Achei a trama interessante e resolvi assistir, mas que decepção. Os personagens são sem carisma, a protagonista é insuportável e puramente egoísta, nada que ela faz desperta o sentimento de torcer para que consiga sucesso nas suas investigações tortas. Roque, na minha opinião, é o melhor personagem e o que teve mais espaço pra ter um desenvolvimento que faça sentido. Tem furos e acontecimentos repentinos e que não vem acompanhados de explicações prévias nem póstumas. O flerte com a ficção científica (se é que podemos chamar assim) é raso demais. Diversas cenas tentam trazer um ar de mistério que no final das contas acabam se tornando repetitivas, como vultos e portas que não fecham rápido o suficiente para esconder o que tem dentro - ou fora. Tem muitas, muitas cenas de sexo jogadas à torto e a direita e uma ou outra até dá pra entender o intuito, mas o que é incompreensível é a normalização de jovens (alguns parecem adolescentes) fazendo sexo em todos os lugares públicos. Em vestiários sem porta, na sauna e na jacuzzi, todos os lugares de livre circulação. É bizarro. Uma pena que eu queria entender onde a trama iria acabar e, pelo visto, teria que assistir a uma possível segunda temporada.
Eu tentei assistir How I Met Your Mother primeiro porque eu sabia que perderia algumas referências mas não consegui, tem muita coisa problemática para os dias de hoje que eu não curto e também estava com dificuldade de gostar dos personagens, mas ainda bem que parti logo pra How I Met Your Father.
A série é leve, engraçada e divertida, e é uma pena que não tenha sido renovada para a terceira temporada. Eu estava ansiosa para as reviravoltas que prometiam demais. Queria o desenvolvimento pessoal de Charlie mudando de ideia quanto a ser pai, e como ele reconquistaria a Valentina. A Valentina com o Drew sendo o puro caos e a Sophie descobrindo os dois. O Sid e a Hannah finalmente decidindo terminar o relacionamento à distância sendo para ficar juntos na mesma cidade ou terminando de vez. A evolução do relacionamento da Sophie com o Jesse até o momento em que ele diria o eu te amo de novo, mas dessa vez com significado. E, enfim, eu queria que a Ellen finalmente encontrasse alguém que a amasse do jeitinho esquisito dela.
Eu sei que custava fazer, mas uma mini temporada com metade dos episódios poderia amarrar tudo direitinho e satisfazer os espectadores.
Resolvi rever a primeira temporada depois de anos para enfim assistir as restantes mas confesso que está difícil de gostar, já que o Ted é o protagonista mais chato, sem graça e irritante de todos. A fixação dele na Robin é cansativa e repetitiva, espero que isso não fique indo e voltando durante toda a série. E, apesar de eu também não ver muita graça nas "piadas" do Barney, pelo menos acho a Lily e o Marshall fofos.
Acho que Casamento às Cegas finalmente caiu na mesmice pra mim. Achei todo mundo desinteressante e não teve emoção durante toda a temporada. Arrisco dizer que só as tretas do episódio da reunião já superam todo o resto.
E onde estão encontrando esse elenco masculino vergonhoso, pelo amor de Deus? Pior ainda a cara de pau dos que insistiram no erro depois de terem sido desmentidos.
A série continua bem água-com-açúcar mas entretém. É difícil ficar do lado de uma protagonista que erra tanto, mas a história é justamente sobre sua jornada de evolução e autodesenvolvimento. Os momentos que referenciam cenas de Para Todos os Garotos foram fofos demais, espero que continuem com esses detalhes caso renovem para uma terceira temporada.
O nível das tretas entre noras e sogras permaneceu o mesmo, porém, achei as provas mais fracas (foi a minha parte preferida da primeira temporada). O reality continua legal de acompanhar e espero que venha uma terceira temporada com provas mais legais.
É impossível assistirmos sem levar em conta a cultura e a tradição local mas, principalmente para nós mulheres, é muito impactante o quão machistas são os participantes homens.
Como a própria Karma apontou na reunião para seu ex-interesse amoroso, Ammar: ele estabelece um patamar pro comportamento feminino que nem mesmo ele consegue seguir. Idem para o Simo. Imaginem só se a Hajar dessa uma volta para outro cara olhar a parte de trás do vestido dela?
Já a Nour foi polêmica quando se colocou como anti-feminista porém, todo seu comportamento durante a reunião mostrou como a visão dela sobre o movimento é preconceituosa, uma vez que ela apoiou as demais participantes em seus posicionamentos, se apresentou como uma mulher estudada e inteligente e ainda respondeu à altura a quantidade de ataques que recebeu do outro sofá. Em relação às críticas que ela recebeu, foi vergonhoso ver os homens se juntando para atacá-la durante todo o episódio. Infelizmente (para eles) Mido e Chafic só pareceram recalcados.
Uma pena que Dounia tenha continuado sua relação com o homem que só fez criticar sua mãe diante do mundo inteiro - e pior ainda, "defendê-lo" daquela maneira. Agradecer os elogios sobre sua beleza "natural" enquanto usam disso para criticar a Nour, sendo que ela mesma fez inúmeros procedimentos é, no mínimo, hipócrita.
O casamento de Safa e Mohammed segue firme e é isso, sem maiores destaques para eles em todo o programa. Que bom que deu certo.
No final das contas acho que o único homem que saiu com a imagem intacta para mim foi o Kathab.
Os costumes que envolvem a tradição do casamento foram lindos de ver e esse é o grande atrativo do formato do programa aplicado à outras culturas, da mesma maneira que foi no do Japão mas, além de respeitar, podemos sim encarar aquilo como inaceitável para a nossa realidade e vivência, ainda mais quando tantas participantes se mostraram insatisfeitas com a maneira que foram tratadas.
