Gostei muito de como a produção conseguiu reproduzir bem 2005, 2009 e 2012. Os celulares, as roupas, os cenários, tudo ajuda muito a entrar na época e deixa a história bem mais crível.
A história começa quase como um conto de fadas e vai ficando cada vez mais problemática quando os anos de casamento vão passando. Lorena Comparato é uma das melhores coisas do filme, achei a atuação dela muito boa e ela consegue passar bem pelas diferentes fases da personagem.
Uma coisa que me incomodou bastante foi o quanto o filme parece amenizar o Marcos. Ele claramente não era essa pessoa tão inocente e boazinha que a produção às vezes tenta fazer parecer. Inclusive, a própria família dele não gostava da Elize e isso também é uma parte importante da história que eu senti que poderia ter sido melhor explorada. Acho que o filme acaba deixando algumas coisas muito mais “neutras” do que realmente foram.
No geral, não achei perfeito, mas gostei bastante da ambientação e da atuação da Lorena. É interessante ver como uma história que começa com uma aparência de conto de fadas vai se transformando no que culminou o crime brutal.
Não fosse pela beleza da Alexandra Daddario (que na época estava em alta em Percy Jackson) provavelmente esse filme não teria tido metade do orçamento muito menos retorno do que teve. Não é só tenebroso, é HORRENDO!
Na cena final, finalmente entendemos o peso de tudo o que a Anora viveu. Percebemos que, por trás de toda a postura durona e da personagem que ela precisava interpretar para trabalhar, existia alguém que só queria ser amada, acolhida e ter um lugar para chamar de lar. É triste demais quando ela tenta retribuir o carinho do Igor com sexo, porque fica claro que aquela era a única forma de afeto que ela aprendeu a oferecer.
Durante quase todo o filme acompanhamos a "Annie": a mulher sexualizada, humilhada, perseguida e até sequestrada. Mas a verdadeira Anora aparece por poucos minutos, em pequenos detalhes, como quando ela volta para casa depois do trabalho, fuma em silêncio e encara o vazio no metrô. São momentos rápidos, mas que dizem muito mais sobre ela do que qualquer diálogo ao longo do filme, que quase sempre é razo.
Acho que o filme teria sido ainda mais impactante se tivesse dedicado um pouco mais de tempo à Anora como pessoa, e menos à personagem que ela era obrigada a interpretar no bordel. Por trás daquela fachada, existia alguém desesperadamente tentando ser vista além do corpo e do trabalho.
O Filme resgata com competência diversos elementos que fizeram os capítulos anteriores, o gore continua sendo o grande destaque, com sequências extremamente violentas, criativas e impactantes. Em diversos momentos, o filme consegue transmitir a mesma brutalidade e tensão dos primeiro, o que me faz acreditar que ele tem potencial para se tornar um dos maiores filmes de terror de 2026.
apesar disso acho nem tudo funcionou, achei que o desenvolvimento dos personagens ficou bem superficial. A relação da Alice com o Will, por exemplo, é de marido e mulher, mas em nenhum momento eu realmente senti esse vínculo. O mesmo vale pro Joseph. O filme fala que ele é o irmão renegado, como se isso fosse ter um peso enorme na história, mas... tá, e daí? não explica direito o que aconteceu entre eles, não desenvolve o conflito, não cria expectativa só joga essa informação e segue a vida. Ficou parecendo que esqueceram de escrever metade do roteiro. bem zoado!!!
Agora, o CGI foi o que mais me incomodou. Em algumas cenas eu realmente pensei: "gente... sério isso?". Tem momentos em que os efeitos parecem de videogame, e não dos mais atuais kkkkk. Considerando que estamos em 2026, eu esperava muito mais principalmente porque houve recursos e orçamento. Hoje em dia dá pra fazer efeitos digitais absurdos de bons, e em algumas cenas a computação gráfica tira completamente a imersão, justamente quando deveria fazer o contrário. Considerando a evolução das técnicas de computação gráfica nos últimos anos, além da popularização de ferramentas baseadas em IA e IMAX, é difícil justificar efeitos visuais tão inconsistentes em um filme desse porte.
