"Cuidado! As pessoas que você observa, podem estar observando você!"
Aqui a coisa começa a tomar forma e o Nolan (como já disseram) começa a apresentar seu cinema.
E o legal de "Following" é que apresenta um Nolan mais "cru", menos expositivo, menos grandiloquente, menos "faraônico", menos convencido, ou lotado de bajuladores que exaltam tudo que ele faz/vai fazer..
Aqui ele ainda estava mais preocupado em contar uma historia, de deixar a trama fluir de forma mais natural, e deixar seus personagens se desenvolverem como indivíduos de forma mais orgânica, deixando eles seguirem seu rumo e mantendo o interesse, mesmo que simples e sem grandes proporções, o diretor consegue convencer e te fazer ficar curioso com o rumo da trama e onde tudo vai levar.
A pouca duração (excelente!) e a fotografia foram bem escolhidas, deixando a trama com um clima perdido e um ar melancólico acertado, em um mundo vazio, com personagens amorais e perdidos. Pontos pro Nolan em seu primeiro filme. Vê-se talento, vê-se habilidade em contar uma historia. Além da trilha, que complementa a atmosfera sutilmente, dando uma camada a mais a ambientação de seu mundo, bem diferente dos sons de fundo (de elevador) sem graça, quase ausentes, que ele passaria a adotar futuramente.
Não há nada de "complexo" na trama como dizem por aí, isso já é meio exagero por não terem acesso ou assistirem outros tipos de filme. A trama é bem simples e comum, e ela vai se "afunilando" para chegar ao mesmo lugar conclusivo de todos os milhares de outros filmes que tem por aí. A única coisa "diferente", mas que também não é original (ou nada de outro mundo), é a narrativa não linear, que pode "confundir" alguns, ok. Mas quem tiver dificuldade, basta seguir a aparência do protagonista ou "o boneco quebrado", vai dar pra se situar bem na trama, não há mistério, pois como disse, ela se "afunila" para um desfecho narrativo comum, mas que não achei menos atrativo por causa disso. É interessante, e as "interpretações filosóficas" ficam por conta de quem assiste. O que também é legal. Menos mastigadinho, de "bandeja".
Queria muito que Nolan tivesse mantido mais esse caminho, ou tivesse equilibrado mais seu cinema com projetos mais artísticos e filmes comerciais, sem se prender muito no expositivo constante, exagerado, pedante e formulaico. Funciona pra muitos, respeito, funciona pra ele, respeito...
Mas projetos assim, como "Following", fazem falta em um certo cinema mais íntimo, menos faraônico, do cidadão comum do dia a dia, em seus universos particulares, de duvidas em seus rumos, questionamentos em suas mentes, decisões ruins, com caminhos interrompidos, vazios de proposito, perdidos em mente e espírito, etc.
Achei um entretenimento na média, "legal/legalzinho/bom", "2 estrelas e meia pra 3", de bom tamanho. É isso.
Visto dia: 23-05-2026
Obs.: Como muitos já disseram em fóruns e discussões de amigos, que Nolan "não sabe filmar cenas de luta/briga direito", já aqui se vê uma coisa que não mudaria. rs
"Legalzinho". Marcado de curiosidade. Não achei nada de incrível, impressionante, interessante. Tem curtas com tempos similares ou bem menores que são mais ousados, marcantes ou que fazem melhor uso de suas tramas ou metáforas. A intenção não era essa, e o que foi feito é curioso, mas pra mim, PRA MIM, não é algo que vai ficar muito na memória. É isso.
Se tem uma coisa que eu adoro em Maskman são seus visuais agressivos, simples, ao mesmo tempo cheios de elegância, imponência e plasticidade. Bem legais mesmo, do Vermelho ao Rosa.
A música também é muito boa! Principalmente de abertura! Tu escuta 50 vezes e ela não fica chata! Um "Ska"/funkeado" gostoso de ouvir. A parte:
"Ki, Ki Aura Power Kita e ageru yo Aura Power Ki, Ki Aura Power Misete yarun Da Aura Power"
Junto com os "sinais de mão" de cada um deles e bem bacana, empolgante e divertido! além dar um contexto/resumão do que está por vir dentro do tema da série.
Gosto bastante do contexto geral da trama, do drama dos personagens, principalmente dos vilões/conceito do império "Tube". Que diferente de seres espaciais, robôs, cientistas malucos, megalomaníacos, etc. São seres humanos, com sentimentos e conceitos diferentes, mas que vivem embaixo da própria terra/civilização, sendo uma civilização própria, com monstros e outras camadas dentro do submundo. Bem legal também, coisa bem "A Máquina do Tempo"/H. G. Wells, etc. Gosto mesmo disso na trama/esse aspecto dela, o tom (no geral) e ganha pontos por isso.
Agora, mesmo ganhando pontos e tendo suas particularidades e dramas únicos, "Maskman" ainda consegue pecar e ser desinteressante em vários pontos, perdendo boas oportunidades de poder ser mais em vários momentos. Sendo o 6º sentai no comando de "Hirohisa Soda" como roteirista principal, Maskman tem seus méritos, charme e ousadia, se destacando e servindo de molde/referência para coisas posteriores.
Mas acho que, como vários tokusatsus, ele peca pelos excessos, pelas gambiarras, repetições, conveniências muito escancaradas, falsas consequências, problemas de continuidade, desenvolvimento e clichês em demasia, o levando a ser cansativo, redundante.
Dizem que é o "sentai do RedMask", e eu concordo em parte, pois "Takeru" tem uma trama aliada diretamente ao plot principal, e é o estopim do início da história/movimentação mais evidente do crescimento do plano dos vilões, além dele ser forçadamente, na maioria das vezes, o cara que "tem que dar o golpe final", mesmo quando claramente seus companheiros poderiam fazer isso, mas são rebaixados para o Red se destacar! Porém, o maior problema do "RedMask" não é ele ser "o cara", são seus companheiros serem inferiores/inferiorizados, e não acompanharem ou terem um background mais significativo a trama principal, apesar de todos terem aqueles episódios de "destaque", não acrescentam muito. O que não faz de "Takeru" um excelente personagem, ele é "ok", os outros é que são bem mais fracos/enfraquecidos que ele, inclusive, até ator eu não achei que seja lá essas coisas, principalmente quando o momento/trama exige mais do mesmo em momentos dramáticos ou cômicos, preferindo ficar gritando, se ajoelhando, fazendo caretas, botando o queixo pra frente e os dentes pra fora de uma forma exageradamente novelesca, "over" e caricata, até pra dentro desse segmento de tokusatsu e programas "infantis". Não precisar ser idiota e mal feito "só por que é pra criança", "Yellow Flash", "Blue Dolphin" e outros atores, se destacam pela sua qualidade dramática, sem precisar desses exageros toscos, etc.
O lance com Takeru, é que mesmo ele ainda tendo esse destaque excessivo, não foca tanto nessa coisa dele com a Mio quanto parece, o lance do romance ou do drama, são episódios específicos! Ele não fica igual uma novela o tempo todo, tem vários episódios que ele está de boa, seguro, e nem parece que a Mio existe. É só para ter esse contexto. Não é ele que é "incrivel", ou vá focar em "novela/Romeu e Julieta", etc. O problema é que deixaram seus companheiros relegados a meras folhas em branco e caricaturas de outros personagens de franquias anteriores, além do desperdício de potencial de alguns plots e subtramas.
Nesse contexto "YellowMask" é a quem mais sofre com isso, pois ela é uma "ninja", tinha um clã, tem habilidades particulares dela, clones, "jutsus", etc.. Mas isso só é usado quando o episódio é "pra ela", e isso nem é usado depois, ou muito menos citado, a tornando bem desinteressante e quase inútil na trama principal em si. Eu também não curti muito seus episódios, e nem achei a atriz tão legal, graciosa ou carismática, deixando a "Yellow" pra mim, bem qualquer coisa, personagem de apoio e só.
"PinkMask" também tem o mesmo problema, mas com menos background, levando ela mais a uma "professora de Tai Chi". Eu acho a atriz bonita e mais carismática que a "Yellow", mas seu personagem também é mais de apoio, porém, diferente da "Yellow", até gosto mais de alguns de seus episódios solos, apesar da clara falta de uma direção mais firme e o "tom novelesco", "overdrama" e tals, mas que (ainda) funcionam no contexto do sentai.
"Kenta/BlackMask" é o pior! Ele tem aquele estereotipo de grandão/bobalhão/"tarado"/de "bom coração", mas ele não tem um conflito também, ele tem uns episódios solos muito chatos e constrangedores (principalmente no início), ele dá uma leve mudada depois, mas não sai muito da casca oca/sombra do Takeru também. Poderiam ter botado um conflito nele, dele odiar o povo do "underground", ter discussões com RedMask a respeito dele amar uma pessoa do underground, mas... oportunidade perdida. Tem horas que parece até que ele vai brilhar, vai "sair da sombra" (como seu embate solo com Baraba, que é bem legal), mas Takeru vem e o resgata. Beeeeem chato e cansativo! O ator também não tem cara de nada! Bem sem sal, bem sem graça, seus episódios cômicos achei horríveis, o os "dramáticos" ele não corresponde muito, não passa emoções. Uma pena! Era o que eu mais gostei do visual.
O que se sai melhor dentro da trama, não em personagem, mas tem destaque e episódios melhores, depois do "RedMask", é o "BlueMask", seus episódios são melhores, mais definidos e levam a acontecimentos diretos na trama. Além do ator manter um personagem melhor, ele ainda faz suas próprias cenas de coreografias de luta, usado espadas e artes marciais, coisa linda de ver. Merecia mais! Todos mereciam! Mas é isso.
Quando tu se importa mais com uma criança aleatória, um cozinheiro, um cara que faz uma bazuca, que "sofre esgotamento por trabalhar demais", significa que seus personagens principais infelizmente estão bem capengas.
Ainda metem depois um tal de X1, "o GreenMask do projeto original Maskman", pra mim, puta personagem inútil! Episódio que se não existisse não fazia diferença, além do visual dele ser "retro", parecendo ter saído de "Batter Fever J" (mas sem conexão, e com ator jovem), achei uma bosta!. O ator vem, caga, da descarga e vai embora! é isso! Ele nunca apareceu na trama, nunca se importou, aparece com uma motivação clichê e tosca, aprende umas lições de moral de para-choque de caminhão, faz umas estripulias, "perde os poderes" e é isso! Tu nunca mais vê esse maluco na trama... porra! Fala sério...
Fora aqueles episódios idiotas de sempre, que parecem que vão acrescentar a trama principal (ou alguma coisa) e são só para dar umas arminhas novas pro vilões (ou heróis) que nem servem de nada.. o Ep da "mãe do Baraba", tem toda aquela coisa de "motivação do guerreiro", mas puta merda! Achei que ela ia trocar as fraldas dele ali! horrível execução! Mas Baraba é legal, tem presença e intimida.
"Oyobu" é bem bacana! Tanto em personalidade quanto em design. Tem uma cenas boas com ele, mas não tem tanto o destaque que deveria.
"Igam" ficou bem bacana também! Sendo a gêmea de Mio, mas tendo um dos "plot twist" mais imbecis da historia dos sentais. Porém, achei legal seus conflitos, tanto dela mesma, quanto seu lugar na trama, seu relacionamento com o império, com sua irmã, ou com Takeru. A atriz também ficou bem, e tem seu carisma.
"Kiros" é uma coisa bizarra, mas é bom como vilão. Ele é daqueles babacas que aproveitam qualquer oportunidade pra alcançar seus objetivos, recorrendo a intimidações covardes ou planos esdrúxulos a seu belprazer. Tem uns poderes bacanas e dá um certo trabalho quando aparece. Ele é introduzido na trama de um jeito bizarro e pevertido, vendo a Mio pelada numa fonte tomando banho, fica taradão, possessivo, obsessivo e abusivo, querendo ela de qualquer jeito, criando uma rivalidade com Takeru por isso. [Mais uma pro RedMask]. Ele é horrível como pessoa, mas serve ao seu propósito como VILÃO. O ator também ficou muito bem, com uma cara de nojento fdp, que faz ele se destacar fácil, goste dele ou não.
O "boss final", "Zeba", não curti muito. Ele está mais de "enfeite", mas tem um mistério em torno dele que o deixam menos vazio.
Como pode ver, Maskman tem suas irregularidades, inconstâncias, "padings" de esticamento artificiais, como vários sentais, mas tem suas qualidades. O lance dele comigo, é que fica/ficou muito difícil de acompanhar algo que tu só tem simpatia por 1 ou 2 personagens, sendo os outros basicamente jogados pra escanteio por pura preguiça de roteiro. Porra! São 52 FUCKING episódios! Dá pra fazer muito bem um bom desenvolvimento das coisas com força de vontade.
Vi Maskman várias vezes entre espaços de tempo/épocas diferentes mas não conseguia gostar! Achando o sentai bem chato e irregular. Eu tive que fazer uma "gambiarra" e cortar certos episódios "fillers/padings", que só servem para "encher linguiça" e não acrescentam/adiantam em nada a trama principal para poder apreciar Maskman e suas qualidades melhor, infelizmente. Mas sabia que coisas boas existiam!.
Continuo achando um sentai diferenciado em sua categoria/contexto e ideias, mas continuo o achando regular também, no máximo "legal/legalzinho/bom (sendo generoso!), tem seus momentos, diverte, e prende a atenção com curiosidade. Mas para me entreter e me prender de verdade, tive que fazer uns "cortes cirúrgicos" e deixar a trama mais "enxuta", mais fluída, e ainda sim consegue ser enrolado, impreciso, inconstante e inconsistente em várias partes como disse acima (apesar das boas ideias).
Conseguiu me prender/entreter com esse lance do "Império Tube" de verdade (quando funciona), e cada episódio tu vai descobrindo do que realmente se tratava, seus membros, lideres, sua corrupção interna, hierarquia, camadas, escravidão e sequestro dos "de cima" e modus opandi". As lutas também são boas, no geral. O "GreTOfive" e o "Galaxy Mamilos" são bons robôs. É porrada, jogou no chão, "passou e fatiou"!. Tem um carrapato fedido que faz os monstros crescerem que deve ter crescido chupando o sangue do "carteiro Jaiminho" (do Chaves), falando a mesma frase TODO episódio! "Eu tô cansado", depende da dublagem, tradução/legenda.
Nesse segmento, pra mim é (quase sempre) cansativo, repetitivo, anticlímax, desnecessário em várias ocasiões, desde que começou essa coisa de "robô gigante". Mas... ficou nisso. Entendo o esquema e a "vitrine dos brinquedos", mas adoro mais os episódios que quebram essa "burocracia", não sendo algo exclusivo de Maskman, lógico. Mas é basicamente a mesma "receita" aqui também. Enfim..
Já tá muito grande a resenha. Mas queria deixar aqui meu respeito a esse sentai, que eu custei a levar a sério, ou apreciar melhor certos elementos. Queria deixar registrado que, apesar de ter "feito cortes", vi também os "episódios cortados" (novamente). Uns bons, outros nem tanto e é isso.
"Hirohisa Soda" ainda tinha "lenha pra queimar", e foi, na maior parte "feliz" nessa.
[Visto completo finalizado em idioma original: 19-04-2026]
Obs.: Não gosto desse sentai dublado! Respeito muito o trabalho do "Francisco Brêtas", sua voz e sua interpretações em vários personagens ao longo dos anos. Mas não curti muito ele como "Takeru", e de novo ele ser outro "Red"! Achei chatão e repetitivo! Nada contra o "ganha pão" do cara, mas poderiam ter botado outro ator, ainda mais naquela época! com vários dubladores lendários vivos e alguns em ascensão, não curti mesmo, idem para seus companheiros, mesmo o "BlueMask" sendo um jovem "Wendel Bezerra", acho que as vozes de outros tokusatsus que tivemos em nossas terras ficaram melhores. Mas agradeço sempre por ter tido/visto eles dublados.
Marcaram época!
[A NOTA É REFERENTE A "GAMBIARRA"] Como diria para qualquer um, "achei legal, mas tive que cortar episódios", com os episódios em ordem, do jeito que são, acho muito chato e (quase sempre) enjoativo, não conseguindo dar continuidade, ou "nota" com precisão devido aos problemas e qualidades já citados. É isso.
A "nota é a resenha", e a interpretação vai de cada um..
Indo na contramão do pessoal, achei o início melhor do que o que se desenvolveu/foi entregue depois.
