Eu gosto do fato de terem tentado mudar um pouco o enredo de sempre, da mocinha workaholic que volta pro interior. Acho que merecíamos ter a prova de que Chad Michael Murray continua um grande gostoso, mas o que sobrou em tanquinhos descamisados faltou em química. Bem insosso.
Eu não gosto da franquia, então minha opinião é completamente tendenciosa. Mas por que parece que estamos no mesmo enredo desde o segundo? Tecnicamente bonito, mas o roteiro é fraco. O filme é chato e longo demais.
O maior problema desse filme é tentar ser várias coisas ao mesmo tempo. Mira no enredo religioso, apresenta um misticismo fantástico e no fim acerta numa lição já esperada. A bagunça acaba sendo mais do mesmo. Não é ruim, mas também não é bom. É um daqueles filmes de televisão para assistir enquanto se faz outra coisa.
Tinha tudo para ser incrível, mas é péssima! Personagens rasos e nada carismáticos, enredo cheio de furos e plots mal desenvolvidos. Infelizmente, nem a beleza do balé salva.
Se a história mais sem graça e problemática dos irmãos Bridgertons ficou deliciosa assim, mal posso esperar pelas próximas temporadas! Fotografia bonita, trilha sonora intrigante, figurinos cafonas na medida e muitas abelhas. Expectativas superadas! Ótimo entretenimento.
Fui a última a sair da sala de cinema, tanto por querer ouvir até o fim as músicas dessa trilha sonora lindíssima, quanto para tentar entender o que havia acabado de acontecer nos últimos 141 minutos. Eu ri, senti a nostalgia, curti as participações especiais, adorei alguns personagens novos, mas também me senti muito decepcionada.
Particularmente, eu amei Os últimos Jedi, então eu não esperava nada menos do que uma conclusão surpreendente e épica, que retomasse os pontos que ficaram abertos, expandisse as novas leituras sugeridas por Rian Johnson. Mas A Ascensão Skywalker faz justamente o inverso ao desdizer o seu antecessor. Isso foi imperdoável! O grande problema está em assumir a responsabilidade de ser um remendo e, ao mesmo tempo, ter a função de encerrar a trilogia. Essa é a receita para o desastre.
O resultado é um filme esteticamente deslumbrante, direção de arte super competente, trilha sonora espetacular, mas regido por um roteiro mal estruturado, confuso e muito covarde.
Jane Austen ficaria escandalizada com o que fizeram com a história que ela começou a escrever, esse é um fato indiscutível. A sutileza nas criticas aos costumes, tão habitual em todas as obras, é inexistente e beira o exagero, certos personagens ficam quase na caricatura, mas é importante lembrar que a minissérie se baseia em uma obra inacabada de onze capítulos. Então, muita coisa do que se vê em tela foi ideia de Andrew Davies. Ele é um roteirista experiente em roteirizar obras da autora e faz um bom trabalho aqui. A tentativa de tornar a história mais comercial é assertiva, ainda que cause um estranhamento inicial. Isso também leva a algumas reviravoltas abruptas demais nos últimos episódios. Tecnicamente bonita e com um elenco bastante competente, a série não se poupa em tratar de temas polêmicos ou cobrir a nudez. Ainda assim, é possível sentir certa familiaridade nas tramas e nos personagens, nos remetendo a várias outras obras, como Orgulho e Preconceito, Persuasão, Razão e Sensibilidade... Não sei se agradará a todos os leitores de Jane Austen mas me agradou e muito!
Não seria justo contar a história de Elton John num modelo de cinebiografia redondo e chato. Por isso, é muito inteligente a ideia de seguir o roteiro de um musical extravagante e cheio de brilhos, assim como recortar um momento da vida dele para focar. Nessa contagem, a montagem das músicas nas cenas torna tudo mais incrível, é como se estivéssemos ali espreitando o momento da composição. São sequências musicais tão bonitas que dá vontade de voltar várias vezes para rever, amei principalmente Your Song e Goodbye Yellow Brick Road. Taron Egerton está escandalosamente maravilhoso e é uma pena que ele não tenha sido reconhecido por emprestar sua voz e entregar com muita honestidade um Elton John tão crível. Super recomendo!
