Não é uma obra-prima e nem tenta ser. Mas cumpre muito bem o papel de entreter.
Agora, o que realmente chama atenção é a curadoria de som. Aqui, o filme acerta em cheio. A edição sonora não é só um complemento, ela conduz a experiência, cria tensão, antecipa sensações e, em muitos momentos, diz mais do que a própria imagem.
E vale o aviso: assistir com fone de ouvido muda completamente o jogo. O nível de imersão sobe, os detalhes aparecem, e a experiência fica muito mais intensa, especialmente se você estiver sozinho em casa… aí é outro filme.
Se fosse só “chata”, ainda estaria tudo bem. O problema é que Cenas de um Casamento se arrasta numa proposta que promete profundidade, mas entrega repetição emocional sem evolução real. É um excesso de diálogo que não aprofunda, apenas gira em círculos.
E aqui entra um ponto essencial: a série falha logo na base. Se a intenção era gerar um impacto emocional forte na separação do casal, ela não constrói o principal, conexão. A história já começa praticamente com a ruptura encaminhada, sem dar ao espectador tempo ou material suficiente para se apegar àquela relação. Não vemos com força como eles se conheceram, o que os uniu, o que sustentava aquele vínculo. Sem isso, a separação não dói… ela só acontece.
E quando a dor não chega, tudo vira ruído.
Comparando com a obra original de Ingmar Bergman, fica ainda mais evidente. Bergman sabia construir tensão emocional com precisão, havia camadas, história, silêncio com significado. Aqui, sem a direção dele, parece que tentaram atualizar o clássico, mas perderam justamente o que o tornava potente: o desconforto que transforma. Ficou só o desconforto… sem transformação.
Os personagens também não ajudam. Jonathan é cansativo nas próprias falas: pedante, excessivamente reflexivo, fala demais e não chega a lugar nenhum. Ele gira em torno de ideias, mas não se posiciona, não sustenta escolhas. Em vez de profundidade, soa como um acúmulo de reflexões vazias e, em muitos momentos, passa a impressão de um “bebezão” emocional, frágil e sem firmeza. Já Mira aparece completamente bagunçada, indecisa, oscilando sem consistência, o que não gera complexidade, mas confusão.
E isso cansa.
Não é um cansaço reflexivo, daqueles que te fazem pensar sobre a vida, sobre o amor ou sobre escolhas difíceis. É um cansaço de repetição, de diálogos longos que não evoluem, de conflitos que não amadurecem e de um casal pelo qual você simplesmente não consegue sentir nada.
No fim, fica a sensação de uma obra que quis ser profunda, mas esqueceu de construir o básico: fazer a gente se importar.
Um retrato devastador, cru e profundamente existencial. Um filme que atravessa, que incomoda, que emociona sem pedir licença. Um verdadeiro soco silencioso na alma.
Como psicólogo, foi um “deleite” assistir essa obra.
A diretora Sandra Nettelbeck faz uma escolha narrativa muito clara: se afastar da terapia como eixo central, para enfatizar a depressão como uma condição biológica, não como uma tristeza passageira ou algo “resolvível” apenas pela conversa.
Isso fica sintetizado de forma poderosa na fala da médica: “Ela não está infeliz… ela está doente.”
E, de fato, o filme cumpre esse propósito com força.
Mas, ainda assim, fica uma inquietação.
Porque, embora a depressão seja, sim, uma doença e precise ser compreendida para além do emocional, ela também atravessa a subjetividade. E é justamente nesse atravessamento que a escuta clínica se torna essencial.
A fala não cura sozinha. Mas o silêncio também não.
Senti falta desse espaço no filme. Do lugar onde a dor ganha linguagem. Onde o caos interno começa, ainda que lentamente, a fazer algum sentido.
Ainda assim, é preciso reconhecer: foi uma escolha estética e conceitual da direção e, dentro dessa proposta, o filme é potente, coerente e profundamente impactante.
Um grande filme. Daqueles que não terminam quando sobem os créditos… continuam reverberando dentro da gente.