No início você tem toda uma desenvoltura, desenvolvimento, apresentação de personagens, motivações sombrias, ambíguas, com um passado sofrido. A estrutura, forma e andamento também são melhores, as locações e figurinos estão bem legais, e os atores parecem bem à vontade em seus papeis, apesar de não terem muito no que se apoiarem individualmente, que mesmo dentro de seu contexto/gênero, é um filme, na minha opinião, assistível, porém muito comum, e segue a cartilha de "novidade" do entretenimento atual, que Hollywood já fez melhor, fazia melhor.
As músicas no filme são boas, dão movimento e uma certa camada de personalidade ao longa, principalmente em cenas fazendo jus a ela e o que se originou à partir dela, seu embrião de libertação, de contestação, de "grito da alma", da "dor da carne", "de lavar o espírito na noite", de ter algo particular, ressonando uns com os outros, sendo descarregado dentro da realidade da vida sofrida, de opressão constante, preconceito e etc. A autenticidade que gera/gerou uma nova onda, que seria tão difundida, como é até hoje. Achei legal essa parte, bem respeitosa, natural e agregam a narrativa/andamento, mesmo que bem simples e direito ao ponto, dentro do contexto da obra, e conseguindo me prender por boa parte, me sentindo entretido, não achei uma porcaria ou qualquer outra coisa, mesmo sem grandes expectavas. Estava me conquistando aos poucos.
Agora, pra mim, o filme realmente se "perdeu/me cansou", e onde achei que ele caiu mais no lugar comum (ainda), é onde ele adiciona o "elemento fantástico/fantasia", que são os vampiros. Logo depois que certo personagem é mordido pela primeira vez, é onde eu acho que o clímax, que foi tão bem preparado, começa a ruir, e não fazer jus ao que vinha sendo construído, sendo onde o filme perde seu charme/diferencial, caindo no lugar super comum. É onde essas "promessas", esses adjetivos exagerados, essas palavras "maravilhosas", "obra prima", "magistral", "geniais", são totalmente subutilizadas, banalizadas, que em vez de ajudarem o filme, acabam o prejudicando, pois colocam um expectativa incompatível com o produto que é oferecido, que não é isso tudo. O que não é bom, nem saudável a obra/produto.
Questão de gosto, sim. Mas como já falaram, e concordo. Quando o filme "vira a chave", é impossível não comparar ao "filme do Tarantino", "Um drinque no Inferno" de 1996, dirigido por "Robert Rodrigues". O que pra mim, PRA MIM, pesa bastante, e já não gera mais nenhum clima de novidade, perdendo bastante sua força, que já não era muita dentro de seu entretenimento. Não que eu esperasse muita coisa, mas esse filme tem tantas coisas de outros filmes, principalmente nessa parte, que parece um "apagão de ideias" bem forte. Coisas de filmes bem batidos e conhecidos, exemplos como o "convite para entrar em residências", vista em filmes como "A hora do Espanto" (1986), "gangues de vampiros", como em milhares de outros filmes por aí... "Vampiros de John Carpenter" (1998), "Vampiros do Deserto" (2001), "Quando Chega a Escuridão" (1987), "Garotos Perdidos", "Blade", "Anjos da Noite", "A Rainha dos Condenados", "Entrevista com o Vampiro", etc. Entenda, essas coisas não são novidade desde que "vampiro é vampiro", "Nosferatu", etc. O sentido aqui não é comparar as obras diretamente como produções, valor financeiro, custo de bilheteria ou qualidades particulares, e sim no sentido de lugar comum. Quando se tem uma produção dessas, cheia de elogios rasgados, escancarados, promessas de "obra prima" e indicações ao Oscar, já disse, no sentido de exposições que essa obra ganha, automaticamente se espera que essa obra venha acompanhada de algo que lhe de mais qualidades, no mínimo tão boas, ou superiores (ou particulares) do que já se foi visto no cinema de antes, e não é o que acontece, inclusive, sendo inferior a coisas feitas no passado.
Não é exclusivo de "Pecadores", ele não é o único, nem o primeiro e nem vai ser o último. E Hoje em dia é difícil de fazer algo original, mas o problema comigo e "Pecadores", é que além de eu já ter visto muitos filmes nessa estrutura melhores, e muitos filmes de vampiros diferentes, além de não achar esse filme esse "maracujá todo", mesmo ganhado pontos por tentar ter um "storytelling" um pouquinho melhor que o normal, no mínimo coerente (com o padrão baixo de hoje), não acho um "filme de Oscar" tão diferenciado assim e "maravilhoso" como foi falado, pra mim, como já disse, é um filme comum, e nem chega perto de outros que eu já vi. Talvez para quem goste muito de "filmes de vampiros", ou não tenha lá essa "bagagem toda de conhecimento", ou produções "melhores", seja "novidade", não sei. Mas o que vi aqui, principalmente na parte do bar, não me disse nada, e não sei se justifica ter esse "away todo".
A parte do bar é tão atrapalhada, perdida, corrida, atropelada, e um puta potencial desperdiçado, principalmente com os personagens, e os irmãos feitos por "Michael B. Jordan"! Culminando no "lugar comum" total já citado, com uma batalha tão sem graça, sem peso, capenga, que pouco faz jus aos personagens que foram apresentados com tanto cuidado. Uma pena, muito ruim! Tanta coisa poderia ter sido feita ali (inclusive até um dos vampiros dá a ideia!) mas não acontece. Desanda, e é o clímax do filme, seu "calcanhar", onde tudo culmina, leva-se a tudo. Fora que ainda começam a aparecer cenas bem expositivas, convenientes, até constrangedoras!, ("sonhos de possibilidades"?! O.o' eca! ruim demais!), piadinhas, volta de personagens inúteis e sem lá peso, que foi dado aos vampiros, como se filme não soubesse direito para onde quer ir, como terminar, e também quisesse abraçar todos o finais que foram pensados ao mesmo tempo, além das burrices agudas, e das conveniências com certos personagens, principalmente envolvendo o grupo de vampiros e seu embate de "feirão de frutas".
Os vampiros, que apesar da maquiagem, olhos bem destacados, certos efeitos práticos, sede de sangue e serem bons cantores, não são também lá grandes coisas, sendo melhores dançarinos que inteligentes, e as analogias também ficaram bem fraquinhas. Prometem muito, mas ficam "como o filme", muito aquém, entregando o mundano absoluto. Somado ao que já falei, sem nenhuma novidade, não deu para curtir o filme como achei que seria. Não vou me aprofundar tanto mais, pois já estou cansado e o texto já está muito grande. Acaba sendo mais um desses "enlatados" modernos (infelizmente), com muita "perfumaria", propaganda, exposição exagerada, cheio de "hype", que não faz jus a TANTO, sendo isso até maior que o filme em si, como muitos outros... Enfim..
Não achei o filme ruim como um todo, apesar do "desandar" do final, porém não achei ele ISSO TUDO (ou bem desenvolvido como um todo). Parece mais que "Ryan Coogler" (que também assina o roteiro) SOUBE LIDAR MUITO MELHOR COM A PARTE SÉRIA/PÉ NO CHÃO DO FILME, do que com a parte "fantástica", deixando a desejar, ao meu ver. Poderia nem ter tido os vampiros/elemento de fantasia, pois deu a impressão que nem precisava, mas...
São como dois filmes diferente que COLIDEM, em vez de se misturarem organicamente, pois a parte que "se misturam/se encontram", há uma queda de qualidade abrupta, que não ficou legal. Achei melhor/superior em outros filmes (alguns citados) e principalmente no seu comparativo mais comum, "Um Drink no Inferno" (original), não suas continuações, que achei horrorosas.
"Sinners" se beneficiaria muito mais se mantivesse o que o diferenciava no início, do que o lugar muito comum e "safe" que tomou no final, me fazendo ficar bem decepcionado pelo rumo que ele tomou e o deixando esquecível. Pra mim "2 estrelas" ("regular"), tá de bom tamanho.
E muito por isso escrevo essa mera resenha, para me lembrar do que assisti e das minhas primeiras impressões, pois não sei se veria de novo. Não achei um filme "ruim", uma "bomba", uma "porcariada", ou certas coisas toscas que estão dizendo por aí (não quero entrar nessas idiotices!).. mas nem de longe achei isso tudo que outra parcela está dizendo por aí, poderia ter sido muito melhor, mas seguiu por um caminho bem medíocre e sem sal.. um pena.
Não curti tanto, mas a vida que segue. É isso.
Visto em: 22-03-2026 [Com meu pai, que também não curtiu muito..]
"Clint Eastwood" escalou ele mesmo em um filme de escalada no gelo, que faz inveja ao filme de escalada do "Stallone", e da escalada do "Limite Vertical" e da escalada do "Everest". Como se não bastasse o excesso de escaladas, o título nacional ainda faz um trocadilho tosco com a ideia do filme. Eu achava que o nome desse filme era "Escalando pra morrer", mas enfim..
Não tem nada demais nesse treco! É mais um filme do Clint Eastwood fodão! Que está aposentado, e é forçado a fazer alguma coisa, e essa coisa agora envolve esca... "alpinismo". A sinopse já conta basicamente toda a historia, e os colegas já disseram, e concordo! O filme tem desnecessárias duas horas, sua trama é fraca demais, seus personagens não são tão bons, e não tem estofo para uma duração dessas, tivesse mais coisas ou fosse melhor desenvolvido/mais interessante. E como se não bastasse a trama já meio "capenga", ela ainda é arrastada, tornando tudo mais cansativo do que já é e desinteressante.
Eu gosto do "Clint Eastwood", e muitos de seu filmes através das eras, tanto atuando como dirigindo. Mas esse aqui não achei um bom exemplar dele, assim como outros, faz parte... a vida que segue.
Pelo menos ele ganha o dele fazendo isso ($$$), já eu só perco meu precioso tempo mesmo, pra ele é bom financeiramente, pra mim é só aborrecido! Quem sai perdendo e no prejuízo sou eu, pra mim é bem pior, pesando na nota.
Visto: 19-03-2026
Uma estrela por curiosidade, não gostei. Mas vai de cada um...
Vou fazer uma resenha de "Hibiki" alguma hora, já fazendo, né?!
"Infelizmente" "Hibiki" é um "Kamen Rider" que tem uma proposta diferente, uma abordagem diferente, como já disse, diferente não quer dizer que é bom/bem feito. Mas eu acho que "Hibiki" ""só"" esqueceu o público dele. Não "passando pano", só um ponto de vista. Pois ele veio com uma proposta mais séria, tão contemplativa, na contramão, com muitos diálogos e texto, mais adulto, e coisas de "passar a tocha"/ter um aprendiz, que nem parece uma série "Kamen Rider" padrão/comum, e não parece mesmo.
O "Rider" é mais velho, mais experiente, mais maduro, confiante, mas nem por isso é tão sábio quanto parece, e quando encontra um garoto que o admira, passa a questionar a si mesmo, seus atos, seu destino e seu papel como defensor. Achei legal pra caramba! parece um fábula diferente, com tons sombrios, aos mesmo tempo que investe na jornada, e tem seu lado descontraído, não indo tanto para a ação e formula comum. Como já disse também, o que pra uns pode ser o maior defeito e levam a desgostar da série, essas mesmas características podem ser qualidades que fazem alguém gostar da série, é beeem relativo esse mundo de "Tokusatsu". Adoro o design da roupa de "Hibiki", é incomum, diferente, mas não foge da proposta, e as cores são bem harmoniosas entre o roxo metálico, preto com azul, pô, coisa linda de se ver, e certas tomadas/frames endossam mais ainda essas qualidades, como um "espirito da floresta", um "ser sobrenatural/místico", um demônio! Bem bacana mesmo, gostei!
Outra coisa que achei muito bacana é a forma como ele enfrenta os inimigos, além do combate tradicional, ele usa música! Tambores! Porra! que bagulho bacana! No início confesso que achei que iria achar uma bosta! Mas tudo isso tem contexto! Não é gratuito, alegórico, "ser diferente pra ser diferentão". Fora a música de abertura que acho muito boa! Negócio climático, relaxante mas heroico! Gosto muito mesmo. Pontos demais pela criatividade e a vontade de inovar sem ser tosco, ou somente mudar o plano de fundo. O "Henshin" do mesmo também é estiloso e mundano, com chamas azuis o envolvendo e ele vestindo seu manto. Gostei!
Mas como já disse, e o detalhe do "infelizmente" lá em cima. O pequeno (gigantesco) problema, é que "Hibiki" "só esqueceu seu público", e é fácil ouvir de alguns que "essa porra não é um Kamen Rider!", parece mais um "Spin Off", e até concordo, não deixa de ser mesmo.. o bagulho vai na contramão, sobe o rio. Mas eu gostei, pelo menos da sua primeira metade.
Porque essa "contramão maluca" e "mudança de tom", causou estranhamento no público, por essas características, particularidades e peculiaridades, muita gente não gostou, e principalmente, com uma trama dessas, seu público alvo, a "molecada"! que começou a ignorar, logo, dando prejuízo e levando a baixa audiência. Puta merda! é foda! O que levou a toda uma restruturação/modificação do roteiro original, para ficar "mais padrão", trazer de volta o público, dar audiência, "salvar e série", e consequentemente, vender brinquedos. É ai que a série tem sua famosa mudança de tom e estrutura, dividindo muita gente. Uns gostam mais da primeira parte, achando que a segunda se perdeu, outros gostam mais da segunda parte, achando a primeira muito "sonolenta", outros gostam das duas, não ligam muito, outros gostariam que ela fosse concluída como era planejada, que muita coisa foi perdida, outros já nem queriam que a série existisse em primeiro lugar, outros não viram mudança, outros encaixou bem, outros deu queda de qualidade, uns nem perceberam, enfim..
Ficou um negócio bem maluco e divisor de opiniões bem forte. Uma pena (ou não), mas entendo.
Fico até surpreso aqui, de a série ter só um comentário, doidera! Seria até algo bem bacana de se ter aqui/ler e endossar certas opiniões em relação a isso. Seria bem bacana ver as diferentes opiniões sobre, de quem gostou, de quem não gostou, ou dos meio termo, mas é um campo "vazio". Pela "média" aqui parece positiva, legal! Mas vai saber o "critério de estrelas" de cada um...
Eu gostei muito do que vi na primeira metade, da ação, das locações, dos atores, dos momentos, das atuações. Inclusive, duas atrizes já são falecidas, "Sei Ashina" (1983-2020) e "Miyuki Kanbe" (1983-2008), descansem em paz!.
Agora, confesso que não lembro de nada da segunda metade! Um sinal? Talvez!
Mas tenho muito que rever isso! e pra ontem! Mas estou meio sem tempo.. mas o que me cativou na série é ainda o que me cativa, nada mudou ou se apagou. Entenda, a série não é super espetacular, "magnífica", "divisor de aguas", não vai mudar sua vida. Nem tudo dá certo, claro, é bem mais simples que isso, tem umas cantorias, uns musicais, umas coisa que nem sempre dão certo. Mas eu acho muito legal essas "viradas de chave" em certas séries, até uns álbuns musicais/discos, filmes, que podem ser um risco tremendo, nem sempre acertam, a maioria naufraga, mas é legal aquele sentimento de redescobrir e saber que poderia estar errado, ou analisar com outros olhos, de uma coisa que podia ser realmente uma merda colossal! ou estar muito a frente do seu tempo.
"Hibiki" tem algo que interessante diferenciado, sem duvidas. E quem ler, já sabendo de antemão, que ele é "diferente", incomum, com mudanças no texto, de repente possa vir a valer uma espiada já avisado, mas se não curte nada disso e prefere o padrão mais tradicional da série, já dá pra passar longe e ir/dar prioridade a outra séria de maior interesse.
Isso nem é a "resenha" , mas acabou sendo uma "resenha", porém sem a outra metade, mas tá bom, não tenho mais o que acrescentar, e se achar que devo, se conseguir ver o que não lembro mais, de repente volto para completar o que achei incompleto. Se servir pra alguém ótimo! Mas a intenção era só fazer um elogio a coisas que achei legais da série mesmo. Tem horas que tu cansa de reclamar e só parecer negativo.
