Eu tenho a impressão de que a Sophia Carson sempre interpreta as personagens dela com os mesmos trejeitos, e aqui não foi diferente. Já o Corey Mylchreest também me remeteu ao papel que ele fez de Rei George, lidando com alguma questão de saúde que em dado momento recebe o foco da trama.
Foi um filme OK, apesar de tudo ser bastante previsível. Em certos momentos ele me lembrou Como Eu Era Antes de Você, então não foi surpresa a maneira que o desfecho aconteceu. Talvez por isso eu também tenha passado longe de me emocionar, sem falar no fato de que os personagens secundários tinham potencial para aparecer mais/serem mais interessantes mas não passam de alívios cômicos momentâneos. O romance também foi meio repentino e a maior parte do desenvolvimento dele acontece na tradicional montagem de cenas sugerindo o passar do tempo e a aproximação deles.
Eu achei um filme legal, as mudanças na narrativa fazem sentido dentro da história, apesar de os anões terem movimentos meio lentos e "inumanos" eles são carismáticos. Infelizmente as piores cenas são todas de Gal Gadot, não dá pra comprar a Rainha Má dela, falta vigor, vilania, crueldade e intensidade. Fora os figurinos que não ajudam em nada. A música que eu mais gostei foi a nostálgica dos anões voltando para casa, as outras são esquecíveis. Gostei da Branca de Neve de Rachel Zegler, todo o burburinho daqui de fora respingou no filme em forma de hate, mas não dá pra criticar a atuação dela, que fez bem seu papel Os efeitos e os animaizinhos são bem bonitos, nada à criticar porque são fofos e tem olhos enormes, também gostei dos cenários. O romance não é o foco aqui, mas encaixa bem dentro da história mesmo que de maneira superficial, e ainda acaba sendo mais crível do que o original. Gosto da cena gratuita de girl power. ♥ No final das contas é um filme levinho pra passar o tempo, divertido e bem colorido.
Adorei a homenagem e a representatividade trazida para o elenco, sem contar as participações mais do que especiais como a de Vanessa Hudgens, Carly Rae Jepsen e os membros do elenco original Didi Conn e Barry Pearl que revisitaram o universo como outros personagens. Adorei a atualização de Doody interpretado por Jordan Fisher, adoro todas as músicas que ele canta, embora as demais tenham perdido um pouco o brilho pra mim, as versões originais ainda são mais emocionantes e animadas.
Ele começa mais devagar que o primeiro, mas apresenta personagens mais engraçados e carismáticos (como a irmãzinha ♥). As músicas, na minha opinião, são bem inferiores. Não teve nenhuma que me empolgou ou que grudou na minha cabeça. A trama é simples, mas acredito que cumpriu o propósito da mesma forma que seu predecessor.
O final é emocionante e me deixa curiosa sobre o poder de Moana. Uma vez que o oceano já era "seu amigo", talvez controlá-lo seja muito pouco para uma semideusa.
Pelo elenco de peso eu esperava uma trama à altura, porém, decepcionante. Gerard Butler volta com o clichê de seus personagens, nada novo por aqui. Catherine Zeta-Jones, Uma Thurman e até mesmo Denis Quaid tem papéis pequeníssimos (e péssimos, diga-se de passagem). A personagem da Jéssica Biel é sofrida de assistir. Infelizmente o filme não é divertido, não é engraçado e muito menos romântico. Não tem nenhuma reviravolta interessante ou inesperada. Uma perda total de tempo.
Eu gosto de temática do relacionamento entre uma mulher mais velha que o cara, e ambos em fases mais estabelecidas de suas vidas, porém... A personagem de Joey King apesar de ter razão na maioria das suas decisões, não convence. Ela é mimada e sem carisma. Já o casal não é muito aprofundado de maneira alguma, mas dá pra passar e considerar um filme sem muitas pretensões. No final das contas eu gostei do romance mas todo o resto foi decepcionante, está repleto de clichês mas nenhum deles casou bem com o resto.
