O diretor respeita muito o tempo cênico desse universo pacato em que os personagens vivem, o que é muito coerente. Os risos às cenas cômicas são tímidos, e o drama é um serviço mesmo de observador.
Como Woody Allen contou no documentário sobre sua carreira: eu escrevo todas as histórias que quero as vezes dá muito certo e às vezes não. Esse claramente não fez nenhum barulho. Um dia você tem um Dirigindo no Escuro, no outro você tem Match Point.
Sobre os furos no roteiro: a trama poderia ter um fio condutor inicial o de as crianças desapareceram, além da Sophia. Evitaria que do nada eles tivessem aquela ideia no final. além disso, o gigante vilão tinha tanta neura pela garotinha que parecia que só havia ela por ali, e não via sequer resquício de outras crianças. É num lugar onde crianças desapareceram, quem dormiria com a janela aberta. E sobre os sonhos? Não contribui em nada para a trama. Não há nenhum significado para a trama sobre o ato de sonhar.
o primeiro filme do Kubrick que não gostei. ele começa bem novelesco e depois parte para uma trama absurda, esquisita, e a própria Lolita não ajudou muito, personagem muito crua.
Assisti no Festival de Curitiba. De começo me interessei pela estética e pela estética mais cênica do documentário. Mas o filme foi correndo sem clímax e mais alongado do que deveria.
Não podemos esquecer que em toda narrativa o protagonista é quem se depara com o conflito. Nesse caso, Johnny Depp não é de fato o protagonista, ele é quem não sai do lugar, da zona de conforto de seu personagem. Quem de fato move o filme é John Connolly, do FBI.
O filme tem muito do estilo Scorsese, mas é um thriller capaz de arrepiar.
Se a ideia foi fazer um filme que marcasse a história dos negros (fora o período de escravidão) nos Eua, com uma mensagem poderosa que não desafina numa só cena e que fizesse jus a todo esse movimento, Ava Duvernay conseguiu.
Nunca tinha visto, aproveitei o culto em volta dos 25 anos de lançamento, o fato de ele ter sido apenas o terceiro filme a vencer todos os Oscars principais e também por estar no livro 1001 filmes para ver antes de morrer. Émuito interessante ver como a estética desse filme fez escola para seriados como CSI, Criminal Minds, etc. Anthony Hopkins soberbo!
Teoricamente, com o filme do Ashton Kutcher feito há tão pouco tempo, esse filme seria quase desnecessário. Mas serve como um segundo ponto de vista sobre um mito da modernidade. A direção de Danny Boyle é bastante afetada pelo gosto histriônico e inventivo que rege seus filmes anteriores, vê-se pela edição cheia dos truques. Mas "Steve Jobs" soa o tempo todo um produto original, um filme com diálogos primorosos e um elenco afiadíssimo. Gostei mais do que o esperado.
Pena ser tão curto, pois senti necessidade de um final um pouco mais representativo, mas é um filme que esteticamente eu adoraria ter feito. A crítica social e ecológica é bem batida, mas desce redondo pela embalagem. Mas o mais interessante é a capacidade de se comunicar com qualquer país. Tem traços de Brasil, mas é um filme global.
A repetição da velha fórmula do Spielberg. Ainda bem que é uma fórmula boa. Se é pra se repetir, que seja dos bons exemplos. Me incomoda a fotografia com excesso de luz de fundo em várias cenas que destrói o refino da direção de arte. Mas a trilha sonora é muito boa.
Queria ter visto mais o lado político e depoimentos de alguém da chefia da polícia, mas independente de tudo isso, é um filme inflamado, que mostra a todos os países prós e contras de uma manifestação. É doloroso, é sofrido, pode durar tanto que faça as pessoas desistirem. Ou pode durar tanto que a vitória do povo é certa. É emocionante e revoltante.
Eu me identifico com as ideias modernas do roteiro, mas sinto que algo não amarra bem, e para mim soa como um fetiche se cineasta. Mas vale pela estranheza.
Sentimentos que Curam
3.7 111Filme família sem pieguice.
O Escaravelho do Diabo
2.6 336Todo bem feitinho, mas não acertam a mão nem.pra ser um infanto juvenil nem pra ser um suspense.
Pikadero
3.2 1O diretor respeita muito o tempo cênico desse universo pacato em que os personagens vivem, o que é muito coerente. Os risos às cenas cômicas são tímidos, e o drama é um serviço mesmo de observador.
Ginger & Rosa
3.4 424 Assista AgoraElle Fanning roubando a cena num filme morno.
Dirigindo no Escuro
3.6 209 Assista AgoraComo Woody Allen contou no documentário sobre sua carreira: eu escrevo todas as histórias que quero as vezes dá muito certo e às vezes não. Esse claramente não fez nenhum barulho. Um dia você tem um Dirigindo no Escuro, no outro você tem Match Point.
Minha Nova Vida
3.6 293 Assista AgoraTem uma embalagem toda legal, mas falta um bom adorno dramático.