Não é das minhas séries favoritas em questão de texto no geral, mas uma das coisas que me faz gostar bastante, é de como ela é simplista, direta ao ponto, mas faz bom uso disso, permeando suas lacunas com entretenimento de boa música, e da forma estilosa que o filha da mãe usa pra sair baixando a porrada, ludibriando, atirando e descendo o cassete em geral, sobrando pra todo mundo na sala!! É muito satisfatório, prazeroso e assim que tem que ser com os vilões mesmo! Baixando a porrada! "Souma Haruto" faz o "Henshin" e vira o "Bruce Lee".
Mas falando sério, as acrobacias, coreografias de lutas, tiros, ficaram muito plásticas, fluídas, estilosas, elegantes. Nem sempre acertam, as vezes passam do ponto, usam em demasia, ou repetição de certos elementos. Mas devo parabenizar e dar pontos para o "dublê", coreografo, artista marcial que veste o manto do "Wizard". O cara veio com amor, disposição, treino e paixão pelo o que faz e sua arte marcial. Ficou bem legal mesmo! e achei uma das melhores coisas da série, sua ação. "Seiji Takaiwa" é um mestre! Respeito! "Mr Kamen Rider".
Ele não vez só esse. É um veterano, mas boa parte do que me fez acompanhar é série e me deixar interessado no início foi isso. O cara furou a bolha e deixou a série com um elemento no máximo, que me fez admirar e prender a atenção. Talento e dedicação pura, incrível!.
Se a série inteira fosse assim em todos o quesitos! Caramba! Mas não é. Marquei "2 estrelas e meia" pois achei boa/boazinha na época, e acho que a média geral aqui está boa. Não é ruim, me cativou em algumas coisas, e gostei de certos personagens, mas infelizmente não me lembro de muita coisa.. dropei um tempo, perdi o interesse, depois voltei, mas é algo que merece demais um revisão.
"Vi "Val Kilmer" aparecer, se desenvolver, despontar, chegar ao auge, ter sua queda, sumir das grandes produções/fazer coisas menores e agora sumir de vez da vida..." e agora ser ressuscitado com inteligência artificial pra estrelar um novo filme!! ô loco, meu!! o.O"
Revendo "Solbrain", ainda acho incrível o design da armadura azul do principal ("Solbraver"). Vestiria numa boa hoje em dia, e andaria com ela por aí "pagando mico" com um sorrisão de orelha a orelha de uma criança realizada. Isso é bom, ótimo, e você vê o quando acertaram em design nesse quesito, não devendo em nada ao "Fire" (que é outra armadura incrível) da "série irmã", "Winspector".
A musica de abertura é legal, mas a de encerramento em português marcou mais, principalmente esse pedaço:
"Outra vez, o sol brilhou..." "as crianças vão brincar, e a esperança renasceu..." "Solbrain, a lei venceu (solbrain!), a luta teve fim, e o perigo já passou..."
Bons tempo de criança que você acreditada na justiça, na lei, na ordem, no heroísmo! Ai tu cresce e vê que o mundo é mais dos vilões que dos mocinhos, totalmente torto, invertido, do avesso e de cabeça pra baixo, uma verdadeira lambança que da de 10 a zero em qualquer império maligno fictício de qualquer série dessas. Achávamos que éramos seres mais racionais. Enfim.. quem cresceu com isso, graças a deus, sabe esse cheirinho, esse frescor dessa época, que não volta mais, cada um com seu cada um, do seu jeito, em seu tempo.
Mas por mais que eu guarde lembranças da série e tenha esse carinho por ela, não acho que ela seja boa, apostaram muito nela, e investiram muito nela, mas não investiram em um roteiro melhor, ou em personagens mais cativantes. Não acho o protagonista carismático, ou interessante junto com sua trupe, principalmente se for comparar a sua "série irmã", e primeira parte do "Rescue Heros", "Winspector".
Achava "Winspector bem melhor, mais interessante e cativante, e a proposta parece que deu certo na época. "Lyuma" (ou "Ryuma") era um japa com uma cara simpática, convincente e tinha um carisma, aliado a um texto um pouco melhor e mais coerente. Não vejo muito isso em "Solbrain", acho que decaiu, e apesar de tentar novas ideias, o que sempre é válido, ele não as trabalha direito, e a impressão que se dá é que, apesar do investimento financeiro em quinquilharias, o mesmo investimento não foi feito no que amarra tudo, o texto/roteiro, parece que gastaram mais tempo em bugigangas do que em deixar a narrativa mais enxuta, consistente. De novo, não é porque "é pra molecada", que tem que ser bagunçado, cansativo, mal feito, burro, ou incoerente. Lógico, tem bons episódios, os melhores, pra mim, são os 3 que aparecem o "Lyuma", "Biker" e "Highter", o que pelo visto deu certo, pois a série já não estava com a audeincia boa, e não se sustentando sozinha. Posteriormente até trouxeram o "Fire" de volta para ajudar na audiência e dar um gás a mais na série, mas ela já nasceu perdida, sem um base narrativa coerente sólida, só podia dar merda, e deu, uma pena. Foi onde as séries "Metal Hero" começaram a já ir capengando aliado a sinais de cansaço e desinteresse. Na minha humilde opinião "Exceedraft" é muito pior e "um prego no caixão", achei horrível!! horrorosa!! Ainda tem o capeta no final! O.o' E apesar da "ligação com "Winspector" e "Solbrain", isso parece que nem existe... "Janperson" achei ruim, gostei mais do "GunGibson" que ele! "Blue Swat" tu vê, mas sinceramente nem lembro.. Os "B-Fightes" e o irmão (B-Fighters Kabuto) foram a terra, e "Robotack" e Kabutack a lápide total do gênero na época. Apesar de apreciadores.
Mas voltando a "Solbrain", não acho uma boa série, apesar de ter episódios bons, resolveu dar mais ênfase aos seus defeitos, inclusive alguns vindos de "Winspector", foi falho em sua excussão geral, e não foi bem em audiência quanto acharam que seria, causando prejuízo. Lamento.
Pra mim, apesar da revisão capenga, e não a achar cativante, cheia de defeitos, e muito inferior a sua também defeituosa irmã, "Winspector". Por mais que tenha dado meia estrela, e a experiência tenha sido sofrível, a memória afetiva ainda continua lá, mas escolho ser mais taxativo e lucido, pois há séries muito melhores que essa por aí, merecendo olhares e notas melhores.
"Solbrain" pode ser uma mera curiosidade, e alguns gostam mais que "Winspector", respeito, mas mantenho a nota em relação a minha experiência, muito cansativa, ruinzinha, mesmo para uma série de seu publico e em seu moldes, a meu ver. É isso.
Revisto, dia 08-03-2026
["O sol não brilhou pra "Solbrain", as crianças viraram bandidos, a esperança morreu, a lei se corrompeu, a luta tá ai, e o perigo está maior do que nunca..."]
"Como é tão bom viver,... sabendo que outra vez... x(
Minha musica favorita do "One Hot Minute", da fase do "Dave Navarro". E uma de minhas músicas favoritas da banda (se não a favorita!). Fez parte da minha vida em todas as fases, desde a primeira ouvida, nunca saiu do meu coração, nunca enjoei, e sempre escuto como se fosse a primeira vez. Me ajudou em muitas coisas, além de conforto, companhia e reflexão, inclusive para escrever, desabafos e composições.
Obrigado por ela! S2
Pena que os lazarentos nunca mais tocaram ela depois que o John voltou!! Filha da mãe! xD Com o Josh já não tinha, além de meras palinhas perdidas no Youtube.
Fora que John já alegou "que nunca ouviu o disco com Dave" (na verdade, não tem nada haver com ele), acho que eles preferem não lembrar da fase conturbada que passaram nos tempos de "One Hot Minute". Respeito. :)
O Flea chega/chegava a palhetar algumas partes de algumas canções no baixo, mas nunca engatavam. hehe Enfim...
Fica aqui minhas estrelas, acho a música muito, muito boa. Andamento, jogo de palavras, clima, a letra, desenvolvimento. Fora todo o contexto que possui pra mim já explicado, eu ainda adorava/adoro o clip! Esse ai mesmo, "do barquinho"! ^^ Adoro a fotografia, o ar melancólico, e sua interpretação.
Não sei se tinha necessidade desse filme ter 105 minutos. É pequeno, singelo, pouco engenhoso, e bem dentro de uma estrutura enlatada, "padrão do gênero", de "descobrir o assassino". É isso.
Mas... até que dentro de suas limitações, apesar do início bem ruinzinho, e seu final, na minha opinião, péssimo! Seu "miolo" ele até que funciona, com ressalvas, sendo bem tolerante, dentro das devidas proporções. """Entretém""", mas não sei se veria de novo.
É um "filme do "Christopher Lambert", qualidade não é lá seu forte, apesar de ter seus admiradores. Já fui esperando um bomba nuclear! Mas até que me peguei assistindo. Basicamente não tem suspense, qualquer tipo de tensão, ou montagens de cenas interessantes, sendo levado de uma forma bem burocrática, de aluninho recém saído do curso "torne-se diretor em 6 meses" da escolinha da picaretagem.
Apesar de já ter créditos como diretor, "Carl Schenkel" parece que nem existe, dá a entender qualquer diretor menor, um chimpanzé, ou até um assistente de câmera mais esforçado poderia fazer o que ele faz. Medíocre e se graça, sua condução é uma droga protocolar que não ajuda muito. Já é o terceiro ou quarto filme dele que vejo com essa mesma "brochura" por trás das lentes, parece que virou diretor porque não tinha mais o que fazer. O roteiro também é bem básico, mas até que funciona, consegue se manter, e no mínimo, te deixar CURIOSO!, você fica querendo saber "quem é?", "é mesmo?", ou "como vai terminar (essa joça)?!". Ponto pro filme, pelo menos.
Quem gosta de "Christopher Lambert", de vê-lo em cena, e não liga muito se ele está em "filmes de ação", de repente pode vir a gostar, ou já sabe mais ou menos o que esperar. Seu sarcasmo e deboche estão aqui (e no ponto!), felizmente fazendo alguns diálogos soarem bem naturais, fluídos e por vezes engraçados, principalmente com o personagem de "Daniel Baldwin", que faz o "tira durão", impulsivo, "cabeça quente" da vez. Uma coisa pequena que achei bacana, são as interações de "Lambert" com a filha dele, vivida por uma muito jovenzinha "Katharine Isabelle", as cenas são muito bonitinhas, meigas e autenticas, não parecem forçadas ou atuação de forma alguma, bem legal. Saudade do tempo que atores mirins muito jovens já te despertavam empatia e carisma instantâneo, foi tempo.. Enfim.
O beneficio disso, apesar de um detalhe, já ajuda bastante a equilibrar o personagem "Peter Sanderson" ("Lambert"), e deixa-lo aceitável e equilibrado, entre um cara legal, bom pai, focado, atencioso, e um cara suspeito, frio, distante, com o ego em primeiro plano/como um escudo. Eu tenho uma certa simpatia pelo ator, com muitas aspas, talvez pelo tempo, por algumas de suas produções eu tenha visto garoto, ou pelo ator parecer ser um indivíduo legal, "boa praça", sei lá. Tenho mais simpatia por ele do que pelo "seus clones", "Thomas Jane", "James Purefoy". Mas reconheço as limitações dramáticas do "ator". Sorte dele que o personagem tem um certo "background" que também o auxilia, e ajuda a faze-lo convincente.
O filme também se apoia naquela "artimanha" manjada/velho clichê, de usar a "cara engessada do ator", sua "uma expressão só", ou suas limitações, para beneficiar a "ambiguidade do personagem" em prol da trama e do mistério, aqui no caso envolvendo um assassino. Sei lá, eu prefiro pensar quer sim. "Carl Schenkel" (ou o chimpanzé) também é esperto/malandro, e tentar afastar a câmera de "Lambert" em certos momentos, focar em outra coisa ou ator para compensar. Não faz milagres, não tem como, é o ator principal, mas pelo menos tenta aplicar a "técnica". Mas mesmo assim tem cenas muito ruins, tom de voz afetado, caretas, gritos poucos convincentes, chorando então, ou quando se exige mais, obviamente fica complicado (pra não dizer outra coisa). Mas...
"Tom Skerritt" também está aqui, "não fede nem cheira", mas está bem. Quando digo "bem", é no sentido de "nada mais, nada menos", serve a trama, não maximiza, mas também não atrapalha. Poderia ter sido melhor, mas é prejudicado pela covardia do roteiro, feito de idiota, e jogado para escanteio quando convém. Não esqueça! é "o filme do ator principal!", mais que isso é "arte", não queremos "arte", não queremos "ir além", só o feijão com arroz de sempre. Ok..
"Diane Lane" também se faz presente, aparentemente com sua "clausura de contrato" ativa, de "transar com alguém ou mostrar nudez". Não reclamo, só aponto a previsibilidade. É como "John Cusack na chuva", "Eva Mendes pelada/transando", "Tom Cruise correndo", "Sean Bean morrendo", essas coisas... que uma hora ou outra aparecem em papéis de certos artistas. Mas ela está legal, e serve ao andamento da trama e no desenvolvimento do personagem de "Lambert", não faz milagre, mas é um contrapeso bem mais bonito e funcional que o francês testudo.
Tem umas parte meios "estranhas", coisas meio expositivas, corridas. É engraçado as vezes ver um "jogador de xadrez" e uma "psicóloga" sabendo mais que a polícia, beirando a estupidez. Mas nada é pior que o final, que é atrapalhado, mecânico, imbecil, clichê, anticlímax, abrupto e totalmente descuidado, até no sentido de atenção a cena, faltando maquiagem onde deveria ter (e muito!), e chegando até a aparecer gente da produção ao fundo, onde não deveria haver mais ninguém no cômodo. Não é legal, é tosco! constrangedor, não gostei, sendo insatisfatório, e arrasta o resto junto com ele. Você vai ver o que estou falando. Entenda, o andamento, apesar das falhas até me prendeu, mas mesmo dada as proporções, o final poderia ter sido diferente e menos covarde. Mas bobagem e ingenuidade minha esperar isso de uma produção desse tipo e com os nomes dos envolvidos. Só achei que talvez fosse achar um desses filmezinhos menores bacanas perdidos, mas me enganei.
No geral, tirando a falta de "colhões", e seu final abruto horrível, até que deu pra matar a curiosidade, não me deixou tão aborrecido quanto eu achei que se seria. Não sei se cairia a nota em uma revisão, mas não haverá (se é que haverá!) uma tão cedo. Ele é sim um filme esquecível, como o colega falou abaixo, concordo. Eu não sou muito lá muito fã dos atores envolvidos, mas nem é culpa deles, e até que funciona até certo ponto, amarra uma traminha, mas que poderia ser muito melhor na mãos de alguém competente (ou talentoso). Sei lá, achei "irregular"/"regular", dando pra dar "1 estrela e meia, 2 estrelas" no máximo pelo "entretenimento".
Se for ver, gostar desse tipo de trama, ou do "Highlander" ("Christopher Lambert")... talvez possa vir a te entreter. É simples, reto, banal, clichê, mas faz um deverzinho. É isso. Boas sessões.
Visto: 19-02-2026
[Um xadrez onde as vítimas são as peças. O assassino está em qual lado do tabuleiro?] Ideia boa, esvaída em falta de interesse... uma pena.
Porra... me senti aquele cara daquele filme "Pi" (do Darren Aronofsky) enfiando uma furadeira na cabeça! Só faltou achar graça..
Rapaz, tem coisas que você assiste na sua vida, que excedem o limite de lixo que você consome.. Você fica abismado, como uma porcaria tão ruim, que de tão ruim! te leva ao estado de reflexão profunda involuntário, melhor até que muitos filmes que tentam (sem sucesso) fazer isso...(?)
Só que aqui, meu deus! É constrangedor, é radioativo, um suco de chorume no copo de sua bebida favorita.. é leite azedo...
Doassem o dinheiro pra caridade, botassem fogo, sei lá... Melhor que fazer uma merda dessas! Isso não é um filme! É uma palhaçada qualquer com dinheiro (talvez) roubado, ou de algum estúdio sadomasoquista que luta pra ir a falência.
Adoro o "Stuart Gordon", parecia ser um cara bem legal e que amava o que fazia. Respeito suas aventuras com baixíssimos orçamentos, louvável. Suas obras malucas como "Reanimator", "Do Além", "A Maldição na casa da Bruxa", "Dagon", até o "Rei das Formigas", estão em minha memória/coração do entretenimento bizarro/trash, dentro de suas devidas proporções/contexto.
Que ele descanse em paz!