Que grata surpresa para uma sexta-feira à noite. Eu dei play sem muitas expectativas, como já era de se esperar devido ao burburinho inexistente que eu pude presenciar desde sua estreia. Mas esse foi o melhor dos cenários pra que eu pudesse assisti-lo de maneira honesta, sincera e aberta para absorver o que quisessem nos passar (e homenagear) com esse filme que representa os cem anos dos estúdios Disney.
A história é simples, o vilão não é cheio de camadas, a protagonista é carismática e até a estrela, que tinha tudo para ser um personagem irrelevantemente bobo, conseguiu me cativar (sim, já quero bonecos!). Também foi delicioso sacar as referências às demais obras da casa ao mesmo tempo em que eu acompanhava os acontecimentos, mas sem ter que ficar dividindo atenção porque tudo é bem sutil e despretensioso. Apesar de sabermos as intenções dos personagens e para onde a história está nos guiando sem grandes surpresas, confesso que pude curtir e me emocionar mesmo assim neste longa de menos de 1h30. Minha única crítica é aos cenários. Apesar de bem detalhados e lúdicos, me passaram a sensação de vazio, frieza e impessoalidade. Longe de tudo o que eu quero imaginar quando falamos de Disney.
Eu adoro a Diane Keaton e foi por causa dela que insisti mesmo o começo do filme parecendo fraco. E, bom, ela é quem tornou a maior parte dele OK apesar da forçação de barra, mas é impossível não comparar as atrizes quando ela volta para o seu corpo de 30 anos e... parece que a magia se foi? A personalidade delas não é a mesma e até as roupas ficam parecendo uma tentativa de aproximá-las, mas acaba ficando péssimo. Sem contar a aleatoriedade do moço de namorar duas mulheres da mesma família sem exigir maiores explicações - ou entregá-las para o espectador.
Este filme é visualmente lindo e a trama que eu estava achando fraquinha acabou me surpreendendo positivamente, daquele jeito próprio da Pixar. Recomendo!
Comparado ao outro filme interativo da plataforma eu achei melhor, mas ainda assim por ter de desenvolver cada consequência de cada decisão que o espectador toma, todas acabam sendo fracas e superficiais, reforçando o estereótipo do gênero. Do nada a protagonista se torna super interessante e três caras querem ficar com ela, e não importa o que faça ou deixe de fazer eles continuam ali, disponíveis. Dito isso, Paul > Rex > Jack mas, no geral, os personagens são tão insossos que o melhor final para mim é ela ficar sozinha mesmo. No mais, a Netflix encontrou uma estratégia muito boa de conhecer o público e de estar por dentro das suas preferências.
Fui assistir não esperando muito e me emocionei. Me pergunto se haverá uma continuação para explorar e explicar de onde os poderes de Kiri vem, e também quem é seu pai. Fiquei o tempo todo admirando os efeitos e as texturas e a Tuk é a coisinha mais fofa de todas! ❤️
Não acredito que fui descobrir depois de treze anos que essa adaptação existia! Avalon High foi uma das minhas leituras quando criança e eu ainda guardava algumas memórias dela, mas fui surpreendida com o plot muito mais atual do que eu esperava. O filme em si também me surpreendeu já que dei play esperando algo do nível de outras produções do disney channel e, salvo os efeitos especiais, até que tudo aqui foi bastante agradável.
Comecei chorando, então me entretive, ri, admirei as personagens, me interessei pela origem do Namor, refleti sobre ser um filme americano protagonizado por dois grupos marginalizados no país (com pouca ou quase nenhuma participação, ou interferência, dos próprios americanos), então entendi que eles se virariam uns contra os outros, admirei Okoye mais um pouquinho, não achei a protagonista carismática - mas seria difícil se equiparar com Chadwick, nem vi o tempo passar, achei o final ok, chorei de novo nos créditos.
