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25 years Itajai - (BRA)
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Eu fui um menino asmático levado a acreditar que não conseguiria ser muita coisa na vida.
(Martin Scorsese)

5,0 = Obra-prima (O Poderoso Chefão)
4,5 = Maravilhoso, sensacional, e outros adjetivos pedantes (A Rede Social)
4,0 = Ótimo, já dá pra pagar um pau (A Estrada Perdida)
3,5 = Ou é acima da média, ou é um mediano que merece uma força (Quase Famosos)
3,0 = Sabe aquele filme que é bom, mas é chato (ou o contrário)? (Na Natureza Selvagem)
2,5 = Quase ruim, ou o famoso "ruim-legal" (Cidade das Sombras)
2,0 = Ruim pra porra (THX 1138)
1,5 = Horroroso (Fim dos Tempos)
1,0 = Não merece nem nota (Joy)
0,5 = Dragonball Evolution.

- https://letterboxd.com/LucasThurow/

Últimas opiniões enviadas

  • Lucas Thurow

    É no olhar ora curioso, ora temeroso, da jovem Thomasin que “A Bruxa” tem seu início. As duas primeiras cenas, aliás, serão quase que uma explicitação da verdadeira persona da personagem: na primeira, ela é a última a sair da igreja e a única que só o faz mediante alguma interferência externa – nesse caso, seu irmão lhe chamando – enquanto toda sua família se retira por conta própria. Na seqüência, através de um plano subjetivo da própria Thomasin, vemos as portas se fechando para ela e sua família; e logo em seguida, notamos o profundo pesar na expressão da moça, conforme observa seu antigo lar ficando para trás. Sua família? Ninguém parece se importar. Ninguém sequer olha novamente para a antiga cidade que estão deixando para trás.

    Nesse ponto já temos uma conclusão pré-estabelecida: Thomasin se destoa completamente de seus familiares. E não apenas nos aspectos mais óbvios. Thomasin é transformada, e isso sem nenhum pudor, no maior, e único, bode (haha) expiatório da casa. O pai some com a taça, a culpam. O menino desaparece, a culpam. Seu irmão se perde, a culpam. O mesmo irmão a deseja sexualmente, a culpam. A jovem, que antes de sair de casa para cuidar de seu irmão bebê pediu a Deus que “lhe desse misericórdia”, é demonizada e vilanizada por atos que fogem completamente do seu alcance. Thomasin, nome este que provavelmente foi adaptado a partir da palavra “Thomas”, refletindo a provável vontade da família de que o seu primogênito fosse homem, já não vê mais esperanças na última coisa que ainda a ligava com a sua família: sua fé.

    E quando a situação passa de caótica para insustentável, e Thomasin se vê perdida em meio a suas crenças, em meio a tudo aquilo já anteriormente incutido em sua consciência, ela resolve seguir o bode. Não ter nada para seguir, acreditar ou pregar, parece ser algo impensável para a jovem. Uma fagulha de fé é tudo que ela precisa. E Black Phillip sabia disso quando a convidou para dançar. Liberdade. Êxtase. Plenitude.

    Ozzy Osbourne iria amar esse final.

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  • Lucas Thurow

    Aquela sutileza da cena final, no tempo de espera para a porta de uma certa viatura se abrir, sinceramente? Genial. Até indagador, reflexivo. Por quê será que, nem que por um segundo, nós imaginamos uma conclusão diferente?

    Comentário contando partes do filme. Mostrar.

    Belo detalhe para a cena que Rose come o cereal, e toma o leite no copo - ambos os alimentos separados. Ela não consegue nem misturar a própria comida, assim como não mistura sua raça.

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  • Lucas Thurow

    Ao fim da série é fácil perceber que a mesma possui apenas uma grande "qualidade": a sua capacidade de entreter. Devido á forma como os episódios são dispostos, é bastante notável como a nossa curiosidade, como espectadores da série e das próprias fitas, vai aumentando gradualmente, o que obviamente nos prende muito na trama - uma pena, já que a série em nenhum momento faz jus a toda nossa atenção.

    Seu roteiro é problemático, com diversas situações explicitamente forçadas ou que, dentro da lógica narrativa da série, não fazem sentido. A montagem até tenta conferir um aspecto complexo para a história, mas acaba falhando pela sua falta de sutileza, nos afetando em nossa suspensão da descrença, já que somos lembrados a todo instante que estamos visualizando um produto de ficção. As atuações quase beiram o amadorismo, e vários personagens que poderiam ser melhores aproveitados graças ás suas (possíveis) complexidades, acabam caindo na fácil armadilha do maniqueísmo, virando meros clichês ambulantes.

    Com relação ao tema da série, bem... Se antes de vê-lá eu já achava que é de indiscutível importância a discussão sobre suicídio, misoginia, bullying, e outros assuntos que envolvem a vida adolescente, hoje em dia acho ainda MAIS urgente que tais temas sejam explorados, ainda mais depois da influência (negativa) que a série possa despertar.

    Só nos resta torcer para que explorem em uma produção "melhorzinha" da próxima vez.

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  • Marcus Avelar
    Marcus Avelar

    Porra, que foda bicho!!!

    Já estou aqui ansiosíssimo pro aguardo do lançamento dessa belíssima obra do audio_visual nacional para visualização online e download ilegal. Gostei da premissa

  • Marcus Avelar
    Marcus Avelar

    FALA LUCÃO!!!!

    BIXXO COM CERTEZA PÁGINA DEVIDAMENTE CURTIDA CARA!!!

    Bicho, me chegou aqui a confirmação extra_oficial de que você finalmente finalizou o seu tão sonhado trabalho de conclusão de curso, falasserio ou conserteza
    Porra, cara, meus parabéns aí por mais esta conquista, por mais esta realização e por mais esta vitória alcançada. Prevejo um futuro brilhante na sua carreira cinematográfica. É o Tony Soprano de Itajaí. Não tem jeito, é o Eisenstein adiposo itaiense que deu certo!!!
    Minha sorte é que meu curso não tem TCC, é só finalizar mesmo e pronto. Foda que só acaba ano que vem essa bosta.

    Mas me diz uma coisa.... eu vi as imagens, vi os teasers do seu projeto... e do quê que se trata? Pelo que eu vi, segundo meus cálculos, aparentemente trata-se de algo ora tarantinesco ou scorsesiano, porém com elementos godarnianos. Como é que eu faço pra conferir essa obra?

  • M
    M

    Porque tu me vigia ein? tava nos favoritos mas tirei e pus de volta aff