Toda a construção do documentário tem uma sensibilidade única. Não é sensacionalista. A construção do acidente de avião, por exemplo, é forte, mas sem passar do ponto. Logo, também não é fácil de assistir. Não é visceral, mas é profundo. Não é tranquilo, mas é incrível. Claro que a gente já conhecia boa parte da história, mas contada assim, da perspectiva dele, das irmãs, do pai, dos filhos... foi uma das melhores experiências em frente à TV no meu ano. A música que conecta, mas que também quebra vínculos de maneiras tão diferentes. A amizade e a ruptura. O trauma e a vida. Muito, mas muito bom.
Estiveram dois anos dentro das duas empresas e... sério que foi isso? Documentário bem filmado e editado, mas com roteiro fraquíssimo e poucas informações novas. A mudança do CEO é o ponto alto e, ao mesmo tempo, uma tragédia na construção da história. Muito pouco explorado acerca das motivações, de como isso impactou as duas empresas e o redor, por exemplo.
Assisti os oito episódios de uma vez só e, sinceramente, que orgia de roteiro. Meu Deus.
Lançaram umas seis histórias. Resolveram umas três na metade. Mudaram do nada outras. Aí criaram mais linhas faltando dois episódios. Deixaram em aberto algumas coisas.
Pareceram quatro temporadas em uma. E quatro temporadas pessimamente amarradas.
Sem motivo nenhum estão em um acampamento, motivações irrisórias lra manter a família por perto o tempo todo, aí do nada há um episódio de troca de corpos resolvido rapidamente. Os corvos assassinos foram resolvidos do nada, sendo o principal chamariz dos primeiros episódios. Muito, mas muito ruim.
Via as propagandas da série na HBO enquanto me alimentei de todas as temporadas de The Sopranos e não sentia a mínima vontade de assistir, talvez por não ser um grande fã de séries médicas, justamente por conhecer um pouquinho (beem pouquinho) desse universo de traumas.
Vencer o Emmy me convenceu.
A forma "24 horas" de fazer é ótima e, me parece, essa é a série médica mais próxima de ser fiel à realidade. O relacionamento entre os R1, R2 e R3 é muito interessante, tanto quanto o desgaste que ocorre com os personagens à medida que o plantão avança. Mas o ponto alto são os diagnósticos e procedimentos extremamente realistas.
Há uma tensão nos detalhes que me fascinou.
Cheguei a assistir sete episódios em um sábado. Baita. Não sei se o melhor vencedor de Emmy dos últimos tempos, mas com quase certeza o melhor desse ano.
Sobre o documentário: narrativa e produção excelentes.
Sobre a investigação: sempre me surpreende o baixísimo QI das autoridades estadunidenses (neste caso, os responsáveis pela escola e as autoridades policiais)
Um dos melhores filmes dos últimos anos. Arte pura. Poucas palavras, mas cada uma delas com um motivo para estar ali. Enquadramentos e luz com várias referências artísticas. Um filme contado através de olhares. Que atuações, que direção.
Vale a pena terminar o filme e buscar críticas (em texto ou em vídeo) para acompanhar o debate e entender ainda mais cada pedacinho desse filme genial. Um filme que faz o espectador tomar suas próprias conclusões.
Porque a história é boa, com alguns vídeos raros do início, o documentário é bom. Mas só pela história. Tecnicamente cheio de erros graves pra um documentário feito em 2009. A edição não consegue conduzir o espectador. O especial MTV e o Por Toda a Minha Vida são os únicos excelentes em se tratando da história da banda.
Uma estrela pela história espetacular da banda. "Horrível" é apelido. Atores poderiam se salvar se o filme fosse bem dirigido e, principalmente, minimamente roteirizado. É uma afronta aos caras.
Muito superior a qualquer série de F1 da Netflix. Keanu Reeves é excelente entrevistador. Ele presta atenção na resposta e consegue tirar exatamente o que o entrevistado está pensando. Edição e roteiros quase perfeitos e uma fotografia fenomenal.
Assisti sem grandes pretenções e só depois de terminar descobri que ganhou Emmy. Duas ou três pontas ficaram soltas, mas no geral é uma obra digna de nota máxima.
