Assistir às três temporadas de Physical exige muita perseverança. O enredo é às vezes irregular, cheio de altos e baixos: em certos momentos, a série é simplesmente maravilhosa: arte, música, direção, fotografia, texto e atuações impecáveis, tudo funciona; em outros, situações sem sentido tornam a narrativa cansativa. Ainda assim, é muito interessante a forma como a série aborda alguns transtornos mentais. Talvez essa sensação de “massante” reflita exatamente a experiência de quem convive com um transtorno marcado por um “segundo eu”: a luta com um alter ego rígido, a fragilidade exposta e os altos e baixos constantes (afinal, isto é ter um transtorno mental). Acho que nesse ponto Physical se diferencia, e Rose Byrne brilha, transitando muito bem entre a voz interna e as situações absurdas que a cercam. Vale a pena assistir? Bem, pergunta difícil, se você tem perseverança em encarar uma narrativa tão instável quanto a mente que ela retrata, acredito que Physical é para você.
Muito, muito bom. Natalie e Julianne fazem uma dobradinha incrível aqui. Charles Melton uma grande revelação. E só pela cena do monólogo, Natalie merecia uma indicação ao Óscar de Melhor Atriz. Recomendo!
Talvez o papel mais difícil de se representar seja justamente aquele em que se tem pouco para dizer, mas muito para expressar. E mais ainda, aquele que quebra as expectativas do telespectador. Não há espaço para dramalhões, discussões intensas ou beijos reconciliadores. Em Vidas Passadas, tudo o que esperamos ver em um típico romance de cinema é deixado de lado com delicadeza e coragem. Fazia tempo que um filme não me tocava — e digo isso mais de um mês após tê-lo assistido. Para quem quiser se aprofundar mais no universo do filme, recomendo os vídeos sobre o filme de PH Santos e Minutos de Sanidade no YouTube. Apenas assista.
Premissa boa, mas roteiro cansativo. Pouco se descobre e a narrativa é lenta (e é essa realmente a proposta). Trilha sonora instrumental repetitiva com o mesmo arranjo da abertura (proposta minimalista, mas cansativa). Fotografia excelente (tudo milimetricamente higiênico, limpo, branco). Último capítulo realmente excelente, muito bom, roteiro converge todas as narrativas em um só clímax (uma pena que o roteiro deixou tudo para o último cap). Vamos ver o que a segunda temporada nos reserva.
(Spoiler) June é uma heroína. E de heróis se esperam apenas atos corretos e genuínos e nunca falhas ou erros. É por este motivo que gostei desta temporada, mostrando que muitas vezes, a pior das batalhas não se dá na vida real e sim na mente.
A questão que fica é: se June já estivesse com Hannah, ela pararia por aqui? Ou teria o mesmo comportamento (errático) que vimos ao longo desse quarta temporada? Lawrence deu a tônica: "você nunca estará satisfeita". E é por isso que essa temporada tem o seu maior mérito: diferentemente de outras distopias (como The Man in The High Castle, que adoro) aqui vemos que os heróis são de carne e osso e também erram (as vezes, brutalmente), ficando com sequelas eternas das experiências que passaram (que muitas vezes não são mostradas em profundidade em outras distopias), como se vencer a guerra fosse o fim em si mesmo. E não, vemos que a batalha (interna) para essa heroína está apenas começando.
Ponto alto da temporada: cena do barco em que June discute com Moira para voltar à Gilead. Observem a carga dramática e a profundidade de Moss em cena (que mulher!). As pequenas caras, bocas e gestos dos traumas vividos em Gilead e vivenciados no Canadá também são maravilhosas.
Ponto baixo da temporada: cena catártica do final. A cena foi construída para os fãs (que diga-se de passagem, estavam precisando). Para um roteiro tão crível (realístico) como esse (vide os inúmeros reverses que o roteiro, as temporadas passadas - e a vida real - nos impõe), essa solução final me pareceu... improvável.
