesma "vibe", mesma coisa, mesmo "X-Tudo". "Americano faz isso...", "americano faz piada", "cai no Vietnam", é "brabo", tá "cagado mais se aguenta (+ou-)", "aguenta as adversidades", aguenta os vietnamitas", "vietnamitas (acrescente qualquer outro povo aqui que lutou contra os americanos) são monstros", "americano é herói", "americano sobrevive" (o título do filme já é um spoiler), blá, blá, blá... é isso. Resumi 125 minutos (desnecessários) de filme. É basicamente isso.
Olha, sem implicância, nada de novo, nada de interessante, nada de muito marcante, significativo ou instigante, que já não se tenha sido visto trocentas vezes, em vários e vários filmes de guerra por aí (com suas devidas proporções e "mudando bandeiras" e lados). Tem lá sua ambientação bacana, locações, figurinos.. os atores estão legais/bem/ok. Mas já vi tanto "filme de guerra", "guerra/drama", "guerra/sobrevivência", "guerra/ação", etc., que sinceramente, esse filme é só mais um, muito aquém do que poderia ser, e muito aquém do cinema (vide "cinema", não documentários) que "Werner Herzog" já entregou um dia.
Tem aquele clima cru, direto, com um ar provocativo. Mas sabe, pra mim, não disse muita coisa. Até lamento um pouco, pois até em filmes que eu acho ruim eu escrevo mais, mas aqui faço mais mesmo por pura questão de registro, mais para me lembrar que já vi o filme, do que por algo que eu queira realmente acrescentar, pois o filme também é bem esquecível.
Quem gosta do "Christian Bale", acredito que possa vir a ter uma certa curiosidade na produção. Mas acho que ele tem papéis e filmes melhores, que exigem muito mais dele e ele entrega. Aqui ele está "legal..". Mas culpo mais "Herzog", que parece cansado, com preguiça de ir além, ou no "piloto automático". Falta tesão, falta apreensão, carisma, tensão. Não senti nada vendo "Rescue Dawn".
Começa muito bem, depois, cai no lugar comum, ao meu ver. Nem indicaria isso pra quem gosta de "filmes de guerra", ou "dramas de guerra", ou "filosofias de guerra", "sobrevivência de guerra", "Vietnam", "Americano sobrevivendo em um lugar hostil", etc. Enfim... é mais do mesmo. Tô meio cansado já..
Visto dia: 14-02-2026
["Herzog" reciclado pagando as contas, entregando uma "guerra de bocejos" engessada protocolar]
Esse filme eu achei chatinho, genérico, não acrescenta nada dentro de sua proposta, e o que faz, faz de forma cansativa, arrastada, desinteressante, o que o faz completamente chato e esquecível.
Além de ser mais um daqueles filmes de "jornada de crescimento", "pai e filho distantes", "auto conhecimento", blá, blá, blá. Gosto do "gênero", mas esse não me desceu, só me aborreceu!
Como disse na resenha de "Papi Chulo" (2018). Gosto do ator "Matt Bomer", e ele está "ok" aqui, sempre empenhado e respeitando seus trabalhos/papeis. Mas aqui a historia é muito genérica, sem graça... o roteiro não ajuda, é engessado, mas ele está bem, faz o que pode.
Agora, o ator que faz o filho dele (Josh Wiggins), puta merda!! O roteiro já é podrinho, e com um bicho desses sem graça, sem carisma, com cara de pastel murcho, fica mais complicado. O moleque só tem uma expressão e só sabe fazer cara de pamonha o tempo todo! até lutando pela vida, ou quando deveria estar muito mais preocupado. Coisa horrorosa!
Os "Smiths" já não são lá o "talento" como diretores. Fazem seu "feijãozinho", mas se escolherem um personagem principal assim.. desmorona mais ainda o filme! É chato! faz você sentir que está perdendo o seu tempo...
Pois, se gastam uma grana pra ser feito um projeto assim, e o roteiro é ruim, a direção mehhh, o ator principal tem o carisma de um tijolo, fica difícil investir numa merda dessas. Eu tenho mais o que fazer e dou muito valor ao meu tempo!
O que acaba por fazer seus 1:37 minutos parecerem que você está assistindo propagandas ininterruptas do Youtube, ou aqueles "podcasts" com um convidado chato pra cassete!. É o tipo de filmeco que tu pode assistir o início, e pular pro final que você já vai entender do que se trata. Se não entender, dá-lhe flashbacks! Pois a trama é """"muito complexa""" e os personagens são """super profundos""" e """difíceis de entender""". Troço vagabundo! Enfim... Chega!
"1 Estrela" por curiosidade e pelo ator "Matt Bomer". Nunca mais vejo de novo e não recomendaria pra ninguém...
Visto: 27-01-2026
[A jornada boba de descoberta na neve entre o homem e seu filho sem graça (tijolo)"].
Não acho "Calibre" essa laranjada toda que as pessoas falam. Tenho amigos e conhecidos que esqueceram do filme rápido logo depois da assistida, mas acharam "legal". Assim, ele é "legal", é "bom", mas não é "memorável", "espetacular", "obra prima do suspense", etc. como uns dizem por aí... particularmente, acho exagero, e isso pode até prejudicar o filme com expectativas desnecessárias.
Pra mim, eu acredito que seja muito pelo seu final, que achei meio "mehhh", parecia que o filme não sabia como acabar, haviam outros finais em mente (sala de produção) e escolheram um, e foi o que foi, me passou isso... mas são "devaneios" meus.
Outra coisa que achei meio incomoda, são certas atitudes tomadas, é a mudança repentina que acontece com certos personagens de uma cena pra outra (alguns). Ex: Eles estão tristes e chocados, e na outra cena já estão em outro tom muito rápido. Isso são cortes, direção, etc.
Tem uma cena que achei boa e ruim ao mesmo tempo, que "some o som", e você (nós) não precisa(mos) saber o que certo personagem está dizendo pois, você (nós) já sabe(mos) do que se trata, mas ao mesmo tempo perde-se a interpretação de outros personagens/atores. Não é ruim, é só uma opinião pessoal.
AGORA, eu tenho que relevar certas coisa (dentro de seu contexto) porque, para o PRIMEIRO filme de alguém, o desconhecido diretor "Matt Plamer" mandou muito bem!
E uma coisa que esse filme gera (pelo menos pra mim) é a questão da CURIOSIDADE. Ele te prende a atenção de uma forma que você fica se perguntado como vai se desenrolar essa fatídica sina.
Se desenvolvendo muito bem dentro de sua proposta, e para o tipo de trama, que pode ser considera "até (muito já!) clichê", coisas como "Cova Rasa" (1994) e filmes muito mais antigos já fizeram isso, bem antes, mas "Matt Plamer" não se intimida e não deixa a peteca cair, conseguindo contar a historia que quer contar, extraindo curiosidade e te instigando a ir até o final sem se apoiar inteiramente nisso. O andamento é bacana também, além da ajuda de seu elenco atores.
