Eu gostei bastante deste documentário. Sinceramente, daria o Oscar deste ano pra ela, após inúmeras injustiças. Quantas músicas boas ela já produziu e infelizmente não recebeu a merecida glória da Academia por isso. Me simpatizei com ela especificamente pelo amor aos gatos.
O filme por ter 3 horas pode ser dividido entre três grandes etapas. A primeira hora é o momento de maior tensão e intensidade. Foi a que mais gostei. Nela, há muito sofrimento durante o processo de profissionalização do Kikuo, mas também há muito êxito. Já na segunda parte, há um momento de estabilização que precede a queda. Vê-se a lapidação do Kikuo em um grande artista, porém, ele fica cercado por grande inveja e perece. O "terceiro capítulo" mostra seu renascimento e reconhecimento, além de cenas muito agressivas da doença que acomete o seu mestre e o seu melhor amigo. O preço da perfeição foi certamente a sua ausência de paternidade e o não ter vivido/sentido o amor da sua filha.
Problema crônico e gravíssimo que os EUA parecem não querer enfrentar com todas as forças. Espero que, um dia, esta adoração dos americanos por armas apenas cesse.
Ótimo documentário. Mostra que há israelenses contrários ao massacre, apesar de ficar no ar se, quantitativamente, eles são maioria ou não naquela sociedade. Entretanto, é revoltante ver os sujeitos que são críticos ao protesto passarem e despejarem palavras tão vis. Ali, nota-se que o país infelizmente criou uma extrema-direita que obteve sucesso em seus projetos mais nefastos. É tocante demais ver os rostos das crianças que se foram e presenciar o desdém de muitas pessoas a esse vasto vazio deixado por tantos futuros interrompidos.
Legalzinho! Na minha visão, o filme busca trabalhar as temáticas raciais da nossa sociedade nos bichos. Além disso, visa desconstruir a demonização dos reptéis que são rechaçados pelos humanos por não serem mamíferos e parecidos conosco. Mas uma coisa que permanece é o estereótipo de vilania dos felinos. É raro encontrar um fime que envolva animais e trate os gatos (grandes ou pequenos) como "do bem". Existe um imaginário que, por serem independentes e reservados, são frios e "cruéis".
Este aí é só pros cinéfilos ultra-power-mega-blaster culttts falarem que AMARAM, COMPREENDERAM e que, se você não, é porque te falta profundidade e repertório.
Filme de animação bonito que explora o quão imaginativa e encantada são as mentes das crianças. Ainda, brinca com o número de vezes que um candanguinho se coloca em perigo de vida. Achei a Amélie muito dengosa e mimada, logo, preferi os irmãos.
As animações são sempre muito especiais. Os ensinamentos que elas transmitem são valorosos e eu aprendi isso já há um tempo. Arrisco a dizer que é o gênero cinematográfico mais filosófico de todos, onde a vida é refletida com uma super profundidade e o melhor: essa reflexão se traduz pra nós de uma forma simples e inteligível. Primeiramente, Elio encanta pela representatividade latino-americana. É muito bom se ver representado nas telonas. Em segundo lugar, traz uma temática que tanto amo: o espaço sideral. A lição que fica é a de internalizar a bravura das crianças, pois, pra elas, nada é impossível — nem mesmo os sonhos mais utópicos. E por fim, por ser um filme que celebra o universo de um modo tão agradável, a pontuação tem que ser a máxima.
Este filme já nasce nostálgico. Os traços do desenho são LINDÍSSIMOS. Eu me senti acolhido! Os trajes utilizados são fascinantes. A simbologia contida no roteiro e a mitologia do enredo são exuberantes. Há tempos que não sentia uma sensação tão boa (desde Flow).
Como eu queria ter a amizade de uma senhorinha que goste muito de conversas longas e profundas. Fez-me sentir saudade das minhas vózinhas e das horas infindáveis que passávamos juntos tendo muito papos e construindo memórias eternas.
K-Pop Hunters fisga crianças e adultos com suas músicas pegajosas, seu clima alto-astral e seus personagens cativantes. A história é um pouco adulta demais pro seu público-alvo. Entretanto, é bastante envolvente. Golden é realmente a música do ano. As crianças são um público ótimo para espalhar virais e eu literalmente ouço esta em todo canto que vou. O filme é dinâmico, colorido e divertido: receita infalível para atrair qualquer um que goste de uma boa animação.
