Série viciante, leve e nostálgica! Se eu tivesse assistido na minha infância, teria ficado obcecada! Pra quem gosta dos dramas e efeitos práticos anos 90 e 2000, é excelente! E pros que gostam de Crepusculo e Diários de um Vampiro, é um prato cheio! Muito do que foi construído nessas obras, já estava em Buffy.
Fui assistir pela Elisabeth Moss e me iluminei vendo o Wagner Moura mandando muitissimo bem! Série muito boa, principalmente para ver com seu benzinho.
O plot da Rue tá interessantissimo de acompanhar. Com a burrice lapidada da querida, a possibilidade dela se ferrar é mil porcento, entao é tensão atrás de tensão. A Cassie é muito talentosa em ser vazia e cafona. E a Jules e Maddy toda vez que aparecem eu quero ver mais, cada uma interessante e atraente à sua maneira. Sam Levinson tem zero medo de ser ousado, em todos os sentidos. Talvez o intuito dele seja retratar o vazio e o desespero da nossa geração falida? Não sei, mas a série continua hipnotizante.
não tenho dúvidas de que a suzuki tem o caráter totalmente questionável, mas me parece legítima a relação que tinham, pro bem e pro mal. inclusive, a anita é bem esquisita também por aceitar essa relação. o filho tambem entendi que ela nunca considerou, ainda mais ele sendo fruto de um envolvimento da suzuki por fora... além disso, a família dela (irmã, primas, amigas), todas parecem muito distantes da história da anita, dizem sempre como ela era discreta. isso me soa como ignorância e suposição das coisas. não consigo considerar muito o que dizem... sobre a cristine, talvez tenha agido por desespero nos últimos segundos ao ver que tudo seria do suposto filho e da suzuki porque pra ela soa muito injusto, vide o caráter da suzuki.
gente, isso aqui é muito bom! traz com lucidez que a culpa é um sentimento que tem gênero, justamente porque são as mulheres que sempre se responsabilizam por tudo, ou grande parte. enquanto que, para o homem, a culpa é sempre um desvio, um deslocamento para as mulheres mais próximas.
Que história bem contada! As muitas nuances e sentimentos ali expostos fazem a gente sentir toda a revolta que o Dominick sente. Nos faz questionar o que faríamos no lugar dele frente a tantas violências institucionais que o irmão sofre, e que o faz sofrer junto. Como separar o que é um e o que é o outro? Enfim, a série é provocativa, tanto em relação à simbiose dos gêmeos, quanto sobre a visão social da loucura, da opressão e a linha tênue que há entre o normal e o patológico. A obra nos faz pensar no quanto as pessoas saem piores de lugares que prometem tratamento, e como a sociedade tem certezas duvidosas.
Que série gostosa! Os temas são densos, mas tem uma suavidade na condução que instiga muito. Eu amo a sensibilidade do Nate, e o inconsciente sem filtro da Brenda.
olive é uma personagem difícil, complexa e cheia de nuances que a torna admirável. seus erros, acertos e sua rispidez mostram só a sua superfície, que esconde os vários lutos vividos (e os soterrados também). a série humaniza a maternidade e, ouso dizer que até debocha da culpabilização materna (ou sou eu que detesto esse discurso reducionista). é uma série que nos provoca, nos faz rever com carinho aquilo que parece desprezivel no outro, amplia os lados, vértices e arestas. que sorte a minha eu ser alguém que busca sentir tanto. sorte ter nascido no tempo de assistir minisséries como essa. sorte de ter procurado e encontrado uma obra que diz tanto sobre a vida e tanto sobre a morte. frances mcdormand é genial, uma das maiores atrizes do século.
Que série preciosa, interessante, envolvente, viciante! Dá vontade de morar nos diálogos, na coragem de proferir tudo o que tem dentro sem medo algum do julgamento, apostando na oportunidade de ser compreendido, acolhido. É lindo e trágico.