Seria o tipo de filme que até exigiria mais do seu elenco, e uns ali se vê que poderiam render bem mais! Mas para a primeira vez de um diretor, dá pra se relevar certas coisas. O filme me prendeu! Me entreteve! e sabe ser consciente de si mesmo. Ponto pra ele!! Ele não tenta "reinventar a roda", fazer coisas desnecessárias à trama ou pecar em excessos. Ele é "reto", cru, direto em seu storytelling e seu tom. As locações são excelentes e auxiliam demais na ambientação do mesmo.
Um filme bem seguro, feito com um certo cuidado, com a missão de entreter, e (talvez) dar um "ponta pé" inicial em uma carreira?!, quem sabe?! Não faz feio.
Não espere "sustos", "terror", "tiroteios", etc. É um suspense mundano com dois rapazes que se veem em meio a uma fatalidade e a forma como isso vai se desenrolar junto aos locais... Como vai terminar? Não sei! Só vendo pra saber! ;)
Uma grata surpresa. Achei um bom filme, bom entretenimento ("3 estrelas").
Pode se questionar a atitude de certos personagens, certas "mudanças de tom", e o final, que eu não curti muito, mas não acho que prejudique, estrague ou desmorone a sessão. Ele flui bem.
Seguinte
4.0 306"Cuidado! As pessoas que você observa, podem estar observando você!"
Aqui a coisa começa a tomar forma e o Nolan (como já disseram) começa a apresentar seu cinema.
E o legal de "Following" é que apresenta um Nolan mais "cru", menos expositivo, menos grandiloquente, menos "faraônico", menos convencido, ou lotado de bajuladores que exaltam tudo que ele faz/vai fazer..
Aqui ele ainda estava mais preocupado em contar uma historia, de deixar a trama fluir de forma mais natural, e deixar seus personagens se desenvolverem como indivíduos de forma mais orgânica, deixando eles seguirem seu rumo e mantendo o interesse, mesmo que simples e sem grandes proporções, o diretor consegue convencer e te fazer ficar curioso com o rumo da trama e onde tudo vai levar.
A pouca duração (excelente!) e a fotografia foram bem escolhidas, deixando a trama com um clima perdido e um ar melancólico acertado, em um mundo vazio, com personagens amorais e perdidos. Pontos pro Nolan em seu primeiro filme. Vê-se talento, vê-se habilidade em contar uma historia. Além da trilha, que complementa a atmosfera sutilmente, dando uma camada a mais a ambientação de seu mundo, bem diferente dos sons de fundo (de elevador) sem graça, quase ausentes, que ele passaria a adotar futuramente.
Não há nada de "complexo" na trama como dizem por aí, isso já é meio exagero por não terem acesso ou assistirem outros tipos de filme. A trama é bem simples e comum, e ela vai se "afunilando" para chegar ao mesmo lugar conclusivo de todos os milhares de outros filmes que tem por aí.
A única coisa "diferente", mas que também não é original (ou nada de outro mundo), é a narrativa não linear, que pode "confundir" alguns, ok. Mas quem tiver dificuldade, basta seguir a aparência do protagonista ou "o boneco quebrado", vai dar pra se situar bem na trama, não há mistério, pois como disse, ela se "afunila" para um desfecho narrativo comum, mas que não achei menos atrativo por causa disso. É interessante, e as "interpretações filosóficas" ficam por conta de quem assiste. O que também é legal. Menos mastigadinho, de "bandeja".
Queria muito que Nolan tivesse mantido mais esse caminho, ou tivesse equilibrado mais seu cinema com projetos mais artísticos e filmes comerciais, sem se prender muito no expositivo constante, exagerado, pedante e formulaico. Funciona pra muitos, respeito, funciona pra ele, respeito...
Mas projetos assim, como "Following", fazem falta em um certo cinema mais íntimo, menos faraônico, do cidadão comum do dia a dia, em seus universos particulares, de duvidas em seus rumos, questionamentos em suas mentes, decisões ruins, com caminhos interrompidos, vazios de proposito, perdidos em mente e espírito, etc.
Achei um entretenimento na média, "legal/legalzinho/bom", "2 estrelas e meia pra 3", de bom tamanho. É isso.
Visto dia: 23-05-2026
Obs.: Como muitos já disseram em fóruns e discussões de amigos, que Nolan "não sabe filmar cenas de luta/briga direito", já aqui se vê uma coisa que não mudaria. rs
Entertain Me (A film about deftones)
4.1 2[Em Inglês, Sem Legenda]:
Completo 01: https://www.youtube.com/watch?v=ZYG3TQOp6dU
Entertain Me (A film about deftones)
4.1 2[Em Inglês, Sem Legenda]:
Completo 02: https://www.youtube.com/watch?v=hMoxTBm4Wgo
Deftones: Death by Decibels
3.1 1[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://www.youtube.com/watch?v=VxMT2zAsK9Y&list=PL8flSFeCsFvI4IRxCUyfxYz4Ka8fZiNm5
Time Runner: A Invasão Começa
2.5 4[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://m.ok.ru/video/1693545925158
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraIndo na contramão do pessoal, achei o início melhor do que o que se desenvolveu/foi entregue depois.
No início você tem toda uma desenvoltura, desenvolvimento, apresentação de personagens, motivações sombrias, ambíguas, com um passado sofrido. A estrutura, forma e andamento também são melhores, as locações e figurinos estão bem legais, e os atores parecem bem à vontade em seus papeis, apesar de não terem muito no que se apoiarem individualmente, que mesmo dentro de seu contexto/gênero, é um filme, na minha opinião, assistível, porém muito comum, e segue a cartilha de "novidade" do entretenimento atual, que Hollywood já fez melhor, fazia melhor.
As músicas no filme são boas, dão movimento e uma certa camada de personalidade ao longa, principalmente em cenas fazendo jus a ela e o que se originou à partir dela, seu embrião de libertação, de contestação, de "grito da alma", da "dor da carne", "de lavar o espírito na noite", de ter algo particular, ressonando uns com os outros, sendo descarregado dentro da realidade da vida sofrida, de opressão constante, preconceito e etc. A autenticidade que gera/gerou uma nova onda, que seria tão difundida, como é até hoje. Achei legal essa parte, bem respeitosa, natural e agregam a narrativa/andamento, mesmo que bem simples e direito ao ponto, dentro do contexto da obra, e conseguindo me prender por boa parte, me sentindo entretido, não achei uma porcaria ou qualquer outra coisa, mesmo sem grandes expectavas. Estava me conquistando aos poucos.
