Temáticas que envolvem o fator esperança são assim tão profusas! Estamos falando de um filme marcante.
E de tudo, o que mais me marcou foram as atuações. A perfeita leveza expressionista de Leto como o travesti Rayon. <3 E McConaughey! O que seria deste Oscar sem McConaughey?
Que belo círculo dramático teve o Ron, de homofóbico desgraçado a ativista político.
O filme é uma melodia sem falso heroísmo. No fundo, todos nós queremos lucrar. Não foi diferente com o Clube, mas também nem menos bonito! Assistam, assistam e assistam.
Um anti-romance sobre o mito da amizade com o ex. Vale a pena por fugir da previsibilidade separando os inseparáveis.
Do ponto de vista de Celeste, não é a toa que ela encabeça o título! São as consequências dos atos dela que sentimos. Egoísta, pedante e egocêntrica, ela sabe tudo que quer e tudo que não quer para sua vida. Só não conta com a intervenção de uns elementozinhos: os sentimentos.
E como em muitas coisas em nossas vidas não podemos voltar atrás, assim é também para Celeste. É hora dela repetir os erros, cometer excessos, conhecer novas pessoas e encarar as frustrações, até aprender.
Nunca imaginei que iria curtir tanto essa quadrilha de hedonistas de Wall Street. McConaughey foi tão brevemente brilhante que me fez perguntar por ele a trama inteira. Mas DiCaprio conduziu muito bem, espantada até! Porque foi bem demais - eu e Hollywood aos pés deste "menino".
E Scorsese é inteligente. Puts... e como é! As três horas de bacanal não foram por acaso, nada foi. O ridículo era a melhor escolha. A melhor mesmo!
Não poderia deixar de comentar a seleção do que posso chamar de "acontecimentos musicais", Mrs. Robinson tocando a loucura e eu quase morro na sala de cinema - bom demais!
Martinho Scorsese é dono de um talento inesgotável e ainda muito capaz de nos trazer uma obra subversiva nos dias de hoje.
É sinuoso o arco dramático e a mudança de comportamento dos personagens.
De inicio, Deborah Kerr (atriz incrível) nos conquista com uma personagem opinosa e atrevida, gosto muito de mocinhas assim. É a introdução de um romance contemporâneo antevisto de forma brilhante já em 1957!
Uma vez o envolvimento estabelecido, o nosso e o dos personagens... é hora da parte lacrimogênea, promessas são feitas! E a duvida aflitiva é deliciosa.
Uma piscadinha a mais e eu teria chorado no final.
Aqui estou eu, comentando mais uma vez este filme de interesses pouco óbvios. Assim como o protagonista, tive que dar mais uma chance a experiência.
E quem é ele? Ele realmente não é ninguém. É uma abstração. A abstração de todas as consequências que oneram umas simples escolhas.
Que agonia, Nemo! Realmente é difícil lidar com instabilidade da vida e com a incerteza do efeito das nossas escolhas. E até mesmo das não-escolhas, porque não escolher, também é uma escolha.
Mas no fim, o que todos precisamos saber está ali: a morte como o espetáculo da vida. Pois só ela pode trazer o fim da incompreensão, das dúvidas e do inexplicável.
E a despeito de tudo, o que vale mesmo a pena, é viver. Viver as escolhas, as consequências, os medos e as novas experiências. Viver!
Passada a Síndrome de Peter Pan, vamos a Toy Story 3 e a parte realmente difícil do processo.
Ah... essas rejeições naturais do processo evolutivo, ingratas, tão ingratas! Por que vamos deixando de lado aquelas coisas que tanto nos divertiam? E se elas tivessem um coração como o do Woody? Tão inconsolável seria.
Como se já não bastasse a melancolia do desapego proporcionado pela natureza do tempo que segue, Toy Story 3 ainda potencializa a carga dramática humanizando ao extremo o sentimento dos brinquedos que serão "rejeitados". E é difícil, eu diria quase impossível, não chorar. Roteiro de um preciosismo sem igual!
Meu Deus, por que eu demorei 12 anos para assistir este filme?
Trilha sonora perfeita, diálogos sarcásticos e a ADORÁVEL realidade da década de 80. Eu nem tenho mais o que falar, só reverbera em mim a sensação de que amei o filme e que gostaria muito de entrar nele. Hahahaha...
Não tenho como não começar elogiando a atuação de Holmes. É inevitável não comparar Laura com Joey Potter. Assim sendo, Katie não decepciona, tamanha é sua afinidade com a personalidade da personagem.
