No começo eu estava chorando, no meio estava admirada, no final chorei mais que no começo.
Conheci as músicas de Rita ainda na barriguinha de minha mãe, (que também foi levada pelo câncer, doença ridícula) uma fã doidinha por mania de você, doce vampiro, lança perfume Quando nasci, ainda pequenininha cantava as músicas feliz.
No dia da morte da Rita foi como ficar órfã outra vez, mas apostei de pé junto que minha mãe furou a fila de fãs no céu só para tietar nossa rainha.
Estou sem pressa, mas também vou querer tietar você, Rita. Porque artista, ídolo, seres de luz como você, só em outro planeta mesmo. Love you, my darling.
Talvez esse tenha sido um dos filmes mais gore que eu ja vi na minha vida sem anúncio prévio. Eu achava que iria ver algo a lá "A pele que habito", com um contexto psicológico envolvente, assim como estava ocorrendo nas primeiras horas de filme.
Mas o que ocorre depois foi algo totalmente inesperado. A atuação da Demi Moore está incrível, me fazendo refletir se ela poderia ser uma boa concorrente para a Fernanda Torres no Oscar, pois ainda tenho (poucas) esperanças dela ser indicada, contudo. sabemos que o Oscar não é fã de terror e muito menos de gore, então fico imaginando se os minutos finais não acabaram com a chance da Demi Moore almejar a tão sonhada estatueta.
As referências ficaram muito claras em algumas cenas como "Carrie A estranha", "O iluminado" e até mesmo partes dos contos de Edgar Allan Poe em "O gato preto". Até percebi um pouquinho de "O médico e o monstro", assim como pitadas do "Retrato de Dorian Gray". Tais referências foram muito bem construídas e me agradaram demais.
Após o espancamento final na sala, assim que Elizabeth na sua versão quase cadavérica morresse, Sue sentisse seu corpo desmoronar, pois elas eram apenas uma. Se a matriz morre, imediatamente acredito que Sue também deveria ter morrido. Uma velha e a outra jovem, o filme fechado assim pra mim teria sido perfeito. Acho sinceramente dispensável a parte maluca que ocorre depois disso. E claro, as cenas de espancamento me causaram bastante desconforto. Na frente do espelho, então, me pareceu até mesmo uma pequena referência de Thomas Hobbes, em "O leviatã.
O homem é o lobo do homem ou a sociedade o corrompe?
A April sobreviver? É sério isso? Teria sido melhor matar logo a personagem e provar que é uma condição muito complicada de resolver. Daria até um choque na Meredith de que nem todas as pessoas sobreviveriam ao que ela passou. Achei que o episódio estava bom, daí de repente ela acorda e no outro episódio já está planejando o casamento do Alex e da Jo e ainda casa com o ex? Ah, gente. Que sucessão ridícula.
Não consigo gostar da Teddy. Parece que sempre que a vida do Owen está tranquila essa mulher volta para encher o saco. Foi assim com a Cristina e com a Amélia. É o tipo de mulher que dá uma dor de cabeça horrível. Sem graça, sem sal. Só rio dela quando lembro que ela parece a Etelvina do Castelo Rá tim bum, de resto, por mim, faz peso na série.
Ela é o tipo que ilude para um caralho o Koracick de um jeito feio, frio, sujo. Viajou com o cara, deu um insight em um episódio que existem amizades que devem permanecer assim, dá todas as falsas esperanças para ele pra no fim ter a filha dela e se declarar pro Owen, ah, faça-me o favor. A verdade é que ela é possessiva, não consegue ver o Owen feliz com outra mulher quando ele está refazendo a vida dele. Sempre precisa ser um fantasma, sempre precisa vir atrás dele.
Owen foi um dos meus personagens favoritos, apesar de eu achar UM SACO ele impor a vontade dele de ter filho para todas as mulheres com quem se relaciona. Ele só pensou em adoção agora? Poderia ter adotado uma criança lá atrás e ficado com a Cristina. Contudo, gosto dele com a Amélia, apesar de não conseguir perdoá-lo por ele ter ido e sim, TRAIU a Amélia com tumor cerebral. Achei baixo.
Sobre outros casais, Maggie e Jackson não tem sal nenhum. Assim como Deluca e Meredith. Acho que o Link seria o tipo de cara que poderia suprir e muito a falta do Derek. Temos um cara engraçado, que era o Thor na festa dos filhos dela, que sabe dos desafios da vida após um diagnóstico fodido de câncer. Enfim.
Achei a história da Jo triste, mas previsível. Quando a mãe a rejeitou naquela conversa e falou sobre o pai dela já dava pra saber. A bebedeira foi forçado, só a Meredith para fazê-la falar também não fez lá muito sentido, acredito que ela poderia ter conversado com a Bailey, que sofre problemas mentais e poderia ser mais útil.
Não sei dizer se realmente dá para falar que o filme foi baseado no livro de Ernest Hemingway. Primeiro porque inventaram uma personagem que não aparece no livro apenas para Ava Gardner interpretar alguma mulher. Segundo porque cenas como a briga ao lado de fora do bar, o qual Harry sai praticamente de colete, porque as mangas de seu sobretudo foram rasgadas durante uma briga não ocorre e eu fiquei esperando muito essa cena após ler o livro. E terceiro: Mudar totalmente o plot twist do final do livro é algo que me desagrada demais. A fotografia é bonita, mas tem que usar muita licença poética e forçar a barra pra dizer que foi baseado no livro.