A Cindy é uma baita de uma mimada e imatura. Em nenhum momento senti empatia por ela. Ele o tempo todo tentando um diálogo e a mimada simplesmente sem querer conversar, diminuindo o cara, flertando de forma leve no supermercado com o ex…enfim, ele (esposo) tentou, ela não.
Se você acha MacGyver mentiroso, é porque não conheceu o professor dele: SISU! Altamente exagerado e com cenas intragáveis…talvez se vendessem como filme de super herói da Marvel com super poderes daria para relevar. O primeiro é bom! Esse segundo não!
Revendo hoje, chego à conclusão de que a refilmagem foi, de fato, justificável. Por envolver efeitos visuais, o original acabou envelhecendo em alguns momentos, o que interfere um pouco na imersão. As atuações também oscilam — especialmente a da criança, que em certos trechos não sustenta a carga dramática.
O remake, por sua vez, se mostra mais consistente: é mais polido, tecnicamente refinado e emocionalmente mais equilibrado.
Mas é importante reconhecer, todo o mérito nasce do original. O remake só existe porque alguém criou, antes, a essência. No fim das contas, ele não deixa de ser uma versão lapidada de uma obra que já era, por si só, marcante.
Há momentos na história em que a humanidade se olha no espelho e não se reconhece, ficam cegos. A Segunda Guerra Mundial foi um desses abismos, onde a crueldade deixou de ser exceção e virou método. Nos campos de concentração, vidas foram reduzidas a números, a cinzas, a silêncio. Homens, mulheres, idosos e crianças tratados como se não fossem gente, como se sentir dor fosse um detalhe irrelevante, sem nenhum remorso ou pensamento perturbador sobre se estavam praticando o MUA ou não. As experiências, as torturas, a frieza calculada de quem acreditava ter o direito de decidir quem merecia existir. É difícil compreender como alguém pode descer a esse nível mental sem perder completamente a própria humanidade. Já perdida, só eles não classificariam desta forma. E ainda assim, o mais perturbador é perceber que isso não ficou apenas no passado. O mundo avançou em tecnologia, em ciência, em discurso, mas o coração humano continua dividido, fraco de compaixão. Ainda vemos poder sendo usado para oprimir, interesses sendo colocados acima da dignidade, conflitos sendo alimentados. Grandes nações disputam influência enquanto vidas comuns seguem sendo afetadas como peças de um jogo maior. O século XXI prometia maturidade, mas muitas atitudes lembram que a evolução moral não acompanhou o progresso técnico. A retórica de superioridade, de domínio, de “nós contra eles” reaparece de formas diferentes, mas com a mesma raiz perigosa. Não importa o país ou o líder, quando o poder se distancia da compaixão, o risco sempre volta. Comparações históricas exigem cuidado, porque cada tragédia tem sua dimensão própria, mas o alerta permanece válido. Quando o ser humano se coloca acima do outro, abre-se espaço para repetir erros que juramos nunca mais aceitar. O que falta não é inteligência, nem força, nem recursos. Falta empatia real, aquela que impede que o outro seja reduzido a algo descartável. Falta lembrar que nenhuma nação, nenhum povo, nenhuma ideologia é dono do mundo. Essa é para Donald Trump. E que toda vez que esquecemos disso, a história cobra um preço alto demais, está acontecendo : criancas, idosos, mulheres e até homens de bem estão pagando com suas vidas por conta de 1/2 dúzia de idotas, ganciosos, imperadores.
Sobre o filme, excelente! Atuações soberbas de Rami Malek e Russell Crowe.
O filme é bom, mas cansa devido a longa duração, se torna uma grande novela. A comédia é bobona e não me tirou risadas, mas é divertido. Já o drama predomina e me emocionou em alguns momentos. Mas realmente o que mais incomoda é a duração.
Que roteiro. Que construção. E que atuação impressionante do ator inglês Anson Boon.
Meu primeiro contato com ele foi na excelente série Terra da Máfia, protagonizada por Tom Hardy e ali já dava pra perceber que tinha algo diferente. Mas aqui… ele confirma.
Não decepciona. Pelo contrário, ele sustenta o personagem com uma intensidade que prende, incomoda e ao mesmo tempo aproxima.
