Teoria do caos, efeito borboleta. A vida de uma mexicana foi totalmente afetada porque um japonês decidiu dar um rifle para um marroquino. Olha a loucura disso.
Esse é um daqueles filmes que vale a pena comentar.
Atuações e ambientações brilhantes, trilha sonora espetacular. Imaginava um filme completamente diferente, por isso talvez tenha demorado tanto pra assistir.
Mas é um daqueles filmes que se você deixar, toca a alma. Seja por desespero, por empatia, por amor ao próximo.
É a vida como ela é acontecendo, existindo, sendo desencadeada por eventos aparentemente insignificantes, uma torre de babel a desabar.
Olha, filmaço. Profundo, delicado e intenso. Muito bom
Quanto comentário chato: Ain cigarro, blabla. Cresçam… Não é difícil de entender. A caixa só é passada pra mulheres, que precisam se sacrificar, se mutilar (e isso pode significar várias coisas). O filme, em uma de suas camadas, é sobre ser mulher.
A tensão e o horror são bem retratados, já vi filmes de terror cheios de jump scares muito piores. Acho que o ponto baixo foi a maquiagem da entidade. Mas, do meu ponto vista, foi no mínimo inquietante, o que pra um filme de terror é um baita ponto positivo.
Não está entre os melhores do gênero, mas longe de ser o pior. Não é um filme de terror literal, e isso pra mim conta bastante.
“As pessoas estão ficando cada vez mais burras, mas têm opinião”
O livro deve ser muito bom. Infelizmente quando um livro vira filme, dificilmente se consegue retratar bem todas as camadas e nuances de uma obra literária.
Mesmo assim, gostei, achei muito bom e um filme que, comparado ao que vem sendo produzido hoje em dia, é muuuito melhor.
Concordo com os comentários: “Primo pobre de A lenda do tesouro perdido”, “difícil assumirem o lugar de Indiana Jones”, etc.
E eu acrescento dizendo que acabei me divertindo mais vendo Piratas do Caribe - Navegando em águas misteriosas (franquia já em decadência), que com esse filme.
Mas, entretanto, no entanto, todavia, comparado ao que venho assistindo ultimamente, esse filme fez meu domingo valer a pena. Consegui me conectar com ele e esquecer o celular. Foi, de fato, um grato passatempo.
Estamos vivendo uma época medíocre do cinema. Ou o filme é feito pra preencher um calendário de streaming, ou é politizado demais, lacrador demais, ou o CGI fode com toda a experiência, ou falta novidade, tudo acaba sendo uma cópia do que já vi.
Ou, no fim das contas eu é que preciso encontrar uma fonte da juventude, porque devo estar velho demais, seletivo demais… 🤷🏻♂️
Um livro curto, sem muita riqueza em detalhes e com um final mediano, consegue ser muito maior e infinitamente mais filosófico que essa paródia (filme).
No lugar de uma profunda filosofia sobre a alma humana, menções sobre o Navio de Teseu (mesmo que de forma rasa como no livro), o que vemos? Mais do mesmo progressismo barato e medíocre que envolve o mainstream e Mark Ruffalo (ex-grande ator). Quiseram fazer menções ao nazismo e superioridade branca no filme 🤦🏻 - um grande PUTA QUE PARIU pra isso.
A historia original, não distorcida por Hollywood, é muito melhor, sério, leiam o livro, não tem nada a ver com o filme.
Enfim, mais do mesmo. Ao invés de inovar no filme (já tinham um roteiro pronto pra isso), ao invés de trazer um conceito inovador, preferiram a mediocridade que vende pra geração Tiktok.
Réquiem para um sonho: Matriz A substância: Versão piorada (o monstro)
Juntou várias referências, tem muito réquiem para um sonho nesse filme, Carrie a estranha, flertou com a bizarrice do Ari Aster, e até que passa uma mensagem bacana, mas ainda assim faltou profundidade (o que prova que não adianta um filme ter duas horas e cacetada de duração, se não for muito bem conduzido).
