A química entre as duas atrizes é transcendental, o que faz o filme funcionar harmoniosamente. E acho que o segredo do sucesso se dá por aí: elas basicamente não atuam, só retratam o que já acontece na vida real. A Mônica com seus vícios de linguagem bem-humorados são divertidíssimos. E esse modo de falar obviamente gera identificação imediata com o público LGBT+ e o feminino. As referências ao Paulo Gustavo são um acerto e a quebra da quarta parede na cena do 'Sorry' me comoveu completamente. Dramédia brasileira gostosíssima de assistir!!!
A Katy é uma artista pop do mais alto nível. Quando ela agradece aos fãs por não termos esquecido dela, na verdade somos nós quem precisamos agradecer por ela não ter desistido. Após o massacre midiático sofrido, é digno de nota ver o seu renascimento. Além de ela ser daquelas celebridades que você não precisa separar o CNPJ do CPF, pois ela é de bom caráter em ambos. O único erro aqui foi ter gravado em Paris. Se tivesse escolhido alguma cidade latino-americana, teria tido muito mais vibração e ânimo do público.
Os filmes da Marvel tem ganhado um tom mais filosófico, psicológico e até melancólico, em detrimento do exagero de comédia que se via nas produções anteriores. A nova toada de histórias adentrando na mente dos heróis vem numa esteira social de urgência do debate sobre saúde mental. Como o cinema é sempre contemporâneo, a tendência agora é mostrar a vulnerabilidade dos super-heróis, antes tidos como imbatíveis e inatingíveis, hoje estão humanizados.
Apesar da repetida temática de dinossauros e a inevitável comparação com Jurassic Park, Oak Street traz um frescor nostálgico ao nos fazer imergir num passado oitentista. A atmosfera da sociedade retratada no filme me trouxe um "aconchego", ao mostrar a simplicidade de um tempo tranquilo e distante, embora o caos apocalíptico tenha chegado pouco tempo depois. Acho que foi a qualidade mais esmaecida da câmera e as casas mais modestas dos cenários que fizeram eu me atentar um pouquinho mais a estes detalhes interioranos. E de certa forma, penso que o filme também buscou trazer esse contraste às dimensões gigantescas que são vistas no Jurassic. Aqui, a ficção monstruosa paira sobre um ambiente pacato e rural.
Direção e roteiro primorosos. Uma aula de cinema que mostra como é possível fazer muito com tão pouco. Um elenco de apenas quatro atores que entregam tanto. Entretenimento máximo.
Este filme conversa demais com a população LGBT+ (é claro, é o propósito central). Mas digo isto, pois não é só por causa de uma promessa de um amor irreal e fantasioso, mas por uma questão de auto-aceitação, encontro de prazer na vida e lida com a estética. Para mim, a diferença biotípica dos atores fica em segundo plano. É um longa que é mais sobre cuidado mental, amor a si próprio e a crença no amor, seja ele padrão ou não. Além disso, é muito gostosinho de assistir, porque foge do óbvio. Ainda vivemos numa sociedade que precisa ser mais receptiva com a diversidade e o não-convencional. E o filme traz este frescor. Principalmente, ao ter o protagonismo de uma mãe mente-aberta, progressista e amorosa com o seu filho gay. Algo que pra alguns pode ser corriqueiro, porém pra muitos outros é uma realidade utópica e distante; e que de certo modo, o filme ajuda a dar aquela acendida na chama da esperança no coração de cada um que enfrenta rejeição.
De difícil assimilação pra quem não é norte-americano por contar uma história muito específica e regional da Hollywood deles. O interessante é que foca nos altos e baixos dos artistas e mostra um lado mais humano dos mesmos que não estamos acostumados a ver, pois os tratatamos como extraterrestres. O que abrilhanta muito o filme é a perfomance de tirar o fôlego da Margot.
Bravíssima atuação da Jamilli. Indignante a passividade da mãe. Tudo bem que ela é mais uma vítima. Mas a lobotomia pela qual ela passou pra chamar aquela aberração de homem abençoado, aí foi demais. Este filme facilmente seria um belo representante do Brasil nas premiações. Se lançado neste ano, teria chances reais de chegar ao Globo de Ouro e Oscar.
Talvez por não ter tido a experiência IMAX; além do problema do cinema comum não conseguir enquadrar toda a cena (o que é uma BAITA perda); não consegui me empolgar 100% com o filme. Eu gostei bastante das cenas de aventura, especialmente a do Ciclope, e acho que muitas delas terem sido curtas foi um déficit na obra como um produto acabado. Podiam ter explorado mais as sereias e o monstro Cila. Considero que uma parte significativa do elenco foi subaproveitada como a Hathaway e o Leguizamo. Mereciam mais tempo de tela. O filme é uma super obra e minhas críticas não são um demérito. Mas eu esperava um tiquinho mais.