O filme é da década de trinta, anti-guerra. e mesmo assim, ocorre a Segunda Guerra Mundial, poucos anos depois, onde os espectadores parecem não terem aprendido absolutamente nada com a realidade dos soldados. Muita fome, poucos recursos bélicos, hospitais precários, pernas sendo amputadas como se fossem um mero fio de cabelo. É impressionante como a obra continua atual. Vale lembrar que as falas das flores de cerejeiras aparecem em "1917", quando é dito que as flores brancas parecem fazer nevar. Uma referência quase gritante. Homens jovens morrendo pela guerra de homens velhos.
Nunca pensei que daria cinco estrelas para um filme com personagens de animação. Mas aconteceu. Christopher Robin consegue ser cativante do começo ao fim. O cenário dos anos posteriores à Segunda Guerra Mundial junto da crise de desemprego nos leva a entender a crise de um Robin adulto, trabalhando como escravo por medo de perder o emprego e não conseguir dar o futuro que ele sonha para a esposa e filha. (Esposa que, convenhamos, foi um pouco difícil não enxergá-la como a nossa adorável Peggy Carter, por ser interpretada pela mesma atriz). É curioso o momento em que a filha teme ser mandada para um colégio interno, revivendo exatamente a angústia do pai quando criança. Na fase adulta Robin parece abominar o ato de brincar, como se quisesse privar a filha de se divertir e encontrar algo mágico como ele um dia havia vivenciado. Os diálogos são emocionantes, e sim, nos levam a algumas lágrimas com a rispidez de um gigante para com o ursinho que todos nós amamos. E mesmo quando há momentos de ternura e não rispidez, lá vamos nós, de novo, chorar mais um pouquinho porque surge uma identificação onde paramos para refletir se nós não nos tornamos Christopher Robin na fase adulta, nunca brincando, nunca nos divertindo e só trabalhando e estudando para impressionar chefes, professores e superiores que, sinceramente, não importam. Esse filme tem um lugar especial em meu coração já que tomei a liberdade de ir ao cinema todos os dias dessa semana do meu aniversário. A Disney conseguiu me dar um presente maravilhoso. Uma pena que não havia mais balões para comprar na saída do cinema, pois eles me fariam feliz, mesmo que eu não precisasse de um.
Demorei um pouco para assistir esse filme por conta do hype do Oscar, que diga-se de passagem, foi muito merecido pela atuação do Gary Oldman. Entretanto, ao terminar de vê-lo, não senti que houve algo de espetacular. Veja bem, esse é o problema de fazer filmes históricos do qual já se sabe o fim. O segredo é surpreender ao público no meio dos acontecimentos e não enrolá-lo por uma hora e meia para no fim, não termos a menor surpresa. O roteiro fica massante, travado no conflito dos que querem um acordo de paz versus quem quer continuar com a guerra. Nós, o público, e principalmente amantes de histórias acreditamos que esse impasse realmente tenha ocorrido, mas no filme foi mal adaptado. Nos arrastamos nos últimos vinte e oito minutos porque já vimos muito e só nos resta ver o final esperado e certeiro. Particularmente, prefiro Churchill de 2017, onde a primeira cena vale o filme inteiro, algo absurdamente impactante. Para um Oscar de melhor ator, o filme infelizmente, peca por ser monótono. Esperava mais. Muito mais. E creio que não sou a única que teve essa sensação de ser deixada de lado como se os roteiristas não se importassem se ficássemos entediados ou não. Acho que a intenção deles era somente contar uma história já conhecida, se o público quer vê-la, que fique. Se não, que caia desapontado antes dos créditos subirem.
Que experiência maravilhosa foi ter visto esse filme em julho de 2017. Se eu tivesse o assistido antes, próximo ou mesmo no ano de lançamento, eu não estaria encarando as paredes do meu quarto por tanto tempo. É uma confissão sincera.
Talvez as pessoas que comentaram aqui sobre o filme ser chato não carregam o mesmo desejo que o personagem principal, vocês não imaginam como são sortudos por pertencerem exatamente à época em que nasceram, pois uma das coisas mais frustrantes de nossas vidas é ter a plena certeza que nascemos em um tempo errôneo. Eu sou uma dessas pessoas frustradas e é exatamente por isso que eu invejo vocês, no mais pleno e sincero sentido.
Em minha jornada para o passado, primeiro eu voltaria para os anos cinquenta. E lá encontraria minha atriz favorita, Audrey Hepburn. Ela me apresentaria para seus amigos de cast em filmes maravilhosos. E em alguma festa eu iria me deparar com o homem mais selvagem, bonito e apaixonante de todos os tempos: Meu rebelde James Dean. E eu tenho certeza que eu ficaria tão petrificada com aquilo que provavelmente desmaiaria no meio de todo mundo porque eu amo um drama. E quando acordasse, e se ainda estivesse lá, eu iria fazer o que não devo. Ficaria por lá e evitaria que ele andasse tão rápido em seu porsche de codinome "Little Bastard". Nós vimos com Gil que era possível alterar o passado, eu cometeria esse crime e deixaria Dean vivo para que ele pudesse ver Giant nos cinemas.