O filme é puramente uma crítica. “Tudo bem” colocar todos os homens como uns porcos infantis (cinema moderno é só isso mesmo). Mas e a personagem principal? Zero pano de fundo, somente infelicidade e espelho.
Se a crítica não vier acompanhada de filosofia, não surte tanto efeito. Tanto que vou esquecer esse filme em uma semana.
Clássico? Jamais. Réquiem para um sonho mandou um abraço…
Demi Moore ponto forte do filme, excelente atuação.
Ninguém suporta alguém que se destaca. Se alguém se destaca a nível mundial e é brasileiro então, vai vir pedrada de tudo o que é lado. A determinação e a mente desse cara é um exemplo que eu gostaria de seguir por toda a minha vida.
A série foi um presente para os brasileiros e amantes do automobilismo em geral, que assim como eu viveram um pouco disso. Eu era criança quando o acidente aconteceu, mas lembro desse dia como se fosse hoje, onde eu tava, que roupa usava, etc. Muito bem produzida, CGI muito bom, emocionante e profunda em várias camadas, ao contrário de que muito "críticos" estão dizendo por aí.
Nem curta demais, nem longa demais. Passou pelos pontos mais importantes, cada episódio uma emoção diferente. Tínhamos mania de criticar o Galvão, mas ouvi-lo, mesmo que na voz de Gabriel Louchard (muito bem representado), com o tema da vitória foi um banho de nostalgia que tocou profundamente a alma.
Pra assistir aos filmes do Ari Aster é assim, precisa sentar no sofá com o estômago preparado.
Depois de Midsommar, eu já sabia que alguma bizarrice viria. Só não contava que seriam 3 horas de surto, de agonia e de inquietação. Ele é muito bom em provocar essas sensações bizarras no telespectador, e eu acho isso genial. O cara é ousado. O filme é composto por 4 atos, sendo que no terceiro há 3 pequenos atos envolvendo os arquétipos e a jornada do heroi.
Definitivamente não é um filme literal. Há muita filosofia envolvida (Freud principalmente) e simbologia (genial a cena do sótão).
Eu (como um belo nada que sou) iria criticar o tempo do filme. É muito longo. Mas na real somos nós que estamos mais intolerantes, sem tempo, precisando da dopamina do smartphone a cada 15 minutos, então não sei se essa crítica seria válida. São 3 horas bizarras, mas que de certa forma te prendem, você fica querendo saber o que vai acontecer.
Gostei bastante do final, e claro, Joaquin Phoenix perfeito no papel. Se ele tivesse feito esse filme antes de Joker, já iria completamente preparado para o papel de Coringa, pois de certa forma, os dois personagens chegam a se complementar.
Um bom filme, que precisa ser revisto (mas definitivamente não tão já, rs), e que não é pra qualquer um.
Revi esse filme hoje, e honestamente achei mais fraco que a primeira vez que o vi. Tem um comentário meu sobre esse filme aqui em 2020 (e eu não vim do passado pra comentar de novo, infelizmente minha vida é vivida dia após dia)
A ideia é bizarra e ao mesmo tempo fantástica. Conseguiram criar o agente perfeito, ou o agente perfeito se criou. Ele só existe porque ele mesmo voltou no tempo pra gerar-se, e também pra se colocar num orfanato no passado. Essa é a beleza do paradoxo de Bootstrap, onde não é possível identificar o começo de algo (Quem assistiu Dark e entendeu, entende - se bem que em Dark, a "fonte" foi identificada).
Anyway, no filme ele fala algumas vezes sobre "a cobra que eternamente come seu próprio rabo" (kkkk, literalmente). Mas pô, usa o termo pra que ao menos as pessoas possam pesquisar sobre: Ourobouros. Enfim, meu ponto é: faltou intensidade filosófica, o roteiro foi meio preguiçoso nesse sentindo. Faltaram motivações humanas profundas, desejo de conhecimento além das dimensões a que estamos presos. Filmes assim nos levam a questionar as coisas, nos fazem viajar naquilo que existe "por de trás das cortinas", e se falta intensidade filosófica, o filme fica meio vazio. Sem contar que a trilha sonora também foi bem fraca, e a música num filme, é a responsável por tocar a alma do telespectador.
