Diferente de boa parte das pessoas, eu gostei de Corrida dos Bichos. Talvez o complexo de vira-lata não permita a maioria enxergar potencial em distopias para além do eixo hollywoodiano, automaticamente classificando como algo “tosco” apenas por conter elementos brasileiros.
Usaram uma problemática característica do Brasil (do Rio, principalmente), que é o jogo do bicho, como pano de fundo para um mundo distópico em que essa problemática é ainda mais potencializada.
Se fosse feito lá fora seria muito mais valorizado.
Mais demagogo impossível. Uma cartilha ideológica do conservadorismo e da direita. O ateu é o mauzinho que precisa ser convencido que Deus e demônios existem, tudo isso enquanto a narrativa o condena como
responsável pela morte da mãe (por eutanásia) e do aborto da esposa. A punição para tudo isso é ouvir o demônio dentro da própria cabeça e quase se suicidar.
Quando a solidão é tudo o que se tem, é aí que aparecem as pessoas mais inimagináveis em nosso caminho. Se as fábulas que ouvíamos quando criança fossem escritas nos dias atuais, talvez elas fossem mais ou menos como a do barco de Flow. Em um mundo devastado pela água e tendo apenas um barquinho como salvação, as diferenças são o que unem os animais nessa arca de Noé dos tempos modernos. Em um filme onde as interações silenciosas predominam, a escolha visual realista traz muito mais detalhes para os comportamentos e expressões dos bichos. Essa fábula do século 21 é o retrato da diversidade de um tempo onde não há mais espaço para a intolerância.
A utilização do preto e branco chama atenção pela criação da atmosfera e sentimento de desesperança de toda uma época. Com enquadramentos meticulosamente calculados, "A Garota da Agulha" é mais do que um filme sobre uma assassina em série, é sobre todo o contexto político, econômico e social de um período marcado por dor e violência.
À primeira vista, para os desavisados que vão aos cinemas apenas achando que “é o filme do papa”, ‘Conclave’ pode facilmente ser confundido com um longa religioso. Na verdade, sua real trama gira em torno de política. O longa mostra as jogadas de bastidores que influenciam na decisão de um novo papa, desde alianças até traições. Tudo isso acontece no Vaticano, mas pode facilmente ser visto em qualquer ambiente em que há relações de poder: seja em Brasília ou no mundo corporativo.
Anora poderia ser surpreendentemente bom, mas se torna mediano quando transforma uma narrativa cheia de potencial em um Tom & Jerry com capangas russos. A história de Ani, uma garota de programa envolvida com Vanya, o filho de um oligarca, parecia ter profundidade para explorar a fantasia do amor romântico de uma mulher que, até então, só se via feita para o sexo, mas não foi isso o que aconteceu. Conforme o filme avança, tudo vira um grande jogo de gato e rato, com um tom “pastelão” digno de um episódio do Zorra Total – e aqui me refiro ao humorístico sem juízo de valor, apenas como sinônimo de caricato.
O filme propõe uma reflexão sobre a ditadura da juventude e como a sociedade descarta mulheres à medida que envelhecem. O que me intriga é que com a popularização dele, Margaret Qualley que se tornou o rosto de divulgação da obra, e não Demi Moore. Entre edits de com músicas bonitinhas no tiktok e memes no X, a figura da juventude, tão criticada no filme, passa a ser enaltecida por um público que, ao invés de trazer um olhar crítico para a obra, reforça tudo aquilo que ela abomina. Mesmo dentro de um filme que critica essa obsessão, a juventude continua sendo a protagonista fora da tela.
Traz diversas reflexões acerca da ética no jornalismo e do limite da busca por audiência. Vale tudo pela notícia? O sensacionalismo me fez lembrar o infeliz caso Eloá que tivemos aqui no Brasil.
Como terror não me convenceu, como suspense sim. Retrata bem como as seitas conseguem entrar na cabeça de pessoas emocionalmente instáveis e que buscam um sentido de comunidade para elas.