E depois que eu conhecesse Elvis, Sinatra e tantas outras pessoas maravilhosas, seria hora de voltar mais um pouco para o passado. O ano é 1941, em plena Segunda Guerra Mundial. Meu convite para meus amigos da década Golden Age dos cinemas seria uma única proposta:
Acredito que a crítica para esse filme foi gratuita, mesmo. Muitos esperavam uma cinebiografia, mas o filme não é isso. Muito longe de ser algo assim. Essa obra relata um período conturbado na vida de Grace. Que para seus fãs, mostra os sacrifícios que ela escolheu. Ser princesa ou ser atriz? Hollywood ou Mônaco? O cinema ou o palácio? E nós sabemos qual escolha ela fez. Junto dela, causas humanitárias. Grace e Audrey Hepburn tiveram muito em comum. Uma virou princesa de verdade, a outra possuía a realeza em sua alma.
Little boy... tantas coisas eu ainda tenho que aprender com você. A primeira é que por mais que as coisas estejam dando errado, não podemos perder a fé, a esperança. Mesmo que ela nos decepcione algumas vezes. Em um certo momento do filme nos perguntamos o que será daí por diante, porque parece não ter mais roteiro. Mas os roteiristas nos surpreendem. Não sei se gostei ou não da surpresa, para muitos pode ter sido maravilhosa, mas para alguns, como eu, que não tiveram a sorte de little boy ou a fé necessária fica a reflexão. Será que deixamos de acreditar o suficiente? Nota 4,5 porque ele merece.
A atuação de Barbara Stanwyck neste filme foi belíssima. Ela conseguiu retratar muito bem o desespero de alguém que está falando a verdade, mas que ninguém acredita. Como gritar em um quarto sem ser ouvida. Em nenhum momento duvidei da sanidade dela durante o filme. Um dos motivos por ninguém ter acreditado nela, claro, foi por ela ser mulher. Naquela época podemos observar que era muito fácil transformar a verdade e um relato de uma mulher plenamente sã em delírio. Jogá-las em um hospital para que admitam a mentira que os homens querem. Não preciso mencionar o fato que "A troca" com Angelina Jolie retratou muito bem isso. Quando uma mulher escancara a verdade e a falta de comprometimento da polícia em algum caso, ela é jogada em um hospital por estar louca. Em 1954 isso já era retratado, pena que ainda acontece hoje.
Quatro estrelas muito bem escolhidas pelo suspense do filme.
Tocante é a palavra certa para esse filme. Nós conseguimos acompanhar a evolução pessoal e espiritual de Heinrich durante sua estadia no Tibet. Como aquele mesmo homem que recusou uma foto do grande Dalai Lama, tornou-se seu amigo e professor. Há algumas cenas que podem ser consideradas muito especiais neste filme. Permito-me citar algumas.
A cena do relógio onde ele devolve para Peter finalmente colocou a amizade deles num patamar eterno, a inveja por Peter ter conseguido se casar com a mulher que Heinrich estava interessado passou e ele finalmente desejou a felicidade de ambos.
Temos também a cena bonita e tocante do começo da amizade entre Heinrich e Dalai, a construção do cinema foi um gesto de amizade.
E por último, quando o filho de Heinrich sai de seu armário para escutar a música da caixinha que era de Dalai, tudo faz pleno sentido. Sabemos que Dalai gostava muito daquele objeto, mas ele a cedeu para o filho de seu amigo como um recomeço do relacionamento entre eles.
Dou quatro estrelas sorrindo. Bela fotografia, não senti uma trilha sonora impactante, mas não podemos ter tudo, não é?
Foi a melhor temporada de todas. Sem pensar muito. A prisão, a nova administração do hospital, os fatos que ocorreram depois. Nossa! Eu nem consigo detalhar cada coisa porque meu comentário ficaria enorme. Mas sinto que tenho que dizer algumas coisas em relação ao Wilson e o quanto ele merece um amigo como o House.
Foi um ato de pura coragem ter feito tudo aquilo, nós sabemos que para o House, o mistério de um caso médico era a graça da vida. Deixava o universo alinhado e mesmo assim ele abriu mão disso. Além do que a cena final me deixou emocionada. Quantos de nós gostaríamos de ter feito a mesma coisa? Abrir mão de todas as responsabilidades, obrigações e tudo aquilo que é importante para nós apenas para estar ao lado da pessoa que mais amamos? Muitas provas de amor não vem de casais, elas chegam em forma de amizade e creio que essa foi uma das mais fortes e bonitas que eu já vi em filmes e séries.
Queria ter feito a mesma coisa para não perder as pessoas que perdi. Seria um sonho onde o fim é certo, mas o caminho cheio de surpresas.