Mas, o filme não é ruim não. Considerando o que vem sendo produzido mundialmente nos últimos 4 anos, rever esse filme foi um bom passatempo.
“Uma obra verdadeiramente inteligente deve expor as ilusões do seu tempo ao invés de simplesmente reafirma-las”
Nada nesse filme é arte, tudo é bizarro: trilha sonora, fotografia, figurino. Olha pai/mãe estou chocando o mundo, kkkk.
Um filme pseudo-cult que só reafirma o que essa agenda podre tenta nos enfiar goela abaixo.
Então vamos celebrar a verdadeira liberdade dos nossos corpos, vamos nos despir das convenções sociais, do “patriarcado” que tanto nos oprime, e gastar milhares de reais por mês em terapias, pra nos aguentarmos, e sorrirmos “honestamente” ao lado da nossa amante, com um livro na mão (simbolizando o conhecimento que o homem não queria que vc tivesse), enquanto o general que simboliza toda a luta contra a VERDADEIRA opressão no passado, pra que vc possa acessar livremente o filmow hoje, seja diminuído a um imbecil comedor de capim, kkkk.
Aham, aplausos, isso sim é cinema! Parabéns Mark Rufallo, sua frouxisse combina muito bem com seu posicionamento político. Só nos resta rir mesmo.
É aquela velha estratégia do progressismo: pegar o que deu certo, tentar copiar, enfiar as narrativas no meio e fracassar.
Uma mistura bem ruim de Dark, com Blade Runner, com Robocop, sem filosofia, sem ficção científica suficiente pra suportar um roteiro desses, sem bons atores, sem credibilidade, sem nada. A trilha sonora é a única coisa que salva na série.
Isso sem entrar no mérito das “regras” das viagens no tempo. Não existe paradoxo, linhas temporais alternativas. Simplesmente um bora voltar lá e mudar o loop, foda-se, simples assim.
Conclusão: no fim da série é como se a série não tivesse existido, e queria eu voltar no tempo e “desver” isso.
Primeiro eu assisti Armaggedon e pensei: “Que viagem de filme, até parece, não existe filme mais impossível”.
Depois eu assisti O núcleo (viagem ao centro da Terra) e pensei: “Que viagem de filme, não existe nada mais impossível que isso, o roteirista fumou vários”.
Filmes do Nolan às vezes não são fáceis de acompanhar se você não vai pro cinema entendendo um pouco do assunto. Os diálogos são frenéticos (e de certa forma complicados), a mente não tem muito tempo pra digerir, às vezes nem pra formar uma opinião rápida sobre determinado ponto. Devido à complexidade dos temas que ele normalmente aborda em seus filmes, isso se faz necessário. É o que dá credibilidade e sua assinatura aos seus filmes.
E ele tem um jeito diferente de dirigir, de usar a trilha sonora em favor de um ponto que se quer transmitir. Um ângulo, uma cena...
Como qualquer boa obra de arte que se preze, necessita de tempo, pensamento crítico e envolvimento, o que de fato, muita gente não tem. E ok, entendo que muitos preferem desligar o cérebro e ver qualquer merda rosa pra passar o tempo, e tudo bem. Mas assim como Interstellar, Inception, que a cada revisitada ao filme algo novo surge, um clique novo, um ponto de vista novo, esse nao é diferente. E isso somente obras de arte conseguem proporcionar.
O filme passa por vários pontos da biografia do personagem principal, e meio que se divide em três atos de sua vida. Achei muito interessante a dosagem entre Oppenheimer ser humano, Oppnheimer físico teórico (e todos os físicos e cientistas do filme) e a política abraçando tudo. Ela dosa as principais âncoras como ninguém.
Filme muito bom, mas que não é pra todos, e bem, foda-se... O cara não quis nem saber qual outro filme iria "concorrer" com o lançamento do dele, rs...
O que fez a série ser cancelada foi a correria pra cima, pra baixo, entra aqui, sai ali, depois volta, depois vai, depois volta de novo, depois vai mais uma vez.