Achei o roteiro bem mais fraco nesta temporada (ou isso, ou a fórmula fácil e clichê que é tão gostosinha de assistir... finalmente está caindo na mesmice), e percebi algumas continuações de cenas esquisitas, desencontradas e até que iam contra algo que aconteceu anteriormente.
A segunda parte traz uma reviravolta pra história interessante, com a expectativa de deixarmos Camille e Gabriel um pouco pra lá (porque ninguém aguenta mais esse triangulo amoroso vaivém - mas sendo realistas que eles continuarão na série) e dos novos ares de "Emily em Roma". Os personagens secundários tem sido mais desenvolvidos, porém, temo que o arco da Mindy sempre será meio qualquer coisa. Ela ficou um tempão perseguindo o sonho da participação na Eurovision para de repente desistir dele, e então ela resolver partir pra uma jornada sozinha em outro continente sem levar em consideração a sua banda (sem ao menos terem sido citados).
Gostei do final da temporada e espero que a próxima não venha com os mesmos errinhos, e ainda traga algo de novo e empolgante.
Esta temporada foi legal, mas acho que foi inferior à primeira. Seguimos com a participação feminina que eu tanto gosto mas que continuo achando injusta. Ou as provas são adaptadas para isso ou a "inclusão" fica sem sentido, já que em todas as provas sabíamos que as mulheres seriam facilmente batidas pelos homens, naturalmente. Ainda não pudemos ver nenhuma mulher competindo com porcentual de peso/altura ajustados, então fico curiosa pra saber como seria.
Me arrisco a dizer que Grey's vem perdendo o brilho no decorrer das últimas temporadas. Um acerto aqui, ao meu ver, foi trazer mais importância para os novos internos que por sinal são bem mais interessantes que os últimos, mas ainda assim pareceu meio fraco. É difícil não comparar ao grupo da primeira temporada.
É perceptível o quanto Ellen Pompeo já se retirou quase que completamente da série e todas as tramas que envolvem a Meredith ficam enfadonhas. Ela nunca erra e ela sempre sai por cima de qualquer situação. Ela conquistou esse direito? Sim, mas ao mesmo tempo esse vai e volta com o Nick... já sabíamos no que ia dar. A Miranda, a Meg, a Amy, o Richard e até as aparições da Addison tornam a história interessante o suficiente pra que não precisemos recorrer ao relacionamento dela com Nick.
Owen, na minha opinião, segue sendo insuportável (e eu tinha ficado TÃO feliz com a saída dele na 18ª) e pode dar as mãos para o Winston que também se tornou insuportável nessa temporada. Não compro o romance entre Jo e Link e, pelo menos por agora, eu gostaria de ver algum desenvolvimento dela com o Sam antes de cogitar o casal. E na hora que tantos personagens importantes entraram no mesmo jatinho... eu jurava que ia rolar acidente, hahaha.
Os quatro primeiros episódios foram viciantes e os episódios cinco e seis focaram nas consequências dos conflitos que aconteceram. Torci contra muitos participantes, fiquei horrorizada com alguns deles, comecei a torcer para uma equipe e então passei a não torcer para mais ninguém até mudar de ideia e começar a simpatizar com os underdogs, embora desconfiasse um pouco do comportamento deles.
Já os dois últimos episódios foram a verdadeira definição do "tudo pode acontecer". Das três famílias finalistas tínhamos duas que protagonizaram o programa e uma que chegou ali por competência nas provas. No final das contas eu não queria que os Sassone ganhassem, apesar da Soc ser fofa, porque o casal me pareceu muito desrespeitoso tanto um para com o outro e principalmente com a sogrinha/mãe. O Felipe tem muita lábia para lidar com os outros participantes e com as situações conflituosas mas mesmo assim a personalidade e o temperamento dele fizeram com que eu torcesse contra desde o começo, só piorou quando vi que o Vini era igualzinho.
Os Tenório, em especial a Severina, me causou muito incômodo no começo, depois eles me pareceram inocentes, mas no decorrer do programa eu não sabia mais no que acreditar - como a maioria dos participantes. Foi só quando eles realmente se tornaram alvo de todos os outros grupos que eu comecei a torcer pela reviravolta, porque assim a competição ficaria muito mais interessante. Se eles tivessem ganhado eu teria gostado.
Já os Nery, que venceram, não tem muito o que dizer. Foram bem nas provas e correram pela tangente em todas as etapas de convivência, estavam em um lugar bastante confortável e levaram o prêmio. Não se queimaram mas dificilmente também conquistaram o público.
Quanto aos outros casais: Eu cheguei a torcer pelos Castro porque no geral me pareceram a família mais respeitosa ainda que tivessem os desentendimentos deles. Quando se juntaram ao resto do grupão contra os Tenório a coisa perdeu a graça pra mim. A família Dunker só foi desinteressante desde o começo e no final já não aguentava mais. Enquanto a Donatti deve ter sido a que mais me horrorizou em todo o programa, e se considerarmos que eles desistiram logo no começo isso é um feito e tanto. Que sogra mal resolvida e desbocada. Não sabe dialogar, apenas ser ignorante tanto com a nora quanto com o filho; não consigo imaginar ter que conviver com esse tipo de pessoa. Acho que foi bom até para nós, espectadores, que não precisamos presenciar muito mais de toda aquela baixaria. Se ela fosse tratada da mesma maneira que faz com os demais aquele drama todo da metáfora do tiro seria pouco.