Muito atores, diretores, roteiristas, etc. fazem filmes ruins, acontece, faz parte. Mas tem coisas, coisas como "Space Truckers", que cassetada!! Nem o orçamento de um "Titanic" salvava isso aqui! Tá maluco! Quase tive um aneurisma cerebral vendo essa merda!!
"Humor" é um negócio super relativo ("gosto" de maneira geral), mas isso aqui é uma bobagem tão esdrúxula que sei lá, cara, te deixa deprimido, abatido, aborrecido de derrotado... tá maluco!
Tu tenta cara, mas não tem como... É como "Charles Dance" [no filme] tentando fazer a "jiromba de aço cibernética" dele voltar a "funcionar na base das ferramentas" (literalmente).. mas o aqui, bagulho deu "perda total" de vez.. Tudo é medonho, pavoroso e constrangedor.
"Stuart" deve ter sido drogado, botou bosta na seringa, pois fez uma das piores bostas que eu já vi!. "Dorff" já é um péssimo ator, e aqui está horrível como sempre. "Hopper" é o de sempre, ele mesmo no piloto automático. "Charles Dance", medonho! Espero muito mesmo, de coração, que a equipe tenha se divertido fazendo isso, pagado suas contas, porque porra!! complicado..
Chega de filmes por essa semana...
Visto: 18-02-2025
[Sai burro, com as córneas estragadas, cara petrificada na expressão de constrangimento, cérebro falhando, senso de humor destruído, e um vazio que não desejaria para ninguém... mas sobrevivi, eu acho]
Rapaz, por mais que esse filme aqui não tenha nenhum comentário, e eu tenha deixado bem claro com minha piadinha no final da resenha, que é um filme que não pegou, não funcionou, ainda sinto que devo dizer mais para quem tenha curiosidade, pelo "Charles Dance", ou "Ben Kingsgley", ou qualquer outra coisa.
Olha, pra mim, não vi nada demais em suas performances, é um filme comum demais, "quadrado" demais, extremamente burocrático, sem nada demais (tempero, apetite), é ver por alguma curiosidade aleatória, e tenho minhas dúvidas se vai ser lembrado logo assim que os créditos finais começarem a subir.
Nem todo filme precisa ser incrível ou memorável, ou sei lá... mas tem coisas que são só "pasteis de vento", "agua de salsicha" perfumados, em embalagens pomposas com molduras bonitinhas... o conteúdo mesmo é insosso, sem sal, tu "dá de ombros", sabe?! Se não tiver nada pra fazer, como falei, assista por alguma curiosidade, mas se tiver algo pra fazer, alguma pendência, arrumar suas meias, lavar panelas, tirar cabelos do sabonete, faça! Talvez seja mais interessante que """"Espião: Profissão de Morte"""". Cruzes! até o título nacional é vagabundo!
Achei muito chato, modorrento, cansativo, ""fanfarronico"", desinteressante... Há coisas bem melhores por aí para beneficio das córneas. Não é uma bomba, mas achei, não me disse nada como uma bomba. Entretenimento inócuo, "1 estrela", só por curiosidade.
Se eu veria um negócio desse de novo?!
Ben Kingsley (Em uma cena do filme): "NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOoooooooooooooooooooooooooooooooo!!!!!"
Yeah! Heavy metal!! \,,/ E o tiro comendo... Putz! chatão...
Visto: 18-02-2026
[Dramalhão fedido ""de época"", com uma traminha meia boca, que tem aos montes por aí em melhor forma]
Olha, esse filme é até uma "surpresa" para o tipo de filme que é, mas pertence a um grupo específico, que gosta de um "trash", com um certo gore estranho, e um certo humor carniceiro particular, dentro de um filme de orçamento limitado. Pra mim, é o tipo de "filme ruim", que "funciona"/"dá pra assistir", mas com ressalvas. Depende da pessoa.
Eu já fui assistir tendo em mente de ser um "trash", poderia esperar qualquer coisa dentro do rumo desse tipo de "gênero". Mas o maior problema de "The Midnight Meat Train", e o que "quebra" ele de ser mais "enxuto"/marcante (dentro de suas limitações), e o afasta de "trashs" melhores, é sua gritante dissonância, inconsistência e inconstâncias em sua trama/andamento, que se arrastam sem uma coesão boa de qualidade.
Na prática, são duas tramas, com dois personagens, que vão colidir em um certo momento. A forma como os dois são apresentados é boa. Mas com o passar do tempo vai cansando rápido, não se sustentando com deveria, e faltando competência (ou talvez tempo, ou orçamento) para botar a ideia de forma satisfatória pra frente com prometia. O que é um ponto ruim, e afeta bastante o filme. Faltou esmero, falto cuidado. Porque o filme, por mais que tenha uma trama incomum, um gore esquisito, e uma violência gráfica, ela não é boa! Você entende os "baldes de sangue", mas ai usam um CGI medonho, no mau sentido, que não sei se foi proposital (apesar de divertido), mas acaba te gerando risadas, voluntárias ou não. Eu achei que o filme iria por esse "caminho", então beleza, mas ai ele se torna um suspense, que também acaba não se sustentando por ser mal conduzido/trabalhado, e como se não bastasse, tenta ensaiar um suspense psicológico (!), e vai pior ainda. Entende o que eu quero dizer?! Ele te instiga e te promete uma coisa, e não faz bem, ou vai pra outro lado, comete erros básicos dessas produções, atira para certos lados, e não faz bem o que deveria fazer. Ele por várias vezes é bobo, mas quer se levar a sério, faz um suspense, apresenta uma ideia, mas não a desenvolve, até a hora que cansa.
Nisso, o personagem de "Bradley Cooper" é o mais prejudicado, pois sua trama começa legal e coerente. Ele é um fotógrafo semi-frustrado, com baixa confiança, sem uma carreira, estagnado na vida. Quando leva um "toco", começa a questionar sua arte/trabalho, e tentar melhorar de uma forma um pouco "amoral" e arriscada. Isso é legal, e ponto pra ideia, mas o filme depois deixa isso "jogado" e investe mais na trama dele como uma quase novela, "namorado e namorada com problemas", não o que era prometido, e o que parecia que seria. Fica muito aquém.
Atriz "Leslie Bibb", faz sua namorada, e ela está até bem, mas a falta de desenvolvimento do roteiro acaba a prejudicando também. Porque ela fica muito de choradeira, e parecendo aquela namorada chata, com o namorado "pirado" afetando o relacionamento entre os dois. Cruzes! Fora a ceninha de sexo gratuita e mequetrefe, que só serve pra "encher linguiça" (ou "esvaziar a linguiça", entenda como quiser...), que não servem em nada pra o desenvolvimento da trama. Poderia ter sido facilmente cortada em prol da narrativa, colocando algo que acrescentasse realmente a trama de forma coerentemente. Mas....
Veja, o filme é de baixo orçamento, tudo bem. O problema é que ele claramente gostaria de fazer mais, e mostra isso, mas não tem "cacife" pra isso! e não desenvolve bem os momento narrativos que promete. Assim, não quero ser chato, mas eu resenho por aquilo que vejo, que foi feito/entregue, não pelo o que poderia ter sido, e o que ele faz, não faz bem. É o caso clássico e muito comum de "querer ser mais do que é", "dar um passo maior que perna", "querer correr antes de andar".
A trama de "Cooper", claramente, levaria a uma parte psicológica interessante, que faria você questionar sua sanidade e seu papel real na trama, mas não é isso que o filme acaba fazendo direito, o que é uma pena. Eu, particularmente, não sou muito fã do ator "Bradley Cooper", talvez um "James Mcvoy", que já está mais acostumado com esses "papeis de pirado" caísse melhor, mas seria mais mérito do ator mesmo. Acho "Cooper" com "cara de paisagem"/bom moço demais, mas nem é culpa dele aqui, é mais da irregularidade do roteiro mesmo.
De novo! Se o roteiro/filme fosse "tosco assumido", "porra louca" de vez, isso seria menos importante, mas por boa parte do início (e em vários momentos), ele se leva a sério, com outro tom em sua trama e tudo, parecendo outro filme, indo mais para o suspense, na forma e na direção que ele toma. Então, quando ele "muda" e deixa essas coisa pela metade, dá pra sentir/perceber com muito mais facilidade, suas falhas ficam mais aparentes, parecendo um filme que não sabe o que quer ser direito.
Fora certos "furos" que acabam acontecendo. Como acharem um apartamento "do nada", e irem lá "porque sim", somente para gerar a próxima cena, previsível (preguiçosa) que não é benéfica no sentido narrativo. Você pode ter seu filme "amalucado", tirar especulações, mas há de haver, no mínimo, uma certa coerência com o que se quer contar, porquices (atropeladas/corridas) ficam difíceis de se relevar.
Além de se estender demais naquele velho clichê de "achar um assassino", se for bem feito, ótimo! funciona, mas se for mal feito, gera o efeito negativo, e um erro dos mais básicos, que é, a porra do público já sabe quem é o assassino! Pra que tu vai ficar um tempão nisso sem colocar nenhum "tempero" ou acrescentar nada de novo?! Não ficou legal, não ficou bem feito, se tornando apenas arrastado e cansativo.
Começo a me questionar da habilidade do diretor "Ryûhei Kitamura", em seu sétimo/sexto longa (sei lá), cometendo erros básicos narrativos e clichês de gênero batidos (até para 2008!). Faz um "feijão com arroz" bem básico, mas sei lá, não me parece talentoso ou diferenciado. Faltou um "Takashi Miike" aqui, ou "Sam Raimi do velho testamento", sei lá. Uns diretores malucos, que mechem com esse tipo de produção, mas que sabem a hora de contornar certas adversidades de roteiro de forma mais interessante, ou ousar em prol da insanidade da trama na hora que deveria, não sei, é um exemplo. Mas faltou um "tempero" autoral bacana nesse filme! Que tem uma ótima ideia, mas a deixa pelo caminho. Poderia ter tido mais efeitos práticos, o que o beneficiariam positivamente, porém, é o que é. Enfim.
Agora, um PONTO POSITIVO e uma excelente escalação, é do "ator""Vinnie Jones". Quem gosta dele e do seu jeitão carrancudo, intimidador, saiba que ele está ótimo! Carrega o filme, e é o maior entretenimento do mesmo!. Acredito até que o filme retrata a vida noturna real do "ator", e não uma obra de ficção! Sempre imaginei ele assim mesmo! Só faltou o "Gary Busey" e o "Christopher Walken" pra fechar o "bonde da loucura" com ele. "Vinnie" convence e assusta, e não precisa de mascaras para intimidar, sendo mérito pessoal dele, o que é bom. Infelizmente, cai nessa discrepância entre "mocinho e vilão" mal feita, mas funciona. Até a forma como "Bradley" começa a suspeitar dele faz sentido, é esperto, lamentavelmente não foi bem tratado como deveria. Se fosse mais antigo, talvez "Mahogany" virasse um desses "vilões B" da cultura pop, como o "Matt Cordell", "Maniac Cop" (1988), ou "Tall Man" ("Homem Alto"), da série de filmes "Phantasm" (1979). Seria um "querido das locadoras"?! Talvez.
Você vê que "O Último Trem" tem uma excelente ideia, com um final que gostei bastante, muito legal, e começa muito bem, divertido e instigante, o problema mesmo é mais no seu "miolo", que deixou a desejar, o que uma pena...
Poderia ter sido um filme que, se tivesse um pouco mais de cuidado, dentro de seu contexto, poderia ter havido facilmente uma continuação. Mesmo que talvez não fosse lá um sucesso comercial, o "boca a boca" o tornaria uma obra cult digna de qualidade. Do jeito que ficou, é só MAIS UM filme estranho, com um trama boa, porém perdida em meio a um mar de outros filmes com as mesmas inconstâncias, dissonâncias e inconsistências de sempre. Algo para ver, talvez guarda no cantinho da memória, ou talvez esquecer completamente.
O que lhe deixa mais incomum mesmo, é lembrar do "Vinnie Jones matando no trem como seu martelinho de carne", tirando verrugas (?), mas pouco dá pra lembrar do resto. Lamenta-se!
Gostei da ideia, gostei do início, gostei do "Vinnie Jones", gostei da ambientação, gostei do trem, gostei do final, me diverti em algumas partes, mas não do andamento, como já disse. Pra mim ficou um entretenimento irregular, "1 estrela e meia". Tá ótimo. Não é péssimo, mas não chega a ser "bom". Se fosse falar com alguém, falaria exatamente isso. Fica aqui o lembrete para mim mesmo, e talvez sirva pra ti, se for ver, boa sessão! O sangue espirra! hehe
Visto dia: 16-02-2025
[A vida privada de "Vinnie Jones" no trem da madrugada] :p
Achei mais ou menos, legal/legalzinho, bom/bonzinho, dá pra ver. "3 Estrelas e meia pra 2". Acho que já vi tanto filme nessa mesma "vibe", mesma coisa, mesmo "X-Tudo". "Americano faz isso...", "americano faz piada", "cai no Vietnam", é "brabo", tá "cagado mais se aguenta (+ou-)", "aguenta as adversidades", aguenta os vietnamitas", "vietnamitas (acrescente qualquer outro povo aqui que lutou contra os americanos) são monstros", "americano é herói", "americano sobrevive" (o título do filme já é um spoiler), blá, blá, blá... é isso. Resumi 125 minutos (desnecessários) de filme. É basicamente isso.
Olha, sem implicância, nada de novo, nada de interessante, nada de muito marcante, significativo ou instigante, que já não se tenha sido visto trocentas vezes, em vários e vários filmes de guerra por aí (com suas devidas proporções e "mudando bandeiras" e lados). Tem lá sua ambientação bacana, locações, figurinos.. os atores estão legais/bem/ok. Mas já vi tanto "filme de guerra", "guerra/drama", "guerra/sobrevivência", "guerra/ação", etc., que sinceramente, esse filme é só mais um, muito aquém do que poderia ser, e muito aquém do cinema (vide "cinema", não documentários) que "Werner Herzog" já entregou um dia.
Tem aquele clima cru, direto, com um ar provocativo. Mas sabe, pra mim, não disse muita coisa. Até lamento um pouco, pois até em filmes que eu acho ruim eu escrevo mais, mas aqui faço mais mesmo por pura questão de registro, mais para me lembrar que já vi o filme, do que por algo que eu queira realmente acrescentar, pois o filme também é bem esquecível.
Quem gosta do "Christian Bale", acredito que possa vir a ter uma certa curiosidade na produção. Mas acho que ele tem papéis e filmes melhores, que exigem muito mais dele e ele entrega. Aqui ele está "legal..". Mas culpo mais "Herzog", que parece cansado, com preguiça de ir além, ou no "piloto automático". Falta tesão, falta apreensão, carisma, tensão. Não senti nada vendo "Rescue Dawn".
Começa muito bem, depois, cai no lugar comum, ao meu ver. Nem indicaria isso pra quem gosta de "filmes de guerra", ou "dramas de guerra", ou "filosofias de guerra", "sobrevivência de guerra", "Vietnam", "Americano sobrevivendo em um lugar hostil", etc. Enfim... é mais do mesmo. Tô meio cansado já..
Visto dia: 14-02-2026
["Herzog" reciclado pagando as contas, entregando uma "guerra de bocejos" engessada protocolar]
Seguinte
4.0 306"Cuidado! As pessoas que você observa, podem estar observando você!"
Aqui a coisa começa a tomar forma e o Nolan (como já disseram) começa a apresentar seu cinema.
E o legal de "Following" é que apresenta um Nolan mais "cru", menos expositivo, menos grandiloquente, menos "faraônico", menos convencido, ou lotado de bajuladores que exaltam tudo que ele faz/vai fazer..
Aqui ele ainda estava mais preocupado em contar uma historia, de deixar a trama fluir de forma mais natural, e deixar seus personagens se desenvolverem como indivíduos de forma mais orgânica, deixando eles seguirem seu rumo e mantendo o interesse, mesmo que simples e sem grandes proporções, o diretor consegue convencer e te fazer ficar curioso com o rumo da trama e onde tudo vai levar.
A pouca duração (excelente!) e a fotografia foram bem escolhidas, deixando a trama com um clima perdido e um ar melancólico acertado, em um mundo vazio, com personagens amorais e perdidos. Pontos pro Nolan em seu primeiro filme. Vê-se talento, vê-se habilidade em contar uma historia. Além da trilha, que complementa a atmosfera sutilmente, dando uma camada a mais a ambientação de seu mundo, bem diferente dos sons de fundo (de elevador) sem graça, quase ausentes, que ele passaria a adotar futuramente.