Esses seriados da marvel na netflix estão me deixando cada vez mais encantada. Já havia ficado muito curiosa quando soube que havia uma série sobre a Peggy, mas demorei muito para ver. Comecei ontem e só parei hoje de manhã na season finale. Que maratona. Sempre fui encantada pelos ares do passado e a fotografia dessa série me deixou sem fôlego, belíssima. As cenas conseguem retratar os desafios que uma mulher no final dos anos quarenta vivencia. A agente Carter lutou bravamente na guerra, mas por ser mulher acabou não recebendo a atenção merecida de um herói. Porém, ela consegue se fazer heroína a cada dia e isso mostra o quanto os homens precisam aprender com ela. Ser herói de guerra é uma coisa, ser heroína durante e após a guerra é outra bem diferente. Os trajes, cabelo e maquiagem sempre impecáveis. Peggy é tão bonita que os maquiadores nem se deram ao trabalho de pesar muito, só um batom vermelho escarlate já era o suficiente para deixar sua marca. As lutas foram muito bem sincronizadas e as armas elaboradas conforme a época. Espero grandes coisas da segunda temporada, quem sabe conhecer a esposa de Jarvis? Afinal, a mulher nunca apareceu em cena e isso me remete algo estranho.
Uma história que poucos conhecem. Eu que sempre fui apaixonada pelo tema de Segunda Guerra Mundial não sabia desse fato, da tentativa de assassinato contra Hitler em 1939. Minha cabeça ficou pensando diversas vezes o que poderia ter acontecido se o ataque tivesse sido bem sucedido. Achei a fotografia normal, nada muito belo como sempre tenho expectativa em filmes de época. Acho válido pela história, o roteiro é simples, mas para relatar os fatos e trazer a história a tona, vale a pena assistir.
Que fotografia esplendida! Não consegui desgrudar os olhos de casa detalhe. Me surpreende muito ainda como o cinema consegue "fazer o filtro" do passado nas cenas. Sem dúvida, uma das fotografias mais belas do cinema com esse tema. O roteiro é magnífico, porém, previsível. A partir do momento que a amizade das crianças cresce eu já previa o que iria acontecer. Não foi muita surpresa e é por isso que eu não me emocionei como a maioria das pessoas aqui. Acho que por já esperar os fatos, isso diminuiu um pouco a expectativa. Claro, o filme retrata um belo karma para o pai. O que é feito por você, retorna. Seja coisa boa ou ruim. Algo que eu fiquei um pouco tocada foi a inocência. Confundir os uniformes com pijamas realmente foi algo muito bem sacado do autor do livro já que é uma adaptação. Algo que me comoveu bastante também foi a fase da irmã, onde ela passava por uma mudança drástica, se apegando cada vez mais ao nazismo. E isso nos mostra como cada pessoa é diferente. Bruno não concordava com o que o professor particular ensinava, já Gretel ouvia e transformava tudo na mais pura verdade para ela. Sem dúvida, Bruno puxou a avó. Comovente também a cena em que o cartão é posto e a mãe acha aquilo um insulto. Algo que achei pouco explorado foi o campo de concentração. Não deu para ver muitos detalhes, ficou muito superficial. Dou uma nota alta por tantos motivos que me abstenho até mesmo de citá-los ou ficarei aqui para sempre.
A cena da chegada dos soldados ingleses no campo com esse assovio tão característico me deu grandes expectativas. Infelizmente o filme não as superou, não chegou nem perto. Não acho que o motivo seja por ser longo ou por achar o roteiro pobre. Pelo contrário, o roteiro é muito bom, porém, mal trabalhado. Especialmente nas cenas finais onde fiquei esperando quebrarem a ponte durante o filme todo, praticamente. Algumas mortes ocorreram de um jeito tão bobo que eu nem acreditei, tive vontade de rir. Uma pena. Me falaram tão bem do filme e eu não senti toda essa magia. Não posso negar que é um clássico, mas um clássico nem sempre transborda perfeição.
Sonhos de Trem
3.7 338 Assista AgoraDeu para matar a saudade um pouquinho de Into the Wild e Walden: life in the woods. ♥
Rita Lee: Mania de Você
4.2 64No começo eu estava chorando, no meio estava admirada, no final chorei mais que no começo.
Conheci as músicas de Rita ainda na barriguinha de minha mãe, (que também foi levada pelo câncer, doença ridícula) uma fã doidinha por mania de você, doce vampiro, lança perfume Quando nasci, ainda pequenininha cantava as músicas feliz.
No dia da morte da Rita foi como ficar órfã outra vez, mas apostei de pé junto que minha mãe furou a fila de fãs no céu só para tietar nossa rainha.
Estou sem pressa, mas também vou querer tietar você, Rita. Porque artista, ídolo, seres de luz como você, só em outro planeta mesmo. Love you, my darling.
A Substância
3.9 1,9K Assista AgoraTalvez esse tenha sido um dos filmes mais gore que eu ja vi na minha vida sem anúncio prévio. Eu achava que iria ver algo a lá "A pele que habito", com um contexto psicológico envolvente, assim como estava ocorrendo nas primeiras horas de filme.