A premissa é muito boa, é realmente interessante. Parte filosófica é um prato cheio pra quem curte. Há alguns diálogos excelentes.
Mas o desenrolar da história, a meu ver, foi mal construído. Eu não aguentava mais ver aquele hospital psquiátrico de longe, sempre o mesmo cinza e aqueles corredores do navio. Cansou demais.
Babel
3.9 1,0K Assista AgoraTeoria do caos, efeito borboleta.
A vida de uma mexicana foi totalmente afetada porque um japonês decidiu dar um rifle para um marroquino. Olha a loucura disso.
Esse é um daqueles filmes que vale a pena comentar.
Atuações e ambientações brilhantes, trilha sonora espetacular. Imaginava um filme completamente diferente, por isso talvez tenha demorado tanto pra assistir.
Mas é um daqueles filmes que se você deixar, toca a alma. Seja por desespero, por empatia, por amor ao próximo.
É a vida como ela é acontecendo, existindo, sendo desencadeada por eventos aparentemente insignificantes, uma torre de babel a desabar.
Olha, filmaço. Profundo, delicado e intenso. Muito bom
Presente Maldito
2.3 63Quanto comentário chato: Ain cigarro, blabla. Cresçam…
Não é difícil de entender. A caixa só é passada pra mulheres, que precisam se sacrificar, se mutilar (e isso pode significar várias coisas). O filme, em uma de suas camadas, é sobre ser mulher.
A tensão e o horror são bem retratados, já vi filmes de terror cheios de jump scares muito piores. Acho que o ponto baixo foi a maquiagem da entidade. Mas, do meu ponto vista, foi no mínimo inquietante, o que pra um filme de terror é um baita ponto positivo.
Não está entre os melhores do gênero, mas longe de ser o pior. Não é um filme de terror literal, e isso pra mim conta bastante.
The Walking Dead: Daryl Dixon (3ª Temporada)
3.5 26 Assista AgoraSou muito fã do universo, já revi The Walking Dead algumas vezes, e vou até o fim com todos os spin-off.
Mas tá na hora de parar mesmo, essa temporada foi complicada de assistir.
Uns drameco sem graça, uns vilões sem graça, a Carol não parece a mesma, aquele moleque espanhol pitizento, aff.
Ponto alto da temporada foi o teatro dos walkers (los huecos é meu uevo), e o Daryl pistoleiro. O resto, completamente descartável.
Revelações
2.9 101 Assista Agora“As pessoas estão ficando cada vez mais burras, mas têm opinião”
O livro deve ser muito bom. Infelizmente quando um livro vira filme, dificilmente se consegue retratar bem todas as camadas e nuances de uma obra literária.
Mesmo assim, gostei, achei muito bom e um filme que, comparado ao que vem sendo produzido hoje em dia, é muuuito melhor.
A Música de John Williams
4.2 17 Assista AgoraUm verdadeiro mestre contemporâneo. A definição da melancolia, da conexão com o segredo mais antigo do Universo.
Suas obras, como é dito no documentário, estão em nossos DNAs. Muito bacana que esse documentário foi feito enquanto ele ainda está vivo.
O Céu de Outubro
4.1 273 Assista AgoraComo assim eu deixei passar e não aluguei esse filme nos anos 90?
Como Vender a Lua
3.3 85 Assista AgoraEu não lembro a última vez que ri tanto num filme, quanto na cena do gato avacalhando tudo. Ahahaha, quase infartei
A Fonte da Juventude
2.7 86 Assista AgoraConcordo com os comentários: “Primo pobre de A lenda do tesouro perdido”, “difícil assumirem o lugar de Indiana Jones”, etc.
E eu acrescento dizendo que acabei me divertindo mais vendo Piratas do Caribe - Navegando em águas misteriosas (franquia já em decadência), que com esse filme.
Mas, entretanto, no entanto, todavia, comparado ao que venho assistindo ultimamente, esse filme fez meu domingo valer a pena. Consegui me conectar com ele e esquecer o celular. Foi, de fato, um grato passatempo.