O garoto não só atua… ele vive.
E o final… redentor. Existencial. Daqueles que não entregam tudo pronto, mas te deixam pensando depois que o filme acaba.
Um tipo de experiência que não termina quando sobem os créditos.
Esse filme é simplesmente perturbador, no melhor sentido do terror.
Revisitar essa obra dirigida pelo mestre James Wan é lembrar como o gênero pode ser feito com inteligência e impacto. Nada aqui é previsível: os sustos não seguem fórmula, e a tensão é construída de forma crescente, quase sufocante.
À medida que a história avança, o clima vai ficando mais denso, mais pesado… como se as trevas realmente fossem tomando conta de tudo e de você também, enquanto assiste.
E o detalhe: assisti sozinho.
Resultado? Aquela sensação incômoda de olhar pros cantos escuros da casa depois que o filme acaba… hahaha
Revendo pela segunda vez! Assisti em 2016 pela primeira vez, 10 anos depois envelheceu bem, o primeiro impacto com o filme foi melhor, mesmo assim continua sendo um bom filme com um excelente roteiro. Johnny Depp no papel de investigador sempre manda muito bem!
Revendo esse filmaco! A cena final na casa é boa demais! Ri demais!!!!bem estilo Tarantino…A cena dentro da casa com Brad e a cena na Piscina com Leo são hilárias kkkk
Após 44 anos do seu lançamento, hoje, aos 38, finalmente decidi assistir Poltergeist. Nem me pergunte por que demorei tanto, ainda mais sendo cinéfilo…
Logo de início, o filme já me conquista pela ambientação nostálgica dos anos 80, tem algo ali que abraça, que envolve.
É impossível não perceber a influência de Spielberg ao longo da narrativa. Inclusive, eu colocaria Poltergeist muito mais no campo da fantasia do que propriamente do terror, bem ao estilo dele: tensão com encanto, medo com sensibilidade.
Os efeitos especiais, claro, não envelheceram tão bem… mas o roteiro segura o filme com força. E mais do que isso: o clima. Existe um “aconchego estranho” ali, uma atmosfera que prende, que faz você querer continuar.
No fim, é aquele tipo de filme que vai além do susto — ele te envolve.
Se vc encarar esse filme, não como um filme, mas como o último episódio da última temporada da série, fará mais sentido. Nada espetacular, mas é uma boa despedida.
Revendo meu filme favorito de todos os tempos!!!! Espetacular! Não tem uma vez que veja e não me emocione! Esse filme é atemporal! Altamente inspirador!
Bom filme, mas nada espetacular! Não é uma ameaça para O Agente Secreto. Voltando ao filme, se pudesse dar um conselho aos personagens do filme no final, eu diria: não poderiam ter sossegado a porra do rabo em casa, assistindo um filme e se enchendo de dopamina comendo besteiras? Isso que dá esse fogo no rabo ai…
Undertone
3.0 43Não é uma obra-prima e nem tenta ser. Mas cumpre muito bem o papel de entreter.
Agora, o que realmente chama atenção é a curadoria de som. Aqui, o filme acerta em cheio. A edição sonora não é só um complemento, ela conduz a experiência, cria tensão, antecipa sensações e, em muitos momentos, diz mais do que a própria imagem.
E vale o aviso: assistir com fone de ouvido muda completamente o jogo. O nível de imersão sobe, os detalhes aparecem, e a experiência fica muito mais intensa, especialmente se você estiver sozinho em casa… aí é outro filme.
Awake: A Vida Por Um Fio
3.5 756 Assista AgoraÓtimo clima de mistério!!!!
Cenas de um Casamento
4.2 204 Assista AgoraSe fosse só “chata”, ainda estaria tudo bem. O problema é que Cenas de um Casamento se arrasta numa proposta que promete profundidade, mas entrega repetição emocional sem evolução real. É um excesso de diálogo que não aprofunda, apenas gira em círculos.