Yesterday é uma comédia romântica inglesa sobre um homem que não consegue emplacar como cantor, mas sofre um acidente e acorda num mundo em que ninguém conhece os Beatles. Não é um filme sobre os Beatles, como o trailer tenta fazer parecer. Como comédia romântica é fraca, o casal é bonitinho, mas falta química e é previsível demais, nos momentos em que não deveria ser. Ainda assim é divertido, muito criativo, engraçado, com momentos ótimos envolvendo as músicas e há um encontro muito tocante, já quase no fim. Vale a pena assistir, ainda que seja só pela criatividade da premissa ou pela trilha.
Uma banda tão lendária e um Freddie Mercury tão icônico mereciam mais muito mais do que uma cinebiografia enlatada para ser exibida na sessão da tarde. Essa foi a minha impressão ao ver os créditos finais. Rami Malek faz um bom trabalho, mas peca no quesito dublagem em vários momentos. Há cenas muito marcantes como o Live Aid e a composição de Boemian Rhapsody, mas não é um filme inesquecível. Passa longe.
Cães de Aluguel sempre foi o meu filme favorito de Tarantino, mas esse aqui me fez sair do cinema com um sorriso enorme no rosto e algumas lágrimas nos olhos. Há um amadurecimento incrível em relação aos outros filmes e, ao mesmo tempo, me fez pensar em Pulp Fiction. É uma homenagem linda ao cinema e a TV dos anos 60 (consegui pegar várias referências) e, claro, a Sharon Tate. Aliás, Margo Robbie está hipnotizante e Leonardo DiCaprio tão monstruoso que finalmente me fez pagar a língua. Era uma vez em... Hollywood é uma mistura bonita, delicada (ainda que irônica) e chamuscada que dá muito certo.
História de terror psicológico e sobrenatural se faz assim! Detalhes impecáveis, os fantasmas, o uso das cores, as boas atuações... Maravilhosa para ver e rever! Ainda impactada com aquele final que dá margem a várias interpretações.
Depois de uma primeira temporada redondinha e incrível, tivemos que encarar todos os apelos exagerados e violentos do roteiro da segunda e, então chegamos à uma terceira temporada cheia de expectativa. Há muita irregularidade entre os episódios e alguns problemas no roteiro. Eu tive quase certeza de que ia ser um desastre, mas felizmente não foi. A direção continua primorosa, a trilha sonora ainda mais (escolhas incríveis de hits dos anos 70 e 80) e Yvonne Strahovski e Elisabeth Moss jamais nos deixam esquecer como são talentosas. Destaque para os três primeiros episódios e, claro, o 11 e o 13.
Filmes musicais é sempre ame ou odeie e como um autêntico musical O Rei do Show é isso! Eu acho a história empreendedora de P.T Barnum simplesmente incrível e, mesmo que o filme tenha romantizado muita coisa, guardou sua essência sonhadora em um resultado muito divertido e contagiante. Os números musicais são lindos e as músicas muito boas, tanto que não vão te deixar em paz pelos dias seguintes.
Selo Netflix de qualidade. É aquela coisa: não é bom, mas também não é péssimo. Ficou no quase, como a maioria das produções. É totalmente previsível se você teve curiosidade de assistir o trailer antes, mas se não há nada melhor para ver (o que é uma raridade), não é perda de tempo.
Foi uma temporada desnecessária, o primeiro ano de Big Little Lies fechou redondo, com atuações incríveis e momentos muito marcantes. Mas eu achei completamente necessário assistir os ataques de fúria de Renata (Laura Dern está brilhante); ver as fragilidades e imperfeições de uma Madeline ainda mais escancaradas; acompanhar o recomeço de Jane; as batalhas enfrentadas por Celeste (com direito a atuações luxuosas de Nicole Kidman e Meryl Streep) e finalmente a história de Bonnie que de maneira muito inteligente casa com o plot principal da temporada. No mais, eu topo ver uma terceira temporada desnecessária e com essa qualidade.
Eu me lembro que há um tempo atrás sempre passava na sessão da tarde um filme chamado Suki, a rainha da selva e eu imaginava que o tal live-action de O Rei Leão ia ser igualzinho. E eu não estava tão enganada. A técnica é um espetáculo, de encher os olhos, a tentativa de fazer com que o filme seja esteticamente real e bonito é muito assertiva (quase dá para acreditar que é de verdade), mas o problema, talvez o maior, está em esquecer que há muito mais em O Rei Leão do que a beleza selvagem. A humanidade das expressões e emoções dos personagens é o que faz a animação ser o que é e também o que nos faz chorar, sorrir e vibrar, só que nada disso está aqui. Falta carisma! A dublagem até tenta, mas não tem a potência necessária para corrigir os problemas, apesar de haver bons momentos com Timão e Pumba, Zazu e Simba e Nala filhotes. A trilha sonora é incrível, Hans Zimmer sempre brilha e Beyoncé e Donald Glover tem vozes maravilhosas e fazem um dueto magnífico, mas em vários momentos a trilha sonora não encaixa ou se encaixa de um jeito muito forçado. É impossível ir ao cinema com baixas expectativas, porque a nostalgia é enorme, o próprio trailer prometeu muito, mas vale a pena conferir toda a beleza na tela grande, mesmo que a frustração seja inevitável.