Revi esse filme depois de três anos com a memória mutíssimo vívida do quanto sou apaixonada por ele. Foi um misto de sensações desde "eu sabia que ia me emocionar' até "ei, eu não lembrava disso, mas adorei!". Fico surpresa também em não ver muita gente falando dele por aí, porque merece muito mais reconhecimento do que tem.
Dessa vez percebi (não lembro se da primeira eu notei) o easter egg do código A113 que aparece em tantos filmes da Pixar e alguns da Disney referenciando o número de uma sala onde estudantes de animação tiveram suas aulas. Se foi uma homenagem ou se algum animador do filme fez parte dessa turma eu não sei, mas adorei ter notado.
E por último, mas não menos importante: "Um verdadeiro ato de benevolência sempre desperta outro."
A primeira metade do filme estava bem legal, mas essa sequência é consideravelmente mais musical do que a anterior, o que acabou tornando o filme cansativo em certos momentos. Falando em música, minha favorita foi a das vilãs. Ele também está repleto de referências e homenagens às princesas e rainhas da Disney, como também para algumas das vilãs mais famosas.
Quanto à trama, deixou a desejar. Amy Adams como Giselle está perfeita, mas claramente é a única protagonista. Robert, seu marido, nem faria falta se não estivesse nesse filme, sendo encarregado de tarefas que só lhe dão alguma ocupação (e bem longe da trama central). Morgan e Nancy recebem papéis um pouquinho maiores aqui, sendo a filha a motivação para todo o plot twist e a rainha de Andalasia não poderia ser desperdiçada no filme sem cantar algumas canções. A vilã é só... fraca. Deixando a dualidade de Bem x Mal sobre a própria Giselle. O filho dela aparece como uma proposta de par romântico para Morgan, mas o relacionamento não é desenvolvido.
O que mais me incomoda nesse tipo de sequência é quando esquecem detalhes importantes que foram estabelecidos no original. Afinal, se o beijo de amor verdadeiro é a coisa mais poderosa de todas, se a memória é a coisa mais poderosa de todas e se o amor é a coisa mais poderosa de todas... no final, nada é, né?
Eu não diria que é um filme desnecessário. Foi um filme divertido de assistir. Não é comparável com o primeiro, mas segue a regra das continuações serem inferiores.
Eu fui tão bombardeada por pessoas comentando e recomendando esse filme que, mesmo tendo ignorado durante o lançamento na Netflix, resolvi assistir. Já começo dizendo que fui com a expectativa de uma história bem mais densa principalmente pelo tom que o filme começa, mas com o decorrer do tempo isso se perde. É um filme água com açúcar que não é muito aprofundado, não é justo avaliá-lo como nada além disso.
Perdi a conta de quantas pessoas viram, amaram e me recomendaram. Eu acabei demorando pra resolver assistir e no começo não entendia porque todo mundo amava a história até que... finalmente descobri que tem de especial. É uma história sobre pessoas "normais" que usam de suas habilidades corriqueiras para salvar o mundo do ataque das máquinas. É divertido, emocionante e a mensagem que fica é a de que o amor vale a pena, se é que vocês me entendem.
Tem uma vibe Amelie Poulain e não segue os padrões dos filmes clichês americanos. É uma produção italiana e talvez por isso eu senti algo mais cru, como se as atuações e os sentimentos que ele me transmitiu fossem menos floreados do que estou acostumada a assistir. E gostei bastante da trilha sonora.
Como um filme que contém a melhor cena EVER também não só acaba mas destrói toda e qualquer expectativa do espectador? A protagonista se exaure tentando fazer todo mundo feliz e recebemos aquele final onde o importante é descobrir o que ela mesmo quer/precisa. É uma mensagem legal? Sim. O problema é a maneira que tudo foi desenvolvido e executado. O filme decai de uma vibe super gostosa e engraçada (e com uma trilha sonora espetacular) pra um momento onde todo mundo fica desgraçado da vida e, por isso, mesmo que o final seja feliz tudo é meio... agridoce.