Estamos vivendo uma época medíocre do cinema. Ou o filme é feito pra preencher um calendário de streaming, ou é politizado demais, lacrador demais, ou o CGI fode com toda a experiência, ou falta novidade, tudo acaba sendo uma cópia do que já vi.
Ou, no fim das contas eu é que preciso encontrar uma fonte da juventude, porque devo estar velho demais, seletivo demais… 🤷🏻♂️
Mickey 17
3.4 525 Assista AgoraUm livro curto, sem muita riqueza em detalhes e com um final mediano, consegue ser muito maior e infinitamente mais filosófico que essa paródia (filme).
No lugar de uma profunda filosofia sobre a alma humana, menções sobre o Navio de Teseu (mesmo que de forma rasa como no livro), o que vemos? Mais do mesmo progressismo barato e medíocre que envolve o mainstream e Mark Ruffalo (ex-grande ator). Quiseram fazer menções ao nazismo e superioridade branca no filme 🤦🏻 - um grande PUTA QUE PARIU pra isso.
A historia original, não distorcida por Hollywood, é muito melhor, sério, leiam o livro, não tem nada a ver com o filme.
Enfim, mais do mesmo. Ao invés de inovar no filme (já tinham um roteiro pronto pra isso), ao invés de trazer um conceito inovador, preferiram a mediocridade que vende pra geração Tiktok.
Abraços, não vejam esse filme.
Aqui
3.3 134 Assista AgoraQue filme simples, e bonito. Chega a ser quase um teatro. A tomada final é muito boa. Esse filme me fez viajar no tempo.
Muito legal ver o Forrest e a Jenny juntos de novo.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraRéquiem para um sonho: Matriz
A substância: Versão piorada (o monstro)
Juntou várias referências, tem muito réquiem para um sonho nesse filme, Carrie a estranha, flertou com a bizarrice do Ari Aster, e até que passa uma mensagem bacana, mas ainda assim faltou profundidade (o que prova que não adianta um filme ter duas horas e cacetada de duração, se não for muito bem conduzido).
O filme é puramente uma crítica.
“Tudo bem” colocar todos os homens como uns porcos infantis (cinema moderno é só isso mesmo). Mas e a personagem principal? Zero pano de fundo, somente infelicidade e espelho.
Se a crítica não vier acompanhada de filosofia, não surte tanto efeito. Tanto que vou esquecer esse filme em uma semana.
Clássico? Jamais.
Réquiem para um sonho mandou um abraço…
Demi Moore ponto forte do filme, excelente atuação.
Senna
4.0 239 Assista AgoraNinguém suporta alguém que se destaca. Se alguém se destaca a nível mundial e é brasileiro então, vai vir pedrada de tudo o que é lado. A determinação e a mente desse cara é um exemplo que eu gostaria de seguir por toda a minha vida.
A série foi um presente para os brasileiros e amantes do automobilismo em geral, que assim como eu viveram um pouco disso. Eu era criança quando o acidente aconteceu, mas lembro desse dia como se fosse hoje, onde eu tava, que roupa usava, etc. Muito bem produzida, CGI muito bom, emocionante e profunda em várias camadas, ao contrário de que muito "críticos" estão dizendo por aí.
Nem curta demais, nem longa demais. Passou pelos pontos mais importantes, cada episódio uma emoção diferente. Tínhamos mania de criticar o Galvão, mas ouvi-lo, mesmo que na voz de Gabriel Louchard (muito bem representado), com o tema da vitória foi um banho de nostalgia que tocou profundamente a alma.
Beau Tem Medo
3.2 441Pra assistir aos filmes do Ari Aster é assim, precisa sentar no sofá com o estômago preparado.
Depois de Midsommar, eu já sabia que alguma bizarrice viria. Só não contava que seriam 3 horas de surto, de agonia e de inquietação. Ele é muito bom em provocar essas sensações bizarras no telespectador, e eu acho isso genial.
O cara é ousado. O filme é composto por 4 atos, sendo que no terceiro há 3 pequenos atos envolvendo os arquétipos e a jornada do heroi.
Definitivamente não é um filme literal. Há muita filosofia envolvida (Freud principalmente) e simbologia (genial a cena do sótão).