Eu me surpreendi demais e positivamente com esse filme. Fui ao cinema sem pretensão nenhuma de me envolver com a história, até porque vi muitos criticando a indicação da Kate ao Oscar e, no final das contas, adorei. O alto astral do filme na sua primeira metade já demonstrava, mesmo que implicitamente, que uma reviravolta grandiosa aconteceria.
Eu literalmente fiquei assim > :O < quando vi que ela tinha amputado a perna. Foi um choque real pra mim.
Por outro lado, me inspirou a vontade da Thunder de se reerguer e triunfar. O filme é cheio de momentos impactantes e surpreendentes. Assistir no cinema realmente muda toda a experiência de imersão porque o som estava nas alturas e bom demais!!!
Este filme entra naquela cota 'Só vi por causa do Oscar'. E isto não é um demérito. Mas de certa forma mostra como o Oscar é excelente em divulgar filmes e fazer com que nichos do público que não veriam um título como esse por falta de interesse, acabam por assistir porque o Oscar recomendou. E eu me encaixo nesse grupo com relação a Blue Moon.
O filme é mediano. E é essencial ter o mínimo de conhecimento prévio sobre esses personagens da cultura americana para imergir na história. Os diálogos são bem densos, bem como os personagens. O inglês é bastante formal e, muitas vezes de difícil compreensão para falantes não-nativos (bom até pra aprender novas palavras), o que é justificável por ser um filme de época. Esses diálogos extensos são certamente o que garantiu ao filme a indicação a roteiro.
A característica de ter sido basicamente gravado num único cenário traz uma ideia de plano-sequência, apesar de não ser exatamente isto. Só que esse estilo de filmagem causa a impressão no espectador de que você já tá pra mais de horas junto com eles naquele bar. Nesse contexto, o filme é bastante imersivo.
A questão que mencionei acerca da barreira cultural para não-estadunidenses é o mesmo que ocorre com O Agente Secreto. Muita gente aponta que a riqueza de detalhes super brasileiros em OAS pode causar certo distanciamento com o público estrangeiro e especialmente com os membros da Academia — tendo a discordar. Se nós crescemos assistindo a filmes norte-americanos, muitas vezes sem saber das referências culturais que esses filmes traziam do seu país, e com isso acabamos por aprender muito sobre os EUA [o tal Soft Power]; por que o mesmo não pode ocorrer com filmes brasileiros na gringa, certo?
Blue Moon foi exatamente isso pra mim. Um filme profundamente estadunidense mas que com o mínimo de boa vontade da minha parte, pude compreender minimamente o teor da trama.
Pelo conjunto da obra, este, O Agente e Accident são os 3 merecedores de ganhar o Oscar de Internacional. Arrisco dizer que Hind Rajab tem tudo que é necessário pra ser o vencedor desta categoria. E se for, será o único pra quem perderíamos muito justamente.
O filme é agonizante! Não dá pra desgrudar da tela durante esta 1h30 de muita aflição, tristeza e tensão. Em contraste com os filmes dos Estados Unidos, onde quase todos os conflitos dos enredos terminam com finais felizes.
Eu me afeiçoei tanto ao menininho. Queria saber como aquilo ocorreu: será que ele puxou o freio de mão por curiosidade? Será que, na brincadeira com a cachorra, eles acabaram esbarrando no freio e ele destravou?
Eu jurava que eles chegariam na bendita festa da filha. Mas quando ativei minhas habilidades geográficas quando a mulher disse que a rave era na fronteira com a Mauritânia, logo pensei: LONGE PRA P*RRA! A chance de dar muita M* em diversos momentos era altíssima.
Me surpreendi com os hypies, porque pensei que eles iriam largar de mão o pai e o filho. Mas ao longo do filme, fui percebendo que eles eram bastante parceiros.
De um certo modo, isso me comoveu.
O filme é bom! A fotografia é lindíssima e de tirar o fôlego (em todos os sentidos). E olhando para os aspectos técnicos, me surpreende ele não ter conseguido mais indicações ao Oscar.