Agora, pra mim, o filme realmente se "perdeu/me cansou", e onde achei que ele caiu mais no lugar comum (ainda), é onde ele adiciona o "elemento fantástico/fantasia", que são os vampiros. Logo depois que certo personagem é mordido pela primeira vez, é onde eu acho que o clímax, que foi tão bem preparado, começa a ruir, e não fazer jus ao que vinha sendo construído, sendo onde o filme perde seu charme/diferencial, caindo no lugar super comum. É onde essas "promessas", esses adjetivos exagerados, essas palavras "maravilhosas", "obra prima", "magistral", "geniais", são totalmente subutilizadas, banalizadas, que em vez de ajudarem o filme, acabam o prejudicando, pois colocam um expectativa incompatível com o produto que é oferecido, que não é isso tudo. O que não é bom, nem saudável a obra/produto.
Questão de gosto, sim. Mas como já falaram, e concordo. Quando o filme "vira a chave", é impossível não comparar ao "filme do Tarantino", "Um drinque no Inferno" de 1996, dirigido por "Robert Rodrigues". O que pra mim, PRA MIM, pesa bastante, e já não gera mais nenhum clima de novidade, perdendo bastante sua força, que já não era muita dentro de seu entretenimento. Não que eu esperasse muita coisa, mas esse filme tem tantas coisas de outros filmes, principalmente nessa parte, que parece um "apagão de ideias" bem forte. Coisas de filmes bem batidos e conhecidos, exemplos como o "convite para entrar em residências", vista em filmes como "A hora do Espanto" (1986), "gangues de vampiros", como em milhares de outros filmes por aí... "Vampiros de John Carpenter" (1998), "Vampiros do Deserto" (2001), "Quando Chega a Escuridão" (1987), "Garotos Perdidos", "Blade", "Anjos da Noite", "A Rainha dos Condenados", "Entrevista com o Vampiro", etc. Entenda, essas coisas não são novidade desde que "vampiro é vampiro", "Nosferatu", etc. O sentido aqui não é comparar as obras diretamente como produções, valor financeiro, custo de bilheteria ou qualidades particulares, e sim no sentido de lugar comum. Quando se tem uma produção dessas, cheia de elogios rasgados, escancarados, promessas de "obra prima" e indicações ao Oscar, já disse, no sentido de exposições que essa obra ganha, automaticamente se espera que essa obra venha acompanhada de algo que lhe de mais qualidades, no mínimo tão boas, ou superiores (ou particulares) do que já se foi visto no cinema de antes, e não é o que acontece, inclusive, sendo inferior a coisas feitas no passado.
Não é exclusivo de "Pecadores", ele não é o único, nem o primeiro e nem vai ser o último. E Hoje em dia é difícil de fazer algo original, mas o problema comigo e "Pecadores", é que além de eu já ter visto muitos filmes nessa estrutura melhores, e muitos filmes de vampiros diferentes, além de não achar esse filme esse "maracujá todo", mesmo ganhado pontos por tentar ter um "storytelling" um pouquinho melhor que o normal, no mínimo coerente (com o padrão baixo de hoje), não acho um "filme de Oscar" tão diferenciado assim e "maravilhoso" como foi falado, pra mim, como já disse, é um filme comum, e nem chega perto de outros que eu já vi. Talvez para quem goste muito de "filmes de vampiros", ou não tenha lá essa "bagagem toda de conhecimento", ou produções "melhores", seja "novidade", não sei. Mas o que vi aqui, principalmente na parte do bar, não me disse nada, e não sei se justifica ter esse "away todo".
A parte do bar é tão atrapalhada, perdida, corrida, atropelada, e um puta potencial desperdiçado, principalmente com os personagens, e os irmãos feitos por "Michael B. Jordan"! Culminando no "lugar comum" total já citado, com uma batalha tão sem graça, sem peso, capenga, que pouco faz jus aos personagens que foram apresentados com tanto cuidado. Uma pena, muito ruim! Tanta coisa poderia ter sido feita ali (inclusive até um dos vampiros dá a ideia!) mas não acontece. Desanda, e é o clímax do filme, seu "calcanhar", onde tudo culmina, leva-se a tudo. Fora que ainda começam a aparecer cenas bem expositivas, convenientes, até constrangedoras!, ("sonhos de possibilidades"?! O.o' eca! ruim demais!), piadinhas, volta de personagens inúteis e sem lá peso, que foi dado aos vampiros, como se filme não soubesse direito para onde quer ir, como terminar, e também quisesse abraçar todos o finais que foram pensados ao mesmo tempo, além das burrices agudas, e das conveniências com certos personagens, principalmente envolvendo o grupo de vampiros e seu embate de "feirão de frutas".
Os vampiros, que apesar da maquiagem, olhos bem destacados, certos efeitos práticos, sede de sangue e serem bons cantores, não são também lá grandes coisas, sendo melhores dançarinos que inteligentes, e as analogias também ficaram bem fraquinhas. Prometem muito, mas ficam "como o filme", muito aquém, entregando o mundano absoluto. Somado ao que já falei, sem nenhuma novidade, não deu para curtir o filme como achei que seria. Não vou me aprofundar tanto mais, pois já estou cansado e o texto já está muito grande.
Acaba sendo mais um desses "enlatados" modernos (infelizmente), com muita "perfumaria", propaganda, exposição exagerada, cheio de "hype", que não faz jus a TANTO, sendo isso até maior que o filme em si, como muitos outros... Enfim..
Não achei o filme ruim como um todo, apesar do "desandar" do final, porém não achei ele ISSO TUDO (ou bem desenvolvido como um todo). Parece mais que "Ryan Coogler" (que também assina o roteiro) SOUBE LIDAR MUITO MELHOR COM A PARTE SÉRIA/PÉ NO CHÃO DO FILME, do que com a parte "fantástica", deixando a desejar, ao meu ver. Poderia nem ter tido os vampiros/elemento de fantasia, pois deu a impressão que nem precisava, mas...
São como dois filmes diferente que COLIDEM, em vez de se misturarem organicamente, pois a parte que "se misturam/se encontram", há uma queda de qualidade abrupta, que não ficou legal. Achei melhor/superior em outros filmes (alguns citados) e principalmente no seu comparativo mais comum, "Um Drink no Inferno" (original), não suas continuações, que achei horrorosas.
"Sinners" se beneficiaria muito mais se mantivesse o que o diferenciava no início, do que o lugar muito comum e "safe" que tomou no final, me fazendo ficar bem decepcionado pelo rumo que ele tomou e o deixando esquecível. Pra mim "2 estrelas" ("regular"), tá de bom tamanho.
E muito por isso escrevo essa mera resenha, para me lembrar do que assisti e das minhas primeiras impressões, pois não sei se veria de novo. Não achei um filme "ruim", uma "bomba", uma "porcariada", ou certas coisas toscas que estão dizendo por aí (não quero entrar nessas idiotices!).. mas nem de longe achei isso tudo que outra parcela está dizendo por aí, poderia ter sido muito melhor, mas seguiu por um caminho bem medíocre e sem sal.. um pena.