Não se engane. Essa série não vai explicar os motivos da partida repentina. O próprio nome da série já denuncia ("as sobras", em tradução literal). Com isso em mente, fica muito fácil assistir e verificar que The Leftovers trata da jornada de superação e desafios daqueles que ficaram (os que sobraram).
(Spoiler) E se 98% da população tivesse desaparecido? Após ler várias análises, essa parece ser a explicação mais "plausível". O relato de Nora meio que explicou esses "mundos paralelos": os filhos e o marido estavam bem (afinal, eles perderam "apenas" a mãe), não havia mais pilotos de avião e a cidade de Mapleton estava "abandonada" (os 98% sumiram e não puderam mais cuidar das suas casas). Essa interpretação leva a crer que estávamos acompanhando a série, a todo momento, no mundo paralelo (ou seja, o mundo com os 98% que desapareceram; o outro mundo - o real - seriam os das 2% pessoas que ficaram). Isso talvez explique a série de estranhos acontecimentos em Mapleton e em Jarden/Miracle (terremotos, rios que secaram, cura repentina de Mary, etc). Obviamente, essa hipótese não esclarece tudo (o que aconteceu com o bebê de Laurie? Os "mundos paralelos" que Kevin visitou em suas experiências de "quase-morte" foram apenas delírios ou foram típicos desse mundo paralelo em que vivia?).
O mais bacana da série é que não tenta explicar a partida repentina (isso foi um evento científico? foi divino? creio que só cria controvérsias). O próprio nome já denuncia o objetivo da série (The Leftovers, em tradução literal "As Sobras"), pois ficamos com o desafio de acompanhar os personagens tentando superar a partida dos 2%.
O episódio final é lindo! Carrie Coon maravilhosa!
Me lembrou aquelas cenas de novela, bem folhetinescas, quando a(o) vilã(o) sabe que perdeu e dá uma última cartada desesperada no intuito de dar um suspense final. HBO poderia ter ficado sem essa. Apesar disso, a cena de Nicole na ponte realmente é linda, como o colega citou aqui abaixo. O escrutínio da vítima, tema tão atual, foi bem abordado. Desfecho coerente em relação a identidade da(o) assassina(o).
Concordando com o colega abaixo, é uma série muito boa para ter uma segunda temporada. Kerry cheia de caras e bocas. Reese em ótima performance. Ambientação perfeita (década de 90). Mais atual do que nunca.
atravessado de vez o portal para o mundo em que os Aliados tivessem vencido a guerra, tomando o lugar do outro John Smith, que foi morto. E a máquina/portal fosse destruída, impedindo que os nazistas invadissem o "mundo real".
Achei o último capítulo apressado demais para dar um desfecho aos personagens. Todo o desenvolvimento comportamental e psicológico do personagem John Smith - bem construído ao longo da série - é deixado de lado no último capítulo, como outros colegas já citaram aqui embaixo. Ele passou a série toda na ambiguidade e a expectativa era que ele ajudasse a derrubar o regime autoritário.
Eu, particularmente, aguardava um conflito entre os Estados Japoneses e a América Nazista.
Juliana Crain apareceu pouco. Helen Smith foi a verdadeira protagonista dessa temporada.
"Contact" é atemporal. Quanto mais envelhece, mais fica atual.
Li o livro e obviamente ele é muito mais rico em detalhes, mas Zemericks soube trazer a essência que Sagan quis levar ao leitor: "não estamos sozinhos". Direção segura e atuação competente da Jodie Foster, que eleva o sci-fi a outro patamar: poesia pura, como já relataram os colegas.
Uma pena ter sido esnobado pela Academia. Nota 4,5/5.
Wooooow! Filmaço! Não conhecia Jessica Chastain, que atriz! Mostrou que é possível fazer um suspense político´(gênero que adoro) sem apelar para cenas de ação inverossímeis.
Woooow! Que roteiro! Excelentes atuações. Adoro filmes noir, ainda mais sobre os anos 50 feito nos anos 90. Nostalgia pura! Deu vontade de comprar o livro!
(Spoiler) Gosto deste filme porque são situações cotidianas reais, e com um final onde não há um desfecho feliz ou triste, mas sim que a vida continua.