Quem diria que o tão falado blockbuster obrigatório do Oscar seria este. Depois de muito se especular em torno de Wicked e Avatar, F1 entra como o filme popular, junto de Pecadores, nos 10 best picture. Não dá pra negar que é um filme muito bem produzido, rico e apadrinhado por gente muito famosa. A edição do filme é quase que impecável, te colocando numa experiência de quase piloto de Fórmula 1. O som também é envolvente e os efeitos visuais não deixam a desejar. Fico um pouco espantado com o apagamento do Damson Idris do marketing do filme. Quando você vê a divulgação do longa, parece que o Brad Pitt é aquele protagonista que domina a cena em todos os momentos, sem espaço para coadjuvantes. Quando, na verdade, o Joshua é tão importante quanto o Sonny. Uma ressalva que tenho é a respeito da própria montagem do filme. Diversas vezes, a câmera mudava tantas vezes de foco, indo de um personagem para outro em questão de centésimos de segundos, que ficava até difícil acompanhar a fala, a legenda e a imagem. De resto, é um filme maneirinho que entretém.
Viva Verdi!
3.5 17Encerrei minha maratona do Oscar com esse. 45 filmes vistos!
Diane Warren: Relentless
3.3 19Eu gostei bastante deste documentário. Sinceramente, daria o Oscar deste ano pra ela, após inúmeras injustiças. Quantas músicas boas ela já produziu e infelizmente não recebeu a merecida glória da Academia por isso. Me simpatizei com ela especificamente pelo amor aos gatos.
Kokuho: O Preço da Perfeição
3.6 28A indicação pra maquiagem aqui é merecidíssima.
O filme por ter 3 horas pode ser dividido entre três grandes etapas. A primeira hora é o momento de maior tensão e intensidade. Foi a que mais gostei. Nela, há muito sofrimento durante o processo de profissionalização do Kikuo, mas também há muito êxito. Já na segunda parte, há um momento de estabilização que precede a queda. Vê-se a lapidação do Kikuo em um grande artista, porém, ele fica cercado por grande inveja e perece. O "terceiro capítulo" mostra seu renascimento e reconhecimento, além de cenas muito agressivas da doença que acomete o seu mestre e o seu melhor amigo.
O preço da perfeição foi certamente a sua ausência de paternidade e o não ter vivido/sentido o amor da sua filha.
Armado com uma Câmera: Vida e Morte de Brent Renaud
3.5 30 Assista AgoraNada justifica a guerra. É tão inútil.
Até que enfim uma autocrítica norte-americana.
Quartos Vazios
3.7 38 Assista AgoraProblema crônico e gravíssimo que os EUA parecem não querer enfrentar com todas as forças. Espero que, um dia, esta adoração dos americanos por armas apenas cesse.
Children No More: Were and Are Gone
3.3 23Ótimo documentário. Mostra que há israelenses contrários ao massacre, apesar de ficar no ar se, quantitativamente, eles são maioria ou não naquela sociedade. Entretanto, é revoltante ver os sujeitos que são críticos ao protesto passarem e despejarem palavras tão vis. Ali, nota-se que o país infelizmente criou uma extrema-direita que obteve sucesso em seus projetos mais nefastos. É tocante demais ver os rostos das crianças que se foram e presenciar o desdém de muitas pessoas a esse vasto vazio deixado por tantos futuros interrompidos.
Zootopia 2
3.7 163Legalzinho! Na minha visão, o filme busca trabalhar as temáticas raciais da nossa sociedade nos bichos. Além disso, visa desconstruir a demonização dos reptéis que são rechaçados pelos humanos por não serem mamíferos e parecidos conosco. Mas uma coisa que permanece é o estereótipo de vilania dos felinos. É raro encontrar um fime que envolva animais e trate os gatos (grandes ou pequenos) como "do bem". Existe um imaginário que, por serem independentes e reservados, são frios e "cruéis".
Perfectly a Strangeness
2.5 29Este aí é só pros cinéfilos ultra-power-mega-blaster culttts falarem que AMARAM, COMPREENDERAM e que, se você não, é porque te falta profundidade e repertório.
A Pequena Amélie
3.9 46Filme de animação bonito que explora o quão imaginativa e encantada são as mentes das crianças. Ainda, brinca com o número de vezes que um candanguinho se coloca em perigo de vida. Achei a Amélie muito dengosa e mimada, logo, preferi os irmãos.
