Esse filme me conquistou pouco a pouco, como aquelas músicas que escutamos pela primeira vez, as quais mesmo sem saber como será a letra, sabemos que encontrará um espaço especial na nossa história. A trama é lenta, sem uma crescente, porém o carisma dos personagens te cativa, de forma a despertar alegria a ponto de nos tornarmos indiferentes ao ritmo dos acontecimentos. O grande ápice encontra-se no seu final: pleno, verdadeiro e redentor. Capaz de encontrar em uníssono a emoção e a leveza.
Inegável os altos e baixos da obra, mas supere isso e saboreie a supreendente leveza do enredo, mesmo apresentando questões de potencial melancólico, você irá acompanhar a jornada dos protagonistas de forma alegre. A bela Matilda Price me lembrou a Jamie Pressly jovem mesclada a Milena Toscano.
Obra que não se leva a sério, roteiro simplório? Com certeza, mas resulta em entretenimento certeiro. Película curta e divertida, as atrizes são muio bonitas, destaque para Leah Gibson que vi em algumas obras, sem realmente notar, pois em Risqué me impressionou com sua beleza estonteante e Silvia Orduna delicada e carismática.
Curti tanto esse, quanto o primeiro, pois me permitiu imergir na trama e "sofrer" todos os jumpscare apresentados, quanto sentir a progressao rumo ao colapso da protagonista, o porém fica por conta do alongamento do corte, que amenizou a tensão. Por último e primordial, Naomi Scott em uma interpretação visceral que atribuiu alma a obra.
Não me prendo ao purismo que defende que obras do universo de Velozes & Furiosos devem ser centradas em carros. Escolhi esse título para consumir um filme pipoca, o início estava me entregando justamente isso, contudo a trama é longa demais (dá pra cortar uns bons 30 min), com isso o ritmo dissipa, atenuando o carisma dos personagens principais. Agora o que me impactou, não foram as inverossímeis cenas de ação (algo que espero e desejo ver nesse universo), mas sim o quanto estava estonteante a atriz Vanessa Kirby.
Trama de terror padrão, bem estilo anos 1990/2000, grupo de adolescentes enfrentando um assassino implacável, evidente que não possui um plot inovador ou algo do tipo, mas está longe de ser completamente desprezível, nesse gênero tem obra bem pior. Menção para a Final Girl, Agnes Bruckner, que presença promissora, uma pena sua carrera não ter decolado.
A escolha do subtítulo foi péssima, acarreta uma perspectiva errônea, a qual atrapalha de sorvermos os conceitos reais da obra, ao acreditarmos que nos depararemos com uma jornada em busca de reparações violentas, quando na verdade temos diante de nossos olhos um filme intimista, que fala sobre luto, aparências, cisão com a sociedade e realidade e, sobretudo, amor em todas as suas formas.
Enquanto o primeiro representava "aquele dia inesquecível", o segundo filme é mais visceral, entregando toda a carga emocional que pessoas mais maduras carregam, fala sobre as consequencias de nossas escolhas e, fundamentalmente, sobre o caminho que não seguimos, sobre o grande talvez, quem nunca foi atormentado por aquela palavra não dita, pela atitude não tomada, pelo que poderia ter sido. Esse encontro quase uma década depois, serve de homenagem a "linha do tempo perfeita". Sempre estupefato pela sintonia entre os atores, ah... Julie Delpy, como pode ser tão apaixonante em sua Céline...
Filme de fase universitária, leve, daqueles pra passar o tempo e saber exatamente a conclusão, mas mesmo assim torcemos internamente por sua realização. Essas obras nos fazem lembrar o quanto é marcante esse periodo de nossas vidas. Não posso deixar de mencionar, Rebecca Hall, que encanto.
Funcionou, na minha opinião, a obra é cadenciada com um humor eventualmente deslocado, mas fui envolvido na busca do personagem principal por respeito, o acompanhei pelos caminhos derradeiros que tomou e nesse percurso, de autoconhecimento, onde encontra o respeito próprio, antes de ser dagrado pelo caos que seus atos desencadearam, acarretou em mim um pequeno sorriso de satisfação.