Eu (como um belo nada que sou) iria criticar o tempo do filme. É muito longo. Mas na real somos nós que estamos mais intolerantes, sem tempo, precisando da dopamina do smartphone a cada 15 minutos, então não sei se essa crítica seria válida. São 3 horas bizarras, mas que de certa forma te prendem, você fica querendo saber o que vai acontecer.
Gostei bastante do final, e claro, Joaquin Phoenix perfeito no papel. Se ele tivesse feito esse filme antes de Joker, já iria completamente preparado para o papel de Coringa, pois de certa forma, os dois personagens chegam a se complementar.
Um bom filme, que precisa ser revisto (mas definitivamente não tão já, rs), e que não é pra qualquer um.
O Predestinado
4.0 1,7K Assista AgoraRevi esse filme hoje, e honestamente achei mais fraco que a primeira vez que o vi.
Tem um comentário meu sobre esse filme aqui em 2020 (e eu não vim do passado pra comentar de novo, infelizmente minha vida é vivida dia após dia)
A ideia é bizarra e ao mesmo tempo fantástica. Conseguiram criar o agente perfeito, ou o agente perfeito se criou. Ele só existe porque ele mesmo voltou no tempo pra gerar-se, e também pra se colocar num orfanato no passado. Essa é a beleza do paradoxo de Bootstrap, onde não é possível identificar o começo de algo (Quem assistiu Dark e entendeu, entende - se bem que em Dark, a "fonte" foi identificada).
Anyway, no filme ele fala algumas vezes sobre "a cobra que eternamente come seu próprio rabo" (kkkk, literalmente). Mas pô, usa o termo pra que ao menos as pessoas possam pesquisar sobre: Ourobouros. Enfim, meu ponto é: faltou intensidade filosófica, o roteiro foi meio preguiçoso nesse sentindo. Faltaram motivações humanas profundas, desejo de conhecimento além das dimensões a que estamos presos. Filmes assim nos levam a questionar as coisas, nos fazem viajar naquilo que existe "por de trás das cortinas", e se falta intensidade filosófica, o filme fica meio vazio. Sem contar que a trilha sonora também foi bem fraca, e a música num filme, é a responsável por tocar a alma do telespectador.
Mas, o filme não é ruim não. Considerando o que vem sendo produzido mundialmente nos últimos 4 anos, rever esse filme foi um bom passatempo.
Pobres Criaturas
4.1 1,3K Assista Agora“Uma obra verdadeiramente inteligente deve expor as ilusões do seu tempo ao invés de simplesmente reafirma-las”
Nada nesse filme é arte, tudo é bizarro: trilha sonora, fotografia, figurino. Olha pai/mãe estou chocando o mundo, kkkk.
Um filme pseudo-cult que só reafirma o que essa agenda podre tenta nos enfiar goela abaixo.
Então vamos celebrar a verdadeira liberdade dos nossos corpos, vamos nos despir das convenções sociais, do “patriarcado” que tanto nos oprime, e gastar milhares de reais por mês em terapias, pra nos aguentarmos, e sorrirmos “honestamente” ao lado da nossa amante, com um livro na mão (simbolizando o conhecimento que o homem não queria que vc tivesse), enquanto o general que simboliza toda a luta contra a VERDADEIRA opressão no passado, pra que vc possa acessar livremente o filmow hoje, seja diminuído a um imbecil comedor de capim, kkkk.
Aham, aplausos, isso sim é cinema!
Parabéns Mark Rufallo, sua frouxisse combina muito bem com seu posicionamento político. Só nos resta rir mesmo.
A Garota Ideal
3.8 1,2K Assista AgoraMano, que filme foda…
Pra se fazer um bom filme não são necessários milhões de US$. Basta um bom roteiro, bons atores e muita humanidade.
O tipo de filme, que hoje em dia, você vê de uma vez só, não precisa pausar pra ver celular, pausar porque tá uma merda e continuar amanhã. Muito bom!