Elio
3.3 129As animações são sempre muito especiais. Os ensinamentos que elas transmitem são valorosos e eu aprendi isso já há um tempo. Arrisco a dizer que é o gênero cinematográfico mais filosófico de todos, onde a vida é refletida com uma super profundidade e o melhor: essa reflexão se traduz pra nós de uma forma simples e inteligível.
Primeiramente, Elio encanta pela representatividade latino-americana. É muito bom se ver representado nas telonas. Em segundo lugar, traz uma temática que tanto amo: o espaço sideral. A lição que fica é a de internalizar a bravura das crianças, pois, pra elas, nada é impossível — nem mesmo os sonhos mais utópicos. E por fim, por ser um filme que celebra o universo de um modo tão agradável, a pontuação tem que ser a máxima.
Arco
3.8 48 Assista AgoraEste filme já nasce nostálgico. Os traços do desenho são LINDÍSSIMOS. Eu me senti acolhido! Os trajes utilizados são fascinantes. A simbologia contida no roteiro e a mitologia do enredo são exuberantes. Há tempos que não sentia uma sensação tão boa (desde Flow).
Os Cantores
3.5 41 Assista AgoraFoi isto aqui que tirou a vaga de Amarela? Então tá.
Butcher's Stain
3.3 18A raiva que me deu daquele dedo-duro mentiroso não tá escrita.
Um Amigo de Dorothy
3.7 20Como eu queria ter a amizade de uma senhorinha que goste muito de conversas longas e profundas. Fez-me sentir saudade das minhas vózinhas e das horas infindáveis que passávamos juntos tendo muito papos e construindo memórias eternas.
Guerreiras do K-Pop
3.7 211 Assista AgoraK-Pop Hunters fisga crianças e adultos com suas músicas pegajosas, seu clima alto-astral e seus personagens cativantes. A história é um pouco adulta demais pro seu público-alvo. Entretanto, é bastante envolvente. Golden é realmente a música do ano. As crianças são um público ótimo para espalhar virais e eu literalmente ouço esta em todo canto que vou. O filme é dinâmico, colorido e divertido: receita infalível para atrair qualquer um que goste de uma boa animação.
O Drama Menstrual de Jane Austen
3.6 30O ator principal é lindo. Nossa!
Duas Pessoas Trocando Saliva
3.6 31Acho que eles quiseram satirizar igualmente a fama que têm de não serem tão adeptos à higiene pessoal.
Song Sung Blue: Um Sonho a Dois
3.3 66 Assista AgoraEu me surpreendi demais e positivamente com esse filme. Fui ao cinema sem pretensão nenhuma de me envolver com a história, até porque vi muitos criticando a indicação da Kate ao Oscar e, no final das contas, adorei. O alto astral do filme na sua primeira metade já demonstrava, mesmo que implicitamente, que uma reviravolta grandiosa aconteceria.
Eu literalmente fiquei assim > :O < quando vi que ela tinha amputado a perna. Foi um choque real pra mim.
Por outro lado, me inspirou a vontade da Thunder de se reerguer e triunfar.
O filme é cheio de momentos impactantes e surpreendentes. Assistir no cinema realmente muda toda a experiência de imersão porque o som estava nas alturas e bom demais!!!
O Ônibus Perdido
3.4 105 Assista AgoraEletrizante
Blue Moon: Música e Solidão
3.0 80 Assista AgoraEste filme entra naquela cota 'Só vi por causa do Oscar'. E isto não é um demérito. Mas de certa forma mostra como o Oscar é excelente em divulgar filmes e fazer com que nichos do público que não veriam um título como esse por falta de interesse, acabam por assistir porque o Oscar recomendou. E eu me encaixo nesse grupo com relação a Blue Moon.
O filme é mediano. E é essencial ter o mínimo de conhecimento prévio sobre esses personagens da cultura americana para imergir na história.
Os diálogos são bem densos, bem como os personagens. O inglês é bastante formal e, muitas vezes de difícil compreensão para falantes não-nativos (bom até pra aprender novas palavras), o que é justificável por ser um filme de época. Esses diálogos extensos são certamente o que garantiu ao filme a indicação a roteiro.