Não há nada de "complexo" na trama como dizem por aí, isso já é meio exagero por não terem acesso ou assistirem outros tipos de filme. A trama é bem simples e comum, e ela vai se "afunilando" para chegar ao mesmo lugar conclusivo de todos os milhares de outros filmes que tem por aí.
A única coisa "diferente", mas que também não é original (ou nada de outro mundo), é a narrativa não linear, que pode "confundir" alguns, ok. Mas quem tiver dificuldade, basta seguir a aparência do protagonista ou "o boneco quebrado", vai dar pra se situar bem na trama, não há mistério, pois como disse, ela se "afunila" para um desfecho narrativo comum, mas que não achei menos atrativo por causa disso. É interessante, e as "interpretações filosóficas" ficam por conta de quem assiste. O que também é legal. Menos mastigadinho, de "bandeja".
Queria muito que Nolan tivesse mantido mais esse caminho, ou tivesse equilibrado mais seu cinema com projetos mais artísticos e filmes comerciais, sem se prender muito no expositivo constante, exagerado, pedante e formulaico. Funciona pra muitos, respeito, funciona pra ele, respeito...
Mas projetos assim, como "Following", fazem falta em um certo cinema mais íntimo, menos faraônico, do cidadão comum do dia a dia, em seus universos particulares, de duvidas em seus rumos, questionamentos em suas mentes, decisões ruins, com caminhos interrompidos, vazios de proposito, perdidos em mente e espírito, etc.
Achei um entretenimento na média, "legal/legalzinho/bom", "2 estrelas e meia pra 3", de bom tamanho. É isso.
Visto dia: 23-05-2026
Obs.: Como muitos já disseram em fóruns e discussões de amigos, que Nolan "não sabe filmar cenas de luta/briga direito", já aqui se vê uma coisa que não mudaria. rs
Doodlebug
3.8 137"Legalzinho". Marcado de curiosidade. Não achei nada de incrível, impressionante, interessante. Tem curtas com tempos similares ou bem menores que são mais ousados, marcantes ou que fazem melhor uso de suas tramas ou metáforas. A intenção não era essa, e o que foi feito é curioso, mas pra mim, PRA MIM, não é algo que vai ficar muito na memória. É isso.
Quem tiver curiosidade:
https://www.youtube.com/watch?v=07rI45N-nMI
Defensores da Luz Maskman
3.8 18Se tem uma coisa que eu adoro em Maskman são seus visuais agressivos, simples, ao mesmo tempo cheios de elegância, imponência e plasticidade. Bem legais mesmo, do Vermelho ao Rosa.
A música também é muito boa! Principalmente de abertura! Tu escuta 50 vezes e ela não fica chata! Um "Ska"/funkeado" gostoso de ouvir. A parte:
"Ki, Ki Aura Power
Kita e ageru yo Aura Power
Ki, Ki Aura Power
Misete yarun Da Aura Power"
Junto com os "sinais de mão" de cada um deles e bem bacana, empolgante e divertido! além dar um contexto/resumão do que está por vir dentro do tema da série.
Gosto bastante do contexto geral da trama, do drama dos personagens, principalmente dos vilões/conceito do império "Tube". Que diferente de seres espaciais, robôs, cientistas malucos, megalomaníacos, etc. São seres humanos, com sentimentos e conceitos diferentes, mas que vivem embaixo da própria terra/civilização, sendo uma civilização própria, com monstros e outras camadas dentro do submundo. Bem legal também, coisa bem "A Máquina do Tempo"/H. G. Wells, etc. Gosto mesmo disso na trama/esse aspecto dela, o tom (no geral) e ganha pontos por isso.
Agora, mesmo ganhando pontos e tendo suas particularidades e dramas únicos, "Maskman" ainda consegue pecar e ser desinteressante em vários pontos, perdendo boas oportunidades de poder ser mais em vários momentos. Sendo o 6º sentai no comando de "Hirohisa Soda" como roteirista principal, Maskman tem seus méritos, charme e ousadia, se destacando e servindo de molde/referência para coisas posteriores.
Mas acho que, como vários tokusatsus, ele peca pelos excessos, pelas gambiarras, repetições, conveniências muito escancaradas, falsas consequências, problemas de continuidade, desenvolvimento e clichês em demasia, o levando a ser cansativo, redundante.
Dizem que é o "sentai do RedMask", e eu concordo em parte, pois "Takeru" tem uma trama aliada diretamente ao plot principal, e é o estopim do início da história/movimentação mais evidente do crescimento do plano dos vilões, além dele ser forçadamente, na maioria das vezes, o cara que "tem que dar o golpe final", mesmo quando claramente seus companheiros poderiam fazer isso, mas são rebaixados para o Red se destacar!
Porém, o maior problema do "RedMask" não é ele ser "o cara", são seus companheiros serem inferiores/inferiorizados, e não acompanharem ou terem um background mais significativo a trama principal, apesar de todos terem aqueles episódios de "destaque", não acrescentam muito. O que não faz de "Takeru" um excelente personagem, ele é "ok", os outros é que são bem mais fracos/enfraquecidos que ele, inclusive, até ator eu não achei que seja lá essas coisas, principalmente quando o momento/trama exige mais do mesmo em momentos dramáticos ou cômicos, preferindo ficar gritando, se ajoelhando, fazendo caretas, botando o queixo pra frente e os dentes pra fora de uma forma exageradamente novelesca, "over" e caricata, até pra dentro desse segmento de tokusatsu e programas "infantis". Não precisar ser idiota e mal feito "só por que é pra criança", "Yellow Flash", "Blue Dolphin" e outros atores, se destacam pela sua qualidade dramática, sem precisar desses exageros toscos, etc.
O lance com Takeru, é que mesmo ele ainda tendo esse destaque excessivo, não foca tanto nessa coisa dele com a Mio quanto parece, o lance do romance ou do drama, são episódios específicos! Ele não fica igual uma novela o tempo todo, tem vários episódios que ele está de boa, seguro, e nem parece que a Mio existe. É só para ter esse contexto. Não é ele que é "incrivel", ou vá focar em "novela/Romeu e Julieta", etc. O problema é que deixaram seus companheiros relegados a meras folhas em branco e caricaturas de outros personagens de franquias anteriores, além do desperdício de potencial de alguns plots e subtramas.
Nesse contexto "YellowMask" é a quem mais sofre com isso, pois ela é uma "ninja", tinha um clã, tem habilidades particulares dela, clones, "jutsus", etc.. Mas isso só é usado quando o episódio é "pra ela", e isso nem é usado depois, ou muito menos citado, a tornando bem desinteressante e quase inútil na trama principal em si. Eu também não curti muito seus episódios, e nem achei a atriz tão legal, graciosa ou carismática, deixando a "Yellow" pra mim, bem qualquer coisa, personagem de apoio e só.
"PinkMask" também tem o mesmo problema, mas com menos background, levando ela mais a uma "professora de Tai Chi". Eu acho a atriz bonita e mais carismática que a "Yellow", mas seu personagem também é mais de apoio, porém, diferente da "Yellow", até gosto mais de alguns de seus episódios solos, apesar da clara falta de uma direção mais firme e o "tom novelesco", "overdrama" e tals, mas que (ainda) funcionam no contexto do sentai.
"Kenta/BlackMask" é o pior! Ele tem aquele estereotipo de grandão/bobalhão/"tarado"/de "bom coração", mas ele não tem um conflito também, ele tem uns episódios solos muito chatos e constrangedores (principalmente no início), ele dá uma leve mudada depois, mas não sai muito da casca oca/sombra do Takeru também. Poderiam ter botado um conflito nele, dele odiar o povo do "underground", ter discussões com RedMask a respeito dele amar uma pessoa do underground, mas... oportunidade perdida. Tem horas que parece até que ele vai brilhar, vai "sair da sombra" (como seu embate solo com Baraba, que é bem legal), mas Takeru vem e o resgata. Beeeeem chato e cansativo! O ator também não tem cara de nada! Bem sem sal, bem sem graça, seus episódios cômicos achei horríveis, o os "dramáticos" ele não corresponde muito, não passa emoções. Uma pena! Era o que eu mais gostei do visual.
O que se sai melhor dentro da trama, não em personagem, mas tem destaque e episódios melhores, depois do "RedMask", é o "BlueMask", seus episódios são melhores, mais definidos e levam a acontecimentos diretos na trama. Além do ator manter um personagem melhor, ele ainda faz suas próprias cenas de coreografias de luta, usado espadas e artes marciais, coisa linda de ver. Merecia mais! Todos mereciam! Mas é isso.
Quando tu se importa mais com uma criança aleatória, um cozinheiro, um cara que faz uma bazuca, que "sofre esgotamento por trabalhar demais", significa que seus personagens principais infelizmente estão bem capengas.
Ainda metem depois um tal de X1, "o GreenMask do projeto original Maskman", pra mim, puta personagem inútil! Episódio que se não existisse não fazia diferença, além do visual dele ser "retro", parecendo ter saído de "Batter Fever J" (mas sem conexão, e com ator jovem), achei uma bosta!. O ator vem, caga, da descarga e vai embora! é isso! Ele nunca apareceu na trama, nunca se importou, aparece com uma motivação clichê e tosca, aprende umas lições de moral de para-choque de caminhão, faz umas estripulias, "perde os poderes" e é isso! Tu nunca mais vê esse maluco na trama... porra! Fala sério...
Fora aqueles episódios idiotas de sempre, que parecem que vão acrescentar a trama principal (ou alguma coisa) e são só para dar umas arminhas novas pro vilões (ou heróis) que nem servem de nada.. o Ep da "mãe do Baraba", tem toda aquela coisa de "motivação do guerreiro", mas puta merda! Achei que ela ia trocar as fraldas dele ali! horrível execução! Mas Baraba é legal, tem presença e intimida.
"Oyobu" é bem bacana! Tanto em personalidade quanto em design. Tem uma cenas boas com ele, mas não tem tanto o destaque que deveria.
"Igam" ficou bem bacana também! Sendo a gêmea de Mio, mas tendo um dos "plot twist" mais imbecis da historia dos sentais. Porém, achei legal seus conflitos, tanto dela mesma, quanto seu lugar na trama, seu relacionamento com o império, com sua irmã, ou com Takeru. A atriz também ficou bem, e tem seu carisma.
"Kiros" é uma coisa bizarra, mas é bom como vilão. Ele é daqueles babacas que aproveitam qualquer oportunidade pra alcançar seus objetivos, recorrendo a intimidações covardes ou planos esdrúxulos a seu belprazer. Tem uns poderes bacanas e dá um certo trabalho quando aparece. Ele é introduzido na trama de um jeito bizarro e pevertido, vendo a Mio pelada numa fonte tomando banho, fica taradão, possessivo, obsessivo e abusivo, querendo ela de qualquer jeito, criando uma rivalidade com Takeru por isso. [Mais uma pro RedMask]. Ele é horrível como pessoa, mas serve ao seu propósito como VILÃO. O ator também ficou muito bem, com uma cara de nojento fdp, que faz ele se destacar fácil, goste dele ou não.
O "boss final", "Zeba", não curti muito. Ele está mais de "enfeite", mas tem um mistério em torno dele que o deixam menos vazio.
Como pode ver, Maskman tem suas irregularidades, inconstâncias, "padings" de esticamento artificiais, como vários sentais, mas tem suas qualidades. O lance dele comigo, é que fica/ficou muito difícil de acompanhar algo que tu só tem simpatia por 1 ou 2 personagens, sendo os outros basicamente jogados pra escanteio por pura preguiça de roteiro. Porra! São 52 FUCKING episódios! Dá pra fazer muito bem um bom desenvolvimento das coisas com força de vontade.
Vi Maskman várias vezes entre espaços de tempo/épocas diferentes mas não conseguia gostar! Achando o sentai bem chato e irregular. Eu tive que fazer uma "gambiarra" e cortar certos episódios "fillers/padings", que só servem para "encher linguiça" e não acrescentam/adiantam em nada a trama principal para poder apreciar Maskman e suas qualidades melhor, infelizmente. Mas sabia que coisas boas existiam!.
Continuo achando um sentai diferenciado em sua categoria/contexto e ideias, mas continuo o achando regular também, no máximo "legal/legalzinho/bom (sendo generoso!), tem seus momentos, diverte, e prende a atenção com curiosidade. Mas para me entreter e me prender de verdade, tive que fazer uns "cortes cirúrgicos" e deixar a trama mais "enxuta", mais fluída, e ainda sim consegue ser enrolado, impreciso, inconstante e inconsistente em várias partes como disse acima (apesar das boas ideias).
Conseguiu me prender/entreter com esse lance do "Império Tube" de verdade (quando funciona), e cada episódio tu vai descobrindo do que realmente se tratava, seus membros, lideres, sua corrupção interna, hierarquia, camadas, escravidão e sequestro dos "de cima" e modus opandi". As lutas também são boas, no geral. O "GreTOfive" e o "Galaxy Mamilos" são bons robôs. É porrada, jogou no chão, "passou e fatiou"!. Tem um carrapato fedido que faz os monstros crescerem que deve ter crescido chupando o sangue do "carteiro Jaiminho" (do Chaves), falando a mesma frase TODO episódio! "Eu tô cansado", depende da dublagem, tradução/legenda.
Nesse segmento, pra mim é (quase sempre) cansativo, repetitivo, anticlímax, desnecessário em várias ocasiões, desde que começou essa coisa de "robô gigante". Mas... ficou nisso. Entendo o esquema e a "vitrine dos brinquedos", mas adoro mais os episódios que quebram essa "burocracia", não sendo algo exclusivo de Maskman, lógico. Mas é basicamente a mesma "receita" aqui também. Enfim..
Já tá muito grande a resenha. Mas queria deixar aqui meu respeito a esse sentai, que eu custei a levar a sério, ou apreciar melhor certos elementos. Queria deixar registrado que, apesar de ter "feito cortes", vi também os "episódios cortados" (novamente). Uns bons, outros nem tanto e é isso.
"Hirohisa Soda" ainda tinha "lenha pra queimar", e foi, na maior parte "feliz" nessa.
[Visto completo finalizado em idioma original: 19-04-2026]
Obs.: Não gosto desse sentai dublado! Respeito muito o trabalho do "Francisco Brêtas", sua voz e sua interpretações em vários personagens ao longo dos anos. Mas não curti muito ele como "Takeru", e de novo ele ser outro "Red"! Achei chatão e repetitivo! Nada contra o "ganha pão" do cara, mas poderiam ter botado outro ator, ainda mais naquela época! com vários dubladores lendários vivos e alguns em ascensão, não curti mesmo, idem para seus companheiros, mesmo o "BlueMask" sendo um jovem "Wendel Bezerra", acho que as vozes de outros tokusatsus que tivemos em nossas terras ficaram melhores. Mas agradeço sempre por ter tido/visto eles dublados.
Marcaram época!
[A NOTA É REFERENTE A "GAMBIARRA"] Como diria para qualquer um, "achei legal, mas tive que cortar episódios", com os episódios em ordem, do jeito que são, acho muito chato e (quase sempre) enjoativo, não conseguindo dar continuidade, ou "nota" com precisão devido aos problemas e qualidades já citados. É isso.
A "nota é a resenha", e a interpretação vai de cada um..
Entertain Me (A film about deftones)
4.1 2[Em Inglês, Sem Legenda]:
Completo 01: https://www.youtube.com/watch?v=ZYG3TQOp6dU
Entertain Me (A film about deftones)
4.1 2[Em Inglês, Sem Legenda]:
Completo 02: https://www.youtube.com/watch?v=hMoxTBm4Wgo
Deftones: Death by Decibels
3.1 1[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://www.youtube.com/watch?v=VxMT2zAsK9Y&list=PL8flSFeCsFvI4IRxCUyfxYz4Ka8fZiNm5
Time Runner: A Invasão Começa
2.5 4[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://m.ok.ru/video/1693545925158
Pecadores
4.0 1,2K Assista AgoraIndo na contramão do pessoal, achei o início melhor do que o que se desenvolveu/foi entregue depois.