Sem contar a participação sem sentido e o final injusto do Marco. O coitado só serviu de bode expiatório pra algumas brigas mas ele mesmo era um cara legal (o personagem mais decente dos filmes) que terminou sozinho. Sem contar que todo o plot do segundo filme foi esquecido no churrasco. A Elle e o Marco não tinham ganhado o prêmio que ia ajuda-la na faculdade? E mesmo assim o pai trocou de emprego e ela passou o verão todo ralando de trabalhar? E aquela aparição super aleatória da Linda que fica repetindo que tinha histórias da mãe da Elle pra compartilhar? Achei que ficou totalmente jogado.
Pelo menos as lembranças boas que ficam do filme são a cena do kart (a melhor de todas <3), a cena que a Elle tá ensinando o irmão a dançar na máquina que o Lee comprou e ela reconhecendo a senhora Flynn como mãe.
Meu Ano em Oxford
2.9 107 Assista AgoraEu tenho a impressão de que a Sophia Carson sempre interpreta as personagens dela com os mesmos trejeitos, e aqui não foi diferente. Já o Corey Mylchreest também me remeteu ao papel que ele fez de Rei George, lidando com alguma questão de saúde que em dado momento recebe o foco da trama.
Foi um filme OK, apesar de tudo ser bastante previsível. Em certos momentos ele me lembrou Como Eu Era Antes de Você, então não foi surpresa a maneira que o desfecho aconteceu. Talvez por isso eu também tenha passado longe de me emocionar, sem falar no fato de que os personagens secundários tinham potencial para aparecer mais/serem mais interessantes mas não passam de alívios cômicos momentâneos.
O romance também foi meio repentino e a maior parte do desenvolvimento dele acontece na tradicional montagem de cenas sugerindo o passar do tempo e a aproximação deles.
Branca de Neve
2.1 336 Assista AgoraEu achei um filme legal, as mudanças na narrativa fazem sentido dentro da história, apesar de os anões terem movimentos meio lentos e "inumanos" eles são carismáticos.
Infelizmente as piores cenas são todas de Gal Gadot, não dá pra comprar a Rainha Má dela, falta vigor, vilania, crueldade e intensidade. Fora os figurinos que não ajudam em nada.
A música que eu mais gostei foi a nostálgica dos anões voltando para casa, as outras são esquecíveis.
Gostei da Branca de Neve de Rachel Zegler, todo o burburinho daqui de fora respingou no filme em forma de hate, mas não dá pra criticar a atuação dela, que fez bem seu papel
Os efeitos e os animaizinhos são bem bonitos, nada à criticar porque são fofos e tem olhos enormes, também gostei dos cenários.
O romance não é o foco aqui, mas encaixa bem dentro da história mesmo que de maneira superficial, e ainda acaba sendo mais crível do que o original.
Gosto da cena gratuita de girl power. ♥
No final das contas é um filme levinho pra passar o tempo, divertido e bem colorido.
Grease: Ao Vivo
4.0 76Adorei a homenagem e a representatividade trazida para o elenco, sem contar as participações mais do que especiais como a de Vanessa Hudgens, Carly Rae Jepsen e os membros do elenco original Didi Conn e Barry Pearl que revisitaram o universo como outros personagens. Adorei a atualização de Doody interpretado por Jordan Fisher, adoro todas as músicas que ele canta, embora as demais tenham perdido um pouco o brilho pra mim, as versões originais ainda são mais emocionantes e animadas.
A Múmia
3.5 1,1K Assista AgoraAté que achei a maioria dos efeitos bem bons pra época, e o carisma do Brendan Fraser é demais ♥
Todos Menos Você
3.1 510 Assista AgoraÉ tão absurdo que fica bom 😂
Moana 2
3.2 189 Assista AgoraEle começa mais devagar que o primeiro, mas apresenta personagens mais engraçados e carismáticos (como a irmãzinha ♥).