Não curti tanto, mas a vida que segue. É isso.
Visto em: 22-03-2026
[Com meu pai, que também não curtiu muito..]
Escalado para Morrer
3.0 40 Assista Agora"Clint Eastwood" escalou ele mesmo em um filme de escalada no gelo, que faz inveja ao filme de escalada do "Stallone", e da escalada do "Limite Vertical" e da escalada do "Everest". Como se não bastasse o excesso de escaladas, o título nacional ainda faz um trocadilho tosco com a ideia do filme. Eu achava que o nome desse filme era "Escalando pra morrer", mas enfim..
Não tem nada demais nesse treco! É mais um filme do Clint Eastwood fodão! Que está aposentado, e é forçado a fazer alguma coisa, e essa coisa agora envolve esca... "alpinismo". A sinopse já conta basicamente toda a historia, e os colegas já disseram, e concordo! O filme tem desnecessárias duas horas, sua trama é fraca demais, seus personagens não são tão bons, e não tem estofo para uma duração dessas, tivesse mais coisas ou fosse melhor desenvolvido/mais interessante. E como se não bastasse a trama já meio "capenga", ela ainda é arrastada, tornando tudo mais cansativo do que já é e desinteressante.
Eu gosto do "Clint Eastwood", e muitos de seu filmes através das eras, tanto atuando como dirigindo. Mas esse aqui não achei um bom exemplar dele, assim como outros, faz parte... a vida que segue.
Pelo menos ele ganha o dele fazendo isso ($$$), já eu só perco meu precioso tempo mesmo, pra ele é bom financeiramente, pra mim é só aborrecido! Quem sai perdendo e no prejuízo sou eu, pra mim é bem pior, pesando na nota.
Visto: 19-03-2026
Uma estrela por curiosidade, não gostei. Mas vai de cada um...
As Deep as the Grave
2"Vi "Val Kilmer" aparecer, se desenvolver, despontar, chegar ao auge, ter sua queda, sumir das grandes produções/fazer coisas menores e agora sumir de vez da vida..." e agora ser ressuscitado com inteligência artificial pra estrelar um novo filme!! ô loco, meu!! o.O"
Metamorphosis
1.6 24 Assista Agora[Em inglês, Sem Legenda]:
https://www.youtube.com/watch?v=SHJ_aQKh4Kg
Face a Face com o Inimigo
3.3 59Não sei se tinha necessidade desse filme ter 105 minutos. É pequeno, singelo, pouco engenhoso, e bem dentro de uma estrutura enlatada, "padrão do gênero", de "descobrir o assassino". É isso.
Mas... até que dentro de suas limitações, apesar do início bem ruinzinho, e seu final, na minha opinião, péssimo! Seu "miolo" ele até que funciona, com ressalvas, sendo bem tolerante, dentro das devidas proporções. """Entretém""", mas não sei se veria de novo.
É um "filme do "Christopher Lambert", qualidade não é lá seu forte, apesar de ter seus admiradores. Já fui esperando um bomba nuclear! Mas até que me peguei assistindo. Basicamente não tem suspense, qualquer tipo de tensão, ou montagens de cenas interessantes, sendo levado de uma forma bem burocrática, de aluninho recém saído do curso "torne-se diretor em 6 meses" da escolinha da picaretagem.
Apesar de já ter créditos como diretor, "Carl Schenkel" parece que nem existe, dá a entender qualquer diretor menor, um chimpanzé, ou até um assistente de câmera mais esforçado poderia fazer o que ele faz. Medíocre e se graça, sua condução é uma droga protocolar que não ajuda muito. Já é o terceiro ou quarto filme dele que vejo com essa mesma "brochura" por trás das lentes, parece que virou diretor porque não tinha mais o que fazer. O roteiro também é bem básico, mas até que funciona, consegue se manter, e no mínimo, te deixar CURIOSO!, você fica querendo saber "quem é?", "é mesmo?", ou "como vai terminar (essa joça)?!". Ponto pro filme, pelo menos.
Quem gosta de "Christopher Lambert", de vê-lo em cena, e não liga muito se ele está em "filmes de ação", de repente pode vir a gostar, ou já sabe mais ou menos o que esperar. Seu sarcasmo e deboche estão aqui (e no ponto!), felizmente fazendo alguns diálogos soarem bem naturais, fluídos e por vezes engraçados, principalmente com o personagem de "Daniel Baldwin", que faz o "tira durão", impulsivo, "cabeça quente" da vez. Uma coisa pequena que achei bacana, são as interações de "Lambert" com a filha dele, vivida por uma muito jovenzinha "Katharine Isabelle", as cenas são muito bonitinhas, meigas e autenticas, não parecem forçadas ou atuação de forma alguma, bem legal. Saudade do tempo que atores mirins muito jovens já te despertavam empatia e carisma instantâneo, foi tempo.. Enfim.
O beneficio disso, apesar de um detalhe, já ajuda bastante a equilibrar o personagem "Peter Sanderson" ("Lambert"), e deixa-lo aceitável e equilibrado, entre um cara legal, bom pai, focado, atencioso, e um cara suspeito, frio, distante, com o ego em primeiro plano/como um escudo. Eu tenho uma certa simpatia pelo ator, com muitas aspas, talvez pelo tempo, por algumas de suas produções eu tenha visto garoto, ou pelo ator parecer ser um indivíduo legal, "boa praça", sei lá. Tenho mais simpatia por ele do que pelo "seus clones", "Thomas Jane", "James Purefoy". Mas reconheço as limitações dramáticas do "ator". Sorte dele que o personagem tem um certo "background" que também o auxilia, e ajuda a faze-lo convincente.
O filme também se apoia naquela "artimanha" manjada/velho clichê, de usar a "cara engessada do ator", sua "uma expressão só", ou suas limitações, para beneficiar a "ambiguidade do personagem" em prol da trama e do mistério, aqui no caso envolvendo um assassino. Sei lá, eu prefiro pensar quer sim.
"Carl Schenkel" (ou o chimpanzé) também é esperto/malandro, e tentar afastar a câmera de "Lambert" em certos momentos, focar em outra coisa ou ator para compensar. Não faz milagres, não tem como, é o ator principal, mas pelo menos tenta aplicar a "técnica". Mas mesmo assim tem cenas muito ruins, tom de voz afetado, caretas, gritos poucos convincentes, chorando então, ou quando se exige mais, obviamente fica complicado (pra não dizer outra coisa). Mas...