A história deste filme é de fácil entendimento. Eu gosto muito de quando o cinema aborda temáticas sociais contemporâneas. Creio muito que, para além de contar a história, o cinema é uma ferramente poderosíssima de debate social sobre assuntos do presente. Mais uma vez, a saga Toy Story, bem como as animações no geral, vêm pra mostrar que delimitar filmes em desenho somente pra crianças é coisa do passado. É sempre incrível admirar o quão ricas são as animações são em termos de discussões filosóficas, empíricas e emocionais. Já não era sem tempo haver um filme 'de criança', mas que é voltado para todos os públicos, falar sobre a febre tecnológica do celular. E por mais que o filme enfatize o quão destrutiva ela pode ser pras infâncias, é importante salientar que ela pode, e é, severamente danosa pros adultos. O quanto ela nos rouba tempo e vivências. No filme, o epicentro eram as crinças — porém, na realidade, o alvo foi eu.
Eu acho que o filme carrega uma falha central no roteiro que é a seguinte: o menino não pede pra que sua amiga seja obcecada por ele e sim que o ame incondicionalmente.
Neste caso, abre-se um debate sobre se amor e obsessão tem correlação e, apesar de eu achar que não, o filme traz essa equivalência. Porque eu sei que, pra ter graça, ele precisa ser exagerado. Outra coisa também que refleti foi como seria numa possível troca de papéis, com o homem sendo o obcecado em questão. É provável que utilizem esse enredo pruma possível continuação.
Eu queria ter entendido melhor se a menina estava possuída por alguma Entidade ou se o sentimento que ela passou a ter já estava dentro dela e foi realçada com o feitiço. Digo isto por ela acordar em muitos momentos como se estivesse num transe.
Para além disso, eu gostei bastante do filme, tanto que dei nota máxima. Ele é mais um bom exemplar de como o terror conseguiu se reinventar, felizmente em dissonância com o que a gente via na década passada: com filmes trashy horríveis que não davam susto em ninguém. Se os anos 2020 foram bons em alguma coisa, certamente uma dessas coisas é o frescor do Gênero Terror no Cinema. Temos tido filmes excelentes que vêm arrastando multidões às salas e com justiça. Que continue assim!
O apelo visual deste filme é encantador. Eu sou fã de Mario e amei viajar com essa turma em mais uma aventura. A estética gamer, por mais óbvia que possa parecer, sempre me cativa demais. ♥
É um filme que fascina visualmente pela sua temática estelar. Confesso que eu queria ter gostado mais. Fui esperando por uma viagem pelo espaço e recebo o desenrolar da história de uma profunda amizade entre um terráqueo e um alienígena. Apesar de não ser ruim (é um filme bastante regular com uma fotografia e cenários bons), poderia ter explorado bem mais o universo.
Trama envolvente com reviravoltas inesperadas. É intrigante assistir e analisar como a hipocrisia é talvez uma das características mais fortes do ser humano. Todos os quatro à mesa cometeram coisas horríveis. A diferença impera aí: a Emma foi a única que apenas planejou mas não executou. E sim, há uma diferença enorme. Mas por algum motivo, todos os outros três que chegaram a praticar os atos cruéis se viram no direito de julgar um pensamento que felizmente nunca se concretizou.
Sem todo o glamur do primeiro filme, TDWP2 traz um desenvolvimento mais aprofundado sobre cada um dos quatro personagens principais. Em sua história, realça críticas sob temáticas sociais como a hiper-exploração no mundo do trabalho, a Síndrome de Estocolmo e a condição de pessoas pleased-to-please [concentradas na personagem da Andrea]. Junto disto, ainda que eu ache tóxica a adoração pública pela soberbia da Miranda, não se pode negar que ela é uma vilã carismática impossível de odiar.
Michael Jackson é o artista mais injustiçado da história. Sim, ele pode ter vendido mais de 1 bilhão na música e ser considerado o rei de um gênero musical. Entretanto, sempre sofreu descrédito da mídia e de parte dos fãs de música. Inclusive, a própria descrição do filme aqui no letterbxd diminui a sua importância na arte quando o coloca como um dos maiores artistas da história, e não o maior. E sim, ele é O MAIOR. As pessoas podem bater o pé tentando subverter a lógica da realidade mas não adianta. Não são os Beatles que são facilmente reconhecidos em cada vilarejo localizado nos sertões do planeta. Não é o Elvis, o Freddie ou quem quer que seja que tem um impacto visual, vocal e gestual tão profundos que atravessam gerações por décadas e assim será por séculos. Portanto, é bom que reconheçamos o legado dele que é não só o rei do pop, como também da música, do vídeo e da dança. Sras e Srs...