Não entendi porque estenderam as aparições do Ben se o arco que o personagem trouxe pra cá podia ter sido apresentado ainda na primeira temporada, enquanto a presença da Imogen que no começo, pra mim, parecia não fazer sentido, aqui eu já mudei de ideia. Ela é a única personagem do Paris Squad que até então não parece fazer parte do universo queer e cumpre o papel da personagem que quer tentar fazer as coisas do jeito certo mesmo dando muitos foras no processo.
Eu contava muito com o desenvolvimento do relacionamento da Elle e do Tao e até que recebemos um arco de gosto-dele-mas-não-sei-se-ele-gosta-de-mim. Só que achei que fizeram um downgrade na personagem. Tao segue sendo expansivo e meio sem noção (principalmente consigo mesmo) mas a Elle das HQs é tão mais madura e assertiva que não entendi ela, do nada, não querer mais ficar com o Tao. O ponto positivo é que a personagem ganha profundidade em relação aos seus gostos e aspirações pessoais.
Também gostei que deram uma introdução a um possível arco do personagem Isaac para a terceira temporada, que aqui substitui o personagem original das HQs: Aled Last. Vai ser bastante interessante ver como eles vão explorar a assexualidade dele.
Tara e Darcy que são outro casal que já surge bem estabelecido nas HQs recebe um pouquinho mais de espaço sob os holofotes, agora que podemos presenciar as dificuldades que Darcy enfrenta dentro de casa e que não refletem necessariamente a personalidade meio caótica do bem que ela assume diante dos seus amigos.
O rolinho dos professores Ajayi e Farouk foi exatamente o que eu esperava, fofos demais.
E, por fim, o relacionamento de Nick e Charlie segue bem os moldes dos quadrinhos e lavando isso em conta já sei que a terceira temporada vai acabar comigo de tanto me fazer chorar, afinal o 4º volume é o meu favorito e o que trata de assuntos mais pesados.
Essa última temporada segue bastante fiel com tudo o que vimos nas temporadas anteriores e ainda podemos contar com Devi amadurecendo, mesmo que da maneira dela. Todos os arcos são encerrados de uma maneira bastante satisfatória e quando eu achava que sairia ilesa da emoção de praxe que conseguem causar em cada fim de temporada... bom, não escapei mais uma vez, e foi ótimo!
Confesso que não estava muito animada para dar continuidade à série, mas acabei resolvendo assistir e só posso dizer que os Crows compensam todos os outros arcos que não me agradam (da mesma maneira que foi nos livros). ❤️
A dinâmica do reality acabou sendo mais legal do que eu esperava mas houveram momentos em que eu não conseguia assistir, acabei pulando partes de F e B porque eles são péssimos; espero que agora a Netflix pare de requentar a aparição deles dentro do streaming; além de eu esperar que as provas fossem mais legais, o que acabou chamando a atenção são as tretas. Ines e Dom foram os mais fofos, espero que as coisas deem certo pra eles aqui fora - já que simplesmente nenhum dos casais durou kk.
S precisa amadurecer muito e não esperar que sua parceira vire psicóloga toda vez que se sente inseguro - e pior, ainda fazer cobranças sem noção em cima da garota, e isso já vem de outro reality. C só quis causar mesmo, da mesma forma que N e W só queriam pagar de jogadores. Dá pra "entender" pq F é tão arrogante, já que todos os caras ficam babando em cima dela o tempo todo por causa da sua aparência - como se isso mascarasse a personalidade abominável - e os que ficaram com ela são tratados como lixo como quando ela ameaça de "se você falar com a Savannah eu te mato", que preguiça ZzzZzzZz. A maioria das meninas merecia mais, um exemplo disso foi a Abby. Glowy Chloe s2. Realmente achei que J e K fossem se entender aqui fora, mas né.
Reality viciante e um pouco injusto em certos momentos, como as provas em grupo não provarem que um participante é de fato o mais capaz, as vezes chega longe pelo desempenho coletivo - o que é legal, mas vai contra a proposta de encontrar "O corpo perfeito". A participação feminina também já que estavam em menor quantidade e as provas eram desbalanceadas, sendo biologicamente inviável a maioria das disputas pelas quais passaram, mas o melhor exemplo de provas justas seriam aquela primeira de se segurarem sobre a piscina e a de içar o busto com 40% do peso do próprio competidor. Fora a cena humilhante que presenciamos entre um homem e uma mulher na arena de força, não apenas pela facilidade com que ele a venceu mas pela forma extremamente machista que agiu durante todo o duelo.
Impossível não torcer pela equipe da Jang Eunsil desde a montagem dos grupos.
A edição do programa me foi um pouco estranha já que repetiam diversas vezes a mesma cena de diferentes ângulos afim de mostrar a reação dos participantes e talvez entregar uma dramaticidade maior onde não era pra tanto? A relação de respeito e apoio - entre os homens - é admirável, principalmente em relação aos mais velhos.
As provas foram realmente muito bem pensadas e executadas, mas achei que justamente no último episódio elas foram mais fracas, todas pareceram um repeteco das provas relacionadas à mitologia grega da fase anterior, esperava algo mais grandioso e impactante.
Dos cinco finalistas quem venceu foi quem, na minha opinião, tinha menos carisma, mas olhando pra trás e vendo que os mais arrogantes ficaram pra trás não achei tão ruim assim. Ele mereceu já que ganhou de uma forma respeitosa.