Sou fã de Damien Chazelle desde o trabalho incrível chamado Whiplash, mas nunca fui fã de filmes espaciais (a menos que Star Wars seja considerado um) e fiquei completamente encantada. As recriações são um espetáculo a parte e as cenas na lua são de um detalhismo impressionante. Um recorte cinebiográfico de um momento único na história e na vida de Neil Armstrong, contado com a sutileza, sobriedade, sensibilidade e respeito que ele merece. Muito bom!
O roteiro tem problemas (comum nas adaptações literárias), o elenco não é nenhuma maravilha, apesar do carisma de Maisa, e a trilha sonora é bonitinha, mas incomoda em alguns momentos (a musiquinha chiclete de Freddy Prince vira um porre). Mesmo assim é divertido.
Há alguns anos eu li uma matéria sobre esse e outros absurdos casos de erros judiciários e fiquei completamente chocada. Agora acompanhando essa dramatização tão bem realizada vejo os detalhes que deixam o caso ainda mais absurdo e revoltante. A crueldade exibida na tela é indigesta e incômoda, mas, ao mesmo tempo, faz pensar que trinta anos se passaram e quase nada mudou. Consigo enxergar em Olhos que condenam muito mais do que um manifesto contra o racismo e a discriminação, mas um relato cru sobre o descaso do Estado para com suas crianças e adolescentes (nada diferente no Brasil) e as consequências gravíssimas dos erros judiciais (que são muito mais comuns do que imaginamos e só entregam um sistema falho que busca culpados e não produz Justiça). Uma obra cruel, indigesta e necessária. Não espero nada menos do que indicações ao Emmy. Arrasou, Netflix!
Não dá para levar Adam Sandler a sério, então o segredo para aproveitar toda a diversão que Mistério no Mediterrâneo oferece é justamente esse. O par com Jennifer Aniston dá muito certo, assim como o restante do elenco. Some isso a piadas ruins, situações vergonhosas e inúmeras referências aos clássicos clichês dos romances policiais. Tinha tudo para ser muito interessante, mas é ruim. Tão ruim que diverte e até faz rir em alguns poucos momentos. Destaque para esse pôster genial que imediatamente remete as adaptações da BBC para os clássicos da rainha Agatha Christie.
O primeiro thriller dirigido por David Fincher a gente nunca esquece. Seven é um clássico daqueles que não se pode perder de jeito nenhum. Pouco mais de duas horas de um espetáculo cruel e inesquecível. Um clássico!
Tragédia recontada de um jeito real e didático sem ser chato em momento algum. Que série, HBO! Direção excelente e ótimas escolhas de elenco. Minuciosa, honesta e impecável.
Assim não, Netflix! Essa série é vergonha alheia total. Não sei o que é pior: as expressões robóticas e bregas de Renée Zellweger, depois de tantas intervenções estéticas, a completa falta de química do casal principal ou as histórias paralelas que não fazem sentido e não acrescentam nada à trama. E depois de sobreviver ao terceiro episódio, você se dá conta de que foi enganado, a premissa "Proposta Indecente" é uma mentira, e tudo não passa de um novelão de péssima qualidade. Horroroso!
No Ritmo do Natal
2.6 51 Assista AgoraEu gosto do fato de terem tentado mudar um pouco o enredo de sempre, da mocinha workaholic que volta pro interior. Acho que merecíamos ter a prova de que Chad Michael Murray continua um grande gostoso, mas o que sobrou em tanquinhos descamisados faltou em química. Bem insosso.
Planeta dos Macacos: O Reinado
3.5 398 Assista AgoraEu não gosto da franquia, então minha opinião é completamente tendenciosa. Mas por que parece que estamos no mesmo enredo desde o segundo? Tecnicamente bonito, mas o roteiro é fraco. O filme é chato e longo demais.