Belo making of, mas é inevitável pensar: "poxa, fizeram tudo isso pra ninguém conseguir ver". Nem com luzes apagadas e escuridão total dava pra ver algumas cenas da primeira temporada.
A série em si é bem produzida, mas confusa. Por exemplo: citam quatro explosões, mas só falam de duas. Há também pouca informação à respeito dos responsáveis pelas operações. E o que assusta mais do que o terrorismo é o completo despreparo das autoridades inglesas. É assustador. Parecem crianças brincando de estratégia. A abordagem policial, então, é pitoresca. E infelizmente não é algo que ficou ali no começo da década de 2000. O documentário "Caos em Wembley", sobre a final da Eurocopa na pandemia, mostra que, em se tratando de estratégia de segurança, a Inglaterra ocupa ranking de 3° mundo. Tamanho despreparo causam agonia extrema, e não me parece existir uma autocrítica dessas autoridades: eles realmente acham que fazem o melhor, desde os policiais na rua à direção do MI5. Os dois documentários mal criticam essas ações também. Por fim, sempre causa revolta relembrar a forma como Jean Charles foi assassinado, sem ninguém punido, sem uma indenização correta.
Documentário comprado pra forçar o início de uma idolatria ainda inexistente. Sem força, sem apego e sem carisma. Pobre no roteiro. Poderia ser um curta de no máximo 12 minutos (e olhe lá).
Horrível. E se não quiser spoiler, não leia, porque vou deixar o texto aberto. É um documentário sobre um evento recente, então quem for ver já sabe o que aconteceu.
Problematizaram num nível absurdo a festa dos torcedores no pré-jogo, a ponto de um cara que subiu num ônibus - e só - ser um dos entrevistados principais. Não discutiram a gigantesca falha de segurança, mas, principalmente, reservaram só 15 minutos (se isso!), talvez por obrigação, pra discutir o racismo inadmissível sofrido por Saka, Rashford e Sancho no pós-jogo. Também citam, mas não discutiram o claro abuso de drogas por parte dos torcedores (um claro problema social inglês passado em branco pelo filme).
50 minutos mostrando tentativas de invasão do Wembley ocasionadas pela péssima (ou quase inexistente) estratégia de segurança dos organizadores do estádio, da competição e da polícia (ou melhor dizendo, do Estado). No final, uma passada de pano legal sobre a atuação dos policiais e organizadores. E demonizando o público que, ao que parece, pecou por viver a paixão do futebol. Uma coisa é a festa, e outra a educação comportamental dos ingleses nos arredores dos estádios.
Aliás, falando em Estado, nada disso teria acontecido se o mesmo tivesse proibido a presença de torcedores ainda em um momento pandêmico. Sobre a liberação de aglomeração em época de Covid, um silêncio absoluto e constrangedor. A Covid só é tema quando sai da boca dos torcedores, que ficaram muito tempo trancados em casa e queria extravasar. Só a redução da capacidade do estádio em 23 mil lugares por causa da pandemia foi lembrada (um claro sinal de que a Covid ainda estava presente naquela multidão).
O roteiro é o calcanhar de aquiles do filme: uma hora dá luz pra um assunto e depois esquece de contar a resolução. Entra outro assunto, transformando-o numa tempestade num copo d'água, para depois encerrá-lo abruptamente sem qualquer satisfação. Exemplos disso estão na parte em que o torcedor italiano não pode entrar no estádio e se vê em meio à torcida adversária, e no segundo seguinte está dentro do estádio. Também no momento em que a torcida fica do lado de fora, mas perto do Wembley (porque, afinal, é ali que está acontecendo o jogo), transformando esse assunto em algo horrível.
Tudo isso com belas imagens produzidas dos entrevistados e edição, o que faz parecer - pela técnica - que o documentário bom. Não é. É terrível. Uma estrela pela técnica e pelas imagens. E só.
Eu ia dar nota 1 por algumas atuações, mas nem isso salva. Nota dó mesmo. Dó da gente que aguentou assistir tudo.