As músicas, na minha opinião, são bem inferiores. Não teve nenhuma que me empolgou ou que grudou na minha cabeça.
A trama é simples, mas acredito que cumpriu o propósito da mesma forma que seu predecessor.
O final é emocionante e me deixa curiosa sobre o poder de Moana. Uma vez que o oceano já era "seu amigo", talvez controlá-lo seja muito pouco para uma semideusa.
Um Bom Partido
2.7 196 Assista AgoraPelo elenco de peso eu esperava uma trama à altura, porém, decepcionante.
Gerard Butler volta com o clichê de seus personagens, nada novo por aqui.
Catherine Zeta-Jones, Uma Thurman e até mesmo Denis Quaid tem papéis pequeníssimos (e péssimos, diga-se de passagem). A personagem da Jéssica Biel é sofrida de assistir.
Infelizmente o filme não é divertido, não é engraçado e muito menos romântico. Não tem nenhuma reviravolta interessante ou inesperada.
Uma perda total de tempo.
Tudo em Família
2.5 137 Assista AgoraEu gosto de temática do relacionamento entre uma mulher mais velha que o cara, e ambos em fases mais estabelecidas de suas vidas, porém...
A personagem de Joey King apesar de ter razão na maioria das suas decisões, não convence. Ela é mimada e sem carisma.
Já o casal não é muito aprofundado de maneira alguma, mas dá pra passar e considerar um filme sem muitas pretensões.
No final das contas eu gostei do romance mas todo o resto foi decepcionante, está repleto de clichês mas nenhum deles casou bem com o resto.
Wish: O Poder dos Desejos
2.9 202 Assista AgoraQue grata surpresa para uma sexta-feira à noite.
Eu dei play sem muitas expectativas, como já era de se esperar devido ao burburinho inexistente que eu pude presenciar desde sua estreia. Mas esse foi o melhor dos cenários pra que eu pudesse assisti-lo de maneira honesta, sincera e aberta para absorver o que quisessem nos passar (e homenagear) com esse filme que representa os cem anos dos estúdios Disney.
A história é simples, o vilão não é cheio de camadas, a protagonista é carismática e até a estrela, que tinha tudo para ser um personagem irrelevantemente bobo, conseguiu me cativar (sim, já quero bonecos!).
Também foi delicioso sacar as referências às demais obras da casa ao mesmo tempo em que eu acompanhava os acontecimentos, mas sem ter que ficar dividindo atenção porque tudo é bem sutil e despretensioso.
Apesar de sabermos as intenções dos personagens e para onde a história está nos guiando sem grandes surpresas, confesso que pude curtir e me emocionar mesmo assim neste longa de menos de 1h30.
Minha única crítica é aos cenários. Apesar de bem detalhados e lúdicos, me passaram a sensação de vazio, frieza e impessoalidade. Longe de tudo o que eu quero imaginar quando falamos de Disney.
Enfim, recomendo demais.
De Repente 70
2.6 38Eu adoro a Diane Keaton e foi por causa dela que insisti mesmo o começo do filme parecendo fraco. E, bom, ela é quem tornou a maior parte dele OK apesar da forçação de barra, mas é impossível não comparar as atrizes quando ela volta para o seu corpo de 30 anos e... parece que a magia se foi? A personalidade delas não é a mesma e até as roupas ficam parecendo uma tentativa de aproximá-las, mas acaba ficando péssimo.
Sem contar a aleatoriedade do moço de namorar duas mulheres da mesma família sem exigir maiores explicações - ou entregá-las para o espectador.
Elementos
3.7 499Este filme é visualmente lindo e a trama que eu estava achando fraquinha acabou me surpreendendo positivamente, daquele jeito próprio da Pixar. Recomendo!