Na versão japonesa desse reality as diferenças culturais ficam bem evidentes, principalmente quando começamos a acompanhar os casais no dia a dia. E, em momento algum, senti que algum dos participantes foi exposto. Se você espera por brigas e barracos (como nas versões do Brasil e EUA) esse programa não é pra você, já que o respeito transparece demais entre todo mundo, talvez por isso não tivemos um episódio de reunião, já que o intuito principal parece ser passar os assuntos à limpo.
Eu esperava um posicionamento bem machista e conservador vindo dos homens e claro que um ou outro esperava certos comportamentos de suas parceiras, mas no geral foi muito menos impactante do que eu esperava.
Eu posso estar enganada, mas os casais que acabaram se casando pareciam ter um sentimento sincero um pelo outro. Espero que sim.
Imagino que o trabalho dos dubladores tenha sido difícil porque, mesmo optando por assistir o programa em português eu senti que ficou faltando muita coisa dos diálogos, faltava algum tipo de interação e as vezes eu não entendia o que estava se passando.
Diferentemente das outras temporadas esta aqui teve alguns episódios lançados semanalmente e, sinceramente, um mês inteiro pra poder assistir tudo foi cansativo e quando chegava a próxima semana eu sentia que muitas das impressões e curiosidade que tive nos episódios anteriores foi se perdendo ao longo do tempo.
Como nas outras edições, parece que a mesma fórmula de casais x personalidade voltam:
O casal que se dá bem logo de cara e não quer saber de mais ninguém
Alexa e Brennon serviram como o casal segurança pra que a temporada não afundasse logo de cara. Se todos os casais vinham tendo problemas de convivência, eles permaneciam na mesmice, foram o primeiro casal a preencher a cota de dois casamentos por programa
As outras temporadas vieram com personalidade bem... peculiares, dessas que a gente se pergunta o que foram fazer nesse tipo de programa. Bom, aqui temos Bartise, que apareceu com o discurso de que era muito maduro pra sua idade (25) e que estava pronto pra construir uma família. Ele caiu justamente na infantilidade de ficar comparando a beleza de sua noiva com outra candidata com quem conversava nos pods, além de super exaltar sua própria aparência, justificando de que "no mundo real" ele combinava mais com Raven, a instrutora de pilates, do que com Nancy, que tinha como principal característica o carisma. Como frisado várias vezes por ele: A aparência importa! - E ele se acha.
O cara que está apaixonado e a menina que o usa para ficar perto de outro pretendente
Ao que tudo indicava, esse era o caso de Colleen. Ela, tendo se envolvido emocionalmente com outros dois participantes, um deles sendo Cole (que protagonizará, ao seu lado, uma das maiores polêmicas da temporada), acabou dizendo sim ao seu terceiro pretendente, Matt. Em um primeiro momento a bailarina pareceu dizer sim para o pedido de casamento como uma última alternativa, mas o grande problema do casal se deu pela insegurança excessiva de Matt. No final das contas não é que eles se casaram mesmo?
Em uma situação parecida com Barnet e Nancy, Cole (citado acima) tem uma mulher perdidamente apaixonada por ele, mas Zanab tem suas próprias inseguranças que a fazem passar o programa todo com um pé atrás em relação ao seu relacionamento. Ele é aquele personagem que vive uma vida de solteirão e precisa fazer alguns ajustes para conviver com uma parceira. Ele é mais um cara que aparece dizendo que "no mundo real" ele combinaria com outra participante que não sua própria noiva. Após a reunião acusações foram feitas e parece que a situação era ainda pior do que imaginávamos.
Raven aceitou o pedido de casamento de SK. Ele é nigeriano e traz consigo muito da sua cultura, que quer que esteja presente não apenas na cerimônia como no relacionamento e dia a dia do casal. O programa todo ela pareceu impor uma barreira entre eles simplesmente porque não estava afim do noivo, culminando na negativa dele ao altar. A grande surpresa da reunião foi que após o programa terminar eles começaram a namorar.
Os três episódios depois do reencontro estavam bem bons, foi muito legal ver como os participantes estavam hoje em dia e como os casais, ex-casais e futuros casais estavam se relacionando, apesar das inúmeras intrigas que ficaram naquele disse me disse e no final não sabemos quem estava falando a verdade. Falando em final, os últimos cinco segundos acabam com todos os outros episódios kkk
Olympo (1ª Temporada)
2.9 47 Assista AgoraAchei a trama interessante e resolvi assistir, mas que decepção.
Os personagens são sem carisma, a protagonista é insuportável e puramente egoísta, nada que ela faz desperta o sentimento de torcer para que consiga sucesso nas suas investigações tortas.
Roque, na minha opinião, é o melhor personagem e o que teve mais espaço pra ter um desenvolvimento que faça sentido.
Tem furos e acontecimentos repentinos e que não vem acompanhados de explicações prévias nem póstumas. O flerte com a ficção científica (se é que podemos chamar assim) é raso demais.
Diversas cenas tentam trazer um ar de mistério que no final das contas acabam se tornando repetitivas, como vultos e portas que não fecham rápido o suficiente para esconder o que tem dentro - ou fora.
Tem muitas, muitas cenas de sexo jogadas à torto e a direita e uma ou outra até dá pra entender o intuito, mas o que é incompreensível é a normalização de jovens (alguns parecem adolescentes) fazendo sexo em todos os lugares públicos. Em vestiários sem porta, na sauna e na jacuzzi, todos os lugares de livre circulação. É bizarro.
Uma pena que eu queria entender onde a trama iria acabar e, pelo visto, teria que assistir a uma possível segunda temporada.