Mesmo com esses problemas, o saldo ainda é muito positivo. O filme acerta no que o fã de A Morte do Demônio quer ver que é tensão, violência, criaturas bizarras e muitooooo gooreee. Se tivesse um roteiro um pouco mais caprichado e um CGI melhor, pra mim seria praticamente perfeito. Ainda assim, saí do cinema me divertindo bastante e já querendo ver o que vão fazer numa continuação.
O filme prende do início ao fim, mantém um ritmo envolvente e sabe criar uma atmosfera de tensão a todo momento. Ponto para a fotografia incrível e a direção de Curry Barker! Algumas cenas conseguem causar um desconforto genuíno sem precisar recorrer apenas ao gore, então atende as expectativas do público que também não gosta de terror.
As atuações também são incriveis, principalmente a da Inde Navarrette que sustenta boa parte do peso emocional da história. Mesmo quando o roteiro tropeça e fica lento, ela consegue manter o interesse do espectador. É um terror competente, estiloso e extremamente envolvente, que sabe como manter a atenção do público e entrega uma experiência que vale a pena. Não reinventa o gênero, mas faz muito bem aquilo que se propõe.
Contágio Letal é um bom filme dentro da proposta do body horror, as cenas são perturbadoras, a atmosfera é desconfortável e a transformação física funciona como metáfora para a violência sofrida pela protagonista.
O q mais me incomodou, foi a forma como o tema do abuso é retratado. Um assunto tão pesado acaba sendo desenvolvido de maneira superficial e, em alguns momentos, pouco convincente. O agressor consegue fazer outra vítima em plena luz do dia sem enfrentar qualquer consequência imediata, enquanto a protagonista praticamente não busca ajuda de ninguém, o que torna algumas situações difíceis de acreditar e acaba quebrando a imersão.
Antes que falem algo, entendo que o filme prioriza o horror e o simbolismo acima do realismo, mas acredito que um roteiro mais cuidadoso teria tornado a narrativa muito mais impactante e até complementar ao filme...
Pra mim, Arraste-me para o Inferno envelheceu um pouco mal. Alguns efeitos especiais entregam bastante a idade do filme e, visualmente, dá para perceber que muita coisa ficou presa à tecnologia da época. Além disso, algumas escolhas do roteiro e certas situações acabam soando forçadas hoje.
Mas no fim das contas, continuo achando um ótimo passatempo para quem gosta de terror com personalidade. Tem defeitos que ficaram mais evidentes com o passar dos anos, mas ainda consegue divertir e entregar momentos memoráveis, principalmente pelo ritmo acelerado do começo ao fim.
Se tratando de um remake, é um filme muito sério que entrega tanto quanto o original, apesar da discordância de algumas pessoas. Não sei se é porque me acostumei com remakes muito mal feitos (a maioria deles, na verdade) mas esse consegue se destacar facilmente entre as obras da década passada. Simpatizei bastante com os personagens, que foram muito bem construídos dentro do que se propôe em um filme de terror, e o gore é um dos grandes pontos fortes do filme. Mesmo tendo se passado 13 anos desde o lançamento, ele envelheceu muito bem e não ficou datado, continuando impactante até hoje. Para mim, é um remake que honra o original e consegue caminhar com as próprias pernas.
Sspense envolvente, inteligente e cheio de surpresas com um tema muito sério e ainda atual (o abuso). A trama prende do início ao fim, com reviravoltas bem construídas que mantêm o mistério até os momentos finais. As atuações são um dos grandes destaques do filme, ajudando a criar tensão e credibilidade para a história. Elenco de peso como James Mardsen, Joshua Jackson (este por sinal estava em quase todos os filmes do começo dos anos 2000), Lena Headey, kate Hudson e Norman Reedus.
Não é o melhor da franquia nem de longe, mas também não é essa tragédia toda que muitos pintam. Dei várias risadas e me diverti do começo ao fim. Claro que a falta da Cindy e da Brenda pesa bastante. Elas eram a alma da franquia e o filme sente muito a ausência das duas. Sem elas, parece que falta alguma coisa o tempo todo, e foi uma decisão que acabou prejudicando bastante o resultado final. Mesmo assim, gosto muito das participações especiais. A abertura com Lindsay Lohan é hilária, e adorei ver Mac Miller e Snoop Dogg no filme. As cenas deles são algumas das mais engraçadas para mim e dão aquele clima maluco que sempre gostei na série.