"Tom Skerritt" também está aqui, "não fede nem cheira", mas está bem. Quando digo "bem", é no sentido de "nada mais, nada menos", serve a trama, não maximiza, mas também não atrapalha. Poderia ter sido melhor, mas é prejudicado pela covardia do roteiro, feito de idiota, e jogado para escanteio quando convém. Não esqueça! é "o filme do ator principal!", mais que isso é "arte", não queremos "arte", não queremos "ir além", só o feijão com arroz de sempre. Ok..
"Diane Lane" também se faz presente, aparentemente com sua "clausura de contrato" ativa, de "transar com alguém ou mostrar nudez". Não reclamo, só aponto a previsibilidade. É como "John Cusack na chuva", "Eva Mendes pelada/transando", "Tom Cruise correndo", "Sean Bean morrendo", essas coisas... que uma hora ou outra aparecem em papéis de certos artistas. Mas ela está legal, e serve ao andamento da trama e no desenvolvimento do personagem de "Lambert", não faz milagre, mas é um contrapeso bem mais bonito e funcional que o francês testudo.
Tem umas parte meios "estranhas", coisas meio expositivas, corridas. É engraçado as vezes ver um "jogador de xadrez" e uma "psicóloga" sabendo mais que a polícia, beirando a estupidez. Mas nada é pior que o final, que é atrapalhado, mecânico, imbecil, clichê, anticlímax, abrupto e totalmente descuidado, até no sentido de atenção a cena, faltando maquiagem onde deveria ter (e muito!), e chegando até a aparecer gente da produção ao fundo, onde não deveria haver mais ninguém no cômodo. Não é legal, é tosco! constrangedor, não gostei, sendo insatisfatório, e arrasta o resto junto com ele. Você vai ver o que estou falando. Entenda, o andamento, apesar das falhas até me prendeu, mas mesmo dada as proporções, o final poderia ter sido diferente e menos covarde. Mas bobagem e ingenuidade minha esperar isso de uma produção desse tipo e com os nomes dos envolvidos. Só achei que talvez fosse achar um desses filmezinhos menores bacanas perdidos, mas me enganei.
No geral, tirando a falta de "colhões", e seu final abruto horrível, até que deu pra matar a curiosidade, não me deixou tão aborrecido quanto eu achei que se seria. Não sei se cairia a nota em uma revisão, mas não haverá (se é que haverá!) uma tão cedo. Ele é sim um filme esquecível, como o colega falou abaixo, concordo. Eu não sou muito lá muito fã dos atores envolvidos, mas nem é culpa deles, e até que funciona até certo ponto, amarra uma traminha, mas que poderia ser muito melhor na mãos de alguém competente (ou talentoso). Sei lá, achei "irregular"/"regular", dando pra dar "1 estrela e meia, 2 estrelas" no máximo pelo "entretenimento".
Se for ver, gostar desse tipo de trama, ou do "Highlander" ("Christopher Lambert")... talvez possa vir a te entreter. É simples, reto, banal, clichê, mas faz um deverzinho. É isso. Boas sessões.
Visto: 19-02-2026
[Um xadrez onde as vítimas são as peças. O assassino está em qual lado do tabuleiro?]
Ideia boa, esvaída em falta de interesse... uma pena.
Piratas do Espaço
2.5 18Porra... me senti aquele cara daquele filme "Pi" (do Darren Aronofsky) enfiando uma furadeira na cabeça! Só faltou achar graça..
Rapaz, tem coisas que você assiste na sua vida, que excedem o limite de lixo que você consome..
Você fica abismado, como uma porcaria tão ruim, que de tão ruim! te leva ao estado de reflexão profunda involuntário, melhor até que muitos filmes que tentam (sem sucesso) fazer isso...(?)
Só que aqui, meu deus! É constrangedor, é radioativo, um suco de chorume no copo de sua bebida favorita.. é leite azedo...
Doassem o dinheiro pra caridade, botassem fogo, sei lá... Melhor que fazer uma merda dessas! Isso não é um filme! É uma palhaçada qualquer com dinheiro (talvez) roubado, ou de algum estúdio sadomasoquista que luta pra ir a falência.
Adoro o "Stuart Gordon", parecia ser um cara bem legal e que amava o que fazia. Respeito suas aventuras com baixíssimos orçamentos, louvável. Suas obras malucas como "Reanimator", "Do Além", "A Maldição na casa da Bruxa", "Dagon", até o "Rei das Formigas", estão em minha memória/coração do entretenimento bizarro/trash, dentro de suas devidas proporções/contexto.
Que ele descanse em paz!
Muito atores, diretores, roteiristas, etc. fazem filmes ruins, acontece, faz parte. Mas tem coisas, coisas como "Space Truckers", que cassetada!! Nem o orçamento de um "Titanic" salvava isso aqui! Tá maluco! Quase tive um aneurisma cerebral vendo essa merda!!
"Humor" é um negócio super relativo ("gosto" de maneira geral), mas isso aqui é uma bobagem tão esdrúxula que sei lá, cara, te deixa deprimido, abatido, aborrecido de derrotado... tá maluco!
Tu tenta cara, mas não tem como... É como "Charles Dance" [no filme] tentando fazer a "jiromba de aço cibernética" dele voltar a "funcionar na base das ferramentas" (literalmente).. mas o aqui, bagulho deu "perda total" de vez.. Tudo é medonho, pavoroso e constrangedor.
"Stuart" deve ter sido drogado, botou bosta na seringa, pois fez uma das piores bostas que eu já vi!. "Dorff" já é um péssimo ator, e aqui está horrível como sempre. "Hopper" é o de sempre, ele mesmo no piloto automático. "Charles Dance", medonho! Espero muito mesmo, de coração, que a equipe tenha se divertido fazendo isso, pagado suas contas, porque porra!! complicado..
Chega de filmes por essa semana...
Visto: 18-02-2025
[Sai burro, com as córneas estragadas, cara petrificada na expressão de constrangimento, cérebro falhando, senso de humor destruído, e um vazio que não desejaria para ninguém... mas sobrevivi, eu acho]
Espião: Profissão de Morte
3.1 1Rapaz, por mais que esse filme aqui não tenha nenhum comentário, e eu tenha deixado bem claro com minha piadinha no final da resenha, que é um filme que não pegou, não funcionou, ainda sinto que devo dizer mais para quem tenha curiosidade, pelo "Charles Dance", ou "Ben Kingsgley", ou qualquer outra coisa.
Olha, pra mim, não vi nada demais em suas performances, é um filme comum demais, "quadrado" demais, extremamente burocrático, sem nada demais (tempero, apetite), é ver por alguma curiosidade aleatória, e tenho minhas dúvidas se vai ser lembrado logo assim que os créditos finais começarem a subir.