A primeira metade possui um ritmo equilibrado e prende o expectador, porém vai perdendo força e coesão, enfraquecendo a alusão a relacionamentos abusivos. O valor da obra reside na personagem Iris, interpretada com charme e delicadeza inatas por Sophie Thatcher.
Jason Statham é, de forma inquestionável, um estandarte dos filmes de ação, carrega a obra no carisma, quando que algo do gênero, com poucas sequências de porradaria e um bom tempo de tela, voltado para a desenvolvimento do personagem se tornaria tão envolvente. Jason possui uma preciosa capacidade de fazer o expectador torcer por seus personagens.
Muito superior ao primeiro, tenso, nos mantém constantemente receosos pelo destino dos personagens, sonoplastia, angulo de câmera e jumpscares empregados de forma competente. Uma grata surpresa, destoa positivamente no invocaverso.
Um filme cadenciado, que reside no limbo entre horror e investigação criminal, sem nunca atingir plenamente nenhum dos dois, peca por não alcançar um desencadear homogêneo no transcorrer da trama. Destaco, Maika Monroe, a qual encaixa na sua personagem, contida e angustiada.
Esse filme demanda ser assistido no ânimo correto, permitindo captar suas nuances, pois não apresenta uma evolução gradual no enredo, mas sim uma atuação competente de Jake Gyllenhaal, que nos traz um personagem confuso e desconectado emocionalmente, completamente impactado pelo luto.
De pronto lhes digo, supere os primeiros 50 min, essa parte é lenta e intimista, voltada para sintomas e consequências oriundos dos distúrbios de personalidade. Na segunda parte da película, ocorre uma guinada na trama, transmutando-se para um thriller permeado de subterfúgios e maquinações, que vão se eluciadando, não de maneira imoderada, mas sim de forma astuta, obtendo um final compensador.
Essa obra demanda ser sentida, afinal é difícil precisar a sensação exata que desperta. Não apresenta jump scares, possessões espetaculares, nem mesmo gore gráfico e profuso. "Faça Ela Voltar" irá nos compelir ao desconforto, a agonia e repulsa, de forma crescente, habilmente provocadas pelo roteiro. Esse filme deixará resquícios em seu pensamento e atualizará sua definição de "perturbador".
A obra me fez imergir no Conclave, não senti o tempo passar, as tensões políticas, filosóficas e morais, permeadas por toda a tradição e legado da Igreja, foram ajustadamente transmitidas pelo roteiro, fotografia e direção. Inegável que o catalizador das qualidades do filme, foi a interpretação de Ralph Fiennes, o qual transmitiu todo o peso da responsabilidade, inerente a sua tarefa e dos questionamentos internos e institucionais que a situação lhe impôs.
Uma comédia tem um objetivo basilar, divertir, na minha opinião essa obra cumpriu sua finalidade. Quantos filmes congêneres assisti sem nenhum meio sorriso aparecer nos lábios, não sejamos tão exigentes, o saldo final é positivo. Quando o roteiro deixou as protagonistas atuarem como duplas, ora competindo, ora colaborando, seu ápice foi atingido, único porém foi o terço final, após o plost twist o brilho as personagens principais foi enfraquecido.
Poderia ser um filme de vingança comum, contudo há algo nas entrelinhas que não consigo determinar, uma sensibilidade acima da minha percepção, ou talvez a inconformidade que transborda quando injustiças são perpetradas. Desfrute dessa jornada de retribuição à abusadores, que opta por amenizar o gore e acentuar a personalidade da protagonista.
Essa obra é uma ode ao "momento inesquecível", aquela sensação que procuramos repetir, mesmo cientes do fato de ser irreprisável, algo que torna tão fantástica aquela experiência. Afortunado aquele que reconhece o dia mais feliz da sua vida, sem dúvida esses compreenderão a mágica transmitida pelos diálogos, sorrisos e carinhos trocados entre os personagens. Um reticente jovem vagando pela Europa, vivido por Ethan Hawke e uma francesa sonhadora, interpretada com frescor cativante por Julie Delpy.