A característica de ter sido basicamente gravado num único cenário traz uma ideia de plano-sequência, apesar de não ser exatamente isto. Só que esse estilo de filmagem causa a impressão no espectador de que você já tá pra mais de horas junto com eles naquele bar. Nesse contexto, o filme é bastante imersivo.
A questão que mencionei acerca da barreira cultural para não-estadunidenses é o mesmo que ocorre com O Agente Secreto. Muita gente aponta que a riqueza de detalhes super brasileiros em OAS pode causar certo distanciamento com o público estrangeiro e especialmente com os membros da Academia — tendo a discordar. Se nós crescemos assistindo a filmes norte-americanos, muitas vezes sem saber das referências culturais que esses filmes traziam do seu país, e com isso acabamos por aprender muito sobre os EUA [o tal Soft Power]; por que o mesmo não pode ocorrer com filmes brasileiros na gringa, certo?
Blue Moon foi exatamente isso pra mim. Um filme profundamente estadunidense mas que com o mínimo de boa vontade da minha parte, pude compreender minimamente o teor da trama.
A Voz de Hind Rajab
4.2 123 Assista AgoraPelo conjunto da obra, este, O Agente e Accident são os 3 merecedores de ganhar o Oscar de Internacional. Arrisco dizer que Hind Rajab tem tudo que é necessário pra ser o vencedor desta categoria. E se for, será o único pra quem perderíamos muito justamente.
O filme é agonizante! Não dá pra desgrudar da tela durante esta 1h30 de muita aflição, tristeza e tensão.
Em contraste com os filmes dos Estados Unidos, onde quase todos os conflitos dos enredos terminam com finais felizes.
Este aqui massacra os cinco sentidos do nosso corpo com ao mostrar nitidamente a hecatombe que presenciamos no mundo em tempo real.
É aquela história que te acompanha pra vida inteira.
Sirāt
3.4 171 Assista AgoraÉ aquela máxima: não faça coisa de morrer.
Eu me afeiçoei tanto ao menininho. Queria saber como aquilo ocorreu: será que ele puxou o freio de mão por curiosidade? Será que, na brincadeira com a cachorra, eles acabaram esbarrando no freio e ele destravou?
Eu jurava que eles chegariam na bendita festa da filha. Mas quando ativei minhas habilidades geográficas quando a mulher disse que a rave era na fronteira com a Mauritânia, logo pensei: LONGE PRA P*RRA! A chance de dar muita M* em diversos momentos era altíssima.
Me surpreendi com os hypies, porque pensei que eles iriam largar de mão o pai e o filho. Mas ao longo do filme, fui percebendo que eles eram bastante parceiros.
O filme é bom! A fotografia é lindíssima e de tirar o fôlego (em todos os sentidos). E olhando para os aspectos técnicos, me surpreende ele não ter conseguido mais indicações ao Oscar.
F1: O Filme
3.7 439 Assista AgoraQuem diria que o tão falado blockbuster obrigatório do Oscar seria este. Depois de muito se especular em torno de Wicked e Avatar, F1 entra como o filme popular, junto de Pecadores, nos 10 best picture.
Não dá pra negar que é um filme muito bem produzido, rico e apadrinhado por gente muito famosa. A edição do filme é quase que impecável, te colocando numa experiência de quase piloto de Fórmula 1. O som também é envolvente e os efeitos visuais não deixam a desejar.
Fico um pouco espantado com o apagamento do Damson Idris do marketing do filme. Quando você vê a divulgação do longa, parece que o Brad Pitt é aquele protagonista que domina a cena em todos os momentos, sem espaço para coadjuvantes. Quando, na verdade, o Joshua é tão importante quanto o Sonny.
Uma ressalva que tenho é a respeito da própria montagem do filme. Diversas vezes, a câmera mudava tantas vezes de foco, indo de um personagem para outro em questão de centésimos de segundos, que ficava até difícil acompanhar a fala, a legenda e a imagem.
De resto, é um filme maneirinho que entretém.
As Três Irmãs
2.8 28Os homens sempre vão embora, né?
Fechando a lista dos curtas de animação com este aqui e posso dizer que a categoria está muito bem representada pelos 5. Me diverti horrores!