Nem todo filme precisa ser incrível ou memorável, ou sei lá... mas tem coisas que são só "pasteis de vento", "agua de salsicha" perfumados, em embalagens pomposas com molduras bonitinhas... o conteúdo mesmo é insosso, sem sal, tu "dá de ombros", sabe?! Se não tiver nada pra fazer, como falei, assista por alguma curiosidade, mas se tiver algo pra fazer, alguma pendência, arrumar suas meias, lavar panelas, tirar cabelos do sabonete, faça! Talvez seja mais interessante que """"Espião: Profissão de Morte"""". Cruzes! até o título nacional é vagabundo!
Achei muito chato, modorrento, cansativo, ""fanfarronico"", desinteressante... Há coisas bem melhores por aí para beneficio das córneas. Não é uma bomba, mas achei, não me disse nada como uma bomba. Entretenimento inócuo, "1 estrela", só por curiosidade.
Se eu veria um negócio desse de novo?!
Ben Kingsley (Em uma cena do filme): "NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOoooooooooooooooooooooooooooooooo!!!!!"
Yeah! Heavy metal!! \,,/ E o tiro comendo... Putz! chatão...
Visto: 18-02-2026
[Dramalhão fedido ""de época"", com uma traminha meia boca, que tem aos montes por aí em melhor forma]
Passo
O Último Trem
2.9 555 Assista AgoraOlha, esse filme é até uma "surpresa" para o tipo de filme que é, mas pertence a um grupo específico, que gosta de um "trash", com um certo gore estranho, e um certo humor carniceiro particular, dentro de um filme de orçamento limitado. Pra mim, é o tipo de "filme ruim", que "funciona"/"dá pra assistir", mas com ressalvas. Depende da pessoa.
Eu já fui assistir tendo em mente de ser um "trash", poderia esperar qualquer coisa dentro do rumo desse tipo de "gênero". Mas o maior problema de "The Midnight Meat Train", e o que "quebra" ele de ser mais "enxuto"/marcante (dentro de suas limitações), e o afasta de "trashs" melhores, é sua gritante dissonância, inconsistência e inconstâncias em sua trama/andamento, que se arrastam sem uma coesão boa de qualidade.
Na prática, são duas tramas, com dois personagens, que vão colidir em um certo momento. A forma como os dois são apresentados é boa. Mas com o passar do tempo vai cansando rápido, não se sustentando com deveria, e faltando competência (ou talvez tempo, ou orçamento) para botar a ideia de forma satisfatória pra frente com prometia. O que é um ponto ruim, e afeta bastante o filme.
Faltou esmero, falto cuidado. Porque o filme, por mais que tenha uma trama incomum, um gore esquisito, e uma violência gráfica, ela não é boa! Você entende os "baldes de sangue", mas ai usam um CGI medonho, no mau sentido, que não sei se foi proposital (apesar de divertido), mas acaba te gerando risadas, voluntárias ou não. Eu achei que o filme iria por esse "caminho", então beleza, mas ai ele se torna um suspense, que também acaba não se sustentando por ser mal conduzido/trabalhado, e como se não bastasse, tenta ensaiar um suspense psicológico (!), e vai pior ainda. Entende o que eu quero dizer?! Ele te instiga e te promete uma coisa, e não faz bem, ou vai pra outro lado, comete erros básicos dessas produções, atira para certos lados, e não faz bem o que deveria fazer. Ele por várias vezes é bobo, mas quer se levar a sério, faz um suspense, apresenta uma ideia, mas não a desenvolve, até a hora que cansa.
Nisso, o personagem de "Bradley Cooper" é o mais prejudicado, pois sua trama começa legal e coerente. Ele é um fotógrafo semi-frustrado, com baixa confiança, sem uma carreira, estagnado na vida. Quando leva um "toco", começa a questionar sua arte/trabalho, e tentar melhorar de uma forma um pouco "amoral" e arriscada. Isso é legal, e ponto pra ideia, mas o filme depois deixa isso "jogado" e investe mais na trama dele como uma quase novela, "namorado e namorada com problemas", não o que era prometido, e o que parecia que seria. Fica muito aquém.
Atriz "Leslie Bibb", faz sua namorada, e ela está até bem, mas a falta de desenvolvimento do roteiro acaba a prejudicando também. Porque ela fica muito de choradeira, e parecendo aquela namorada chata, com o namorado "pirado" afetando o relacionamento entre os dois. Cruzes!
Fora a ceninha de sexo gratuita e mequetrefe, que só serve pra "encher linguiça" (ou "esvaziar a linguiça", entenda como quiser...), que não servem em nada pra o desenvolvimento da trama. Poderia ter sido facilmente cortada em prol da narrativa, colocando algo que acrescentasse realmente a trama de forma coerentemente. Mas....
Veja, o filme é de baixo orçamento, tudo bem. O problema é que ele claramente gostaria de fazer mais, e mostra isso, mas não tem "cacife" pra isso! e não desenvolve bem os momento narrativos que promete. Assim, não quero ser chato, mas eu resenho por aquilo que vejo, que foi feito/entregue, não pelo o que poderia ter sido, e o que ele faz, não faz bem. É o caso clássico e muito comum de "querer ser mais do que é", "dar um passo maior que perna", "querer correr antes de andar".
A trama de "Cooper", claramente, levaria a uma parte psicológica interessante, que faria você questionar sua sanidade e seu papel real na trama, mas não é isso que o filme acaba fazendo direito, o que é uma pena. Eu, particularmente, não sou muito fã do ator "Bradley Cooper", talvez um "James Mcvoy", que já está mais acostumado com esses "papeis de pirado" caísse melhor, mas seria mais mérito do ator mesmo. Acho "Cooper" com "cara de paisagem"/bom moço demais, mas nem é culpa dele aqui, é mais da irregularidade do roteiro mesmo.
De novo! Se o roteiro/filme fosse "tosco assumido", "porra louca" de vez, isso seria menos importante, mas por boa parte do início (e em vários momentos), ele se leva a sério, com outro tom em sua trama e tudo, parecendo outro filme, indo mais para o suspense, na forma e na direção que ele toma. Então, quando ele "muda" e deixa essas coisa pela metade, dá pra sentir/perceber com muito mais facilidade, suas falhas ficam mais aparentes, parecendo um filme que não sabe o que quer ser direito.
Fora certos "furos" que acabam acontecendo. Como acharem um apartamento "do nada", e irem lá "porque sim", somente para gerar a próxima cena, previsível (preguiçosa) que não é benéfica no sentido narrativo. Você pode ter seu filme "amalucado", tirar especulações, mas há de haver, no mínimo, uma certa coerência com o que se quer contar, porquices (atropeladas/corridas) ficam difíceis de se relevar.
Além de se estender demais naquele velho clichê de "achar um assassino", se for bem feito, ótimo! funciona, mas se for mal feito, gera o efeito negativo, e um erro dos mais básicos, que é, a porra do público já sabe quem é o assassino! Pra que tu vai ficar um tempão nisso sem colocar nenhum "tempero" ou acrescentar nada de novo?! Não ficou legal, não ficou bem feito, se tornando apenas arrastado e cansativo.