O início gerou uma certa empolgação, começamos a torcer pela protagonista, contudo ficou a sensação de existir roteiro apenas para um episódio de seriado, pois no segundo terço, quando o cenário volta-se para a montanha, o enredo simplesmente estagna, dissipando o interesse do espectador, até mesmo com o destino dos personagens.
Essa obra deve ser soboreada paulatinamente, suas intenções se mostram por meio das conclusões e da atenção do espectador, pois o filme, ao tempo que protagoniza os diálogos e leituras de trechos, é permeado de mensagens não verbais, a compreensão dessas é primordial para a imersão na narrativa. O cerne do filme é Jenna Ortega, mesmo que eventualmente pareça emular a "Wandinha", seus olhares e expressões são fundamentais para criar um campo de atração a sua volta, sugando seu autoindugente professor. O final nos mostra as causas e consequências socias e psicológicas de nossos atos, sejam eles intencionais ou não, sejam eles sugestionados ou executados.
A trama pecou por não encontrar o tom correto durante grandeparte da duração, a busca pelo humor desencadeou quebras de ritmo, alongando algumas sequências e dissipando a carga emocional que o assunto naturalmente proporciona. Uma pena, pois os ultimos vinte minutos encontram o ponto de equilíbrio e entregam o que deveria ter sido a tônica da obra. Referência ao nível de doçura da personagem de Anna Kendrick, capaz de amenizar a presença da exuberante Bryce Dallas Howard.
Mesmo se Nada der Certo
4.0 1,9K Assista AgoraEsse filme me conquistou pouco a pouco, como aquelas músicas que escutamos pela primeira vez, as quais mesmo sem saber como será a letra, sabemos que encontrará um espaço especial na nossa história.
A trama é lenta, sem uma crescente, porém o carisma dos personagens te cativa, de forma a despertar alegria a ponto de nos tornarmos indiferentes ao ritmo dos acontecimentos.
O grande ápice encontra-se no seu final: pleno, verdadeiro e redentor. Capaz de encontrar em uníssono a emoção e a leveza.
June e John
2.7 19 Assista AgoraInegável os altos e baixos da obra, mas supere isso e saboreie a supreendente leveza do enredo, mesmo apresentando questões de potencial melancólico, você irá acompanhar a jornada dos protagonistas de forma alegre.
A bela Matilda Price me lembrou a Jamie Pressly jovem mesclada a Milena Toscano.
Risqué: A Vingança
2.3 7 Assista AgoraObra que não se leva a sério, roteiro simplório? Com certeza, mas resulta em entretenimento certeiro. Película curta e divertida, as atrizes são muio bonitas, destaque para Leah Gibson que vi em algumas obras, sem realmente notar, pois em Risqué me impressionou com sua beleza estonteante e Silvia Orduna delicada e carismática.
Sorria 2
3.3 614 Assista AgoraCurti tanto esse, quanto o primeiro, pois me permitiu imergir na trama e "sofrer" todos os jumpscare apresentados, quanto sentir a progressao rumo ao colapso da protagonista, o porém fica por conta do alongamento do corte, que amenizou a tensão.
Por último e primordial, Naomi Scott em uma interpretação visceral que atribuiu alma a obra.
Velozes & Furiosos: Hobbs & Shaw
3.1 473 Assista AgoraNão me prendo ao purismo que defende que obras do universo de Velozes & Furiosos devem ser centradas em carros. Escolhi esse título para consumir um filme pipoca, o início estava me entregando justamente isso, contudo a trama é longa demais (dá pra cortar uns bons 30 min), com isso o ritmo dissipa, atenuando o carisma dos personagens principais. Agora o que me impactou, não foram as inverossímeis cenas de ação (algo que espero e desejo ver nesse universo), mas sim o quanto estava estonteante a atriz Vanessa Kirby.
Venom
2.7 167Trama de terror padrão, bem estilo anos 1990/2000, grupo de adolescentes enfrentando um assassino implacável, evidente que não possui um plot inovador ou algo do tipo, mas está longe de ser completamente desprezível, nesse gênero tem obra bem pior. Menção para a Final Girl, Agnes Bruckner, que presença promissora, uma pena sua carrera não ter decolado.