No fim, acho que Todo Mundo em Pânico 5 é um filme que recebe mais ódio do que merece. Tem vários problemas, mas ainda consegue divertir se você não levar nada a sério.
É muito triste pensar que, na vida real, muitas meninas e meninos passaram por situações parecidas e tiveram seus futuros comprometidos pela falta de apoio e proteção de quem deveria oferecer afeto e carinho.
O que mais me marcou foi justamente essa sensação de abandono em todos os níveis. A família falha com a Chris, o Estado falha com a Chris, e, aos poucos, vemos uma menina vulnerável se transformar em alguém endurecida pela dor. É um filme pesado, realista e extremamente triste, especialmente por mostrar como traumas acumulados podem mudar completamente uma pessoa.
Apesar de ter algumas cenas difíceis de assistir, incluindo momentos de violência física e sexual, o filme nunca parece explorar esses temas de forma gratuita. Pelo contrário: eles reforçam a crítica social que a obra faz ao abandono de jovens vulneráveis e às falhas das instituições responsáveis por protegê-los.
Um bom drama, com história pesada e realista. Destaque para a ótima atuação da Linda Blair e para o final, que não apela para um desfecho feliz ou reconfortante. Em vez disso, deixa o espectador refletindo sobre quantas "Christines" existem na vida real e quantas delas continuam sendo ignoradas.
A jill só tinha uma saia jeans microscópica, um corset azul que claramente não oferece proteção contra NADA, botas de quem vai pra balada e um sonho. ICONICO.
Quando o povo fala que os filmes da franquia “não parecem Resident Evil” (o jogo) geralmente não é só pelo roteiro e eu entendo que filmes foram migrando do survival horror pra ação sci-fi exagerada não agradando muito os fãs dos jogos.
Mas sinceramente? Eu acho que os filmes funcionam MELHOR quando você aceita eles como uma coisa própria dos anos 2000. Tem um charme muito específico na estética industrial azulada, CGI meio datado, trilha de metal eletrônico… hoje virou quase uma cápsula do tempo. Gosto muito da personagem da Alice e da franquia como um todo, sendo o primeiro meu favorito, principalmente pelo vestidinho vermelho iconico (que reaparece no segundo filme).
O filme é uma bagunça tonal, trilha sonora parece saída de um desenho animado genérico dos anos 2000, jogada ali sem critério o tempo todo tirando o foco principal do filme e quebrando qualquer clima de suspense. É impossível sentir tensão quando a vibe sonora parece de episódio leve de série teen. E aí vem o segundo golpe, as mortes simplesmente não aparecem. Pra um filme que tenta surfar na ideia de psicopatia e assassinato, tudo fica sugerido, muito tímido. Falta impacto.
No fim, não é um filme bom mas também não é aquele desastre impossível de ver. Se Psicopata Americano 2 quisesse ser levado a sério, já teria perdido na primeira cena. Como eu amo a Mila Kunis com esse visual dark e cabelo preto não consigo dar menos de tres estrelas, ela tá muito linda aqui.
A trama é a de sempre. Sexo em troca de favores. Integridade e caráter zero. Irmandade- sociedade secreta capaz de realizar todos os seus sonhos. Uma espécie de “Segundas Intenções” mal feito. Pelo menos as atrizes são bonitas e vc não perde seu tempo totalmente.
Que coisa. Pelo menos as mulheres são bonitas. Não tem loira, nem ruiva como o antecessor, mas tem morena para dar e vender. Aqui temos um filme que usa o título do original , mas sem ligação com o antecessor. Quiseram fazer aquela pegada diferente para ver se colava, até colou, não por causa do plot nem muito menos pelo roteiro, as gatinhas salvam o filme mais uma vez.
Eu tava completamente sem nada pra fazer e resolvi encarar mais um capítulo dessa franquia que claramente vive de caos, traição e gente bonita, e assim não é horrível, mas também não se esforça muito pra ser bom.
O tal do Carson… sério. Não desce. Além de zero carisma, ainda aparece com esse loiro ultra oxidado que não favorece em absolutamente nada. E aí o roteiro ainda quer convencer a gente de que esse cara consegue envolver três mulheres ao mesmo tempo, mas não pegaria nem se fosse todo o dinheiro do mundo, o cara é um PAMONHA!!!
Agora, vamos falar do que realmente segura esse filme: as mulheres.