O Que de Verdade Importa
3.1 100 Assista AgoraO maior problema desse filme é tentar ser várias coisas ao mesmo tempo. Mira no enredo religioso, apresenta um misticismo fantástico e no fim acerta numa lição já esperada. A bagunça acaba sendo mais do mesmo. Não é ruim, mas também não é bom. É um daqueles filmes de televisão para assistir enquanto se faz outra coisa.
O Preço da Perfeição (1ª Temporada)
3.0 87 Assista AgoraTinha tudo para ser incrível, mas é péssima! Personagens rasos e nada carismáticos, enredo cheio de furos e plots mal desenvolvidos. Infelizmente, nem a beleza do balé salva.
Bridgerton (1ª Temporada)
3.8 495 Assista AgoraSe a história mais sem graça e problemática dos irmãos Bridgertons ficou deliciosa assim, mal posso esperar pelas próximas temporadas! Fotografia bonita, trilha sonora intrigante, figurinos cafonas na medida e muitas abelhas. Expectativas superadas! Ótimo entretenimento.
Star Wars, Episódio IX: A Ascensão Skywalker
3.1 1,3K Assista AgoraFui a última a sair da sala de cinema, tanto por querer ouvir até o fim as músicas dessa trilha sonora lindíssima, quanto para tentar entender o que havia acabado de acontecer nos últimos 141 minutos. Eu ri, senti a nostalgia, curti as participações especiais, adorei alguns personagens novos, mas também me senti muito decepcionada.
Particularmente, eu amei Os últimos Jedi, então eu não esperava nada menos do que uma conclusão surpreendente e épica, que retomasse os pontos que ficaram abertos, expandisse as novas leituras sugeridas por Rian Johnson. Mas A Ascensão Skywalker faz justamente o inverso ao desdizer o seu antecessor. Isso foi imperdoável! O grande problema está em assumir a responsabilidade de ser um remendo e, ao mesmo tempo, ter a função de encerrar a trilogia. Essa é a receita para o desastre.
O resultado é um filme esteticamente deslumbrante, direção de arte super competente, trilha sonora espetacular, mas regido por um roteiro mal estruturado, confuso e muito covarde.
Sanditon (1ª Temporada)
3.9 43Jane Austen ficaria escandalizada com o que fizeram com a história que ela começou a escrever, esse é um fato indiscutível. A sutileza nas criticas aos costumes, tão habitual em todas as obras, é inexistente e beira o exagero, certos personagens ficam quase na caricatura, mas é importante lembrar que a minissérie se baseia em uma obra inacabada de onze capítulos. Então, muita coisa do que se vê em tela foi ideia de Andrew Davies. Ele é um roteirista experiente em roteirizar obras da autora e faz um bom trabalho aqui. A tentativa de tornar a história mais comercial é assertiva, ainda que cause um estranhamento inicial. Isso também leva a algumas reviravoltas abruptas demais nos últimos episódios. Tecnicamente bonita e com um elenco bastante competente, a série não se poupa em tratar de temas polêmicos ou cobrir a nudez. Ainda assim, é possível sentir certa familiaridade nas tramas e nos personagens, nos remetendo a várias outras obras, como Orgulho e Preconceito, Persuasão, Razão e Sensibilidade... Não sei se agradará a todos os leitores de Jane Austen mas me agradou e muito!
Rocketman
4.0 924Não seria justo contar a história de Elton John num modelo de cinebiografia redondo e chato. Por isso, é muito inteligente a ideia de seguir o roteiro de um musical extravagante e cheio de brilhos, assim como recortar um momento da vida dele para focar. Nessa contagem, a montagem das músicas nas cenas torna tudo mais incrível, é como se estivéssemos ali espreitando o momento da composição. São sequências musicais tão bonitas que dá vontade de voltar várias vezes para rever, amei principalmente Your Song e Goodbye Yellow Brick Road. Taron Egerton está escandalosamente maravilhoso e é uma pena que ele não tenha sido reconhecido por emprestar sua voz e entregar com muita honestidade um Elton John tão crível. Super recomendo!
Yesterday
3.4 1,0KYesterday é uma comédia romântica inglesa sobre um homem que não consegue emplacar como cantor, mas sofre um acidente e acorda num mundo em que ninguém conhece os Beatles. Não é um filme sobre os Beatles, como o trailer tenta fazer parecer. Como comédia romântica é fraca, o casal é bonitinho, mas falta química e é previsível demais, nos momentos em que não deveria ser. Ainda assim é divertido, muito criativo, engraçado, com momentos ótimos envolvendo as músicas e há um encontro muito tocante, já quase no fim. Vale a pena assistir, ainda que seja só pela criatividade da premissa ou pela trilha.