Nem a direção salvou. Mas o roteiro tem lugar cativo no pior quesito disparado da temporada. Escolhas absurdas como a ressurreição de personagens e até de mudança de perfil absurda de outros. Ações que não tinham consequências, desculpas esfarrapadas para outras ações. Intragável.
Uma das piores temporadas de séries que vi na minha vida.
Roteiro simplão, daqueles que com 15 minutos de filme você já sabe o que vai acontecer e como vai ser o final. Mas o foco deste comentário aqui é a obra de arte que é o plano-sequência de 10 minutos, que começa mais ou menos depois de meia hora de filme.
Se você curte a produção cinematográfica, é inevitável que você se pergunte: "mas como diabos eles gravaram isso?". Pois é. Eu assisti uma vez, e depois voltei pra ver se eu conseguia entender como foi gravado e onde estavam os cortes. É uma cena perfeita.
Como um fã incondicional de Pokémon eu fiquei absurdamente extasiado. A construção do mundo Pokémon é perfeita e merecia um universo cinematográfico tal qual o da Marvel. Você realmente acha que aquilo existe, de tão natural que é.
A direção de fotografia é diferente e linda. Conseguiram colocar uma pitada muito boa de Japão ali e, em outros momentos, um tom mágico a certos lugares.
O roteiro tem algumas falhas (como a motivação do vilão)? sim. Tem algumas partes mal explicadas? Sim. É inovador? Não. Mas o mundo precisa de roteiros clássicos também. De qualquer forma, tem boas reviravoltas tal qual...
E, na boa, é melhor que Hulk. Ainda sobre roteiro, também achei muito legal a escolha de um personagem principal que não seja treinador, e sim alguém que não tem um parceiro Pokémon e que é corretor de seguros.
Avalio um filme pelas sensações que ele me causou, e nesse caso foram as melhores possíveis. Todos no cinema riram e se emocionaram, inclusive quem não é fã de Pokémon.
Acho que é o favorito ao Oscar, junto, talvez com Heroin(e), da Netflix.
Muito bem captado. Apesar de muito triste, as imagens enchem os olhos. Fico imaginando como os produtores captaram certos momentos (uma fala impactante dentro de uma casa, uma pessoa gritando com a menina sem se importar com a câmera).
Isso sem contar que a história é um choque. Um bom resumo é quando um parente de Bamunu fala: "você tem 8 anos. já não é mais uma criança". As cobranças, a forma de viver, o machismo. É um choque e difícil de acreditar que tal realidade exista.
Tirei uma estrela pela absurda enrolação que são muitos dos episódios, mas os últimos valem muito a pena.
É nessa temporada que rola o grand finale, com a batalha oficial de Gary e Ash na competição (ótima, aliás!). Também é nessa que temos o grande ponto de virada do Ash-Misty-Brock, que torna o final realmente excelente e muito reflexivo, principalmente pra quem acompanhou a saga quando criança e, agora, enquanto "adulto".
Muitos dos personagens (até mesmo o Ash, só que em escala reduzida) evoluem muito seus pensamentos, ambições e temperamentos. Eles realmente aprendem com as experiências do passado. Acho isso demais!
É sensacional. É absurdo de sensacional. Talvez pelo amadurecimento depois dos filmes Harry Potter, talvez por ter J.K. Rowling envolvida diretamente no roteiro e produção. Não sei, só sei que eu mergulhei com tudo no filme e não queria mais sair do cinema. Poderia dissertar sobre milhares de coisas do filme, mas vou resumir em quatro pontos.
Primeiro ponto: QUE SENHOR 3D!
Segundo ponto: o filme soube aproveitar muito bem alguns aspectos dos filmes antigos, como o feitiço de proteção de Hogwarts nas Relíquias da Morte - Parte 2 e até mesmo as próprias aparatações, que além de serem iguais, mostram sua real utilidade no filme. Em outras palavras, vemos o porque é necessário aparatar e desaparatar. E soube aproveitar também algumas citações dos livros que sempre nos deixaram curiosos. É sensacional estar fora do castelo, vendo como de fato os fatos acontece no mundo mágico. E é sensacional ver um tronquilho ou um pelúcio no filme, e não apenas nas páginas das aulas de Hagrid.