Como Eu Conheci Seu Pai (2ª Temporada)
3.6 26 Assista AgoraEu tentei assistir How I Met Your Mother primeiro porque eu sabia que perderia algumas referências mas não consegui, tem muita coisa problemática para os dias de hoje que eu não curto e também estava com dificuldade de gostar dos personagens, mas ainda bem que parti logo pra How I Met Your Father.
A série é leve, engraçada e divertida, e é uma pena que não tenha sido renovada para a terceira temporada. Eu estava ansiosa para as reviravoltas que prometiam demais.
Queria o desenvolvimento pessoal de Charlie mudando de ideia quanto a ser pai, e como ele reconquistaria a Valentina. A Valentina com o Drew sendo o puro caos e a Sophie descobrindo os dois. O Sid e a Hannah finalmente decidindo terminar o relacionamento à distância sendo para ficar juntos na mesma cidade ou terminando de vez. A evolução do relacionamento da Sophie com o Jesse até o momento em que ele diria o eu te amo de novo, mas dessa vez com significado. E, enfim, eu queria que a Ellen finalmente encontrasse alguém que a amasse do jeitinho esquisito dela.
Eu sei que custava fazer, mas uma mini temporada com metade dos episódios poderia amarrar tudo direitinho e satisfazer os espectadores.
Como Eu Conheci Sua Mãe (1ª Temporada)
4.5 784 Assista AgoraResolvi rever a primeira temporada depois de anos para enfim assistir as restantes mas confesso que está difícil de gostar, já que o Ted é o protagonista mais chato, sem graça e irritante de todos.
A fixação dele na Robin é cansativa e repetitiva, espero que isso não fique indo e voltando durante toda a série. E, apesar de eu também não ver muita graça nas "piadas" do Barney, pelo menos acho a Lily e o Marshall fofos.
Casamento às Cegas (8ª Temporada)
2.6 17 Assista AgoraAcho que Casamento às Cegas finalmente caiu na mesmice pra mim.
Achei todo mundo desinteressante e não teve emoção durante toda a temporada. Arrisco dizer que só as tretas do episódio da reunião já superam todo o resto.
E onde estão encontrando esse elenco masculino vergonhoso, pelo amor de Deus? Pior ainda a cara de pau dos que insistiram no erro depois de terem sido desmentidos.
Com Carinho, Kitty (2ª Temporada)
3.3 31 Assista AgoraA série continua bem água-com-açúcar mas entretém. É difícil ficar do lado de uma protagonista que erra tanto, mas a história é justamente sobre sua jornada de evolução e autodesenvolvimento. Os momentos que referenciam cenas de Para Todos os Garotos foram fofos demais, espero que continuem com esses detalhes caso renovem para uma terceira temporada.
Ilhados Com a Sogra (2ª Temporada)
3.5 38 Assista AgoraO nível das tretas entre noras e sogras permaneceu o mesmo, porém, achei as provas mais fracas (foi a minha parte preferida da primeira temporada). O reality continua legal de acompanhar e espero que venha uma terceira temporada com provas mais legais.
Casamento às Cegas: Argentina
2.5 7 Assista AgoraDe todas as versões até o momento essa foi a que eu achei mais fraca e bem "tanto faz" pra quem dissesse sim no altar.
Casamento às Cegas: Habibi (1ª Temporada)
2.9 10 Assista AgoraÉ impossível assistirmos sem levar em conta a cultura e a tradição local mas, principalmente para nós mulheres, é muito impactante o quão machistas são os participantes homens.
Como a própria Karma apontou na reunião para seu ex-interesse amoroso, Ammar: ele estabelece um patamar pro comportamento feminino que nem mesmo ele consegue seguir. Idem para o Simo. Imaginem só se a Hajar dessa uma volta para outro cara olhar a parte de trás do vestido dela?
Já a Nour foi polêmica quando se colocou como anti-feminista porém, todo seu comportamento durante a reunião mostrou como a visão dela sobre o movimento é preconceituosa, uma vez que ela apoiou as demais participantes em seus posicionamentos, se apresentou como uma mulher estudada e inteligente e ainda respondeu à altura a quantidade de ataques que recebeu do outro sofá.
Em relação às críticas que ela recebeu, foi vergonhoso ver os homens se juntando para atacá-la durante todo o episódio. Infelizmente (para eles) Mido e Chafic só pareceram recalcados.
Uma pena que Dounia tenha continuado sua relação com o homem que só fez criticar sua mãe diante do mundo inteiro - e pior ainda, "defendê-lo" daquela maneira. Agradecer os elogios sobre sua beleza "natural" enquanto usam disso para criticar a Nour, sendo que ela mesma fez inúmeros procedimentos é, no mínimo, hipócrita.
O casamento de Safa e Mohammed segue firme e é isso, sem maiores destaques para eles em todo o programa. Que bom que deu certo.
No final das contas acho que o único homem que saiu com a imagem intacta para mim foi o Kathab.
Os costumes que envolvem a tradição do casamento foram lindos de ver e esse é o grande atrativo do formato do programa aplicado à outras culturas, da mesma maneira que foi no do Japão mas, além de respeitar, podemos sim encarar aquilo como inaceitável para a nossa realidade e vivência, ainda mais quando tantas participantes se mostraram insatisfeitas com a maneira que foram tratadas.
Emily em Paris (4ª Temporada)
3.4 82 Assista AgoraAchei o roteiro bem mais fraco nesta temporada (ou isso, ou a fórmula fácil e clichê que é tão gostosinha de assistir... finalmente está caindo na mesmice), e percebi algumas continuações de cenas esquisitas, desencontradas e até que iam contra algo que aconteceu anteriormente.