A Jillian Murray simplesmente entende o conceito. Linda, magnética, entrega tudo. A loira também segura bem o visual e a presença. E tem a outra morena que aparece pouco, mas ainda assim chama atenção. No fim das contas, o filme praticamente se apoia na estética delas pra não desmoronar completamente.
Já o moreno, que faz“rivalidade”… meu deus. Não tem nenhuma relevância e também é pamonha. Não são interessantes, não são inteligentes, não têm presença parecem dois adolescentes tomando decisões absurdas o tempo todo e fazendo molecagens. Em vários momentos dá vontade de acelerar só pra ver quando eles finalmente saem de cena.
o único homem minimamente interessante e bonito é o pai… e ele aparece pouco e já morre.
Tipo assim, o filme TE MOSTRA um cara com mais presença, mais cara de plot, mais energia de manipulação e simplesmente descarta ele cedo. Era literalmente a única chance de ter um conflito mais adulto, mais “Wild Things raiz”, com jogo de poder de verdade. Mas não… preferem deixar só os meninos sem graça fazendo besteira.
E sendo bem direta: o filme parece até involuntariamente reforçar isso o tempo todo, você para de se importar com qualquer trama e só fica pensando “ok, quando as meninas voltam?”
3 Estrelas para a beleza das gatinhas somente e segue o baile.
O suspense simplesmente não se sustenta. fica escancarado cedo demais quem é o assassino, especialmente por causa da menina do podcast, um detalhe que praticamente entrega tudo. e aí vem o maior pecado: zero evolução. passaram décadas e os personagens continuam tomando decisões absurdas, tipo largar celular no chão quando mais precisam, ignorar perigo real pra fazer coisas aleatórias (sim, a sauna é real), e não aproveitar oportunidades óbvias pra se defender.
O roteiro parece que desistiu no meio do caminho. tem retorno de personagens clássicos como a Jennifer Love Hewitt, Freddie Prinze Jr. e até participações que deveriam empolgar como da Sarah, mas tudo soa vazio, quase automático, é fan service sem impacto.
E aí vem a pior escolha!!! Ignorar completamente os acontecimentos dos filmes anteriores e ainda transformar uma antiga vítima em cúmplice, basicamente jogaram fora a própria mitologia da franquia.
Esse filme tem um espaço no meu coração pois foi o ultimo filme que vi com o meu pai 4 dias antes dele falecer em 18-02-2014 no Sbt. Não consigo dar nota menor pelo peso sentimental absurdo que esse filme trás para mim.
A história tenta mandar uma “lição”, mas é bem aquela que a gente já viu mil vezes: o cara só começa a enxergar a menina quando ela fica bonita. E tipo… sendo bem sincero, isso é super realidade. Aparência não é tudo, mas é o primeiro filtro, o primeiro impacto. A galera finge que não liga, mas liga sim.
Agora, também não é como se o filme fosse profundo ou revolucionário. É tudo bem básico, previsível, meio clichê mesmo. Mas ao mesmo tempo ele anda bem, não fica parado, então não dá aquela sensação de perda de tempo.
Resumindo: o título é meio tosco, a capa não ajuda e a Paris pode fazer muita gente torcer o nariz. Mas no fim, é um filme ok, bem mediano, que dá pra ver tranquilo quando você só quer algo leve sem pensar muito. Não é incrível, mas também passa longe de ser esse desastre que parece.
Elize: Sombras de Uma Mulher
3.1 171 Assista AgoraGostei muito de como a produção conseguiu reproduzir bem 2005, 2009 e 2012. Os celulares, as roupas, os cenários, tudo ajuda muito a entrar na época e deixa a história bem mais crível.
A história começa quase como um conto de fadas e vai ficando cada vez mais problemática quando os anos de casamento vão passando. Lorena Comparato é uma das melhores coisas do filme, achei a atuação dela muito boa e ela consegue passar bem pelas diferentes fases da personagem.
Uma coisa que me incomodou bastante foi o quanto o filme parece amenizar o Marcos. Ele claramente não era essa pessoa tão inocente e boazinha que a produção às vezes tenta fazer parecer. Inclusive, a própria família dele não gostava da Elize e isso também é uma parte importante da história que eu senti que poderia ter sido melhor explorada. Acho que o filme acaba deixando algumas coisas muito mais “neutras” do que realmente foram.