O terceiro ponto é que a magia negra deste filme parece ser muito mais poderosa do que qualquer magia usada por Voldemort nos filmes, e não porque ela realmente é maior, mas sim pelo descuidado com o poder do Lorde das Trevas nas telas, apesar de nos livros ele ser realmente muito temido. Nos livros, por exemplo, todos ficam abismados com sua capacidade de voar sem vassouras. Ele é o único que pode fazer isso, ao contrário da bizarrice que aparece nos filmes.
Por fim, meu último ponto é termos um personagem principal (e muito carismático) da Lufa-Lufa, a provável campeã de deboches dos fãs da série. Numa análise mais cuidadosa, isso mostra o real valor de cada casa de Hogwarts.
Ah véi, na boa, indescritível. Filme lindo, um cuidado espetacular com o roteiro e como cada cena é importante para a sequência seguinte. Genial.
O resumo é decepção. Juvena demais, diálogos e roteiro fraquíssimos. Atuações tristes também, com algumas exceções aqui e ali. Não sei se vou ter pique pra ver a segunda temporada. :/
A história investigativa é realmente muito boa, mas vou citar três pontos interessantes sobre a crítica ao racismo (literalmente falando) e à política que o filme faz:
1) Quem é mais velho fica com a impressão que a qualquer momento a raposa pode enganar ou atacar a Hopps. Não é um sentimento um tanto quanto discriminatório? Provavelmente as crianças não tiveram essa impressão. Ou seja, o racismo e discriminação não nasce conosco. Nós o adquirimos com o tempo.
2) Outro fato muito legal é a citação do "são só 10% selvagens". Propositalmente, o número de animais carnívoros é muito abaixo do número de herbívoros na cidade. Muito fácil (e conveniente) segregá-los para que os herbívoros vivam sozinhos, ao invés de existir o convívio entre todos.
3) Os únicos dois políticos do filme são presos! Não seria uma alegria se isso acontecesse na vida real? hahaha. Novamente, de forma proposital, o prefeito é o leão (animal leal, rei, forte e que todos amam) e a vice-prefeita é a ovelha (inofensiva). Ambos escondem informações da população e aplicam golpes para se empoderarem.
Tecnicamente, achei a mixagem de som ruim, com o BG muito mais baixo do que as falas dos personagens.
Demora pra engrenar. Tem diálogos e ações muito juvenis. O ambiente em si é juvenil.
Um exemplo: a STAR tem três funcionários, mas é... enorme? Como eles se mantém? Como pode ser uma empresa que dê lucro após uma catástrofe? Como eles conseguem criar tudo quanto é tipo de aparelhos a cada episódio?
Apesar de todos os apesares, tem uma discussão interessante sobre viagem no tempo e universos paralelos, e por isso a série começa a ficar razoavelmente boa a partir do 15° episódio.
Travis Barker: Mais Forte que o Medo
4.2 4 Assista AgoraToda a construção do documentário tem uma sensibilidade única. Não é sensacionalista. A construção do acidente de avião, por exemplo, é forte, mas sem passar do ponto. Logo, também não é fácil de assistir. Não é visceral, mas é profundo. Não é tranquilo, mas é incrível. Claro que a gente já conhecia boa parte da história, mas contada assim, da perspectiva dele, das irmãs, do pai, dos filhos... foi uma das melhores experiências em frente à TV no meu ano. A música que conecta, mas que também quebra vínculos de maneiras tão diferentes. A amizade e a ruptura. O trauma e a vida. Muito, mas muito bom.
Guerra dos Tênis: Adidas vs. Puma
2.9 3 Assista AgoraEstiveram dois anos dentro das duas empresas e... sério que foi isso? Documentário bem filmado e editado, mas com roteiro fraquíssimo e poucas informações novas. A mudança do CEO é o ponto alto e, ao mesmo tempo, uma tragédia na construção da história. Muito pouco explorado acerca das motivações, de como isso impactou as duas empresas e o redor, por exemplo.