Pig: A Vingança
3.4 335 Assista AgoraA escolha do subtítulo foi péssima, acarreta uma perspectiva errônea, a qual atrapalha de sorvermos os conceitos reais da obra, ao acreditarmos que nos depararemos com uma jornada em busca de reparações violentas, quando na verdade temos diante de nossos olhos um filme intimista, que fala sobre luto, aparências, cisão com a sociedade e realidade e, sobretudo, amor em todas as suas formas.
Antes do Pôr-do-Sol
4.2 1,5K Assista AgoraEnquanto o primeiro representava "aquele dia inesquecível", o segundo filme é mais visceral, entregando toda a carga emocional que pessoas mais maduras carregam, fala sobre as consequencias de nossas escolhas e, fundamentalmente, sobre o caminho que não seguimos, sobre o grande talvez, quem nunca foi atormentado por aquela palavra não dita, pela atitude não tomada, pelo que poderia ter sido. Esse encontro quase uma década depois, serve de homenagem a "linha do tempo perfeita".
Sempre estupefato pela sintonia entre os atores, ah... Julie Delpy, como pode ser tão apaixonante em sua Céline...
Garoto Nota 10
3.3 103 Assista AgoraFilme de fase universitária, leve, daqueles pra passar o tempo e saber exatamente a conclusão, mas mesmo assim torcemos internamente por sua realização. Essas obras nos fazem lembrar o quanto é marcante esse periodo de nossas vidas. Não posso deixar de mencionar, Rebecca Hall, que encanto.
Morte em LaRoy, Texas
3.3 29 Assista AgoraFuncionou, na minha opinião, a obra é cadenciada com um humor eventualmente deslocado, mas fui envolvido na busca do personagem principal por respeito, o acompanhei pelos caminhos derradeiros que tomou e nesse percurso, de autoconhecimento, onde encontra o respeito próprio, antes de ser dagrado pelo caos que seus atos desencadearam, acarretou em mim um pequeno sorriso de satisfação.
Acompanhante Perfeita
3.4 605 Assista AgoraA primeira metade possui um ritmo equilibrado e prende o expectador, porém vai perdendo força e coesão, enfraquecendo a alusão a relacionamentos abusivos. O valor da obra reside na personagem Iris, interpretada com charme e delicadeza inatas por Sophie Thatcher.
Carta Selvagem
2.6 157 Assista AgoraJason Statham é, de forma inquestionável, um estandarte dos filmes de ação, carrega a obra no carisma, quando que algo do gênero, com poucas sequências de porradaria e um bom tempo de tela, voltado para a desenvolvimento do personagem se tornaria tão envolvente. Jason possui uma preciosa capacidade de fazer o expectador torcer por seus personagens.
Annabelle 2: A Criação do Mal
3.3 1,1K Assista AgoraMuito superior ao primeiro, tenso, nos mantém constantemente receosos pelo destino dos personagens, sonoplastia, angulo de câmera e jumpscares empregados de forma competente. Uma grata surpresa, destoa positivamente no invocaverso.
Longlegs: Vínculo Mortal
3.2 944Um filme cadenciado, que reside no limbo entre horror e investigação criminal, sem nunca atingir plenamente nenhum dos dois, peca por não alcançar um desencadear homogêneo no transcorrer da trama. Destaco, Maika Monroe, a qual encaixa na sua personagem, contida e angustiada.
Demolição
3.7 488 Assista AgoraEsse filme demanda ser assistido no ânimo correto, permitindo captar suas nuances, pois não apresenta uma evolução gradual no enredo, mas sim uma atuação competente de Jake Gyllenhaal, que nos traz um personagem confuso e desconectado emocionalmente, completamente impactado pelo luto.
Terapia de Risco
3.6 1,0K Assista AgoraDe pronto lhes digo, supere os primeiros 50 min, essa parte é lenta e intimista, voltada para sintomas e consequências oriundos dos distúrbios de personalidade. Na segunda parte da película, ocorre uma guinada na trama, transmutando-se para um thriller permeado de subterfúgios e maquinações, que vão se eluciadando, não de maneira imoderada, mas sim de forma astuta, obtendo um final compensador.