No geral, não achei perfeito, mas gostei bastante da ambientação e da atuação da Lorena. É interessante ver como uma história que começa com uma aparência de conto de fadas vai se transformando no que culminou o crime brutal.
O Massacre da Serra Elétrica 3D: A Lenda Continua
2.5 1,5K Assista AgoraNão fosse pela beleza da Alexandra Daddario (que na época estava em alta em Percy Jackson) provavelmente esse filme não teria tido metade do orçamento muito menos retorno do que teve. Não é só tenebroso, é HORRENDO!
Anora
3.4 1,2K Assista AgoraNa cena final, finalmente entendemos o peso de tudo o que a Anora viveu. Percebemos que, por trás de toda a postura durona e da personagem que ela precisava interpretar para trabalhar, existia alguém que só queria ser amada, acolhida e ter um lugar para chamar de lar. É triste demais quando ela tenta retribuir o carinho do Igor com sexo, porque fica claro que aquela era a única forma de afeto que ela aprendeu a oferecer.
Durante quase todo o filme acompanhamos a "Annie": a mulher sexualizada, humilhada, perseguida e até sequestrada. Mas a verdadeira Anora aparece por poucos minutos, em pequenos detalhes, como quando ela volta para casa depois do trabalho, fuma em silêncio e encara o vazio no metrô. São momentos rápidos, mas que dizem muito mais sobre ela do que qualquer diálogo ao longo do filme, que quase sempre é razo.
Acho que o filme teria sido ainda mais impactante se tivesse dedicado um pouco mais de tempo à Anora como pessoa, e menos à personagem que ela era obrigada a interpretar no bordel. Por trás daquela fachada, existia alguém desesperadamente tentando ser vista além do corpo e do trabalho.
A Morte do Demônio: Em Chamas
3.2 289 Assista AgoraO Filme resgata com competência diversos elementos que fizeram os capítulos anteriores, o gore continua sendo o grande destaque, com sequências extremamente violentas, criativas e impactantes. Em diversos momentos, o filme consegue transmitir a mesma brutalidade e tensão dos primeiro, o que me faz acreditar que ele tem potencial para se tornar um dos maiores filmes de terror de 2026.
apesar disso acho nem tudo funcionou, achei que o desenvolvimento dos personagens ficou bem superficial. A relação da Alice com o Will, por exemplo, é de marido e mulher, mas em nenhum momento eu realmente senti esse vínculo. O mesmo vale pro Joseph. O filme fala que ele é o irmão renegado, como se isso fosse ter um peso enorme na história, mas... tá, e daí? não explica direito o que aconteceu entre eles, não desenvolve o conflito, não cria expectativa só joga essa informação e segue a vida. Ficou parecendo que esqueceram de escrever metade do roteiro. bem zoado!!!
Agora, o CGI foi o que mais me incomodou. Em algumas cenas eu realmente pensei: "gente... sério isso?". Tem momentos em que os efeitos parecem de videogame, e não dos mais atuais kkkkk. Considerando que estamos em 2026, eu esperava muito mais principalmente porque houve recursos e orçamento. Hoje em dia dá pra fazer efeitos digitais absurdos de bons, e em algumas cenas a computação gráfica tira completamente a imersão, justamente quando deveria fazer o contrário. Considerando a evolução das técnicas de computação gráfica nos últimos anos, além da popularização de ferramentas baseadas em IA e IMAX, é difícil justificar efeitos visuais tão inconsistentes em um filme desse porte.
Mesmo com esses problemas, o saldo ainda é muito positivo. O filme acerta no que o fã de A Morte do Demônio quer ver que é tensão, violência, criaturas bizarras e muitooooo gooreee. Se tivesse um roteiro um pouco mais caprichado e um CGI melhor, pra mim seria praticamente perfeito. Ainda assim, saí do cinema me divertindo bastante e já querendo ver o que vão fazer numa continuação.
Obsessão
3.9 944 Assista AgoraO filme prende do início ao fim, mantém um ritmo envolvente e sabe criar uma atmosfera de tensão a todo momento. Ponto para a fotografia incrível e a direção de Curry Barker! Algumas cenas conseguem causar um desconforto genuíno sem precisar recorrer apenas ao gore, então atende as expectativas do público que também não gosta de terror.
