Estamos falando de um remake de “Quarto do Pânico”, clássico dirigido por David Fincher — meu segundo diretor favorito, o único cuja filmografia eu assisti inteira. E olha: o original nem está no meu top 3 dele. Mas ainda assim é um suspense extremamente eficiente, quase claustrofóbico, tecnicamente preciso, cirúrgico na construção de tensão.
Aqui? Aqui a coisa desanda.
Transformaram um suspense psicológico sufocante em uma perseguição de gato e rato que simplesmente não sai do lugar. O filme começa num ponto… e termina exatamente com a mesma sensação. Não há progressão dramática consistente. Não há escalada real de tensão. É como correr na esteira: você se movimenta, mas não sai do lugar.
E a direção… desculpa, mas é fraca. Muito fraca. Falta rigor, falta controle de atmosfera, falta inteligência espacial. O original fazia da casa um personagem. Aqui, a casa parece cenário alugado de série das dez da noite depois do Big Brother.
E tem uma decisão que, pra mim, beira a ingenuidade: trazer a história para os dias atuais. Em 2002, a limitação tecnológica ajudava a narrativa. Hoje, com câmeras, automação, rastreamento, sensores, sistemas integrados… o roteiro simplesmente ignora tudo isso quando convém. Os invasores conseguem fazer coisas com uma facilidade constrangedora.
Logo no início, os caras entram na casa usando uma escada no muro. Uma casa vendida como super tecnológica. Sério mesmo? Nem empresa de segurança residencial mais básica deixaria isso passar tão fácil. Fica tosco. E quando o espectador começa a questionar a lógica interna do filme, a tensão morre.
E os descuidos continuam. Tem uma cena (sem spoiler) em que um personagem tenta apagar digitais de uma arma esfregando na roupa… e segundos depois pega a arma de novo com a mão nua antes de largar no chão. É o tipo de erro que grita na tela. Falta revisão. Falta cuidado. Falta alguém dizendo: “Gente, isso não faz sentido”.
As atuações? Não são ruins. Também não são memoráveis. Estão ali, cumprindo função. Mas atuação correta não salva direção frouxa e roteiro inconsistente.
E a fotografia… ah, a fotografia.
Por que ainda existe essa obsessão no cinema brasileiro por imagem chapada, branca, sem contraste, quase hospitalar? Suspense pede atmosfera. Pede sombra. Pede textura. Pede cor pensada como linguagem. Aqui parece estética de novela: tudo iluminado demais, limpo demais, plano demais. Não há identidade visual marcante.
No fim, o que sobra?
A ideia central — que nem é original daqui, porque vem do filme do Fincher. Ou seja, o único elemento realmente forte não pertence a essa versão.
Minha nota inicial era 2. Vou ajustar para 3/10, exclusivamente porque a premissa é boa e porque o elenco não compromete completamente.
Mas dói.
Dói porque remake não precisa copiar. Precisa reinterpretar. Precisa justificar a própria existência. E esse aqui não justifica.
Sinceramente? Espero que o Fincher nunca assista. Não por orgulho nacional. Mas porque ele ficaria decepcionado.
As vezes bons atores precisam pagar boletos caros hahahha A Viola sustenta o filme, que tá longe de merecer uma nota 1.9!!! Mas também tá longe de ser um top 10 da carreira da atriz
Nossa, que mini DOC SENSACIONAL!!!! Tirando a narrativa, a importancia do assunto e da voz que ele dá para as comunidades e sua cultura. O doc é muito bem dirigido e montado, é envolvente demais!! Parabens para todos os envolvidos, é uma joia no catalogo da netflix
Eu me recuso a acreditar que a realizadora de Que horas ela volta? é responsavel por esse longa aqui. A ideia base é ótima e renderia um otimo filme, mas é abandonada na metade do filme para dá lugar a uma situação de perigo que transforma o filme em algo bem desconexo da sua proposta. Tem atuações tenebrosas do elenco secundário, e fora a parte técnica. Tem uma cena que o audio parece ter sido captado por um celular, horrivel!! E a tentativa falha de usar CGI aqui também nao ajudou. No mais se salva algumas atuações e a ideia proposta da reversão de papeis na sociedade.
Michael
3.8 153Filme para fã <3
Quarto do Pânico
2.2 23Meu Deus do céu… o que fizeram com esse filme?
Estamos falando de um remake de “Quarto do Pânico”, clássico dirigido por David Fincher — meu segundo diretor favorito, o único cuja filmografia eu assisti inteira. E olha: o original nem está no meu top 3 dele. Mas ainda assim é um suspense extremamente eficiente, quase claustrofóbico, tecnicamente preciso, cirúrgico na construção de tensão.
Aqui? Aqui a coisa desanda.
Transformaram um suspense psicológico sufocante em uma perseguição de gato e rato que simplesmente não sai do lugar. O filme começa num ponto… e termina exatamente com a mesma sensação. Não há progressão dramática consistente. Não há escalada real de tensão. É como correr na esteira: você se movimenta, mas não sai do lugar.