E aqui entra um ponto essencial: a série falha logo na base. Se a intenção era gerar um impacto emocional forte na separação do casal, ela não constrói o principal, conexão. A história já começa praticamente com a ruptura encaminhada, sem dar ao espectador tempo ou material suficiente para se apegar àquela relação. Não vemos com força como eles se conheceram, o que os uniu, o que sustentava aquele vínculo. Sem isso, a separação não dói… ela só acontece.
E quando a dor não chega, tudo vira ruído.
Comparando com a obra original de Ingmar Bergman, fica ainda mais evidente. Bergman sabia construir tensão emocional com precisão, havia camadas, história, silêncio com significado. Aqui, sem a direção dele, parece que tentaram atualizar o clássico, mas perderam justamente o que o tornava potente: o desconforto que transforma. Ficou só o desconforto… sem transformação.
Os personagens também não ajudam. Jonathan é cansativo nas próprias falas: pedante, excessivamente reflexivo, fala demais e não chega a lugar nenhum. Ele gira em torno de ideias, mas não se posiciona, não sustenta escolhas. Em vez de profundidade, soa como um acúmulo de reflexões vazias e, em muitos momentos, passa a impressão de um “bebezão” emocional, frágil e sem firmeza. Já Mira aparece completamente bagunçada, indecisa, oscilando sem consistência, o que não gera complexidade, mas confusão.
E isso cansa.
Não é um cansaço reflexivo, daqueles que te fazem pensar sobre a vida, sobre o amor ou sobre escolhas difíceis. É um cansaço de repetição, de diálogos longos que não evoluem, de conflitos que não amadurecem e de um casal pelo qual você simplesmente não consegue sentir nada.
No fim, fica a sensação de uma obra que quis ser profunda, mas esqueceu de construir o básico: fazer a gente se importar.
As Faces de Helen
3.6 115Um retrato devastador, cru e profundamente existencial. Um filme que atravessa, que incomoda, que emociona sem pedir licença. Um verdadeiro soco silencioso na alma.
Como psicólogo, foi um “deleite” assistir essa obra.
A diretora Sandra Nettelbeck faz uma escolha narrativa muito clara: se afastar da terapia como eixo central, para enfatizar a depressão como uma condição biológica, não como uma tristeza passageira ou algo “resolvível” apenas pela conversa.
Isso fica sintetizado de forma poderosa na fala da médica:
“Ela não está infeliz… ela está doente.”
E, de fato, o filme cumpre esse propósito com força.
Mas, ainda assim, fica uma inquietação.
Porque, embora a depressão seja, sim, uma doença e precise ser compreendida para além do emocional, ela também atravessa a subjetividade. E é justamente nesse atravessamento que a escuta clínica se torna essencial.
A fala não cura sozinha.
Mas o silêncio também não.
Senti falta desse espaço no filme.
Do lugar onde a dor ganha linguagem.
Onde o caos interno começa, ainda que lentamente, a fazer algum sentido.
Ainda assim, é preciso reconhecer:
foi uma escolha estética e conceitual da direção e, dentro dessa proposta, o filme é potente, coerente e profundamente impactante.
Um grande filme.
Daqueles que não terminam quando sobem os créditos… continuam reverberando dentro da gente.
Namorados para Sempre
3.6 2,5K Assista AgoraExcelente filme! Mas que meu causou certa revolta…
[/spoiler][spoiler]
A Cindy é uma baita de uma mimada e imatura. Em nenhum momento senti empatia por ela. Ele o tempo todo tentando um diálogo e a mimada simplesmente sem querer conversar, diminuindo o cara, flertando de forma leve no supermercado com o ex…enfim, ele (esposo) tentou, ela não.
O Capitão
3.9 57 Assista AgoraUau! Que historia!!!! E quanta crueldade quando se tem poder e se torna necessário mostrá-lo.
Sisu: Estrada da Vingança
3.4 69 Assista AgoraSe você acha MacGyver mentiroso, é porque não conheceu o professor dele: SISU! Altamente exagerado e com cenas intragáveis…talvez se vendessem como filme de super herói da Marvel com super poderes daria para relevar. O primeiro é bom! Esse segundo não!