No geral, muito ruim.
Wandinha (2ª Temporada)
3.5 173 Assista AgoraAssisti os oito episódios de uma vez só e, sinceramente, que orgia de roteiro. Meu Deus.
Lançaram umas seis histórias. Resolveram umas três na metade. Mudaram do nada outras. Aí criaram mais linhas faltando dois episódios. Deixaram em aberto algumas coisas.
Pareceram quatro temporadas em uma. E quatro temporadas pessimamente amarradas.
Sem motivo nenhum estão em um acampamento, motivações irrisórias lra manter a família por perto o tempo todo, aí do nada há um episódio de troca de corpos resolvido rapidamente. Os corvos assassinos foram resolvidos do nada, sendo o principal chamariz dos primeiros episódios. Muito, mas muito ruim.
Salvam a direção e atuações.
The Pitt (1ª Temporada)
4.5 151 Assista AgoraVia as propagandas da série na HBO enquanto me alimentei de todas as temporadas de The Sopranos e não sentia a mínima vontade de assistir, talvez por não ser um grande fã de séries médicas, justamente por conhecer um pouquinho (beem pouquinho) desse universo de traumas.
Vencer o Emmy me convenceu.
A forma "24 horas" de fazer é ótima e, me parece, essa é a série médica mais próxima de ser fiel à realidade. O relacionamento entre os R1, R2 e R3 é muito interessante, tanto quanto o desgaste que ocorre com os personagens à medida que o plantão avança. Mas o ponto alto são os diagnósticos e procedimentos extremamente realistas.
Há uma tensão nos detalhes que me fascinou.
Cheguei a assistir sete episódios em um sábado. Baita. Não sei se o melhor vencedor de Emmy dos últimos tempos, mas com quase certeza o melhor desse ano.
Número Desconhecido: Catfishing na Escola
3.3 142 Assista AgoraSobre o documentário: narrativa e produção excelentes.
Sobre a investigação: sempre me surpreende o baixísimo QI das autoridades estadunidenses (neste caso, os responsáveis pela escola e as autoridades policiais)
Retrato de uma Jovem em Chamas
4.4 972 Assista AgoraUm dos melhores filmes dos últimos anos. Arte pura. Poucas palavras, mas cada uma delas com um motivo para estar ali. Enquadramentos e luz com várias referências artísticas. Um filme contado através de olhares. Que atuações, que direção.
Vale a pena terminar o filme e buscar críticas (em texto ou em vídeo) para acompanhar o debate e entender ainda mais cada pedacinho desse filme genial. Um filme que faz o espectador tomar suas próprias conclusões.
Para quem viu, um debate sobre a última cena:
Há quem diga que Marianne escolheu a versão do poeta. Há quem diga Héloise escolheu a versão do amante. Isto, por si só, é genial.
Mamonas Pra Sempre
3.9 374 Assista AgoraPorque a história é boa, com alguns vídeos raros do início, o documentário é bom. Mas só pela história. Tecnicamente cheio de erros graves pra um documentário feito em 2009. A edição não consegue conduzir o espectador. O especial MTV e o Por Toda a Minha Vida são os únicos excelentes em se tratando da história da banda.
Mamonas Assassinas: O Filme
2.3 321Uma estrela pela história espetacular da banda. "Horrível" é apelido. Atores poderiam se salvar se o filme fosse bem dirigido e, principalmente, minimamente roteirizado. É uma afronta aos caras.
Brawn - Uma Incrível História da F1
4.1 4 Assista AgoraMuito superior a qualquer série de F1 da Netflix. Keanu Reeves é excelente entrevistador. Ele presta atenção na resposta e consegue tirar exatamente o que o entrevistado está pensando. Edição e roteiros quase perfeitos e uma fotografia fenomenal.
Assisti sem grandes pretenções e só depois de terminar descobri que ganhou Emmy. Duas ou três pontas ficaram soltas, mas no geral é uma obra digna de nota máxima.
A Casa que os Dragões Construíram (1ª Temporada)
3.5 2 Assista AgoraBelo making of, mas é inevitável pensar: "poxa, fizeram tudo isso pra ninguém conseguir ver". Nem com luzes apagadas e escuridão total dava pra ver algumas cenas da primeira temporada.