E a direção… desculpa, mas é fraca. Muito fraca. Falta rigor, falta controle de atmosfera, falta inteligência espacial. O original fazia da casa um personagem. Aqui, a casa parece cenário alugado de série das dez da noite depois do Big Brother.
E tem uma decisão que, pra mim, beira a ingenuidade: trazer a história para os dias atuais. Em 2002, a limitação tecnológica ajudava a narrativa. Hoje, com câmeras, automação, rastreamento, sensores, sistemas integrados… o roteiro simplesmente ignora tudo isso quando convém. Os invasores conseguem fazer coisas com uma facilidade constrangedora.
Logo no início, os caras entram na casa usando uma escada no muro. Uma casa vendida como super tecnológica. Sério mesmo? Nem empresa de segurança residencial mais básica deixaria isso passar tão fácil. Fica tosco. E quando o espectador começa a questionar a lógica interna do filme, a tensão morre.
E os descuidos continuam. Tem uma cena (sem spoiler) em que um personagem tenta apagar digitais de uma arma esfregando na roupa… e segundos depois pega a arma de novo com a mão nua antes de largar no chão. É o tipo de erro que grita na tela. Falta revisão. Falta cuidado. Falta alguém dizendo: “Gente, isso não faz sentido”.
As atuações? Não são ruins. Também não são memoráveis. Estão ali, cumprindo função. Mas atuação correta não salva direção frouxa e roteiro inconsistente.
E a fotografia… ah, a fotografia.
Por que ainda existe essa obsessão no cinema brasileiro por imagem chapada, branca, sem contraste, quase hospitalar? Suspense pede atmosfera. Pede sombra. Pede textura. Pede cor pensada como linguagem. Aqui parece estética de novela: tudo iluminado demais, limpo demais, plano demais. Não há identidade visual marcante.
No fim, o que sobra?
A ideia central — que nem é original daqui, porque vem do filme do Fincher. Ou seja, o único elemento realmente forte não pertence a essa versão.
Minha nota inicial era 2. Vou ajustar para 3/10, exclusivamente porque a premissa é boa e porque o elenco não compromete completamente.
Mas dói.
Dói porque remake não precisa copiar. Precisa reinterpretar. Precisa justificar a própria existência. E esse aqui não justifica.
Sinceramente? Espero que o Fincher nunca assista. Não por orgulho nacional. Mas porque ele ficaria decepcionado.
E com razão.
Marty Supreme
3.7 334 Assista AgoraFILMAÇO DEMAIS!!! O que o Timotinho fez aqui foi incrivel! Que montagem absurda, te deixa empolgado do inicio ao fim!!
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3.8 193 Assista AgoraO final desse filme é extremamente bom
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2.8 69É um dos filmes menos engraçado da Ingri, porém, o que contem a mensagem mais bonita e profunda
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3.7 598 Assista Agoracurti muito!!! que filmaço
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2.9 179 Assista Agoraque final decepcionante...
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2.7 456 Assista AgoraDolores ❤️🤏🏻
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4.3 134 Assista Agorase voce assistiu esse filme, sua vó está viva, e não te deu vontade de correr pra casa dela, você já morr%$ por dentro
Outro Pequeno Favor
2.5 96 Assista Agoraframboesa de ouro já pode antecipar a entrega de alguns premios aqui
G20
2.6 95 Assista AgoraAs vezes bons atores precisam pagar boletos caros hahahha
A Viola sustenta o filme, que tá longe de merecer uma nota 1.9!!! Mas também tá longe de ser um top 10 da carreira da atriz
As Aventuras de Tintim
3.7 1,8K Assista AgoraEu gosto muito dos filmes do Spielberg, e esse é um filme divertido, mas uma entrada fraca dentro da filmografia do diretor.
Cavalo de Guerra
4.0 1,9KExplendido! Uma bela entrada na filmografia do mestre Spielberg
Passinho Foda - O Corre Por Trás da Dança
3.9 3Nossa, que mini DOC SENSACIONAL!!!!
Tirando a narrativa, a importancia do assunto e da voz que ele dá para as comunidades e sua cultura. O doc é muito bem dirigido e montado, é envolvente demais!! Parabens para todos os envolvidos, é uma joia no catalogo da netflix
Memórias de um Caracol
4.2 131 Assista AgoraO final me pegou muito 🥹🥹
A Melhor Mãe do Mundo
3.7 67 Assista Agorao tanto que eu to ansioso por esse filme não tá escrito, espero nao me decepcionar
O Clube das Mulheres de Negócios
2.5 25Eu me recuso a acreditar que a realizadora de Que horas ela volta? é responsavel por esse longa aqui.
A ideia base é ótima e renderia um otimo filme, mas é abandonada na metade do filme para dá lugar a uma situação de perigo que transforma o filme em algo bem desconexo da sua proposta.
Tem atuações tenebrosas do elenco secundário, e fora a parte técnica. Tem uma cena que o audio parece ter sido captado por um celular, horrivel!! E a tentativa falha de usar CGI aqui também nao ajudou.
No mais se salva algumas atuações e a ideia proposta da reversão de papeis na sociedade.