Mas o que ocorre depois foi algo totalmente inesperado. A atuação da Demi Moore está incrível, me fazendo refletir se ela poderia ser uma boa concorrente para a Fernanda Torres no Oscar, pois ainda tenho (poucas) esperanças dela ser indicada, contudo. sabemos que o Oscar não é fã de terror e muito menos de gore, então fico imaginando se os minutos finais não acabaram com a chance da Demi Moore almejar a tão sonhada estatueta.
As referências ficaram muito claras em algumas cenas como "Carrie A estranha", "O iluminado" e até mesmo partes dos contos de Edgar Allan Poe em "O gato preto". Até percebi um pouquinho de "O médico e o monstro", assim como pitadas do "Retrato de Dorian Gray". Tais referências foram muito bem construídas e me agradaram demais.
O filme pra mim poderia ter terminado com:
Após o espancamento final na sala, assim que Elizabeth na sua versão quase cadavérica morresse, Sue sentisse seu corpo desmoronar, pois elas eram apenas uma. Se a matriz morre, imediatamente acredito que Sue também deveria ter morrido. Uma velha e a outra jovem, o filme fechado assim pra mim teria sido perfeito. Acho sinceramente dispensável a parte maluca que ocorre depois disso. E claro, as cenas de espancamento me causaram bastante desconforto. Na frente do espelho, então, me pareceu até mesmo uma pequena referência de Thomas Hobbes, em "O leviatã.
O homem é o lobo do homem ou a sociedade o corrompe?
Wings at One Hand Clapping
4.1 3Hit atrás de hit. Paul sempre foi gigante.
Eco-Pirata: a História do Paul Watson
4.1 1#freepaulwatson
A Anatomia de Grey (14ª Temporada)
4.2 258 Assista AgoraMas fizeram essa ladainha toda para no fim
A April sobreviver? É sério isso? Teria sido melhor matar logo a personagem e provar que é uma condição muito complicada de resolver. Daria até um choque na Meredith de que nem todas as pessoas sobreviveriam ao que ela passou. Achei que o episódio estava bom, daí de repente ela acorda e no outro episódio já está planejando o casamento do Alex e da Jo e ainda casa com o ex? Ah, gente. Que sucessão ridícula.
A Anatomia de Grey (15ª Temporada)
4.1 181 Assista AgoraNão consigo gostar da Teddy. Parece que sempre que a vida do Owen está tranquila essa mulher volta para encher o saco. Foi assim com a Cristina e com a Amélia. É o tipo de mulher que dá uma dor de cabeça horrível. Sem graça, sem sal. Só rio dela quando lembro que ela parece a Etelvina do Castelo Rá tim bum, de resto, por mim, faz peso na série.
Ela é o tipo que ilude para um caralho o Koracick de um jeito feio, frio, sujo. Viajou com o cara, deu um insight em um episódio que existem amizades que devem permanecer assim, dá todas as falsas esperanças para ele pra no fim ter a filha dela e se declarar pro Owen, ah, faça-me o favor. A verdade é que ela é possessiva, não consegue ver o Owen feliz com outra mulher quando ele está refazendo a vida dele. Sempre precisa ser um fantasma, sempre precisa vir atrás dele.
Owen foi um dos meus personagens favoritos, apesar de eu achar UM SACO ele impor a vontade dele de ter filho para todas as mulheres com quem se relaciona. Ele só pensou em adoção agora? Poderia ter adotado uma criança lá atrás e ficado com a Cristina. Contudo, gosto dele com a Amélia, apesar de não conseguir perdoá-lo por ele ter ido e sim, TRAIU a Amélia com tumor cerebral. Achei baixo.
Sobre outros casais, Maggie e Jackson não tem sal nenhum. Assim como Deluca e Meredith. Acho que o Link seria o tipo de cara que poderia suprir e muito a falta do Derek. Temos um cara engraçado, que era o Thor na festa dos filhos dela, que sabe dos desafios da vida após um diagnóstico fodido de câncer. Enfim.
Achei a história da Jo triste, mas previsível. Quando a mãe a rejeitou naquela conversa e falou sobre o pai dela já dava pra saber. A bebedeira foi forçado, só a Meredith para fazê-la falar também não fez lá muito sentido, acredito que ela poderia ter conversado com a Bailey, que sofre problemas mentais e poderia ser mais útil.
As Neves do Kilimanjaro
3.4 22 Assista AgoraNão sei dizer se realmente dá para falar que o filme foi baseado no livro de Ernest Hemingway. Primeiro porque inventaram uma personagem que não aparece no livro apenas para Ava Gardner interpretar alguma mulher. Segundo porque cenas como a briga ao lado de fora do bar, o qual Harry sai praticamente de colete, porque as mangas de seu sobretudo foram rasgadas durante uma briga não ocorre e eu fiquei esperando muito essa cena após ler o livro. E terceiro: Mudar totalmente o plot twist do final do livro é algo que me desagrada demais. A fotografia é bonita, mas tem que usar muita licença poética e forçar a barra pra dizer que foi baseado no livro.