Ataque em Londres: Os Atentados de 7 de Julho
3.6 6 Assista AgoraA série em si é bem produzida, mas confusa. Por exemplo: citam quatro explosões, mas só falam de duas. Há também pouca informação à respeito dos responsáveis pelas operações. E o que assusta mais do que o terrorismo é o completo despreparo das autoridades inglesas. É assustador. Parecem crianças brincando de estratégia. A abordagem policial, então, é pitoresca. E infelizmente não é algo que ficou ali no começo da década de 2000. O documentário "Caos em Wembley", sobre a final da Eurocopa na pandemia, mostra que, em se tratando de estratégia de segurança, a Inglaterra ocupa ranking de 3° mundo. Tamanho despreparo causam agonia extrema, e não me parece existir uma autocrítica dessas autoridades: eles realmente acham que fazem o melhor, desde os policiais na rua à direção do MI5. Os dois documentários mal criticam essas ações também. Por fim, sempre causa revolta relembrar a forma como Jean Charles foi assassinado, sem ninguém punido, sem uma indenização correta.
Família Soprano (6ª Temporada)
4.7 333 Assista AgoraNão sei se consigo escrever algo além disso, mas é a melhor série que já vi e, de longe, o melhor final de série da minha vida.
Tenho minhas próprias conclusões e teorias, mas eu gastava mais de uma hora ao final da maioria dos episódios só pesquisando teorias e easter eggs.
Eu to encantado com o roteiro. E também com a forma de dirigir e editar. É simples, é comum e, também por isso, é genial.
Genial, genial, genial. Obra prima.
Por Trás do Volante
3.5 5Documentário comprado pra forçar o início de uma idolatria ainda inexistente. Sem força, sem apego e sem carisma. Pobre no roteiro. Poderia ser um curta de no máximo 12 minutos (e olhe lá).
A Final: Caos em Wembley
3.2 15Horrível. E se não quiser spoiler, não leia, porque vou deixar o texto aberto. É um documentário sobre um evento recente, então quem for ver já sabe o que aconteceu.
Problematizaram num nível absurdo a festa dos torcedores no pré-jogo, a ponto de um cara que subiu num ônibus - e só - ser um dos entrevistados principais. Não discutiram a gigantesca falha de segurança, mas, principalmente, reservaram só 15 minutos (se isso!), talvez por obrigação, pra discutir o racismo inadmissível sofrido por Saka, Rashford e Sancho no pós-jogo. Também citam, mas não discutiram o claro abuso de drogas por parte dos torcedores (um claro problema social inglês passado em branco pelo filme).
50 minutos mostrando tentativas de invasão do Wembley ocasionadas pela péssima (ou quase inexistente) estratégia de segurança dos organizadores do estádio, da competição e da polícia (ou melhor dizendo, do Estado). No final, uma passada de pano legal sobre a atuação dos policiais e organizadores. E demonizando o público que, ao que parece, pecou por viver a paixão do futebol. Uma coisa é a festa, e outra a educação comportamental dos ingleses nos arredores dos estádios.
Aliás, falando em Estado, nada disso teria acontecido se o mesmo tivesse proibido a presença de torcedores ainda em um momento pandêmico. Sobre a liberação de aglomeração em época de Covid, um silêncio absoluto e constrangedor. A Covid só é tema quando sai da boca dos torcedores, que ficaram muito tempo trancados em casa e queria extravasar. Só a redução da capacidade do estádio em 23 mil lugares por causa da pandemia foi lembrada (um claro sinal de que a Covid ainda estava presente naquela multidão).
O roteiro é o calcanhar de aquiles do filme: uma hora dá luz pra um assunto e depois esquece de contar a resolução. Entra outro assunto, transformando-o numa tempestade num copo d'água, para depois encerrá-lo abruptamente sem qualquer satisfação. Exemplos disso estão na parte em que o torcedor italiano não pode entrar no estádio e se vê em meio à torcida adversária, e no segundo seguinte está dentro do estádio. Também no momento em que a torcida fica do lado de fora, mas perto do Wembley (porque, afinal, é ali que está acontecendo o jogo), transformando esse assunto em algo horrível.