A série foi criada por gente que realmente entende de gente. Aqui, a humanidade dos personagens é tão bem construída, com todas as suas confusões, egoísmos e conflitos (internos e externos), que a gente consegue sentir as coisas que eles sentem. A subjetividade escancarada possibilita uma identificação tão sensível e desoladora, que a gente entende todo mundo, até quem se contrapõe. E é esse o objetivo da série, nos fazer entender que não existe pessoa certa ou errada, mas que todas as nossas intenções, ações e sentimentos tem fundamento. Que existe algo de muito forte e particular que nos direciona pro mundo, pra vida, seja a ânsia por segurança e proteção, ou o desejo de se sentir amado, coisas que, ilusoriamente, tem diferentes meios de serem garantidos. Embora o Toby mesmo saiba, que não existem garantias na vida. A série é linda, um desperdício que não seja tão conhecida. É uma obra de arte do cotidiano.
ps: que atuação profunda da Claire Danes como Rachel no episódio 7. O sofrimento dela foi tão bem retratado que me emocionou profundamente.
Tem muita coisa boa rolando aqui. A gente cria um vínculo melhor com a história e personalidade de cada um. A temporada tem um tom mais descontraído, e achei muito legal essa conversa entre innie e out, e o quanto de poder de decisão que cada um tem a depender do lugar em que está (e quem se torna). Por um passo de distância, e o final seria totalmente diferente. Muito boa, no entanto, perdeu o clima de revolução e criticidade, ficou bem mais prático e o propósito da mensagem se perdeu um pouco no meio de tanta ação.
A série tem um ritmo lento, minucioso, que constrói na gente um sentimento de tensão pouco a pouco. E de repente, a bomba explode e a gente entende tudo o que estava subentendido. A série aborda humanidade, produtividade, sistema e opressão de forma genial!
é a série com os personagens mais bem desenvolvidos que já pude acompanhar. todos ali tem uma história pra contar e faz a gente se sensibilizar. o roteiro é um espetáculo, tudo se conecta lindamente, chega a ser surpreendente e satisfatório ver como tudo tem um propósito bonito por trás, numa narrativa que transborda humanidade e amor.
puta que pariu, eu não vou chorar por uma década!!! não tem mais água no meu corpo. que caralho de série boa, viu. enrolei demais pra terminar e AINDA BEM podia ter mais umas 20 temporadas. daria tempo de criar uma família linda com a minha mulher e ainda me inspirar na família pearson pra ser melhor a cada dia. é isso, essa série faz a gente querer ser melhor pra gente, pro outro e pro mundo.
uma bagunça interessante. prende pela criatividade, mas acaba exagerando e ultrapassando em vários momentos. o vilão da história é muito brega, tanto na estética quanto na abordagem e narrativa. a primeira temporada é muito superior, mas vale a pena conferir.
Essa série é preciosa! Quanta reflexão boa surge daqui. Distorcem tudo o que a gente tem de concreto sobre as coisas, te faz ver por outra perspectiva nunca imaginada. O racismo nas entrelinhas aqui é escancarado
Buffy: A Caça Vampiros (1ª Temporada)
4.0 189 Assista AgoraSérie viciante, leve e nostálgica! Se eu tivesse assistido na minha infância, teria ficado obcecada! Pra quem gosta dos dramas e efeitos práticos anos 90 e 2000, é excelente! E pros que gostam de Crepusculo e Diários de um Vampiro, é um prato cheio! Muito do que foi construído nessas obras, já estava em Buffy.
Iluminadas (1ª Temporada)
4.0 138Fui assistir pela Elisabeth Moss e me iluminei vendo o Wagner Moura mandando muitissimo bem! Série muito boa, principalmente para ver com seu benzinho.
A Sete Palmos (5ª Temporada)
4.8 504 Assista AgoraQue isso? É a melhor série da vida (e da morte também)
Origem (1ª Temporada)
3.9 292 Assista Agoraa série tem a mesma fórmula de lost, instiga tanto quanto, só não tem o mesmo charme e misticismo.
O Segredo de Widow's Bay (1ª Temporada)
4.0 141 Assista AgoraEu amo a Patrícia!!!!