Um retrato delicado sobre a força de uma mulher que perdeu o marido para a ditadura militar. Eunice se tornou o pilar de resiliência da família e usou todos os dias de sua vida que se seguiram a partir dali para lutar por justiça.
Quer profundidade? Então vai assistir alguma coisa do Almodóvar. Aqui não é o caso. Quem escolheu ver sabendo da proposta, não se decepcionou, pois o filme cumpre o que promete para o gênero: uma comédia teen nostálgica dos anos 2000.
Não sei como é o trabalho da Kefera em outros papéis, mas aqui eu acho que ela convenceu bem como a “artista soberba”. Gostei bastante.
Não gostei tanto como gostei do primeiro. Me incomodou o fato de que o enredo que move o filme é o mesmo que vemos em vários episódios do desenho: o roubo da fórmula secreta do Siri Cascudo. Poderia facilmente ser um episódio qualquer, o que fez com que eu assistisse como um e acabasse gostando.
Adoro filme adolescente e também o livro da Luly Trigo, que foi o que me fez querer assistir. Mesmo não achando que a Larissa tenha o perfil de adolescente rejeitada, ela conseguiu fazer uma Bia bem tímida e introvertida como a que a Luly escreveu. O filme tem bastante coisa além do livro, e muito disso é positivo e torna a história mais completa.
Me surpreendeu. Apesar do protagonista sem carisma, o carisma dos vilões (ou seria a Família Manson??) compensa. As estrelas do filme são eles, e confesso que mesmo assim ainda torci para não matarem o menino, motivado mais pelo enredo e pelo contexto do que pelo protagonista propriamente.
É a típica comédia americanizada, o que não quer dizer que seja ruim. A semelhança com as comédias de Hollywood até ajudou o filme. Me fez rir em diversos momentos e é gostoso de acompanhar a jornada das três amigas.
Muita gente compara com Orphan Black, mas as duas produções são bem diferentes. Primeiro que em Orphan Black são clones e não irmãs propriamente ditas, e segundo que neste o plano de fundo é o controle populacional (e o dilema sobre só uma das irmãs poder viver). Achei bem desenvolvido e com um bom ritmo. Todas as irmãs tiveram as particularidades exploradas e todas elas foram fundamentais para a trama.
Gostoso de assistir e ótimo para passar o tempo. Fazia tempo que não lançavam um filminho desses de "conto de fadas moderno". É lindo ver como a Amber consegue conquistar a princesa Emily e como desenvolvem a relação das duas. O príncipe é um fofo e torci não só para ele e a Amber ficarem juntos, como também para toda aquela bagunça ser resolvida.
É realmente bem sincero e me impactou bastante. Demi expôs problemas com cocaína, depressão, bullying e bulimia, e inclusive assume ter recaídas com a última até hoje. O que mais me chocou foi saber do problema com a cocaína, que até então eu não conhecia, ou pelo menos não tão a fundo. Saber que ela era viciada tão nova e isso tudo enquanto gravava Sunny Entre Estrelas me chocou bastante. Ela tinha que ser a princesinha que a Disney queria e por trás escondia problemas que nem de longe diriam ser de um princesa.
Um documentário forte, que nos permite conhecer a Gaga em todas as suas formas e vertentes: através da música, da família, da doença e do que ela pensa sobre tudo o que dizem dela, desde Madonna até o famigerado "Gaga, volta pro pop". O que as pessoas não entendem é que como artista poder cantar a música que ela canta hoje com o Joanne é um amadurecimento enorme. Gaga da Era The Fame/The Fame Monster foi bom, mas entendam que passou. O filme deixa bem claro que mesmo que ela voltasse a ser daquele jeito, as coisas nunca seriam novamente como eram. Porque aí não seria ela e o que ela quer fazer nesse momento. Ela não seria verdadeira. O que fez todo mundo gostar dela quando ela surgiu foi que ela era autêntica, e autenticidade é isso: respeitar as suas vontades. As pessoas percebem quando não vem de dentro. Tudo bem que ela era excêntrica não tanto porque queria, mas porque queriam empurrar uma sensualidade nela como fazem com todas nessa indústria e por isso ela escolheu ser daquele jeito e desviar o foco da sensualidade. E isso não quer dizer que não fosse verdadeiro. Dentre as opções que ela tinha quando se lançou, a mais verdadeira pra ela era aquela, mas, agora que ela tá estabilizada, por que não ser a artista que ela quer ser? E como ela mesma disse, do que adianta fazer tudo isso e depois voltar a ser quem ela era antes?