As atuações também são incriveis, principalmente a da Inde Navarrette que sustenta boa parte do peso emocional da história. Mesmo quando o roteiro tropeça e fica lento, ela consegue manter o interesse do espectador. É um terror competente, estiloso e extremamente envolvente, que sabe como manter a atenção do público e entrega uma experiência que vale a pena. Não reinventa o gênero, mas faz muito bem aquilo que se propõe.
Contágio Letal
2.4 422Contágio Letal é um bom filme dentro da proposta do body horror, as cenas são perturbadoras, a atmosfera é desconfortável e a transformação física funciona como metáfora para a violência sofrida pela protagonista.
O q mais me incomodou, foi a forma como o tema do abuso é retratado. Um assunto tão pesado acaba sendo desenvolvido de maneira superficial e, em alguns momentos, pouco convincente. O agressor consegue fazer outra vítima em plena luz do dia sem enfrentar qualquer consequência imediata, enquanto a protagonista praticamente não busca ajuda de ninguém, o que torna algumas situações difíceis de acreditar e acaba quebrando a imersão.
Antes que falem algo, entendo que o filme prioriza o horror e o simbolismo acima do realismo, mas acredito que um roteiro mais cuidadoso teria tornado a narrativa muito mais impactante e até complementar ao filme...
Mamonas Assassinas: O Filme
2.3 321não dá para levar a sério essas perucas horriveis.
Arraste-me para o Inferno
2.8 2,8KPra mim, Arraste-me para o Inferno envelheceu um pouco mal. Alguns efeitos especiais entregam bastante a idade do filme e, visualmente, dá para perceber que muita coisa ficou presa à tecnologia da época. Além disso, algumas escolhas do roteiro e certas situações acabam soando forçadas hoje.
Mas no fim das contas, continuo achando um ótimo passatempo para quem gosta de terror com personalidade. Tem defeitos que ficaram mais evidentes com o passar dos anos, mas ainda consegue divertir e entregar momentos memoráveis, principalmente pelo ritmo acelerado do começo ao fim.
A Morte do Demônio
3.2 4,0K Assista AgoraSe tratando de um remake, é um filme muito sério que entrega tanto quanto o original, apesar da discordância de algumas pessoas. Não sei se é porque me acostumei com remakes muito mal feitos (a maioria deles, na verdade) mas esse consegue se destacar facilmente entre as obras da década passada.
Simpatizei bastante com os personagens, que foram muito bem construídos dentro do que se propôe em um filme de terror, e o gore é um dos grandes pontos fortes do filme. Mesmo tendo se passado 13 anos desde o lançamento, ele envelheceu muito bem e não ficou datado, continuando impactante até hoje. Para mim, é um remake que honra o original e consegue caminhar com as próprias pernas.
Intrigas
3.2 90Sspense envolvente, inteligente e cheio de surpresas com um tema muito sério e ainda atual (o abuso). A trama prende do início ao fim, com reviravoltas bem construídas que mantêm o mistério até os momentos finais. As atuações são um dos grandes destaques do filme, ajudando a criar tensão e credibilidade para a história. Elenco de peso como James Mardsen, Joshua Jackson (este por sinal estava em quase todos os filmes do começo dos anos 2000), Lena Headey, kate Hudson e Norman Reedus.
Todo Mundo em Pânico 5
1.9 1,6KNão é o melhor da franquia nem de longe, mas também não é essa tragédia toda que muitos pintam. Dei várias risadas e me diverti do começo ao fim. Claro que a falta da Cindy e da Brenda pesa bastante. Elas eram a alma da franquia e o filme sente muito a ausência das duas. Sem elas, parece que falta alguma coisa o tempo todo, e foi uma decisão que acabou prejudicando bastante o resultado final. Mesmo assim, gosto muito das participações especiais. A abertura com Lindsay Lohan é hilária, e adorei ver Mac Miller e Snoop Dogg no filme. As cenas deles são algumas das mais engraçadas para mim e dão aquele clima maluco que sempre gostei na série.
No fim, acho que Todo Mundo em Pânico 5 é um filme que recebe mais ódio do que merece. Tem vários problemas, mas ainda consegue divertir se você não levar nada a sério.