Euphoria (3ª Temporada)
2.9 196 Assista AgoraO plot da Rue tá interessantissimo de acompanhar. Com a burrice lapidada da querida, a possibilidade dela se ferrar é mil porcento, entao é tensão atrás de tensão. A Cassie é muito talentosa em ser vazia e cafona. E a Jules e Maddy toda vez que aparecem eu quero ver mais, cada uma interessante e atraente à sua maneira. Sam Levinson tem zero medo de ser ousado, em todos os sentidos. Talvez o intuito dele seja retratar o vazio e o desespero da nossa geração falida? Não sei, mas a série continua hipnotizante.
O Testamento: O Segredo de Anita Harley
4.0 68 Assista Agoranão tenho dúvidas de que a suzuki tem o caráter totalmente questionável, mas me parece legítima a relação que tinham, pro bem e pro mal. inclusive, a anita é bem esquisita também por aceitar essa relação. o filho tambem entendi que ela nunca considerou, ainda mais ele sendo fruto de um envolvimento da suzuki por fora...
além disso, a família dela (irmã, primas, amigas), todas parecem muito distantes da história da anita, dizem sempre como ela era discreta. isso me soa como ignorância e suposição das coisas. não consigo considerar muito o que dizem...
sobre a cristine, talvez tenha agido por desespero nos últimos segundos ao ver que tudo seria do suposto filho e da suzuki porque pra ela soa muito injusto, vide o caráter da suzuki.
Tudo Culpa Dela
4.1 322 Assista Agoragente, isso aqui é muito bom! traz com lucidez que a culpa é um sentimento que tem gênero, justamente porque são as mulheres que sempre se responsabilizam por tudo, ou grande parte. enquanto que, para o homem, a culpa é sempre um desvio, um deslocamento para as mulheres mais próximas.
o peter irvine é podre. é o vilão, mas busca ser herói sem que as pessoas saibam que foi ele mesmo quem causou os problemas.
O Estúdio (1ª Temporada)
4.2 112 Assista AgoraQue ideia legal! E que desespero!! Amei
A Sete Palmos (2ª Temporada)
4.5 144eu amava a Brenda e agora eu odeio, desperdicei meus melhores sentimentos nela!!!
It: Bem-Vindos a Derry (1ª Temporada)
4.1 373 Assista Agoraachei uma vibe senhor dos aneis esse último episódio
I Know This Much Is True
4.3 113 Assista AgoraQue história bem contada! As muitas nuances e sentimentos ali expostos fazem a gente sentir toda a revolta que o Dominick sente.
Nos faz questionar o que faríamos no lugar dele frente a tantas violências institucionais que o irmão sofre, e que o faz sofrer junto. Como separar o que é um e o que é o outro? Enfim, a série é provocativa, tanto em relação à simbiose dos gêmeos, quanto sobre a visão social da loucura, da opressão e a linha tênue que há entre o normal e o patológico. A obra nos faz pensar no quanto as pessoas saem piores de lugares que prometem tratamento, e como a sociedade tem certezas duvidosas.
A Sete Palmos (1ª Temporada)
4.5 411 Assista AgoraQue série gostosa! Os temas são densos, mas tem uma suavidade na condução que instiga muito. Eu amo a sensibilidade do Nate, e o inconsciente sem filtro da Brenda.
Olive Kitteridge
4.5 108 Assista Agoraolive é uma personagem difícil, complexa e cheia de nuances que a torna admirável. seus erros, acertos e sua rispidez mostram só a sua superfície, que esconde os vários lutos vividos (e os soterrados também). a série humaniza a maternidade e, ouso dizer que até debocha da culpabilização materna (ou sou eu que detesto esse discurso reducionista). é uma série que nos provoca, nos faz rever com carinho aquilo que parece desprezivel no outro, amplia os lados, vértices e arestas.
que sorte a minha eu ser alguém que busca sentir tanto. sorte ter nascido no tempo de assistir minisséries como essa. sorte de ter procurado e encontrado uma obra que diz tanto sobre a vida e tanto sobre a morte.
frances mcdormand é genial, uma das maiores atrizes do século.