A Profecia
3.9 629 Assista AgoraRevendo hoje, chego à conclusão de que a refilmagem foi, de fato, justificável. Por envolver efeitos visuais, o original acabou envelhecendo em alguns momentos, o que interfere um pouco na imersão. As atuações também oscilam — especialmente a da criança, que em certos trechos não sustenta a carga dramática.
O remake, por sua vez, se mostra mais consistente: é mais polido, tecnicamente refinado e emocionalmente mais equilibrado.
Mas é importante reconhecer, todo o mérito nasce do original. O remake só existe porque alguém criou, antes, a essência. No fim das contas, ele não deixa de ser uma versão lapidada de uma obra que já era, por si só, marcante.
A Cura
3.0 725 Assista AgoraLongo, cansa um pouco, mas depois refletindo é uma ótima história. Bom filme!
Nuremberg
3.5 41Há momentos na história em que a humanidade se olha no espelho e não se reconhece, ficam cegos.
A Segunda Guerra Mundial foi um desses abismos, onde a crueldade deixou de ser exceção e virou método.
Nos campos de concentração, vidas foram reduzidas a números, a cinzas, a silêncio.
Homens, mulheres, idosos e crianças tratados como se não fossem gente, como se sentir dor fosse um detalhe irrelevante, sem nenhum remorso ou pensamento perturbador sobre se estavam praticando o MUA ou não.
As experiências, as torturas, a frieza calculada de quem acreditava ter o direito de decidir quem merecia existir.
É difícil compreender como alguém pode descer a esse nível mental sem perder completamente a própria humanidade. Já perdida, só eles não classificariam desta forma.
E ainda assim, o mais perturbador é perceber que isso não ficou apenas no passado.
O mundo avançou em tecnologia, em ciência, em discurso, mas o coração humano continua dividido, fraco de compaixão.
Ainda vemos poder sendo usado para oprimir, interesses sendo colocados acima da dignidade, conflitos sendo alimentados.
Grandes nações disputam influência enquanto vidas comuns seguem sendo afetadas como peças de um jogo maior.
O século XXI prometia maturidade, mas muitas atitudes lembram que a evolução moral não acompanhou o progresso técnico.
A retórica de superioridade, de domínio, de “nós contra eles” reaparece de formas diferentes, mas com a mesma raiz perigosa.
Não importa o país ou o líder, quando o poder se distancia da compaixão, o risco sempre volta.
Comparações históricas exigem cuidado, porque cada tragédia tem sua dimensão própria, mas o alerta permanece válido.
Quando o ser humano se coloca acima do outro, abre-se espaço para repetir erros que juramos nunca mais aceitar.
O que falta não é inteligência, nem força, nem recursos.
Falta empatia real, aquela que impede que o outro seja reduzido a algo descartável.
Falta lembrar que nenhuma nação, nenhum povo, nenhuma ideologia é dono do mundo. Essa é para Donald Trump.
E que toda vez que esquecemos disso, a história cobra um preço alto demais, está acontecendo : criancas, idosos, mulheres e até homens de bem estão pagando com suas vidas por conta de 1/2 dúzia de idotas, ganciosos, imperadores.
Sobre o filme, excelente! Atuações soberbas de Rami Malek e Russell Crowe.
3 Idiotas
4.3 383O filme é bom, mas cansa devido a longa duração, se torna uma grande novela. A comédia é bobona e não me tirou risadas, mas é divertido. Já o drama predomina e me emocionou em alguns momentos. Mas realmente o que mais incomoda é a duração.
Heel
3.4 17Uau… que filme.
Que roteiro. Que construção. E que atuação impressionante do ator inglês Anson Boon.
Meu primeiro contato com ele foi na excelente série Terra da Máfia, protagonizada por Tom Hardy e ali já dava pra perceber que tinha algo diferente. Mas aqui… ele confirma.
Não decepciona. Pelo contrário, ele sustenta o personagem com uma intensidade que prende, incomoda e ao mesmo tempo aproxima.
O garoto não só atua… ele vive.
E o final… redentor. Existencial. Daqueles que não entregam tudo pronto, mas te deixam pensando depois que o filme acaba.