Inocência Ultrajada
3.0 14 Assista AgoraÉ muito triste pensar que, na vida real, muitas meninas e meninos passaram por situações parecidas e tiveram seus futuros comprometidos pela falta de apoio e proteção de quem deveria oferecer afeto e carinho.
O que mais me marcou foi justamente essa sensação de abandono em todos os níveis. A família falha com a Chris, o Estado falha com a Chris, e, aos poucos, vemos uma menina vulnerável se transformar em alguém endurecida pela dor. É um filme pesado, realista e extremamente triste, especialmente por mostrar como traumas acumulados podem mudar completamente uma pessoa.
Apesar de ter algumas cenas difíceis de assistir, incluindo momentos de violência física e sexual, o filme nunca parece explorar esses temas de forma gratuita. Pelo contrário: eles reforçam a crítica social que a obra faz ao abandono de jovens vulneráveis e às falhas das instituições responsáveis por protegê-los.
Um bom drama, com história pesada e realista. Destaque para a ótima atuação da Linda Blair e para o final, que não apela para um desfecho feliz ou reconfortante. Em vez disso, deixa o espectador refletindo sobre quantas "Christines" existem na vida real e quantas delas continuam sendo ignoradas.
Vale a pena ser conhecido.
Resident Evil
3.7 215De tirar leite de pedra a Constantin Film entende pois já perceberam que qualquer coisa que lancem os fãs vão dar uma graninha. Triste.
Resident Evil 2: Apocalipse
3.3 841 Assista AgoraA jill só tinha uma saia jeans microscópica, um corset azul que claramente não oferece proteção contra NADA, botas de quem vai pra balada e um sonho. ICONICO.
Resident Evil: O Hóspede Maldito
3.4 1,1K Assista AgoraQuando o povo fala que os filmes da franquia “não parecem Resident Evil” (o jogo) geralmente não é só pelo roteiro e eu entendo que filmes foram migrando do survival horror pra ação sci-fi exagerada não agradando muito os fãs dos jogos.
Mas sinceramente? Eu acho que os filmes funcionam MELHOR quando você aceita eles como uma coisa própria dos anos 2000. Tem um charme muito específico na estética industrial azulada, CGI meio datado, trilha de metal eletrônico… hoje virou quase uma cápsula do tempo.
Gosto muito da personagem da Alice e da franquia como um todo, sendo o primeiro meu favorito, principalmente pelo vestidinho vermelho iconico (que reaparece no segundo filme).
Psicopata Americano 2
1.9 167 Assista AgoraO filme é uma bagunça tonal, trilha sonora parece saída de um desenho animado genérico dos anos 2000, jogada ali sem critério o tempo todo tirando o foco principal do filme e quebrando qualquer clima de suspense. É impossível sentir tensão quando a vibe sonora parece de episódio leve de série teen. E aí vem o segundo golpe, as mortes simplesmente não aparecem. Pra um filme que tenta surfar na ideia de psicopatia e assassinato, tudo fica sugerido, muito tímido. Falta impacto.
No fim, não é um filme bom mas também não é aquele desastre impossível de ver. Se Psicopata Americano 2 quisesse ser levado a sério, já teria perdido na primeira cena. Como eu amo a Mila Kunis com esse visual dark e cabelo preto não consigo dar menos de tres estrelas, ela tá muito linda aqui.
O Massacre da Família Manson
1.3 7 Assista Agoraver tanto filme ruim tá acabando com a minha cabeça
Jovens Bruxas: Nova Irmandade
2.3 240 Assista AgoraDificil, as meninas são bonitinhas e até carismáticas mas nada desenvolve e o roteiro é um lixo.
Relação Indecente - A Sociedade Secreta
2.1 37A trama é a de sempre. Sexo em troca de favores. Integridade e caráter zero. Irmandade- sociedade secreta capaz de realizar todos os seus sonhos. Uma espécie de “Segundas Intenções” mal feito. Pelo menos as atrizes são bonitas e vc não perde seu tempo totalmente.
Garotas Selvagens 2
2.6 52Que coisa. Pelo menos as mulheres são bonitas. Não tem loira, nem ruiva como o antecessor, mas tem morena para dar e vender. Aqui temos um filme que usa o título do original , mas sem ligação com o antecessor. Quiseram fazer aquela pegada diferente para ver se colava, até colou, não por causa do plot nem muito menos pelo roteiro, as gatinhas salvam o filme mais uma vez.