No início você tem toda uma desenvoltura, desenvolvimento, apresentação de personagens, motivações sombrias, ambíguas, com um passado sofrido. A estrutura, forma e andamento também são melhores, as locações e figurinos estão bem legais, e os atores parecem bem à vontade em seus papeis, apesar de não terem muito no que se apoiarem individualmente, que mesmo dentro de seu contexto/gênero, é um filme, na minha opinião, assistível, porém muito comum, e segue a cartilha de "novidade" do entretenimento atual, que Hollywood já fez melhor, fazia melhor.
As músicas no filme são boas, dão movimento e uma certa camada de personalidade ao longa, principalmente em cenas fazendo jus a ela e o que se originou à partir dela, seu embrião de libertação, de contestação, de "grito da alma", da "dor da carne", "de lavar o espírito na noite", de ter algo particular, ressonando uns com os outros, sendo descarregado dentro da realidade da vida sofrida, de opressão constante, preconceito e etc. A autenticidade que gera/gerou uma nova onda, que seria tão difundida, como é até hoje. Achei legal essa parte, bem respeitosa, natural e agregam a narrativa/andamento, mesmo que bem simples e direito ao ponto, dentro do contexto da obra, e conseguindo me prender por boa parte, me sentindo entretido, não achei uma porcaria ou qualquer outra coisa, mesmo sem grandes expectavas. Estava me conquistando aos poucos.
Agora, pra mim, o filme realmente se "perdeu/me cansou", e onde achei que ele caiu mais no lugar comum (ainda), é onde ele adiciona o "elemento fantástico/fantasia", que são os vampiros. Logo depois que certo personagem é mordido pela primeira vez, é onde eu acho que o clímax, que foi tão bem preparado, começa a ruir, e não fazer jus ao que vinha sendo construído, sendo onde o filme perde seu charme/diferencial, caindo no lugar super comum. É onde essas "promessas", esses adjetivos exagerados, essas palavras "maravilhosas", "obra prima", "magistral", "geniais", são totalmente subutilizadas, banalizadas, que em vez de ajudarem o filme, acabam o prejudicando, pois colocam um expectativa incompatível com o produto que é oferecido, que não é isso tudo. O que não é bom, nem saudável a obra/produto.
Questão de gosto, sim. Mas como já falaram, e concordo. Quando o filme "vira a chave", é impossível não comparar ao "filme do Tarantino", "Um drinque no Inferno" de 1996, dirigido por "Robert Rodrigues". O que pra mim, PRA MIM, pesa bastante, e já não gera mais nenhum clima de novidade, perdendo bastante sua força, que já não era muita dentro de seu entretenimento. Não que eu esperasse muita coisa, mas esse filme tem tantas coisas de outros filmes, principalmente nessa parte, que parece um "apagão de ideias" bem forte. Coisas de filmes bem batidos e conhecidos, exemplos como o "convite para entrar em residências", vista em filmes como "A hora do Espanto" (1986), "gangues de vampiros", como em milhares de outros filmes por aí... "Vampiros de John Carpenter" (1998), "Vampiros do Deserto" (2001), "Quando Chega a Escuridão" (1987), "Garotos Perdidos", "Blade", "Anjos da Noite", "A Rainha dos Condenados", "Entrevista com o Vampiro", etc. Entenda, essas coisas não são novidade desde que "vampiro é vampiro", "Nosferatu", etc. O sentido aqui não é comparar as obras diretamente como produções, valor financeiro, custo de bilheteria ou qualidades particulares, e sim no sentido de lugar comum. Quando se tem uma produção dessas, cheia de elogios rasgados, escancarados, promessas de "obra prima" e indicações ao Oscar, já disse, no sentido de exposições que essa obra ganha, automaticamente se espera que essa obra venha acompanhada de algo que lhe de mais qualidades, no mínimo tão boas, ou superiores (ou particulares) do que já se foi visto no cinema de antes, e não é o que acontece, inclusive, sendo inferior a coisas feitas no passado.
Não é exclusivo de "Pecadores", ele não é o único, nem o primeiro e nem vai ser o último. E Hoje em dia é difícil de fazer algo original, mas o problema comigo e "Pecadores", é que além de eu já ter visto muitos filmes nessa estrutura melhores, e muitos filmes de vampiros diferentes, além de não achar esse filme esse "maracujá todo", mesmo ganhado pontos por tentar ter um "storytelling" um pouquinho melhor que o normal, no mínimo coerente (com o padrão baixo de hoje), não acho um "filme de Oscar" tão diferenciado assim e "maravilhoso" como foi falado, pra mim, como já disse, é um filme comum, e nem chega perto de outros que eu já vi. Talvez para quem goste muito de "filmes de vampiros", ou não tenha lá essa "bagagem toda de conhecimento", ou produções "melhores", seja "novidade", não sei. Mas o que vi aqui, principalmente na parte do bar, não me disse nada, e não sei se justifica ter esse "away todo".
A parte do bar é tão atrapalhada, perdida, corrida, atropelada, e um puta potencial desperdiçado, principalmente com os personagens, e os irmãos feitos por "Michael B. Jordan"! Culminando no "lugar comum" total já citado, com uma batalha tão sem graça, sem peso, capenga, que pouco faz jus aos personagens que foram apresentados com tanto cuidado. Uma pena, muito ruim! Tanta coisa poderia ter sido feita ali (inclusive até um dos vampiros dá a ideia!) mas não acontece. Desanda, e é o clímax do filme, seu "calcanhar", onde tudo culmina, leva-se a tudo. Fora que ainda começam a aparecer cenas bem expositivas, convenientes, até constrangedoras!, ("sonhos de possibilidades"?! O.o' eca! ruim demais!), piadinhas, volta de personagens inúteis e sem lá peso, que foi dado aos vampiros, como se filme não soubesse direito para onde quer ir, como terminar, e também quisesse abraçar todos o finais que foram pensados ao mesmo tempo, além das burrices agudas, e das conveniências com certos personagens, principalmente envolvendo o grupo de vampiros e seu embate de "feirão de frutas".
Os vampiros, que apesar da maquiagem, olhos bem destacados, certos efeitos práticos, sede de sangue e serem bons cantores, não são também lá grandes coisas, sendo melhores dançarinos que inteligentes, e as analogias também ficaram bem fraquinhas. Prometem muito, mas ficam "como o filme", muito aquém, entregando o mundano absoluto. Somado ao que já falei, sem nenhuma novidade, não deu para curtir o filme como achei que seria. Não vou me aprofundar tanto mais, pois já estou cansado e o texto já está muito grande.
Acaba sendo mais um desses "enlatados" modernos (infelizmente), com muita "perfumaria", propaganda, exposição exagerada, cheio de "hype", que não faz jus a TANTO, sendo isso até maior que o filme em si, como muitos outros... Enfim..
Não achei o filme ruim como um todo, apesar do "desandar" do final, porém não achei ele ISSO TUDO (ou bem desenvolvido como um todo). Parece mais que "Ryan Coogler" (que também assina o roteiro) SOUBE LIDAR MUITO MELHOR COM A PARTE SÉRIA/PÉ NO CHÃO DO FILME, do que com a parte "fantástica", deixando a desejar, ao meu ver. Poderia nem ter tido os vampiros/elemento de fantasia, pois deu a impressão que nem precisava, mas...
São como dois filmes diferente que COLIDEM, em vez de se misturarem organicamente, pois a parte que "se misturam/se encontram", há uma queda de qualidade abrupta, que não ficou legal. Achei melhor/superior em outros filmes (alguns citados) e principalmente no seu comparativo mais comum, "Um Drink no Inferno" (original), não suas continuações, que achei horrorosas.
"Sinners" se beneficiaria muito mais se mantivesse o que o diferenciava no início, do que o lugar muito comum e "safe" que tomou no final, me fazendo ficar bem decepcionado pelo rumo que ele tomou e o deixando esquecível. Pra mim "2 estrelas" ("regular"), tá de bom tamanho.
E muito por isso escrevo essa mera resenha, para me lembrar do que assisti e das minhas primeiras impressões, pois não sei se veria de novo. Não achei um filme "ruim", uma "bomba", uma "porcariada", ou certas coisas toscas que estão dizendo por aí (não quero entrar nessas idiotices!).. mas nem de longe achei isso tudo que outra parcela está dizendo por aí, poderia ter sido muito melhor, mas seguiu por um caminho bem medíocre e sem sal.. um pena.
Não curti tanto, mas a vida que segue. É isso.
Visto em: 22-03-2026
[Com meu pai, que também não curtiu muito..]
Escalado para Morrer
3.0 40 Assista Agora"Clint Eastwood" escalou ele mesmo em um filme de escalada no gelo, que faz inveja ao filme de escalada do "Stallone", e da escalada do "Limite Vertical" e da escalada do "Everest". Como se não bastasse o excesso de escaladas, o título nacional ainda faz um trocadilho tosco com a ideia do filme. Eu achava que o nome desse filme era "Escalando pra morrer", mas enfim..
Não tem nada demais nesse treco! É mais um filme do Clint Eastwood fodão! Que está aposentado, e é forçado a fazer alguma coisa, e essa coisa agora envolve esca... "alpinismo". A sinopse já conta basicamente toda a historia, e os colegas já disseram, e concordo! O filme tem desnecessárias duas horas, sua trama é fraca demais, seus personagens não são tão bons, e não tem estofo para uma duração dessas, tivesse mais coisas ou fosse melhor desenvolvido/mais interessante. E como se não bastasse a trama já meio "capenga", ela ainda é arrastada, tornando tudo mais cansativo do que já é e desinteressante.
Eu gosto do "Clint Eastwood", e muitos de seu filmes através das eras, tanto atuando como dirigindo. Mas esse aqui não achei um bom exemplar dele, assim como outros, faz parte... a vida que segue.
Pelo menos ele ganha o dele fazendo isso ($$$), já eu só perco meu precioso tempo mesmo, pra ele é bom financeiramente, pra mim é só aborrecido! Quem sai perdendo e no prejuízo sou eu, pra mim é bem pior, pesando na nota.
Visto: 19-03-2026
Uma estrela por curiosidade, não gostei. Mas vai de cada um...
Kamen Rider Hibiki
3.7 2Vou fazer uma resenha de "Hibiki" alguma hora, já fazendo, né?!
"Infelizmente" "Hibiki" é um "Kamen Rider" que tem uma proposta diferente, uma abordagem diferente, como já disse, diferente não quer dizer que é bom/bem feito. Mas eu acho que "Hibiki" ""só"" esqueceu o público dele. Não "passando pano", só um ponto de vista. Pois ele veio com uma proposta mais séria, tão contemplativa, na contramão, com muitos diálogos e texto, mais adulto, e coisas de "passar a tocha"/ter um aprendiz, que nem parece uma série "Kamen Rider" padrão/comum, e não parece mesmo.
O "Rider" é mais velho, mais experiente, mais maduro, confiante, mas nem por isso é tão sábio quanto parece, e quando encontra um garoto que o admira, passa a questionar a si mesmo, seus atos, seu destino e seu papel como defensor. Achei legal pra caramba! parece um fábula diferente, com tons sombrios, aos mesmo tempo que investe na jornada, e tem seu lado descontraído, não indo tanto para a ação e formula comum. Como já disse também, o que pra uns pode ser o maior defeito e levam a desgostar da série, essas mesmas características podem ser qualidades que fazem alguém gostar da série, é beeem relativo esse mundo de "Tokusatsu". Adoro o design da roupa de "Hibiki", é incomum, diferente, mas não foge da proposta, e as cores são bem harmoniosas entre o roxo metálico, preto com azul, pô, coisa linda de se ver, e certas tomadas/frames endossam mais ainda essas qualidades, como um "espirito da floresta", um "ser sobrenatural/místico", um demônio! Bem bacana mesmo, gostei!
Outra coisa que achei muito bacana é a forma como ele enfrenta os inimigos, além do combate tradicional, ele usa música! Tambores! Porra! que bagulho bacana! No início confesso que achei que iria achar uma bosta! Mas tudo isso tem contexto! Não é gratuito, alegórico, "ser diferente pra ser diferentão". Fora a música de abertura que acho muito boa! Negócio climático, relaxante mas heroico! Gosto muito mesmo. Pontos demais pela criatividade e a vontade de inovar sem ser tosco, ou somente mudar o plano de fundo. O "Henshin" do mesmo também é estiloso e mundano, com chamas azuis o envolvendo e ele vestindo seu manto. Gostei!
Mas como já disse, e o detalhe do "infelizmente" lá em cima. O pequeno (gigantesco) problema, é que "Hibiki" "só esqueceu seu público", e é fácil ouvir de alguns que "essa porra não é um Kamen Rider!", parece mais um "Spin Off", e até concordo, não deixa de ser mesmo.. o bagulho vai na contramão, sobe o rio. Mas eu gostei, pelo menos da sua primeira metade.
Porque essa "contramão maluca" e "mudança de tom", causou estranhamento no público, por essas características, particularidades e peculiaridades, muita gente não gostou, e principalmente, com uma trama dessas, seu público alvo, a "molecada"! que começou a ignorar, logo, dando prejuízo e levando a baixa audiência. Puta merda! é foda! O que levou a toda uma restruturação/modificação do roteiro original, para ficar "mais padrão", trazer de volta o público, dar audiência, "salvar e série", e consequentemente, vender brinquedos. É ai que a série tem sua famosa mudança de tom e estrutura, dividindo muita gente. Uns gostam mais da primeira parte, achando que a segunda se perdeu, outros gostam mais da segunda parte, achando a primeira muito "sonolenta", outros gostam das duas, não ligam muito, outros gostariam que ela fosse concluída como era planejada, que muita coisa foi perdida, outros já nem queriam que a série existisse em primeiro lugar, outros não viram mudança, outros encaixou bem, outros deu queda de qualidade, uns nem perceberam, enfim..
Ficou um negócio bem maluco e divisor de opiniões bem forte. Uma pena (ou não), mas entendo.
Fico até surpreso aqui, de a série ter só um comentário, doidera! Seria até algo bem bacana de se ter aqui/ler e endossar certas opiniões em relação a isso. Seria bem bacana ver as diferentes opiniões sobre, de quem gostou, de quem não gostou, ou dos meio termo, mas é um campo "vazio". Pela "média" aqui parece positiva, legal! Mas vai saber o "critério de estrelas" de cada um...
Eu gostei muito do que vi na primeira metade, da ação, das locações, dos atores, dos momentos, das atuações. Inclusive, duas atrizes já são falecidas, "Sei Ashina" (1983-2020) e "Miyuki Kanbe" (1983-2008), descansem em paz!.
Agora, confesso que não lembro de nada da segunda metade! Um sinal? Talvez!
Mas tenho muito que rever isso! e pra ontem! Mas estou meio sem tempo.. mas o que me cativou na série é ainda o que me cativa, nada mudou ou se apagou. Entenda, a série não é super espetacular, "magnífica", "divisor de aguas", não vai mudar sua vida. Nem tudo dá certo, claro, é bem mais simples que isso, tem umas cantorias, uns musicais, umas coisa que nem sempre dão certo. Mas eu acho muito legal essas "viradas de chave" em certas séries, até uns álbuns musicais/discos, filmes, que podem ser um risco tremendo, nem sempre acertam, a maioria naufraga, mas é legal aquele sentimento de redescobrir e saber que poderia estar errado, ou analisar com outros olhos, de uma coisa que podia ser realmente uma merda colossal! ou estar muito a frente do seu tempo.
"Hibiki" tem algo que interessante diferenciado, sem duvidas. E quem ler, já sabendo de antemão, que ele é "diferente", incomum, com mudanças no texto, de repente possa vir a valer uma espiada já avisado, mas se não curte nada disso e prefere o padrão mais tradicional da série, já dá pra passar longe e ir/dar prioridade a outra séria de maior interesse.
Isso nem é a "resenha" , mas acabou sendo uma "resenha", porém sem a outra metade, mas tá bom, não tenho mais o que acrescentar, e se achar que devo, se conseguir ver o que não lembro mais, de repente volto para completar o que achei incompleto. Se servir pra alguém ótimo!
Mas a intenção era só fazer um elogio a coisas que achei legais da série mesmo. Tem horas que tu cansa de reclamar e só parecer negativo.
""Resenha provisória"" em: 18-03-2026
Boas sessões.
Kamen Rider Wizard
3.5 5Não é das minhas séries favoritas em questão de texto no geral, mas uma das coisas que me faz gostar bastante, é de como ela é simplista, direta ao ponto, mas faz bom uso disso, permeando suas lacunas com entretenimento de boa música, e da forma estilosa que o filha da mãe usa pra sair baixando a porrada, ludibriando, atirando e descendo o cassete em geral, sobrando pra todo mundo na sala!! É muito satisfatório, prazeroso e assim que tem que ser com os vilões mesmo! Baixando a porrada! "Souma Haruto" faz o "Henshin" e vira o "Bruce Lee".