A segunda parte traz uma reviravolta pra história interessante, com a expectativa de deixarmos Camille e Gabriel um pouco pra lá (porque ninguém aguenta mais esse triangulo amoroso vaivém - mas sendo realistas que eles continuarão na série) e dos novos ares de "Emily em Roma".
Os personagens secundários tem sido mais desenvolvidos, porém, temo que o arco da Mindy sempre será meio qualquer coisa. Ela ficou um tempão perseguindo o sonho da participação na Eurovision para de repente desistir dele, e então ela resolver partir pra uma jornada sozinha em outro continente sem levar em consideração a sua banda (sem ao menos terem sido citados).
Gostei do final da temporada e espero que a próxima não venha com os mesmos errinhos, e ainda traga algo de novo e empolgante.
A Batalha dos 100 (2ª Temporada)
3.9 57 Assista AgoraEsta temporada foi legal, mas acho que foi inferior à primeira. Seguimos com a participação feminina que eu tanto gosto mas que continuo achando injusta. Ou as provas são adaptadas para isso ou a "inclusão" fica sem sentido, já que em todas as provas sabíamos que as mulheres seriam facilmente batidas pelos homens, naturalmente. Ainda não pudemos ver nenhuma mulher competindo com porcentual de peso/altura ajustados, então fico curiosa pra saber como seria.
A Anatomia de Grey (19ª Temporada)
3.7 26 Assista AgoraMe arrisco a dizer que Grey's vem perdendo o brilho no decorrer das últimas temporadas.
Um acerto aqui, ao meu ver, foi trazer mais importância para os novos internos que por sinal são bem mais interessantes que os últimos, mas ainda assim pareceu meio fraco. É difícil não comparar ao grupo da primeira temporada.
É perceptível o quanto Ellen Pompeo já se retirou quase que completamente da série e todas as tramas que envolvem a Meredith ficam enfadonhas. Ela nunca erra e ela sempre sai por cima de qualquer situação. Ela conquistou esse direito? Sim, mas ao mesmo tempo esse vai e volta com o Nick... já sabíamos no que ia dar. A Miranda, a Meg, a Amy, o Richard e até as aparições da Addison tornam a história interessante o suficiente pra que não precisemos recorrer ao relacionamento dela com Nick.
Owen, na minha opinião, segue sendo insuportável (e eu tinha ficado TÃO feliz com a saída dele na 18ª) e pode dar as mãos para o Winston que também se tornou insuportável nessa temporada.
Não compro o romance entre Jo e Link e, pelo menos por agora, eu gostaria de ver algum desenvolvimento dela com o Sam antes de cogitar o casal.
E na hora que tantos personagens importantes entraram no mesmo jatinho... eu jurava que ia rolar acidente, hahaha.
A Anatomia de Grey (18ª Temporada)
3.6 42 Assista AgoraOlá pra sempre 💔
Ilhados Com a Sogra (1ª Temporada)
3.7 79 Assista AgoraOs quatro primeiros episódios foram viciantes e os episódios cinco e seis focaram nas consequências dos conflitos que aconteceram.
Torci contra muitos participantes, fiquei horrorizada com alguns deles, comecei a torcer para uma equipe e então passei a não torcer para mais ninguém até mudar de ideia e começar a simpatizar com os underdogs, embora desconfiasse um pouco do comportamento deles.
Já os dois últimos episódios foram a verdadeira definição do "tudo pode acontecer".
Das três famílias finalistas tínhamos duas que protagonizaram o programa e uma que chegou ali por competência nas provas.
No final das contas eu não queria que os Sassone ganhassem, apesar da Soc ser fofa, porque o casal me pareceu muito desrespeitoso tanto um para com o outro e principalmente com a sogrinha/mãe. O Felipe tem muita lábia para lidar com os outros participantes e com as situações conflituosas mas mesmo assim a personalidade e o temperamento dele fizeram com que eu torcesse contra desde o começo, só piorou quando vi que o Vini era igualzinho.
Os Tenório, em especial a Severina, me causou muito incômodo no começo, depois eles me pareceram inocentes, mas no decorrer do programa eu não sabia mais no que acreditar - como a maioria dos participantes. Foi só quando eles realmente se tornaram alvo de todos os outros grupos que eu comecei a torcer pela reviravolta, porque assim a competição ficaria muito mais interessante. Se eles tivessem ganhado eu teria gostado.
Já os Nery, que venceram, não tem muito o que dizer. Foram bem nas provas e correram pela tangente em todas as etapas de convivência, estavam em um lugar bastante confortável e levaram o prêmio. Não se queimaram mas dificilmente também conquistaram o público.
Quanto aos outros casais:
Eu cheguei a torcer pelos Castro porque no geral me pareceram a família mais respeitosa ainda que tivessem os desentendimentos deles. Quando se juntaram ao resto do grupão contra os Tenório a coisa perdeu a graça pra mim.
A família Dunker só foi desinteressante desde o começo e no final já não aguentava mais.
Enquanto a Donatti deve ter sido a que mais me horrorizou em todo o programa, e se considerarmos que eles desistiram logo no começo isso é um feito e tanto. Que sogra mal resolvida e desbocada. Não sabe dialogar, apenas ser ignorante tanto com a nora quanto com o filho; não consigo imaginar ter que conviver com esse tipo de pessoa. Acho que foi bom até para nós, espectadores, que não precisamos presenciar muito mais de toda aquela baixaria. Se ela fosse tratada da mesma maneira que faz com os demais aquele drama todo da metáfora do tiro seria pouco.