É lindo e tem toda aquela magia dos filmes da Disney. Me emocionou muito ver todo o amor dos pais pelo Timothy e mais ainda a forma como Timothy trata as pessoas e a vida. O carisma do garoto encanta. <3
Eu esperava o novo Mean Girls da década, mas me decepcionei bastante. Vindo da Netflix eu imaginava mais. O filme é definitivamente um amontoado de clichês, e estaria tudo bem até aí, se tivessem desenvolvido de outra forma ou criado situações diferentes. É fato que filmes assim seguem a mesma premissa, mas a maioria consegue trazer algo novo. Esse não. Se não fosse pela representatividade de negros e latinos o filme seria um completo desperdício.
Corrida dos Bichos
2.5 118 Assista AgoraDiferente de boa parte das pessoas, eu gostei de Corrida dos Bichos. Talvez o complexo de vira-lata não permita a maioria enxergar potencial em distopias para além do eixo hollywoodiano, automaticamente classificando como algo “tosco” apenas por conter elementos brasileiros.
Usaram uma problemática característica do Brasil (do Rio, principalmente), que é o jogo do bicho, como pano de fundo para um mundo distópico em que essa problemática é ainda mais potencializada.
Se fosse feito lá fora seria muito mais valorizado.
Nefarious
3.3 357 Assista AgoraMais demagogo impossível. Uma cartilha ideológica do conservadorismo e da direita. O ateu é o mauzinho que precisa ser convencido que Deus e demônios existem, tudo isso enquanto a narrativa o condena como
responsável pela morte da mãe (por eutanásia) e do aborto da esposa. A punição para tudo isso é ouvir o demônio dentro da própria cabeça e quase se suicidar.
Flow
4.2 585Quando a solidão é tudo o que se tem, é aí que aparecem as pessoas mais inimagináveis em nosso caminho. Se as fábulas que ouvíamos quando criança fossem escritas nos dias atuais, talvez elas fossem mais ou menos como a do barco de Flow. Em um mundo devastado pela água e tendo apenas um barquinho como salvação, as diferenças são o que unem os animais nessa arca de Noé dos tempos modernos. Em um filme onde as interações silenciosas predominam, a escolha visual realista traz muito mais detalhes para os comportamentos e expressões dos bichos. Essa fábula do século 21 é o retrato da diversidade de um tempo onde não há mais espaço para a intolerância.
A Garota da Agulha
4.0 299 Assista AgoraA utilização do preto e branco chama atenção pela criação da atmosfera e sentimento de desesperança de toda uma época. Com enquadramentos meticulosamente calculados, "A Garota da Agulha" é mais do que um filme sobre uma assassina em série, é sobre todo o contexto político, econômico e social de um período marcado por dor e violência.
Conclave
3.9 831 Assista AgoraÀ primeira vista, para os desavisados que vão aos cinemas apenas achando que “é o filme do papa”, ‘Conclave’ pode facilmente ser confundido com um longa religioso. Na verdade, sua real trama gira em torno de política. O longa mostra as jogadas de bastidores que influenciam na decisão de um novo papa, desde alianças até traições. Tudo isso acontece no Vaticano, mas pode facilmente ser visto em qualquer ambiente em que há relações de poder: seja em Brasília ou no mundo corporativo.