Cenas de um Casamento
4.2 204 Assista AgoraQue série preciosa, interessante, envolvente, viciante! Dá vontade de morar nos diálogos, na coragem de proferir tudo o que tem dentro sem medo algum do julgamento, apostando na oportunidade de ser compreendido, acolhido. É lindo e trágico.
A Nova Vida de Toby
4.0 44 Assista AgoraA série foi criada por gente que realmente entende de gente. Aqui, a humanidade dos personagens é tão bem construída, com todas as suas confusões, egoísmos e conflitos (internos e externos), que a gente consegue sentir as coisas que eles sentem. A subjetividade escancarada possibilita uma identificação tão sensível e desoladora, que a gente entende todo mundo, até quem se contrapõe. E é esse o objetivo da série, nos fazer entender que não existe pessoa certa ou errada, mas que todas as nossas intenções, ações e sentimentos tem fundamento. Que existe algo de muito forte e particular que nos direciona pro mundo, pra vida, seja a ânsia por segurança e proteção, ou o desejo de se sentir amado, coisas que, ilusoriamente, tem diferentes meios de serem garantidos. Embora o Toby mesmo saiba, que não existem garantias na vida. A série é linda, um desperdício que não seja tão conhecida. É uma obra de arte do cotidiano.
ps: que atuação profunda da Claire Danes como Rachel no episódio 7. O sofrimento dela foi tão bem retratado que me emocionou profundamente.
Ruptura (2ª Temporada)
4.1 350 Assista AgoraTem muita coisa boa rolando aqui. A gente cria um vínculo melhor com a história e personalidade de cada um. A temporada tem um tom mais descontraído, e achei muito legal essa conversa entre innie e out, e o quanto de poder de decisão que cada um tem a depender do lugar em que está (e quem se torna). Por um passo de distância, e o final seria totalmente diferente. Muito boa, no entanto, perdeu o clima de revolução e criticidade, ficou bem mais prático e o propósito da mensagem se perdeu um pouco no meio de tanta ação.
Ruptura (1ª Temporada)
4.5 876 Assista AgoraA série tem um ritmo lento, minucioso, que constrói na gente um sentimento de tensão pouco a pouco. E de repente, a bomba explode e a gente entende tudo o que estava subentendido. A série aborda humanidade, produtividade, sistema e opressão de forma genial!
Chuck (1ª Temporada)
4.3 176Que série gostosinha de assistir! Meus almoços ficaram muito mais divertidos agora.
This Is Us (6ª Temporada)
4.7 283 Assista Agoraé a série com os personagens mais bem desenvolvidos que já pude acompanhar. todos ali tem uma história pra contar e faz a gente se sensibilizar. o roteiro é um espetáculo, tudo se conecta lindamente, chega a ser surpreendente e satisfatório ver como tudo tem um propósito bonito por trás, numa narrativa que transborda humanidade e amor.
This Is Us (6ª Temporada)
4.7 283 Assista Agoraputa que pariu, eu não vou chorar por uma década!!! não tem mais água no meu corpo. que caralho de série boa, viu. enrolei demais pra terminar e AINDA BEM
podia ter mais umas 20 temporadas. daria tempo de criar uma família linda com a minha mulher e ainda me inspirar na família pearson pra ser melhor a cada dia.
é isso, essa série faz a gente querer ser melhor pra gente, pro outro e pro mundo.
Eles: O Medo (2ª Temporada)
3.8 97 Assista Agorauma bagunça interessante. prende pela criatividade, mas acaba exagerando e ultrapassando em vários momentos. o vilão da história é muito brega, tanto na estética quanto na abordagem e narrativa. a primeira temporada é muito superior, mas vale a pena conferir.
Twin Peaks (1ª Temporada)
4.5 549 Assista AgoraFesta estranha com gente esquisita
Atlanta (3ª Temporada)
4.4 87Essa série é preciosa! Quanta reflexão boa surge daqui. Distorcem tudo o que a gente tem de concreto sobre as coisas, te faz ver por outra perspectiva nunca imaginada. O racismo nas entrelinhas aqui é escancarado