Mas falando sério, as acrobacias, coreografias de lutas, tiros, ficaram muito plásticas, fluídas, estilosas, elegantes. Nem sempre acertam, as vezes passam do ponto, usam em demasia, ou repetição de certos elementos. Mas devo parabenizar e dar pontos para o "dublê", coreografo, artista marcial que veste o manto do "Wizard". O cara veio com amor, disposição, treino e paixão pelo o que faz e sua arte marcial. Ficou bem legal mesmo! e achei uma das melhores coisas da série, sua ação. "Seiji Takaiwa" é um mestre! Respeito! "Mr Kamen Rider".
Ele não vez só esse. É um veterano, mas boa parte do que me fez acompanhar é série e me deixar interessado no início foi isso. O cara furou a bolha e deixou a série com um elemento no máximo, que me fez admirar e prender a atenção. Talento e dedicação pura, incrível!.
Se a série inteira fosse assim em todos o quesitos! Caramba! Mas não é. Marquei "2 estrelas e meia" pois achei boa/boazinha na época, e acho que a média geral aqui está boa. Não é ruim, me cativou em algumas coisas, e gostei de certos personagens, mas infelizmente não me lembro de muita coisa.. dropei um tempo, perdi o interesse, depois voltei, mas é algo que merece demais um revisão.
Farei e voltarei um dia!
As Deep as the Grave
2"Vi "Val Kilmer" aparecer, se desenvolver, despontar, chegar ao auge, ter sua queda, sumir das grandes produções/fazer coisas menores e agora sumir de vez da vida..." e agora ser ressuscitado com inteligência artificial pra estrelar um novo filme!! ô loco, meu!! o.O"
Super Equipe de Resgate Solbrain
3.5 63Revendo "Solbrain", ainda acho incrível o design da armadura azul do principal ("Solbraver"). Vestiria numa boa hoje em dia, e andaria com ela por aí "pagando mico" com um sorrisão de orelha a orelha de uma criança realizada. Isso é bom, ótimo, e você vê o quando acertaram em design nesse quesito, não devendo em nada ao "Fire" (que é outra armadura incrível) da "série irmã", "Winspector".
A musica de abertura é legal, mas a de encerramento em português marcou mais, principalmente esse pedaço:
"Outra vez, o sol brilhou..."
"as crianças vão brincar, e a esperança renasceu..."
"Solbrain, a lei venceu (solbrain!), a luta teve fim, e o perigo já passou..."
Bons tempo de criança que você acreditada na justiça, na lei, na ordem, no heroísmo! Ai tu cresce e vê que o mundo é mais dos vilões que dos mocinhos, totalmente torto, invertido, do avesso e de cabeça pra baixo, uma verdadeira lambança que da de 10 a zero em qualquer império maligno fictício de qualquer série dessas. Achávamos que éramos seres mais racionais. Enfim.. quem cresceu com isso, graças a deus, sabe esse cheirinho, esse frescor dessa época, que não volta mais, cada um com seu cada um, do seu jeito, em seu tempo.
Mas por mais que eu guarde lembranças da série e tenha esse carinho por ela, não acho que ela seja boa, apostaram muito nela, e investiram muito nela, mas não investiram em um roteiro melhor, ou em personagens mais cativantes. Não acho o protagonista carismático, ou interessante junto com sua trupe, principalmente se for comparar a sua "série irmã", e primeira parte do "Rescue Heros", "Winspector".
Achava "Winspector bem melhor, mais interessante e cativante, e a proposta parece que deu certo na época. "Lyuma" (ou "Ryuma") era um japa com uma cara simpática, convincente e tinha um carisma, aliado a um texto um pouco melhor e mais coerente. Não vejo muito isso em "Solbrain", acho que decaiu, e apesar de tentar novas ideias, o que sempre é válido, ele não as trabalha direito, e a impressão que se dá é que, apesar do investimento financeiro em quinquilharias, o mesmo investimento não foi feito no que amarra tudo, o texto/roteiro, parece que gastaram mais tempo em bugigangas do que em deixar a narrativa mais enxuta, consistente. De novo, não é porque "é pra molecada", que tem que ser bagunçado, cansativo, mal feito, burro, ou incoerente. Lógico, tem bons episódios, os melhores, pra mim, são os 3 que aparecem o "Lyuma", "Biker" e "Highter", o que pelo visto deu certo, pois a série já não estava com a audeincia boa, e não se sustentando sozinha. Posteriormente até trouxeram o "Fire" de volta para ajudar na audiência e dar um gás a mais na série, mas ela já nasceu perdida, sem um base narrativa coerente sólida, só podia dar merda, e deu, uma pena. Foi onde as séries "Metal Hero" começaram a já ir capengando aliado a sinais de cansaço e desinteresse. Na minha humilde opinião "Exceedraft" é muito pior e "um prego no caixão", achei horrível!! horrorosa!! Ainda tem o capeta no final! O.o' E apesar da "ligação com "Winspector" e "Solbrain", isso parece que nem existe... "Janperson" achei ruim, gostei mais do "GunGibson" que ele! "Blue Swat" tu vê, mas sinceramente nem lembro.. Os "B-Fightes" e o irmão (B-Fighters Kabuto) foram a terra, e "Robotack" e Kabutack a lápide total do gênero na época. Apesar de apreciadores.
Mas voltando a "Solbrain", não acho uma boa série, apesar de ter episódios bons, resolveu dar mais ênfase aos seus defeitos, inclusive alguns vindos de "Winspector", foi falho em sua excussão geral, e não foi bem em audiência quanto acharam que seria, causando prejuízo. Lamento.
Pra mim, apesar da revisão capenga, e não a achar cativante, cheia de defeitos, e muito inferior a sua também defeituosa irmã, "Winspector". Por mais que tenha dado meia estrela, e a experiência tenha sido sofrível, a memória afetiva ainda continua lá, mas escolho ser mais taxativo e lucido, pois há séries muito melhores que essa por aí, merecendo olhares e notas melhores.
"Solbrain" pode ser uma mera curiosidade, e alguns gostam mais que "Winspector", respeito, mas mantenho a nota em relação a minha experiência, muito cansativa, ruinzinha, mesmo para uma série de seu publico e em seu moldes, a meu ver. É isso.
Revisto, dia 08-03-2026
["O sol não brilhou pra "Solbrain", as crianças viraram bandidos, a esperança morreu, a lei se corrompeu, a luta tá ai, e o perigo está maior do que nunca..."]
"Como é tão bom viver,... sabendo que outra vez... x(
Metamorphosis
1.6 24 Assista Agora[Em inglês, Sem Legenda]:
https://www.youtube.com/watch?v=SHJ_aQKh4Kg
Red Hot Chili Peppers: My Friends (1ª versão)
3.8 1Minha musica favorita do "One Hot Minute", da fase do "Dave Navarro". E uma de minhas músicas favoritas da banda (se não a favorita!). Fez parte da minha vida em todas as fases, desde a primeira ouvida, nunca saiu do meu coração, nunca enjoei, e sempre escuto como se fosse a primeira vez. Me ajudou em muitas coisas, além de conforto, companhia e reflexão, inclusive para escrever, desabafos e composições.
Obrigado por ela! S2
Pena que os lazarentos nunca mais tocaram ela depois que o John voltou!! Filha da mãe! xD
Com o Josh já não tinha, além de meras palinhas perdidas no Youtube.
Fora que John já alegou "que nunca ouviu o disco com Dave" (na verdade, não tem nada haver com ele), acho que eles preferem não lembrar da fase conturbada que passaram nos tempos de "One Hot Minute". Respeito. :)
O Flea chega/chegava a palhetar algumas partes de algumas canções no baixo, mas nunca engatavam. hehe Enfim...
Fica aqui minhas estrelas, acho a música muito, muito boa. Andamento, jogo de palavras, clima, a letra, desenvolvimento. Fora todo o contexto que possui pra mim já explicado, eu ainda adorava/adoro o clip! Esse ai mesmo, "do barquinho"! ^^ Adoro a fotografia, o ar melancólico, e sua interpretação.
Face a Face com o Inimigo
3.3 59Não sei se tinha necessidade desse filme ter 105 minutos. É pequeno, singelo, pouco engenhoso, e bem dentro de uma estrutura enlatada, "padrão do gênero", de "descobrir o assassino". É isso.
Mas... até que dentro de suas limitações, apesar do início bem ruinzinho, e seu final, na minha opinião, péssimo! Seu "miolo" ele até que funciona, com ressalvas, sendo bem tolerante, dentro das devidas proporções. """Entretém""", mas não sei se veria de novo.
É um "filme do "Christopher Lambert", qualidade não é lá seu forte, apesar de ter seus admiradores. Já fui esperando um bomba nuclear! Mas até que me peguei assistindo. Basicamente não tem suspense, qualquer tipo de tensão, ou montagens de cenas interessantes, sendo levado de uma forma bem burocrática, de aluninho recém saído do curso "torne-se diretor em 6 meses" da escolinha da picaretagem.
Apesar de já ter créditos como diretor, "Carl Schenkel" parece que nem existe, dá a entender qualquer diretor menor, um chimpanzé, ou até um assistente de câmera mais esforçado poderia fazer o que ele faz. Medíocre e se graça, sua condução é uma droga protocolar que não ajuda muito. Já é o terceiro ou quarto filme dele que vejo com essa mesma "brochura" por trás das lentes, parece que virou diretor porque não tinha mais o que fazer. O roteiro também é bem básico, mas até que funciona, consegue se manter, e no mínimo, te deixar CURIOSO!, você fica querendo saber "quem é?", "é mesmo?", ou "como vai terminar (essa joça)?!". Ponto pro filme, pelo menos.
Quem gosta de "Christopher Lambert", de vê-lo em cena, e não liga muito se ele está em "filmes de ação", de repente pode vir a gostar, ou já sabe mais ou menos o que esperar. Seu sarcasmo e deboche estão aqui (e no ponto!), felizmente fazendo alguns diálogos soarem bem naturais, fluídos e por vezes engraçados, principalmente com o personagem de "Daniel Baldwin", que faz o "tira durão", impulsivo, "cabeça quente" da vez. Uma coisa pequena que achei bacana, são as interações de "Lambert" com a filha dele, vivida por uma muito jovenzinha "Katharine Isabelle", as cenas são muito bonitinhas, meigas e autenticas, não parecem forçadas ou atuação de forma alguma, bem legal. Saudade do tempo que atores mirins muito jovens já te despertavam empatia e carisma instantâneo, foi tempo.. Enfim.
O beneficio disso, apesar de um detalhe, já ajuda bastante a equilibrar o personagem "Peter Sanderson" ("Lambert"), e deixa-lo aceitável e equilibrado, entre um cara legal, bom pai, focado, atencioso, e um cara suspeito, frio, distante, com o ego em primeiro plano/como um escudo. Eu tenho uma certa simpatia pelo ator, com muitas aspas, talvez pelo tempo, por algumas de suas produções eu tenha visto garoto, ou pelo ator parecer ser um indivíduo legal, "boa praça", sei lá. Tenho mais simpatia por ele do que pelo "seus clones", "Thomas Jane", "James Purefoy". Mas reconheço as limitações dramáticas do "ator". Sorte dele que o personagem tem um certo "background" que também o auxilia, e ajuda a faze-lo convincente.
O filme também se apoia naquela "artimanha" manjada/velho clichê, de usar a "cara engessada do ator", sua "uma expressão só", ou suas limitações, para beneficiar a "ambiguidade do personagem" em prol da trama e do mistério, aqui no caso envolvendo um assassino. Sei lá, eu prefiro pensar quer sim.
"Carl Schenkel" (ou o chimpanzé) também é esperto/malandro, e tentar afastar a câmera de "Lambert" em certos momentos, focar em outra coisa ou ator para compensar. Não faz milagres, não tem como, é o ator principal, mas pelo menos tenta aplicar a "técnica". Mas mesmo assim tem cenas muito ruins, tom de voz afetado, caretas, gritos poucos convincentes, chorando então, ou quando se exige mais, obviamente fica complicado (pra não dizer outra coisa). Mas...
"Tom Skerritt" também está aqui, "não fede nem cheira", mas está bem. Quando digo "bem", é no sentido de "nada mais, nada menos", serve a trama, não maximiza, mas também não atrapalha. Poderia ter sido melhor, mas é prejudicado pela covardia do roteiro, feito de idiota, e jogado para escanteio quando convém. Não esqueça! é "o filme do ator principal!", mais que isso é "arte", não queremos "arte", não queremos "ir além", só o feijão com arroz de sempre. Ok..
"Diane Lane" também se faz presente, aparentemente com sua "clausura de contrato" ativa, de "transar com alguém ou mostrar nudez". Não reclamo, só aponto a previsibilidade. É como "John Cusack na chuva", "Eva Mendes pelada/transando", "Tom Cruise correndo", "Sean Bean morrendo", essas coisas... que uma hora ou outra aparecem em papéis de certos artistas. Mas ela está legal, e serve ao andamento da trama e no desenvolvimento do personagem de "Lambert", não faz milagre, mas é um contrapeso bem mais bonito e funcional que o francês testudo.
Tem umas parte meios "estranhas", coisas meio expositivas, corridas. É engraçado as vezes ver um "jogador de xadrez" e uma "psicóloga" sabendo mais que a polícia, beirando a estupidez. Mas nada é pior que o final, que é atrapalhado, mecânico, imbecil, clichê, anticlímax, abrupto e totalmente descuidado, até no sentido de atenção a cena, faltando maquiagem onde deveria ter (e muito!), e chegando até a aparecer gente da produção ao fundo, onde não deveria haver mais ninguém no cômodo. Não é legal, é tosco! constrangedor, não gostei, sendo insatisfatório, e arrasta o resto junto com ele. Você vai ver o que estou falando. Entenda, o andamento, apesar das falhas até me prendeu, mas mesmo dada as proporções, o final poderia ter sido diferente e menos covarde. Mas bobagem e ingenuidade minha esperar isso de uma produção desse tipo e com os nomes dos envolvidos. Só achei que talvez fosse achar um desses filmezinhos menores bacanas perdidos, mas me enganei.
No geral, tirando a falta de "colhões", e seu final abruto horrível, até que deu pra matar a curiosidade, não me deixou tão aborrecido quanto eu achei que se seria. Não sei se cairia a nota em uma revisão, mas não haverá (se é que haverá!) uma tão cedo. Ele é sim um filme esquecível, como o colega falou abaixo, concordo. Eu não sou muito lá muito fã dos atores envolvidos, mas nem é culpa deles, e até que funciona até certo ponto, amarra uma traminha, mas que poderia ser muito melhor na mãos de alguém competente (ou talentoso). Sei lá, achei "irregular"/"regular", dando pra dar "1 estrela e meia, 2 estrelas" no máximo pelo "entretenimento".
Se for ver, gostar desse tipo de trama, ou do "Highlander" ("Christopher Lambert")... talvez possa vir a te entreter. É simples, reto, banal, clichê, mas faz um deverzinho. É isso. Boas sessões.
Visto: 19-02-2026
[Um xadrez onde as vítimas são as peças. O assassino está em qual lado do tabuleiro?]
Ideia boa, esvaída em falta de interesse... uma pena.
Piratas do Espaço
2.5 18Porra... me senti aquele cara daquele filme "Pi" (do Darren Aronofsky) enfiando uma furadeira na cabeça! Só faltou achar graça..
Rapaz, tem coisas que você assiste na sua vida, que excedem o limite de lixo que você consome..
Você fica abismado, como uma porcaria tão ruim, que de tão ruim! te leva ao estado de reflexão profunda involuntário, melhor até que muitos filmes que tentam (sem sucesso) fazer isso...(?)
Só que aqui, meu deus! É constrangedor, é radioativo, um suco de chorume no copo de sua bebida favorita.. é leite azedo...
Doassem o dinheiro pra caridade, botassem fogo, sei lá... Melhor que fazer uma merda dessas! Isso não é um filme! É uma palhaçada qualquer com dinheiro (talvez) roubado, ou de algum estúdio sadomasoquista que luta pra ir a falência.