Anora
3.4 1,2K Assista AgoraAnora poderia ser surpreendentemente bom, mas se torna mediano quando transforma uma narrativa cheia de potencial em um Tom & Jerry com capangas russos. A história de Ani, uma garota de programa envolvida com Vanya, o filho de um oligarca, parecia ter profundidade para explorar a fantasia do amor romântico de uma mulher que, até então, só se via feita para o sexo, mas não foi isso o que aconteceu. Conforme o filme avança, tudo vira um grande jogo de gato e rato, com um tom “pastelão” digno de um episódio do Zorra Total – e aqui me refiro ao humorístico sem juízo de valor, apenas como sinônimo de caricato.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraO filme propõe uma reflexão sobre a ditadura da juventude e como a sociedade descarta mulheres à medida que envelhecem. O que me intriga é que com a popularização dele, Margaret Qualley que se tornou o rosto de divulgação da obra, e não Demi Moore. Entre edits de com músicas bonitinhas no tiktok e memes no X, a figura da juventude, tão criticada no filme, passa a ser enaltecida por um público que, ao invés de trazer um olhar crítico para a obra, reforça tudo aquilo que ela abomina. Mesmo dentro de um filme que critica essa obsessão, a juventude continua sendo a protagonista fora da tela.
O Abutre
4.0 2,6K Assista AgoraTraz diversas reflexões acerca da ética no jornalismo e do limite da busca por audiência. Vale tudo pela notícia? O sensacionalismo me fez lembrar o infeliz caso Eloá que tivemos aqui no Brasil.
Midsommar: O Mal Não Espera a Noite
3.6 2,9K Assista AgoraComo terror não me convenceu, como suspense sim. Retrata bem como as seitas conseguem entrar na cabeça de pessoas emocionalmente instáveis e que buscam um sentido de comunidade para elas.
Ainda Estou Aqui
4.5 1,5K Assista AgoraUm retrato delicado sobre a força de uma mulher que perdeu o marido para a ditadura militar. Eunice se tornou o pilar de resiliência da família e usou todos os dias de sua vida que se seguiram a partir dali para lutar por justiça.
Eu Sou Mais Eu
2.5 67Quer profundidade? Então vai assistir alguma coisa do Almodóvar. Aqui não é o caso. Quem escolheu ver sabendo da proposta, não se decepcionou, pois o filme cumpre o que promete para o gênero: uma comédia teen nostálgica dos anos 2000.
Não sei como é o trabalho da Kefera em outros papéis, mas aqui eu acho que ela convenceu bem como a “artista soberba”. Gostei bastante.
Cinquenta Tons de Liberdade
2.5 461Um grande pornô com intervalos de enredo entre as cenas de sexo.
Bob Esponja: Um Herói Fora D'Água
3.0 516 Assista AgoraNão gostei tanto como gostei do primeiro. Me incomodou o fato de que o enredo que move o filme é o mesmo que vemos em vários episódios do desenho: o roubo da fórmula secreta do Siri Cascudo. Poderia facilmente ser um episódio qualquer, o que fez com que eu assistisse como um e acabasse gostando.
Meus 15 Anos
2.7 186Adoro filme adolescente e também o livro da Luly Trigo, que foi o que me fez querer assistir. Mesmo não achando que a Larissa tenha o perfil de adolescente rejeitada, ela conseguiu fazer uma Bia bem tímida e introvertida como a que a Luly escreveu. O filme tem bastante coisa além do livro, e muito disso é positivo e torna a história mais completa.
A Babá
3.1 968 Assista AgoraMe surpreendeu. Apesar do protagonista sem carisma, o carisma dos vilões (ou seria a Família Manson??) compensa. As estrelas do filme são eles, e confesso que mesmo assim ainda torci para não matarem o menino, motivado mais pelo enredo e pelo contexto do que pelo protagonista propriamente.
S.O.S. - Mulheres ao Mar
3.2 549É a típica comédia americanizada, o que não quer dizer que seja ruim. A semelhança com as comédias de Hollywood até ajudou o filme. Me fez rir em diversos momentos e é gostoso de acompanhar a jornada das três amigas.