Sem Novidade no Front
4.3 141 Assista AgoraO filme é da década de trinta, anti-guerra. e mesmo assim, ocorre a Segunda Guerra Mundial, poucos anos depois, onde os espectadores parecem não terem aprendido absolutamente nada com a realidade dos soldados. Muita fome, poucos recursos bélicos, hospitais precários, pernas sendo amputadas como se fossem um mero fio de cabelo. É impressionante como a obra continua atual. Vale lembrar que as falas das flores de cerejeiras aparecem em "1917", quando é dito que as flores brancas parecem fazer nevar. Uma referência quase gritante. Homens jovens morrendo pela guerra de homens velhos.
You never lived to see
What you gave to me
One shining dream of hope and love
Life and liberty
With a host of brave unknown soldiers
For your company, you will live forever
Here in our memory
In fields of sacrifice
Heroes paid the price
Young men who died for old men's wars
Gone to paradise
We are all one great band of brothers
And one day you'll see we can live together
When all the world is free
Vingança a Sangue Frio
2.7 229 Assista AgoraGostei bastante do filme. Fui só eu que achei que nesse papel o ator que faz o viking está a cara do Marlon Brando? Fiquei abismada.
Christopher Robin: Um Reencontro Inesquecível
3.9 461 Assista AgoraNunca pensei que daria cinco estrelas para um filme com personagens de animação. Mas aconteceu. Christopher Robin consegue ser cativante do começo ao fim. O cenário dos anos posteriores à Segunda Guerra Mundial junto da crise de desemprego nos leva a entender a crise de um Robin adulto, trabalhando como escravo por medo de perder o emprego e não conseguir dar o futuro que ele sonha para a esposa e filha. (Esposa que, convenhamos, foi um pouco difícil não enxergá-la como a nossa adorável Peggy Carter, por ser interpretada pela mesma atriz). É curioso o momento em que a filha teme ser mandada para um colégio interno, revivendo exatamente a angústia do pai quando criança. Na fase adulta Robin parece abominar o ato de brincar, como se quisesse privar a filha de se divertir e encontrar algo mágico como ele um dia havia vivenciado. Os diálogos são emocionantes, e sim, nos levam a algumas lágrimas com a rispidez de um gigante para com o ursinho que todos nós amamos. E mesmo quando há momentos de ternura e não rispidez, lá vamos nós, de novo, chorar mais um pouquinho porque surge uma identificação onde paramos para refletir se nós não nos tornamos Christopher Robin na fase adulta, nunca brincando, nunca nos divertindo e só trabalhando e estudando para impressionar chefes, professores e superiores que, sinceramente, não importam. Esse filme tem um lugar especial em meu coração já que tomei a liberdade de ir ao cinema todos os dias dessa semana do meu aniversário. A Disney conseguiu me dar um presente maravilhoso. Uma pena que não havia mais balões para comprar na saída do cinema, pois eles me fariam feliz, mesmo que eu não precisasse de um.
Megatubarão
2.8 849Fui assistir com a expectativa de ter alguma referência ou frase irônica da obra de 1975, não teve. O máximo que a gente consegue absorver de Jaws é
A cena em que o tubarão errado é capturado. Repetiu exatamente no filme anterior.
No mais, apenas entretenimento.
O Destino de Uma Nação
3.7 723 Assista AgoraDemorei um pouco para assistir esse filme por conta do hype do Oscar, que diga-se de passagem, foi muito merecido pela atuação do Gary Oldman. Entretanto, ao terminar de vê-lo, não senti que houve algo de espetacular. Veja bem, esse é o problema de fazer filmes históricos do qual já se sabe o fim. O segredo é surpreender ao público no meio dos acontecimentos e não enrolá-lo por uma hora e meia para no fim, não termos a menor surpresa. O roteiro fica massante, travado no conflito dos que querem um acordo de paz versus quem quer continuar com a guerra. Nós, o público, e principalmente amantes de histórias acreditamos que esse impasse realmente tenha ocorrido, mas no filme foi mal adaptado. Nos arrastamos nos últimos vinte e oito minutos porque já vimos muito e só nos resta ver o final esperado e certeiro. Particularmente, prefiro Churchill de 2017, onde a primeira cena vale o filme inteiro, algo absurdamente impactante. Para um Oscar de melhor ator, o filme infelizmente, peca por ser monótono. Esperava mais. Muito mais. E creio que não sou a única que teve essa sensação de ser deixada de lado como se os roteiristas não se importassem se ficássemos entediados ou não. Acho que a intenção deles era somente contar uma história já conhecida, se o público quer vê-la, que fique. Se não, que caia desapontado antes dos créditos subirem.
Sons of Anarchy (6ª Temporada)
4.5 438 Assista AgoraVai tarde, bitch! Nunca torci tanto pra uma morte como a da Tara. PISA MENOS GEMMA. TE DEDICO! ♥
Meia-Noite em Paris
4.0 3,8K Assista AgoraQue experiência maravilhosa foi ter visto esse filme em julho de 2017. Se eu tivesse o assistido antes, próximo ou mesmo no ano de lançamento, eu não estaria encarando as paredes do meu quarto por tanto tempo. É uma confissão sincera.