Bohemian Rhapsody
4.1 2,2K Assista AgoraUma banda tão lendária e um Freddie Mercury tão icônico mereciam mais muito mais do que uma cinebiografia enlatada para ser exibida na sessão da tarde. Essa foi a minha impressão ao ver os créditos finais. Rami Malek faz um bom trabalho, mas peca no quesito dublagem em vários momentos. Há cenas muito marcantes como o Live Aid e a composição de Boemian Rhapsody, mas não é um filme inesquecível. Passa longe.
Era Uma Vez em... Hollywood
3.8 2,3K Assista AgoraCães de Aluguel sempre foi o meu filme favorito de Tarantino, mas esse aqui me fez sair do cinema com um sorriso enorme no rosto e algumas lágrimas nos olhos. Há um amadurecimento incrível em relação aos outros filmes e, ao mesmo tempo, me fez pensar em Pulp Fiction. É uma homenagem linda ao cinema e a TV dos anos 60 (consegui pegar várias referências) e, claro, a Sharon Tate. Aliás, Margo Robbie está hipnotizante e Leonardo DiCaprio tão monstruoso que finalmente me fez pagar a língua. Era uma vez em... Hollywood é uma mistura bonita, delicada (ainda que irônica) e chamuscada que dá muito certo.
A Maldição da Residência Hill
4.4 1,4K Assista AgoraHistória de terror psicológico e sobrenatural se faz assim! Detalhes impecáveis, os fantasmas, o uso das cores, as boas atuações... Maravilhosa para ver e rever! Ainda impactada com aquele final que dá margem a várias interpretações.
É possível visualizar um final feliz ou não. Preferi acreditar que eles ainda estavam no quarto vermelho.
O Conto da Aia (3ª Temporada)
4.3 612 Assista AgoraDepois de uma primeira temporada redondinha e incrível, tivemos que encarar todos os apelos exagerados e violentos do roteiro da segunda e, então chegamos à uma terceira temporada cheia de expectativa. Há muita irregularidade entre os episódios e alguns problemas no roteiro. Eu tive quase certeza de que ia ser um desastre, mas felizmente não foi. A direção continua primorosa, a trilha sonora ainda mais (escolhas incríveis de hits dos anos 70 e 80) e Yvonne Strahovski e Elisabeth Moss jamais nos deixam esquecer como são talentosas. Destaque para os três primeiros episódios e, claro, o 11 e o 13.
O Rei do Show
3.9 913 Assista AgoraFilmes musicais é sempre ame ou odeie e como um autêntico musical O Rei do Show é isso! Eu acho a história empreendedora de P.T Barnum simplesmente incrível e, mesmo que o filme tenha romantizado muita coisa, guardou sua essência sonhadora em um resultado muito divertido e contagiante. Os números musicais são lindos e as músicas muito boas, tanto que não vão te deixar em paz pelos dias seguintes.
Obsessão Secreta
2.2 443Selo Netflix de qualidade. É aquela coisa: não é bom, mas também não é péssimo. Ficou no quase, como a maioria das produções. É totalmente previsível se você teve curiosidade de assistir o trailer antes, mas se não há nada melhor para ver (o que é uma raridade), não é perda de tempo.
Big Little Lies (2ª Temporada)
4.2 491Foi uma temporada desnecessária, o primeiro ano de Big Little Lies fechou redondo, com atuações incríveis e momentos muito marcantes. Mas eu achei completamente necessário assistir os ataques de fúria de Renata (Laura Dern está brilhante); ver as fragilidades e imperfeições de uma Madeline ainda mais escancaradas; acompanhar o recomeço de Jane; as batalhas enfrentadas por Celeste (com direito a atuações luxuosas de Nicole Kidman e Meryl Streep) e finalmente a história de Bonnie que de maneira muito inteligente casa com o plot principal da temporada. No mais, eu topo ver uma terceira temporada desnecessária e com essa qualidade.