Tudo isso com belas imagens produzidas dos entrevistados e edição, o que faz parecer - pela técnica - que o documentário bom. Não é. É terrível. Uma estrela pela técnica e pelas imagens. E só.
Fear the Walking Dead (8ª Temporada)
2.5 57Eu ia dar nota 1 por algumas atuações, mas nem isso salva.
Nota dó mesmo. Dó da gente que aguentou assistir tudo.
Nem a direção salvou. Mas o roteiro tem lugar cativo no pior quesito disparado da temporada. Escolhas absurdas como a ressurreição de personagens e até de mudança de perfil absurda de outros. Ações que não tinham consequências, desculpas esfarrapadas para outras ações. Intragável.
Uma das piores temporadas de séries que vi na minha vida.
Resgate
3.5 804 Assista AgoraRoteiro simplão, daqueles que com 15 minutos de filme você já sabe o que vai acontecer e como vai ser o final. Mas o foco deste comentário aqui é a obra de arte que é o plano-sequência de 10 minutos, que começa mais ou menos depois de meia hora de filme.
Se você curte a produção cinematográfica, é inevitável que você se pergunte: "mas como diabos eles gravaram isso?". Pois é. Eu assisti uma vez, e depois voltei pra ver se eu conseguia entender como foi gravado e onde estavam os cortes. É uma cena perfeita.
Pokémon: Detetive Pikachu
3.5 678 Assista AgoraComo um fã incondicional de Pokémon eu fiquei absurdamente extasiado. A construção do mundo Pokémon é perfeita e merecia um universo cinematográfico tal qual o da Marvel. Você realmente acha que aquilo existe, de tão natural que é.
A direção de fotografia é diferente e linda. Conseguiram colocar uma pitada muito boa de Japão ali e, em outros momentos, um tom mágico a certos lugares.
O roteiro tem algumas falhas (como a motivação do vilão)? sim. Tem algumas partes mal explicadas? Sim. É inovador? Não. Mas o mundo precisa de roteiros clássicos também. De qualquer forma, tem boas reviravoltas tal qual...
o papel fundamental que o Ditto tem.
Avalio um filme pelas sensações que ele me causou, e nesse caso foram as melhores possíveis. Todos no cinema riram e se emocionaram, inclusive quem não é fã de Pokémon.
Kayayo: The Living Shopping Baskets
4.6 5Acho que é o favorito ao Oscar, junto, talvez com Heroin(e), da Netflix.
Muito bem captado. Apesar de muito triste, as imagens enchem os olhos. Fico imaginando como os produtores captaram certos momentos (uma fala impactante dentro de uma casa, uma pessoa gritando com a menina sem se importar com a câmera).
Isso sem contar que a história é um choque. Um bom resumo é quando um parente de Bamunu fala: "você tem 8 anos. já não é mais uma criança". As cobranças, a forma de viver, o machismo. É um choque e difícil de acreditar que tal realidade exista.
Pokémon (5ª Temporada: Master Quest)
4.0 22 Assista AgoraTirei uma estrela pela absurda enrolação que são muitos dos episódios, mas os últimos valem muito a pena.
É nessa temporada que rola o grand finale, com a batalha oficial de Gary e Ash na competição (ótima, aliás!). Também é nessa que temos o grande ponto de virada do Ash-Misty-Brock, que torna o final realmente excelente e muito reflexivo, principalmente pra quem acompanhou a saga quando criança e, agora, enquanto "adulto".
Muitos dos personagens (até mesmo o Ash, só que em escala reduzida) evoluem muito seus pensamentos, ambições e temperamentos. Eles realmente aprendem com as experiências do passado. Acho isso demais!