Heartstopper (2ª Temporada)
4.2 145 Assista AgoraA série começa naquele tom fofo já conhecido de Heartstopper apesar de, no geral, ter achado mais fraca do que a primeira.
Não entendi porque estenderam as aparições do Ben se o arco que o personagem trouxe pra cá podia ter sido apresentado ainda na primeira temporada, enquanto a presença da Imogen que no começo, pra mim, parecia não fazer sentido, aqui eu já mudei de ideia. Ela é a única personagem do Paris Squad que até então não parece fazer parte do universo queer e cumpre o papel da personagem que quer tentar fazer as coisas do jeito certo mesmo dando muitos foras no processo.
Eu contava muito com o desenvolvimento do relacionamento da Elle e do Tao e até que recebemos um arco de gosto-dele-mas-não-sei-se-ele-gosta-de-mim. Só que achei que fizeram um downgrade na personagem. Tao segue sendo expansivo e meio sem noção (principalmente consigo mesmo) mas a Elle das HQs é tão mais madura e assertiva que não entendi ela, do nada, não querer mais ficar com o Tao. O ponto positivo é que a personagem ganha profundidade em relação aos seus gostos e aspirações pessoais.
Também gostei que deram uma introdução a um possível arco do personagem Isaac para a terceira temporada, que aqui substitui o personagem original das HQs: Aled Last. Vai ser bastante interessante ver como eles vão explorar a assexualidade dele.
Tara e Darcy que são outro casal que já surge bem estabelecido nas HQs recebe um pouquinho mais de espaço sob os holofotes, agora que podemos presenciar as dificuldades que Darcy enfrenta dentro de casa e que não refletem necessariamente a personalidade meio caótica do bem que ela assume diante dos seus amigos.
O rolinho dos professores Ajayi e Farouk foi exatamente o que eu esperava, fofos demais.
E, por fim, o relacionamento de Nick e Charlie segue bem os moldes dos quadrinhos e lavando isso em conta já sei que a terceira temporada vai acabar comigo de tanto me fazer chorar, afinal o 4º volume é o meu favorito e o que trata de assuntos mais pesados.
Casamento às Cegas: Brasil (3ª Temporada)
2.8 55 Assista AgoraChocadíssima com esse final.
Eu Nunca... (4ª Temporada)
4.2 100 Assista AgoraEssa última temporada segue bastante fiel com tudo o que vimos nas temporadas anteriores e ainda podemos contar com Devi amadurecendo, mesmo que da maneira dela.
Todos os arcos são encerrados de uma maneira bastante satisfatória e quando eu achava que sairia ilesa da emoção de praxe que conseguem causar em cada fim de temporada... bom, não escapei mais uma vez, e foi ótimo!
Queer Eye: Mais Que um Makeover (7ª Temporada)
4.2 14 Assista AgoraA temporada começou com tudo já me fazendo chorar - o que aconteceu em metade dos eps. Que saudades que eu estava e que já estou de novo!
Outlander (6ª Temporada)
3.8 37 Assista AgoraSofri durante oito episódios pra ter trinta segundos de HELL YEAH.
Adorei, quero mais. kkk
Sombra e Ossos (2ª Temporada)
3.3 50 Assista AgoraConfesso que não estava muito animada para dar continuidade à série, mas acabei resolvendo assistir e só posso dizer que os Crows compensam todos os outros arcos que não me agradam (da mesma maneira que foi nos livros). ❤️
Match Perfeito (1ª Temporada)
3.2 15 Assista AgoraA dinâmica do reality acabou sendo mais legal do que eu esperava mas houveram momentos em que eu não conseguia assistir, acabei pulando partes de F e B porque eles são péssimos; espero que agora a Netflix pare de requentar a aparição deles dentro do streaming; além de eu esperar que as provas fossem mais legais, o que acabou chamando a atenção são as tretas.
Ines e Dom foram os mais fofos, espero que as coisas deem certo pra eles aqui fora - já que simplesmente nenhum dos casais durou kk.
S precisa amadurecer muito e não esperar que sua parceira vire psicóloga toda vez que se sente inseguro - e pior, ainda fazer cobranças sem noção em cima da garota, e isso já vem de outro reality.
C só quis causar mesmo, da mesma forma que N e W só queriam pagar de jogadores.
Dá pra "entender" pq F é tão arrogante, já que todos os caras ficam babando em cima dela o tempo todo por causa da sua aparência - como se isso mascarasse a personalidade abominável - e os que ficaram com ela são tratados como lixo como quando ela ameaça de "se você falar com a Savannah eu te mato", que preguiça ZzzZzzZz.
A maioria das meninas merecia mais, um exemplo disso foi a Abby.
Glowy Chloe s2.
Realmente achei que J e K fossem se entender aqui fora, mas né.
A Batalha dos 100 (1ª Temporada)
4.0 114 Assista AgoraReality viciante e um pouco injusto em certos momentos, como as provas em grupo não provarem que um participante é de fato o mais capaz, as vezes chega longe pelo desempenho coletivo - o que é legal, mas vai contra a proposta de encontrar "O corpo perfeito". A participação feminina também já que estavam em menor quantidade e as provas eram desbalanceadas, sendo biologicamente inviável a maioria das disputas pelas quais passaram, mas o melhor exemplo de provas justas seriam aquela primeira de se segurarem sobre a piscina e a de içar o busto com 40% do peso do próprio competidor. Fora a cena humilhante que presenciamos entre um homem e uma mulher na arena de força, não apenas pela facilidade com que ele a venceu mas pela forma extremamente machista que agiu durante todo o duelo.