Adoro o "Stuart Gordon", parecia ser um cara bem legal e que amava o que fazia. Respeito suas aventuras com baixíssimos orçamentos, louvável. Suas obras malucas como "Reanimator", "Do Além", "A Maldição na casa da Bruxa", "Dagon", até o "Rei das Formigas", estão em minha memória/coração do entretenimento bizarro/trash, dentro de suas devidas proporções/contexto.
Que ele descanse em paz!
Muito atores, diretores, roteiristas, etc. fazem filmes ruins, acontece, faz parte. Mas tem coisas, coisas como "Space Truckers", que cassetada!! Nem o orçamento de um "Titanic" salvava isso aqui! Tá maluco! Quase tive um aneurisma cerebral vendo essa merda!!
"Humor" é um negócio super relativo ("gosto" de maneira geral), mas isso aqui é uma bobagem tão esdrúxula que sei lá, cara, te deixa deprimido, abatido, aborrecido de derrotado... tá maluco!
Tu tenta cara, mas não tem como... É como "Charles Dance" [no filme] tentando fazer a "jiromba de aço cibernética" dele voltar a "funcionar na base das ferramentas" (literalmente).. mas o aqui, bagulho deu "perda total" de vez.. Tudo é medonho, pavoroso e constrangedor.
"Stuart" deve ter sido drogado, botou bosta na seringa, pois fez uma das piores bostas que eu já vi!. "Dorff" já é um péssimo ator, e aqui está horrível como sempre. "Hopper" é o de sempre, ele mesmo no piloto automático. "Charles Dance", medonho! Espero muito mesmo, de coração, que a equipe tenha se divertido fazendo isso, pagado suas contas, porque porra!! complicado..
Chega de filmes por essa semana...
Visto: 18-02-2025
[Sai burro, com as córneas estragadas, cara petrificada na expressão de constrangimento, cérebro falhando, senso de humor destruído, e um vazio que não desejaria para ninguém... mas sobrevivi, eu acho]
Espião: Profissão de Morte
3.1 1Rapaz, por mais que esse filme aqui não tenha nenhum comentário, e eu tenha deixado bem claro com minha piadinha no final da resenha, que é um filme que não pegou, não funcionou, ainda sinto que devo dizer mais para quem tenha curiosidade, pelo "Charles Dance", ou "Ben Kingsgley", ou qualquer outra coisa.
Olha, pra mim, não vi nada demais em suas performances, é um filme comum demais, "quadrado" demais, extremamente burocrático, sem nada demais (tempero, apetite), é ver por alguma curiosidade aleatória, e tenho minhas dúvidas se vai ser lembrado logo assim que os créditos finais começarem a subir.
Nem todo filme precisa ser incrível ou memorável, ou sei lá... mas tem coisas que são só "pasteis de vento", "agua de salsicha" perfumados, em embalagens pomposas com molduras bonitinhas... o conteúdo mesmo é insosso, sem sal, tu "dá de ombros", sabe?! Se não tiver nada pra fazer, como falei, assista por alguma curiosidade, mas se tiver algo pra fazer, alguma pendência, arrumar suas meias, lavar panelas, tirar cabelos do sabonete, faça! Talvez seja mais interessante que """"Espião: Profissão de Morte"""". Cruzes! até o título nacional é vagabundo!
Achei muito chato, modorrento, cansativo, ""fanfarronico"", desinteressante... Há coisas bem melhores por aí para beneficio das córneas. Não é uma bomba, mas achei, não me disse nada como uma bomba. Entretenimento inócuo, "1 estrela", só por curiosidade.
Se eu veria um negócio desse de novo?!
Ben Kingsley (Em uma cena do filme): "NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOoooooooooooooooooooooooooooooooo!!!!!"
Yeah! Heavy metal!! \,,/ E o tiro comendo... Putz! chatão...
Visto: 18-02-2026
[Dramalhão fedido ""de época"", com uma traminha meia boca, que tem aos montes por aí em melhor forma]
Passo
O Último Trem
2.9 555 Assista AgoraOlha, esse filme é até uma "surpresa" para o tipo de filme que é, mas pertence a um grupo específico, que gosta de um "trash", com um certo gore estranho, e um certo humor carniceiro particular, dentro de um filme de orçamento limitado. Pra mim, é o tipo de "filme ruim", que "funciona"/"dá pra assistir", mas com ressalvas. Depende da pessoa.
Eu já fui assistir tendo em mente de ser um "trash", poderia esperar qualquer coisa dentro do rumo desse tipo de "gênero". Mas o maior problema de "The Midnight Meat Train", e o que "quebra" ele de ser mais "enxuto"/marcante (dentro de suas limitações), e o afasta de "trashs" melhores, é sua gritante dissonância, inconsistência e inconstâncias em sua trama/andamento, que se arrastam sem uma coesão boa de qualidade.
Na prática, são duas tramas, com dois personagens, que vão colidir em um certo momento. A forma como os dois são apresentados é boa. Mas com o passar do tempo vai cansando rápido, não se sustentando com deveria, e faltando competência (ou talvez tempo, ou orçamento) para botar a ideia de forma satisfatória pra frente com prometia. O que é um ponto ruim, e afeta bastante o filme.
Faltou esmero, falto cuidado. Porque o filme, por mais que tenha uma trama incomum, um gore esquisito, e uma violência gráfica, ela não é boa! Você entende os "baldes de sangue", mas ai usam um CGI medonho, no mau sentido, que não sei se foi proposital (apesar de divertido), mas acaba te gerando risadas, voluntárias ou não. Eu achei que o filme iria por esse "caminho", então beleza, mas ai ele se torna um suspense, que também acaba não se sustentando por ser mal conduzido/trabalhado, e como se não bastasse, tenta ensaiar um suspense psicológico (!), e vai pior ainda. Entende o que eu quero dizer?! Ele te instiga e te promete uma coisa, e não faz bem, ou vai pra outro lado, comete erros básicos dessas produções, atira para certos lados, e não faz bem o que deveria fazer. Ele por várias vezes é bobo, mas quer se levar a sério, faz um suspense, apresenta uma ideia, mas não a desenvolve, até a hora que cansa.
Nisso, o personagem de "Bradley Cooper" é o mais prejudicado, pois sua trama começa legal e coerente. Ele é um fotógrafo semi-frustrado, com baixa confiança, sem uma carreira, estagnado na vida. Quando leva um "toco", começa a questionar sua arte/trabalho, e tentar melhorar de uma forma um pouco "amoral" e arriscada. Isso é legal, e ponto pra ideia, mas o filme depois deixa isso "jogado" e investe mais na trama dele como uma quase novela, "namorado e namorada com problemas", não o que era prometido, e o que parecia que seria. Fica muito aquém.
Atriz "Leslie Bibb", faz sua namorada, e ela está até bem, mas a falta de desenvolvimento do roteiro acaba a prejudicando também. Porque ela fica muito de choradeira, e parecendo aquela namorada chata, com o namorado "pirado" afetando o relacionamento entre os dois. Cruzes!
Fora a ceninha de sexo gratuita e mequetrefe, que só serve pra "encher linguiça" (ou "esvaziar a linguiça", entenda como quiser...), que não servem em nada pra o desenvolvimento da trama. Poderia ter sido facilmente cortada em prol da narrativa, colocando algo que acrescentasse realmente a trama de forma coerentemente. Mas....
Veja, o filme é de baixo orçamento, tudo bem. O problema é que ele claramente gostaria de fazer mais, e mostra isso, mas não tem "cacife" pra isso! e não desenvolve bem os momento narrativos que promete. Assim, não quero ser chato, mas eu resenho por aquilo que vejo, que foi feito/entregue, não pelo o que poderia ter sido, e o que ele faz, não faz bem. É o caso clássico e muito comum de "querer ser mais do que é", "dar um passo maior que perna", "querer correr antes de andar".
A trama de "Cooper", claramente, levaria a uma parte psicológica interessante, que faria você questionar sua sanidade e seu papel real na trama, mas não é isso que o filme acaba fazendo direito, o que é uma pena. Eu, particularmente, não sou muito fã do ator "Bradley Cooper", talvez um "James Mcvoy", que já está mais acostumado com esses "papeis de pirado" caísse melhor, mas seria mais mérito do ator mesmo. Acho "Cooper" com "cara de paisagem"/bom moço demais, mas nem é culpa dele aqui, é mais da irregularidade do roteiro mesmo.
De novo! Se o roteiro/filme fosse "tosco assumido", "porra louca" de vez, isso seria menos importante, mas por boa parte do início (e em vários momentos), ele se leva a sério, com outro tom em sua trama e tudo, parecendo outro filme, indo mais para o suspense, na forma e na direção que ele toma. Então, quando ele "muda" e deixa essas coisa pela metade, dá pra sentir/perceber com muito mais facilidade, suas falhas ficam mais aparentes, parecendo um filme que não sabe o que quer ser direito.
Fora certos "furos" que acabam acontecendo. Como acharem um apartamento "do nada", e irem lá "porque sim", somente para gerar a próxima cena, previsível (preguiçosa) que não é benéfica no sentido narrativo. Você pode ter seu filme "amalucado", tirar especulações, mas há de haver, no mínimo, uma certa coerência com o que se quer contar, porquices (atropeladas/corridas) ficam difíceis de se relevar.
Além de se estender demais naquele velho clichê de "achar um assassino", se for bem feito, ótimo! funciona, mas se for mal feito, gera o efeito negativo, e um erro dos mais básicos, que é, a porra do público já sabe quem é o assassino! Pra que tu vai ficar um tempão nisso sem colocar nenhum "tempero" ou acrescentar nada de novo?! Não ficou legal, não ficou bem feito, se tornando apenas arrastado e cansativo.
Começo a me questionar da habilidade do diretor "Ryûhei Kitamura", em seu sétimo/sexto longa (sei lá), cometendo erros básicos narrativos e clichês de gênero batidos (até para 2008!). Faz um "feijão com arroz" bem básico, mas sei lá, não me parece talentoso ou diferenciado. Faltou um "Takashi Miike" aqui, ou "Sam Raimi do velho testamento", sei lá. Uns diretores malucos, que mechem com esse tipo de produção, mas que sabem a hora de contornar certas adversidades de roteiro de forma mais interessante, ou ousar em prol da insanidade da trama na hora que deveria, não sei, é um exemplo. Mas faltou um "tempero" autoral bacana nesse filme! Que tem uma ótima ideia, mas a deixa pelo caminho. Poderia ter tido mais efeitos práticos, o que o beneficiariam positivamente, porém, é o que é. Enfim.
Agora, um PONTO POSITIVO e uma excelente escalação, é do "ator""Vinnie Jones". Quem gosta dele e do seu jeitão carrancudo, intimidador, saiba que ele está ótimo! Carrega o filme, e é o maior entretenimento do mesmo!. Acredito até que o filme retrata a vida noturna real do "ator", e não uma obra de ficção! Sempre imaginei ele assim mesmo! Só faltou o "Gary Busey" e o "Christopher Walken" pra fechar o "bonde da loucura" com ele. "Vinnie" convence e assusta, e não precisa de mascaras para intimidar, sendo mérito pessoal dele, o que é bom. Infelizmente, cai nessa discrepância entre "mocinho e vilão" mal feita, mas funciona. Até a forma como "Bradley" começa a suspeitar dele faz sentido, é esperto, lamentavelmente não foi bem tratado como deveria.
Se fosse mais antigo, talvez "Mahogany" virasse um desses "vilões B" da cultura pop, como o "Matt Cordell", "Maniac Cop" (1988), ou "Tall Man" ("Homem Alto"), da série de filmes "Phantasm" (1979). Seria um "querido das locadoras"?! Talvez.
Você vê que "O Último Trem" tem uma excelente ideia, com um final que gostei bastante, muito legal, e começa muito bem, divertido e instigante, o problema mesmo é mais no seu "miolo", que deixou a desejar, o que uma pena...
Poderia ter sido um filme que, se tivesse um pouco mais de cuidado, dentro de seu contexto, poderia ter havido facilmente uma continuação. Mesmo que talvez não fosse lá um sucesso comercial, o "boca a boca" o tornaria uma obra cult digna de qualidade. Do jeito que ficou, é só MAIS UM filme estranho, com um trama boa, porém perdida em meio a um mar de outros filmes com as mesmas inconstâncias, dissonâncias e inconsistências de sempre. Algo para ver, talvez guarda no cantinho da memória, ou talvez esquecer completamente.
O que lhe deixa mais incomum mesmo, é lembrar do "Vinnie Jones matando no trem como seu martelinho de carne", tirando verrugas (?), mas pouco dá pra lembrar do resto. Lamenta-se!
Gostei da ideia, gostei do início, gostei do "Vinnie Jones", gostei da ambientação, gostei do trem, gostei do final, me diverti em algumas partes, mas não do andamento, como já disse. Pra mim ficou um entretenimento irregular, "1 estrela e meia". Tá ótimo. Não é péssimo, mas não chega a ser "bom". Se fosse falar com alguém, falaria exatamente isso. Fica aqui o lembrete para mim mesmo, e talvez sirva pra ti, se for ver, boa sessão! O sangue espirra! hehe
Visto dia: 16-02-2025
[A vida privada de "Vinnie Jones" no trem da madrugada] :p
O Sobrevivente
3.7 238Achei mais ou menos, legal/legalzinho, bom/bonzinho, dá pra ver. "3 Estrelas e meia pra 2". Acho que já vi tanto filme nessa mesma "vibe", mesma coisa, mesmo "X-Tudo". "Americano faz isso...", "americano faz piada", "cai no Vietnam", é "brabo", tá "cagado mais se aguenta (+ou-)", "aguenta as adversidades", aguenta os vietnamitas", "vietnamitas (acrescente qualquer outro povo aqui que lutou contra os americanos) são monstros", "americano é herói", "americano sobrevive" (o título do filme já é um spoiler), blá, blá, blá... é isso. Resumi 125 minutos (desnecessários) de filme. É basicamente isso.
Olha, sem implicância, nada de novo, nada de interessante, nada de muito marcante, significativo ou instigante, que já não se tenha sido visto trocentas vezes, em vários e vários filmes de guerra por aí (com suas devidas proporções e "mudando bandeiras" e lados). Tem lá sua ambientação bacana, locações, figurinos.. os atores estão legais/bem/ok. Mas já vi tanto "filme de guerra", "guerra/drama", "guerra/sobrevivência", "guerra/ação", etc., que sinceramente, esse filme é só mais um, muito aquém do que poderia ser, e muito aquém do cinema (vide "cinema", não documentários) que "Werner Herzog" já entregou um dia.
Tem aquele clima cru, direto, com um ar provocativo. Mas sabe, pra mim, não disse muita coisa.
Até lamento um pouco, pois até em filmes que eu acho ruim eu escrevo mais, mas aqui faço mais mesmo por pura questão de registro, mais para me lembrar que já vi o filme, do que por algo que eu queira realmente acrescentar, pois o filme também é bem esquecível.
Quem gosta do "Christian Bale", acredito que possa vir a ter uma certa curiosidade na produção. Mas acho que ele tem papéis e filmes melhores, que exigem muito mais dele e ele entrega. Aqui ele está "legal..". Mas culpo mais "Herzog", que parece cansado, com preguiça de ir além, ou no "piloto automático". Falta tesão, falta apreensão, carisma, tensão. Não senti nada vendo "Rescue Dawn".
Começa muito bem, depois, cai no lugar comum, ao meu ver. Nem indicaria isso pra quem gosta de "filmes de guerra", ou "dramas de guerra", ou "filosofias de guerra", "sobrevivência de guerra", "Vietnam", "Americano sobrevivendo em um lugar hostil", etc. Enfim... é mais do mesmo. Tô meio cansado já..
Visto dia: 14-02-2026
["Herzog" reciclado pagando as contas, entregando uma "guerra de bocejos" engessada protocolar]
Obs: Talvez baixe a nota em uma revisão. Só.
Fantasias e Mistérios
2.8 2[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://m.ok.ru/video/6536921877090
Espião de Ouro
3.6 1[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://www.youtube.com/watch?v=_DYl-ipauwQ
O Assassinato da Garota da Capa
2.0 5[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://www.youtube.com/watch?v=_1Bq83v11Fw
O Desespero de uma Criança
3.0 2[Em Inglês, Sem Legenda]:
https://m.ok.ru/video/2546765138598
[Em Inglês, qualidade horrível, com uma "Legenda" em Português/Brasil "picotada"]:
https://m.ok.ru/video/3536342878781