Eu gostei bastante deste documentário. Sinceramente, daria o Oscar deste ano pra ela, após inúmeras injustiças. Quantas músicas boas ela já produziu e infelizmente não recebeu a merecida glória da Academia por isso. Me simpatizei com ela especificamente pelo amor aos gatos.
O filme por ter 3 horas pode ser dividido entre três grandes etapas. A primeira hora é o momento de maior tensão e intensidade. Foi a que mais gostei. Nela, há muito sofrimento durante o processo de profissionalização do Kikuo, mas também há muito êxito. Já na segunda parte, há um momento de estabilização que precede a queda. Vê-se a lapidação do Kikuo em um grande artista, porém, ele fica cercado por grande inveja e perece. O "terceiro capítulo" mostra seu renascimento e reconhecimento, além de cenas muito agressivas da doença que acomete o seu mestre e o seu melhor amigo. O preço da perfeição foi certamente a sua ausência de paternidade e o não ter vivido/sentido o amor da sua filha.
Problema crônico e gravíssimo que os EUA parecem não querer enfrentar com todas as forças. Espero que, um dia, esta adoração dos americanos por armas apenas cesse.
Minha Melhor Amiga
3.6 47A química entre as duas atrizes é transcendental, o que faz o filme funcionar harmoniosamente. E acho que o segredo do sucesso se dá por aí: elas basicamente não atuam, só retratam o que já acontece na vida real. A Mônica com seus vícios de linguagem bem-humorados são divertidíssimos. E esse modo de falar obviamente gera identificação imediata com o público LGBT+ e o feminino. As referências ao Paulo Gustavo são um acerto e a quebra da quarta parede na cena do 'Sorry' me comoveu completamente. Dramédia brasileira gostosíssima de assistir!!!
Katy Perry: The Lifetimes Tour - Live From Paris
4.8 3A Katy é uma artista pop do mais alto nível. Quando ela agradece aos fãs por não termos esquecido dela, na verdade somos nós quem precisamos agradecer por ela não ter desistido. Após o massacre midiático sofrido, é digno de nota ver o seu renascimento. Além de ela ser daquelas celebridades que você não precisa separar o CNPJ do CPF, pois ela é de bom caráter em ambos. O único erro aqui foi ter gravado em Paris. Se tivesse escolhido alguma cidade latino-americana, teria tido muito mais vibração e ânimo do público.
Homem-Aranha: Um Novo Dia
4.0 381Os filmes da Marvel tem ganhado um tom mais filosófico, psicológico e até melancólico, em detrimento do exagero de comédia que se via nas produções anteriores. A nova toada de histórias adentrando na mente dos heróis vem numa esteira social de urgência do debate sobre saúde mental. Como o cinema é sempre contemporâneo, a tendência agora é mostrar a vulnerabilidade dos super-heróis, antes tidos como imbatíveis e inatingíveis, hoje estão humanizados.
O Fim da Rua
3.2 125Apesar da repetida temática de dinossauros e a inevitável comparação com Jurassic Park, Oak Street traz um frescor nostálgico ao nos fazer imergir num passado oitentista. A atmosfera da sociedade retratada no filme me trouxe um "aconchego", ao mostrar a simplicidade de um tempo tranquilo e distante, embora o caos apocalíptico tenha chegado pouco tempo depois. Acho que foi a qualidade mais esmaecida da câmera e as casas mais modestas dos cenários que fizeram eu me atentar um pouquinho mais a estes detalhes interioranos. E de certa forma, penso que o filme também buscou trazer esse contraste às dimensões gigantescas que são vistas no Jurassic. Aqui, a ficção monstruosa paira sobre um ambiente pacato e rural.
O Convite
3.9 316 Assista AgoraDireção e roteiro primorosos. Uma aula de cinema que mostra como é possível fazer muito com tão pouco. Um elenco de apenas quatro atores que entregam tanto. Entretenimento máximo.