Particularmente, gostei da atuação da Sarah Polley. Cada pessoa tem uma reação diferente frente as situações, então aqui não poderia ser diferente. E a Polley interpretou a personagem sem o melodrama e a 'choradeira' que geralmente ronda esse tipo de filme.
"Agora você tem vontade de tomar todas as drogas do mundo. Mas elas não vão mudar a sensação de que toda sua vida foi um sonho e só agora você está acordando."
Pessoas como Sheba acham que sabem o que é ser solitário. Mas da solidão em gotas, que dura para sempre, elas não sabem de nada. Como é construir um fim de semana inteiro baseado em uma visita à lavanderia. Ou permanecer intocada de modo tão crônico que o toque acidental da mão de um motorista de ônibus manda um solavanco de desejo direto para suas entranhas. Disso, Sheba e gente como ela não fazem ideia.
"Você é muito ambiciosa não é? Sabe o que você parece com essa bolsa cara e esses sapatos baratos? Parece uma jeca. Uma jeca roçadora com um péssimo gosto."
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Physical (1ª Temporada)
3.8 11 Assista AgoraAssistir às três temporadas de Physical exige muita perseverança. O enredo é às vezes irregular, cheio de altos e baixos: em certos momentos, a série é simplesmente maravilhosa: arte, música, direção, fotografia, texto e atuações impecáveis, tudo funciona; em outros, situações sem sentido tornam a narrativa cansativa. Ainda assim, é muito interessante a forma como a série aborda alguns transtornos mentais. Talvez essa sensação de “massante” reflita exatamente a experiência de quem convive com um transtorno marcado por um “segundo eu”: a luta com um alter ego rígido, a fragilidade exposta e os altos e baixos constantes (afinal, isto é ter um transtorno mental). Acho que nesse ponto Physical se diferencia, e Rose Byrne brilha, transitando muito bem entre a voz interna e as situações absurdas que a cercam. Vale a pena assistir? Bem, pergunta difícil, se você tem perseverança em encarar uma narrativa tão instável quanto a mente que ela retrata, acredito que Physical é para você.
Segredos de um Escândalo
3.4 396 Assista AgoraMuito, muito bom. Natalie e Julianne fazem uma dobradinha incrível aqui. Charles Melton uma grande revelação. E só pela cena do monólogo, Natalie merecia uma indicação ao Óscar de Melhor Atriz. Recomendo!
Vidas Passadas
4.1 949Bárbaro. Bárbaro. Bárbaro.
Talvez o papel mais difícil de se representar seja justamente aquele em que se tem pouco para dizer, mas muito para expressar. E mais ainda, aquele que quebra as expectativas do telespectador. Não há espaço para dramalhões, discussões intensas ou beijos reconciliadores. Em Vidas Passadas, tudo o que esperamos ver em um típico romance de cinema é deixado de lado com delicadeza e coragem. Fazia tempo que um filme não me tocava — e digo isso mais de um mês após tê-lo assistido. Para quem quiser se aprofundar mais no universo do filme, recomendo os vídeos sobre o filme de PH Santos e Minutos de Sanidade no YouTube. Apenas assista.
Ruptura (1ª Temporada)
4.5 870Premissa boa, mas roteiro cansativo. Pouco se descobre e a narrativa é lenta (e é essa realmente a proposta). Trilha sonora instrumental repetitiva com o mesmo arranjo da abertura (proposta minimalista, mas cansativa). Fotografia excelente (tudo milimetricamente higiênico, limpo, branco). Último capítulo realmente excelente, muito bom, roteiro converge todas as narrativas em um só clímax (uma pena que o roteiro deixou tudo para o último cap). Vamos ver o que a segunda temporada nos reserva.
O Conto da Aia (4ª Temporada)
4.3 440 Assista Agora(Spoiler) June é uma heroína. E de heróis se esperam apenas atos corretos e genuínos e nunca falhas ou erros. É por este motivo que gostei desta temporada, mostrando que muitas vezes, a pior das batalhas não se dá na vida real e sim na mente.