As Escolhas do Amor
2.4 53Comparado ao outro filme interativo da plataforma eu achei melhor, mas ainda assim por ter de desenvolver cada consequência de cada decisão que o espectador toma, todas acabam sendo fracas e superficiais, reforçando o estereótipo do gênero. Do nada a protagonista se torna super interessante e três caras querem ficar com ela, e não importa o que faça ou deixe de fazer eles continuam ali, disponíveis.
Dito isso, Paul > Rex > Jack mas, no geral, os personagens são tão insossos que o melhor final para mim é ela ficar sozinha mesmo.
No mais, a Netflix encontrou uma estratégia muito boa de conhecer o público e de estar por dentro das suas preferências.
Avatar: O Caminho da Água
3.9 1,4K Assista AgoraFui assistir não esperando muito e me emocionei.
Me pergunto se haverá uma continuação para explorar e explicar de onde os poderes de Kiri vem, e também quem é seu pai.
Fiquei o tempo todo admirando os efeitos e as texturas e a Tuk é a coisinha mais fofa de todas! ❤️
Avalon High
2.3 148 Assista AgoraNão acredito que fui descobrir depois de treze anos que essa adaptação existia!
Avalon High foi uma das minhas leituras quando criança e eu ainda guardava algumas memórias dela, mas fui surpreendida com o plot muito mais atual do que eu esperava.
O filme em si também me surpreendeu já que dei play esperando algo do nível de outras produções do disney channel e, salvo os efeitos especiais, até que tudo aqui foi bastante agradável.
Pantera Negra: Wakanda Para Sempre
3.5 824 Assista AgoraComecei chorando, então me entretive, ri, admirei as personagens, me interessei pela origem do Namor, refleti sobre ser um filme americano protagonizado por dois grupos marginalizados no país (com pouca ou quase nenhuma participação, ou interferência, dos próprios americanos), então entendi que eles se virariam uns contra os outros, admirei Okoye mais um pouquinho, não achei a protagonista carismática - mas seria difícil se equiparar com Chadwick, nem vi o tempo passar, achei o final ok, chorei de novo nos créditos.
Klaus
4.3 626 Assista AgoraRevi esse filme depois de três anos com a memória mutíssimo vívida do quanto sou apaixonada por ele. Foi um misto de sensações desde "eu sabia que ia me emocionar' até "ei, eu não lembrava disso, mas adorei!".
Fico surpresa também em não ver muita gente falando dele por aí, porque merece muito mais reconhecimento do que tem.
Dessa vez percebi (não lembro se da primeira eu notei) o easter egg do código A113 que aparece em tantos filmes da Pixar e alguns da Disney referenciando o número de uma sala onde estudantes de animação tiveram suas aulas. Se foi uma homenagem ou se algum animador do filme fez parte dessa turma eu não sei, mas adorei ter notado.
E por último, mas não menos importante:
"Um verdadeiro ato de benevolência sempre desperta outro."
Desencantada
2.8 183 Assista AgoraA primeira metade do filme estava bem legal, mas essa sequência é consideravelmente mais musical do que a anterior, o que acabou tornando o filme cansativo em certos momentos. Falando em música, minha favorita foi a das vilãs.
Ele também está repleto de referências e homenagens às princesas e rainhas da Disney, como também para algumas das vilãs mais famosas.
Quanto à trama, deixou a desejar. Amy Adams como Giselle está perfeita, mas claramente é a única protagonista. Robert, seu marido, nem faria falta se não estivesse nesse filme, sendo encarregado de tarefas que só lhe dão alguma ocupação (e bem longe da trama central). Morgan e Nancy recebem papéis um pouquinho maiores aqui, sendo a filha a motivação para todo o plot twist e a rainha de Andalasia não poderia ser desperdiçada no filme sem cantar algumas canções.
A vilã é só... fraca. Deixando a dualidade de Bem x Mal sobre a própria Giselle. O filho dela aparece como uma proposta de par romântico para Morgan, mas o relacionamento não é desenvolvido.