O roteiro é bom. Seco! Pautado em relacionamentos de auto-enganos e interesses. Romance bem realístico e discussões que são alívios - GOSTEI!
Genial! Com muita sensibilidade e naturalidade o filme retrata o ser real sufocado pelo ser social. Numa atmosfera onde o meio forma o homem, mas se digladia com a sua essência. Eu sofri com Ludovic, com seus desejos tão próximos, mas ao mesmo tempo tão inalcançáveis e inocentes. Embora a repressão vivida pelo personagem seja particular, todos nós temos as nossas. E vivemos, vivemos nosso mundo cor de rosa, mesmo que em abstrações imaginadas e sonegadas.
Como já havia lido Mais Pesado Que o Céu - a biografia mais foda de todas, não esperava muita coisa de Last Days.
Só que Van Sant fez questão de contar a história de uma forma diferente e como uma boa surpresa, fui conduzida a um espaço físico e emocional verdadeiramente angustiante.
Sim, eu já conhecia o vazio perturbador de Kurt. Mas sei lá, assistindo pareceu que eu estava vendo tudo, de perto/longe. A aflição que o diretor provoca, não te deixa restar outra saída que não seja querer muito ajudar Cobain (Blake).
Enfim, "Light my candles in a daze 'Cause I've found God"!
Confesso, tenho muita vergonha deste titulo em português - alguém devia regulamentar isso! Vira e mexe eles fazem essas traduções jocosas com as obras das pessoas.
Mas enfim! Achei a mensagem de Levitt sutilmente original. Não é apenas uma crítica à pornografia irreal, é também uma crítica a tudo aquilo que que nos faz ter uma visão deturpada e cheia expectativas falsas sobre as coisas. As sequencias repetitivas da rotina frustrada de Jon nos fazem perceber com mais força que alguns desapontamentos nos acompanharão até um dia deixarmos de esperar clichês determinados de pessoas e coisas.
No mais, vale a pena ir ao cinema assistir a estreia de Levitt como diretor e roteirista, além de relaxar e gozar - o filme é engraçado!
Então, é uma charmosa comedia romântica no melhor estilo europeu. Mas saliento que a história não é bem o ponto forte do filme, e sim a forma que ela contada.
Bem como todo bom filme europeu, a melhor parte não pode ser facilmente percebida por qualquer um, e é aí que a composição de tudo exalta a singela moral da história: "às vezes o amor está escondido entre os segundos de sua vida.".
Ninguém, veja bem, ninguém! Ninguém jamais vai conseguir ser tão adoravelmente irônico quanto Woody Allen. Tô até agora rindo! Ele realmente sabe fazer isso... nos fazer sorrir de nossas próprias fraquezas.
Mas então, o filme. Moral da história: você pode até encontrar a pessoa dos seus sonhos, mas isso, isso não quer dizer nada! É, nada! As paixões e o desespero cegam. Flutuar nestas vazões nos deixa totalmente sem chão na hora dos inevitáveis baques. E aí fica difícil continuar ou recomeçar.
Sábios são otimistas. Sim, eles mesmos, normalmente tidos como iludidos ou tolos. Ahhh... esses sim! Independente do que aconteça, sempre irão encarar da melhor forma os propósitos, por piores que sejam.
E olha, neste ínterim a felicidade chega - chega sim!
O mais irônico é que no fim - seu fim, Vicious só pecou pela ingenuidade.
Quem entende o que o movimento representou, vai gostar. O diretor não se aproveitou da oportunidade de criar um filme-tributo. A história do casal é nebulosa, não esperem detalhes biográficos. O bom mesmo é perceber a sutil fidelidade dos detalhes de um Sid Vicious que ao contrário de suas vestes e postura subversiva, não passava de uma pessoa frágil que odiava que mexessem em seus cabelos.
Nunca achei que Ele e Nancy tenham um dia se amado de verdade, eles apenas tinham objetivo em comum - se drogar e morrer. Mas a peculiar dependência e decadência compartilhadas, faz da história do casal algo especial.
Ritchie Valens foi encantador em sua breve e obstinada jornada. Mas, infelizmente algumas fatalidades não podem ser redimensionadas... ... e se contarmos os bons que também se foram de forma abreviada, teremos lá nossas razões universais para almejar um acordo com a morte.
É, a mágica da vida SÓ NÃO acontece para os céticos. Viver questionando a rara parte da realidade que é fabulosamente boa, é burrice!
Peixe Grande é uma história bem contada dentro e fora do roteiro. Se é certo ou não romantizar, BULLSHIT. No fim, tudo se resume a forma como você encara as coisas.