Faça Ela Voltar
3.8 791 Assista AgoraEssa obra demanda ser sentida, afinal é difícil precisar a sensação exata que desperta. Não apresenta jump scares, possessões espetaculares, nem mesmo gore gráfico e profuso. "Faça Ela Voltar" irá nos compelir ao desconforto, a agonia e repulsa, de forma crescente, habilmente provocadas pelo roteiro. Esse filme deixará resquícios em seu pensamento e atualizará sua definição de "perturbador".
Conclave
3.9 831 Assista AgoraA obra me fez imergir no Conclave, não senti o tempo passar, as tensões políticas, filosóficas e morais, permeadas por toda a tradição e legado da Igreja, foram ajustadamente transmitidas pelo roteiro, fotografia e direção. Inegável que o catalizador das qualidades do filme, foi a interpretação de Ralph Fiennes, o qual transmitiu todo o peso da responsabilidade, inerente a sua tarefa e dos questionamentos internos e institucionais que a situação lhe impôs.
As Trapaceiras
2.7 323 Assista AgoraUma comédia tem um objetivo basilar, divertir, na minha opinião essa obra cumpriu sua finalidade. Quantos filmes congêneres assisti sem nenhum meio sorriso aparecer nos lábios, não sejamos tão exigentes, o saldo final é positivo.
Quando o roteiro deixou as protagonistas atuarem como duplas, ora competindo, ora colaborando, seu ápice foi atingido, único porém foi o terço final, após o plost twist o brilho as personagens principais foi enfraquecido.
M.F.A
3.2 22Poderia ser um filme de vingança comum, contudo há algo nas entrelinhas que não consigo determinar, uma sensibilidade acima da minha percepção, ou talvez a inconformidade que transborda quando injustiças são perpetradas. Desfrute dessa jornada de retribuição à abusadores, que opta por amenizar o gore e acentuar a personalidade da protagonista.
Antes do Amanhecer
4.3 2,0K Assista AgoraEssa obra é uma ode ao "momento inesquecível", aquela sensação que procuramos repetir, mesmo cientes do fato de ser irreprisável, algo que torna tão fantástica aquela experiência. Afortunado aquele que reconhece o dia mais feliz da sua vida, sem dúvida esses compreenderão a mágica transmitida pelos diálogos, sorrisos e carinhos trocados entre os personagens. Um reticente jovem vagando pela Europa, vivido por Ethan Hawke e uma francesa sonhadora, interpretada com frescor cativante por Julie Delpy.
Perseguição nas Alturas
2.5 56O início gerou uma certa empolgação, começamos a torcer pela protagonista, contudo ficou a sensação de existir roteiro apenas para um episódio de seriado, pois no segundo terço, quando o cenário volta-se para a montanha, o enredo simplesmente estagna, dissipando o interesse do espectador, até mesmo com o destino dos personagens.
A Garota de Miller
2.3 154Essa obra deve ser soboreada paulatinamente, suas intenções se mostram por meio das conclusões e da atenção do espectador, pois o filme, ao tempo que protagoniza os diálogos e leituras de trechos, é permeado de mensagens não verbais, a compreensão dessas é primordial para a imersão na narrativa.
O cerne do filme é Jenna Ortega, mesmo que eventualmente pareça emular a "Wandinha", seus olhares e expressões são fundamentais para criar um campo de atração a sua volta, sugando seu autoindugente professor. O final nos mostra as causas e consequências socias e psicológicas de nossos atos, sejam eles intencionais ou não, sejam eles sugestionados ou executados.
50%
3.9 2,2K Assista AgoraA trama pecou por não encontrar o tom correto durante grandeparte da duração, a busca pelo humor desencadeou quebras de ritmo, alongando algumas sequências e dissipando a carga emocional que o assunto naturalmente proporciona. Uma pena, pois os ultimos vinte minutos encontram o ponto de equilíbrio e entregam o que deveria ter sido a tônica da obra. Referência ao nível de doçura da personagem de Anna Kendrick, capaz de amenizar a presença da exuberante Bryce Dallas Howard.