O que mais me incomoda nesse tipo de sequência é quando esquecem detalhes importantes que foram estabelecidos no original. Afinal, se o beijo de amor verdadeiro é a coisa mais poderosa de todas, se a memória é a coisa mais poderosa de todas e se o amor é a coisa mais poderosa de todas... no final, nada é, né?
Eu não diria que é um filme desnecessário. Foi um filme divertido de assistir. Não é comparável com o primeiro, mas segue a regra das continuações serem inferiores.
Moxie: Quando as Garotas Vão à Luta
3.6 220 Assista AgoraEu enrolei pra ver esse filme porque eu achava que era sobre adolescentes revoltadas...
E é. Com total razão.
Me arrependo de não ter assistido antes!
Continência ao Amor
3.2 338 Assista AgoraEu fui tão bombardeada por pessoas comentando e recomendando esse filme que, mesmo tendo ignorado durante o lançamento na Netflix, resolvi assistir.
Já começo dizendo que fui com a expectativa de uma história bem mais densa principalmente pelo tom que o filme começa, mas com o decorrer do tempo isso se perde.
É um filme água com açúcar que não é muito aprofundado, não é justo avaliá-lo como nada além disso.
A Família Mitchell e a Revolta das Máquinas
4.0 496Perdi a conta de quantas pessoas viram, amaram e me recomendaram.
Eu acabei demorando pra resolver assistir e no começo não entendia porque todo mundo amava a história até que... finalmente descobri que tem de especial.
É uma história sobre pessoas "normais" que usam de suas habilidades corriqueiras para salvar o mundo do ataque das máquinas.
É divertido, emocionante e a mensagem que fica é a de que o amor vale a pena, se é que vocês me entendem.
Demais pra Mim
3.2 113 Assista AgoraTem uma vibe Amelie Poulain e não segue os padrões dos filmes clichês americanos. É uma produção italiana e talvez por isso eu senti algo mais cru, como se as atuações e os sentimentos que ele me transmitiu fossem menos floreados do que estou acostumada a assistir. E gostei bastante da trilha sonora.
A Barraca do Beijo 3
2.5 229Como um filme que contém a melhor cena EVER também não só acaba mas destrói toda e qualquer expectativa do espectador?
A protagonista se exaure tentando fazer todo mundo feliz e recebemos aquele final onde o importante é descobrir o que ela mesmo quer/precisa. É uma mensagem legal? Sim. O problema é a maneira que tudo foi desenvolvido e executado. O filme decai de uma vibe super gostosa e engraçada (e com uma trilha sonora espetacular) pra um momento onde todo mundo fica desgraçado da vida e, por isso, mesmo que o final seja feliz tudo é meio... agridoce.
Sem contar a participação sem sentido e o final injusto do Marco. O coitado só serviu de bode expiatório pra algumas brigas mas ele mesmo era um cara legal (o personagem mais decente dos filmes) que terminou sozinho.
Sem contar que todo o plot do segundo filme foi esquecido no churrasco. A Elle e o Marco não tinham ganhado o prêmio que ia ajuda-la na faculdade? E mesmo assim o pai trocou de emprego e ela passou o verão todo ralando de trabalhar?
E aquela aparição super aleatória da Linda que fica repetindo que tinha histórias da mãe da Elle pra compartilhar? Achei que ficou totalmente jogado.
Pelo menos as lembranças boas que ficam do filme são a cena do kart (a melhor de todas <3), a cena que a Elle tá ensinando o irmão a dançar na máquina que o Lee comprou e ela reconhecendo a senhora Flynn como mãe.
Cruella
4.0 1,4K Assista AgoraEsse filme tem uma vibe totalmente caótica. Gostei.
Meu Passado Me Condena: O Filme
2.9 707 Assista AgoraNunca torci tanto pra em um filme de comédia romântica um casal terminar separado.