Levitt é demais! Sabe sofrer como ninguém - rsrsrs! A ele devem ser dados todos os proventos da obra.
Que na minha opinião, não consegue ser melhor pela falta de energia na hora de construir personagens secundários minimamente relevantes. Chega a ser grotesco como eles são "bobos"! /o\
É... não é uma obra fiel e investigativa da alma / vida de Jobs. Quem espera isso, melhor comprar a biografia do tal.
Mas Kutcher fez a parte dele com a diligência de um ótimo ator e a presteza de um fanático. Reproduziu impecavelmente todas as idiossincrasias do ex-CEO da Apple!
Boyhood: Da Infância à Juventude
4.0 3,7K Assista AgoraE vai ver é isso, nós que somos vividos pelo momento...
O melhor dos singelos: Boyhood!
Clube de Compras Dallas
4.3 2,8K Assista AgoraTemáticas que envolvem o fator esperança são assim tão profusas!
Estamos falando de um filme marcante.
E de tudo, o que mais me marcou foram as atuações.
A perfeita leveza expressionista de Leto como o travesti Rayon. <3
E McConaughey!
O que seria deste Oscar sem McConaughey?
Que belo círculo dramático teve o Ron, de homofóbico desgraçado a ativista político.
O filme é uma melodia sem falso heroísmo.
No fundo, todos nós queremos lucrar. Não foi diferente com o Clube, mas também nem menos bonito!
Assistam, assistam e assistam.
À Beira da Loucura
3.8 103Sobre a idealização do suicídio e o anseio da morte como fim dos problemas e da dor.
Filme denso, mas pouco emocional - racional.
Vale a pena assistir e tentar entender um pouco mais a inquietação daqueles que acham que a vida merece não ser vivida.
Trilha sonora, ó: ***** (5 estrelas)
Benny & Joon: Corações em Conflito
4.1 322 Assista AgoraPois então, é isso.
Ninguém é algo para sempre.
Somos um eterno “vir-a-ser” que não pode jamais ser reduzido a qualquer diagnóstico falível.
Mas ainda não é só isso, ainda tem Depp! Interpretando o que ele sabe fazer de melhor no cinema: um tipo nada convencional. <3
Filme muito sensível, adorável e de referências inteligentes!
P.S. nunca mais olharei para um ferro de passar da mesma forma.
Celeste e Jesse Para Sempre
3.6 481 Assista AgoraUm anti-romance sobre o mito da amizade com o ex. Vale a pena por fugir da previsibilidade separando os inseparáveis.
Do ponto de vista de Celeste, não é a toa que ela encabeça o título!
São as consequências dos atos dela que sentimos.
Egoísta, pedante e egocêntrica, ela sabe tudo que quer e tudo que não quer para sua vida. Só não conta com a intervenção de uns elementozinhos: os sentimentos.
E como em muitas coisas em nossas vidas não podemos voltar atrás, assim é também para Celeste. É hora dela repetir os erros, cometer excessos, conhecer novas pessoas e encarar as frustrações, até aprender.
O Lobo de Wall Street
4.1 3,4K Assista AgoraNunca imaginei que iria curtir tanto essa quadrilha de hedonistas de Wall Street.
McConaughey foi tão brevemente brilhante que me fez perguntar por ele a trama inteira.
Mas DiCaprio conduziu muito bem, espantada até! Porque foi bem demais - eu e Hollywood aos pés deste "menino".
E Scorsese é inteligente. Puts... e como é!
As três horas de bacanal não foram por acaso, nada foi.
O ridículo era a melhor escolha. A melhor mesmo!
Não poderia deixar de comentar a seleção do que posso chamar de "acontecimentos musicais", Mrs. Robinson tocando a loucura e eu quase morro na sala de cinema - bom demais!
Martinho Scorsese é dono de um talento inesgotável e ainda muito capaz de nos trazer uma obra subversiva nos dias de hoje.
Tarde Demais para Esquecer
4.0 164 Assista AgoraÉ sinuoso o arco dramático e a mudança de comportamento dos personagens.
De inicio, Deborah Kerr (atriz incrível) nos conquista com uma personagem opinosa e atrevida, gosto muito de mocinhas assim.
É a introdução de um romance contemporâneo antevisto de forma brilhante já em 1957!
Uma vez o envolvimento estabelecido, o nosso e o dos personagens... é hora da parte lacrimogênea, promessas são feitas!
E a duvida aflitiva é deliciosa.
Uma piscadinha a mais e eu teria chorado no final.
Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet
3.9 2,2K Assista AgoraDe tudo, ficou apenas a inquietação do quão simbiótica é a relação entre amor e ódio.
Sr. Ninguém
4.3 2,7K Assista AgoraAqui estou eu, comentando mais uma vez este filme de interesses pouco óbvios.
Assim como o protagonista, tive que dar mais uma chance a experiência.
E quem é ele? Ele realmente não é ninguém.
É uma abstração.
A abstração de todas as consequências que oneram umas simples escolhas.
Que agonia, Nemo!
Realmente é difícil lidar com instabilidade da vida e com a incerteza do efeito das nossas escolhas.
E até mesmo das não-escolhas, porque não escolher, também é uma escolha.
Mas no fim, o que todos precisamos saber está ali: a morte como o espetáculo da vida.
Pois só ela pode trazer o fim da incompreensão, das dúvidas e do inexplicável.
E a despeito de tudo, o que vale mesmo a pena, é viver.
Viver as escolhas, as consequências, os medos e as novas experiências.
Viver!
Toy Story 3
4.3 3,6K Assista AgoraPassada a Síndrome de Peter Pan, vamos a Toy Story 3 e a parte realmente difícil do processo.
Ah... essas rejeições naturais do processo evolutivo, ingratas, tão ingratas!
Por que vamos deixando de lado aquelas coisas que tanto nos divertiam?
E se elas tivessem um coração como o do Woody? Tão inconsolável seria.
Como se já não bastasse a melancolia do desapego proporcionado pela natureza do tempo que segue, Toy Story 3 ainda potencializa a carga dramática humanizando ao extremo o sentimento dos brinquedos que serão "rejeitados".
E é difícil, eu diria quase impossível, não chorar.
Roteiro de um preciosismo sem igual!
Sexo, Rock e Confusão
3.5 278 Assista AgoraMeu Deus, por que eu demorei 12 anos para assistir este filme?
Trilha sonora perfeita, diálogos sarcásticos e a ADORÁVEL realidade da década de 80.
Eu nem tenho mais o que falar, só reverbera em mim a sensação de que amei o filme e que gostaria muito de entrar nele. Hahahaha...
Os Sonhadores
4.1 2,0KO cinema como ferramenta de transgressão social?
Sim, ok. Até concordo com isso, mas por conta própria!
Ou seja, o filme não me convenceu.
Veja bem, com isto não estou dizendo que ele é ruim.
As atuações são foda e a direção das cenas também.
Só que para mim, ele falhou em seu proposito.
O Casamento do Meu Ex
2.3 831Não tenho como não começar elogiando a atuação de Holmes.
É inevitável não comparar Laura com Joey Potter.
Assim sendo, Katie não decepciona, tamanha é sua afinidade com a personalidade da personagem.
O roteiro é bom. Seco! Pautado em relacionamentos de auto-enganos e interesses.
Romance bem realístico e discussões que são alívios - GOSTEI!
Minha Vida em Cor-de-Rosa
4.3 395Genial!
Com muita sensibilidade e naturalidade o filme retrata o ser real sufocado pelo ser social. Numa atmosfera onde o meio forma o homem, mas se digladia com a sua essência.
Eu sofri com Ludovic, com seus desejos tão próximos, mas ao mesmo tempo tão inalcançáveis e inocentes.
Embora a repressão vivida pelo personagem seja particular, todos nós temos as nossas.
E vivemos, vivemos nosso mundo cor de rosa, mesmo que em abstrações imaginadas e sonegadas.
FILME LINDO!
Últimos Dias
2.9 352 Assista AgoraOde a melancolia!
Como já havia lido Mais Pesado Que o Céu - a biografia mais foda de todas, não esperava muita coisa de Last Days.
Só que Van Sant fez questão de contar a história de uma forma diferente e como uma boa surpresa, fui conduzida a um espaço físico e emocional verdadeiramente angustiante.
Sim, eu já conhecia o vazio perturbador de Kurt. Mas sei lá, assistindo pareceu que eu estava vendo tudo, de perto/longe. A aflição que o diretor provoca, não te deixa restar outra saída que não seja querer muito ajudar Cobain (Blake).
Enfim,
"Light my candles in a daze
'Cause I've found God"!
Como Não Perder Essa Mulher
3.0 1,4K Assista AgoraConfesso, tenho muita vergonha deste titulo em português - alguém devia regulamentar isso! Vira e mexe eles fazem essas traduções jocosas com as obras das pessoas.
Mas enfim!
Achei a mensagem de Levitt sutilmente original.