Começo a me questionar da habilidade do diretor "Ryûhei Kitamura", em seu sétimo/sexto longa (sei lá), cometendo erros básicos narrativos e clichês de gênero batidos (até para 2008!). Faz um "feijão com arroz" bem básico, mas sei lá, não me parece talentoso ou diferenciado. Faltou um "Takashi Miike" aqui, ou "Sam Raimi do velho testamento", sei lá. Uns diretores malucos, que mechem com esse tipo de produção, mas que sabem a hora de contornar certas adversidades de roteiro de forma mais interessante, ou ousar em prol da insanidade da trama na hora que deveria, não sei, é um exemplo. Mas faltou um "tempero" autoral bacana nesse filme! Que tem uma ótima ideia, mas a deixa pelo caminho. Poderia ter tido mais efeitos práticos, o que o beneficiariam positivamente, porém, é o que é. Enfim.
Agora, um PONTO POSITIVO e uma excelente escalação, é do "ator""Vinnie Jones". Quem gosta dele e do seu jeitão carrancudo, intimidador, saiba que ele está ótimo! Carrega o filme, e é o maior entretenimento do mesmo!. Acredito até que o filme retrata a vida noturna real do "ator", e não uma obra de ficção! Sempre imaginei ele assim mesmo! Só faltou o "Gary Busey" e o "Christopher Walken" pra fechar o "bonde da loucura" com ele. "Vinnie" convence e assusta, e não precisa de mascaras para intimidar, sendo mérito pessoal dele, o que é bom. Infelizmente, cai nessa discrepância entre "mocinho e vilão" mal feita, mas funciona. Até a forma como "Bradley" começa a suspeitar dele faz sentido, é esperto, lamentavelmente não foi bem tratado como deveria.
Se fosse mais antigo, talvez "Mahogany" virasse um desses "vilões B" da cultura pop, como o "Matt Cordell", "Maniac Cop" (1988), ou "Tall Man" ("Homem Alto"), da série de filmes "Phantasm" (1979). Seria um "querido das locadoras"?! Talvez.
Você vê que "O Último Trem" tem uma excelente ideia, com um final que gostei bastante, muito legal, e começa muito bem, divertido e instigante, o problema mesmo é mais no seu "miolo", que deixou a desejar, o que uma pena...
Poderia ter sido um filme que, se tivesse um pouco mais de cuidado, dentro de seu contexto, poderia ter havido facilmente uma continuação. Mesmo que talvez não fosse lá um sucesso comercial, o "boca a boca" o tornaria uma obra cult digna de qualidade. Do jeito que ficou, é só MAIS UM filme estranho, com um trama boa, porém perdida em meio a um mar de outros filmes com as mesmas inconstâncias, dissonâncias e inconsistências de sempre. Algo para ver, talvez guarda no cantinho da memória, ou talvez esquecer completamente.
O que lhe deixa mais incomum mesmo, é lembrar do "Vinnie Jones matando no trem como seu martelinho de carne", tirando verrugas (?), mas pouco dá pra lembrar do resto. Lamenta-se!
Gostei da ideia, gostei do início, gostei do "Vinnie Jones", gostei da ambientação, gostei do trem, gostei do final, me diverti em algumas partes, mas não do andamento, como já disse. Pra mim ficou um entretenimento irregular, "1 estrela e meia". Tá ótimo. Não é péssimo, mas não chega a ser "bom". Se fosse falar com alguém, falaria exatamente isso. Fica aqui o lembrete para mim mesmo, e talvez sirva pra ti, se for ver, boa sessão! O sangue espirra! hehe
Visto dia: 16-02-2025
[A vida privada de "Vinnie Jones" no trem da madrugada] :p
O Sobrevivente
3.7 238Achei mais ou menos, legal/legalzinho, bom/bonzinho, dá pra ver. "3 Estrelas e meia pra 2". Acho que já vi tanto filme nessa mesma "vibe", mesma coisa, mesmo "X-Tudo". "Americano faz isso...", "americano faz piada", "cai no Vietnam", é "brabo", tá "cagado mais se aguenta (+ou-)", "aguenta as adversidades", aguenta os vietnamitas", "vietnamitas (acrescente qualquer outro povo aqui que lutou contra os americanos) são monstros", "americano é herói", "americano sobrevive" (o título do filme já é um spoiler), blá, blá, blá... é isso. Resumi 125 minutos (desnecessários) de filme. É basicamente isso.
Olha, sem implicância, nada de novo, nada de interessante, nada de muito marcante, significativo ou instigante, que já não se tenha sido visto trocentas vezes, em vários e vários filmes de guerra por aí (com suas devidas proporções e "mudando bandeiras" e lados). Tem lá sua ambientação bacana, locações, figurinos.. os atores estão legais/bem/ok. Mas já vi tanto "filme de guerra", "guerra/drama", "guerra/sobrevivência", "guerra/ação", etc., que sinceramente, esse filme é só mais um, muito aquém do que poderia ser, e muito aquém do cinema (vide "cinema", não documentários) que "Werner Herzog" já entregou um dia.
Tem aquele clima cru, direto, com um ar provocativo. Mas sabe, pra mim, não disse muita coisa.
Até lamento um pouco, pois até em filmes que eu acho ruim eu escrevo mais, mas aqui faço mais mesmo por pura questão de registro, mais para me lembrar que já vi o filme, do que por algo que eu queira realmente acrescentar, pois o filme também é bem esquecível.
Quem gosta do "Christian Bale", acredito que possa vir a ter uma certa curiosidade na produção. Mas acho que ele tem papéis e filmes melhores, que exigem muito mais dele e ele entrega. Aqui ele está "legal..". Mas culpo mais "Herzog", que parece cansado, com preguiça de ir além, ou no "piloto automático". Falta tesão, falta apreensão, carisma, tensão. Não senti nada vendo "Rescue Dawn".
Começa muito bem, depois, cai no lugar comum, ao meu ver. Nem indicaria isso pra quem gosta de "filmes de guerra", ou "dramas de guerra", ou "filosofias de guerra", "sobrevivência de guerra", "Vietnam", "Americano sobrevivendo em um lugar hostil", etc. Enfim... é mais do mesmo. Tô meio cansado já..
Visto dia: 14-02-2026
["Herzog" reciclado pagando as contas, entregando uma "guerra de bocejos" engessada protocolar]
Obs: Talvez baixe a nota em uma revisão. Só.