Um tipo de experiência que não termina quando sobem os créditos.
Fuja
3.4 1,1K Assista AgoraGraça surpresa!!! Filmao! Excelente roteiro! Suspense de tirar o fôlego. Palmas para a trilha sonora também!
Caminhos do Crime
3.3 79 Assista AgoraExcelente filme, excelente roteiro, excelente elenco e ótima edição de áudio. Baita som!
Sobrenatural
3.4 2,5K Assista AgoraEsse filme é simplesmente perturbador, no melhor sentido do terror.
Revisitar essa obra dirigida pelo mestre James Wan é lembrar como o gênero pode ser feito com inteligência e impacto. Nada aqui é previsível: os sustos não seguem fórmula, e a tensão é construída de forma crescente, quase sufocante.
À medida que a história avança, o clima vai ficando mais denso, mais pesado… como se as trevas realmente fossem tomando conta de tudo e de você também, enquanto assiste.
E o detalhe: assisti sozinho.
Resultado? Aquela sensação incômoda de olhar pros cantos escuros da casa depois que o filme acaba… hahaha
É mais do que terror. É uma experiência.
Do Inferno
3.6 475 Assista AgoraRevendo pela segunda vez! Assisti em 2016 pela primeira vez, 10 anos depois envelheceu bem, o primeiro impacto com o filme foi melhor, mesmo assim continua sendo um bom filme com um excelente roteiro. Johnny Depp no papel de investigador sempre manda muito bem!
Os Crimes de Limehouse
3.1 57 Assista AgoraNão me prendeu…diálogos apressados , roteiro pouco emotivo, o que o torna cansativo. Estava torcendo para acabar.
Era Uma Vez em... Hollywood
3.8 2,3K Assista AgoraRevendo esse filmaco! A cena final na casa é boa demais! Ri demais!!!!bem estilo Tarantino…A cena dentro da casa com Brad e a cena na Piscina com Leo são hilárias kkkk
Poltergeist: O Fenômeno
3.5 1,1K Assista AgoraApós 44 anos do seu lançamento, hoje, aos 38, finalmente decidi assistir Poltergeist. Nem me pergunte por que demorei tanto, ainda mais sendo cinéfilo…
Logo de início, o filme já me conquista pela ambientação nostálgica dos anos 80, tem algo ali que abraça, que envolve.
É impossível não perceber a influência de Spielberg ao longo da narrativa. Inclusive, eu colocaria Poltergeist muito mais no campo da fantasia do que propriamente do terror, bem ao estilo dele: tensão com encanto, medo com sensibilidade.
Os efeitos especiais, claro, não envelheceram tão bem… mas o roteiro segura o filme com força. E mais do que isso: o clima. Existe um “aconchego estranho” ali, uma atmosfera que prende, que faz você querer continuar.
No fim, é aquele tipo de filme que vai além do susto — ele te envolve.
Peaky Blinders: O Homem Imortal
3.2 105 Assista AgoraSe vc encarar esse filme, não como um filme, mas como o último episódio da última temporada da série, fará mais sentido. Nada espetacular, mas é uma boa despedida.
O Sobrevivente
3.0 153 Assista AgoraMuito fraco!!!! E ainda me fazem um filme longo. Glen Powell não tem carisma nenhum.
Rocky II: A Revanche
3.8 369 Assista AgoraRevendo minha franquia do coração! A melhor parte desse é a cena das crianças correndo atrás dele! Muito emocionante!
Rocky: Um Lutador
4.1 869 Assista AgoraRevendo meu filme favorito de todos os tempos!!!! Espetacular! Não tem uma vez que veja e não me emocione! Esse filme é atemporal! Altamente inspirador!
Sirāt
3.4 173 Assista AgoraBom filme, mas nada espetacular! Não é uma ameaça para O Agente Secreto. Voltando ao filme, se pudesse dar um conselho aos personagens do filme no final, eu diria: não poderiam ter sossegado a porra do rabo em casa, assistindo um filme e se enchendo de dopamina comendo besteiras? Isso que dá esse fogo no rabo ai…