Talvez as pessoas que comentaram aqui sobre o filme ser chato não carregam o mesmo desejo que o personagem principal, vocês não imaginam como são sortudos por pertencerem exatamente à época em que nasceram, pois uma das coisas mais frustrantes de nossas vidas é ter a plena certeza que nascemos em um tempo errôneo. Eu sou uma dessas pessoas frustradas e é exatamente por isso que eu invejo vocês, no mais pleno e sincero sentido.
Em minha jornada para o passado, primeiro eu voltaria para os anos cinquenta. E lá encontraria minha atriz favorita, Audrey Hepburn. Ela me apresentaria para seus amigos de cast em filmes maravilhosos. E em alguma festa eu iria me deparar com o homem mais selvagem, bonito e apaixonante de todos os tempos: Meu rebelde James Dean. E eu tenho certeza que eu ficaria tão petrificada com aquilo que provavelmente desmaiaria no meio de todo mundo porque eu amo um drama. E quando acordasse, e se ainda estivesse lá, eu iria fazer o que não devo. Ficaria por lá e evitaria que ele andasse tão rápido em seu porsche de codinome "Little Bastard". Nós vimos com Gil que era possível alterar o passado, eu cometeria esse crime e deixaria Dean vivo para que ele pudesse ver Giant nos cinemas.
E depois que eu conhecesse Elvis, Sinatra e tantas outras pessoas maravilhosas, seria hora de voltar mais um pouco para o passado. O ano é 1941, em plena Segunda Guerra Mundial. Meu convite para meus amigos da década Golden Age dos cinemas seria uma única proposta:
Who want's to kill Adolf Hitler, my friends?
Grace de Mônaco
3.0 240 Assista AgoraAcredito que a crítica para esse filme foi gratuita, mesmo. Muitos esperavam uma cinebiografia, mas o filme não é isso. Muito longe de ser algo assim. Essa obra relata um período conturbado na vida de Grace. Que para seus fãs, mostra os sacrifícios que ela escolheu. Ser princesa ou ser atriz? Hollywood ou Mônaco? O cinema ou o palácio? E nós sabemos qual escolha ela fez. Junto dela, causas humanitárias. Grace e Audrey Hepburn tiveram muito em comum. Uma virou princesa de verdade, a outra possuía a realeza em sua alma.
Little Boy: Além do Impossível
4.3 372Little boy... tantas coisas eu ainda tenho que aprender com você. A primeira é que por mais que as coisas estejam dando errado, não podemos perder a fé, a esperança. Mesmo que ela nos decepcione algumas vezes. Em um certo momento do filme nos perguntamos o que será daí por diante, porque parece não ter mais roteiro. Mas os roteiristas nos surpreendem. Não sei se gostei ou não da surpresa, para muitos pode ter sido maravilhosa, mas para alguns, como eu, que não tiveram a sorte de little boy ou a fé necessária fica a reflexão. Será que deixamos de acreditar o suficiente? Nota 4,5 porque ele merece.
Testemunha do Crime
3.5 22A atuação de Barbara Stanwyck neste filme foi belíssima. Ela conseguiu retratar muito bem o desespero de alguém que está falando a verdade, mas que ninguém acredita. Como gritar em um quarto sem ser ouvida. Em nenhum momento duvidei da sanidade dela durante o filme. Um dos motivos por ninguém ter acreditado nela, claro, foi por ela ser mulher. Naquela época podemos observar que era muito fácil transformar a verdade e um relato de uma mulher plenamente sã em delírio. Jogá-las em um hospital para que admitam a mentira que os homens querem. Não preciso mencionar o fato que "A troca" com Angelina Jolie retratou muito bem isso. Quando uma mulher escancara a verdade e a falta de comprometimento da polícia em algum caso, ela é jogada em um hospital por estar louca. Em 1954 isso já era retratado, pena que ainda acontece hoje.
Quatro estrelas muito bem escolhidas pelo suspense do filme.
Sete Anos no Tibet
3.8 404 Assista AgoraTocante é a palavra certa para esse filme. Nós conseguimos acompanhar a evolução pessoal e espiritual de Heinrich durante sua estadia no Tibet. Como aquele mesmo homem que recusou uma foto do grande Dalai Lama, tornou-se seu amigo e professor. Há algumas cenas que podem ser consideradas muito especiais neste filme. Permito-me citar algumas.
A cena do relógio onde ele devolve para Peter finalmente colocou a amizade deles num patamar eterno, a inveja por Peter ter conseguido se casar com a mulher que Heinrich estava interessado passou e ele finalmente desejou a felicidade de ambos.
Temos também a cena bonita e tocante do começo da amizade entre Heinrich e Dalai, a construção do cinema foi um gesto de amizade.
E por último, quando o filho de Heinrich sai de seu armário para escutar a música da caixinha que era de Dalai, tudo faz pleno sentido. Sabemos que Dalai gostava muito daquele objeto, mas ele a cedeu para o filho de seu amigo como um recomeço do relacionamento entre eles.
Dou quatro estrelas sorrindo. Bela fotografia, não senti uma trilha sonora impactante, mas não podemos ter tudo, não é?
Dr. House (8ª Temporada)
4.4 442 Assista AgoraFoi a melhor temporada de todas. Sem pensar muito. A prisão, a nova administração do hospital, os fatos que ocorreram depois. Nossa! Eu nem consigo detalhar cada coisa porque meu comentário ficaria enorme. Mas sinto que tenho que dizer algumas coisas em relação ao Wilson e o quanto ele merece um amigo como o House.