Quinze Dias
3.7 103 Assista AgoraEste filme conversa demais com a população LGBT+ (é claro, é o propósito central). Mas digo isto, pois não é só por causa de uma promessa de um amor irreal e fantasioso, mas por uma questão de auto-aceitação, encontro de prazer na vida e lida com a estética. Para mim, a diferença biotípica dos atores fica em segundo plano. É um longa que é mais sobre cuidado mental, amor a si próprio e a crença no amor, seja ele padrão ou não. Além disso, é muito gostosinho de assistir, porque foge do óbvio. Ainda vivemos numa sociedade que precisa ser mais receptiva com a diversidade e o não-convencional. E o filme traz este frescor. Principalmente, ao ter o protagonismo de uma mãe mente-aberta, progressista e amorosa com o seu filho gay. Algo que pra alguns pode ser corriqueiro, porém pra muitos outros é uma realidade utópica e distante; e que de certo modo, o filme ajuda a dar aquela acendida na chama da esperança no coração de cada um que enfrenta rejeição.
Era Uma Vez em... Hollywood
3.8 2,3K Assista AgoraDe difícil assimilação pra quem não é norte-americano por contar uma história muito específica e regional da Hollywood deles. O interessante é que foca nos altos e baixos dos artistas e mostra um lado mais humano dos mesmos que não estamos acostumados a ver, pois os tratatamos como extraterrestres. O que abrilhanta muito o filme é a perfomance de tirar o fôlego da Margot.
Moana
3.3 31Fico com a atuação e plenitude da vó da Moana.
Manas
4.2 151 Assista AgoraBravíssima atuação da Jamilli.
Indignante a passividade da mãe. Tudo bem que ela é mais uma vítima. Mas a lobotomia pela qual ela passou pra chamar aquela aberração de homem abençoado, aí foi demais.
Este filme facilmente seria um belo representante do Brasil nas premiações. Se lançado neste ano, teria chances reais de chegar ao Globo de Ouro e Oscar.
Dia D
3.0 539 Assista AgoraOs ETs aparecem tarde demais.
O filme se perde um pouco numa perseguição quase que sem fim e entrega tarde demais a cereja do bolo.
A Odisseia
4.2 579Talvez por não ter tido a experiência IMAX; além do problema do cinema comum não conseguir enquadrar toda a cena (o que é uma BAITA perda); não consegui me empolgar 100% com o filme. Eu gostei bastante das cenas de aventura, especialmente a do Ciclope, e acho que muitas delas terem sido curtas foi um déficit na obra como um produto acabado. Podiam ter explorado mais as sereias e o monstro Cila. Considero que uma parte significativa do elenco foi subaproveitada como a Hathaway e o Leguizamo. Mereciam mais tempo de tela.
O filme é uma super obra e minhas críticas não são um demérito. Mas eu esperava um tiquinho mais.
Toy Story 5
3.9 181A história deste filme é de fácil entendimento. Eu gosto muito de quando o cinema aborda temáticas sociais contemporâneas. Creio muito que, para além de contar a história, o cinema é uma ferramente poderosíssima de debate social sobre assuntos do presente. Mais uma vez, a saga Toy Story, bem como as animações no geral, vêm pra mostrar que delimitar filmes em desenho somente pra crianças é coisa do passado. É sempre incrível admirar o quão ricas são as animações são em termos de discussões filosóficas, empíricas e emocionais. Já não era sem tempo haver um filme 'de criança', mas que é voltado para todos os públicos, falar sobre a febre tecnológica do celular. E por mais que o filme enfatize o quão destrutiva ela pode ser pras infâncias, é importante salientar que ela pode, e é, severamente danosa pros adultos. O quanto ela nos rouba tempo e vivências. No filme, o epicentro eram as crinças — porém, na realidade, o alvo foi eu.
Obsessão
3.9 923 Assista AgoraEu acho que o filme carrega uma falha central no roteiro que é a seguinte: o menino não pede pra que sua amiga seja obcecada por ele e sim que o ame incondicionalmente.
Neste caso, abre-se um debate sobre se amor e obsessão tem correlação e, apesar de eu achar que não, o filme traz essa equivalência. Porque eu sei que, pra ter graça, ele precisa ser exagerado.
Outra coisa também que refleti foi como seria numa possível troca de papéis, com o homem sendo o obcecado em questão. É provável que utilizem esse enredo pruma possível continuação.
Eu queria ter entendido melhor se a menina estava possuída por alguma Entidade ou se o sentimento que ela passou a ter já estava dentro dela e foi realçada com o feitiço. Digo isto por ela acordar em muitos momentos como se estivesse num transe.
Para além disso, eu gostei bastante do filme, tanto que dei nota máxima. Ele é mais um bom exemplar de como o terror conseguiu se reinventar, felizmente em dissonância com o que a gente via na década passada: com filmes trashy horríveis que não davam susto em ninguém. Se os anos 2020 foram bons em alguma coisa, certamente uma dessas coisas é o frescor do Gênero Terror no Cinema. Temos tido filmes excelentes que vêm arrastando multidões às salas e com justiça. Que continue assim!