Garotas Selvagens 4
2.5 37Eu tava completamente sem nada pra fazer e resolvi encarar mais um capítulo dessa franquia que claramente vive de caos, traição e gente bonita, e assim não é horrível, mas também não se esforça muito pra ser bom.
O tal do Carson… sério. Não desce. Além de zero carisma, ainda aparece com esse loiro ultra oxidado que não favorece em absolutamente nada. E aí o roteiro ainda quer convencer a gente de que esse cara consegue envolver três mulheres ao mesmo tempo, mas não pegaria nem se fosse todo o dinheiro do mundo, o cara é um PAMONHA!!!
Agora, vamos falar do que realmente segura esse filme:
as mulheres.
A Jillian Murray simplesmente entende o conceito. Linda, magnética, entrega tudo. A loira também segura bem o visual e a presença. E tem a outra morena que aparece pouco, mas ainda assim chama atenção. No fim das contas, o filme praticamente se apoia na estética delas pra não desmoronar completamente.
Já o moreno, que faz“rivalidade”… meu deus. Não tem nenhuma relevância e também é pamonha. Não são interessantes, não são inteligentes, não têm presença parecem dois adolescentes tomando decisões absurdas o tempo todo e fazendo molecagens. Em vários momentos dá vontade de acelerar só pra ver quando eles finalmente saem de cena.
o único homem minimamente interessante e bonito é o pai… e ele aparece pouco e já morre.
Tipo assim, o filme TE MOSTRA um cara com mais presença, mais cara de plot, mais energia de manipulação e simplesmente descarta ele cedo. Era literalmente a única chance de ter um conflito mais adulto, mais “Wild Things raiz”, com jogo de poder de verdade. Mas não… preferem deixar só os meninos sem graça fazendo besteira.
E sendo bem direta: o filme parece até involuntariamente reforçar isso o tempo todo, você para de se importar com qualquer trama e só fica pensando “ok, quando as meninas voltam?”
3 Estrelas para a beleza das gatinhas somente e segue o baile.
Eu Sei O Que Vocês Fizeram no Verão Passado
2.4 339 Assista AgoraO suspense simplesmente não se sustenta. fica escancarado cedo demais quem é o assassino, especialmente por causa da menina do podcast, um detalhe que praticamente entrega tudo. e aí vem o maior pecado: zero evolução. passaram décadas e os personagens continuam tomando decisões absurdas, tipo largar celular no chão quando mais precisam, ignorar perigo real pra fazer coisas aleatórias (sim, a sauna é real), e não aproveitar oportunidades óbvias pra se defender.
O roteiro parece que desistiu no meio do caminho. tem retorno de personagens clássicos como a Jennifer Love Hewitt, Freddie Prinze Jr. e até participações que deveriam empolgar como da Sarah, mas tudo soa vazio, quase automático, é fan service sem impacto.
E aí vem a pior escolha!!! Ignorar completamente os acontecimentos dos filmes anteriores e ainda transformar uma antiga vítima em cúmplice, basicamente jogaram fora a própria mitologia da franquia.
A Casa de Cera
3.1 2,1K Assista AgoraEsse filme tem um espaço no meu coração pois foi o ultimo filme que vi com o meu pai 4 dias antes dele falecer em 18-02-2014 no Sbt. Não consigo dar nota menor pelo peso sentimental absurdo que esse filme trás para mim.
A Gostosa e a Gosmenta
2.0 110A história tenta mandar uma “lição”, mas é bem aquela que a gente já viu mil vezes: o cara só começa a enxergar a menina quando ela fica bonita. E tipo… sendo bem sincero, isso é super realidade. Aparência não é tudo, mas é o primeiro filtro, o primeiro impacto. A galera finge que não liga, mas liga sim.
Agora, também não é como se o filme fosse profundo ou revolucionário. É tudo bem básico, previsível, meio clichê mesmo. Mas ao mesmo tempo ele anda bem, não fica parado, então não dá aquela sensação de perda de tempo.
Resumindo: o título é meio tosco, a capa não ajuda e a Paris pode fazer muita gente torcer o nariz. Mas no fim, é um filme ok, bem mediano, que dá pra ver tranquilo quando você só quer algo leve sem pensar muito. Não é incrível, mas também passa longe de ser esse desastre que parece.