Corpos
3.7 107 Assista AgoraÉ aquela velha estratégia do progressismo: pegar o que deu certo, tentar copiar, enfiar as narrativas no meio e fracassar.
Uma mistura bem ruim de Dark, com Blade Runner, com Robocop, sem filosofia, sem ficção científica suficiente pra suportar um roteiro desses, sem bons atores, sem credibilidade, sem nada. A trilha sonora é a única coisa que salva na série.
Isso sem entrar no mérito das “regras” das viagens no tempo. Não existe paradoxo, linhas temporais alternativas. Simplesmente um bora voltar lá e mudar o loop, foda-se, simples assim.
Conclusão: no fim da série é como se a série não tivesse existido, e queria eu voltar no tempo e “desver” isso.
Cidade Perdida
3.0 301 Assista Agora- Papai (dono da Netflix), deixa eu dirigir um filme?
- Deixo filho, tenho muito dinheiro, quem você quer no seu filme?
Moonfall: Ameaça Lunar
2.4 580 Assista AgoraPrimeiro eu assisti Armaggedon e pensei: “Que viagem de filme, até parece, não existe filme mais impossível”.
Depois eu assisti O núcleo (viagem ao centro da Terra) e pensei: “Que viagem de filme, não existe nada mais impossível que isso, o roteirista fumou vários”.
Hoje eu assisti Moonfall…
Oppenheimer
4.0 1,2KFilmes do Nolan às vezes não são fáceis de acompanhar se você não vai pro cinema entendendo um pouco do assunto. Os diálogos são frenéticos (e de certa forma complicados), a mente não tem muito tempo pra digerir, às vezes nem pra formar uma opinião rápida sobre determinado ponto. Devido à complexidade dos temas que ele normalmente aborda em seus filmes, isso se faz necessário. É o que dá credibilidade e sua assinatura aos seus filmes.
E ele tem um jeito diferente de dirigir, de usar a trilha sonora em favor de um ponto que se quer transmitir. Um ângulo, uma cena...
Como qualquer boa obra de arte que se preze, necessita de tempo, pensamento crítico e envolvimento, o que de fato, muita gente não tem. E ok, entendo que muitos preferem desligar o cérebro e ver qualquer merda rosa pra passar o tempo, e tudo bem. Mas assim como Interstellar, Inception, que a cada revisitada ao filme algo novo surge, um clique novo, um ponto de vista novo, esse nao é diferente. E isso somente obras de arte conseguem proporcionar.
O filme passa por vários pontos da biografia do personagem principal, e meio que se divide em três atos de sua vida. Achei muito interessante a dosagem entre Oppenheimer ser humano, Oppnheimer físico teórico (e todos os físicos e cientistas do filme) e a política abraçando tudo. Ela dosa as principais âncoras como ninguém.
Filme muito bom, mas que não é pra todos, e bem, foda-se... O cara não quis nem saber qual outro filme iria "concorrer" com o lançamento do dele, rs...
Caminhos da Memória
2.8 229 Assista AgoraMinority Report + Inception + Inteligência Artificial + injustiças sociais, batidos no liquidificador.
Resultado: Uma sopa verde meio indigesta, mas que de certa forma, alimenta.
1899 (1ª Temporada)
3.6 396 Assista AgoraO que fez a série ser cancelada foi a correria pra cima, pra baixo, entra aqui, sai ali, depois volta, depois vai, depois volta de novo, depois vai mais uma vez.
A premissa é muito boa, é realmente interessante. Parte filosófica é um prato cheio pra quem curte. Há alguns diálogos excelentes.
Mas o desenrolar da história, a meu ver, foi mal construído. Eu não aguentava mais ver aquele hospital psquiátrico de longe, sempre o mesmo cinza e aqueles corredores do navio. Cansou demais.
Ainda assim, valeu a pena.
Top Gun: Maverick
4.1 1,1KAinda respiramos... 💪🏻💪🏻
Não Olhe para Cima
3.7 1,9K Assista Agora"As elites estão tentando te enganar sobre a pandemia!"
Um filme Netfli$$ com DiCaprio, Lawrence, Meryl Streep e um orçamento de 75 milhões de dólares.