Valor Sentimental
3.9 402 Assista AgoraVoltando aqui para expressar a minha indignação estendida agora por 2 meses com o Oscar internacional pra esse filme água de salsicha. Inacreditável!
Super Mario Galaxy: O Filme
3.4 151 Assista AgoraO apelo visual deste filme é encantador. Eu sou fã de Mario e amei viajar com essa turma em mais uma aventura. A estética gamer, por mais óbvia que possa parecer, sempre me cativa demais. ♥
Devoradores de Estrelas
4.0 796 Assista AgoraÉ um filme que fascina visualmente pela sua temática estelar. Confesso que eu queria ter gostado mais. Fui esperando por uma viagem pelo espaço e recebo o desenrolar da história de uma profunda amizade entre um terráqueo e um alienígena. Apesar de não ser ruim (é um filme bastante regular com uma fotografia e cenários bons), poderia ter explorado bem mais o universo.
O Drama
3.6 492 Assista AgoraTrama envolvente com reviravoltas inesperadas. É intrigante assistir e analisar como a hipocrisia é talvez uma das características mais fortes do ser humano. Todos os quatro à mesa cometeram coisas horríveis. A diferença impera aí: a Emma foi a única que apenas planejou mas não executou. E sim, há uma diferença enorme. Mas por algum motivo, todos os outros três que chegaram a praticar os atos cruéis se viram no direito de julgar um pensamento que felizmente nunca se concretizou.
O Diabo Veste Prada 2
3.3 423 Assista AgoraSem todo o glamur do primeiro filme, TDWP2 traz um desenvolvimento mais aprofundado sobre cada um dos quatro personagens principais. Em sua história, realça críticas sob temáticas sociais como a hiper-exploração no mundo do trabalho, a Síndrome de Estocolmo e a condição de pessoas pleased-to-please [concentradas na personagem da Andrea]. Junto disto, ainda que eu ache tóxica a adoração pública pela soberbia da Miranda, não se pode negar que ela é uma vilã carismática impossível de odiar.
Michael
3.7 530 Assista AgoraMichael Jackson é o artista mais injustiçado da história. Sim, ele pode ter vendido mais de 1 bilhão na música e ser considerado o rei de um gênero musical. Entretanto, sempre sofreu descrédito da mídia e de parte dos fãs de música. Inclusive, a própria descrição do filme aqui no letterbxd diminui a sua importância na arte quando o coloca como um dos maiores artistas da história, e não o maior. E sim, ele é O MAIOR. As pessoas podem bater o pé tentando subverter a lógica da realidade mas não adianta. Não são os Beatles que são facilmente reconhecidos em cada vilarejo localizado nos sertões do planeta. Não é o Elvis, o Freddie ou quem quer que seja que tem um impacto visual, vocal e gestual tão profundos que atravessam gerações por décadas e assim será por séculos. Portanto, é bom que reconheçamos o legado dele que é não só o rei do pop, como também da música, do vídeo e da dança. Sras e Srs...
Viva Verdi!
3.5 18Encerrei minha maratona do Oscar com esse. 45 filmes vistos!
Diane Warren: Relentless
3.3 20Eu gostei bastante deste documentário. Sinceramente, daria o Oscar deste ano pra ela, após inúmeras injustiças. Quantas músicas boas ela já produziu e infelizmente não recebeu a merecida glória da Academia por isso. Me simpatizei com ela especificamente pelo amor aos gatos.
Kokuho: O Preço da Perfeição
3.6 33 Assista AgoraA indicação pra maquiagem aqui é merecidíssima.
O filme por ter 3 horas pode ser dividido entre três grandes etapas. A primeira hora é o momento de maior tensão e intensidade. Foi a que mais gostei. Nela, há muito sofrimento durante o processo de profissionalização do Kikuo, mas também há muito êxito. Já na segunda parte, há um momento de estabilização que precede a queda. Vê-se a lapidação do Kikuo em um grande artista, porém, ele fica cercado por grande inveja e perece. O "terceiro capítulo" mostra seu renascimento e reconhecimento, além de cenas muito agressivas da doença que acomete o seu mestre e o seu melhor amigo.
O preço da perfeição foi certamente a sua ausência de paternidade e o não ter vivido/sentido o amor da sua filha.
Armado com uma Câmera: Vida e Morte de Brent Renaud
3.4 30 Assista AgoraNada justifica a guerra. É tão inútil.
Até que enfim uma autocrítica norte-americana.
Quartos Vazios
3.7 40 Assista AgoraProblema crônico e gravíssimo que os EUA parecem não querer enfrentar com todas as forças. Espero que, um dia, esta adoração dos americanos por armas apenas cesse.