O Rei Leão
3.8 1,6K Assista AgoraEu me lembro que há um tempo atrás sempre passava na sessão da tarde um filme chamado Suki, a rainha da selva e eu imaginava que o tal live-action de O Rei Leão ia ser igualzinho. E eu não estava tão enganada. A técnica é um espetáculo, de encher os olhos, a tentativa de fazer com que o filme seja esteticamente real e bonito é muito assertiva (quase dá para acreditar que é de verdade), mas o problema, talvez o maior, está em esquecer que há muito mais em O Rei Leão do que a beleza selvagem. A humanidade das expressões e emoções dos personagens é o que faz a animação ser o que é e também o que nos faz chorar, sorrir e vibrar, só que nada disso está aqui. Falta carisma! A dublagem até tenta, mas não tem a potência necessária para corrigir os problemas, apesar de haver bons momentos com Timão e Pumba, Zazu e Simba e Nala filhotes. A trilha sonora é incrível, Hans Zimmer sempre brilha e Beyoncé e Donald Glover tem vozes maravilhosas e fazem um dueto magnífico, mas em vários momentos a trilha sonora não encaixa ou se encaixa de um jeito muito forçado. É impossível ir ao cinema com baixas expectativas, porque a nostalgia é enorme, o próprio trailer prometeu muito, mas vale a pena conferir toda a beleza na tela grande, mesmo que a frustração seja inevitável.
O Primeiro Homem
3.6 650 Assista AgoraSou fã de Damien Chazelle desde o trabalho incrível chamado Whiplash, mas nunca fui fã de filmes espaciais (a menos que Star Wars seja considerado um) e fiquei completamente encantada. As recriações são um espetáculo a parte e as cenas na lua são de um detalhismo impressionante. Um recorte cinebiográfico de um momento único na história e na vida de Neil Armstrong, contado com a sutileza, sobriedade, sensibilidade e respeito que ele merece. Muito bom!
Cinderela Pop
2.9 105O roteiro tem problemas (comum nas adaptações literárias), o elenco não é nenhuma maravilha, apesar do carisma de Maisa, e a trilha sonora é bonitinha, mas incomoda em alguns momentos (a musiquinha chiclete de Freddy Prince vira um porre). Mesmo assim é divertido.
Olhos que Condenam
4.7 686 Assista AgoraHá alguns anos eu li uma matéria sobre esse e outros absurdos casos de erros judiciários e fiquei completamente chocada. Agora acompanhando essa dramatização tão bem realizada vejo os detalhes que deixam o caso ainda mais absurdo e revoltante. A crueldade exibida na tela é indigesta e incômoda, mas, ao mesmo tempo, faz pensar que trinta anos se passaram e quase nada mudou. Consigo enxergar em Olhos que condenam muito mais do que um manifesto contra o racismo e a discriminação, mas um relato cru sobre o descaso do Estado para com suas crianças e adolescentes (nada diferente no Brasil) e as consequências gravíssimas dos erros judiciais (que são muito mais comuns do que imaginamos e só entregam um sistema falho que busca culpados e não produz Justiça). Uma obra cruel, indigesta e necessária. Não espero nada menos do que indicações ao Emmy. Arrasou, Netflix!
Mistério no Mediterrâneo
3.0 631 Assista AgoraNão dá para levar Adam Sandler a sério, então o segredo para aproveitar toda a diversão que Mistério no Mediterrâneo oferece é justamente esse. O par com Jennifer Aniston dá muito certo, assim como o restante do elenco. Some isso a piadas ruins, situações vergonhosas e inúmeras referências aos clássicos clichês dos romances policiais. Tinha tudo para ser muito interessante, mas é ruim. Tão ruim que diverte e até faz rir em alguns poucos momentos. Destaque para esse pôster genial que imediatamente remete as adaptações da BBC para os clássicos da rainha Agatha Christie.
Seven: Os Sete Crimes Capitais
4.3 2,8K Assista AgoraO primeiro thriller dirigido por David Fincher a gente nunca esquece. Seven é um clássico daqueles que não se pode perder de jeito nenhum. Pouco mais de duas horas de um espetáculo cruel e inesquecível. Um clássico!
Chernobyl
4.7 1,4K Assista AgoraTragédia recontada de um jeito real e didático sem ser chato em momento algum. Que série, HBO! Direção excelente e ótimas escolhas de elenco. Minuciosa, honesta e impecável.
Dilema
3.1 155 Assista AgoraAssim não, Netflix! Essa série é vergonha alheia total. Não sei o que é pior: as expressões robóticas e bregas de Renée Zellweger, depois de tantas intervenções estéticas, a completa falta de química do casal principal ou as histórias paralelas que não fazem sentido e não acrescentam nada à trama. E depois de sobreviver ao terceiro episódio, você se dá conta de que foi enganado, a premissa "Proposta Indecente" é uma mentira, e tudo não passa de um novelão de péssima qualidade. Horroroso!