Não é apenas uma crítica à pornografia irreal, é também uma crítica a tudo aquilo que que nos faz ter uma visão deturpada e cheia expectativas falsas sobre as coisas.
As sequencias repetitivas da rotina frustrada de Jon nos fazem perceber com mais força que alguns desapontamentos nos acompanharão até um dia deixarmos de esperar clichês determinados de pessoas e coisas.
No mais, vale a pena ir ao cinema assistir a estreia de Levitt como diretor e roteirista, além de relaxar e gozar - o filme é engraçado!
Cashback, Bem-vindo ao Turno da Noite
3.7 528Então, é uma charmosa comedia romântica no melhor estilo europeu.
Mas saliento que a história não é bem o ponto forte do filme, e sim a forma que ela contada.
Bem como todo bom filme europeu, a melhor parte não pode ser facilmente percebida por qualquer um, e é aí que a composição de tudo exalta a singela moral da história: "às vezes o amor está escondido entre os segundos de sua vida.".
Bem Me Quer, Mal Me Quer
4.0 520Audrey Tautou - QUE ATRIZ!
"Todo mundo sonha em ter um grande amor, eu só sonhei mais forte." Hahahah...
Você vai Conhecer o Homem dos seus Sonhos
2.9 773Ninguém, veja bem, ninguém!
Ninguém jamais vai conseguir ser tão adoravelmente irônico quanto Woody Allen.
Tô até agora rindo!
Ele realmente sabe fazer isso... nos fazer sorrir de nossas próprias fraquezas.
Mas então, o filme.
Moral da história: você pode até encontrar a pessoa dos seus sonhos, mas isso, isso não quer dizer nada! É, nada!
As paixões e o desespero cegam. Flutuar nestas vazões nos deixa totalmente sem chão na hora dos inevitáveis baques. E aí fica difícil continuar ou recomeçar.
Sábios são otimistas. Sim, eles mesmos, normalmente tidos como iludidos ou tolos.
Ahhh... esses sim!
Independente do que aconteça, sempre irão encarar da melhor forma os propósitos, por piores que sejam.
E olha, neste ínterim a felicidade chega - chega sim!
Helena é nossa prova.
Sid & Nancy: O Amor Mata
3.7 376 Assista AgoraO mais irônico é que no fim - seu fim, Vicious só pecou pela ingenuidade.
Quem entende o que o movimento representou, vai gostar.
O diretor não se aproveitou da oportunidade de criar um filme-tributo.
A história do casal é nebulosa, não esperem detalhes biográficos.
O bom mesmo é perceber a sutil fidelidade dos detalhes de um Sid Vicious que ao contrário de suas vestes e postura subversiva, não passava de uma pessoa frágil que odiava que mexessem em seus cabelos.
Nunca achei que Ele e Nancy tenham um dia se amado de verdade, eles apenas tinham objetivo em comum - se drogar e morrer.
Mas a peculiar dependência e decadência compartilhadas, faz da história do casal algo especial.
Muito bom!
La Bamba
3.6 302Vítima ou utopia mal resolvida? Os dois!
Ritchie Valens foi encantador em sua breve e obstinada jornada.
Mas, infelizmente algumas fatalidades não podem ser redimensionadas...
... e se contarmos os bons que também se foram de forma abreviada, teremos lá nossas razões universais para almejar um acordo com a morte.
Blá, blá, blá...
... o filme é ótimo!
Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas
4.2 2,2K Assista AgoraÉ, a mágica da vida SÓ NÃO acontece para os céticos.
Viver questionando a rara parte da realidade que é fabulosamente boa, é burrice!
Peixe Grande é uma história bem contada dentro e fora do roteiro.
Se é certo ou não romantizar, BULLSHIT.
No fim, tudo se resume a forma como você encara as coisas.
50%
3.9 2,2K Assista AgoraLevitt é demais!
Sabe sofrer como ninguém - rsrsrs!
A ele devem ser dados todos os proventos da obra.
Que na minha opinião, não consegue ser melhor pela falta de energia na hora de construir personagens secundários minimamente relevantes. Chega a ser grotesco como eles são "bobos"! /o\
Mas ainda assim, Adam - 50%, emociona!
Jobs
3.1 747É... não é uma obra fiel e investigativa da alma / vida de Jobs.
Quem espera isso, melhor comprar a biografia do tal.
Mas Kutcher fez a parte dele com a diligência de um ótimo ator e a presteza de um fanático. Reproduziu impecavelmente todas as idiossincrasias do ex-CEO da Apple!
E por isso valeu.
Valeu, valeu, valeu!