Impossível não torcer pela equipe da Jang Eunsil desde a montagem dos grupos.
A edição do programa me foi um pouco estranha já que repetiam diversas vezes a mesma cena de diferentes ângulos afim de mostrar a reação dos participantes e talvez entregar uma dramaticidade maior onde não era pra tanto?
A relação de respeito e apoio - entre os homens - é admirável, principalmente em relação aos mais velhos.
As provas foram realmente muito bem pensadas e executadas, mas achei que justamente no último episódio elas foram mais fracas, todas pareceram um repeteco das provas relacionadas à mitologia grega da fase anterior, esperava algo mais grandioso e impactante.
Dos cinco finalistas quem venceu foi quem, na minha opinião, tinha menos carisma, mas olhando pra trás e vendo que os mais arrogantes ficaram pra trás não achei tão ruim assim. Ele mereceu já que ganhou de uma forma respeitosa.
Casamento às Cegas: Japão (1ª Temporada)
3.4 35 Assista AgoraNa versão japonesa desse reality as diferenças culturais ficam bem evidentes, principalmente quando começamos a acompanhar os casais no dia a dia. E, em momento algum, senti que algum dos participantes foi exposto. Se você espera por brigas e barracos (como nas versões do Brasil e EUA) esse programa não é pra você, já que o respeito transparece demais entre todo mundo, talvez por isso não tivemos um episódio de reunião, já que o intuito principal parece ser passar os assuntos à limpo.
Eu esperava um posicionamento bem machista e conservador vindo dos homens e claro que um ou outro esperava certos comportamentos de suas parceiras, mas no geral foi muito menos impactante do que eu esperava.
Eu posso estar enganada, mas os casais que acabaram se casando pareciam ter um sentimento sincero um pelo outro. Espero que sim.
Motomi e Ryotaro são os mais fofos!
Imagino que o trabalho dos dubladores tenha sido difícil porque, mesmo optando por assistir o programa em português eu senti que ficou faltando muita coisa dos diálogos, faltava algum tipo de interação e as vezes eu não entendia o que estava se passando.
Casamento às Cegas (3ª Temporada)
3.2 44 Assista AgoraDiferentemente das outras temporadas esta aqui teve alguns episódios lançados semanalmente e, sinceramente, um mês inteiro pra poder assistir tudo foi cansativo e quando chegava a próxima semana eu sentia que muitas das impressões e curiosidade que tive nos episódios anteriores foi se perdendo ao longo do tempo.
Como nas outras edições, parece que a mesma fórmula de casais x personalidade voltam:
O casal que se dá bem logo de cara e não quer saber de mais ninguém
Alexa e Brennon serviram como o casal segurança pra que a temporada não afundasse logo de cara. Se todos os casais vinham tendo problemas de convivência, eles permaneciam na mesmice, foram o primeiro casal a preencher a cota de dois casamentos por programa
O boy lixo
As outras temporadas vieram com personalidade bem... peculiares, dessas que a gente se pergunta o que foram fazer nesse tipo de programa. Bom, aqui temos Bartise, que apareceu com o discurso de que era muito maduro pra sua idade (25) e que estava pronto pra construir uma família. Ele caiu justamente na infantilidade de ficar comparando a beleza de sua noiva com outra candidata com quem conversava nos pods, além de super exaltar sua própria aparência, justificando de que "no mundo real" ele combinava mais com Raven, a instrutora de pilates, do que com Nancy, que tinha como principal característica o carisma. Como frisado várias vezes por ele: A aparência importa! - E ele se acha.
O cara que está apaixonado e a menina que o usa para ficar perto de outro pretendente
Ao que tudo indicava, esse era o caso de Colleen. Ela, tendo se envolvido emocionalmente com outros dois participantes, um deles sendo Cole (que protagonizará, ao seu lado, uma das maiores polêmicas da temporada), acabou dizendo sim ao seu terceiro pretendente, Matt. Em um primeiro momento a bailarina pareceu dizer sim para o pedido de casamento como uma última alternativa, mas o grande problema do casal se deu pela insegurança excessiva de Matt. No final das contas não é que eles se casaram mesmo?
O cara que precisa crescer
Em uma situação parecida com Barnet e Nancy, Cole (citado acima) tem uma mulher perdidamente apaixonada por ele, mas Zanab tem suas próprias inseguranças que a fazem passar o programa todo com um pé atrás em relação ao seu relacionamento. Ele é aquele personagem que vive uma vida de solteirão e precisa fazer alguns ajustes para conviver com uma parceira. Ele é mais um cara que aparece dizendo que "no mundo real" ele combinaria com outra participante que não sua própria noiva. Após a reunião acusações foram feitas e parece que a situação era ainda pior do que imaginávamos.
Ela simplesmente não está afim
Raven aceitou o pedido de casamento de SK. Ele é nigeriano e traz consigo muito da sua cultura, que quer que esteja presente não apenas na cerimônia como no relacionamento e dia a dia do casal. O programa todo ela pareceu impor uma barreira entre eles simplesmente porque não estava afim do noivo, culminando na negativa dele ao altar.
A grande surpresa da reunião foi que após o programa terminar eles começaram a namorar.
Casamento às Cegas (2ª Temporada)
3.0 53 Assista AgoraOs três episódios depois do reencontro estavam bem bons, foi muito legal ver como os participantes estavam hoje em dia e como os casais, ex-casais e futuros casais estavam se relacionando, apesar das inúmeras intrigas que ficaram naquele disse me disse e no final não sabemos quem estava falando a verdade.
Falando em final, os últimos cinco segundos acabam com todos os outros episódios kkk