O Bom Gigante Amigo
3.2 298Sobre os furos no roteiro: a trama poderia ter um fio condutor inicial o de as crianças desapareceram, além da Sophia. Evitaria que do nada eles tivessem aquela ideia no final. além disso, o gigante vilão tinha tanta neura pela garotinha que parecia que só havia ela por ali, e não via sequer resquício de outras crianças. É num lugar onde crianças desapareceram, quem dormiria com a janela aberta. E sobre os sonhos? Não contribui em nada para a trama. Não há nenhum significado para a trama sobre o ato de sonhar.
O Bom Gigante Amigo
3.2 298Muitas coisas mal explicadas no roteiro.
Feliz Natal
3.4 149Me lembrou muito o estilo do Inárritu em seus primeiros filmes.
Lolita
3.7 646 Assista Agorao primeiro filme do Kubrick que não gostei. ele começa bem novelesco e depois parte para uma trama absurda, esquisita, e a própria Lolita não ajudou muito, personagem muito crua.
Eles vieram e roubaram sua alma
3.4 2Sincero e sensível!
Talvez Deserto Talvez Universo
3.1 3 Assista AgoraAssisti no Festival de Curitiba. De começo me interessei pela estética e pela estética mais cênica do documentário. Mas o filme foi correndo sem clímax e mais alongado do que deveria.
Uma Professora
2.1 104Que bomba de filme.
Aliança do Crime
3.4 408 Assista AgoraNão podemos esquecer que em toda narrativa o protagonista é quem se depara com o conflito. Nesse caso, Johnny Depp não é de fato o protagonista, ele é quem não sai do lugar, da zona de conforto de seu personagem. Quem de fato move o filme é John Connolly, do FBI.
O filme tem muito do estilo Scorsese, mas é um thriller capaz de arrepiar.
Selma: Uma Luta Pela Igualdade
4.2 796 Assista AgoraSe a ideia foi fazer um filme que marcasse a história dos negros (fora o período de escravidão) nos Eua, com uma mensagem poderosa que não desafina numa só cena e que fizesse jus a todo esse movimento, Ava Duvernay conseguiu.
Perdidos na Noite
4.2 349 Assista AgoraUma dupla impecável, e uma edição moderna. Mas é toda a veia dramática de esperar que algo aconteça na vida dos dois que carregou a história.
O Silêncio dos Inocentes
4.4 2,8K Assista AgoraNunca tinha visto, aproveitei o culto em volta dos 25 anos de lançamento, o fato de ele ter sido apenas o terceiro filme a vencer todos os Oscars principais e também por estar no livro 1001 filmes para ver antes de morrer. Émuito interessante ver como a estética desse filme fez escola para seriados como CSI, Criminal Minds, etc. Anthony Hopkins soberbo!
Embriagado de Amor
3.6 502Divertido e muito bem escrito. Tem uma exploração semiótica muito forte em cada cena, um filme muito bonito visualmente.
Guerra
3.3 58Linguajar descomplicado, e debate de interessante sobre ética e direitos humanos.
Steve Jobs
3.5 593Teoricamente, com o filme do Ashton Kutcher feito há tão pouco tempo, esse filme seria quase desnecessário. Mas serve como um segundo ponto de vista sobre um mito da modernidade. A direção de Danny Boyle é bastante afetada pelo gosto histriônico e inventivo que rege seus filmes anteriores, vê-se pela edição cheia dos truques. Mas "Steve Jobs" soa o tempo todo um produto original, um filme com diálogos primorosos e um elenco afiadíssimo. Gostei mais do que o esperado.
O Menino e o Mundo
4.3 737 Assista AgoraPena ser tão curto, pois senti necessidade de um final um pouco mais representativo, mas é um filme que esteticamente eu adoraria ter feito. A crítica social e ecológica é bem batida, mas desce redondo pela embalagem. Mas o mais interessante é a capacidade de se comunicar com qualquer país. Tem traços de Brasil, mas é um filme global.
Ponte dos Espiões
3.7 693A repetição da velha fórmula do Spielberg. Ainda bem que é uma fórmula boa. Se é pra se repetir, que seja dos bons exemplos. Me incomoda a fotografia com excesso de luz de fundo em várias cenas que destrói o refino da direção de arte. Mas a trilha sonora é muito boa.
Winter on Fire: Ukraine's Fight for Freedom
4.3 185 Assista AgoraQueria ter visto mais o lado político e depoimentos de alguém da chefia da polícia, mas independente de tudo isso, é um filme inflamado, que mostra a todos os países prós e contras de uma manifestação. É doloroso, é sofrido, pode durar tanto que faça as pessoas desistirem. Ou pode durar tanto que a vitória do povo é certa. É emocionante e revoltante.
Anomalisa
3.8 499Eu me identifico com as ideias modernas do roteiro, mas sinto que algo não amarra bem, e para mim soa como um fetiche se cineasta. Mas vale pela estranheza.