A questão que fica é: se June já estivesse com Hannah, ela pararia por aqui? Ou teria o mesmo comportamento (errático) que vimos ao longo desse quarta temporada? Lawrence deu a tônica: "você nunca estará satisfeita". E é por isso que essa temporada tem o seu maior mérito: diferentemente de outras distopias (como The Man in The High Castle, que adoro) aqui vemos que os heróis são de carne e osso e também erram (as vezes, brutalmente), ficando com sequelas eternas das experiências que passaram (que muitas vezes não são mostradas em profundidade em outras distopias), como se vencer a guerra fosse o fim em si mesmo. E não, vemos que a batalha (interna) para essa heroína está apenas começando.
Ponto alto da temporada: cena do barco em que June discute com Moira para voltar à Gilead. Observem a carga dramática e a profundidade de Moss em cena (que mulher!). As pequenas caras, bocas e gestos dos traumas vividos em Gilead e vivenciados no Canadá também são maravilhosas.
Ponto baixo da temporada: cena catártica do final. A cena foi construída para os fãs (que diga-se de passagem, estavam precisando). Para um roteiro tão crível (realístico) como esse (vide os inúmeros reverses que o roteiro, as temporadas passadas - e a vida real - nos impõe), essa solução final me pareceu... improvável.
The Leftovers (1ª Temporada)
4.2 599 Assista AgoraNão se engane. Essa série não vai explicar os motivos da partida repentina. O próprio nome da série já denuncia ("as sobras", em tradução literal). Com isso em mente, fica muito fácil assistir e verificar que The Leftovers trata da jornada de superação e desafios daqueles que ficaram (os que sobraram).
The Leftovers (2ª Temporada)
4.5 438 Assista AgoraQue cagada fizeram com a abertura.
The Leftovers (3ª Temporada)
4.5 443 Assista Agora(Spoiler) E se 98% da população tivesse desaparecido? Após ler várias análises, essa parece ser a explicação mais "plausível". O relato de Nora meio que explicou esses "mundos paralelos": os filhos e o marido estavam bem (afinal, eles perderam "apenas" a mãe), não havia mais pilotos de avião e a cidade de Mapleton estava "abandonada" (os 98% sumiram e não puderam mais cuidar das suas casas). Essa interpretação leva a crer que estávamos acompanhando a série, a todo momento, no mundo paralelo (ou seja, o mundo com os 98% que desapareceram; o outro mundo - o real - seriam os das 2% pessoas que ficaram). Isso talvez explique a série de estranhos acontecimentos em Mapleton e em Jarden/Miracle (terremotos, rios que secaram, cura repentina de Mary, etc). Obviamente, essa hipótese não esclarece tudo (o que aconteceu com o bebê de Laurie? Os "mundos paralelos" que Kevin visitou em suas experiências de "quase-morte" foram apenas delírios ou foram típicos desse mundo paralelo em que vivia?).
O mais bacana da série é que não tenta explicar a partida repentina (isso foi um evento científico? foi divino? creio que só cria controvérsias). O próprio nome já denuncia o objetivo da série (The Leftovers, em tradução literal "As Sobras"), pois ficamos com o desafio de acompanhar os personagens tentando superar a partida dos 2%.
O episódio final é lindo! Carrie Coon maravilhosa!
The Undoing
3.7 273 Assista AgoraMe lembrou aquelas cenas de novela, bem folhetinescas, quando a(o) vilã(o) sabe que perdeu e dá uma última cartada desesperada no intuito de dar um suspense final. HBO poderia ter ficado sem essa. Apesar disso, a cena de Nicole na ponte realmente é linda, como o colega citou aqui abaixo. O escrutínio da vítima, tema tão atual, foi bem abordado. Desfecho coerente em relação a identidade da(o) assassina(o).
Big Little Lies (1ª Temporada)
4.6 1,1K Assista AgoraMaravilhosa. Destaque para o roteiro, direção afiada e trilha sonora. Elenco seguro em seus papeis.