Foi um ato de pura coragem ter feito tudo aquilo, nós sabemos que para o House, o mistério de um caso médico era a graça da vida. Deixava o universo alinhado e mesmo assim ele abriu mão disso. Além do que a cena final me deixou emocionada. Quantos de nós gostaríamos de ter feito a mesma coisa? Abrir mão de todas as responsabilidades, obrigações e tudo aquilo que é importante para nós apenas para estar ao lado da pessoa que mais amamos? Muitas provas de amor não vem de casais, elas chegam em forma de amizade e creio que essa foi uma das mais fortes e bonitas que eu já vi em filmes e séries.
Queria ter feito a mesma coisa para não perder as pessoas que perdi. Seria um sonho onde o fim é certo, mas o caminho cheio de surpresas.
Agente Carter (1ª Temporada)
4.2 204Esses seriados da marvel na netflix estão me deixando cada vez mais encantada. Já havia ficado muito curiosa quando soube que havia uma série sobre a Peggy, mas demorei muito para ver. Comecei ontem e só parei hoje de manhã na season finale. Que maratona. Sempre fui encantada pelos ares do passado e a fotografia dessa série me deixou sem fôlego, belíssima. As cenas conseguem retratar os desafios que uma mulher no final dos anos quarenta vivencia. A agente Carter lutou bravamente na guerra, mas por ser mulher acabou não recebendo a atenção merecida de um herói. Porém, ela consegue se fazer heroína a cada dia e isso mostra o quanto os homens precisam aprender com ela. Ser herói de guerra é uma coisa, ser heroína durante e após a guerra é outra bem diferente. Os trajes, cabelo e maquiagem sempre impecáveis. Peggy é tão bonita que os maquiadores nem se deram ao trabalho de pesar muito, só um batom vermelho escarlate já era o suficiente para deixar sua marca. As lutas foram muito bem sincronizadas e as armas elaboradas conforme a época. Espero grandes coisas da segunda temporada, quem sabe conhecer a esposa de Jarvis? Afinal, a mulher nunca apareceu em cena e isso me remete algo estranho.
13 Minutos
3.6 48 Assista AgoraUma história que poucos conhecem. Eu que sempre fui apaixonada pelo tema de Segunda Guerra Mundial não sabia desse fato, da tentativa de assassinato contra Hitler em 1939. Minha cabeça ficou pensando diversas vezes o que poderia ter acontecido se o ataque tivesse sido bem sucedido. Achei a fotografia normal, nada muito belo como sempre tenho expectativa em filmes de época. Acho válido pela história, o roteiro é simples, mas para relatar os fatos e trazer a história a tona, vale a pena assistir.
O Menino do Pijama Listrado
4.2 3,7K Assista AgoraQue fotografia esplendida! Não consegui desgrudar os olhos de casa detalhe. Me surpreende muito ainda como o cinema consegue "fazer o filtro" do passado nas cenas. Sem dúvida, uma das fotografias mais belas do cinema com esse tema. O roteiro é magnífico, porém, previsível. A partir do momento que a amizade das crianças cresce eu já previa o que iria acontecer. Não foi muita surpresa e é por isso que eu não me emocionei como a maioria das pessoas aqui. Acho que por já esperar os fatos, isso diminuiu um pouco a expectativa. Claro, o filme retrata um belo karma para o pai. O que é feito por você, retorna. Seja coisa boa ou ruim. Algo que eu fiquei um pouco tocada foi a inocência. Confundir os uniformes com pijamas realmente foi algo muito bem sacado do autor do livro já que é uma adaptação. Algo que me comoveu bastante também foi a fase da irmã, onde ela passava por uma mudança drástica, se apegando cada vez mais ao nazismo. E isso nos mostra como cada pessoa é diferente. Bruno não concordava com o que o professor particular ensinava, já Gretel ouvia e transformava tudo na mais pura verdade para ela. Sem dúvida, Bruno puxou a avó. Comovente também a cena em que o cartão é posto e a mãe acha aquilo um insulto. Algo que achei pouco explorado foi o campo de concentração. Não deu para ver muitos detalhes, ficou muito superficial. Dou uma nota alta por tantos motivos que me abstenho até mesmo de citá-los ou ficarei aqui para sempre.
A Ponte do Rio Kwai
4.1 205 Assista AgoraA cena da chegada dos soldados ingleses no campo com esse assovio tão característico me deu grandes expectativas. Infelizmente o filme não as superou, não chegou nem perto. Não acho que o motivo seja por ser longo ou por achar o roteiro pobre. Pelo contrário, o roteiro é muito bom, porém, mal trabalhado. Especialmente nas cenas finais onde fiquei esperando quebrarem a ponte durante o filme todo, praticamente. Algumas mortes ocorreram de um jeito tão bobo que eu nem acreditei, tive vontade de rir. Uma pena. Me falaram tão bem do filme e eu não senti toda essa magia. Não posso negar que é um clássico, mas um clássico nem sempre transborda perfeição.