Okja
4.0 1,3K Assista AgoraÓtimo para refletir sobre as causas animais e até que ponto o ser humano pode chegar.
Onde Está Segunda?
3.6 1,3K Assista AgoraMuita gente compara com Orphan Black, mas as duas produções são bem diferentes. Primeiro que em Orphan Black são clones e não irmãs propriamente ditas, e segundo que neste o plano de fundo é o controle populacional (e o dilema sobre só uma das irmãs poder viver). Achei bem desenvolvido e com um bom ritmo. Todas as irmãs tiveram as particularidades exploradas e todas elas foram fundamentais para a trama.
O Príncipe do Natal
3.1 182 Assista AgoraGostoso de assistir e ótimo para passar o tempo. Fazia tempo que não lançavam um filminho desses de "conto de fadas moderno". É lindo ver como a Amber consegue conquistar a princesa Emily e como desenvolvem a relação das duas. O príncipe é um fofo e torci não só para ele e a Amber ficarem juntos, como também para toda aquela bagunça ser resolvida.
Demi Lovato: Simplesmente Complicada
4.1 48É realmente bem sincero e me impactou bastante. Demi expôs problemas com cocaína, depressão, bullying e bulimia, e inclusive assume ter recaídas com a última até hoje. O que mais me chocou foi saber do problema com a cocaína, que até então eu não conhecia, ou pelo menos não tão a fundo. Saber que ela era viciada tão nova e isso tudo enquanto gravava Sunny Entre Estrelas me chocou bastante. Ela tinha que ser a princesinha que a Disney queria e por trás escondia problemas que nem de longe diriam ser de um princesa.
Gaga: Five Foot Two
4.0 420Um documentário forte, que nos permite conhecer a Gaga em todas as suas formas e vertentes: através da música, da família, da doença e do que ela pensa sobre tudo o que dizem dela, desde Madonna até o famigerado "Gaga, volta pro pop". O que as pessoas não entendem é que como artista poder cantar a música que ela canta hoje com o Joanne é um amadurecimento enorme. Gaga da Era The Fame/The Fame Monster foi bom, mas entendam que passou. O filme deixa bem claro que mesmo que ela voltasse a ser daquele jeito, as coisas nunca seriam novamente como eram. Porque aí não seria ela e o que ela quer fazer nesse momento. Ela não seria verdadeira. O que fez todo mundo gostar dela quando ela surgiu foi que ela era autêntica, e autenticidade é isso: respeitar as suas vontades. As pessoas percebem quando não vem de dentro. Tudo bem que ela era excêntrica não tanto porque queria, mas porque queriam empurrar uma sensualidade nela como fazem com todas nessa indústria e por isso ela escolheu ser daquele jeito e desviar o foco da sensualidade. E isso não quer dizer que não fosse verdadeiro. Dentre as opções que ela tinha quando se lançou, a mais verdadeira pra ela era aquela, mas, agora que ela tá estabilizada, por que não ser a artista que ela quer ser? E como ela mesma disse, do que adianta fazer tudo isso e depois voltar a ser quem ela era antes?
A Estranha Vida de Timothy Green
3.9 1,3K Assista AgoraÉ lindo e tem toda aquela magia dos filmes da Disney. Me emocionou muito ver todo o amor dos pais pelo Timothy e mais ainda a forma como Timothy trata as pessoas e a vida. O carisma do garoto encanta. <3
#REALITYHIGH
2.6 94Eu esperava o novo Mean Girls da década, mas me decepcionei bastante. Vindo da Netflix eu imaginava mais. O filme é definitivamente um amontoado de clichês, e estaria tudo bem até aí, se tivessem desenvolvido de outra forma ou criado situações diferentes. É fato que filmes assim seguem a mesma premissa, mas a maioria consegue trazer algo novo. Esse não. Se não fosse pela representatividade de negros e latinos o filme seria um completo desperdício.
As Metas de Jessica Darling
2.8 27 Assista AgoraO enredo é bem simples, e o carisma da protagonista é o que conquista.