Ps: assistam "Pequenos Incêndios por Toda Parte".
Pequenos Incêndios Por Toda Parte
4.3 538 Assista AgoraConcordando com o colega abaixo, é uma série muito boa para ter uma segunda temporada. Kerry cheia de caras e bocas. Reese em ótima performance. Ambientação perfeita (década de 90). Mais atual do que nunca.
O Homem Invisível
3.8 2,0K Assista AgoraLute como uma garota. Elisabeth Moss em ótima performance.
O Homem do Castelo Alto (4ª Temporada)
3.7 119Um final melhor - e a minha expectativa, na minha singela opinião - era que John Smith tivesse
atravessado de vez o portal para o mundo em que os Aliados tivessem vencido a guerra, tomando o lugar do outro John Smith, que foi morto. E a máquina/portal fosse destruída, impedindo que os nazistas invadissem o "mundo real".
Achei o último capítulo apressado demais para dar um desfecho aos personagens. Todo o desenvolvimento comportamental e psicológico do personagem John Smith - bem construído ao longo da série - é deixado de lado no último capítulo, como outros colegas já citaram aqui embaixo. Ele passou a série toda na ambiguidade e a expectativa era que ele ajudasse a derrubar o regime autoritário.
Eu, particularmente, aguardava um conflito entre os Estados Japoneses e a América Nazista.
Juliana Crain apareceu pouco. Helen Smith foi a verdadeira protagonista dessa temporada.
Contato
4.1 825 Assista Agora"Contact" é atemporal. Quanto mais envelhece, mais fica atual.
Li o livro e obviamente ele é muito mais rico em detalhes, mas Zemericks soube trazer a essência que Sagan quis levar ao leitor: "não estamos sozinhos". Direção segura e atuação competente da Jodie Foster, que eleva o sci-fi a outro patamar: poesia pura, como já relataram os colegas.
Uma pena ter sido esnobado pela Academia. Nota 4,5/5.
Armas na Mesa
4.0 226 Assista AgoraWooooow! Filmaço! Não conhecia Jessica Chastain, que atriz! Mostrou que é possível fazer um suspense político´(gênero que adoro) sem apelar para cenas de ação inverossímeis.
Los Angeles: Cidade Proibida
4.1 551 Assista AgoraWoooow! Que roteiro! Excelentes atuações. Adoro filmes noir, ainda mais sobre os anos 50 feito nos anos 90. Nostalgia pura! Deu vontade de comprar o livro!
Notas Sobre um Escândalo
4.0 556 Assista AgoraNotas Sobre a Solidão.
A Prova
3.2 137 Assista Agora(Spoiler)
Gosto deste filme porque são situações cotidianas reais, e com um final onde não há um desfecho feliz ou triste, mas sim que a vida continua.
Minha Vida Sem Mim
4.0 805Particularmente, gostei da atuação da Sarah Polley. Cada pessoa tem uma reação diferente frente as situações, então aqui não poderia ser diferente. E a Polley interpretou a personagem sem o melodrama e a 'choradeira' que geralmente ronda esse tipo de filme.
Minha Vida Sem Mim
4.0 805"Agora você tem vontade de tomar todas as drogas do mundo.
Mas elas não vão mudar a sensação de que toda sua vida foi um sonho e só agora você está acordando."
Notas Sobre um Escândalo
4.0 556 Assista AgoraPessoas como Sheba acham que sabem o que é ser solitário. Mas da solidão em gotas, que dura para sempre, elas não sabem de nada. Como é construir um fim de semana inteiro baseado em uma visita à lavanderia. Ou permanecer intocada de modo tão crônico que o toque acidental da mão de um motorista de ônibus manda um solavanco de desejo direto para suas entranhas. Disso, Sheba e gente como ela não fazem ideia.
Barbara Covett.
O Silêncio dos Inocentes
4.4 2,8K Assista Agora"Você é muito ambiciosa não é? Sabe o que você parece com essa bolsa cara e esses sapatos baratos? Parece uma jeca. Uma jeca roçadora com um péssimo gosto."