Fantasias e Mistérios
2.8 2[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://m.ok.ru/video/6536921877090
Espião de Ouro
3.6 1[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://www.youtube.com/watch?v=_DYl-ipauwQ
O Assassinato da Garota da Capa
2.0 5[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://www.youtube.com/watch?v=_1Bq83v11Fw
O Desespero de uma Criança
3.0 2[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://m.ok.ru/video/2546765138598
[Em Inglês, qualidade horrível, com uma "Legenda" em Português/Brasil "picotada"]:
https://m.ok.ru/video/3536342878781
Por Trás do Distintivo
2.5 1[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://www.youtube.com/watch?v=cpp5G8Xcezw
Um Verão Perigoso
2.0 1[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://www.dailymotion.com/video/x93t9f4
[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://m.ok.ru/video/1188872391348
Fuga Fantástica de uma Dupla Maluca
2.6 2O filme também é conhecido como "Run, Run, Joe!".
[Em Italiano, Sem Legenda]:
https://m.ok.ru/video/2117384014397
[Em Italiano, Sem Legenda]:
https://m.ok.ru/video/1318019271193
Vingança Final
3.1 8[Em Inglês, Legenda em Inglês]:
https://m.ok.ru/video/7893871364806
[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://m.ok.ru/video/4279145335323
Em Retirada
2.9 31 Assista AgoraEsse filme eu achei chatinho, genérico, não acrescenta nada dentro de sua proposta, e o que faz, faz de forma cansativa, arrastada, desinteressante, o que o faz completamente chato e esquecível.
Além de ser mais um daqueles filmes de "jornada de crescimento", "pai e filho distantes", "auto conhecimento", blá, blá, blá. Gosto do "gênero", mas esse não me desceu, só me aborreceu!
Como disse na resenha de "Papi Chulo" (2018). Gosto do ator "Matt Bomer", e ele está "ok" aqui, sempre empenhado e respeitando seus trabalhos/papeis. Mas aqui a historia é muito genérica, sem graça... o roteiro não ajuda, é engessado, mas ele está bem, faz o que pode.
Agora, o ator que faz o filho dele (Josh Wiggins), puta merda!! O roteiro já é podrinho, e com um bicho desses sem graça, sem carisma, com cara de pastel murcho, fica mais complicado. O moleque só tem uma expressão e só sabe fazer cara de pamonha o tempo todo! até lutando pela vida, ou quando deveria estar muito mais preocupado. Coisa horrorosa!
Os "Smiths" já não são lá o "talento" como diretores. Fazem seu "feijãozinho", mas se escolherem um personagem principal assim.. desmorona mais ainda o filme! É chato! faz você sentir que está perdendo o seu tempo...
Pois, se gastam uma grana pra ser feito um projeto assim, e o roteiro é ruim, a direção mehhh, o ator principal tem o carisma de um tijolo, fica difícil investir numa merda dessas. Eu tenho mais o que fazer e dou muito valor ao meu tempo!
O que acaba por fazer seus 1:37 minutos parecerem que você está assistindo propagandas ininterruptas do Youtube, ou aqueles "podcasts" com um convidado chato pra cassete!. É o tipo de filmeco que tu pode assistir o início, e pular pro final que você já vai entender do que se trata. Se não entender, dá-lhe flashbacks! Pois a trama é """"muito complexa""" e os personagens são """super profundos""" e """difíceis de entender""". Troço vagabundo! Enfim... Chega!
"1 Estrela" por curiosidade e pelo ator "Matt Bomer". Nunca mais vejo de novo e não recomendaria pra ninguém...
Visto: 27-01-2026
[A jornada boba de descoberta na neve entre o homem e seu filho sem graça (tijolo)"].
Calibre
3.4 353 Assista AgoraNão acho "Calibre" essa laranjada toda que as pessoas falam. Tenho amigos e conhecidos que esqueceram do filme rápido logo depois da assistida, mas acharam "legal". Assim, ele é "legal", é "bom", mas não é "memorável", "espetacular", "obra prima do suspense", etc. como uns dizem por aí... particularmente, acho exagero, e isso pode até prejudicar o filme com expectativas desnecessárias.
Pra mim, eu acredito que seja muito pelo seu final, que achei meio "mehhh", parecia que o filme não sabia como acabar, haviam outros finais em mente (sala de produção) e escolheram um, e foi o que foi, me passou isso... mas são "devaneios" meus.
Outra coisa que achei meio incomoda, são certas atitudes tomadas, é a mudança repentina que acontece com certos personagens de uma cena pra outra (alguns). Ex: Eles estão tristes e chocados, e na outra cena já estão em outro tom muito rápido. Isso são cortes, direção, etc.
Tem uma cena que achei boa e ruim ao mesmo tempo, que "some o som", e você (nós) não precisa(mos) saber o que certo personagem está dizendo pois, você (nós) já sabe(mos) do que se trata, mas ao mesmo tempo perde-se a interpretação de outros personagens/atores. Não é ruim, é só uma opinião pessoal.
AGORA, eu tenho que relevar certas coisa (dentro de seu contexto) porque, para o PRIMEIRO filme de alguém, o desconhecido diretor "Matt Plamer" mandou muito bem!
E uma coisa que esse filme gera (pelo menos pra mim) é a questão da CURIOSIDADE. Ele te prende a atenção de uma forma que você fica se perguntado como vai se desenrolar essa fatídica sina.
Se desenvolvendo muito bem dentro de sua proposta, e para o tipo de trama, que pode ser considera "até (muito já!) clichê", coisas como "Cova Rasa" (1994) e filmes muito mais antigos já fizeram isso, bem antes, mas "Matt Plamer" não se intimida e não deixa a peteca cair, conseguindo contar a historia que quer contar, extraindo curiosidade e te instigando a ir até o final sem se apoiar inteiramente nisso. O andamento é bacana também, além da ajuda de seu elenco atores.
Seria o tipo de filme que até exigiria mais do seu elenco, e uns ali se vê que poderiam render bem mais! Mas para a primeira vez de um diretor, dá pra se relevar certas coisas. O filme me prendeu! Me entreteve! e sabe ser consciente de si mesmo. Ponto pra ele!! Ele não tenta "reinventar a roda", fazer coisas desnecessárias à trama ou pecar em excessos. Ele é "reto", cru, direto em seu storytelling e seu tom. As locações são excelentes e auxiliam demais na ambientação do mesmo.
Um filme bem seguro, feito com um certo cuidado, com a missão de entreter, e (talvez) dar um "ponta pé" inicial em uma carreira?!, quem sabe?! Não faz feio.
Não espere "sustos", "terror", "tiroteios", etc. É um suspense mundano com dois rapazes que se veem em meio a uma fatalidade e a forma como isso vai se desenrolar junto aos locais... Como vai terminar? Não sei! Só vendo pra saber! ;)
Uma grata surpresa. Achei um bom filme, bom entretenimento ("3 estrelas").
Pode se questionar a atitude de certos personagens, certas "mudanças de tom", e o final, que eu não curti muito, mas não acho que prejudique, estrague ou desmorone a sessão. Ele flui bem.
Quem gosta desse tipo de filme.. boa sessão!.
Visto: 26-01-2026