VIPs: Histórias Reais de um Mentiroso
3.6 160História boa, mas muito mal aproveitada. Infelizmente o documentário é deplorável. :/
Animais Fantásticos e Onde Habitam
4.0 2,2K Assista AgoraÉ sensacional. É absurdo de sensacional. Talvez pelo amadurecimento depois dos filmes Harry Potter, talvez por ter J.K. Rowling envolvida diretamente no roteiro e produção. Não sei, só sei que eu mergulhei com tudo no filme e não queria mais sair do cinema. Poderia dissertar sobre milhares de coisas do filme, mas vou resumir em quatro pontos.
Primeiro ponto: QUE SENHOR 3D!
Segundo ponto: o filme soube aproveitar muito bem alguns aspectos dos filmes antigos, como o feitiço de proteção de Hogwarts nas Relíquias da Morte - Parte 2 e até mesmo as próprias aparatações, que além de serem iguais, mostram sua real utilidade no filme. Em outras palavras, vemos o porque é necessário aparatar e desaparatar. E soube aproveitar também algumas citações dos livros que sempre nos deixaram curiosos. É sensacional estar fora do castelo, vendo como de fato os fatos acontece no mundo mágico. E é sensacional ver um tronquilho ou um pelúcio no filme, e não apenas nas páginas das aulas de Hagrid.
O terceiro ponto é que a magia negra deste filme parece ser muito mais poderosa do que qualquer magia usada por Voldemort nos filmes, e não porque ela realmente é maior, mas sim pelo descuidado com o poder do Lorde das Trevas nas telas, apesar de nos livros ele ser realmente muito temido. Nos livros, por exemplo, todos ficam abismados com sua capacidade de voar sem vassouras. Ele é o único que pode fazer isso, ao contrário da bizarrice que aparece nos filmes.
Por fim, meu último ponto é termos um personagem principal (e muito carismático) da Lufa-Lufa, a provável campeã de deboches dos fãs da série. Numa análise mais cuidadosa, isso mostra o real valor de cada casa de Hogwarts.
Ah véi, na boa, indescritível. Filme lindo, um cuidado espetacular com o roteiro e como cada cena é importante para a sequência seguinte. Genial.
The 100 (1ª Temporada)
4.0 558 Assista AgoraO resumo é decepção. Juvena demais, diálogos e roteiro fraquíssimos. Atuações tristes também, com algumas exceções aqui e ali. Não sei se vou ter pique pra ver a segunda temporada. :/
Zootopia: Essa Cidade é o Bicho
4.2 1,5K Assista AgoraA história investigativa é realmente muito boa, mas vou citar três pontos interessantes sobre a crítica ao racismo (literalmente falando) e à política que o filme faz:
1) Quem é mais velho fica com a impressão que a qualquer momento a raposa pode enganar ou atacar a Hopps. Não é um sentimento um tanto quanto discriminatório? Provavelmente as crianças não tiveram essa impressão. Ou seja, o racismo e discriminação não nasce conosco. Nós o adquirimos com o tempo.
2) Outro fato muito legal é a citação do "são só 10% selvagens". Propositalmente, o número de animais carnívoros é muito abaixo do número de herbívoros na cidade. Muito fácil (e conveniente) segregá-los para que os herbívoros vivam sozinhos, ao invés de existir o convívio entre todos.
3) Os únicos dois políticos do filme são presos! Não seria uma alegria se isso acontecesse na vida real? hahaha. Novamente, de forma proposital, o prefeito é o leão (animal leal, rei, forte e que todos amam) e a vice-prefeita é a ovelha (inofensiva). Ambos escondem informações da população e aplicam golpes para se empoderarem.
Tecnicamente, achei a mixagem de som ruim, com o BG muito mais baixo do que as falas dos personagens.
The Flash (1ª Temporada)
4.1 891 Assista AgoraDemora pra engrenar. Tem diálogos e ações muito juvenis.
O ambiente em si é juvenil.
Um exemplo: a STAR tem três funcionários, mas é... enorme? Como eles se mantém? Como pode ser uma empresa que dê lucro após uma catástrofe? Como eles conseguem criar tudo quanto é tipo de aparelhos a cada episódio?
Apesar de todos os apesares, tem uma discussão interessante sobre viagem no tempo e universos paralelos, e por isso a série começa a ficar razoavelmente boa a partir do 15° episódio.